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Questões Comentadas TEP - Título de Especialista em Pediatria 2017, Exercícios de Pediatria

Prova de Título Comentada Ped 2018

Tipologia: Exercícios

2020

Compartilhado em 16/11/2020

mariana-aparecida-fonseca
mariana-aparecida-fonseca 🇧🇷

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2017
Questões
Comentadas
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PROIBIDA A DISTRIBUIÇÃO AOS CONSUMIDORES. IMPRESSO NO BRASIL.
teP
Título de Especialista
em Pediatria
NI114 3
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Questões Comentadas

teP

Título de Especialista

em Pediatria

w w w. n n i b r a s i l. c o m. b r

Caro colega pediatra,

Sociedade Brasileira de Pediatria fica orgulhosa dos novos pediatras
com o título, fato que demonstra o compromisso e empenho destes
profissionais com a especialidade e com o futuro da nação!
Esta prova vem sendo realizada com muito sucesso e seriedade pela
equipe coordenada pelo Dr. Hélcio Vilaça, um exemplo de pediatra preocupado
com a saúde das crianças e adolescentes, além da colaboração contínua com a
nossa instituição em prol da valorização da Pediatria.
Pediatras, aproveitem pois mais esta oportunidade do aperfeiçoamento contínuo
propiciado pela nossa SBP!
Um forte abraço,

Luciana Rodrigues Silva Presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria

Caros colegas,

Há muito a Sociedade Brasileira de Pediatria vem lutando para manter a
credibilidade do nosso Título como um elemento que legitime o exercício da
Pediatria, mas que também valorize efetivamente a participação nos concursos e
processos seletivos da especialidade.
Você está recebendo a publicação comentada da prova do Título de especialista
de Pediatria (TEP 2017). Nela consta uma visão do desempenho dos candidatos
como um todo e o seu em particular, incluindo o percentual de candidatos que
optaram por cada alternativa das questões de múltipla escolha.
A Sociedade Brasileira de Pediatria parabeniza-o pelo esforço em conquistar
o TEP, hoje um compromisso com a boa prática pediátrica e um elemento
importante de valorização profissional.
Cordialmente,

Dr. Hélcio Villaça Simões Coordenador da CEXTEP 2016/

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Durante as manobras de rea- nimação neonatal, a adminis- tração de adrenalina pode ser necessária. Segundo o Programa de Reanimação Neonatal, a diluição e a dose a ser administrada por via IV, respectivamente são: A) 1/1.000 / 0,1-0,5ml/kg B) 1/2.000 / 0,3-0,5ml/kg C) 1/5.000 / 0,05-0,1ml/kg

D) 1/10.000 / 0,1-0,3ml/kg

Recém-nascido prematuro com 15 dias de vida, peso 1.300g e idade corrigida de 34 semanas, está internado em Unidade Ne- onatal Intermediária, sendo acom- panhado pela sua mãe. Ele está em incubadora aquecida, ar ambiente e alimenta-se por sonda gástrica, sem hidratação venosa. Sua mãe pede para segurá-lo no colo, pois até o dia anterior isso não havia sido au- torizado pela equipe. De acordo com as condições clínicas desse paciente, segundo o Ministério da Saúde, a prática mais adequada seria: A) colocar o bebê no colo da mãe, com fonte contínua de oxigênio B) colocar o bebê em posição can- guru com sua mãe pelo maior tempo possível C) permitir que a mãe segure um pouco seu filho no colo, por cerca de 30 minutos D) explicar que o bebê é prematu- ro e sua permanência fora da incubadora seria de risco

Adolescente, masculino, 13 anos e seis meses vem à consulta com queixa de dor na região torácica, perto da mama, após jogo de futebol. Exame físico: região da mama esquerda levemente aumentada de vo- lume, compatível com tecido mamário acima dos limites da aréola mamária, estadiamento puberal de Tanner P4G3. Diante do quadro, a conduta é: A) tranquilizar o paciente informan- do que se trata provavelmente de ginecomastia fisiológica B) revisar detalhadamente anam- nese e exame físico, além de solicitar exames laboratoriais para investigação C) informar ao paciente que esse aumento mamário é por excesso de estimulação hormonal e que deve ser cirúrgico D) encaminhar paciente para avalia- ção endocrinológica pela possi- bilidade deste aumento mamário estar relacionada à doença pri- mária sistêmica

