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Guias e Dicas
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Prova de Título Comentada Ped 2019, Exercícios de Pediatria

Prova de Título Comentada Ped 2019

Tipologia: Exercícios

2020

Compartilhado em 16/11/2020

mariana-aparecida-fonseca
mariana-aparecida-fonseca 🇧🇷

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2019
Questões
Comentadas
NOTA IMPORTANTE: A nutrição ide al para mães e bebês duran te os primeiros 1.000 dia s de vida é fundamenta l para a saúde ao longo da vid a. Acreditamos
que o aleitamento materno é a melhor opção para o lactente proporcionando benefícios nutricionais, de proteção contra doeas e afetivos, demonstrando sua
superioridade quando comparado aos seus substitutos. É fundamental que a gestante e a nutriz tenham uma alimentação equilibrada e sauvel durante a
gestaçã o e amamentação, p ara apoiar uma gr avidez saudável e pr eparar e manter a l actação. A amame ntação é recome ndada de forma excl usiva até o 6º mês de
vida e sua manu tenção é indicada a té os 2 anos de idade ou ma is. O uso desneces sário de mamadeir as, bicos e chupe tas, bem como a intr odução desnece ssária
ou inadequada de alimentos artificiais e de demais alimentos e bebidas, devem ser desencorajados, pois podem prejudicar o aleitamento materno e a sde do
lactente, a lém de dificultar o reto rno à amamentação. Ca so a mãe opte por não amamen tar e decida utilizar ou tros alimentos ou subs titutos do leite mater no,
ela deve receb er orientações s obre as instruçõ es de preparo dos pr odutos. Fórmul as infantis par a necessidades die toterápicas es pecíficas devem se r utilizadas
sob super visão médica, após a c onsideração de tod as as opções de alimen tação, incluindo a am amentação. Seu uso c ontinuado deve ser ava liado caso-a-c aso
consider ando o progr esso do bebê . É importa nte garan tir a adequa da higieniza ção e esteri lização de ma madeiras e u tensílios , e o uso de água pr eviamente
fervida p ara evitar prejuízos à s aúde do bebê. A mãe deve esta r ciente das implicaçõe s econômicas e sociais d o não aleitamento ao sei o. O leite materno não
é somente o mel hor, mas também o m ais econômi co alimento p ara o bebê, e o us o de seus subs titutos a umenta sig nificativ amente os cu stos no orç amento
familiar. É impor tante que a fam ília tenha uma alimen tação equilibr ada e que, no momento d a introdução de al imentos compleme ntares, respe item-se os hábi tos
educativos e culturais para a realização de escolhas alimentares sauveis. Como bebês crescem em ritmos diferentes, os profissionais de sde devem
orientar p ais e responsáveis sob re o momento apropri ado para iniciar a alimen tação complement ar. Em conformidade com a Le i 11.265/0 6 e regulamentaçõe s
subsequen tes; e com o Código Int ernacional de Come rcialização dos Su bstitutos do Lei te Materno da OMS (R esolução WHA 34 :22, maio de 1981).
MATERIAL TÉCNICO-CIENTÍFICO DESTINADO EXCLUSIVAMENTE AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE.
PROIBIDA A DISTRIBUIÇÃO A OUTROS PÚBLICOS E A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL.
TEP
Título de Especialista
em Pediatria
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Questões Comentadas

TEP

Título de Especialista

em Pediatria

w w w. n n i b r a s i l. c o m. b r

Caro colega pediatra,

Sociedade Brasileira de Pediatria fica orgulhosa dos novos pediatras
com o título, fato que demonstra o compromisso e empenho destes
profissionais com a especialidade e com o futuro da nação!
Esta prova vem sendo realizada com muito sucesso e seriedade pela
equipe coordenada pelo Dr. Hélcio Vilaça, um exemplo de pediatra preocupado
com a saúde das crianças e adolescentes, além da colaboração contínua com a
nossa instituição em prol da valorização da Pediatria.
Pediatras, aproveitem pois mais esta oportunidade do aperfeiçoamento contínuo
propiciado pela nossa SBP!
Um forte abraço,

Luciana Rodrigues Silva Presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria

