






























Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Sobre Exames de Urina
Tipologia: Provas
1 / 38
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!































Na impossibilidade de se colher a primeira urina da manhã, pode-se obter, alternativamente, amostra de urina dita aleatória. Neste caso a coleta pode ser realizada em qualquer momento do dia
A amostra obtida de colheita aleatória pode ser usada para a análise, porém está mais frequentemente associada com resultados falso negativos e falso positivos. Visando minimizar estes resultados recomenda-se que a amostra de urina seja colhida após período não inferior a 4 horas da última micção.
Outros métodos de coleta de urina incluem: cateterismo vesical, punção suprapúbica e o uso de sacos coletores pediátricos. Para todos, a coleta requer obrigatoriamente a assistência de profissional do laboratório treinado adequadamente.
Outros métodos de Coleta
cateterismo vesical
Outros Métodos de Coleta
sacos coletores pediátricos
Com exceção da punção suprapúbica e do cateterismo vesical, as amostras de urina são obtidas pelo paciente através de micção espontânea. Assim, o laboratório deve prover orientações suficientes, ou mesmo acompanhar a coleta, visando garantir amostra de urina livre de contaminação fecal, secreção vaginal, esmegma, pelos pubianos, pós, óleos, loções e outros materiais estranhos. Não se deve recuperar urina de fraldas.
O EAS é o exame de urina mais simples. Colhe-se 40- ml de urina em um pequeno pote de plástico. Normalmente solicitamos que se use a primeira urina da manhã e que se despreze o primeiro jato. Essa pequena quantidade de urina serve para eliminar as impurezas que possam estar no canal urinário. Em seguida enche- se o recipiente com o jato do meio.
Recipiente inadequado. Recipiente mal vedado. Amostra sem identificação. Volume inadequado de amostra. Presença de Material Estranho ( Resíduo dentro do Volume) Recipiente amostra da luz, o recipiente têm que se estar protegido da luz pois a urina é fotossensível. Têm que se estar no prazo de Entrega que se é de até 2hs para entregar e ánálisar.
Têm que se Realizar uma Higienização adequada.
Mulheres.
As cores comumente encontradas são:
Amarelo clara: é encontrada em pactes poliúricos, diabetes milito e insípido, insuficiência renal avançada, elevado consumo de líquidos, medicação diurética e ingestão de álcool. Amarelo escuro ou castanho: frequente nos estados oligúricos, anemia perniciosa, estados febris, início de icterícia (presença anormal de bilirrubina), exercício vigoroso e ingestão de arirol, mpacrina, ruibarbo e furandantoínas. Alaranjada ou avermelhada, beterraba, vitamina A, contaminação menstrual, alimentação. Marrom-escuro ou enegrecida: ocorrre no carcioma de bexigam glomerulonefrite aguda, alcaptonúria, febres palustres, melanoma maligno e uso de metildopa ou levodopa, metronidazol, argirol e salicilatos uso de medicações. Azulada ou esverdeada: deve-se à infecção por pseudômonas, icterícias antigas, tifo, cólera e pela a utilização de azul de Evans, azul de metileno, riboflavina, amitripilina, metocarbamol, cloretos, infican, fenol e santonina (em pH ácido). Esbranquiçada ou branco leitosa: está presente na quilúria, lipidúria maciça, hiperoxalúria primária, fosfatúria e enfermidades purulentas do trato urinário.
Coloração das Urinas.
O aspecto de urina normal e recentemente emitida é límpido. Decorridas algumas horas após a emissão, a turvação da urina perde seu significado diagnóstico, ocorrendo precipitação dos coloides protetores, pela perda de CO 2 e consequentemente, a facilitação para a precipitação de sais, fosfatos, carboidratos e uratos, que poderão surgir com a mudança de pH, formando grandes depósitos.
Quando a urina é alcalina, em geral há precipitação de fosfatos alcalinos, terrosos normalmente excretados.
A urina ácida normal também pode mostrar-se turva devida à precipitação de uratos amorfos, cristais de oxalato de cálcio ou ácido úrico. Além dos cristais amorfos, outras substâncias causam turvação na urina leucócitos, hemácias células epiteliais e bactérias. Também fazem o mesmo efeito os lipídeos, soro muco, linfa e contaminação externa com talco e material de contraste radiográfico.
Quando uma amostra de urina recentemente emitida apresenta turvação é motivo de preocupação. Causas de turvação urinária:
Urina ácida (urato amorfo e material de contraste radiográfico)
Urina alcalina (fosfato amorfos)
Termos solúveis (uratos amorfos, cristais de ác. Úrico)
Solúvel em ác. Acético diluído (hemácias, fosfatos amorfos, carbonatos)
Insolúvel em ác. Acético diluído (leucócitos, bactérias, leveduras, espermatozoide)
6- Solúvel em éter (lipídeos, linfa, quilo)
Uma urina transparente, nem sempre significa normalidade.