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resolução do capitulo 23 do halliday
Tipologia: Exercícios
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Compartilhado em 31/07/2020
4.8
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A e o vetor campo elétrico
E. Como o ângulo u entre os dois vetores é 180° 2 35° = 145°, o fluxo do campo elétrico através da superfície é
= ⋅ = = × −
E A EA cos ( 1800 N C)( , 3 2 10 3 m) cos 2 145 °° = − × ⋅ = − ⋅
N m C N m C
2 2
E = 4 ˆi − 3 2 0[( , )^2 + 2 ]ˆj^ = 4 ˆi − 18 ˆj
e o fluxo é
(b) Na face inferior do cubo, y = 0 e dA dA
= ( )(− ˆj). Assim,
e o fluxo é
(c) Na face esquerda do cubo, dA dA
= ( )(− ˆi )e
(d) Na face traseira do cubo, dA dA
= ( )( −kˆ ). Como o campo
^ E^ não possui componente^ z , E dA ⋅ = 0 ; portanto, Φ = 0.
(e) Agora temos que somar o fluxo através das seis faces do cubo. É fácil constatar que o fluxo através da face dianteira é zero e que o fluxo através da face direita é igual ao fluxo através da face esquerda com o sinal trocado, ou seja, +16 N · m^2 /C. Assim, o fluxo total através do cubo é
Φ = (–72 + 24 – 16 + 0 + 0 + 16) N · m^2 /C = 2 48 N · m^2 /C.
E A , na qual
(b) = (^) ( −2 00, N C) ˆj^ ⋅( 1 40, m ) 2 ˆj^ = − 3 92, N m⋅ 2 C.
(c) (^) = ( − 3 00, N C i) ˆ^ + ( 400 N C k)ˆ^ ⋅( 1 40, m ) 2 ˆj= 0.
(d) O fluxo total de um campo uniforme através de uma superfície fechada é sempre zero.
′ = − = − a E^2 = − ( ,0 11 m) (3,0^2 × 10 −^3 N/C)= − 1 1, × 110 −^4 N m /C.⋅^2
= = × × ⋅
− −
q 6
0
19 ^12
C 2 N m^2
×× 10 −^9 N m⋅ 2 C = 3 01, nN m⋅ 2 C.
q env = 0 = ( ,8 85 × 10 − 12 C /N m^2 ⋅ 2 )(− 486 N m⋅ 2 C) = − 4 ,, 3 × 10 −^9 C = −4 3, nC.
= = × × ⋅
− −
q 0
6 12
C N m 2 2 N⋅⋅^ m^2 C.
O valor absoluto do fluxo do campo elétrico é
| | = | (^) ∑ ⋅ | = | | = ( )( )= ×
E A E A 600 N/C 37 m 2 22 10 3 N⋅⋅ m 2 /C.
De acordo com a lei de Gauss, o valor absoluto da carga envolvida é
| q env | = 0 | | = 2 0, × 10 −^7 C.
Assim, como o volume do banheiro é V = (2,5 m) × (3,0 m) × (3,0 m) = 15 m^3 e a carga, segundo o enunciado, é negativa, temos:
= = −^ ×^ = − × q −^ − V
env 3
m
2 0 (^10) C/m. 15
(b) O número de cargas em excesso por metro cúbico é
q eV
env (^) = × × =^ ×
− −
7 19 3
C m ccargas/m^
q = 0 = 0 A E ( (^) i − Es ) = ( ,8 85 × 10 − 12 C /N m^2 ⋅ 2 )( 100 m)) N/C 60,0 N/C)
C 3,54 C.
q central = 0 = ( ,8 85 × 10 −^12 C /N m^2 ⋅ 2 )( ,2 0 × 105 N m⋅^22 /C) C C
1,8 C.