Caros colegas,

Há muito a Sociedade Brasileira de Pediatria vem lutando para manter a
credibilidade do nosso Título como um elemento que legitime o exercício da
Pediatria, mas que também valorize efetivamente a participação nos concursos e
processos seletivos da especialidade.
Você está recebendo a publicação comentada da prova do Título de especialista
de Pediatria (TEP 2019). Nela consta uma visão do desempenho dos candidatos
como um todo e o seu em particular, incluindo o percentual de candidatos que
optaram por cada alternativa das questões de múltipla escolha.
A Sociedade Brasileira de Pediatria parabeniza-o pelo esforço em conquistar
o TEP, hoje um compromisso com a boa prática pediátrica e um elemento
importante de valorização profissional.

Cordialmente,

Dr. Hélcio Villaça Simões Coordenador da CEXTEP 2016/

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Lactente, 15 meses, apresenta desde os seis meses otites de repetição (5 episódios) sendo três episódios com supuração. Seu crescimento pôndero-estatural é normal, mas o pe- diatra encaminha para o imunologista por suspeita de imunodeficiência primá- ria do tipo celular. Esse encaminhamento se justifica: A) Sim, mas a suspeita é de imunode- ficiência primária humoral. B) Não, já que a hipogamaglobulinemia fisiológica é comum até dois anos. C) Sim, mas a suspeita é de imuno- deficiência primária do sistema complemento. D) Não, pois não veremos imunodefi- ciência primária após os seis meses de vida.

Adolescente, sexo masculino, 16 anos, é levado à emergência por amigos, após ter consumido uma substância psicoativa não identifi- cada em uma festa. Exame físico:pupilas midriáticas, agitação, taquicardia (FC: 100 bpm), hipertensão (PA: 140 X 90 mm Hg), temperatura axilar: 39º C e sudorese. A substância e o respectivo princípio ativo responsável por este evento são: A) Cola (inalante volátil a base de Tolueno). B) “Ácido” (LSD, dietilamina do ácido lisérgico). C) Maconha (THC, delta-9-tetrahidro- canabinol). D) Ecstasy (MDMA,3-4-metilenodioxi- metanfetamina).

Ao examinar um lactente, sexo feminino, de 18 meses, observam- -se as seguintes medidas evolutivas do PC: ao nascer (35 cm), 1 mês (37 cm), 4 meses (42 cm), 7 meses (44 cm), 9 meses (44,5 cm), 12 meses (44,5 cm). Desenvolvimento: sorriso social com dois meses, gargalhadas com quatro meses, sentou-se com sete meses, arrastou-se com nove meses e balbucio de sons consonantais com dez meses. Atualmente, não fica de pé com apoio, não engatinha, emite sons guturais, não pega o brinquedo ou objetos em seu campo de alcance. Tem contato visual, mas não compreende jogos de esconde- -esconde, dança, acenar adeus ou bater palmas. Realiza movimentos repetitivos e estereotipados de mãos, do tipo lavar ou esfregar. Há um mês apresentou quatro crises convulsivas tônico-clônicas gene- ralizadas. O diagnóstico sindrômico é: A) Paralisia cerebral. B) Transtorno do espectro autista. C) Atraso do desenvolvimento neurop- sicomotor. D) Regressão do desenvolvimento neu- ropsicomotor.

Adolescente, sexo masculino, 14 anos procura atendimento pedi- átrico preocupado com seu cres- cimento, pois sempre foi o mais baixo da turma. Anamnese: pais são baixos, não sabem suas alturas. HPP: nenhuma patologia prévia. Menarca materna: 11 anos. Exame físico: apa- rência de 11 anos, altura e peso entre os escores z -2 e z -3, Tanner: G1P2,

altura-alvo: entre os escores z -2 e z -3. Idade óssea: compatível com 11 anos. A hipótese diagnóstica é: A) Hipotireoidismo. B) Baixa estatura genética. C) Baixa estatura constitucional. D) Baixa estatura genética + constitucional.

