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manutenção produtiva
Tipologia: Notas de estudo
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Professor Antonio Freitas Neto
TPM – Manutenção Produtiva Total
Entrance Quiz
Caros,
Bem-vindos ao Entrance Quiz de TPM – Manutenção Produtiva Total.
Vocês receberão a apostila da disciplina. Após a leitura, respondam as questões a seguir.
Bom trabalho a todos e até breve!
Prof. Antonio Freitas Neto
AVALIAÇÃO DE ADESÃO
Nome:__________________________________________________________________________________
Empresa:_______________________________________________________________________________
Capítulo: I ao III
Assinale a alternativa correta:
1) O significado da sigla TPM – Total Productive Maintenance :
( ) Expressa a vontade do diretor para manter a produção.
( ) Expressar a vontade do gerente da manutenção para manter a produção.
( ) Expressar as atividades de todos os funcionários na manutenção da produção.
( ) Expressar a vontade dos operadores para manter a produção.
2) TPM é:
( ) Uma ferramenta que transforma o operador em mantenedor.
( ) Um programa para consertar máquinas novas.
( ) Um método de gestão focado na identificação e eliminação das perdas.
( ) Uma ferramenta adequada somente nas áreas administrativas.
3) As Fases de implantação do TPM são:
( ) Início – meio – entremeio - final
( ) Preparação – introdução – implementação – consolidação
( ) Conscientização – conhecimento – adequação – implantação
( ) Treinamento – prática acompanhada – prática – ensinamento
Professor Antonio Freitas Neto
4) As Fases de implantação do TPM ocorrem em :
( ) 6 etapas.
( ) 8 etapas.
( ) 10 etapas.
( ) 12 etapas.
5) A área interna a empresa que dá todo suporte ao TPM chama-se:
( ) Manutenção planejada.
( ) Pilares TPM.
( ) Secretaria do TPM.
( ) Comitê diretivo.
6) Quais são os 8 Pilares do TPM:
7) Quebra zero significa:
( ) A máquina não quebrar ou parar durante o período no qual está programada para operar.
( ) A máquina sofre manutenção preventiva, preditiva e quebrar.
( ) A máquina não sofrer desgastes sejam normais ou anormais.
( ) A máquina quebra somente na hora extra.
8) Para se atingir a quebra zero devemos aplicar as:
( ) 6 medida para quebra zero.
( ) 5 medidas para quebra zero.
( ) 10 medidas para quebra zero.
( ) 18 medidas para quebra zero.
9) Os indicadores TPM são:
( ) MMCCDO.
( ) PTMTT.
( ) PQCDSM.
( ) POCA.
10) Perda segundo TPM é:
( ) O valor registrado pelo controle no relatório mensal.
( ) O desafio de redução de custo em 3 anos.
( ) Perda zero, defeito zero, qualidade zero.
( ) O desvio da situação atual em relação a condição ideal.
_ O Entrance Quiz , deverá ser entregue no primeiro dia de aula._*
Professor Antonio Freitas Neto
Calendário
Datas Disciplina Professor.
09 e 10/11/2007 TPM – Manutenção Produtiva Total Antonio Freitas Neto
Descritivo da Disciplina
Apresentação
Objetivo
Professor Antonio Freitas Neto
Tópicos
Mini-Currículo
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® 2002-2007 £ Copyright Loss Prevention Consulting &Training L
CAPÍTULO I
INTRODUÇÃO À METODOLOGIA TPM
® 2002-2007 £ Copyright Loss Prevention Consulting &Training L
Um maior número de empresas está se adequando a crescente exigência de mercado introduzindo novas técnicas e metodologias de gestão no dia a dia de suas atividades. Para incorporar esta demanda de informações na estrutura organizacional as empresas contam principalmente com a capacitação técnica de seus colaboradores.
As organizações, cada vez mais, tem a necessidade de serem flexíveis e capazes de se ajustar rapidamente as mudanças constantes do mercado. A quebra dos paradigmas e superar os limites fazem o sucesso de uma empresa. O exame minucioso de como seu trabalho esta sendo realizado exige uma metodologia baseada nos principais valores da empresa: HOMEM, MEIOS DE PRODUÇÃO, PRODUTOS E SERVIÇOS.
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® 2002-2007 £ Copyright Loss Prevention Consulting &Training L
REDUZIR
ONE PEACE FLOW
PERDA ZERO
RESPON- SABILIDADE PNQ ISO 9000 ISO 14000 QS 9000 OHSAS 18000 VDA 6. SA 8000
Via TPM – Total Productive Management
ou
Gestão das perdas
Mercado competitivo a nível global, clientes cada vez mais exigentes em custo, qualidade, lotes, logística, novos produtos, exigência de normas como iso, ABS, QS, OHSAS, VDA, SA ... ?????
