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solution halliday volume 3 cap 24, Exercícios de Eletromagnetismo

solution halliday volume 3 capitulo 22

Tipologia: Exercícios

2020

Compartilhado em 31/07/2020

celso-da-silva-albuquerque-junior
celso-da-silva-albuquerque-junior 🇳🇱

4.8

(13)

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bg1
1. (a) Como um ampère equivale a um coulomb por segundo, temos:
84 84 3600 30 105
Ah Ch
s
s
hC⋅=
,.
(b) A variação de energia potencial é
U = qV = (3,0 × 105 C)(12 V) = 3,6 × 106 J.
2. A variação é
U = eV = 1,2 × 109 eV.
3. Se o potencial elétrico é zero no infinito, na superfície de uma esfera uniformemente carre-
gada tem o valor V = q/40R, na qual q é a carga da esfera e R é o raio da esfera. Assim, q =
40RV e o número de elétrons é
nq
e
RV
e
== =×
×⋅
410 10 400
89910
6
92

0(, )( )
(,
mV
Nm CCC
219
5
1601028 10
)( ,)
,.
×
4. (a)
EF
e
== ×
×
39 10
1601024 10 24 1
15
19
4
,
,,,
N
CN/C004V/m
(b)
VEs==×
(
)
(
)
=24 10 0122910
43
,,,.NC mV2,9 kV
5. O módulo do campo elétrico produzido por uma placa infinita não condutora é E = s/2â0, na
qual s é a densidade superficial de carga. O campo é perpendicular à superfície e é uniforme.
Vamos colocar a origem do sistema de coordenadas na posição da placa e o eixo x paralelo ao
campo e positivo no sentido do campo. Nesse caso, o potencial elétrico é
VV EdxV Ex
p
x
p
=− =−
0,
na qual Vp é o potencial na posição da placa. As superfícies equipotenciais são superfícies de x
constante, ou seja, planos paralelos à placa. Se a distância entre duas dessas superfícies é x, a
diferença de potencial é
V = Ex = (s/2â0)x.
Assim,
xV
==
×⋅
×
228851050
01010
012 2
6
(, )( )
,
CNmV
2
CCm m 8,8 mm
2 =
88 10 3
,.
6. (a) VB – VA = U/q = –W/(–e) = – (3,94 × 10–19 J)/(–1,60 × 10–19 C) = 2,46 V.
(b) VC – VA = VB – VA = 2,46 V.
(c) VC – VB = 0 (C e B estão na mesma linha equipotencial).
Capítulo 24
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d
pf1e

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  1. (a) Como um ampère equivale a um coulomb por segundo, temos:

84 A h 84 C h 3600 3 0 10 5 s

s h

⋅ =  ⋅    = , × C.

(b) A variação de energia potencial é

U = qV = (3,0 × 105 C)(12 V) = 3,6 × 106 J.

  1. A variação é

U = eV = 1,2 × 109 eV.

  1. Se o potencial elétrico é zero no infinito, na superfície de uma esfera uniformemente carre- gada tem o valor V = q /4 0 R , na qual q é a carga da esfera e R é o raio da esfera. Assim, q = 4 0 RV e o número de elétrons é

n q e

R V

e

= = = ×
× ⋅

6 9 2

m V N m CC 2 19 C

5 1 60 10

×
− =^ ×
  1. (a)

E F e

= = ×
×
= × = ×

− −

15 19

N , ,
C

N/C 00 4 V/m

(b)

 V = E  s = ( 2 4, × 10 4 N C )( 0 12, m ) = 2 9, × 103 V =2,9 kV.

  1. O módulo do campo elétrico produzido por uma placa infinita não condutora é E = s /2 â 0 , na qual s é a densidade superficial de carga. O campo é perpendicular à superfície e é uniforme. Vamos colocar a origem do sistema de coordenadas na posição da placa e o eixo x paralelo ao campo e positivo no sentido do campo. Nesse caso, o potencial elétrico é

V V (^) p E dx V Ex

x = − (^) ∫ 0 = (^) p − ,

na qual Vp é o potencial na posição da placa. As superfícies equipotenciais são superfícies de x constante, ou seja, planos paralelos à placa. Se a distância entre duas dessas superfícies é ∆ x , a diferença de potencial é

V = Ex = ( s /2 â 0 )∆ x.

Assim,

x =  V = ×^ ⋅ ×

− −

0 12 2 6

 

C 2 N m V CC m 2 =^ 8 8,^ ×^10 −^3 m^ =8,8 mm.

