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Seqüencias, limites e continuidade, Notas de estudo de Engenharia Civil

Apostila de Seqüencias, limites e continuidade

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 23/04/2010

goldner-engenharia-eletrica-2
goldner-engenharia-eletrica-2 🇧🇷

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Módulo 2
165
Seqüências, Limite e Continuidade
5GS×ÄPEKCU
Uma seqüência é um conjunto de números a1,a2,...,an, ...,
disposta numa certa ordem (isto é, em correspondência com
os inteiros positivos) e formada segundo uma dada regra.
Também podemos dizer que, uma seqüência é uma função
cujo domínio é o conjunto dos inteiros positivos.
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RXWHUPRJHUDO8PDVHTrQFLDVHUiÀQLWDRXLQÀQLWDFRQIRUPHWHQKDRX
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A partir deste momento,
passaremos a estudar
seqüência, limites e
continuidade de uma função
real. Leia com atenção,
caso tenha dúvidas busque
HVFODUHFHODVQDVELEOLRJUDÀDV
indicadas e também junto ao
Sistema de Acompanhamento
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Baixe Seqüencias, limites e continuidade e outras Notas de estudo em PDF para Engenharia Civil, somente na Docsity!

Módulo 2

Seqüências, Limite e Continuidade

5GS×ÄPEKCU

Uma seqüência é um conjunto de números a 1 , a 2 ,..., a (^) n ,... , disposta numa certa ordem (isto é, em correspondência com os inteiros positivos) e formada segundo uma dada regra. Também podemos dizer que, uma seqüência é uma função cujo domínio é o conjunto dos inteiros positivos.

&DGDQ~PHURGDVHTrQFLDFKDPDVHWHUPR a (^) n é o -ésimo termo RXWHUPRJHUDO8PDVHTrQFLDVHUiÀQLWDRXLQÀQLWDFRQIRUPHWHQKDRX QmRXPQ~PHURÀQLWRGHWHUPRV $VHTrQFLD a 1 , a 2 ,..., a (^) n ,... também é representada abreviadamente por (^)! a (^) n #.

Exemplo 4.1 2VQ~PHURVIRUPDPXPVHTrQFLDÀQL-

A partir deste momento,

passaremos a estudar

seqüência, limites e

continuidade de uma função

real. Leia com atenção,

caso tenha dúvidas busque

HVFODUHFHODVQDVELEOLRJUDÀDV

indicadas e também junto ao

Sistema de Acompanhamento

Curso de Graduação em Administração a Distância

ta, cujo termo geral é a (^) n  5 n < 3 , para n  1,2,...,7_. Ou ainda podemos representar por_ (^)! 5 n < (^3) #.

Exemplo 4.2 2VQ~PHURVIRUPDPXPDVHTrQFLDLQÀQLWD

Exemplo 4.3 Os números^1 2

,^1

2 n^

, ... ou^1 2 n

formam uma se- TrQFLDLQÀQLWD

Exemplo 4.4 Os números 2, 3 2

2 , 4 3

3 ,..., n^^1 n

n ,... formam uma VHTrQFLDLQÀQLWD

Exemplo 4.5 Escreva os primeiros 5 termos da seguinte seqüência 2 n < 1 3 n 2

Resolução: Fazendo n  1 em 2 n^ <^1 3 n 2

YRFrWHP 2 =^1 <^1 3 = 1 2

Do mesmo modo, fazendo n  2 temos 2 =^2 <^1 3 = 2 2

Para n  3 , vem 5 11

. Para n  4 , vem 7 14 . Para n  5 vem 9 17

3RUWDQWRRVFLQFRSULPHLURVWHUPRVGDVHTrQFLD 2 n^ <^1 3 n 2

são os números 1 5

,^3
,^5
,^7
,^9

Exemplo 4.6 Escreva os primeiros 5 termos da seguinte seqüência 1 < < 1 n n^3

Resolução: Fazendo n  1 em

1 < < 1 n n^3

YRFrWHP

1 < < 11 13

E assim por diante.