  1. Escolar, previamente hígido, é levado ao ambulatório de pediatria com lesões características de verru- gas vulgares (total de 6), em dorso da mão esquerda e no segundo dedo da mesma mão. Demais dados do exame físico sem anormalidades. Relata contato domiciliar com cão. Assim devemos: A) indicar o tratamento com aci- clovir tópico B) solicitar estudo imunológico desse paciente C) aguardar a involução espontânea

das lesões em alguns meses - D) orientar sobre a etiologia pa- rasitária e os riscos do contato com fezes de cão ou gato

Escolar é levado ao ambulatório com lesões ulceradas em antebra- ço esquerdo. As lesões têm evolu- ção de seis semanas, a princípio uma pápula que evoluiu para ulceração e com posterior surgimento de uma se- quência de outros nódulos que também ulceraram. Com esse quadro já foi por duas vezes atendido e medicado com cefalexina e sulfametoxazol-trimetoprim, sem melhora das lesões. Na HPP, nada digno de nota. Responsável relata conta- to domiciliar com gato que apresentava lesões de pele e que faleceu na última semana. Restante do exame físico sem anormalidades. A história e as lesões são características de: A) Esporotricose B) toxoplasmose C) paracoccidioidomicose D) doença da arranhadura do gato

Em relação a infecção pelo vírus da hepatite A, na população pe- diátrica, é correto afirmar que:

A) o prognóstico é excelente, sem sequelas de longo prazo B) a infecção sintomática é mais frequente em idade inferior a seis anos C) a taxa de soro conversão alcan- çada após a primeira dose da vacina é inferior a 40% D) a profilaxia em criança saudável,

maior de um ano, deve ser feita com imunoglobulina IM

Lactente, oito meses, previamente hígido, é levado à emergência com história de febre há 36 horas e epi- sódio de crise convulsiva tônico- -clônica com duração de cinco minutos. Responsável nega episódios anteriores. Exame físico: febril e sonolento, porém facilmente despertável, sem sinais de irritação meníngea. Hiperemia de orofa- ringe. Restante do exame sem alterações. A abordagem imediata é realizar: A) tomografia computadorizada B) dosagem de eletrólitos C) hemograma e PCR D) punção lombar

A pseudoparalisia de Parrot, con- dição clínica que pode ser en- contrada em recém-nascidos, é caracterizada pela falta de movi- mentação ativa do membro, que assume posição de defesa, semiflexionado e doloroso à mobilização. Essa condição clínica está classicamente relacionada a: A) sífilis congênita B) fratura de clavícula C) torcicolo congênito D) toxoplasmose congênita

Recém-nascido, 15 dias, amamen- tado exclusivamente ao seio, pesou ao nascer 2.910g e hoje pesa 3.035g. Avaliando esses dados, a conduta adequada é: A) internar e investigar possível infecção B) vigilância nutricional e pesar aos

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Pais relatam que, há apro- ximadamente 20 dias, seu filho de cinco anos iniciou quadro de adinamia, fadiga, dores em membros inferiores e nas articulações dos joelhos, febre in- termitente e equimoses pelo corpo, após traumas leves. Exame físico: palidez cutâneo mucosa ++/4+, linfonodomegalias em região cervi- cal bilateralmente, baço palpável a 6,5cm do rebordo costal esquerdo, fígado palpável a 3,5cm do rebordo costal direito, equimoses difusas em membros inferiores e dorso. Há cerca de uma semana, foi iniciado pelo médico assistente corticoide via oral para criança, com melhora das dores em membros inferiores. Exames labo- ratoriais: hematimetria: 2.800.000/ mm3, hematócrito: 22,5%; hemoglo- bina: 7,4g/dL, VCM: 78,3fL, CHCM: 32,8g/dL; HCM: 25,7pg; leucócitos: 8.000/mm3 (linfócitos 88%, segmen- tados 12%), contagem de plaquetas 25.000/mm3. A principal hipótese diagnóstica é: A) aplasia medular B) artrite reumatoide C) leucemia linfoide aguda D) mononucleose infecciosa