  1. (a) VB – VA =U / q = – W /(– e ) = – (3,94 × 10 –19^ J)/(–1,60 × 10 –19^ C) = 2,46 V.

(b) VC – VA = VB – VA = 2,46 V.

(c) VC – VB = 0 ( C e B estão na mesma linha equipotencial).

Capítulo 24

  1. Ligamos o ponto A à origem seguindo uma trajetória sobre o eixo y , ao longo da qual não há diferença de potencial (Eq. 24-18:

∫^ E ds ⋅^ =^0 ). Em seguida, ligamos a origem ao ponto^ B seguindo uma trajetória sobre o eixo x ; a diferença de potencial nesse percurso é

V = − E ds ⋅ = − x dx = −  ^

∫ = −

2 0

4 00 ,^ ,^ ,

x = 4 ∫

o que nos dá VB – VA = –32,0 V.

  1. (a) De acordo com a Eq. 24-18, a variação de potencial é o negativo da área sob a curva do campo elétrico em função da distância. Assim, usando a fórmula da área de um triângulo, temos:

V − 10 = 1 = 2

o que nos dá V = 30 V.

(b) No intervalo 0 < x < 3 m, −^ ∫ ⋅

E ds (^) é positiva; para x > 3 m, é negativa. Assim, V = V max para x = 3 m. Usando a fórmula da área de um triângulo, temos:

V − 10 =^1 2

o que nos dá V max = 40 V.

(c) Diante do resultado do item (b), sabemos que o potencial se anula em um ponto de coor- denada X > 3 m tal que a área de x = 3 m até x = X é 40 V. Usando a fórmula da área de um triângulo para 3 m < x < 4 m e da área de um retângulo para x > 4 m, temos:

1 2

( ) ( 1 20 ) + ( X − 4 ) ( 20 ) = 40 ,

o que nos dá X = 5,5 m.

  1. (a) O trabalho realizado pelo campo elétrico é

W (^) iq E ds q^ dz q^ d

f d = (^) ∫ ⋅ = (^) ∫ = = ×

− 0 0 0 0

0 (^2 )

 

12

C )( , C/m 2 )( , m) ( ,

×
×

− − (^) CC /N m

J

= × −

(b) Como V – V 0 = – W / q 0 = – sz /2 â 0 , com V 0 = 0 na superfície da placa, o potencial elétrico no ponto P é

V = − z = − × ×

 − 2 

C/m 2 m 110

− 12 1 17^10 −^2
= − ×

C /N m

2 2 V
  1. Na região entre as placas, ou seja, para 0 < x < 0,5 m, os campos produzidos pelas duas placas, dados pela Eq. 23-13, têm o mesmo sentido e o campo total é

E int

2 2 2

C/m C /N m

= − ×
× ⋅
+ ×

− −

9 12

− × − ⋅

 = −^ ×

C/m C /N m

i

2 ( , 2 2 )

ˆ (^) ( , 110 3 N/C)i.ˆ

Para x > 0,5 m, os campos produzidos pelas duas placas têm sentidos opostos e o campo total é:

E ext

2 2 2

C/m C /N m

= − × i × ⋅

− −

( , 12 )ˆ^
××
× ⋅
= − ×

− −

9 12 3

C/m C /N m

i N

2 ( , 2 2 )ˆ^ ( ,^ //C)i .ˆ

  1. Como as partículas dos vértices estão todas à mesma distância do centro, e como a carga total dessas partículas é 2 q 1 – 3 q 1 + 2 q 1 – q 1 = 0,

a contribuição dessas partículas para o potencial, de acordo com a Eq. 24-27, é zero. Assim, o potencial é a soma dos potenciais das duas partículas de carga +4 q 2 , que estão a uma distância a /2 do centro:

V q a

q a

q a

0

2 0

2 2  /  /  0

( , ×× 10 ⋅ 6 00 × 10 − =

(^9) N m C 2 12 C m

V.
  1. O potencial elétrico no ponto P é

V q d d d d

q d

^
= = ×

0 0

9  

( , NN m C C m

⋅ 2 ×
×
= ×

− −

2 15 2

, −−^4 V =0,562 mV.

  1. Quando a partícula 2 está a uma distância infinita, o potencial na origem se deve apenas à carga da partícula 1:

V q (^1) d 1 0

7 4

= = 5 76 × 10



, 2 V.

