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solution halliday volume 3 cap 22, Exercícios de Eletromagnetismo

solução do capitulo 22 do halliday

Tipologia: Exercícios

2020
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Compartilhado em 31/07/2020

celso-da-silva-albuquerque-junior
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bg1
1. Note que os símbolos q1 e q2 usados no enunciado se referem ao valor absoluto das cargas.
O desenho abaixo é para q1| = |q2|.
Os desenhos abaixo são para q1 > q2 (à esquerda) e q1 < q2 (à direita).
2. (a) De acordo com a Eq. 22-1, o módulo da força a que é submetido um próton no ponto A é
F = qEA = (1,6 × 1019 C)(40 N/C) = 6,4 × 1018 N.
(b) Como é explicado na Seção 22-3, o número de linhas de campo por unidade de área, em um
plano perpendicular às linhas, é proporcional ao módulo do campo elétrico. Como a separação
das linhas é duas vezes maior no ponto B, concluímos que EB = EA/2 = 20 N/C.
3. Como a carga está uniformemente distribuída na esfera, o campo na superfície é o mesmo
que se toda a carga estivesse concentrada no centro. Assim, o módulo do campo é
Eq
R
=402

em que q é a carga total e R é o raio da esfera.
(a) Como a carga total é Ze, temos:
EZe
R
==
×⋅ ×
4
8991094160 10
02
92219

(, )( )( ,Nm CC))
(, ),.
6641030710
15 2
21
×
mNC
(b) Como a carga é positiva, o campo aponta para fora do núcleo.
4. Como x1 = 6,00 cm e x2 = 21,00 cm, a coordenada do ponto a meio caminho entre as partículas
é x = [(6,00 cm) + (21,00 cm)] /2 = 13,5 cm. Assim, de acordo com a Eq. 22-3,
Eq
xx
11
01
2
922
4
899102
=− =− ×⋅ ||
()
ˆ(, )|

iNm C,,
,,
ˆ(,
00 10
0 135 0 060 3 196 10
7
25
×
(
)
=− ×
C|
mm iN
CCi
iNm C
)ˆ
()
ˆ(, )
Eq
xx
22
02
2
922
4
89910
=− =− ×⋅

((,
,,
ˆ(,
20010
0 135 0 210 3 196 10
7
2
×
(
)
=− ×
C)
mm i55 NCi)ˆ
Capítulo 22
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
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pf15
pf16
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pf18
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pf1a
pf1b
pf1c
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  1. Note que os símbolos q 1 e q 2 usados no enunciado se referem ao valor absoluto das cargas. O desenho abaixo é para q 1 | = | q 2 |.

Os desenhos abaixo são para q 1 > q 2 (à esquerda) e q 1 < q 2 (à direita).

  1. (a) De acordo com a Eq. 22-1, o módulo da força a que é submetido um próton no ponto A é

F = qEA = (1,6 × 10 −^19 C)(40 N/C) = 6,4 × 10 −^18 N.

(b) Como é explicado na Seção 22-3, o número de linhas de campo por unidade de área, em um plano perpendicular às linhas, é proporcional ao módulo do campo elétrico. Como a separação das linhas é duas vezes maior no ponto B , concluímos que EB = EA /2 = 20 N/C.

  1. Como a carga está uniformemente distribuída na esfera, o campo na superfície é o mesmo que se toda a carga estivesse concentrada no centro. Assim, o módulo do campo é

E q R

em que q é a carga total e R é o raio da esfera.

(a) Como a carga total é Ze , temos:

E Ze R

= = ×^ ⋅^ ×^

− 4

0 2

9 2 2 19 

( , N m C )( )( , C)) ( , )

15 2 3 07^1021
×
− =^ ×

m

N C

(b) Como a carga é positiva, o campo aponta para fora do núcleo.

  1. Como x 1 = 6,00 cm e x 2 = 21,00 cm, a coordenada do ponto a meio caminho entre as partículas é x = [(6,00 cm) + (21,00 cm)] /2 = 13,5 cm. Assim, de acordo com a Eq. 22-3,  E q (^1) x x 1 0 1 2

9 2 2 4

= − 8 99^10
| | = − × ⋅ −
ˆ ( ,^ )|



i N m^ C^ ,, , ,

7 2 5

×
= − ×
− C|

m m

i N CC i

i N m^ C

Eq ˆ^ ( ,^ ) (^2) x x 2 0 2 2

9 2 2 4

= − 8 99^10
= − ×^ ⋅



7 2

×
= − ×
− C)

m m

i 55 N C i)ˆ

Capítulo 22

Assim, o campo elétrico total é    E (^) tot = E (^) 1 + E 2 = − ( ,6 39 × 105 N C i)ˆ

  1. De acordo com a Eq. 22-3, temos:

q = r E = × ⋅

4 0 50^ 2 0 =

2  (^9 )

m N C , N m 2 C

×× 10 −^11 C =56 pC.