(b) Para valores maiores de r , Φ = −4,0 × 105 N.^ m^2 /C. Isso significa que
q env = 0 = ( ,8 85 × 10 −^12 C /N m^2 ⋅ 2 )(− 4 0, × 105 N m /C⋅^2 )) = − 3 54, × 10 −^6 C ≈ −3,5 C.
Entretanto, parte dessa carga é a carga central, calculada no item (a), de modo que a carga da casca A é
qA = q env – q central = −3,5 m C − (+1,8 m C) = 5,3 m C.
(c) Finalmente, para valores muito grandes de r , Φ = 6,0 × 105 N.^ m^2 /C, o que significa que
q env = 0 = ( ,8 85 × 10 − 12 C /N m^2 ⋅ 2 )( ,6 0 × 105 N m /C)⋅^2 == 5 31, × 10 − 6 C ≈ 5 ,3 C.
De acordo com os resultados anteriores, isso significa que a carga da casca B é
qB = q env − qA − q central = +5,3 m C − (−5,3 m C) − (+1,8 m C) = 8,8 m C.
(b) Como os fluxos através das outras três faces são iguais, o fluxo através de uma dessas três faces é um terço do total. Assim, o fluxo através de uma dessas faces é (1/3)( q /8 â 0 ) = q /24 â 0 e o múltiplo é 1/24 = 0,0417.
E dA. O fluxo total através das faces paralelas ao plano yz é
yz x x (^) y
y = (^) ∫∫ [ E x = x − E x = x (^) ] dydz =∫ (^) = dy dz
= ( 2 ) ( 1 ) 0
1 1
2 zz
z
y
y dy (^) z dz
1
2
1
2
1
3
0
1
=
=
=
=
∫
∫
11
2 1
3 = 6 1 2^12
= ∫ =^ =
z ( )( ).
O fluxo total através das faces paralelas ao plano xz é
xz y y (^) x
x = (^) ∫∫ E y = y − E y = y dxdz =∫ (^) = dy
= ( 2 ) ( 1 ) 1
4 1
2 z^ ddz
z 1
2 1
3 =^3 3
= ∫ [−^ − −(^ )]=
e o fluxo total através das faces paralelas ao plano xy é
xy z z (^) x
x = (^) ∫∫ [ E z = z − E z = z (^) ] dxdy =∫ (^) = dx dy
= ( 2 ) ( 1 ) 1
4 1
2 yy
y b b b b 1
2 0
1 =^3 2 3 1^6
= ∫ (^ − ) =^ ( )( )^ =.
De acordo com a lei de Gauss, temos: q (^) env = 0 = 0 ( (^) xy + (^) xz + yz ) = 0 ( ,6 00 b + 0 + 12 0, ) = 24 4 0, 0 ,
o que nos dá b = 2,00 N/C. m.
2 1, 2^ m^6 2
( , C/m 2 ) , 110 −^5 C = 37 C. ^ ×^ =^ ×
2 ( , 6 C/m 2 ) , 110 −^5 C = 37 C. (b) Usamos uma superfície gaussiana de forma esférica, concêntrica com a esfera condutora e com um raio ligeiramente maior. O fluxo é dado pela lei de Gauss:
Φ = q 0
5 12
− −
C /N m^2
NN m⋅ 2 /C.
q −^ − D^2
6 2
m
C/m 2
(b) De acordo com a Eq. 23-11, temos:
E = = × × ⋅
− −
0
7 12
C/m , C N m
2 2 2 00
(a) Como Φ = −9,0 × 105 N m⋅ 2 /C para pequenos valores de r , q central = 0 = ( ,8 85 × 10 −^12 C /N m^2 ⋅ 2 )(− 9 0, × 105 N⋅mm /C)^2 = − 7 97, × 10 −^6 C ≈ −8 0, C.
(b) Para valores maiores de r , Φ = 4,0 × 105 N.^ m^2 /C. Isso significa que q env = 0 = ( ,8 85 × 10 −^12 C /N m^2 ⋅ 2 )(− 4 0, × 105 N m /C⋅^2 )) = 3 54, × 10 −^6 C ≈3,5 C.