Assim, q 1 / d = (5,76 × 107 )/(8,99 × 109 ) = 6,41 × 10 −^17 C/m. De acordo com o gráfico da Fig. 24-34 b , quando a partícula 2 se encontra no ponto x = 0,080 m, o potencial total é zero. Assim,

0 = (^) 0 08, kq 2^ m + kqd^1^ ⇒ q 2 (^) = −0 08 , qd^1 = −5 13 , × 10 −^18 C = −^5 5 131 60 1010 32

18 19

×
× = −

− − e^ e

  1. Em primeiro lugar, observamos que V ( x ) não pode ser igual a zero para x > d. Na verdade, V ( x ) é negativa para todos os valores de x maiores que d. Vamos considerar as duas outras re- giões do eixo x , x < 0 e 0 < x < d.

(a) Para 0 < x < d , temos d 1 = x e d 2 = d – x. Assim,

V x k q d

q d

q x d x

^
^

1 1

2 2 4 0



x d^ ,^ cm^ 6 0, cm.

(b) Para x < 0, temos d 1 = – x e d 2 = d – x. Assim,

V x k q d

q d

q x d x

^
^

1 1

2 2 4 0

x d^ ,^ cm^ 12 0, cm.

  1. Como, de acordo com o enunciado, existe um ponto entre as duas cargas no qual o campo elétrico é zero, as cargas têm necessariamente o mesmo sinal, o que significa que os potenciais elétricos produzidos pelas cargas se somam em todos os pontos do espaço. Assim, não existe nenhum ponto, além do infinito, no qual o potencial elétrico é zero.
  2. De acordo com a Eq. 24-30,

V p r

= = ×^ ⋅^ ×^ ×^

0 2

9 2 30 

( , N m 2 C) ( , , CC m m

⋅ V 16,3 V.
×
− ) =^ ×^ − =
9 2 1 63^105 
  1. De acordo com as Eqs. 24-14 e 24-30, temos, para θ i = 0º:

W q V e p r

p r

ep a^ =^ =^ − i

 cos^  cos^ = co 

 4 0 2 4  0 2

ss  cos 

 4

0 r^^2

De acordo com o gráfico da Fig. 24-36b, Wa = −4,0 × 10 −^30 J para θ = 180o. Assim,

− × −^ = ×^ ⋅^ ×

− 4 0 10 30 2 8 99^10 1 6^10

9 19 , ( ,^ )( ,^ ) (

J N m/C^ C

(^2) p 220 10

9 2 5 6^1037
×
− ⇒^ =^ ×^ − ⋅

m)

p , C m.

  1. (a) De acordo com a Eq. 24-35, o potencial é

V = L^ +^ dL^ + d

= ×

0

2 2

9

 

ln /^ (^ )

NN m⋅ 2 C 2 )( ,3 68 × 10 − 12 C/m ) ln ( ,0 06^ m/^2 )^ + ( ,0 06^ m))^ ( ,^ ) , ,

2 2

2

/ m m V 2

= × −^ = 4 4,3 mV.

(b) Por simetria, o potencial no ponto P é V = 0.

  1. O potencial é
VP = ⌠⌡ dqR = R ⌠ dq = − QR

 0 barra  0 barra  0

== − ×^ ⋅^ × ×

− −

9 2 12 2

N m C C m

2

== −6 20, V.

Note que o resultado não depende do ângulo do arco e é igual ao que seria obtido no caso de uma carga pontual – Q situada a uma distância R do ponto P. Esta “coincidência” se deve, em parte, ao fato de que o potencial V é uma grandeza escalar.

  1. (a) Como todas as cargas estão à mesma distância R do ponto C , o potencial elétrico no ponto C é

V Q R

Q
R
Q
R
= 1  −  = − = − ×

0

1 1 1 0

9  

( , NN m C C m

V.
⋅ 2 ×
×

− −

2 12 2

(b) Todas as cargas estão à mesma distância do ponto P. Como essa distância, de acordo com o teorema de Pitágoras, é R^2 + D^2 , o potencial elétrico no ponto P é

V Q R D

Q
R D
Q
R D
 = −^

1 2 2

1 2 2

1 0 2  ^2

== − ×^ ⋅^ ×
×

− −

9 2 12 2

N m 2 C C m m

V

+ ×

  1. Podemos usar o mesmo raciocínio do livro (veja as Eqs. 24-33 a 24-35), mudando apenas o limite inferior da integral de x = 0 para x = D. O resultado é o seguinte:

V L^ L^ d D D d

= +^ +
= ×^

 − 4  

2 2 2 2

6 0

ln ,^ lnn 4 17 , 1 2

= × V.
  1. De acordo com o que foi observado na solução do Problema 24, as barras podem ser subs- tituídas por cargas pontuais situadas à mesma distância do ponto considerado. Assim, fazendo d = 0,010 m, temos:

V = Q^1 d + QdQd = Qd = × 0

1 0

1 0

1 (^40)

9 2 9

4

N m C C m

V 13

⋅ 2 ×
= × =

, kV.