3RUWDQWRRVFLQFRSULPHLURVWHUPRVGDVHTrQFLD

1 < < 1 n n^3

são os números 2 13

, 0,^2
, 0,^2

Curso de Graduação em Administração a Distância

Exemplo 4.11 A seqüência^4 n

2 2 n^2

®«^

e lim n A'^4 n

2 2 n^2

 2 , portanto

é convergente e tem limite 2.

Exemplo 4.12 A seqüência ! < 1 n 1 # e lim n A'• < 1 n 1

–³^

˜μ  0,^ n^ é ímpar 2, n é par

portanto a seqüência é divergente.

Exemplo 4.13 A seqüência n^^1 2 n < 1

, e lim n A'^ n^^1 2 n < 1

, portanto é con-

vergente e tem limite^1 2

Exemplo 4.14. A seqüência n

n

®«^

, e lim n A'^ n

n  ' (não existe o

limite), portanto a seqüência é divergente.

Seqüências monótonas crescentes e decrescentes

'HÀQLomR Dizemos que uma seqüência ! a n # é

(i) crescente, se a (^) n ) a (^) n 1 , ™ n ; (ii) decrescente, se a (^) n * a (^) n 1 , ™ n. 6HXPDVHTrQFLDpFUHVFHQWHRXGHFUHVFHQWHHODpFKDPDGD mo- nótona.

Exemplo 4.15 A seqüência^1 3

,^2
,^3
,^4

, ..., n 2 n 1 , n^^1 2 n 3 , ... ou n 2 n 1

, é crescente, pois

n 2 n 1 ) n^^1 2 n 3

De fato, n 2 n 1 ) n^^1 2 n 3

‰ n  2 n 3 )  n 1  2 n 1

‰ 2 n^2 3 n ) 2 n^2 3 n 1 , o que vale sempre.

Exemplo 4.16 A seqüência 1,^1 2

,^1
,^1
, ...,^1

n

n 1 , ... , é decrescente, porque^1 n

n 1

Módulo 2

De fato, 1 n

n 1 ‰ n 1  n , o que vale sempre.

Exercícios propostos – 1

  D 'DGDDVHTrQFLD <1,<3,<5,<7,... determine o termo geral a (^) n. E 'DGDDVHTrQFLD1,^1 3

,^1
,^1

,... determine o termo geral a (^) n.

  (VFUHYDRVSULPHLURVWHUPRVGDVVHJXLQWHVVHTrQFLDV

a)  <^1 n^ <^1 2.4.6. ... .2 n

b) 1 1 3 n

¨^ n ©

c)  <^1 n^^1 n

  &DOFXODUROLPLWHGDVVHJXLQWHVVHTrQFLDV

a) 2 n

3 n^2 < n

®«^

b) 3 n

2 n^2

®«^

9DPRVYHULÀFDUVHYRFr

HVWiDFRPSDQKDQGRWXGR

até aqui? Procure, então,

resolver os exercícios

propostos.

Módulo 2

A função f HVWiGHÀQLGDSDUDWRGR x real, exceto x  1. Assim, se x & 1 , o numerador e o denominador de f podem ser divididos por ( x < 1) HYRFrREWpP f ( x )  3 x 2, para x & 1.

Vamos estudar juntos os valores da função f ( x ) , quanto x estiver próximo de 1, mas não é igual a 1. Primeiro, vamos considerar valores de x cada vez mais próximos de 1, com x  1 e observaremos o que está acontecendo com f ( x ) , conforme o quadro abaixo:

x < 1^0 0,25^ 0,5^ 0,75^ 0,9^ 0,99^ 0,999^ 0,9999^ 0, f ( x ) = 3 x + 2 2 2,75^ 3,5^ 4,25^ 4,70^ 4,97^ 4,997^ 4,9997^ 4,

