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Solution Chen Linear System Chapter 4, Exercícios de Engenharia Elétrica

Solution of chapter 4 of Linear System Design - Chen

Tipologia: Exercícios

2020

Compartilhado em 23/11/2020

magno-carvalho-13
magno-carvalho-13 🇧🇷

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bg1
Capítulo 2
Lista de Exercício
2.1 Capítulo 4 do livro Linear System Theory and Design [1]
4.1
Δ(λ)=det
λ1
1λ
=λ2+1=0
λ=±j
h(λ)=β0+β1λ
f(λ)=eλt
Para λ=j:
ejt =β0+jβ1
Para λ=j:
ejt =β0jβ1
β1=ejt ejt
2j=sin(t)
β0=ejt jβ1=ejt jsin(t)=cos(t)
2
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe

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Capítulo 2

Lista de Exercício

2.1 Capítulo 4 do livro Linear System Theory and Design [1]

Δ(λ ) = det

λ − 1

1 λ

 (^) = λ 2 + 1 = 0 ∴

λ = ± j

h(λ ) = β 0 + β 1 λ

f (λ ) = e

λt

Para λ = j:

e

jt = β 0 + jβ 1

Para λ = − j:

e

− jt = β 0 − jβ 1

β 1 =

e

jt − e

− jt

2 j

= sin(t)

β 0 = e

jt − jβ 1 = e

jt − jsin(t) = cos(t) ∴

x(t) =

cos(t) sin(t)

−sin(t) cos(t)

G(s) = C(sI − A)

− 1 B

G(s) =

s − 1

2 s + 2

Utilizando o MATLAB, temos que:

G(s) =

5 s

s^2 + 2 s + 2

E como a transformada de La Place para o degrau é igual a

s

, temos que:

y(s) = G(s) ∗ u(s) =

5 s

s

2

  • 2 s + 2

s

Aplicando a inversa de La Place, temos que:

y(t) = 5 e

−t sint(t)

4.3 Considerando que:

e

Ft = L

− 1 [(sI − A)

− 1 ] →

e

Ft = L

− 1

s

2

  • 2 ∗ s + 2

s + 2 1

− 2 s

e

Ft

e

−t ∗ (cos(t) + sin(t)) e

−t ∗ sin(t)

− 2 ∗ e

−t ∗ sin(t) e

−t ∗ (cos(t) − sin(t))

e

B (^) d = A

− 1 (Ad − I)B

Para T = 1, temos:

Ad =

x¯ +

u

y =

x ¯

Para a representação modal, utilizando o MATLAB, temos que os autovalores são − 1 +

j, − 1 − j and −2 e os autovetores são:

− 0. 408 − 0. 408 j

− 0. 408 + 0. 408 j

Q =

P = Q

− 1

4.5 Usando a função step no MATLAB, é possível obter que |y| (^) max = 0 .544, |x 1 | (^) max = 0 .5,

|x 2 | (^) max = 1 .05 e |x 3 |max = 0 .52.

Considerando ¯x 1 = x 1 , ¯x 2 = 0. 5 x 2 and ¯x 3 = x 3 , temos:

x¯ =

= Px

P

− 1

x^ ¯˙ =

x¯ +

u

y =

x ¯

G(s) = C(sI − A)

− 1 B

Para o primeiro sistema temos a função de transferência igual a:

(s − 2 )^2

E para o segundo também, ou seja, os sistemas são zero-state equivalent, mas não são

equivalentes pelo fato de os autovalores serem diferentes.

x ˙ =

−α 1 Iq Iq 0 · · · 0

−α 2 Iq 0 Iq · · · 0

. . .

−α (^) r− 1 Iq 0 0 · · · Iq

−α (^) r Iq 0 0 · · · 0

N 1

N 2

Nr− 1

Nr

u

x ˙ =

x +

u

y =

 (^) x +

4.12 Considerando a primeira coluna:

s + 1

s − 2

s + 1

s + 1

Ou seja,

y 1 =

 (^) x 1 +

 (^) u 1

Para a segunda coluna, temos:

2 s − 3

(s + 1 )(s + 2 )

s

s + 2

s

2

  • 3 s + 2

2 s − 3

− 2 s − 2

x ˙ 2 =

 (^) x 2 +

 (^) u 2

y 2 =

 (^) x 2 +

 (^) u 2

Sendo assim a realização é gerada a partir desta combinação, o que leva a:

x ˙ =

x +

u

y =

 (^) x +

 (^) u

Sendo uma realização de dimensão 3.