O potencial Vq produzido por um quadrante no ponto P é, portanto,

Vq = V^ =  R + DD 

= ×^

0

2 2

15

σ 

( , ) ( ,

C/m 2 55 10

12 0 640^2 0 259^2 0 259
× ⋅
− +^ −

C /N m 2 2 m^ m )

( , ) ( , ) , m

V 47,1 V
= 4 71, × 10 −^5 = .

Para D >> R , temos:

V R D D D R D q =^  +^ −  ≈^  +^ + D ^

 8 8 

2 2 0

2 ^2 

 =^ =^ =

 

  8 2  

2 2 0 0

R
D
R
D

q D

/ q

e o potencial é aproximadamente igual ao produzido por uma carga pontual qq = pR^2 s /4.

  1. Podemos usar a Eq. 24-32, com dq = l dx = bx dx (no intervalo 0 ≤ x ≤ 0,20 m).

(a) Nesse caso, r = x e, portanto,

V bx dx x

= ⌠ = b =

0

0 20  0  0

, ( , ) V.

(b) Nesse caso, r = x^2 + d^2 e, portanto,

V bxdx x d

= b^ x d

0 20 2 2 0 20  0  0 0

, (^) , 1 18 V.

  1. Considere um segmento infinitesimal da barra, situado entre x e x + dx. O segmento tem um comprimento dx e uma carga dq = l dx = cx dx. A distância entre o segmento e o ponto P 1 é d + x e o potencial criado pelo segmento no ponto P 1 é

dV dq d x

cx dx d x

Para calcular o potencial total no ponto P 1 , integramos o potencial dV para toda a extensão da barra, o que nos dá

V c^ xdx d x

= L^ c^ x d x d L c

 0 0  0 0 

[ ln( )] 00

9 2

L d L d

^
= × ⋅

ln

( , N m 2 C)( ,, 9 10 ) 0 120, ( ,0 030 ) ln 1 0 120, 0

× −^12 C/m 2 m − m + m ,,

,.

m

V 18,6 mV

^
= × − =
  1. O módulo do campo elétrico é dado por

| E | V ( ,^ , x

= −  = = ×
2 5 0 V) 6 7 10 2

0,015m

V m.

Em todos os pontos da região entre as placas, o campo

E aponta na direção da placa negativa.

  1. De acordo com a Eq. 24-41,

E x y V x x x ( ,^ )^ = − ∂ ( ,^ ) x^^ ,^ ) y

[ 2 0^ V/m^2 2 −3 0V/m^2 2 ] =−−

V/m

V/m

2

2

x

E x y V y y y [ x −−3 0,^ V/m^2 )^ y^^2 ] =2 3 0( ,^ V/m^2 )^ y.

Para x = 3,0 m e y = 2,0 m, temos:  E = −( 12 V/m)iˆ^ +( 12 V/m)j.ˆ

  1. De acordo com a Eq. 24-41,

E dV dx

d dx

= −   ˆi = − ( 1500 x^2 )ˆi = ( − 3000 x )ˆi=(( − 3000 V/m 2 ) ( ,0 0130 m)iˆ = −( 39 V/m)i.ˆ

(a) O módulo do campo elétrico é E = 39 V/m.

(b) O campo elétrico aponta para a placa 1.

  1. De acordo com a Eq. 24-41,

E V x

yz

E V

y

xz

E V

z

x

y

z

2

2

−−4 00, xyz

e, portanto, no ponto ( x , y , z ) = (3,00 m, –2,00 m, 4,00 m), temos

( Ex , Ey , Ez ) = (64,0 V/m, –96,0 V/m, 96,0 V/m).

O módulo do campo é, portanto,  E = E (^) x^2^ + E (^) y^2^ + Ez^2 = 150 V m = 150 N C.

  1. (a) De acordo com o resultado do Problema 24-28, o potencial elétrico em um ponto de coordenada x é

V Q L

x L x

ln.

No ponto x = d , temos:

V = 4 QL  d^ d + L  = 8 99^ ×^10 ⋅^ 43 6× 0

9 2  ln^

( , N m 2 C)( , 110 0 135 1

− 15

= ×
C

m

) m , ln^

d

(^33) V ) ln  1 +0 135,^ m^ ( ,2 90 mV ) ln 1 0 135, m ^

d  =^ + dd

^
^.