Agora, vamos considerar que a variável x aproxima-se cada vez mais de 1, com x  1 e observar o que está acontecendo com f ( x ) :

x > 1^2 1,75^ 1,5^ 1,25^ 1,1^ 1,01^ 1,001^ 1, f ( x ) = 3 x + 2 8 7,25^ 6,5^ 5,75^ 5,30^ 5,03^ 5,003^ 5,

Observamos, em ambas os quadros, que enquanto x se aproxima cada vez mais de 1, a função f ( x ) se aproxima cada vez mais de 5. Em outras palavras, é possível obter o valor de f ( x ) tão próximo de 5 quando desejarmos, desde que tomemos x VXÀFLHQWHPHQWHSUy[LPRGH ([DPLQHRJUiÀFRGH f ( x ) , a seguir: y

−1 0 1 2 x

1

2

3

5 4

Figura 4.

Curso de Graduação em Administração a Distância

Para x cada vez mais próximo de 1, f ( x ) aproxima-se de 5 e es- creve-se a seguinte expressão: lim x A 1 f ( x )  lim x A 1 (3 x 2)  5.

Lê-se:

O limite da função f ( x ) , quando x aproxima-se de 1, é 5, ou ainda, o limite de f ( x ) , quando x tende a 1, é 5. Isto VLJQLÀFDGL]HUTXHRYDORUGDH[SUHVVmR 3 x 2 , cada vez mais aproxima-se de 5, à medida que os valores de x estão aproximando-se de 1. Quando x A 1 , f ( x ) A 5.

Consideremos agora a função f , definida pela expressão f ( x )  3 x^^1 x < 1 , para x & 1.

Queremos saber o que ocorre com a função f ( x ) quando x tende para 1 , através de valores de x  1 e o que ocorre com a função f ( x ) , quando x tende para 1 , através de valores de x  1. Vejamos o que acontece com f ( x ) , no quadro abaixo, quando x tende para 1 , através de valores de x  1.

x > 1^3 2 1,5^ 1,25^ 1,1^ 1,01^ 1,001^ 1,^ ...

f ( x )  3 x^^1 x < 1

5 7 11 19 43 403 4003 40003 ...

Observamos que , quando x tende para 1, através de valores de x  1 ou pela direita de 1, a função f ( x ) FUHVFHLQGHÀQLGDPHQWHRXD função f WHQGHSDUD’H , pode-se dizer que o limite de f ( x ) quando x WHQGHDSHODGLUHLWDp’ x A 1 , f ( x ) A ' e anota-se por

lim x A 1 f ( x )  lim x A 1

3 x 1 x < 1

Vejamos o que acontece com f ( x ) , no quadro abaixo, quando x tende para 1 , através de valores de x  1.

Curso de Graduação em Administração a Distância

Exemplo 4.17 Considere f ( x )  4 e a  2 então lim x A 2 f ( x )  lim x A 2 4  4. Ou seja, o limite de uma constante é a própria constante.

Teorema 4.3 Se lim x A af ( x )  L e lim x A ag ( x )  M , então,

a) lim x A a  f ( x ) ( g ( x )  lim x A af ( x ) ( lim x A ag ( x )  L ( M.

b) Para qualquer número real k , tem-se lim x A a  k = f ( x )  k = lim x A af ( x )  k = L.

c) lim x A a  f ( x ) = g ( x )  lim x A af ( x ) = lim x A ag ( x )  L = M.

d) lim x A a f^ ( x ) g ( x )

lim x A af ( x ) lim x A ag ( x )

 L
M

se M & 0.

e) lim x A a  f ( x ) n  (^)  lim x A af ( x )

n  Ln^.

Teorema 4.4 Se lim x A af ( x )  b e lim y A bg ( y )  L , com L  g ( b ) , então

lim x A ag (^)  f ( x )  g (^)  lim x A af ( x ).

Observação Pelo Teorema 4.3(e) podemos concluir

lim x A ax n^  (^)  lim x A ax

n  a n^. Por exemplo, lim x A 2 x^3  (^)  lim x A 2 x

3  2 3  8.

