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ROTEIRO - PRATICA 3 - PENDULO SIMPLES, Manuais, Projetos, Pesquisas de Física Experimental

ROTEIRO DE PENDULO SIMPLES PRA QUARENTENA

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2020

Compartilhado em 05/08/2020

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bg1
PRÁTICA 3: PÊNDULO SIMPLES
NOME
MATRÍCULA
CURSO
TURMA
PROFESSOR
DATA
3.1 OBJETIVOS
- Verificar as leis do pêndulo.
- Determinar a aceleração da gravidade local.
3.2 MATERIAL
- Prego fixado numa parede;
- Desenho indicando 15 e 10 graus;
- Massas: m1 (uma pilha palito) e m2 (três pilhas palito);
- Cronômetro (alternativamente pode ser usado a função cronômetro de um celular);
- Fita métrica;
- Fio (linha comum).
3.3 FUNDAMENTOS
Pêndulo simples é o sistema constituído por uma massa puntiforme, presa à extremidade de um fio
inextensível e de massa desprezível, capaz de se mover, sem atrito, num plano vertical, em
torno de um eixo situado em sua outra extremidade. Pela própria definição, vemos que o
pêndulo simples é uma concepção ideal. O que montaremos é aproximadamente um pêndulo
simples.
-
Figura 3.1. Pêndulo simples.
-
Quando afastada da posição de equilíbrio e solto, o pêndulo oscila sob a ação da
gravidade. O movimento é oscilatório e periódico. Numa posição qualquer, afastada de um
ângulo da posição de equilíbrio, as forças aplicadas à massa são: mg (peso) e T (tração no
fio). Decompondo o peso conforme indica a Figura 3.1, obtemos as componentes mgcos e
mgsen. A resultante da tração e mgcos produz a aceleração centrípeta. A outra componente,
mgsen, é a força restauradora que age sobre m. Ela não é proporcional à alongação e sim a
sen,
𝐹 = −𝑚𝑔𝑠𝑒𝑛𝜃
3.1
pf3
pf4
pf5

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PRÁTICA 3: PÊNDULO SIMPLES

NOME MATRÍCULA

CURSO TURMA

PROFESSOR DATA

3.1 OBJETIVOS

  • Verificar as leis do pêndulo.
  • Determinar a aceleração da gravidade local.

3.2 MATERIAL

  • Prego fixado numa parede;
  • Desenho indicando 15 e 10 graus;
  • Massas: m 1 (uma pilha palito) e m 2 (três pilhas palito);
  • Cronômetro (alternativamente pode ser usado a função cronômetro de um celular);
  • Fita métrica;
  • Fio (linha comum).

3.3 FUNDAMENTOS

Pêndulo simples é o sistema constituído por uma massa puntiforme, presa à extremidade de um fio

inextensível e de massa desprezível, capaz de se mover, sem atrito, num plano vertical, em

torno de um eixo situado em sua outra extremidade. Pela própria definição, vemos que o

pêndulo simples é uma concepção ideal. O que montaremos é aproximadamente um pêndulo

simples.

Figura 3.1. Pêndulo simples.

Quando afastada da posição de equilíbrio e solto, o pêndulo oscila sob a ação da

gravidade. O movimento é oscilatório e periódico. Numa posição qualquer, afastada de um

ângulo  da posição de equilíbrio, as forças aplicadas à massa são: mg (peso) e T (tração no

fio). Decompondo o peso conforme indica a Figura 3.1, obtemos as componentes mgcos e

mgsen. A resultante da tração e mgcos produz a aceleração centrípeta. A outra componente,

mgsen, é a força restauradora que age sobre m. Ela não é proporcional à alongação  e sim a

sen,

Para que o movimento seja harmônico simples é necessário que a força restauradora seja

proporcional ao deslocamento e dirigida no sentido oposto.

Podemos substituir sen por , caso  seja pequeno. Esta aproximação é válida para 𝜃 <

𝜋

12

Da Figura 3.1 podemos ver que: 𝐴𝐵

= 𝜃𝐿, ou 𝜃 = 𝐴𝐵

/𝐿, logo,

Assim, no caso de pequenas oscilações, a força restauradora é proporcional e de sentido oposto

à elongação medida sobre o arco considerado retilíneo. Note que esta é, exatamente, a

característica do movimento harmônico simples.