  1. De acordo com a Eq. 22-3, temos:

q = Er = × ⋅

4 1 00^ 1 00 =

2  (^9 2 )

N C m , N m C

111 × 10 −^10 C =0,111 nC.

  1. Como a componente x do campo elétrico no centro do quadrado é

E q a

q a

q a

q x =^ +^ −^ −

1 2

2 2

3 ^2

2

0 2

1 2

cos

a

a

q q

^
^



qq (^) 3 q 4 1 2

0

( | −| |)

e a componente y é

E q a

q a

q y (^) a

1 2

2 2

3 ^2

| qq a

a

q q

4 2

0 2 1 2

cos

^
^

 ( ++^ − )

= ×^ ⋅^ ×^

q (^) 3 q 4

9 8

8 99 10 N m 2 C^2 2 0 10 C) m)

2 N/C,
= 1 02 × 10 5

o campo elétrico no centro do quadrado é

E = E (^) y ˆj^ = ( ,1 02 × 10 5 N/C)j.ˆ A figura a seguir (que não está em escala) mostra os campos elétricos produzidos pelas quatro cargas e o campo elétrico total.

  1. Colocamos a origem do sistema de coordenadas no ponto P e o eixo y na direção da partícula 4 (passando pela partícula 3). Escolhemos um eixo x perpendicular ao eixo y , ou seja, passando pelas partículas 1 e 2. Os módulos dos campos produzidos pelas cargas são dados pela Eq. 22-3. Como as contribuições das partículas 1 e 2 se cancelam, o campo total no ponto P é dado por

E q d

q d

q tot (^) d =  − j 

4 2

3  ( )^2 ˆ^  0 2 −−

^
^ =

2

q d

ˆj 0

  1. O valor do módulo do campo elétrico no centro do arco é o mesmo para todas as cargas:

E kq r

= = k e = × ⋅ ×^

− 2 2

9 2 0 020

8 99 10 1 60^10

m

N m 2 C

119 2

6 0 020

C 3 6 10

m

N C
= , × −.

Na notação módulo-ângulo (que é a mais conveniente quando se usa uma calculadora científica no modo polar), a soma vetorial dos campos assume a forma: 

E tot = ( E ∠ − 20 ) + ( E ∠ 130 ) + ( E ∠ − 100  ) + ( E ∠ − 150  )++ ( ∠ )

= × − ∠ −
E 0
, N/C , .

(a) De acordo com o resultado obtido, o módulo do campo elétrico no centro do arco é 3,93 × 1026 N/C.

(b) De acordo com o resultado anterior, o ângulo do campo elétrico no centro do arco é 2 76,4° em relação ao eixo x.

  1. (a) Como o próton está a uma distância r = z = 0,020 m do centro do disco,

E e c (^) r

= = ×^ ⋅^ ×^

− 4

9 2 19 

N m 2 C C) 0020

2 3 60^106

m

N/C.
= , × −

(b) Como as componentes horizontais se cancelam, o campo total produzido pelos elétrons es é vertical e o módulo do campo é dado por

E ez s,tot R z

N m 2 C

2 = × ⋅

0 2 2 3 2

9 2  ( )

/

,^19
[( , ( ,
×

− (^) C)(0,020 m) m) 2 m)^22

N/C.

]

3 2/

= 2 55 × 10 −^6

(c) Como o próton agora está a uma distância 10 vezes menor, o campo é 100 vezes maior que o do item (a), ou seja, Ec = 3,60 × 10 −^4 N/C.

(d) Como as componentes horizontais continuam a se cancelar, o campo produzido pelos elétrons es é vertical e o módulo do campo é dado por

E ez s,tot R z

N m 2 C

2 = × ⋅

0 2 2 3 2

9 2  ( )

/

,^19
[( , ( ,
×

− (^) C)(0,002 m) m) 2 m)^22

N/C.

]

3 2/

= 7 09 × 10 −^7

(e) Porque, quando o próton se aproxima do disco, as componentes verticais y dos campos produzidos pelos elétrons es diminuem e as componentes horizontais aumentam. Como as componentes horizontais se cancelam, o efeito global é uma redução do módulo de

E (^) s ,tot.