Pré-escolar, sexo feminino, três anos, foi internada com diag- nóstico de pneumonia lobar e derrame pleural. Iniciada penici- lina cristalina 200.000 UI/kg/dia e rea- lizada drenagem torácica. No 5º dia de internação, ainda com dreno de tórax, a criança apresentava melhora clínica, porém persistindo com febre diária de 38,5ºC (1 a 2 picos). Hemocultura: Streptococcus pneumoniae. A conduta em relação à antibioticoterapia é: A) Associar claritromicina. B) Substituir por ceftriaxona. C) Manter a penicilina cristalina. D) Substituir por amoxicilina-clavulanato.

Em uma enfermaria pediátrica é diagnosticado um caso de varicela em um lactente de nove meses internado há dois dias. Nesta mesma enfermaria estão internadas mais duas crianças, ambas sem história de va- cinação ou doença prévia para varicela. Paciente 1: um lactente de 15 meses com diagnóstico de mastoidite rece- bendo antibioticoterapia no terceiro dia de internação e evoluindo afebril com melhora do quadro. Paciente 2: um pré-escolar de quatro

anos com leucemia linfoide aguda (LLA) internada por neutropenia febril. A conduta indicada é: A) Aciclovir venoso para os dois pa- cientes além de vacina de varicela para o paciente 2. B) Observar evolução do paciente 1; aciclovir venoso para o paciente 2. C) Vacina de varicela para o paciente 1; aciclovir venoso e vacina de varicela para o paciente 2. D) Vacina de varicela para o paciente 1; imunoglobulina específica varicela- -zoster (VZIG) para o paciente 2.

Adolescente, sexo masculino, 13 anos, é levado à emergência por cefaleia intensa, vômitos em jato há dois dias e febre (38,5°C) que não cede com antitérmicos. Exame físico: desidratado, febril, sinais de irritação meníngea, escala de Glasgow de 15. Punção lombar: pleocitose, com 570 células/mm3, 20.000 hemácias/ mm3, com predomínio de linfomononucleares; proteína: 45mg/dL; glicorraquia: 66mg/ dL (glicemia: 90mg/dL). Esse quadro clínico sugere: A) Meningite viral. B) Trauma de punção. C) Meningite bacteriana. D) Hemorragia subaracnoide.

Escolar, nove anos, apresenta febre alta há cinco dias, cefaleia, dor retro orbitária e letargia. Hoje apresentou sangramento em mu- cosas. A conduta para esse paciente é:

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rências procura orientação para seu filho. A conduta para a prevenção da transmissão vertical da doença é aplicar: A) Imunoglobulina humana até o 7º dia e vacina até uma hora de vida. B) Imunoglobulina específica (HBIG) logo ao nascimento e vacina até o 7º dia. C) Imunoglobulina específica (HBIG) até o 7º dia e vacina até 24 horas de vida. D) Imunoglobulina humana logo ao nascimento e vacina com 30 dias.

Adolescente, sexo masculino, 16 anos, é trazido à consulta relatando dor no peito e dificul- dade para dormir. Anamnese: bom aluno, estuda pela manhã, ambiente familiar bem estruturado e tem hábito de jogar “games” antes de dormir. Utiliza internet e smartphones por 5 horas/dia. Exame físico: sem alterações, ACV: nor- mal. A orientação do pediatra deve ser: A) Instalar um aplicativo que controle sua ansiedade. B) Investir em games para aumentar a inteligência e memória. C) Procurar apoio psicoterápico visan- do diminuir a hiperatividade. D) Criar regras sobre o uso do celular desligando duas horas antes de dormir.

Adolescente, sexo masculino, 13 anos é encaminhado pela escola pois “vem brigando com os colegas” porque o chamam

por termos pejorativos. Na consulta ele relata que não consegue dormir há cin- co dias e diz chorando que colocaram uma foto dele na rede social, de forma ofensiva. O diagnóstico e conduta res- pectivamente são: A) Cyberbullying / orienta a reagir sempre que for provocado. B) Cyberbullying / encaminha para um atendimento psicológico. C) Bullying e cyberbullying / programar conversa com os professores. D) Bullying e cyberbullying / conversar com os pais e professores da escola.

Lactente, sexo feminino, 18 meses, é levada ao hospital pela mãe, que observou há três meses aumento de volume abdominal, pelos pubianos e acne em face. Exame físico: bom estado geral, acne facial, PA: 90 x 50 mm Hg, pelos pubianos encaracolados e hipertrofia de clitóris. Abdômen: massa palpável em loja renal esquerda. A hipótese diagnóstica é: A) Tumor do córtex suprarrenal. B) Linfoma não Hodgkin. C) Tumor de Wilms. D) Neuroblastoma.

