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Prova de Título Comentada Ped 2018
Tipologia: Exercícios
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Questões Comentadas
TEP
Caro colega pediatra,
Luciana Rodrigues Silva Presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria
Caros colegas,
Cordialmente,
Dr. Hélcio Villaça Simões Coordenador da CEXTEP 2016/
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Pré-escolar, quatro anos, chega ao pronto atendimento com a mãe que relata ter sentido “algo duro” na barriga da filha durante o banho nos últimos cinco dias. Exame físico: regular estado geral, hipocorada+/4+, hidratada, massa de consistência endure- cida no andar superior do abdome sem ultrapassar linha média. PA no percentil 99 para a idade e estatura. Exame de urina: hematúria microscópica.
O diagnóstico mais provável e o exame a ser solicitado, respectivamente, são:
A) linfoma; US abdominal total. B) tumor de Wilms; US abdominal total. C) glomerulonefrite difusa aguda; C e C4. D) púrpura de Henoch Schönlein; US abdominal total.
Pré-escolar, três anos e nove meses, sexo feminino vem apresentando dores ósseas difusas iniciadas há três meses - que não melhoram com o uso de analgésicos comuns - associadas a febre baixa intermitente, cefaleia, vômitos frequentes, anorexia, perda ponderal de quatro quilos e irri- tação, com prejuízo do sono. A partir do resultado do hemograma, foi diag- nosticada “anemia discreta” tendo sido prescrito sulfato ferroso por seis meses. Há um mês, a mãe notou palidez que vem se acentuando. Exame físico: irritabi- lidade, fácies de sofrimento, dificuldade para deambular pela dor, hipocorada +/4+, adenomegalias cervicais, axilares
e inguinais móveis, fibroelásticas, não coalescentes, medindo de 0,5 a 1 cm de diâmetro, fígado palpável a 5 cm do RCD, baço a 4 cm do RCE, petéquias em MMII e sopro sistólico +/4+ pan- cardíaco, sem irradiação.
A principal hipótese diagnóstica é:
A) neuroblastoma. B) febre reumática. C) artrite reumatoide juvenil. D) leucemia linfoblástica aguda.
Escolar de sete anos, portador de nefropatia crônica em uso de corticoide oral em dose > 2mg/ kg/dia, perdeu o cartão vacinal e precisa atualizá-lo. Não tem cicatriz de BCG visível. Em relação a vacinação dessa criança, é correto afirmar que:
A) aplicar vacina BCG pelo risco maior de desenvolver tuberculose. B) aplicar tríplice bacteriana e tríplice viral a qualquer momento da terapia. C) aplicar todas as vacinas, pois o uso de corticoide nessa dosagem não é contraindicação. D) não aplicar tetraviral e febre amarela até interromper o tratamento por pelo menos um mês.
Pré-escolar, três anos, inicia há três dias quadro de febre baixa (38ºC), dor de garganta, mal-estar, dimi- nuição do apetite e adenomegalias em região suboccipital e pós auriculares bilaterais, seguido de rash macular róseo claro, irregular, disseminado, iniciado
em face e pescoço, distribuindo-se pelo corpo. Não há descamação após desa- parecimento do mesmo. No início do quadro, o exame da orofaringe revelava lesões pequenas, de coloração rósea e petéquias em palato mole. Em relação ao quadro, o agente causal determinante é:
A) rotavírus. B) norovírus. C) vírus da rubéola. D) vírus do sarampo.
Pré-escolar, três anos, sexo mascu- lino, é levado ao pronto-socorro com história de febre (39ºC) há 12 dias, “edema” no pescoço por sete dias e conjuntivite não purulenta em ambos os olhos. Foi examinado por pediatra no início do quadro que pres- creveu sulfametoxazol-trimetoprim sem melhora. Exame físico: febril, adenome- galia cervical posterior esquerda medindo 2cm, sem sinais flogísticos, hiperemia de conjuntiva sem exudato, edema de mãos e pés, lábios secos e fissurados.
Nesse caso, deve ser instituído trata- mento precoce com:
A) antiviral. B) antifúngico. C) antimicrobiano. D) imunoglobulina.