  1. (a) Nos pontos do eixo x à esquerda da partícula 1, os campos têm sentidos opostos, mas não há possibilidade de que o campo se anule porque esses pontos estão mais próximos da partícula 1 do que da partícula 2 e a carga da partícula 1 é maior, em valor absoluto, que a carga da partícula 2. Na região entre as cargas, os dois campos não podem se cancelar, pois apontam no mesmo sentido. Nos pontos do eixo x à direita da partícula 2, os campos têm sentidos opostos, e existe a possibilidade de que os campos se anulem porque esses pontos estão mais próximos da partícula 2, e a carga da partícula 2 é menor. Chamando de x a coordenada do ponto em que os campos se anulam e igualando os módulos dos campos produzidos pelas duas partículas, temos:

1 4

1 (^2 )

2  ^2

| q | (^). x

q x L

Explicitando x e substituindo os valores conhecidos de q 1 e q 2 , obtemos:

x = L^ L

(b) A figura a seguir mostra um esboço das linhas de campo elétrico.

  1. Por simetria, vemos que as contribuições das cargas das partículas 1 e 2 para o campo elétrico no ponto P se cancelam, de modo que só é preciso calcular o campo elétrico produzido pela partícula 3.

(a) De acordo com a Eq. 22-3, o módulo do campo elétrico é

| | ( / )

E e r

e a

e tot (^) a

 0 2  0 2  0 2

8 8 99 10 4 1 60^10

9 2 19 , ) (^6)

× ⋅ ×
×

− N m C (^) −

C

m

2 22 =^160 N/C.

(b) O campo faz um ângulo de 45,0° no sentido anti-horário com o semieixo x positivo.

  1. As componentes x e y do campo total são

E q R

q R tot, x =^1 −^ E^ tot, y = − q 0 2

2 0 2

2 4  4

 

cos (^) , senn . 4  0 R^2

O módulo do campo total é a raiz quadrada da soma dos quadrados das componentes. Fazendo o módulo igual a E , elevando ao quadrado e simplificando, temos:

E q^ q^ q q R

2 12 12 1 2 0 2 2

= +^ −^ cos ( )



Explicitando u , obtemos::

 =  +^ −  

cos− (^) 

1 12 12 (^0 2 )^2 .

1 2

q q R E q q

Substituindo por valores numéricos, obtemos duas respostas:

(a) O valor positivo do ângulo é u = 67,8°.

(b) O valor negativo do ângulo é u = −67,8°.

  1. Vamos supor que a conta 2 está na parte inferior do anel, já que seria difícil para a conta 1 passar pela conta 2 se ela estivesse no caminho. Note que, de acordo com o gráfico da Fig. 22-39 c , a componente y do campo elétrico na origem é negativa para u = 0o^ (posição na qual a contribuição da partícula 1 para o campo elétrico é nula), o que significa que a carga da conta 2 é negativa.
  1. De acordo com o enunciado do problema, E ver é dado pela Eq. 22-5 (com z = 5 d ):

E q d

q d

q ver =^4 4 5 −^4 5 5 =^ ⋅

 0 ( , )^2  0 ( , )^2 9801 4  00 d^2

e E apr é dado pela Eq. 22-8:

E qd d

q apr (^) d

Assim, a razão pedida é

E E

apr ver

  1. Podemos pensar no quadrupolo da Fig. 22-41 como um conjunto de dois dipolos, cada um com um momento dipolar de módulo p = qd. Os momentos apontam na direção do eixo do quadrupolo, em sentidos opostos. Considere o ponto P do eixo, a uma distância z à direita do centro do quadrupolo, e tome como positivo o sentido para a direita. Nesse caso, o campo produzido pelo dipolo da direita é qd /2 0 ( zd /2)^3 e o campo produzido pelo dipolo da esquerda é – qd /2 0 ( z + d /2)^3. Usando as expansões binomiais

( zd /2)–3^ ≈ z –3^ – 3 z –4(– d /2) e ( z + d /2)–3^ ≈ z –3^ – 3 z –4( d /2),

obtemos

E qd z

d z z

d z

qd z

^

2   044

Fazendo Q = 2 qd^2 , obtemos

E Q z

  1. (a) Vamos usar a notação usual para a densidade linear de carga: l = q/L. O comprimento do arco é L = ru , na qual u é o ângulo em radianos. Assim,

L = (0,0400 m)(0,698 rad) = 0,0279 m.

Para q = −300(1,602 3 10 −^19 C), obtemos l arco = −1,72 3 > 10 −^15 C/m.

(b) se a mesma carga está distribuída em uma área A = pr^2 = p (0,0200 m)^2 , a densidade superficial de carga é s disco = q/A = −3,82 3 10 −^14 C/m².

(c) Como a área da superfície de uma esfera é 4 p^2 , a mesma carga do item (b) está distribuída em uma área quatro vezes maior e, portanto, a densidade superficial de carga é quatro vezes menor: s esfera = s disco/4 = −9,56 3 10 −^15 C/m².

(d) Se a mesma carga está distribuída em um volume V = 4 p r^3 /3, a densidade volumétrica de carga é r esfera = q/V = −1,43 3 10 −^12 C/m^3.