Escolar, sexo masculino, seis anos, apresenta queixa de ce- faleia recorrente há dois meses. Mãe relata também que notou leve estrabismo e dificuldade visual há cerca de 30 dias. Foi ao oftalmologista que prescreveu óculos. Há 15 dias a

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mãe observou que seu filho apresentava lateralização da cabeça (“torcicolo”). A hipótese diagnóstica é: A) Retinoblastoma. B) Doença de Coats. C) Tumor do sistema nervoso central. D) Leucemia linfoide aguda com infil- tração do SNC.

A mãe de um lactente de nove meses que está em aleitamento materno necessita viajar para uma região onde a febre ama- rela é endêmica. A orientação correta nesse caso para que a mãe e seu filho viajem em segurança é vacinar: A) A mãe e o lactente antes da viagem. B) Apenas o lactente, já que lactantes não podem receber a vacina. C) A mãe, e só amamentar após dez dias; o lactente não deve ser vacinado. D) Apenas a mãe antes da viagem; o lactente será imunizado via leite materno.

A mãe de um lactente de quatro meses em aleitamento materno exclusivo procura orientação porque vai traba- lhar em 15 dias. A orientação adequada é que a mãe retire seu leite e armazene em frascos de vidro com tampa plástica na geladeira: A) Por até duas horas ou congelador/ freezer por até 12 horas; oferecer preferencialmente por copinho. B) Por até 12 horas ou congelador/fre- ezer por até duas semanas; oferecer

preferencialmente por copinho. C) Por até 12 horas ou congelador/fre- ezer por até duas semanas; oferecer preferencialmente por mamadeira. D) Por até 24 horas ou congelador/free- zer por até quatro semanas; oferecer preferencialmente por mamadeira.

Pré-escolar, sexo feminino, quatro anos, iniciou há qua- tro semanas febre (> 39ºC) quase diária, inapetência, exantema róseo macular mais evidente em tronco e axilas, dor em ambos os joelhos e tornozelos. Exame físico: palidez (+/4+), aparelho respirató- rio e cardiovascular sem alterações, hepatimetria: 10 cm e espaço de Traube maciço à percussão. Edema, calor, rubor e limitação funcional em joelho e tornozelo à direita. Exames laboratoriais: hemoglobina: 9 g/dL, hematócrito: 28%; 14.000 leucócitos/ mm3 (0% mielócitos, 3% bastões, 60% segmentados, 30% linfócitos, 6% mo- nócitos, 1% eosinófilos, 0% basófilos), 550.000 plaquetas/mm3, proteína C reativa: 12 mg/dL, VHS: 100 mm/1ªh

. Ecocardiograma: pericardite leve. Fator reumatoide e anticorpo anti- nuclear: negativos. Sorologias: IgG+ e IgM- para Epstein Barr, citomega- lovírus e parvovírus. Mielograma sem anormalidades. Esse quadro clínico sugere: A) Febre reumática. B) Doença de Kawasaki. C) Artrite idiopática juvenil. D) Lúpus eritematoso sistêmico.

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A) Indicar Tilt teste. B) Realizar ecocardiograma. C) Liberar para prática de natação. D) Solicitar novo eletrocardiograma.

Durante acompanhamento de escolar de oito anos, em fase final de vida devido à falência orgânica múltipla é importante considerar os aspectos bioéticos que re- gem os Cuidados Paliativos Pediátricos. Sobre a terminalidade da vida, podemos afirmar que: A) Considera-se que não iniciar ou interromper um tratamento não são medidas eticamente equivalentes. B) Quando o sofrimento do paciente é proporcional ao benefício esperado, não é obrigatório implementar as medidas terapêuticas. C) Intervenções que não contribuem para o controle da doença e para a melhora na qualidade de vida do paciente devem ser evitadas. D) O princípio da proporcionalidade terapêutica indica que todo esforço terapêutico deve ser mantido até os momentos finais do paciente.