Entretanto, parte dessa carga é a carga central, calculada no item (a), de modo que a carga da casca A é qA = q env – q central = −8,0 m C − 3,5 m C) = −11,5 m C ≈ 12 m C. (c) Finalmente, para valores muito grandes de r , Φ = −2,0 × 105 N.^ m^2 /C, o que significa que q env = 0 = ( ,8 85 × 10 − 12 C /N m^2 ⋅ 2 )(− 2 0, × 105 N m /C⋅^2 )) = − 1 77, × 10 −^6 C ≈ − 1 ,8 C.
De acordo com os resultados anteriores, isso significa que a carga da casca B é qB = q env − qA − q central = −1,8 m C − 12 m C − (− 8 m C) = −5,8 m C.
E interno (^) r
0
Quando nos aproximamos da distância r = 3,5 cm a partir do lado de fora da casca, temos:
E externo (^) r r
0 0
Assim, temos:
E E externo interno (^) r
0
, ×× 10 −^9 C/m = −5 8, nC/m
E E E r r
= (^) fio + (^) casca= + ′ (^20)
2 0
na qual l é a densidade linear de carga do fio e l 9 é a densidade linear de carga da casca. O fato de que a carga da casca pode ser expressa através da densidade linear de carga l 9 ou da densidade superficial de carga s permite obter uma relação entre l 9 e s :
q (^) casca = ′ L = (2 RL ) ⇒ ′ = (2 R ).
Para que o campo E do lado de fora da casca seja nulo, devemos ter l 9 = − l , o que nos dá
= − (^) = (^) ×^ = ×
− (^) − 2
3,6 10 C/m R m) 3,8^10
(^6 ) ( 2 )( ,0 015 CC/m^
2(2,0 10 C/m (0,15 m)
0
9 (^40)
) (^00 2) N/C =0,24 kN/C.
(b) Como, na ausência de uma corrente elétrica, o campo é zero no interior dos condutores, há uma carga 2 q na superfície interna da casca e uma carga +q na superfície externa da casca, na qual q é a carga da barra. Assim, a densidade superficial de carga na superfície interna da casca é
(^) int = (^) −^ = − (^) = − 2,0^ ×^10 C/m q − 2 r L 2 r 2 0 05
9 int int ( ,^00 m ) = −6 4^ ,^ ×^10 −^9 C/m^2 = −6 4,^ nC/m^2.
(c) A densidade superficial de carga na superfície externa da casca é
ext ext 2 (^) ext
C/m m)
q − 2 r L r
== + 3 2, × 10 − 9 C/m 2 = +3 2, nC/m^2.
E rL
q Lr
− −
0
12
env C 2 (8,85 10
112 3
0 21
C /N m^2 ⋅ 2 (11,0 m)(20,0 × 1,30 × 10 m)
= −
Assim, | E | = 0,214 N/C.
(b) O sinal negativo indica que o campo elétrico aponta para dentro.
(c) Para r = 5,00 R 1 , a carga envolvida pela superfície gaussiana é q env = Q 1 = 3,40× 10 −^12 C. Assim, de acordo com a lei de Gauss,
E q Lr
− −
env 2
0
12 ^12
m (11,0 m)(5,00 1,30 10 m)
(d) O sinal positivo indica que o campo elétrico aponta para fora.
(e) Considere uma superfície gaussiana cilíndrica de raio maior que o raio interno da casca e menor que o raio interno. Como, na ausência de uma corrente elétrica, o campo é zero no interior dos condutores, o fluxo do campo elétrico através da superfície gaussiana é zero e, portanto, de acordo com a lei de Gauss, a carga total envolvida pela superfície gaussiana é zero. Como a barra central possui uma carga Q 1 , a superfície interna da casca deve possuir uma carga Q int = – Q 1 = –3,40 × 10 −^12 C.