Como m, g, e L são constantes, podemos expressá-las por

Temos então:

Sabemos que o período T, de um movimento harmônico simples é dado por:

Substituindo o valor de k, Equação 3.3, na equação acima, temos:

que é a equação do período do pêndulo simples, para pequenas amplitudes. Vemos daí que o

período de um pêndulo simples depende apenas do comprimento do pêndulo e do valor da

aceleração da gravidade.

DETERMINAÇÃO EXPERIMENTAL DA ACELERAÇÃO DA GRAVIDADE, g:

Elevando-se ao quadrado a Equação 3.6, vem:

2 = 4 𝜋

2

ou seja,

2 = (

2

A equação acima é do tipo y = kx, então, fazendo-se o gráfico de T

2 versus L, deveremos

obter uma reta cujo coeficiente angular é dado por:

2 )

2

ou

2

2 )

Tabela 3.

. Resultados experimentais para o pêndulo simples.

Tabela 3.2. Resultados experimentais para o estudo da influência da amplitude sobre o

período do pêndulo simples

Para as medidas da Tabela 3.3 foi usada uma massa m 2 de 37,5 g (três pilhas palitos juntas) e

uma amplitude de 10 graus. Assim, o aluno deve comparar com o resultado obtido na Tabela

3.2 quando foi usada uma amplitude de 10 graus e a massa m 1.

Tabela 3.3. Resultados experimentais para o estudo da influência da massa sobre o

período do pêndulo simples.

Observações

Os tempos devem ser medidos em segundos e anotados com uma casa decimal. O cálculo do

período médio em cada caso deve obedecer às regras das operações com algarismos

significativos, assim como os demais cálculos. Desta forma, embora as medidas dos períodos

devam ser anotadas em segundos com somente uma casa decimal, o valor médio do período

em segundos pode ter mais de uma casa decimal.

Ao escrever o relatório o aluno deve descrever o PROCEDIMENTO de acordo com o que foi

efetivamente realizado, isto é, com base no filme.

IMPORTANTE!

O relatório deve ter como título, independentemente do aluno ter realizado a prática 2 ou não:

RELATÓRIO DA PRÁTICA 3: PÊNDULO SIMPLES – TURMA XXXX = Turma que o

aluno está matriculado

O RELATÓRIO DESTA PRÁTICA DEVERÁ SER ENVIADO POR E-MAIL (PARA O

ENDEREÇO FORNECIDO PELO PROFESSOR NA PRIMEIRA AULA)

IMPRETERIVELMENTE ATÉ O DIA 09/08/.

 Destaque esta folha e inclua no seu Relatório.

L(cm) (graus) m(gramas) 10T(s) T(s) T

2 (s

2 )

L 1 =20  1 =15 m 1 = 10T 1 = 10T 1 = 10T 1 = T 1 = T 1

2

L 2 =40 

2 =^

m1= 10T 2 = 10T 2 = 10T 2 = T 2 = T 2

2

L 3 =60 

3 =^

m1= 10T 3 = 10T 3 = 10T 3 = T 3 = T 3

2

L 4 =80 

4 =^

m1= 10T 4 = 10T 4 = 10T 4 = T 4 = T 4

2

L 5 =100 

5 =^

m1= 10T 5 = 10T 5 = 10T 5 = T 5 = T 5

2

L 6 =120 

6 =^

m1= 10T 6 = 10T 6 = 10T 6 = T 6 = T 6

2

L 7 =140 

7 =^

m1= 10T 7 = 10T 7 = 10T 7 = T 7 = T 7

2

L(cm) (^) (graus) m(gramas) 10T(s) T(s) T

2 (s

2 )

L=100 

1 =1^5

m1= 10T 5 = 10T 5 = 10T 5 = T 5 = T 5

2

L=100 

1 =^

m1= 10T 8 = 10T 8 = 10T 8 = T 8 = T 8

2

L(cm) (^) (graus) m(gramas) 10T(s) T(s) T

2 (s

2 )

L=100 

1 =^

m1= 10T 8 = 10T 8 = 10T 8 = T 8 = T 8

2

L=100 

2 =^

m2= 10T 9 = 10T 9 = 10T 9 = T 9 = T 9

2

5 - Trace o gráfico de T em função de L (para os dados experimentais da Tabela 3.1).

6 - Trace o gráfico T

2 em função de L (para os dados experimentais da Tabela 3.1).

 Destaque esta folha e inclua no seu Relatório.