Gestante com diagnóstico de tuberculose e tratamento ini- ciado há sete dias, chega em trabalho de parto e dá à luz a recém-nascido (RN) em bom estado geral, assintomático, 39 semanas, pe- sando 2.700g. Em relação ao RN, a conduta correta é: A) Liberar alojamento conjunto e ama-

mentação ao seio materno. B) Afastar da mãe e deixar com suple- mentação de fórmula láctea. C) Restringir contato com a mãe e li- berar a amamentação ao seio com máscara. D) Afastar da mãe por quatro semanas e oferecer leite materno ordenhado no copo.

Pré-escolar, quatro anos, apre- senta há cinco dias secreção e obstrução nasal, e hoje iniciou febre com piora da tosse e queda do estado geral. Exame físico: eupneico, sem dificuldade respiratória. Oroscopia: hiperemia de faringe com drenagem de secreção posterior e vi- sualização de crostas amareladas no vestíbulo nasal. A conduta indicada neste caso é utilizar: A) Soro fisiológico e nafazolina nasais. B) Anti-histamínico oral e nafazolina nasal. C) Antibioticoterapia oral e soro fisio- lógico nasal. D) Corticoide de baixa potência e soro fisiológico nasais.

Lactente, 15 meses, apresenta há sete dias pápulas eritema- tosas no tronco, palmas das mãos e plantas dos pés com prurido, apresentadas nas figuras abai- xo. Nega fatores de melhora ou piora. A mãe refere lesões pruriginosas nas suas axilas há 20 dias. O diagnóstico e o tratamento são:

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A) Escabiose / permetrina a 5% tópica. B) Doença pé mão boca / analgésico oral. C) Prurigo estrófulo / corticoesteróides tópico. D) Dermatite de contato eczematizada / antibiótico tópico.

Adolescente, sexo masculi- no, 15 anos, apresenta lesão na região inguinal e raiz das coxas há 15 dias associada à prurido ocasional. Refere realizar atividades físicas há dois meses. Exame físico: sobrepeso e placas eritematosas bem demarcadas com limites elevados e descamativos na região inguinal bila- teral. A orientação preconizada para o

tratamento e para evitar a recidiva da lesão é: A) Terbinafina tópica durante quatro semanas / atividade física com roupas de algodão e folgadas. B) Terbinafina sistêmica durante duas semanas / diminuir atividade física e investigar imunodeficiência. C) Nistatina tópica durante quatro semanas / diminuir atividade física com roupas sintéticas antifúngicas. D) Nistatina sistêmica durante duas semanas / manter atividade física alternada e investigar imunodefici- ência.

Você é chamado à sala de parto para assistir um recém- -nascido de gestante com assistência pré-natal irregular. O recém-nascido apresenta uma tu- mefação dorsal mediana na altura da coluna lombar, de cor avermelhada, coberta por uma fina membrana com extravasamento lento de líquido claro através de uma fenda na membrana. A equipe do hospital informa que o neurocirurgião só estará disponível dentro de três dias. A conduta neste caso deverá ser: A) Internar na UTI neonatal e solicitar parecer do neurologista. B) Transferir para unidade com neuro- cirurgião e realizar cirurgia imediata. C) Internar em alojamento conjunto e aguardar parecer do neurocirurgião. D) Internar na UTI neonatal e solicitar ressonância magnética da coluna lombar.

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uma mensagem de WhatsApp do(a) médico(a) que iria rendê-lo(a) no plantão, informando que não poderá comparecer ao local de trabalho por motivo de doença. De acordo com o Código de Ética Médica (CEM) o médico que recebeu a mensagem de WhatsApp deverá informar: A) Aos pacientes que devem procurar outra unidade de saúde para aten- dimento médico. B) À Direção Técnica da UPA o ocor- rido para que ela providencie a substituição para o plantão. C) À equipe de enfermagem que está de saída do plantão e que não haverá atendimento médico. D) À Direção Médica da UPA que está de saída do plantão e que não ha- verá atendimento médico.