(f) Como sabemos que a casca possui uma carga total Q 2 = –2,00 Q 1 , a superfície externa deve possuir uma carga Q ext = Q 2 – Q int = – Q 1 = –3,40 × 10 −^12 C.
E E E tot (^) x (^) P L / x (^) P L /
0
2 0
( ) ( )
Explicitando x , obtemos
x (^) P = − L
1 2 1 2 2
C/m C/m C/m C/m
cm (^) cm.
(a) Como, nesse caso, r int < r < r ext,
E r r
( ) = int = × ×
− −
2 0 2
6 12
5,0 10 C/m (8,85 10 C 2 //N m (4,0 10 m)
(b) O sinal positivo indica que o campo elétrico aponta para fora.
(c) Como, nesse caso, r > r ext,
E r r
( ) = int^ +^ ext = ×^ −^ −^ × − 2 (^0)
5,0 10 6 C/m 7,0 10 6 C//m 2 (8,85 10 C /N m^2 2 (8,0 10 m)
o que nos dá | E | = 4,5 × 105 N/C.
(d) O sinal negativo indica que o campo elétrico aponta para dentro.
q Ar r L dr ALr
r env =^ ∫ 0 2 2 = 2 4
(a) E = s / â 0 = (1,77 × 10 −^22 C/m^2 )/(8,85 × 10 −^12 C /N m^2 ⋅ 2 ) = 2,00× 10 −^11 N/C, apontando para cima, ou seja, E = ( ,2 00 × 10 − 11 N/C)j.ˆ
(b) E = 0.
(c) E = s / â 0 apontando para baixo, ou seja, E = − ( ,2 00 × 10 −^11 N/C)j.ˆ
= = ×^ = × q −^ − 2 A 2 0 080
m) 2 4,69^10 C/m^2 ( ,
e o módulo do campo é
E = = × × ⋅
− −
0
4 8 85^12
4,69 10 C/m 10 C /N m
2 , 2 2 110 N/C.
7
O campo é perpendicular à placa e aponta para longe da placa, já que a carga é positiva.
(b) Em um ponto afastado da placa, o campo elétrico é aproximadamente igual ao de uma carga pontual com uma carga igual à carga total da placa. Assim,
E q r
− 4
9 2 2 6
N m /C C m 22
a F m
e m
Por outro lado, a aceleração é igual à inclinação do gráfico da Fig. 23-44 b (2,0 × 105 m/s/7,0 × 10 −^12 s = 2,86 × 1016 m/s^2 ). Assim, temos:
= = ×^ ×^ × 2 0 ma 2 8 85 10 −^12 9 11 10 −^31 2 86 101 e
− =^ × −^ C/m^2
T é a tensão do fio, qE
é a força exercida pelo campo elétrico e mg^ ^ é a força da gravidade.
Como a bola está em equilíbrio, a aplicação da segunda lei de Newton às componentes horizon- tal e vertical da força resultante nos dá
qE 2 T sen u = 0 e T cos u − mg = 0.
A primeira equação nos dá T = qE /sen u ; substituindo na segunda equação, obtemos qE = mg tan u. De acordo com a Eq. 23-13, o campo elétrico produzido pela placa é dado por E = s /2 â 0 , sendo que s é a densidade superficial de carga. Assim,
q (^) mg
(^2 )
= tan
e
= ^ = ×^ × 2 0 mg 2 8 85 10 −^12 2 2 1 0 10 −^6 q
tan ( , C /N m. ) ( , kgg m/s C
C/m
) ( , ) tan ,
, ,
2 8
9 2
−
− (^0) 0 nC/m 2.
| | (^). 2 0 4 0 2
r
Explicitando r e substituindo os valores conhecidos, obtemos:
r = (^2) Q | | = (^2) ( 2 6 C/mC 2 ) = (^23) = ± 0 691, m = ±69,1 cm..