Pré-escolar de cinco anos, há um dia com história de dor de garganta, febre alta e estridor laríngeo. É levado ao pronto- -socorro com dispneia moderada em repouso. A mãe refere que está com a vacinação atrasada e não consegue comer. A radiografia lateral de laringe

mostra imagem em “dedo polegar”. A conduta imediata para o caso é internar e prescrever: A) ceftriaxona e corticoide sistêmico B) clindamicina e corticoide inalatório C) corticoide sistêmico e anti- -histamínico D) anti-histamínico e inalação com adrenalina

Lactente de 40 dias apresenta estridor inspiratório associa- do a tiragem intercostal. Esse quadro teve início a partir do 3º dia de vida, com leve progressão. Apresenta dificuldade nas mamadas, com algumas interrupções, sem cianose e com ganho pôndero-estatural adequa- do. A conduta inicial e o diagnóstico, respectivamente, são: A) laringoscopia indireta / anel vascular B) dilatação pneumática / laringo- malácia C) nasofibrolaringoscopia / larin- gomalácia D) nasofibrolaringoscopia / esteno- se subglótica

Pré-escolar com quatro anos apresenta há cinco dias tosse, secreção e obstrução nasal, evoluindo com leve melhora dos sintomas. Hoje iniciou febre e queda do estado geral sendo levado ao consul- tório pediátrico. Exame físico: eupneico, hiperemia de faringe com drenagem de secreção posterior e a visualização do vestíbulo nasal mostra crostas amare- ladas. O diagnóstico de rinossinusite é

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confirmado por: A) ressonância magnética B) raio-X dos seios da face C) anamnese e exame físico D) tomografia computadorizada

Lactente com 18 meses apre- senta lesões pápulo-eritemato- sas distribuídas de forma linear e aos pares que iniciaram há três meses, localizadas sobretudo nos membros. Há prurido intenso e evolução em surtos, com piora nos períodos de calor. Nos últimos dois meses, apresen- tou três surtos de lesões que duraram dez dias e evoluíram com manchas hiper- crômicas. Os pais relacionaram a piora das lesões com a ingestão de tomate e os demais familiares não apresentavam lesões semelhantes. Com base nos dados clínicos e na observação da figura abaixo, a alternativa que contém o diagnóstico e o tratamento adequados são: A) escabiose / permetrina loção cremosa B) prurigo estrófulo / medidas am- bientais C) dermatite atópica / creme de corticoide D) alergia alimentar / excluir o ali- mento envolvido

Escolar de seis anos, apresenta edema em face e tosse há dois dias, sem febre. Exame físi- co: bom estado geral, edema palpebral bilateral. PA: 130x98mmHg. ACV: bulhas rítmicas normofonéticas FC: 90bpm. AR: estertores subcrepitantes em bases. Abdome: normotenso, fígado: 2,5cm do RCD; edema de +/++ em mem- bros inferiores, com pequenas lesões crostosas. Exames laboratoriais: urina: densidade de 1025, pH: 5,5, leucócitos: 3.000/mL; hemácias: 95.000/mL; raras bactérias, albumina “+”. Ureia: 20mg/ dL; creatinina: 0.5mg/dL. Raio X de tó- rax: aumento discreto da área cardíaca. A hipótese diagnóstica e o marcador laboratorial a ser solicitado são: A) infecção urinária / urocultura com teste de sensibilidade antibiótica B) glomerulonefrite difusa aguda / dosagem sérica de complemento C) hipertensão arterial essencial / atividade da renina plasmática D) síndrome nefrótica / proteinúria de vinte e quatro horas

Pré-escolar de quatro anos, portador de hemoglobinopatia SS faz uso domiciliar de ácido fólico e penicilina profilática. Inicia dor no ombro esquerdo de mode- rada intensidade, sem sinais flogísticos. Mãe relata febre baixa (37,8oC). Radio- grafia de tórax: consolidação discreta na língula. Evoluiu com melhora da dor, mas com dispneia, piora da curva tér- mica e queda de saturação de oxigênio (90% em ar ambiente). No dia seguinte, uma nova radiografia de tórax revelou o

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sa, localizada no quadrante superior externo da mama direita. O diag- nóstico e conduta nesse caso são: A) mastite / antibiótico para a mãe e manter a amamentação B) ingurgitamento mamário / orde- nha e mamadas mais frequentes C) abscesso mamário/ hospita- lização e drenagem cirúrgica imediata D) abscesso mamário / suspender a amamentação e prescrever fórmula