Adolescente, 10 anos porta- dor de anemia falciforme é atendido em uma unidade de emergência com quadro de febre elevada há 24h e sintomas gripais. Durante o período em que permanece na unidade em observação apresenta dor torácica e queda na saturação de hemoglobina (90%). Ausculta pulmonar: diminuída de forma discreta à esquer- da. FC: normal. A hipótese diagnóstica e a conduta mais provável para esse quadro são: A) Embolia pulmonar aguda/ Interna- ção, anticoagulação com dose plena de heparina. B) Embolia pulmonar aguda / Inter- nação, anticoagulação com dose

profilática de heparina. C) Síndrome torácica aguda / Obser- vação por 24h, analgesia, evitar a transfusão de hemácias. D) Síndrome torácica aguda / Interna- ção, analgesia, antibioticoterapia, e transfusão de hemácias.

Pré escolar, sexo masculino, três anos, é levado à consulta pelos pais por terem notado alteração no olho direito da criança em fotografias feitas com flash. Relatam que o olho está mais avermelha- do e perceberam um certo estrabismo. Exame: reflexo vermelho alterado no referido olho, fundo de olho com múl- tiplas massas rosadas, vascularizadas, parcialmente calcificadas, preenchendo a cavidade vítrea. Ultrassonografia ocular: graus variados de calcificação intraocu- lar. A hipótese diagnóstica é: A) Coriorretinite. B) Retinoblastoma. C) Retinopatia da prematuridade. D) Malformação vascular intrarretiniana.

A cárie dentária é um grande problema de saúde pública, pois cerca de metade dos pré- -escolares tem ao menos um dente decíduo cariado, e a prevalência média é de 2,4 dentes cariados perdidos ou obturados, por criança. Em relação à prevenção de cáries, na faixa etária até dois anos, o pediatra deve recomendar: A) Não há necessidade de escovação pois a água é fluoretada.

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B) Escovação com dentifrício não fluoretado a partir da erupção do primeiro dente. C) Profilaxia com fluoreto tópico pelo dentista a partir da erupção do primeiro dente. D) Escovação com dentifrício fluoreta- do com concentração de no mínimo 1.000 ppm F.

Adolescente, sexo feminino, 12 anos, é atendida no pronto- -socorro após sofrer queda de bicicleta, apresentando-se com múltiplas escoriações e ferimentos corto-contusos profundos. A caderneta de saúde da criança revela que a me- nor recebeu as três doses do esquema básico com DTP, com um reforço aos seis anos. A conduta mais adequada com relação à profilaxia antitetânica é aplicar: A) Uma dose de reforço de DT (dupla tipo infantil) e de soro antitetânico. B) Uma dose de reforço de DT (dupla tipo adulto) ou vacina antitetânica C) Uma dose de reforço de DT (dupla tipo adulto) e de soro antitetânico. D) Apenas o soro antitetânico, uma vez que a série básica está completa.

Pré escolar, sexo masculino, dois anos, apresenta febre e dor nas mãos e pés. Exame físico: palidez de pele e muco- sas, FC:128 bpm, temperatura:38.5°C, edema bilateral doloroso nas mãos e pés. Exames laboratoriais: hemoglobina:

6,5g/dL, leucócitos: 15.500/mm3 (55% linfócitos, 4% monócitos, 8% bastões, 33% segmentados), plaquetas: 350.000/ mm3. Reticulócitos: 12%, anisopoiqui- locitose +++, drepanócitos. A conduta indicada é: A) Amoxicilina oral, hidratação oral e analgesia. B) Ceftriaxona parenteral, hidratação venosa e analgesia. C) Amoxicilina oral, hidratação venosa e concentrado de hemácias. D) Ceftriaxona parenteral, hidratação oral e concentrado de hemácias.

Adolescente, sexo feminino, 13 anos, iniciou há cinco dias quadro de febre alta (39ºC), cefaleia, fadiga e dor abdominal. Com três dias de evolução, surgiram manchas no corpo, coceira em palmas e plantas, em seguida dores no corpo e em várias articulações dos braços e das pernas, sendo bilaterais e simétricas. No dia seguinte apareceu inchaço em mãos e pés. Como ainda permanece com os sintomas e apresen- tou um episódio de epistaxe leve, foi trazida à unidade de saúde. Exame físi- co: fácies de dor, hidratada, eupneica, anictérica, exantema maculopapular em face e tronco, edema em mãos e pés, eritema em palmas e plantas. Exames laboratoriais ; hemograma: leucopenia e linfopenia (980 cel/mm3). Foram colhidas sorologias. Baseado na principal hipótese diagnóstica, na classificação de risco e na conduta, devem considerar a paciente:

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A) Sexto mês de idade, na dose de 1 mg/kg/dia. B) Quarto mês de idade, na dose de 1 mg/kg/dia. C) Terceiro mês de idade, na dose de 2 mg/kg/dia. D) Primeiro mês de idade, na dose de 2 mg/kg/dia.