Para d = 0,20 m, nenhum dos pontos calculados está na “região proibida” entre a placa e a partícula. Assim, temos:
(a) x = +69,1 cm
(b) x = −69,1 cm
(c) Para d = 0,80 m, um dos pontos ( x = −69,1 cm) está na “região proibida” entre a placa e a partícula e não é uma solução válida. Assim, o único ponto no qual os campos se cancelam é x = +69,1 cm.
a F m
e m
0
na qual m é a massa do elétron. De acordo com a Eq. 2-16, se v 0 é a velocidade inicial do elétron, v é a velocidade final e x é a distância percorrida entre as posições inicial e final, v^2 − v (^) 02 = 2 ax. Fazendo v = 0, substituindo a por – es / â 0 m e explicitando x , obtemos
x v a
mv e
2 0 02 2 2
placa. O fluxo total através da superfície continua a ser Φ = 2 Ea^2 , mas a carga envolvida agora é q = a^2 dr. De acordo com a lei de Gauss, 2 â 0 Ea^2 = a^2 dr e, portanto,
E = d = ×^ × −^ − 2
C/m 3 m ×× ⋅
C /N m
q = r E = × × ⋅
2 2 7 (^9)
m N/C N m^22 C
E r q r
0
1 2
9 8
N m /C^2 2 C m
(b) Como r 1 < r 2 < r = 20,0 cm,
E r ( ) = 41 q^ r +^ q = ( ,8 99^ ×^10 ⋅^ )( ,4 00^ +^2 0
1 2 2
9
N m /C^2 2 ,, )( ) ( , ) ,
m 2 N/C.
(b) De acordo com a lei de Gauss, Φ = q / â 0 , temos:
q = 0 = (^) ( 8 85, × 10 −^12 C /N m^2 ⋅ (^2) ) −( 750 N m ⋅ 2 / C) = −6 6, 44 × 10 −^9 C = −6,64 nC.
| q | = 4 0 r E 2 = ( ,0 158 99^ ,^ ×) ( , 10 3 0^ ×^10 )
3 (^9) m 2 N/C NN m /C⋅ 2 2 =^ ×^ C.
Como o campo aponta para o centro da esfera, a carga é negativa, ou seja,
q = −7,5 × 10 −^9 C = −7,5 nC.
A figura abaixo mostra o módulo do campo elétrico em função de r. Dentro da esfera conduto- ra, E = 0; fora da esfera, E = k | q |/ r^2 , na qual k = 1/4 pâ 0.
razão entre os quadrados das distâncias. O gráfico mostra também que, no ponto r = 3,0 cm, o campo produzido pela partícula e pela casca é 8,0 × 107 N/C. Assim,
E casca + E partícula = E casca + (2,5/3)^2 EA = 8,0 × 107 N/C
e, portanto,
E casca = 8,0 × 107 N/C − (0,7)(2,0 × 107 N/C) = 6,6 × 107 N/C.
Como E casca = Q /4 pâ 0 r^2 , na qual Q é a carga da casca, e E casca = 6,6 × 107 N/C para r = 0,030 m, temos:
Q r E r E k
2 2 7 (^) casca casca^ ( ,^ m) ( ,^ NN/C N m C
∫ E dA ⋅^^ =^4 r E 2 , na qual r é o raio da superfície gaussiana.
Para r < a , a carga envolvida pela superfície gaussiana é q 1 ( r / a )^3 e a lei de Gauss nos dá
4 4
2 1 0
1 0 3
r E q^ r a
E q r a
3 .
(a) Para r = 0, essa equação nos dá E = 0.
(b) Para r = a /2, temos:
E q^ a a
1 − 0 3
( / ) ( ,8 99 10 N m /C^2 2 )( ,5 00 10
55 2 2
2 2 2 00 10
m
) N/C 56,2 mN/C ( , )
(c) Para r = a , temos:
E = qa = ×^ ⋅^ ×^ 1 − 0 2
9 15 4
N m /C^2 2 C ,, 00 × 10 −^2 m) 2 =^ 0 112,^ N/C^ =112 mN/C.