Adolescente, 13 anos, masculi- no, apresenta artrite em torno- zelos associada com manchas elevadas, vermelhas, indolores e não pruriginosas. Essas lesões cutâneas eram fixas e localizavam-se em nádegas e coxas. Exames complementares: he- moglobina: 9g/dL, reticulócitos: 10%, leucócitos: 3.800/mm 3 (neutrófilos: 78%, linfócitos: 20%, e monócitos: 2%), plaquetas: 282.000/mm3; sedimento urinário: hemácias (300 por campo), proteínas (0,9g) e cilindros hemáticos e granulares; FAN: 1/640 e anticorpo anticardiolipina (IgM e IgG): positivos. O diagnóstico desse paciente é: A) poliarterite nodosa B) lúpus eritematoso sistêmico C) púrpura de Henoch-Schönlein D) granulomatose com poliangeíte

Pré-escolar de cinco anos co- meçou a reclamar de dor na perna direita pela manhã e à tarde já não conseguia andar. No dia seguinte, por não ter melhorado

com o repouso, foi levado pela mãe à emergência. Nega trauma prévio ou febre. Apresentou quadro respiratório viral há sete dias. Exame físico: bom estado geral, afebril, limitação de mo- vimentos de rotação do quadril direito. Exames laboratoriais: hemograma, VHS e PCR normais. O exame indicado neste momento é realizar: A) radiografia do quadril B) cultura do líquido sinovial C) ultrassonografia do quadril D) tomografia computadorizada do quadril

Lactente de seis meses, nascido com 35 semanas, PN: 2.500g, sem intercorrências durante seu acompanhamento de pue- ricultura e em aleitamento materno ex- clusivo irá iniciar a introdução alimentar nesta consulta. De acordo com a SBP, o correto em relação a suplementação desse paciente nesse momento é: A) iniciar suplementação de Fer- ro 2mg/kg/dia e de vitamina D600UI/dia B) iniciar suplementação de Ferro 1mg/kg/dia e de vitamina D 400UI/dia C) manter suplementação de Ferro 1mg/kg/dia e de vitamina D 600UI/dia D) manter suplementação de Ferro 2mg/kg/dia e de vitamina D 400UI/dia

A tecnologia digital incor- pora benefícios e malefícios à rotina das crianças e ado-

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lescentes. O bom senso e a informa- ção adequada devem ser enfatizados pelos pediatras para as famílias, crianças e adolescentes sobre este assunto. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que: A) o limite do tempo de exposição às mídias ao máximo de uma hora por dia para crianças entre dois a cinco anos de idade B) a duração total/dia do uso de tecnologia digital não precisa ser limitada e proporcional às idades e às etapas do desen- volvimento, desde que sejam equilibradas com atividades ao ar livre C) crianças, independente da idade, podem fazer uso de televisão ou computador nos seus próprios quartos, desde que sejam es- tabelecidos limites de horários para uso e na presença dos pais D) crianças com mais de quatro anos já conseguem separar a fantasia da realidade, portan- to, jogos online com cenas de tiroteios ou desastres podem ser utilizados a partir dessa idade, com supervisão dos pais

Lactente de oito meses é trazido por sua mãe ao am- bulatório. Está clinicamente saudável, mas a mãe relata que não recebeu nenhuma vacina, pois moram em região distante do posto de saúde. Com relação espe- cífica à vacinação contra tuberculose e paralisia infantil é indicado:

A) fazer teste tuberculínico e indicar uma dose da vacina poliomielite inativada B) fazer teste tuberculínico e indicar uma dose da vacina poliomielite atenuada C) iniciar a vacinação com uma dose da vacina BCG e uma dose da vacina poliomielite atenuada D) iniciar a vacinação com uma dose da vacina BCG e uma dose da vacina poliomielite inativada

Adolescente, 13 anos, mascu- lino, procura unidade pública de saúde para atualizar sua situação vacinal. A carteira vacinal demonstra já ter recebido duas doses da vacina hepatite B, duas doses da vacina tríplice viral e última dose da tríplice bacteriana aos seis anos de idade. Nesse caso, deve-se indicar as seguintes vacinas: A) dupla tipo adulto, hepatite B e HPV B) hepatite B, HPV e meningocócica C C) HPV, meningocócica C e dupla tipo adulto D) hepatite B, meningocócica C e dupla tipo adulto