Mãe em amamentação exclusiva chega ao consultório com seu filho de 15 dias de vida queixando-se de fissura em mama direita com sangramento local. G1P1, peso de nas-
cimento: 3.500g. Peso atual: 3.650g. A conduta nesse caso é:
A) manter a amamentação e orientar pega adequada. B) interromper a amamentação somen- te na mama que sangra. C) interromper a amamentação e pres- crever aleitamento artificial. D) manter a amamentação e fazer com- pressas mornas na mama direita.
Mãe de um lactente de quatro me- ses está preocupada, pois seu filho não sustenta a cabeça. História perinatal: parto vaginal, banhado em mecônio espesso, necessitando de reanimação na sala de parto, Apgar 1/4/7, peso: 2.800g, comprimento: 49 cm. Exame físico: eleva momentanea- mente a cabeça em posição de prono e sorri, faz semiflexão dos cotovelos e pronação do antebraço e flexão de punhos e dedos, reflexo tônico cervical assimétrico, reflexo de Moro exacerbado. Nessa situação, deve-se informar a mãe que seu filho apresenta:
A) limites normais do desenvolvimen- to neuropsicomotor e necessita de estimulação em casa. B) distúrbio neuropsicomotor pela as- fixia perinatal e que terá um atraso definitivo físico e mental. C) distúrbio neuropsicomotor tempo- rário pela asfixia perinatal e que irá se desenvolver normalmente. D) distúrbio neuropsicomotor pela as- fixia perinatal e necessita de acom- panhamento multiprofissional.
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Adolescente, 13 anos, sexo masculino, é trazido ao ambu- latório de pediatria, pois sua mãe acredita que há pouco mais de um ano tem ficado “amarelo”, algumas vezes só ela percebendo. Há duas semanas, estava apenas resfriado, sem febre ou alterações do estado geral, mas todos o acharam amarelado. Sem- pre foi saudável. Exames laboratoriais (já repetidos várias vezes): hemograma: reticulócitos (na média), hemoglobina 12mg/dL; plaquetas: 350.000/mm3, enzimas hepáticas, eletroforese de proteí- nas, coagulograma e atividade de G6PD: todos normais. Aumento flutuante de bilirrubina total (entre 2 e 5mg/dL) às custas de bilirrubina indireta. Baseado na principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar que a:
A) bilirrubina indireta aumentada apon- ta para alteração hematológica. B) flutuação da bilirrubina é o indica- tivo desta hepatopatia metabólica. C) dosagem de autoanticorpos diag- nosticará esta hepatopatia autoi- mune. D) realização de Coombs direto con- firmará a autoimunidade hemato- lógica.
Pré-escolar, quatro anos, sexo masculino, é trazido à emer- gência pela mãe que relata saída pelo ânus de “saliência” de coloração vermelho vivo, sem sangra- mento e não dolorosa. Após a higiene a “saliência entrou” sozinha. Anamnese e exame físico sem alterações. O trata-
mento indicado nessa idade é:
A) endoscópico, sendo o mais indicado por ser o menos invasivo. B) conservador, pois ainda se espera ocorrer melhora espontânea. C) medicamentoso, levando em consi- deração a causa mais comum. D) cirúrgico, já que a partir de agora deverá ocorrer piora dos sintomas.
Escolar, oito anos, é levado à unidade básica de saúde apresentando há uma semana prurido anal diário, na ma- drugada, que o faz perder o sono. Seu irmão mais novo teve o mesmo sintoma, melhorando após uso de medicação. Exame físico: sem alterações. Os medi- camentos que podem ser utilizados no tratamento desta patologia são:
A) levamizol e ivermectina. B) tiabendazol e mebendazol. C) pamoato de pirantel e secnidazol. D) albendazol e pamoato de pirvínio.