Teorema 4.5 Sejam b D°, b & 1, b  0 e n D•. Se lim x A af ( x )  L , então

a) lim x A ab f^ ( x^ )^  b x limA af^ ( x^ )  b L^. b) lim x A a  log b f ( x )  log b lim x (^) A a f ( x )  log b L , para L > 0. c) lim x A a n^ f ( x ) n^ lim x A a f ( x ) n^ L , para todo n se L * 0 e só para n ímpar se L  0

Módulo 2

Observação Seja p ( x )  bn x n^ bn -1 x n -1^ ... b 1 x b 0 , um polinômio qualquer, pelo teorema 4.3(a) e (b) e pela observação 4.1, temos

lim x A a p ( x )  lim x A a  bn x n^ bn -1 x n -1^ ... b 1 x b 0  lim x A abn x n^ lim x A abn -1 x n -1^ ... lim x A ab 1 x lim x A ab 0 = bn lim x A ax n^ bn < 1 lim x A ax n^ <^1 ... b 1 lim x A ax lim x A ab 0 = p ( a ).

Logo, lim x A ap ( x )  p ( a ). Por exemplo,

(i) lim x A 2  2 x^2 < 7 x 4  2 = 2 2 < 7 = 2 4  2 = 4 < 7 = 2 4  8 < 14 4  18.

(ii) lim x A 1  x^5 < 3 x^4 2 x^3 2  15 < 3 = 14 2 = 13 2  1 < 3 2 2  2.

Vejamos agora alguns exemplos resolvidos.

Exemplo 4.18 Calcular

lim x A 1^ x

(^2 7) x < 2 3 x < 5

Resolução: Aplicando o Teorema 4.3(a), (b) e (d), obtemos

lim x A 1^ x

(^2 7) x < 2 3 x < 5

lim x A 1  x^2 7 x < 2 lim x A 1  3 x < 5

lim x A 1 x^2 lim x A 17 x < lim 2 x A 1 lim x A 13 x < lim x A 15

lim x A 1 x^2 lim x A 17 = lim x A 1 x < lim x A 12 lim x A 13 = lim x A 1 x < lim x A 15

Módulo 2

Exercícios propostos – 2

% Calcular os seguintes limites:

  1. (^) x limA 27^ x

x < 2

  1. lim x A 22 x

(^3) < 10 x (^2 8) x 1 x^2 < 5 x < 6

  1. (^) x limA< 13 ( x^3 3 x^ 2)^.

  2. lim x A (^12)

2 x < 3 6 x 5

5 lim x A 1 2 x < 3 x 5

Limites laterais

Na subseção anterior analisamos o comportamento de uma função f ( x ) , quando x se aproxima de um número real a e quando x assume valores (positivos ou negativos) de valor absoluto muito grande. O nosso objetivo agora é estudar os casos quando x tende para a pela direita, x A a e x  a ou quando x tende para a pela esquerda, x A a e x  a HFRPLVWRLGHQWLÀFDUDH[LVWrQFLDGHOLPLWHGHXPDIXQomRDWUDYpVGRV OLPLWHVODWHUDLVHHVERoDURJUiÀFRGHXPDIXQomRXVDQGROLPLWHVODWHUDLV 3DUDLVWRYHMDPRVDVVHJXLQWHVGHÀQLo}HV

Os resultados desta seção serão

LPSRUWDQWHVSDUDWRGDDVHTrQFLD

de nosso curso. Por isso, só passe

para a próxima seção quando

tiver resolvido os exercícios

SURSRVWRVDFLPD6HYRFrDLQGD

tem alguma dúvida, releia a seção

e depois retorne aos exercícios.

Este procedimento pode ser

bastante útil.

Curso de Graduação em Administração a Distância

Limite à esquerda

Se f ( x ) tende para L 1 quando x tende para a através de valores menores que a diz-se que L 1 é o limite de f ( x ) quando x tende para a pela esquerda e indica-se por

lim x A a < f ( x )  L 1.