  1. Vamos usar a Eq. 22-3 e supor que as duas cargas são positivas. No ponto P , temos:

E E q R R R

q R anel 1 =^ anel 2 ⇒^ + ( )

0 2 2

3 2

2 4

 /^4
 0 [( 2 R )^2 + R^2 ]3 2 /

Simplificando, obtemos

q q

1 2

3 2 2 2 5

/ ,.

  1. (a) Por simetria (e também de acordo com a Eq. 22-16), o campo é zero no centro do anel.

(b) O resultado ( E = 0) para pontos infinitamente afastados do anel pode ser obtido a partir da Eq. 22-16, de acordo com a qual o campo é proporcional a 1/ z ² para valores muito grandes de z.

(c) Derivando a Eq. 22-16 em relação a z e igualando o resultado a zero, obtemos:

d dz

qz z R

q R z 4 4 z R

0 2 2

3 2 (^0)

2 2  ( + ) ^2

( ) / =^ ⇒^ z^ = +^ R^ = ,^ R.

(d) De acordo com a Eq. 22-16, temos:

E qz z R

= ×^ ×

− 4

6 ( ) 

( , C)( , , m) (( ,8 854 × 10 −^12 C /N m^2 ⋅ 2 )[( ,0 707 × 0 02, m) 2 +( ,0 02m)) ]

,.

2 3 2/

= 3 46 × 107 N/C

  1. Vamos chamar o raio do arco menor de r 1 , o raio do arco do meio de r 2 e o raio do arco maior de r 3. O comprimento do arco menor é L 1 = pr 1 /2 = pR /2, o comprimento do arco do meio é L 2 = pr 2 /2 = pR e o comprimento do arco maior é L 3 = pr 3 /2 = 3 pR /2. Como a carga dos arcos está uniformemente distribuída, a densidade linear de carga do arco menor é l 1 = Q / L 1 = 2 Q / pR , a densidade linear de carga do arco do meio é l 2 = − 4 Q / L 2 = − 4 Q / pR e a densidade linear de carga do arco maior é l 3 = 9 Q / L 3 = 6 Q / pR. Nesse caso, usando o mesmo raciocínio do problema seguinte, o campo elétrico total é dado por

E tot (^) r r



 

1  0 1

2 0 2

( sen °) ( sen °) (( sen )

sen sen

0 3

0



  

r

Q R R

Q
R

0 0 2 0 2

 R    
Q
R R
Q
R
  • sen^ = = , ×^66 N/C.

(b) O campo faz um ângulo de 2 45º com o semieixo x positivo.

  1. No Exemplo “Campo elétrico de um arco de circunferência carregado”, vimos que o campo no centro de um arco circular é dado por

E r

= x

  (^) 

 (^4 )

sen

Em que l é a densidade linear de carga. Neste problema, cada quarto de circunferência produz um campo cujo módulo é

| | |^ |^ sen |^ | /

E q r r

x q r

  −  

 /

0 4

4 0 2

O campo produzido pelo quarto de circunferência que está acima do eixo x faz um ângulo de − 45 o^ com o semieixo x positivo e o campo produzido pelo quarto de circunferência que está abaixo do eixo x faz um ângulo de − 135 o^ com o semieixo x positivo.

(a) O módulo do campo total é

E E q tot tot x r

^

,^2 1 |^ |^ cos = 4

 0 ^24 

 

0 2 9 2 12

q r

= ×^ ⋅^ ×^

N m 2 C − C 5 5 00 10

×

m

N/C

(b) Por simetria, o campo total faz um ângulo de − 90 o^ com o semieixo x positivo.

Seja dx um segmento infinitesimal da barra, situado no ponto x. A carga do segmento é dq = ldx. A carga dq pode ser considerada uma carga pontual. O campo elétrico produzido por esta carga no ponto P possui apenas a componente x , que é dada por

dE dx x (^) L a x

O campo elétrico produzido no ponto P pela barra inteira é

E dx x L a x L a x

L L

 

 

 4 4 

4 0 1 57^10

a L a L a L a

^
^
^  ( ) = −^ ,^ ×^ −^33 N/C.

Assim, | Ex | = 1,57 × 10 −^3 N/C.

(c) O sinal negativo de Ex indica que o campo elétrico aponta no sentido negativo do eixo x , ou seja, que o ângulo do campo elétrico

E é − 180 o.

(d) se a >> L , podemos usar a aproximação L + aa na equação apresentada, o que nos dá

E q x (^) a

= − = − ×^ ⋅^ ×^

− 4

0 2

9 15 

( , N m /C^2 2 )( , C) (( )

2 1 52^103

m

= − × − N/C

Assim, | Ex | = 1,52 × 10 −^3 N/C.

(e) Como a expressão do item anterior é igual à do campo elétrico criado por uma partícula de carga 2 q situada a uma distância a do ponto considerado, o resultado é o mesmo do item (d): | Ex | = 1,52 × 10 −^3 N/C.