Lactente, 15 meses, morador de Natal (RN), comparece à unidade básica de saúde para vacinação rotineira com o ca- lendário atualizado até 12 meses. A mãe informa que o seu pai foi transferido para a região do pantanal sul-mato- -grossense e em 20 dias viajarão para lá, onde passarão a morar. A orientação correta sobre a vacinação dessa criança é realizar as vacinas necessárias para a idade e a condição epidemiológica, EXCETO a vacina:
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A) tetra viral. B) poliomielite. C) meningocócica C. D) tríplice bacteriana (DPT).
Pré-escolar, três anos, sexo masculino, é trazido por sua mãe à consulta pois não quer comer e ela teme que fique desnutrido. Conta que faz de tudo para que coma, mas só aceita alimentos pastosos e líquidos, deixa o biscoito na boca até derreter e tem preferência por alimentos lácteos. Em função disso, ela cede e coloca suplementos no leite para tentar nutri-lo. A proposta adequada é:
A) utilizar inicialmente a coerção para alterar a preferência. B) oferecer alimentos sólidos quando a criança solicitar leite. C) evitar o uso de utensílios que a criança rejeite como colher. D) observar pois tal comportamento é normal até quatro anos de idade.
Adolescente, 12 anos, sexo masculino e portador de pró- tese valvar será submetido à cirurgia odontológica envolven- do a mucosa gengival e região periapical do dente. Nesse caso, está indicada a profilaxia por via oral do procedimento com o seguinte antibiótico:
A) cefuroxima 12 horas antes. B) cefuroxima uma hora antes. C) amoxicilina uma hora antes. D) amoxicilina-clavulanato 12 horas antes.
Pré-escolar, três anos, sexo masculino é levado à emergên- cia por ter ficado subitamente cansado e pálido. Mãe relata que seu filho está em tratamento para uma infecção urinária com ácido nalidí- xico há dois dias. Exame físico: palidez cutânea, hipocorado ++/4+, icterícia em face e tronco. RCR 2T FC: 120 bpm. Sat O2: 96%, FR: 44 irpm. Abdome: flácido, fígado no RCD, ponta de baço palpável, sem edemas. Exames laboratoriais: Hb: 6,5 mg/dL, Ht: 19,5%, reticulócitos: 9%. A hipótese diagnóstica é:
A) eliptocitose hereditária. B) esferocitose hereditária. C) deficiência de piruvato quinase. D) deficiência de glicose 6 fosfato de- sidrogenase.
Adolescente, 13 anos, sexo feminino foi atendida na emer- gência com quadro de ana- filaxia aguda pós ingesta de crustáceos. Foi medicada com duas
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mordedura ocorreu na região abdominal. Exame da pele: lesão de 4 cm de diâmetro, bem superficial sem sinais inflamatórios na região abdominal. Além da limpeza da ferida com água e sabão deve-se:
A) observar o animal por dez dias pós exposição. B) administrar imunoglobulina antirrá- bica e toxoide tetânico. C) administrar esquema de cinco doses de vacina antirrábica. D) observar o animal e administrar 1ª dose de vacina antirrábica.
Adolescente, 14 anos, sexo feminino é trazida ao ambula- tório por seus pais que relatam fraqueza e falta de apetite. Mãe refere que sua filha se tornou adepta da comida crua (crudovorismo/ raw food), não come nenhum tipo de carne há um ano e que há dois meses passou a reclamar de cansaço fácil, perda do apetite e sensibilidade à luz. Exame físico: emagrecida, hipocorada +/4+, queilite angular, discreta fotofobia e leve nistagmo ocular. P: 39 kg, E: 155 cm, IMC: 16,2. RCR 2T BNF FC: 100 bpm, Sat O2: 96%. FR: 40 irpm. A hipótese diagnóstica é deficiência de:
A) vitamina A. B) zinco e cobre. C) zinco e selênio. D) vitaminas do complexo B.
Pré-escolar, cinco anos, sexo masculino, eutrófico, cuja mãe é fumante de longa data, apre-
senta prurido nasal, rinorreia hialina intensa que piora à noite, associados à hiperemia conjuntival. Não há comor- bidades. Apresenta também dificuldade para dormir e na escola não consegue acompanhar as atividades devido ao quadro. Com base nos sintomas apre- sentados, o tratamento deve incluir além da impermeabilização do colchão do paciente e soro fisiológico nasal:
A) fenilefrina nasal + anti-histamínico tópico. B) anti-histamínico oral + corticoide intranasal. C) montelucaste + colírio com anti- -histamínico. D) colírio de tobramicina + nafazolina tópica nasal.