Lactente, dois meses, apresenta lacrimejamento constante e in- voluntário desde o nascimento e atualmente purulento unila- teral à direita, com discreta hiperemia da conjuntiva. Considerando a causa mais frequente, o tratamento imediato deve ser: A) Massagem. B) Sondagem. C) Intubação siliconizada. D) Dacriocistorrinostomia.

Escolar, cinco anos, há três dias apresenta obstrução nasal e rinorreia com coriza hialina. Há duas horas iniciou quadro de dor leve e intermitente no ouvido esquerdo, e febre (38,1ºC), que ce- deram com medicação. Exame físico: abaulamento da membrana timpânica à esquerda. As medidas a serem adotadas neste momento são: A) Paracetamol e amoxicilina. B) Dipirona e reavaliar em até 72 horas. C) Prednisolona e reavaliar em até 72 horas. D) Descongestionante oral e nafazolina nasal.

Escolar, oito anos, apresenta pele seca e áspera com prurido intenso em face e nas pregas antecubitais e poplíteas. HPP: asma brônquica. Refere que há piora daqueles sintomas quando está calor, apresentando mais prurido quando au- menta a sudorese. O controle adequado das crises dessa criança deve ser feito com o uso tópico de: A) Tacrolimus. B) Hidrocortisona. C) Dexametasona. D) Dexclorfeniramina.

Neonato, sexo feminino, nasce de parto vaginal, 36 semanas, P: 2.000g, E: 40 cm PC: 28 cm, Apgar: 7/8. Mãe com 38 anos fez pré-natal completo e não apresentou intercorrências clínicas durante a ges- tação e parto. Desenvolve desconforto respiratório precoce e mesmo após colocação sob capacete de oxigênio, mantém oximetria de 80%. Observa- -se hipoatividade e hiporreatividade ao manuseio, postura de extensão dos membros superiores e inferiores, cabeça pende para trás durante a manobra de tração, dificuldade de liberação de vias aéreas, braquicefalia, fissuras palpebrais inclinadas para cima, braquidactilia, língua protrusa e boca entreaberta. O diagnóstico mais provável é trissomia do cromossoma: A) 8. B) 13. C) 18. D) 21.

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filaxia ao ovo. B) Realizar a vacinação, pois não há história de anafilaxia. C) Encaminhar para o centro de imu- nobiológicos especiais. D) Solicitar teste de IgE específica para ovo antes de vacinar.

Adolescente, sexo feminino, dez anos, é trazida à emergência com vômitos e dor abdominal forte que levam à posição com quadris e joelhos flexionados. O início foi súbito há cinco horas e a dor não cessa. Exame físico: posição antálgica, anictérica, discre- ta distensão abdominal e dor à palpação de todo o andar superior do abdômen Foram colhidos exames laboratoriais. US abdominal: colédoco com calibre nos limites superiores da normalidade. Para confirmar a hipótese diagnóstica, o exame laboratorial de escolha é: A) LDH. B) Lipase. C) Amilase. D) Fosfatase alcalina.

Pré-escolar, três anos, está internado há 15 dias por desnutrição grave devido a negligência parental. Iniciou a realimentação há três dias. Nesse caso, devem ser monitorados os níveis séricos de: A) Sódio. B) Sulfato. C) Fosfato. D) Potássio.

Lactente, sexo feminino, doze meses, é trazido à unidade básica de saúde para realizar vacinação de rotina. Sua mãe refere que aos seis meses, ao iniciar alimentação complementar, apresentou “vermelhidão” no pescoço e ombros, que foi relacionado à ingestão de ovo, e o pediatra orientou a retirar ovos e derivados da alimentação do lactente e da mãe. O técnico responsável pergunta se pode aplicar a vacina. A sua conduta nesse caso deverá ser: A) Não vacinar, pois apresentou ana-

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