(b) Derivando o potencial em relação a x , temos:

E V x

Q

L x

x L x

Q
L

x x (^) x L

^

4  0 ln^  = −^4  0 −

(^2 )

9

x

x L x

Q

x x L

= − ×^ ⋅

( , N m 2 CC C m

2 43 6 1015 4 N
× ( ,
= − ×^ ⋅

− − x x

mm C m

x x + 0 135

(c) Calculamos o valor da componente Ey do campo elétrico a partir do potencial que foi calcu- lado apenas em pontos do eixo y. Para calcular o valor da componente Ex teríamos que calcular primeiro o potencial em um ponto arbitrário do plano xy , da forma V ( x , y ), para depois calcular o campo Ex usando a relação Ex = −∂ V ( x , y )/∂ x.

  1. Aplicando a lei de conservação da energia à partícula livre que está livre para se mover, obtemos:

0 + Ui = Kf + Uf ,

na qual Ui = qQ /4 0 ri , Uf = qQ /4 0 rf , ri é a distância inicial entre as partículas e rf é a distân- cia final.

(a) Como as partículas, por terem cargas de mesmo sinal, se repelem, o valor inicial da distân- cia entra elas é ri = 0,60 m e o valor final é 0,60 m + 0,40 m = 1,0 m. Assim, temos:

K U U qQ r

qQ f i f i rf

= × ⋅

0 0

9

 

( , N m /C^2 2 ))( , )( ) , ,

× 6 × 6  −
− C − C =

m m

0 0 90, J.

(b) Como as partículas, por terem cargas de sinais opostos, se atraem, o valor inicial da distân- cia entre elas é 0,60 e o valor final é 0,60 m − 0,40 m = 0,20 m. Assim, temos:

K U U qQ r

qQ f i f i rf

= − × ⋅

0 0

9

 

( , N m /^2 CC C C m m

× 6 × 6  −
− −  = 4 5, J.
  1. (a) De acordo com a Eq. 24-43, temos:

U k q q r

k e r

= = = ×^ ⋅^ ×^

1 2 2 ( ,8 99^10 9 N m^2 C^2 )( ,1 60^10 −^19 C)^22 m

J.
9 1 15^1019
×
− =^ × −

(b) Como U > 0 e Ur –1, a energia potencial U diminui quando r aumenta.

  1. Tomando a energia potencial elétrica do sistema como zero no infinito, a energia potencial inicial Ui do sistema é zero. Como a energia final é

U q a a (^) a a a (^) a

q f =^ −^ −^ +^ −^ −^ +

^

2 0

2 (^40)

 4  aa

^
^

o trabalho necessário para montar o arranjo é

W U U U U q f i f a

= ×

2 0 9



( , NN m C C m

⋅ 2 ×

,9 92 × 10 −^13 J = −0,192 pJ.

  1. O trabalho executado é igual à variação da energia potencial elétrica. De acordo com as Eqs. 24-14 e 24-26, temos:

W e^ e^ e^ e r

= (^3 −^2 +^2 )(^6 )^ = ( ,^ ×^ ⋅ )(^ )(

0

9 2 

N m 2 C 1 1 60 10 0 020

,^19
× = , ×
− C) −

m

J

2 .

  1. A energia potencial inicial da segunda partícula é Ui = q^2 /4 0 r 1 , a energia cinética inicial é Ki = 0, a energia potencial final é Uf = q^2 /4 0 r 2 e a energia cinética final é Kf = mv^2 /2, na qual v é a velocidade final da partícula. De acordo com a lei de conservação da energia, temos:

K U K U q r

q r i +^ i =^ f +^ f ⇒^ =^ + mv

2 0 1

2 0 2

2 4 4

Explicitando v , obtemos

v q m r r

^
× ⋅

2 0 1 2 9



( , N m 2 C^2 )( )(( , ) , ,

6 2 3 3

×
× × −^ ×

− − − −

C

20 10 6 kg m mm

m s 2,5 km/s.

^
= 2 5, × 10 3 =
  1. Se q 1 é a carga do anel, q 2 é a carga pontual, r é o raio do anel e x é a distância entre a carga pontual e o centro do anel, o trabalho realizado por um agente externo é

W U q q r (^) r x

= − × −

9

 0

( , CC C 8,99 10 N m /C m

− 6 0 × 10 − × ⋅ ⋅ 1 −

m m J.

= × −
  1. Como no caso da força gravitacional, discutido no Capítulo 13, a velocidade de escape pode ser calculada igualando a energia cinética inicial ao valor absoluto da energia potencial:

1 2 4 2

2 1 6^10 1 6^1

0 0

19 mv eq r

v eq rm

= ⇒ = = ×^ ×

−  

( , C)( , 00

15 12 31

− × −^ × −

C

F/m kg

= 2 2, × 10 4 m/s = 22 km/s.

