Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Relatório Urinálise, Provas de Biomedicina

Sobre Exames de Urina

Tipologia: Provas

2014

Compartilhado em 13/08/2014

kassia-rodrigues-2
kassia-rodrigues-2 🇧🇷

4.9

(9)

27 documentos

1 / 38

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
Relatório Urinálise
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d
pf1e
pf1f
pf20
pf21
pf22
pf23
pf24
pf25
pf26

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Relatório Urinálise e outras Provas em PDF para Biomedicina, somente na Docsity!

Relatório Urinálise

O presente relatório busca expor a aula prática de

Bioquímica Básica, na qual foram realizados

procedimentos que visaram o entendimento do exame EAS,

nas suas três etapas: física, química e sedimentoscopia.

O qual é de fundamental importância na vida profissional

de um Biomédico e Técnico em Laboratório.

 Na impossibilidade de se colher a primeira urina da manhã, pode-se obter, alternativamente, amostra de urina dita aleatória. Neste caso a coleta pode ser realizada em qualquer momento do dia

 A amostra obtida de colheita aleatória pode ser usada para a análise, porém está mais frequentemente associada com resultados falso negativos e falso positivos. Visando minimizar estes resultados recomenda-se que a amostra de urina seja colhida após período não inferior a 4 horas da última micção.

 Outros métodos de coleta de urina incluem: cateterismo vesical, punção suprapúbica e o uso de sacos coletores pediátricos. Para todos, a coleta requer obrigatoriamente a assistência de profissional do laboratório treinado adequadamente.

Outros métodos de Coleta

cateterismo vesical

Outros Métodos de Coleta

sacos coletores pediátricos

 Com exceção da punção suprapúbica e do cateterismo vesical, as amostras de urina são obtidas pelo paciente através de micção espontânea. Assim, o laboratório deve prover orientações suficientes, ou mesmo acompanhar a coleta, visando garantir amostra de urina livre de contaminação fecal, secreção vaginal, esmegma, pelos pubianos, pós, óleos, loções e outros materiais estranhos. Não se deve recuperar urina de fraldas.

 O EAS é o exame de urina mais simples. Colhe-se 40- ml de urina em um pequeno pote de plástico. Normalmente solicitamos que se use a primeira urina da manhã e que se despreze o primeiro jato. Essa pequena quantidade de urina serve para eliminar as impurezas que possam estar no canal urinário. Em seguida enche- se o recipiente com o jato do meio.

Critérios para Rejeição de Amostra

 Recipiente inadequado.  Recipiente mal vedado.  Amostra sem identificação.  Volume inadequado de amostra.  Presença de Material Estranho ( Resíduo dentro do Volume)  Recipiente amostra da luz, o recipiente têm que se estar protegido da luz pois a urina é fotossensível.  Têm que se estar no prazo de Entrega que se é de até 2hs para entregar e ánálisar.

Têm que se Realizar uma Higienização adequada.

Mulheres.

 Não é obrigatório que seja a primeira urina do

dia.

 A urina deve ser colhida idealmente no

próprio laboratório, pois quanto mais fresca

estiver, mais confiável são seus resultados.

Um intervalo de mais de 2 horas entre a

coleta e a avaliação normalmente invalidam

qualquer resultado, principalmente se urina

não tiver sido mantida sob refrigeração.

O EAS é divido em 3 etapas. A primeira, o teste físico é feito a olho nu, a

segunda através de reações químicas e a terceira por visualização de gotas

da urina pelo microscópio.

As cores comumente encontradas são:

 Amarelo clara: é encontrada em pactes poliúricos, diabetes milito e insípido, insuficiência renal avançada, elevado consumo de líquidos, medicação diurética e ingestão de álcool.  Amarelo escuro ou castanho: frequente nos estados oligúricos, anemia perniciosa, estados febris, início de icterícia (presença anormal de bilirrubina), exercício vigoroso e ingestão de arirol, mpacrina, ruibarbo e furandantoínas.  Alaranjada ou avermelhada, beterraba, vitamina A, contaminação menstrual, alimentação.  Marrom-escuro ou enegrecida: ocorrre no carcioma de bexigam glomerulonefrite aguda, alcaptonúria, febres palustres, melanoma maligno e uso de metildopa ou levodopa, metronidazol, argirol e salicilatos uso de medicações.  Azulada ou esverdeada: deve-se à infecção por pseudômonas, icterícias antigas, tifo, cólera e pela a utilização de azul de Evans, azul de metileno, riboflavina, amitripilina, metocarbamol, cloretos, infican, fenol e santonina (em pH ácido).  Esbranquiçada ou branco leitosa: está presente na quilúria, lipidúria maciça, hiperoxalúria primária, fosfatúria e enfermidades purulentas do trato urinário.

Coloração das Urinas.

 O aspecto de urina normal e recentemente emitida é límpido. Decorridas algumas horas após a emissão, a turvação da urina perde seu significado diagnóstico, ocorrendo precipitação dos coloides protetores, pela perda de CO 2 e consequentemente, a facilitação para a precipitação de sais, fosfatos, carboidratos e uratos, que poderão surgir com a mudança de pH, formando grandes depósitos.

 Quando a urina é alcalina, em geral há precipitação de fosfatos alcalinos, terrosos normalmente excretados.

 A urina ácida normal também pode mostrar-se turva devida à precipitação de uratos amorfos, cristais de oxalato de cálcio ou ácido úrico. Além dos cristais amorfos, outras substâncias causam turvação na urina leucócitos, hemácias células epiteliais e bactérias. Também fazem o mesmo efeito os lipídeos, soro muco, linfa e contaminação externa com talco e material de contraste radiográfico.

 Quando uma amostra de urina recentemente emitida apresenta turvação é motivo de preocupação. Causas de turvação urinária:

 Urina ácida (urato amorfo e material de contraste radiográfico)

 Urina alcalina (fosfato amorfos)

 Termos solúveis (uratos amorfos, cristais de ác. Úrico)

 Solúvel em ác. Acético diluído (hemácias, fosfatos amorfos, carbonatos)

 Insolúvel em ác. Acético diluído (leucócitos, bactérias, leveduras, espermatozoide)

 6- Solúvel em éter (lipídeos, linfa, quilo)

 Uma urina transparente, nem sempre significa normalidade.