Limite à direita

Se f ( x ) tende para L 2 quando x tende para a através de valores maiores que a diz-se que L 2 é o limite de f ( x ) quando x tende para a pela direita e indica-se por

lim x A a f ( x )  L 2.

9DPRVYHUDJRUDDOJXQVH[HPSORVDSOLFDQGRDVGHÀQLo}HVDFLPD

Exemplo 4.20 6HMDDIXQomRIGHÀQLGDSRU

f ( x ) 

x^2 1, se x  1 4, se x  1 4 < x , se x  1

Determinar: a) lim x A 1 < f ( x ) ; b) b ) lim x A 1 f ( x ) ; c) (VERFHRJUiÀFRGH f ( x ).

Resolução: 3HODGHÀQLomRGHOLPLWHjHVTXHUGDYRFrUHVSRQGHDOHWUD a). Observe que a função f ( x ) HVWiGHÀQLGDSRU f ( x )  x^2 1 se x  1. Logo, lim x A 1 < f ( x )  lim x A 1 < ( x^2 1)  12 1  2.

Curso de Graduação em Administração a Distância

F  (VERoDURJUiÀFRGH f ( x ).

Resolução: 3HODGHÀQLomRGHOLPLWHjHVTXHUGDYDPRVUHVROYHUOHWUD a 2EVHUYHFRPRHVWiGHÀQLGDDIXQomRDFLPDSDUDYDORUHVGH x à esquerda de < 2 , ou seja, para x ) < 2. Assim, f ( x )  x^2 < 1 se x ) < 2 e lim x A< 2 < f ( x )  lim x A< 2 < ( x^2 < 1)  (<2) 2 < 1  4 < 1  3

Logo, lim x A< 2 < f ( x )  3.

3HODGHÀQLomRGHOLPLWHjGLUHLWDYDPRVUHVROYHUDOHWUD b ). Para valores de x à direita de < 2 , a função f ( x )  HVWi GHÀQLGD SRU f ( x )  2 x 7 se x  < 2 e lim x A< 2 f ( x )  lim x A< 2 (2 x 7)  2 = (<2) 7  3.

Logo, lim x A< 2 f ( x )  3. Portanto, lim x A< 2 < f ( x )  lim x A< 2 f ( x )  3.

c) Note que f (<2)  (<2) 2 < 1  4 < 1  3. Como f (<2)  3 e lim x A< 2 < f ( x )  lim x A< 2 f ( x )  3  SDUD HVERoDU R JUiÀFR GH f ( x )  Gr valores para x , x ) < 2 e calcule os valores de f ( x ) corresponden- tes, através da expressão x^2 < 1 GrYDORUHVSDUD x  < 2 e calcule os valores de f ( x ) correspondentes, através da expressão 2 x 7 e veja RJUiÀFRGH f ( x ) , abaixo:

Módulo 2

y

−2^0 x

3

Figura 4.

Teorema de existência do limite

Sejam I um intervalo aberto, a um ponto deste intervalo e  f^ :^ I^ <^ { a }^ A^ °^. Então existe lim x A af ( x )  L ‹ lim x A a f ( x )  lim x A a < f ( x )  L.

Vejamos agora, alguns exemplos de aplicação do teorema de exis- WrQFLDGROLPLWH

Exemplo 4.22 Considere a função

f ( x ) 

x^2 1, se x  2 1, se x  2 x 3, se x  2

Determine o lim x A 2 f ( x ) , VHH[LVWLUHHVERoHRJUiÀFRGH f ( x ).

Resolução: Para determinar o lim x A 2 f ( x ) , vamos calcular os limites laterais de f ( x ) , ou seja, calcular lim x A 2 < f ( x ) e lim x A 2 f ( x ). Para cal- cular lim x A 2 < f ( x ) , observe na função dada que f ( x ) HVWiGHÀQLGD por f ( x )  x^2 1 para valores de x menores que 2.