Recém-nascido, prematuro de 35 semanas, com 20 dias de vida foi submetido a res- secção ileal extensa devido a enterocolite necrosante perfurada. No seguimento desses pacientes, o nutriente que tem sua absorção prejudicada de acordo com área ressecada é:

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reativa. O achado no exame físico que pode se relacionar a esse dado é: A) Icterícia B) exantema C) má-formação óssea D) hiperemia conjuntival

Adolescente, 13 anos, chega à emergência em ambulância do SAMU com história de ingestão de 20 comprimidos de 750 mg de paracetamol em tentativa de suicídio ocorrida há seis horas. Os familiares negam quaisquer sinais ou sintomas prévios à chegada do SAMU. Exame físico: nauseada, nível de cons- ciência preservado e respondendo bem aos estímulos. Frente a dose ingerida e o fármaco em questão a melhor conduta para o manejo inicial dessa paciente é: A) administrar primeira dose de N- -acetilcisteína VO ou IV, solicitar dosagem do nível plasmático de paracetamol e provas de função hepática incluindo TP(tempo de protrombina) B) passar sonda orogástrica e fazer lavado gástrico, solicitar dosagem do nível plasmático de paracetamol, solicitar provas de função hepática incluindo TP(tempo de protrombina) C) administrar uma dose de carvão ativado VO, administrar um an- tiemético VO ou IV, administrar primeira dose de N-acetilcisteína VO, solicitar provas de função hepática e coagulograma com- pleto D) passar sonda orogástrica e fazer

lavado gástrico, administrar bi- carbonato de sódio IV, solicitar dosagem do nível plasmático de paracetamol, solicitar provas de função hepática incluindo TP(tempo de protrombina)

Lactente de um ano e seis meses é trazida por uma vizi- nha ao pronto socorro, com história de que “estava mor- rendo”, muito pálida e com aumento da barriga há quatro horas. Sabe que a criança é portadora de “anemia de família”, diagnosticada no teste do pezinho. Exame físico: regular estado geral, afebril, hipocorada +++/4, anic- térico, taquipneico, hidratado, perfusão periférica lenta. ACV: taquicardia e 3ª bulha na ausculta cardíaca, abdômen: globoso, mas permitindo palpação, fí- gado no rebordo costal direito e baço a 6cm do rebordo costal esquerdo. Baseado no quadro clínico acima os diagnósticos são: A) anemia hemolítica secundária a traço talassêmico B) anemia falciforme e sequestro esplênico C) anemia ferropriva e traço falci- forme D) anemia ferropriva e infecção

Os diagnósticos diferenciais de anemias hipocrômicas/ microcíticas incluem:

A) deficiência de ferro e ácido fólico, anemia falciforme B) anemia de doença crônica, de-

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ficiência de B12 e ferro C) deficiência de ferro, talassemias e anemia sideroblástica D) anemia ferropriva, traço falcê- mico e esferocitose hereditária

Escolar, seis anos, asmático, é levado ao serviço de urgência com falta de ar, tosse seca e aperto no peito há um dia. Exame físico: consciente, responsivo, calmo, dispneia e tiragem intercostal leves, FR: 30irpm, sibilos expiratórios difusos à ausculta pulmonar. Sat O2: 96%. Recebeu três doses de beta 2 agonista inalado a cada 20 minutos e após uma hora mantinha a mesma FR, com melhora discreta dos sibilos e da dispneia, com Sat O2: 94%. A conduta adequada é adicionar: A) oxigênio, brometo de ipratrópio, corticosteroide intravenoso e hospitalizar o paciente B) oxigênio, corticosteroide oral ou intravenoso, manter beta 2 agonista a cada uma hora e reavaliar o paciente C) oxigênio, corticosteroide oral ou intravenoso, manter beta 2 agonista a cada 20 minutos e reavaliar em uma hora D) corticosteroide oral ou intra- venoso, aumentar os intervalos de beta 2 agonista a cada duas horas e reavaliar o paciente

A primeira conduta nesse caso é administrar:

A) metilprednisolona 10 mg IV dose de ataque B) prometazina 10 mg IM na face anterolateral da coxa C) adrenalina (1:1000) 0,1 ml IM na face anterolateral da coxa D) salbutamol spray com espaça- dor, 3 jatos a cada 20min na primeira hora