Para a < r < b , a carga envolvida pela superfície gaussiana é q 1 e a lei de Gauss nos dá
4 4
2 1 0
1 0 2
r E q^ E q r
(d) Para r = 1,50 a , temos:
E q r
1 − 0 2
9 15 4
N m /C^2 2 C ,, , )
m
N/C 49,9 mN/C
(e) Para b < r < c , como a casca é condutora, o campo elétrico é zero. Assim, para r = 2,30 a , E = 0.
(f) Para r > c , a carga envolvida pela superfície gaussiana é zero e, portanto, de acordo com a lei de Gauss, 4 pr^2 E = 0 ⇒ E = 0. Assim, para r = 3,50 a , E = 0.
(g) Considere uma superfície gaussiana que esteja no interior da casca condutora. Como o cam- po elétrico no interior do condutor é nulo,
∫ E dA ⋅^ =^0 e, de acordo com a lei de Gauss, a carga envolvida pela superfície é zero. Se Q int é a carga na superfície interna da casca, q 1 + Q int = 0 e, portanto, Q int = 2 q 1 = 2 5,00 fC.
(a) E = 0 para r = 0.
(b) E = 0 para r = a /2,00.
(c) E = 0 para r = a.
Para a ≤ r ≤ b , a carga envolvida q env está relacionada ao volume através da equação
q (^) env = r^ − a ^
3 3 .
Assim, o campo elétrico é
E q r r
= = r^ − a ^
3 3 0
env rr^ a r
3 3 2
(d) Para r = 1,50 a , o campo elétrico é
E a^ a a
= −^ = a
3
3 3 (^2 )
− −
9 12
C/m m C
3 (^2) //N m⋅ 2 N/C.
(e) Para r = b = 2,00 a , o campo elétrico é
E = 3 2 002 00 a^ a −^ a = 3 a 74 =^1 0
3 3 (^2 )
12
− −
C/m m C /N m
3 2 2
(f) Para r ≥ b , o campo elétrico é
E q r
b a r
total^3 (^4 0 2 )
3 ^2
Assim, para r = 3,00 b = 6,00 a , o campo elétrico é
E a^ a a
= −^ = a ^
3
0
3 3 (^2 )
9 12
− −
C/m m C /N m
3 2 2
dx dy dz dr r Q
R ∫ ∫ ∫ =^4 ∫ =
2 π 0.
Fazendo r = rsr / R , em que rs = 14,1 pC/m^3 , e executando a integração, obtemos
4 4
4 s R
o que nos dá
Q = s R^3 = (14 1 , × 10 −^12 C/m 3 )( ,0 0560 m)^3 = 7 78, × 110 −^15 C =7,78 fC.
(b) Para r = 0, o campo elétrico é zero ( E = 0), já que a carga envolvida por uma superfície gaussiana é zero.
De acordo com a lei de Gauss (veja as Eqs. 23-8 a 23-10), em um ponto do interior da esfera situado a uma distância r do centro, o campo elétrico é dado pela equação
E q r
env (^) ,
na qual q env pode ser calculada usando uma integral semelhante à do item (a):
q dr r R
r (^) s r env =^0 =^4
(^4) ∫ (^4) 2 ^4.
Assim,
E r Rr
r R
= 1 s^ = s 4
4 (^2 )
2
(c) Para r = R /2,00, em que R = 5,60 cm, o campo elétrico é
E R R
= s^ = sR
0
2 0
N m⋅ 2 C × C/m 3 m
558 × 10 −^3 N/C =5,58 mN/C.
(d) Para r = R , o campo elétrico é
E R R
= 1 s^ = sR = × ⋅ 4 4
0
2 0
9 2
( , N m 2 C) ( ,, )( , )
12
2
−
−
C/m m
3
mmN/C.
(e) A figura a seguir mostra um gráfico do módulo do campo elétrico em função de r.
