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Resumo Cirrose Hepatica
Tipologia: Resumos
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Doença crônica caracterizada pela destruição difusa das células héticas e regeneração fibrótica. Como o tecido necrótico é substituído por fibrose, a cirrose lesa o tecido hepático e a vasculatura normais e prejudica o fluxo de sangue e de linfa, causando, por fim, insuficiência hepática.
A cirrose tem sua etiologia nas doenças que afetam a estruturas do fígado, no uso excessivo de álcool, doença de Wilson, deficiência de alfa-1 antitripsina, doença autoimune, neoplasias, hepatites virais e uso excessivo de drogas e toxinas.
Esta patologia se divide em 6 tipos: cirrose alcoólica devido o uso excessivo de álcool por longo período, cirrose metabólica derivada da doença de Wilson onde ocorre uma absorção de mercúrio e desequilíbrio genético na produção de alfa-1 antitripsina, cirrose cripitogénica onde não são diagnosticadas a suas causas porem o fígado sofre degeneração celular e formação de tecido fibrótica, cirrose biliar primária é uma doença de causa ainda pouco esclarecida, provavelmente por lesão autoimune, caracterizada por colestase (acúmulo de bile) crônica do fígado e destruição dos ductos biliares interlobulares e septais, até o desenvolvimento de cirrose e suas complicações., cirrose biliar secundária e pós – necrótica.
Ocorrem alterações na estrutura física como o aumento, necrose e alterações nas funções metabólicas como produção e excreção substancias do ficado, que levará a resistência hepática conseqüentemente a hipertensão da veia porta, podendo evoluir – se a vasodilatação esplâncnica, que leva ao aumento do fluxo portal e diminuição do volume circulante, levando a ativação de substâncias vasoativas no sangue e conseqüentemente a alterações nas estruturas funcionais do fígado.
O diagnostico da cirrose hepática pode ser realizado através de ultra – som abdominal onde ira detectar o aumento do fígado e aparecimento de tecido fibrótico, tomografia para detectar o aparecimento de nódulos fibróticos, exames de sangue onde detecta - se o nível de albumina e proteínas no sangue que se encontra a baixo do normal, exame físico para avaliar sinais e sintomas apresentados pelo paciente e biopsia hepática para avaliar a presença de carcinoma.
O tratamento inicial se da pela suplementação vitamínica, administração de diuréticos poupadores de potássio, antiácidos para aliviar o desconforto gástrico, vasopressinas para tratar os sangramentos, agentes esclerosastes para ativar a coagulação e esclerose e paracentese para diminuir o volume de líquidos abdominai.
nutrientes por diminuição do fluxo de bile e do edema intestinal, redução do estoque
hepático de vitaminas hidrossolúveis e micronutrientes, redução do metabolismo hepático
e muscular pelo aumento das citocinas e balanço alterado de hormônios que mantém a
homeostase metabólica insulina, glucagon e hormônios tireoidianos, equimoses e
sangramentos espontâneos, feminilização: por acúmulo de androstenediona, pode haver
ginecomastia, atrofia testicular, eritema palmar, irregularidade menstrual, encefalopatia,
hipertensão portal: retenção de sódio e água (ascite e edema), hiperesplenismo
(trombocitopenia), hemorróidas e dilatação venosa em abdome e varizes esofágicas
Pesquise de modo regular sangramento na pele, nas gengivas, nas fezes e nos
vômitos. Relate estupor, letargia, alucinações, disfunção neuromuscular, para avaliar a
retenção hídrica devemos pesar o paciente e medir circunferência abdominal pelo menos
uma vês por dia sempre pela manhã, verificar sinais de choque antes durante e depois de
realizar uma paracentese, orientar o repouso absoluto e incentivar a ingesta nutricional.