  1. Um elemento infinitesimal dx da barra contém uma carga dq = l dx , na qual l = dq / dx é a densidade linear de carga. Por simetria, as componentes horizontais dos campos produzidos pelos elementos de carga se cancelam e precisamos apenas calcular, por integração, a soma das componentes verticais. A simetria do problema também permite calcular apenas a contribuição de metade da barra (0 ≤ xL /2) e multiplicar o resultado por dois. No cálculo que se segue, fazemos uso do fato de que sen u = R / r , na qual r = x^2 + R^2.

(a) De acordo com a Eq. 22-3, temos:

E dq r

dx x R

L =  

^

2  0 2 2

 

/ sen   ^

^ +

( + )

y x R

R dx x R

L

0 2 2

2

/

  0 22

2

(^0 2 2 2 )

2

0

L (^) q L R x L

R x R

q LR

L

⌡^



 LL R

q 2 2 R^ L^ R

( ) +^2 0 2



, N/C,

na qual a solução da integral pode ser obtida usando os métodos do cálculo ou consultando o Apêndice E (veja a fórmula 19 da lista de integrais).

(b) Como foi mencionado no item a, o campo elétrico

E é vertical e faz um ângulo de 90o^ com o semieixo x positivo.

  1. Considere um elemento infinitesimal dx da barra, situado a uma distância x da extremidade esquerda, como mostra a figura. O elemento possui uma carga dq = l dx e está a uma distância r do ponto P. O módulo do campo produzido pelo elemento no ponto P é dado por

dE dx r

As componentes x e y do campo são

dE (^) x = − (^4)  1  r^ dx 2  0

sen

e

dE dx y (^) r

 (^)  0

cos.

Vamos usar u como variável de integração e usar as relações r = R /cos u , x = R tan u e dx = ( R /cos^2 u ) du. Os limites de integração são 0 e p /2 rad. Temos:

E (^) x = − (^4)   R ∫  d = (^4)   R  = − 4  R 0 0 0 0 0

sen cos

π 2 π 2

e

E R

d y (^) R = −  ∫ = − = − 

   

  

 4 0 0 4 0 0 4

2 0

cos

π 2 sen

/ RR

Note que Ex = Ey , qualquer que seja o valor de R. Assim, faz um ângulo de 45° com a barra para qualquer valor de R.

  1. De acordo com a Eq. 22-26, temos:

E z z R

= −

 

 

= × ×

− −

 2 

1 5 3^10 0 2 2 2 8 85^10

6 12

, ,

C m 2 CC /N m

cm

( 2 ⋅^2 ) cm 2 cm^2

 

 (^1)  = 12 12 2 5

6 ,

, 33 × 10 3 N C.

  1. De acordo com a Eq. 22-26, o módulo do campo elétrico em um ponto do eixo do disco situado a uma distância z do centro do disco é dado por

E z z R

 2 

0 2 2

  1. Quando a gota está em equilíbrio, a força da gravidade é compensada pela força do campo elétrico: mg = − qE , em que m é a massa da gota, q é a carga da gota e E é o módulo do campo elé- trico. A massa da gota é dada por m = (4 p /3) r^3 r , na qual r é o raio da gota e r é a massa específica do óleo. Assim,

q mg E

r g E

= − = − = − ×^

 3  4  (1 64 , 10 6 m) ( 3 851 kg m^3 )( 9 9 8 3 1 92 10

5 ,^ ) 8 0^1019

m s , N C

C

2 ×

= − × −

e q / e = (−8,0 × 10 –19^ C)/(1,60 × 10 –19^ C) = −5, o que nos dá q = − 5 e.

  1. (a) A direção inicial do movimento é tomada como o sentido positivo do eixo x , que é também a direção do campo

E ). Usando a Eq. 2-16, v (^) f^2^ − v (^) i^2 = 2 ax , com vf = 0 e a = F / m = − eE / me , para calcular a distância ∆ x :

x = −^ vai^ = −− m v eEe^ i = −^ ×^ ×

2 2 − 31 2 2

( ,9 11 10 kg)( 5,00 10 0 m s C 1,00 10 N C

6 2 3

− ( , × − )( × ) =^ , ×

− 2 1 60 10 19 7 12^10

(^22) m =7,12 cm.

(b) De acordo com a Eq. 2-17, temos:

t x v

x vi

= = = ×
×

med

m m s

2 6

, ×× 10 − 8 s =28,5 ns.

(c) Usando a Eq. 2-16 com o novo valor de ∆ x , temos:

K ^  K

m v m v

v v v

a x i v

e e i

f i i i

= (^ ) =

12 2 12 2

2 2 2 2

2 2 eeE x m ve i

2

2 1 60 10 19 C 1,00 10 N C^3 = −^ ×^ ×

8,00 10 m kg 5,00 10 m s^6

×
× ×

− −

3 9 11 10 31 0 0 112,^.