Pré-escolar, quatro anos, sexo masculino, apresenta episó- dios recorrentes de hematúria macroscópica, principalmente quando em vigência de Infecções de vias aéreas superiores. O diagnóstico mais provável é:
A) doença de Berger. B) síndrome de Alport. C) glomerulonefrite difusa aguda. D) púrpura de Henoch-Schönlein.
A síndrome de lise tumoral, que pode ocorrer durante o início do tratamento de algumas doenças onco-hematológicas, é uma das emergências mais frequen- tes e de maior significado clínico para 2525 o pediatra. As alterações metabólicas
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classicamente encontradas na síndrome de lise tumoral são:
A) hiperuricemia, hipocalemia, hiper- calcemia. B) hipocalcemia, hipofosfatemia, hipe- ruricemia. C) hipercalcemia, hipercalemia, hipo- fosfatemia. D) hiperuricemia, hipercalemia, hiper- fosfatemia.
Recém-nascido, cinco dias de vida, a termo, apresenta há 24-48 horas máculas, pápu- las e pústulas eritematosas localizadas em fronte, face, tronco e membros, sem acometimento de palmas das mãos e plantas dos pés. Mãe relata que as lesões desaparecem de uma área e surgem em outra área em horas e que o RN se encontra em excelente estado geral e sugando bem o seio materno.
O diagnóstico mais provável nesse caso é:
A) miliária. B) impetigo. C) eritema tóxico. D) melanose pustular transitória.
Pré-escolar, de quatro anos, sexo masculino, dá entrada na emergência pediátrica em parada cardiorrespiratória, sendo iniciadas imediatamente as ma- nobras de reanimação cardiopulmonar (RCP). Durante a RCP, ainda sem pulso palpável, paciente evolui com o seguinte traçado eletrocardiográfico:
De acordo com o caso clínico e o eletro- cardiograma acima, a conduta imediata a ser realizada neste momento da RCP é:
A) administração de adenosina intra- venosa. B) administração de miodarona intra- venosa. C) desfibrilação elétrica com carga de 2J/Kg. D) cardioversão sincronizada com carga de 1J/Kg.
Escolar, nove anos, sexo mas- culino, com história de poliúria e polidipsia, é admitido na emergência pediátrica com si- nais de desidratação e sonolência. Glice- mia capilar: 435 mg/dL; gasometria: pH 7,15 e bicarbonato de 12mEq/L; exame de urina: presença de corpos cetônicos, confirmando diagnóstico de cetoacidose diabética (CAD). A complicação mais temida na CAD é o edema cerebral. Em relação a essa complicação, podemos afirmar que:
A) é frequente e de elevada mortalidade. B) a administração do manitol está indicada no tratamento. C) furosemida e dexametasona têm eficácia comprovada no tratamento. D) a correção rápida da hiperglicemia e da desidratação estão indicados.
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para proteção contra o sarampo é indi- cada a partir do seguinte mês de idade:
Lactente, dois anos e seis me- ses, sexo masculino, previamen- te hígido, é levado pela mãe ao pediatra por apresentar quadro de tosse e chiado no peito nos últimos sete dias. Exame físico: ativo, discreta dispneia, sem sinais de toxemia. AR: roncos e sibilos disseminados, discreta diminuição do murmúrio vesicular em todo hemitórax direito. Radiografia do tórax: hiperinsuflação à direita com discreto desvio das estruturas do me- diastino para a esquerda. A hipótese diagnóstica e conduta são:
A) aspiração de corpo estranho / bron- coscopia. B) enfisema lobar congênito / tomo- grafia de tórax. C) síndrome do lactente sibilante / prednisolona 1mg/kg/dia por cinco dias. D) asma / salbutamol 2 jatos, com espaçador, com intervalos de 20 minutos, três vezes.