  1. A variação da energia potencial elétrica do sistema elétron-casca quando o elétron parte da posição inicial e chega à superfície da casca é ∆ U = (– e )(– V ) = eV. Para que essa energia seja igual à energia inicial do elétron, K (^) i = m ve i^2 / , 2 a velocidade inicial do elétron deve ser

v U m

eV i e me

= = = ×
×

− −

19 3

C V

(^11) kg =^ 6 63,^ ×^106 m/s.

  1. Tomando a energia potencial como zero quando o elétron móvel está muito longe dos elé- trons fixos, a energia potencial final do elétron móvel é Uf = 2 e^2 /4 0 d , na qual d é metade da distância entre os elétrons fixos. A energia inicial do elétron móvel é Ki = mv^2 /2, na qual m é a massa e v é a velocidade inicial do elétron; a energia cinética final é zero. De acordo com a lei de conservação da energia, temos:

K U mv e i f d

2 2  0

o que nos dá

v e dm

= = ×^ ⋅^ ×^

 0

( , N m 2 C^2 ) ( ) ( , C m 9,11 10 kg

m s 0,

)^2
31 3 2^102
×

− =^ ×^ =^2 2 km/s.

De acordo com a segunda lei de Newton, a aceleração de cada esfera é igual à força de repulsão dividida pela massa da esfera. Sejam mA e mB as massas das esferas. A aceleração da esfera A é

a F A mA

×
0 225, − 3 N =45 0,

5,0 10 kg

m s 2

e a aceleração da esfera B é

a F B mB

×
0 225, − 3 N =22 5,.

10 10 kg

m s 2

(c) A energia potencial inicial, calculada no item (a), é U = 0,225 J. A energia cinética inicial é zero, já que as esferas partem do repouso. A energia potencial final é praticamente zero, já que a distância entre as esferas é muito grande. A energia cinética final é 12 m vA^2^ A^ +^12 m vB B^2 ,^ na qual vA e vB são as velocidades finais. Assim, de acordo com a lei de conservação da energia,

U = 1 m vA A + m vB B 2

De acordo com a lei de conservação do momento,

0 = m vA A + m vB B.

Explicitando vB na equação do momento, obtemos v^ B = −( m^^ A / m^^ B ) vA. Substituindo na equação da energia, obtemos

U = 12 ( m (^) A / m (^) B )( m (^) A + m (^) B ) vA^2 ,

e, portanto,

v Um A (^) m m m B A A B

= ×^

3 ( )

J)(10 10 kg) ×× × + ×

kg)(5,0 10 kg kg)

, m/s..

e

v m m B Av B

= − A = −
×
×

− −

5,0 10 kg 10 10 kg

3 3 ,,75 m/s)^ = −3 87, m/s,

o que nos dá | v (^) B | = 3 87 m/s.,

  1. (a) Usando a relação U = qV , podemos “traduzir” o gráfico de tensão da Fig. 24-54 para um gráfico de energia em unidades de elétrons-volts. De acordo com o enunciado, a energia cinética do pósitron, em elétrons-volts, é Ki = mv^2 /2 e = (9,11 × 10 −^31 )(1,0 × 107 )^2 /2(1,6 × 10219 ) = 284 eV. Como este valor é menor que a altura da ìbarreiraî de energia potencial, 500 eV, o mo- vimento do pósitron se inverte e ele emerge da região em que existe campo em x = 0.

(b) De acordo com a lei de conservação da energia, a velocidade final do pósitron é igual à velocidade inicial, 1,0 × 107 m/s.

  1. Vamos chamar de r a distância pedida. A energia cinética inicial do elétron é K (^) i = 12 m ve i^2 , na qual vi = 3,2 × 105 m/s. Quando a velocidade dobra de valor, a energia cinética passa a ser 4 Ki. Assim,

U er

= −^ = − K = − K (^) iK (^) i = − K (^) i = − m ve (^) i

(^2 ) 4

o que nos dá

r e m ve i

= ×^ ×

0 2

19 9 

( , C) ( , 2 N⋅⋅
× ×

− m^ C =^ × − kg 3,2 10 m s

2 5 2

2 3 9 11 10 19 1 6^10

, 99 m.

  1. De acordo com o gráfico da Fig. 24-53 b , a energia potencial total do sistema é zero quando a partícula 3 está passando pelo ponto x = 0,10 m. De acordo com a Eq. 24-43, temos:

0 4 4 0 10 4 0 1

1 2 0

1 3 0

3 2 0

q q + d

q q d

q q  ( , m) ( , 0 0 m)

e, portanto,

q q d

q q q (^3) d 1 2 1 2

  • 0 10 0 10

m m

o que nos dá q 3 = −5,7 μC.