Assim, a fração da energia cinética perdida na região é 0,112.

  1. (a) O módulo da força a que a partícula está submetida é dado por F = qE , na qual q é o valor absoluto da carga da partícula e E é o módulo do campo elétrico na posição da partícula. Assim,

E F q

= = ×
×
= ×

− −

6 9 3

N ,
C
N C.

Como a força aponta para baixo e a carga é negativa, o campo aponta para cima.

(b) O módulo da força eletrostática exercida pelo campo sobre um próton é

K ^  K

m v m v

v v v

a x i v

e e i

f i i i

= (^ ) =

12 2 12 2

2 2 2 2

2 2 eeE x m ve i

2

2 1 60 10 19 C 1,00 10 N C^3 = −^ ×^ ×

8,00 10 m kg 5,00 10 m s^6

×
× ×

− −

3 9 11 10 31 0 0 112,^.

(c) Como o próton tem carga positiva, a força eletrostática aponta na direção do campo, ou seja, para cima.

(d) O módulo da força gravitacional a que está sujeito o próton é

F (^) g = mg = ( ,1 67 × 10 −^27 kg)( 9,8 m s 2 ) = 1 6, × 10 − 26 N.

(e) A razão das forças é F F

el g

= ×
×
= ×

− −

16 26

N ,.
N
  1. (a) Fe = Ee = (3,0 × 106 N/C)(1,6 × 10 –19^ C) = 4,8 × 10 –13^ N.

(b) Fi = Eq íon = Ee = (3,0 × 106 N/C)(1,6 × 10 –19^ C) = 4,8 × 10 –13^ N.

  1. O módulo da força a que o elétron está submetido é F = eE , na qual E é o módulo do campo elétrico na posição do elétron. A aceleração do elétron é dada pela segunda lei de Newton:

a F m

eE m

= = = ×^ ×
×

− −

19 3

C 2,00 10 4 N C

11

kg

= , × m s 2.

  1. (a) Para que a partícula esteja em equilíbrio, devemos ter

q E mg E mg e

Substituindo os valores dados no problema, obtemos

E mg e

= = ×
×

− 2 −

27 19

kg m/s C

2 ))

= 2 03, × 10 − 7 N C.

(b) Como a força da gravidade aponta para baixo, a força qE

deve apontar para cima. Como a carga da partícula alfa é positiva, o campo elétrico deve apontar para cima.

  1. Combinando a Eq. 22-9 com a Eq. 22-28, temos:

F = q E = q pz kepz

 0 3 3

na qual k é a constante eletrostática, dada pela Eq. 21-5. Assim, temos:

F = ×^ ⋅^ ×^ × 2 8 99( , 10 9 N m 2 C 2 ) (1,60 10 −^19 C) ( 3,6 10 − 29 C⋅⋅ ( × ) − m =^ × − m

3 )^ , N.
9 6 6^1015

Se o momento do dipolo aponta no sentido positivo do eixo z , a força

F aponta no sentido negativo do eixo z.

  1. (a) De acordo com a Eq. 22-28 e a segunda lei de Newton, temos:

E F q

ma e

m e

= = =   a = × ×

31 19

kg  C

^
× =
= × −

2

m/s N/C

1,02 10 N/C

2

(b) Como o elétron tem carga negativa e é acelerado para leste, isso significa que o campo elétrico tem o sentido oposto, ou seja, aponta para oeste.

  1. (a) O módulo da força que age sobre o próton é F = eE , na qual E é o módulo do campo elétrico. De acordo com a segunda lei de Newton, a aceleração do próton é a = F / m = eE / m , na qual m é a massa do próton. Assim,

a = ×^ × ×

− −

19 27

C 2,00 10 N C

kg

4 22 × 1012 m s 2.

(b) Supondo que o próton parte do repouso e usando a Eq. 2-16, temos:

v = 2 ax = 2 1 92( , × 1012 m s 2 )( ,0 0100 m) = 1 96, × 105 m s.

(b) Como vx = v 0 x neste problema (ou seja, ax = 0), temos:

m 1,5 10 m s

t x 5 s v

v v

x

y y

×
= ×

0

7

0

aa ty = 3 0, × 10 3 m s + −( 2 1, × 1013 m s 2 )(1,33 × 10 − 7 s)= − 2 2 8, × 10 6 m/s.