Lactente, 12 meses, apresenta há seis dias lesões tipo placa eritematosa e descamativa na região malar e frontal como apresentada na figura a seguir. Teve lesões semelhantes anteriormente em
quatro episódios com início aos seis meses de idade, localizadas na região malar e extensora de membros. O prurido é intenso e ocorre piora com mudança de temperatura. O diagnóstico e a conduta são:
A) urticaria de contato / anti-histamí- nico oral. B) dermatite seborreica / cetoconazol creme. C) dermatite atópica leve / hidrocorti- sona creme. D) dermatite de contato alérgica / anti- -histamínico tópico.
Recém-nascido, sete dias de vida, sexo masculino está re- cebendo alta do alojamento conjunto após quatro dias de fototerapia por incompatibilidade Rh (mãe O negativo e recém-nascido O positivo). Exame físico: icterícia discreta, zona 2 de Kramer. Bilirrubinas do dia da alta: total: 10,5mg/dL; direta :0,1 mg/ dL, classificado na zona de baixo risco
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de Bhutani. Em relação ao banho de sol por 10 a 15 minutos e a redução da icterícia neonatal, a orientação atual preconizada pela Sociedade Brasileira de Pediatria é que:
A) seja usada a luz solar filtrada para redução da icterícia. B) a exposição ao sol além de reduzir a icterícia, melhora os níveis de vitamina D. C) o banho de sol por 10 a 15 minutos deve ser feito todas as manhãs antes das 8:00 horas. D) exposição ao sol pode não reduzir a icterícia, além do risco de exposição solar desprotegida.
A suplementação profilática de ferro para lactente nascido a termo com peso adequado para a idade gestacional, que esteja em aleitamento materno exclusivo, deve ser iniciada com:
A) 6 meses. B) 4 meses. C) 2 meses. D) 1 mês.
Lactente, três meses, passou a apresentar choro, esforço intenso e ficando com o rosto vermelho cerca de dez minutos antes de evacuar. As fezes têm consistên- cia e volume normais para quem está em aleitamento materno exclusivo, evacuando em média cinco vezes ao dia. Exame físi- co: sem alterações; peso, comprimento e perímetro cefálico sobre a curva do escore
Z mais um (+1). O diagnóstico é:
A) disquezia. B) constipação. C) alergia alimentar. D) refluxo gastroesofágico.
Lactente, 12 meses, sexo femi- nino é levada à emergência por apresentar febre (39oC) há dois dias e recusa alimentar, além de irritabilidade. Foi atendida no posto on- tem e medicada apenas com antitérmico. Exame físico: (após controle da tempera- tura) regular estado geral, irritada e pálida ++/4+. PA: em membro superior direito: 90x50mm Hg. ACV: bulhas rítmicas nor- mofonéticas FC: 125bpm Pulmões: sem anormalidades. Abdome: normotenso, fígado a 2,5cm do RCD. Perfusão peri- férica: 4 seg. Rigidez de nuca: ausente. Exames laboratoriais: exame simples de urina (coletado por cateterismo vesical): densidade: 1.008, pH: 5,5 leucócitos: 100.000/ml; cilindros piocitários raros; hemácias: 15.000/ml; proteinúria ++ e bacterioscopia: bastonetes gram negati- vos. Ureia: 20mg/dL, creatinina: 0.5mg/ dL. Raio X de tórax: normal. A principal hipótese diagnóstica e exames laborato- riais a serem solicitados são:
A) meningite/ líquor completo com látex. B) gastroenterite aguda; coprocultura / coprológico. C) pielonefrite; hemograma completo / urocultura com TSA. D) glomerulonefrite difusa aguda/ dosagem sérica de complemento e creatinina.
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D) a decisão sobre a quebra do sigilo deve levar em conta a escolaridade.
Existe uma ampla variação fi- siológica em idade para o início da puberdade que depende do eixo hipotalâmico-hipofisario- -gonadal. A situação que deve ser in- vestigada é:
A) menina que não apresenta telarca aos 13 anos de idade. B) menino que não apresenta sinais de puberdade aos 12 anos. C) menina com adrenarca aos oito anos de idade e telarca aos dez anos. D) menino com aumento do volume testicular para 4mm³ aos nove anos.