  1. Vamos chamar de 1 e 2 as partículas fixas e de partícula 3 a partícula móvel. Vamos tam- bém usar o índice 0 para representar a posição na qual as coordenadas da partícula 3 são (0, 0) e o índice 4 para representar a posição na qual as coordenadas são (0, 4 m). Aplicando a lei de conservação de energia à partícula 3, temos:

K 0 + U 0 = K 4 + U 4

na qual

U q q x y

q q x y

1 3 0 2 2

2 3 4  4  0 2 2

(a) Fazendo q 1 = q 2 = q e explicitando K 4 , obtemos:

K K U U qq x y x

0 4 4 0 3 0 2 2

, J  | |

== 1 2, J − ( ,8 99 × 10 9 N m /C⋅ 2 2 )( )( 2 50 × 10 − 6 C)( 15 × 100 1 9 16

− 6

C

m m m J

(b) Fazendo Kf = 0, temos:

K U U qq y

0 0 f^3 0 2

, J (^) m ,  m

o que nos dá y = −8,5 m. (A raiz negativa foi escolhida porque é pedido o valor negativo de y .)

A figura a seguir mostra a energia cinética da partícula 3 em função de y.

Como se pode ver no gráfico, K = 3,0 para y = 0 e K = 0 para y = ±8,5. A partícula oscila entre os dois pontos de retorno, y = +8,5 e y = −8,5.

  1. A distância entre dois pontos de uma circunferência de raio R separados por um ângulo θ (em radianos) é r = 2 R sen(θ/2). Usando este fato, distinguindo os casos em que N é ímpar e os casos em que N é par e calculando as interações entre pares de elétrons, podemos obter a energia potencial total nos dois casos.

No caso da configuração 1, temos:

U Nke N R (^) j j

N

1

2 1

2 1 2

par (^) ∑sen   

=

− , U (^) , ímpar ∑sen Nke N R (^) j j

N

1

2 1

1 2 2

na qual k = 1/4 0 e θ = 2 p / N.

No caso da configuração 2, temos:

U (^) N N^ R ke j j

N

2

2 1

, = = sen 2 2

= (^ − )

par  ∑  

= (^ − )

, U (^) , N = N^ R ke sen j + j

2

ímpar ==  2

3 2

N

na qual θ ′ = 2 p /( N − 1).

Os resultados são todos da forma

U ke (^1) R

2 ou 2 (^2) = ×um número adimensional.

A tabela a seguir mostra os números adimensionais para vários valores de N , nas duas configu- rações. Os valores da tabela são as energias potenciais divididas por ke^2 /2 R.

N 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

U 1 3,83 6,88 10,96 16,13 22,44 29,92 38,62 48,58 59,81 72,35 86,22 101,

U 2 4,73 7,83 11,88 16,96 23,13 30,44 39,92 48,62 59,58 71,81 85,35 100,

Vemos que a energia potencial da configuração 2 é maior que a da configuração 1 para N < 12; para N ≥ 12, a energia potencial da configuração 1 é maior.

(a) O menor valor para o qual U 2 < U 1 é N = 12.

(b) Para N = 12, a configuração 2 é formada por 11 elétrons distribuídos ao longo de uma circunferência a intervalos iguais e um elétron central. A distância entre um dos elétrons da circunferência, e 0 , e o centro da circunferência é R ; a distância entre e 0 e os vizinhos mais pró- ximos que pertencem à circunferência (um de cada lado) é

r = 2 R sen  11   ≈0 56, R.

A distância entre e 0 e os segundos vizinhos mais próximos é

r = 2 R  2  ≈ R 11

sen  1 1,

Assim, existem apenas dois elétrons mais próximos de e 0 que o elétron central.

  1. (a) Se as duas esferas estão ligadas por um fio condutor, os potenciais V 1 e V 2 são necessa- riamente iguais. Assim, a resposta é que o potencial V 1 se torna igual ao potencial V 2.

Fazendo V 1 = q 1 /4 0 R 1 = V 2 = q 2 /4 0 R 2 , q 1 + q 2 = q e R 2 = 2 R 1 , podemos obter os valores de q 1 / q e q 2 / q.

(b) q 1 / q = 1/3 = 0,333.

(c) q 2 / q = 2/3 = 0,667.