4.13 Considerando a primeira linha, temos que:

s + 1

2 s − 3

(s + 1 )(s + 2 )

s

2

  • 3 s + 2

2 s + 4 2 s − 3

x ˙ 1 =

 (^) x 1 +

 (^) u

y 1 =

x 1 +

u

Considerando a segunda linha, temos que:

s − 2

s + 1

s

s + 2

s + 1

s + 2

s

2

  • 3 s + 2

− 3 s − 6 − 2 s − 2

x ˙ 2 =

 (^) x 2 +

 (^) u

y 2 =

x 1 +

u ∴

x ˙ =

x +

u

y =

 (^) x +

 (^) u

Sendo uma realização de dimensão 4.

e^0.^5 t^

2

1 −e

  1. 5 t 2

� t 0

e

  1. 5 t 2

0 e

− 0. 5 t

2

a matriz de transição de estados é :

φ (t,t 0 ) = x(t)x

− 1 (t 0 ) =

1 −e

  1. 5 t 2

� (^) t

0 e^

  1. 5 t 2

0 e

− 0. 5 (t 2 −t (^) i^2 )

 (^) x˙ 2 =^ −x^2 −→

x 2 (t) = e

−t x 2 ( 0 ) x˙ 1 = −x 1 −→

x 1 (t) = −x 1 (t) + e

t x 2 ( 0 )x( 0 ) =

x(t) =

e

−t

 (^) x( 0 ) =

x(t) =

e

−t

2 e

−t

A matriz fundamental é:

x(t) =

e

−t e

t

0 2 e

−t

 (^) x −^1 (t) =

e−^2 t

2 e

−t −e

t

0 e

−t

desta forma, a matriz de transição de estados é:

φ (t,t 0 ) = x(t)x

− 1 (t 0 ) =

e

−(t−t 0 )

(e

t e

t (^0) − e

−t e

t 0 )

0 e

−(t−t 0 )

Φ^ ˙(t 0 ,t^0 ) =^ X(t^0 )^ X˙ −^1 (t)

X(t)X

− 1 (t) = X˙(t)X

− 1 (t) + X(t) X˙

− 1 (t) =

d

dt

I = 0

d

dt

X− 1 (t) = −X

− 1 (t) X˙(t)X

− 1 (t)

= X

− 1 (t)A(t)X(t)X

− 1 (t)

= X

− 1 (t)A(t)

d

dt

Φ(t 0 ,t) = X(t 0 )(−X

− 1 (t))A(t) = Φ(t 0 ,t)A(t)

d

dt

φ (t,t 0 ) =

d dt

ξ 11 (t,t 0 )

d dt

ξ 12 (t,t 0 )

d dt

ξ 21 (t,t 0 )

d dt

ξ 22 (t,t 0 )

a 11 (t) a 12 (t)

a 21 (t) a 22 (t)

ξ 11 (t,t 0 ) ξ 12 (t,t 0 )

ξ 21 (t,t 0 ) ξ 22 (t,t 0 )

substituindo

d dt

em

d dt

detφ (t,t 0 ), tem-se:

d

dt

[ξ 11 ξ 22 − ξ 21 ξ 12 ] = (

d

dt

ξ 11 )ξ 22 + ξ 11 (

d

dt

ξ 22 ) − (

d

dt

ξ 21 )ξ 12 − ξ 21 (

d

dt

ξ 12 )

é fácil manipular e obter:

d

dt

detφ (t,t 0 ) = (a 11 (t) + a 22 (t)detφ (t,t 0 )

comprovando:

detφ (t,t 0 ) = e

� (^) t t 0 (a^11 +a^22 )dt

4.19 Para Φ(t 0 ,t 0 ) = I e considerando Φ 21 (t 0 ,t 0 ) = 0, temos que:

Φ 22 (t 0 ,t 0 ) = I

Aplicando a derivada em relação ao tempo nos fatores Φ 21 e Φ 22 , temos que:

Φ^ ˙

21 (t,t^0 ) =^0 ·^ Φ^11 (t,t^0 ) +^ A 22 (t)Φ 21 (t,t^0 )

Φ^ ˙

22 (t,t^0 ) =^0 ·^ Φ^12 (t,t^0 ) +^ A 22 (t)Φ 22 (t,t^0 )

Como Φ˙ 21 (t,t 0 ) é sempre 0(zero), por todo tempo, podemos afirmar que:

x ˙(t) = Ae

At Ce

Bt

  • e

At Ce

Bt B

x ˙(t) = AX + XB

A^ ˙(t) = A 1 e

A 1 t A( 0 )e

−A 1 t

  • e

A 1 t A( 0 )e

−A 1 t

det(λ I − A(t)) = det(e

A 1 t λ Ie

−A 1 t − A(t))

= det[e

A 1 t (λ I − A( 0 )e

−A 1 t )]

= det(e

A 1 t )det(e

−A 1 t )det(λ I − A( 0 ))

= det(λ I − A( 0 ))

(independente de t)

4.23 Da equação 4.76 temos que:

X(t + T ) = X(t)e

AT¯

E, considerando que no problema 4.20, há periodicidade com t = 2 π (por conta de termos

− sint e − cost), podemos afirmar que a transformação

P(t) = e

At¯ X

− 1 (t) =

e

− cost 0

0 e

sint

Tornará a equação em:

x^ ˙¯ = 0 · x¯ = 0

x ˙ = Ax + Bu

y = Cx

Considerando ¯x = P(t)x = e

−At , temos que:

A¯ = [P(t)A + P˙(t)]P−^1 (t)

= [e

−At A − e

−At A]e

At = 0

B¯ = P(t)B = e−At^ B

C^ ¯ = CP −^1 (t) = Ce At

g(t, τ) = sint(e

−(t−τ) ) cos τ

Como y(t, τ) não pode ser representado como g(t − τ), não é possível fazer a realização

para uma equação linear invariante no tempo.