Pré-escolar é admitido na unidade de emergência com queixa de tosse, ortopneia, palidez e sudorese. Radiografia de tórax: alargamento de mediastino anterior por extensa massa tumoral. A principal hipótese diagnóstica e a con- duta, respectivamente, são:
A) síndrome de lise tumoral / antraci- clina IV. B) síndrome de lise tumoral / ciclofos- famida IV. C) síndrome de veia cava superior / corticoide IV. D) síndrome de veia cava superior / radioterapia de emergência.
Adolescente, 12 anos, sexo feminino, pesando 25 kg, apre- senta síndrome da imunodefici-
ência humana adquirida por transmissão vertical. É cuidada por uma tia desde o falecimento de sua mãe e com pouca aderência ao tratamento antirretroviral, com infecções de repetição. Há cerca de dois meses, apresenta dor em ardência de intensidade progressiva com pontadas e sensação de formigamento nos pés. Há 15 dias, refere dificuldade progressiva de caminhar, tendo quedas frequentes. A classificação da dor e o tratamento indicado são respectivamente:
A) psicogênica / benzodiazepínicos, opioide e corticoide. B) mista / anti-inflamatório não hor- monal, morfina e amitriptilina. C) neuropática / anticonvulsivante (gabapentina) e antidepressivo tri- cíclico. D) nociceptiva vascular / vasodilatador, tramadol e antidepressivo tricíclico.
Pré-escolar, cinco anos, apre- senta desenvolvimento compa- tível com a idade cronológica, com pensamento concreto e compreendendo literalmente as palavras que lhe são ditas. A mãe pergunta ao pediatra como comunicar ao filho o falecimento da avó. Nesse caso, o pe- diatra deve orientar a mãe a:
A) responder diretamente às perguntas de seu filho e levá-lo ao funeral de sua avó, pois as crianças nessa fai- xa etária entendem a morte como definitiva. B) manter a rotina de seu filho, evitar o assunto, permitir a companhia de
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realizados confirmando o diagnóstico. A conduta mais adequada em relação à amamentação é:
A) se for hepatite C não deve ama- mentar, pois o vírus da hepatite C é transmitido pelo leite materno e pelo sangue infectado. B) se for hepatite A pode amamentar e o recém-nascido deverá receber imu- noglobulina humana se ela estiver na fase aguda da doença. C) se for hepatite B pode amamentar e o recém-nascido deverá receber a pri- meira dose da vacina contra hepatite B e a imunoglobulina específica na primeira semana de vida. D) se for hepatite B não deve amamen- tar, e o recém-nascido deverá receber a primeira dose da vacina contra hepatite B e a imunoglobulina específica nas primeiras 12 horas de vida.
familiares próximos e de brinquedos, pois crianças nessa faixa etária têm medo da separação. C) garantir que seu filho continuará a ser amado, encorajar o contato físi- co e assegurar sua participação na tomada de decisões, pois as crianças nessa faixa etária já compreendem a terminalidade. D) esclarecer as dúvidas de seu filho, usando linguagem direta e evitando termos vagos como “longa viagem” e “morar numa estrela”, pois as crianças nessa faixa etária não compreendem a terminalidade.
Lactente, 23 meses, sexo femi- nino, é levada ao hospital pelos pais, com história de aumento de volume abdominal, dor óssea, emagrecimento, palidez, febre, apatia e irritabilidade há dois meses. Exame físico: regular estado geral, hi- pertensão arterial, protusão de globo ocular esquerdo, associado a equimose periorbitária e extensa tumoração pal- pável em loja renal direita de limites imprecisos, atravessando a linha média do abdome. A hipótese diagnóstica mais provável é:
A) neuroblastoma. B) tumor de Wilms. C) linfoma não Hodgkin. D) tumor do córtex suprarrenal.
Gestante deu entrada na ma- ternidade em período expulsi- vo. Na admissão, relatou ter hepatite e trouxe os exames 5050
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