REDUZIR CUSTOS
MELHOR QUALIDADE
REDUZIR
ONE PEACE FLOW
PERDA ZERO
RESPON- SABILIDADE PNQ ISO 9000 ISO 14000 QS 9000 OHSAS 18000 VDA 6. SA 8000
Via TPM – Total Productive Management
ou
Gestão das perdas
Mercado competitivo a nível global, clientes cada vez mais exigentes em custo, qualidade, lotes, logística, novos produtos, exigência de normas como iso, ABS, QS, OHSAS, VDA, SA ... ?????
REDUZIR CUSTOS
MELHOR QUALIDADE
® 2002-2007 £ Copyright Loss Prevention Consulting &Training L
1957- Manutenção por Melhoria (Corrective Maintenance)
1960 - Prevenção da Manutenção (Maintenance Prevention)
1971 - TPM (Total Productive Maintenance)
Era da Manutenção Baseada no Tempo
Era da Manutenção Baseada nas Condições
Manutenção Pós-Quebra (Breakdown Maintenance)
1951 - Manutenção Preventiva (Preventive Maintenance)
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A sigla TPM , Manutenção Produtiva Total, traduzida do inglês Total Productive Maintenance foi criada em 1971, para expressar as atividades de todos funcionários na manutenção da produção. Entretanto o TPM se aplica por toda a empresa inclusive nos departamentos administrativos, sendo que o “M” assume o novo papel de “ Management” (gerenciamento).
Novo TPM
Antigo TPM
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O TPM se constitui atualmente como um método de gestão focado na identificação priorização e eliminação das perdas nos setores produtivos e administrativos.
A utilização plena dos equipamentos, a eficácia dos processos e a melhor performance do fator humano conduzem a empresa a um cenário de custos competitivos e produtos de qualidade total.
As ações de prevenção, motivadas pela reeducação das pessoas e trabalhos de equipe permitem a aplicação da metodologia com baixos investimentos e alta capacidade de retorno financeiro.
O objetivo do TPM é a eliminação de todas as perdas, acidente zero, defeitos zero, quebra zero, etc. para fortalecer a estrutura empresarial. Dentre estas perdas a que tem maior desdobramento é a quebra. Os acidentes graves que ocorrem na produção geralmente são ocasionados durante os reparos, poucos casos ocorrem durante a operação normal com o equipamento funcionando em perfeito estado. Os defeitos no processo ou produto, ocorrem na sua maioria quando foram realizadas alterações nas condições operacionais estabelecidas ou transtornos nos serviços bem como durante o retorno à operação após serviços de reparo. Portanto, não é exagero afirmar que para se atingir acidentes zero, defeitos zero, custos zero o foco inicial de atuação deve ser a quebra zero.
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Processo
Equipamentos
Produtos
Quebras, retrabalho, peso, refugo, resíduos, especificação, velocidade, logística, paradas programadas, etc...
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Caracteriza-se como uma perda, qualquer desvio da situação atual com relação a condição ideal, como por exemplo um equipamento que produz 100 peças por hora, entretanto 10% são defeituosas e meta = Defeito Zero, gera uma perda de 10 peças.
Situação Atual
Condição Ideal
Peças
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REPROCESSO
DEFEITOS DE QUALIDADE
PERDA IRREGULAR
PERDA REGULAR TEMPO LÍQUIDO DE OPERAÇÃO
FALHAS NO PROCESSO
FALHAS NO EQUIPAMENTO TEMPO BRUTO DE OPERAÇÃO
AJUSTES NA PRODUÇÃO
PARADA PROGRAMADA TEMPO DE CARGA
OEE = Overall Equipment Efficiency (Rendimento Global do Equipamento)
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CÁLCULO DO RENDIMENTO GLOBAL PLANTA
REPROCESSO
DEFEITOS DE QUALIDADE TEMPO DE OPERAÇÃO COM VALOR AGREGADO
PERDA IRREGULAR
PERDA REGULAR TEMPO LÍQUIDO DE OPERAÇÃO
FALHAS NO PROCESSO
FALHAS NO EQUIPAMENTO TEMPO BRUTO DE OPERAÇÃO
AJUSTES NA PRODUÇÃO
PARADA PROGRAMADA TEMPO DE CARGA
TEMPO TOTAL DISPONIVEL PARA OPERAÇÃO (TEMPO CALENDÁRIO)
TEMPO CALENDÁRIO
TEMPO CALENDÁRIO – TEMPO DE PARADAS ÍNDICE DEDISPONIBILIDADE =
TAXA MÉDIA DE PRODUÇÃO (t/h)
TAXA PADRÃO DE PRODUÇÃO (t/h)
ÍNDICE DEPERFORMANCE =
VOLUME TOTAL DE PRODUÇÃO
VOL. TOTAL DE PRODUÇÃO – VOL. PROD. REJEITADA – VOL. PROD. REPROCESSADOS =
ÍNDICE DE QUALIDAD E
ÍNDICE DE x (^) PERFORMANCE ÍNDICE DE xQUALIDADE ÍNDICE DE =DISPONIBILIDADE
RENDIMENTO GLOBAL DA PLANTA (OEE)(%)
X 100
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A quebra é o mal que mais prejudica o rendimento operacional de um equipamento.