Módulo 2

Exercícios propostos – 3
  1. Seja f ( x )  7 x^ <^ 2,^ se^ x^ *^2 x^2 < 2 x 1, se x  2
ª«^

Calcular: lim x A 2 f ( x ) , lim x A 2 < f ( x ) e lim x A 2 f ( x ).

  1. Seja f ( x ) 

x 1, se x  0 2, se x  0 x 5, se x  0

Calcular: lim x A 0 f ( x ) , lim x A 0 < f ( x ) e lim x A 0 f ( x ).

  1. Seja f ( x ) 

x 1, se x  2 x^3 1, se x * 2

Calcular: lim x A 2 f ( x ) , lim x A 2 < f ( x ) e lim x A 2 f ( x ).

  1. Seja f ( x ) XPDIXQomRGHÀQLGDSDUDWRGRQ~PHURUHDOSRU

f ( x )  x

(^2) < 4 x , se x ) < 2 4 < k , se x  < 2

Determinar o valor da constante k para que exista (^) x limA< 2 f ( x ).

  1. Seja f ( x )  x

(^2) < 6 x 8, se x  4 4 < x , se x ) 4

Calcular: lim x A 4 < f ( x ) , lim x A 4 f ( x ) e lim x A 4 f ( x ).

Da noção de limite lateral, de- penderá, fundamentalmente, o entendi- mento de continuidade de uma função, que será estudada posteriormente.

2VH[HUFtFLRVGHVWDVHomRWrPSRUREMHWLYR

contribuir para o amadurecimento do

FRQFHLWRGDH[LVWrQFLDGROLPLWHGHXPD

função. Para isto, é importante que

YRFrWHQKDUHVROYLGRDPDLRULDGHOHV6H

YRFrVHQWLXDOJXPDGLÀFXOGDGHUHYHMD

RVH[HPSORVSRLVHOHVOKHGDUmRRV

subsídios necessários para a resolução dos

problemas propostos.

Curso de Graduação em Administração a Distância

Indeterminações

1DVXEVHomRDQWHULRUYRFrHVWXGRX/LPLWHV/DWHUDLV1HVWDVHomR YDPRVHQWHQGHUPHOKRURTXHYHPDVHU,QGHWHUPLQDomR1RVVRREMHWLYR aqui é levantar” uma indeterminação que é uma expressão sem sentido que se obtém ao tentar calcular um limite. P or exemplo , usando erro- neamente a letra d) do Teorema 4.3 para calcular lim x A a f^ ( x ) g ( x )

VH FKHJD

à expressão 0 0 TXHQmRSRVVXLVLJQLÀFDGR1HVWHSURFHVVRXWLOL]DUHPRV alguns artifícios algébricos. Até agora calculamos limites do quociente entre duas fun- ções, aplicando o Teorema 4.3 letra d). Veja o exemplo 4.18 resolvido ( lim x A 1^ x

(^2 7) x < 2 3 x < 5  < 3 ). UWLOL]DQGR HVWH WHRUHPD YRFr QRWRX TXH QmR KRXYH QHQKXPD GLÀFXOGDde para encontrar o valor do referido limite, PDVSRGHPRFRUUHUVLWXDo}HVHPTXHYRFrXVDQGRHUURQHDPHQWHDOHWUD d) do Teorema 4.3, encontre 0 0

. Cuidado quando isto ocorrer. O limite nunca é 0 0 , pois 0 0 não é número algum. Neste caso, o que fazer? É o que veremos a seguir: Consideremos f ( x ) e g ( x ) funções tais que lim x A 0 f ( x )  0 e lim x A 0 g ( x )  0. Em pr incípio, nada se pode a f i r ma r sobre o

lim x A 0^ f^ ( x ) g ( x )

lim x A 0 f ( x ) lim x A 0 g ( x )

(com a aplicação indevida do Teorema 4.

letra d). Dependendo das funções f e g , o limite pode assumir qualquer valor real ou não existir.

Diz-se que^0 0 é uma indeterminação, ou um símbolo de indeterminação.