Assim, a velocidade final é

v^  = ( ,1 5 × 10 5 m/s) iˆ − ( ,2 8 × 106 m/s) j.ˆ

  1. (a) Vamos chamar de Q a carga da abelha e de q o valor absoluto das cargas induzidas nos lados do grão de pólen. Representando a carga da abelha por uma carga pontual situada no centro do inseto, a força eletrostática exercida pela abelha sobre o grão de pólen é

F kQq d D

kQ q D

kQ q D

+ −^ = − −

(^2 2 2) dd + D

^
/2 )^2 

na qual D é o diâmetro da esfera que representa a abelha e d é o diâmetro do grão de pólen. Substituindo os valores numéricos, obtemos

F = − × ⋅ ×

×

(^9) N m 2 C 2 12 C

00 −^12 5 00 × 101 − 3 2 − 5 04 × 101 − 3 2
^

C ) (^) ( , m ) ( , m) 

= − 2 56, × 10 −^10 N.

O sinal negativo indica que a força entre a abelha e o grão de pólen é atrativa. O módulo da força é | F | = 2,6 × 10 −^10 N.

(b) Seja | Q ′ (^) | =45 0 pC, o valor absoluto da carga da ponta do estigma. A força eletrostática que o estigma exerce sobre o grão é

′ = ′

+ ′^ −

F k^ Q^ q = − ′ d D

k Q q D

| | k Q q ( )

^

D ) 2 ( d D )^2 

na qual D ′ =^ 1 000,^ mm^ é a distância entre o grão de pólen e o estigma. Substituindo os valores numéricos, obtemos

′ = − × ⋅ ×

×
F ( , )( , − )

(^9) N m 2 C (^2 12) C

12 3 2 3 2

− × −^ −^ × −

C

m m

= − 3 06, × 10 −^8 N.

O sinal negativo indica que a força entre o grão de pólen e o estigma é atrativa. O valor absoluto da força é | F ′ | = 3 06, × 10 − 8 N.

(c) Como | F ′ | >| F | ,o grão salta para o estigma.

  1. (a) De acordo com a Eq. 2-11, a Eq. 22-28 e a segunda lei de Newton, temos:

v v a t v eE m

= − = − t = × − ×^

− 0 0 4

19 | | 4,0 10 m/s (1,6^10 C)(^5 9 11 10

31

9

4

N/C

kg

(1,5 s)

m/s

×
×
= × =

kkm/s.

(b) Como o campo elétrico é uniforme, a aceleração é constante e, portanto, de acordo com a Eq. 2-17, a distância percorrida é

d = v^ +^ v^^0 t = × −^5 = 2

5 0, 10 m 50 m.

  1. Tomamos o sentido positivo para a direita na Fig. 22-55. A aceleração do próton é ap = eE / mp e a aceleração do elétron é ae = 2 eE / me , na qual E é o módulo do campo elétrico, mp é a massa do próton e me é a massa do elétron. Tomamos a origem como a posição inicial do próton. Nesse caso, a coordenada do próton no instante t é x = apt^2 /2 e a coordenada do elétron é x = L + aet^2 /2. No instante em que as partículas passam uma pela outra, suas coordenadas são iguais, ou seja,

1 2

a tp^2 = L + a te^2.

Isso significa que t^2 = 2 L /( ap 2 ae ) e, portanto,

x a a a

L eE m eE m eE m

L m m m

p p e

p p e

e e p

( ) + (^ )^

^
LL
= ×
× + ×

− − −

31 31 27

kg kg kg

= × − =

m

m 27 m.

  1. Como a carga do elétron é negativa e o campo elétrico aponta no sentido positivo do eixo y , a força a que o elétron é submetido, de acordo com a Eq. 22-28, aponta para baixo, e a aplicação da segunda lei de Newton ao problema leva a equações análogas às do movimento balístico discutido no Capítulo 4, com a aceleração da gravidade g substituída por uma aceleração a = eE/m = 8,78 × 1011 m/s^2. De acordo com a Eq. 4-21,

t x v

× °

0 0 6

cos

m (2,00 m/s) cos

×× 10 − 6 s,

o que nos dá (usando a Eq. 4-23)

v (^) y = v (^) 0 sen  0 − at = (2,00 × 106 m/s) sen 40 0, ° −(8,78×× × = − ×

11 6 5

m/s )(1,96 s m/s.

Como a componente x da velocidade não muda, a velocidade final é

v^  = ( ,1 53 × 10 6 m/s i)ˆ − ( ,4 34 × 105 m/s j)ˆ.

  1. (a) De acordo com a Eq. 2-17,

v x t

= = ×
×
= ×

− −

2 8

m , s

m s.

(b) De acordo com a Eq. 2-15, a Eq. 22-28 e a segunda lei de Newton,

E ma e

xm et

= = = ×^ ×
2 2 2 0 10 −^ −

m 9,11 10 kg 00 10

19 8 1 0^103
× ×
− − =^ ×^ =

C 1,5 10 s 2 N C^ 1,0 kN/C. )( )

  1. (a) Para u = 0, a Eq. 22-33 nos dá

t = pE sen 0o^ = 0.