Os equipamentos foram concebidos para operar sem quebras/falhas, portanto devemos adotar medidas preventivas para que os defeitos sejam nulos.
Definição
Uma máquina é considerada quebrada quando não está em condições de cumprir a função para qual foi concebida (produzir peças no tempo programado).
Quebra - Perda da função previamente definida.
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Parada de função: Quebra com interrupção da operação.
Trata-se da parada total da máquina, tornando-se impossível operá-la devido a:
Redução da função: Quebra com degeneração da função básica.
Trata-se de problemas que não impedem o funcionamento da máquina, mas que causam perdas:
Estas perdas são conseqüências de alguns aspectos, como:
Temperatura excessiva, que permite o funcionamento abaixo da velocidade nominal; Falha no automático, que permite a operação manual porém com queda de produção.
Tipos de quebra/falha
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DEFEITOS OCULTOS
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Os defeitos do equipamento são anormalidades que causam quebras. Os defeitos ocultos permanecem invisíveis por uma ou outra causa e não se observa. Muitas quebras são causadas por estes defeitos do equipamento que não são observados; sua detecção e correção podem reduzir as quebras a zero. As quebras causadas pelos defeitos ocultos são de natureza crônica e ocorrem com tanta freqüência que parecem “normais”. Por exemplo, uma perda de velocidade do equipamento é muitas vezes difícil de distinguir, mas de todas as formas é um tipo de quebra ou falha – uma forma de perda crônica.
Os esforços convencionais de manutenção são focadas em quebras esporádicas e inesperadas e os defeitos do equipamento muito visíveis. Entretanto, o TPM atua tanto nas quebras de perda de função como nas quebras de redução da função causadas pelos defeitos ocultos. Enquanto um só defeito significativo pode gerar uma quebra, a combinação de pequenos defeitos ocultos, que podem parecer não ter nenhuma relação com a quebra, é muitas vezes a causa principal.
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5 Medidas para obter a Quebra/Falha zero
Detectar / prever
Restaurar / prevenir
Operar corretamente
Reparar corretamente
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Variedade < Quantidade
Produção Flexível Estoque Zero Qualidade Total
Administração dos 4 “S”
E N G E N H A R I A S I M U L T Â N E A
R E E S T R U T U
R.
A D M I N I S T R A
T.
M A N U F A T U R A C E L U L A R
SISTEMAS / TÉCNICAS
A Ç Õ E S
R E Q U I S I T A D A S
AMBIENTE DAS COMPANHIAS
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CAPÍTULO II
PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO
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A empresa pode adotar a metodologia TPM em toda sua estrutura como modelo de gestão, em um departamento específico, em uma célula de manufatura ou linha produtiva, conforme os critérios de priorização adotados (necessidade de mercado, custo, equipamento crítico, desafios). O tempo de implantação depende dos seguintes fatores:
Esta implantação é aplicada em 4 fases:
Como toda a metodologia TPM é aplicada em etapas para garantir a consistência e continuidade do programa, estas 4 fases são distribuídas em 12 etapas de desenvolvimento.
1a. - Preparação 2a. - Introdução 3a. - Implementação 4a. - Consolidação
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. Comunicação formal das diretrizes (Convite a empresas afiliadas, fornecedores e clientes) INTRODUÇÃO 6. Partida do TPM
1.Decisão da alta administração. Comprometimento da alta administração (Diretoria)
PREPARAÇÃO
Fases de preparação e introdução
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Fases de implementação e consolidação
. Corrigir desvios . Novas metas CONSOLIDAÇÃO 12. Aprimoramento . Zero acidentes . Zero poluição
7.2 Manutenção Autônoma. Aumento da capacitação técnica do operador
. Eliminar as grandes perdas através de pequenos grupos 7.1 Melhoria Específica multifuncionais . Busca da máxima eficiência produtiva dos equipamentos já existentes
IMPLEMENTAÇÃO