O posicionamento adequado do paciente é fundamental para a abordagem inicial e estabilização do quadro. Desta forma, esse paciente deve ser colocado na seguinte posição: A) em pé, no colo da mãe B) em decúbito ventral, no colo da mãe C) em decúbito dorsal, com a ca- beceira elevada D) em decúbito dorsal, posição de Trendelemburg

Escolar, oito anos, previa- mente hígida, iniciou quadro de parestesia e dor intensa e persistente em membros inferiores. Após três meses de evo- lução surgiram hipoestesia crural e lombociatalgia bilateral, com de- bilidade progressiva em ambos os membros, paraplegia e constipação, caracterizando compressão medular. Ressonância Magnética: imagem tumoral em vertebras lombo-sacras com invasão do corpo vertebral e canal raquídeo. Diagnosticado dor neuropática devido à invasão do canal medular e dor nociceptiva so-

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Lactente de quatro meses, masculino, é levado por sua mãe ao consultório com his- tória de febre 39ºC, recusa alimentar e vômitos. Relata aleitamento materno exclusivo e que é a primeira vez que ele fica doentinho. Exame físico: algo irritado, tax: 38,3ºC, sem nenhuma outra alteração. EAS colhido por cateterismo vesical: nitrito positivo e presença de GRAM negativo na amostra. Nesse caso, a conduta é iniciar: A) antibiótico imediatamente, sem necessidade de confirmação pela urinocultura. Realizar ultras- sonografia após o término do tratamento B) antibiótico apenas após o re- sultado da urinocultura. Pedir ultrassonografia renal e de vias urinárias e programar cintigrafia com DMSA C) antibiótico imediatamente. Con- firmar o diagnóstico pela urino- cultura. Pedir ultrassonografia renal e de vias urinárias, assim como cintigrafia com DMSA e UCM D) antibiótico e confirmar o diag- nóstico pela urinocultura. Pedir ultrassonografia renal e de vias urinárias. Programar cintigrafia com DMSA se houver recorrência do caso

ANULADA

Pré-escolar de três anos, com quadro grave de choque sépti- co, apresenta parada cardior- respiratória na emergência. Ela é revertida após cinco minutos de reanimação. Após a estabilização clíni- ca, é preciso notificar a família sobre a situação da criança. Baseado no protocolo SPIKES de comunicação de más notícias, deve-se preparar ambiente privado para conversar com a família e seguir os seguintes passos: A) identificar o que os pais de- sejam saber; compartilhar as informações de forma objetiva e breve, evitando jargões médicos; identificar e conter as emoções da família; resumir e elaborar um plano de cuidados e acom- panhamento com os pais B) perguntar sobre a história clínica da criança; compartilhar as in- formações de forma pausada e empática evitando jargões médi- cos; ouvir, identificar e conter as emoções da família; estabelecer uma estratégia de conduta e um sumário para os pais C) compartilhar as informações de forma pausada evitando jargões médicos; transmitir a sensação de que há pouca esperança para a criança; identificar e conter as emoções da família; resumir e elaborar um plano de cuidados e acompanhamento com os pais D) perguntar sobre a criança in- vestigando o conhecimento e as angústias dos pais; identificar o que os pais desejam saber;

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A) suspender todo e qualquer aten- dimento na emergência pediátri- ca naquele turno B) fazer um registro no livro de ordens e ocorrências da unidade e se retirar do plantão C) realizar todos os atendimentos e comunicar às famílias que não há como executar aqueles exames D) orientar os pais dos pacientes a procurarem a delegacia policial mais próxima para registro da ocorrência

compartilhar as informações de forma pausada evitando jargões médicos; ouvir, identificar e acolher as emoções da família; resumir e elaborar um plano de cuidados e acompanhamento com os pais

Adolescente, feminina, de 14 anos apresenta manchas cutâ- neas escuras e ásperas em região cervical posterior de acordo com a figura abaixo. Nesse caso, o diagnóstico é: A) tinea corporis B) acantose nigricans C) nevus melanocítico D) eritema marginatum

Pediatra assume plantão na emergência de um hospital e, logo após, é informado que não há como realizar exames de imagem (radiografia simples), além de exames laboratoriais (hemograma e bioquímica) em seus pacientes. Nessas circunstâncias segundo o Código de Ética Médica (CEM), a conduta ade- quada é:

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