E q R
r q R
R q 1 =^ =^
0 3
1 1 0 3
1 4 4 2
Do lado de fora da esfera 2, temos:
E q r
q (^2) R
0 2
2 4 4 0 1 50^2
Igualando as expressões dos campos, obtemos a relação
q q
2 1
E r q r r
r r dr
r ( ) = enc = (^) ∫ ( ) 4
0 2 0 2 0
2
(d) O campo elétrico é máximo quando o valor de r é tal que toda a carga presente no cano é envolvida pela superfície cilíndrica, ou seja, quando r = R. Assim, para | r | = 0,0011 C/m^3 e R = 0,050 m, temos:
E (^) max |^ |^ R ( ,^ )( ,^ ) ,
2
C m m 2(
3 −− (^12) ⋅ =^ ×
C /N m
Este campo é atingido na superfície interna do cano.
(e) Comparando o valor do campo máximo calculado no item (d) com a condição (1) do enun- ciado, vemos que o campo atinge um valor suficiente para produzir uma centelha e que esse valor é atingido nas proximidades da superfície interna do cano.
(a) Para r < a , E = 0.
(b) Para a < r < b , E^ =^ q^ a^4 0 r^2.
(c) Para r > b , E = ( q (^) a + q (^) b ) / 4 0 r 2.
(d) Como E = 0 para r < a , a carga na superfície interna da casca menor é zero e, portanto, a carga na superfície externa da casca menor é qa. Como E = 0 no interior da casca maior, a carga envolvida por uma superfície gaussiana situada entre a superfície interna e a superfície externa da casca maior é zero. Isso significa que a carga da superfície interna da casca maior é 2 qa. Em consequência, a carga da superfície externa da casca maior é qb − qa.
a)
E q r
− 4
9 2 7
N m 2 C C 115
m)
(b)
E = 0, já que o campo no interior de um condutor é zero no regime estacionário.
2
e q r
mv r
e, portanto,
| q | mv r ( ,^ )( ,^ ) e
4 0 2 1 67 10 −^27 kg 3 00 105 m/s 22 9 9
m × N m⋅ 2 C 2 × −^ C
== 1 04, × 10 − 9 C =1,04 nC.
Como a força deve ser atrativa e o próton é uma partícula de carga positiva, a carga da esfera é negativa: q = –1,04 × 10 –9^ C.
E q r
q r
0 0 2 0 2
que é o campo produzido por uma carga pontual (veja a Eq. 22-3).
(b) No ponto r = R /2, o módulo do campo é
E Q R
o que equivale a metade do campo na superfície da esfera. Assim, a fração pedida é 1/2 = 0,500.
F eE e q r
eq r
Note que, para r = R , esta expressão se torna
F eq R (^) R
(a) Fazendo F = FR /2 e explicitando r , obtemos r = R 2. Como o problema pede a distância a partir da superfície da esfera, a resposta é R 2 − R = 0 41, R.
(b) Nesse caso, devemos ter F int = FR /2, na qual F int = eE int e E int é dado pela Eq. 23-20. Assim,
e q R
r eq R
r R^ R 4
0 3 0 2
E E Q final inicial R
(a) A carga da casca é
q = R E = ×
2 2 (^) inicial 9 ( , m ) ( N/C) , NN m C
C 2,0 nC. ⋅
(b) A carga Q é
Q = 4 0 R (^) 22 ( E − E ) = 0 20^180
2 (^) final inicial ( ,^ m^ ) (^ N/C−− × ⋅
N m C
) C nC. ,
(c) Como o campo no interior da casca condutora é zero, o campo produzido pela carga Q deve ser cancelado pelo campo produzido pela carga da superfície interna da casca. Assim, a resposta é +1,2 × 10 −^9 C.
(d) Como a carga total da casca condutora é +2,0 nC e a carga da superfície interna é +1,2 nC, a carga da superfície externa é (+2,0 nC) − (+1,2 nC) = +0,80 nC.