(b) Para u = 90o, a Eq. 22-33 nos dá

 = pE =  2 1 6( , × 10 −^19 C) (^) ( 0,78 × 10 −^9 m (^) ) (( 3,4 ×10 N C^6 ) = 8 5, × 10 − 22 N m.⋅

  1. (a) Como a massa específica da água é r = 1000 kg/m^3 , o peso mg de uma gota esférica de raio r = 6,0 × 10 –7^ m é

W = Vg =  × ^

kg m^3 6 0 10 7 m 3 9 8m s^22 ) = 8 87, × 10 −^15 N.

(b) O equilíbrio vertical das forças nos dá mg = qE = neE , em que n é o número de elétrons em excesso. Explicitando n , obtemos

n = mgeE = (^) × × =

− −

15 19

N
1,60 10 C N C
  1. Os campos produzidos pelas duas cargas mais próximas do ponto médio se cancelam. Assim, precisamos considerar apenas o campo produzido pela terceira carga, que está a uma distância r = 3 d / 2 do ponto médio. De acordo com a Eq. 22-3, temos:

E Q r

Q

d

Q

d

4  0 2 4  0 ( 3 2 )^2 3  0 2
  1. Usando o mesmo raciocínio do Exemplo “Campo elétrico de um arco de circunferência carregado”, chegamos à conclusão de que o módulo do campo elétrico produzido por um arco de circunferência de raio R , com uma densidade linear de carga Q/L , que subtende um ângulo u , é

E Q L R

Q L

arco

= /^ [ / − − / ] = /

 0

sen( ) sen(  ) (^ )senn(^ ^ ). 

4 0 R

Como L = Ru , com u em radianos, temos:

E Q R R

Q

arco R

= 2 /^ /^2 = /

( )sen(  ) sen( ) 

  

Fazendo E arco = 0,500 E part, em que E part é dado pela Eq. 22-3, temos:

2 2 4

0 2 2 4^0 22
Q
R
Q
R

sen(  ) (^) sen   

A solução aproximada da última equação é u = 3,791 rad ≈ 217 °.

  1. Na figura a seguir, o terceiro vértice do triângulo foi escolhido como origem do sistema de coordenadas.

De acordo com a Eq. 22-3,   E E e e p d

em que d é o lado do triângulo. Note que as componentes y dos campos elétricos se cancelam. Como, no caso de um triângulo equilátero, o ângulo u indicado na figura é 60o, temos:

E E E e tot x e (^) d

^

0 2

cos  cos , 

9 × ⋅ (^6 )

×
×

− N m /C (^) −

1,6 10 C

m

(^2 2) cos 19 ) (^ ) ( , )

N C.
= 3 6, × 10 2
  1. A carga de um pequeno trecho da corda é dada por dq = ldx , na qual l é a densidade linear de carga. Como a contribuição desse trecho da corda para o módulo do campo elétrico no ponto xP do eixo x é

dE dq x x (^) P

4  0 ( − )^2

temos:

E dx x x (^) P

 04 ^02

3 .

Fazendo u = xxP , obtemos:

E du u

 

 4 4 

1 0 ,^ m^ , m^ 

= 61 N/C.
  1. Todos os campos produzidos por cargas diametralmente opostas se cancelam, exceto os campos produzidos pelas cargas q 4 e q 8. O campo resultante dessas duas cargas é dado por

E = ed = ×^ ⋅^ ×^

0 2

9 

ˆi ( ,^ N m^2 C^2 ) (1,60^10 19 C)) ,

m 2 i^ N/C)i.

= × −
  1. (a) Supondo que as duas partículas estão no eixo x , vemos que, por simetria, a componente x do campo total é zero; assim, o campo total é igual à componente y , que aponta para cima e cujo módulo é dado por

E Q tot y a

N m /C^2 , = 2 sen^ = ( ,^ ×^ ⋅^ )( × 4

2 8 99^10 12

0 2

^9 

9 2

− )sen = ≈ ( , )

o N/C N/C

(b) Por simetria, vemos que, neste caso, a componente y do campo total é zero; assim, o campo total é igual à componente x , que aponta para a direita e cujo módulo é dado por

E Q tot x a

N m /C^2 , = 2 cos^ = ( ,^ ×^ ⋅^ )( × 4

2 8 99^10 12

0 2

^9 

9 2

− ) cos = ( , )

o N/C

  1. Nossa abordagem, baseada na Eq. 22-29, envolve várias etapas. A primeira consiste em encontrar um valor aproximado de e calculando as diferenças entre todos os pares de valores experimentais. A menor diferença é a que existe entre o sexto e o quinto valores:

18,08 × 10 –19^ C – 16,48 × 10 – 19^ C = 1,60 × 10 –19^ C,