(d) A razão entre as densidades superficiais de carga das duas esferas é

 

 

1 2

1 12 2 22

1 2

2 1

^

q R q R

q q q q

R
R
  1. (a) O potencial elétrico é a soma das contribuições das esferas. Seja q 1 a carga da esfera 1, q 2 a carga da esfera 2 e d a distância entre as esferas. O potencial do ponto a meio caminho entre os centros das esferas é

V q^ q d

= +^ = ×^ ⋅^ ×^ −

1 2 9 −^8 4 2

 0

( , N m 2 C 2 ) ( , C ,, ) ,

× 8
= − ×
− C

m

V.

(b) A distância entre o centro de uma das esferas e a superfície da outra é d – R , na qual R é o raio das esferas. O potencial na superfície de cada esfera é a soma da contribuição da própria esfera com a contribuição da outra esfera. O potencial na superfície da esfera 1 é

V 1 qR d qR 0

4 8 99^10
^

 =^ ( ,^ ×^ N m⋅^2 C^2 )^ , ××^ −^ ×− ^

10 −^ −
8 C 8

m

C

, m m

,9 9 × 10 3 V =2,9 kV.

(c) O potencial na superfície da esfera 2 é

V q d R

q (^20) R

^
= × ⋅



( , N m 2 C^2 ) , ×× −

 − ×
10 −^ −
8 C 8

m m

C

, , m

,, 9 × 10 3 V = −8 9, kV.

  1. Como o potencial elétrico é o mesmo em qualquer ponto do interior de um condutor, o potencial elétrico no centro também é +400 V.
  2. Se o potencial elétrico é zero no infinito, o potencial na superfície da esfera é dado por V = q /4 0 r , na qual q é a carga da esfera e r é o raio da esfera. Assim,

q = rV = × ⋅

 0 ( ,^9 ) (^ ) 2

m 1500 V , N m 2 C^2

55 × 10 −^8 C.
  1. Como a distribuição de carga tem simetria esférica, podemos escrever:

E r ( ) = 4 1 qr ,  0

env

na qual q env é a carga envolvida por uma superfície esférica de raio r e centro na origem.

(a) Como R 1 < R 2 < r , temos:

E r q^ q r

( ) = +^ = ×^ ⋅^ ×^

1 2 − 0 2

9 2 6 4



( , N m 2 C)( , CC C m

V/m 1,69 kV

+ ×
= × =

6 2

3

, //m.

  1. (a) O módulo do campo elétrico é

E q R

= = = ×^ ×^ ⋅

 −  0  0 2

8 9 2 4

C N m 2 C ,, )

2 1 2^104

m

= × N C

(b) V = RE = (0,15 m)(1,2 × 104 N/C) = 1,8 × 103 V = 1,8 kV.

(c) Se x é a distância, temos:

 V = V ( x ) − V = 4 π q  R +^1 x − R^1  = − 500

 0

V,

o que nos dá

x R^ V V V

 = ×

m V 5 8 10 V V

−− (^2) m =5,8 cm.

  1. Como a energia potencial do sistema é

U q q x x y y

 =^
1 ×
1 2 8 99^1

1 2

2 1 2  0 2

( 9 N m⋅^2 C^2 ) ( × C^ ) −( ×^6 C)

( )^2 + ( − )^2

cm

J,

o trabalho realizado pela força elétrica é W realizado = − U = 1,93 J e, portanto, o trabalho necessário para colocar as cargas nas posições especificadas é W aplicado = − W realizado = −1,93 J.

  1. Imagine uma superfície gaussiana cilíndrica A de raio r e comprimento h , concêntrica com o cilindro. De acordo com a lei de Gauss,    E dA^ rhE^

q ∫ (^) A^ ⋅^ =^2 ^ =  0

env (^) ,

na qual q env é a carga envolvida pela superfície gaussiana.

Vamos chamar de R o raio do cilindro. Para r < R , ou seja, no interior do cilindro, q env = 0, e, portanto, E = 0.

Para r > R , ou seja, do lado de fora do cilindro, q env = q , a carga total do cilindro, e o módulo do campo elétrico é

E q rh

q h r r

  

na qual l é a densidade linear de carga.

(a) Vamos chamar de EB o módulo do campo elétrico na superfície do cilindro, já que o ponto B está na superfície do cilindro. De acordo com a equação apresentada, para pontos do lado de fora do cilindro, o campo elétrico é inversamente proporcional a r :

E E R r

= (^) B B^ , rRB.

Assim, para r = RC = 0,050 m, temos:

E E R C B (^) R B C

= = ( (^160) ) 0 020  = 0 050

N/C m 64 m

, N C

(b) De acordo com a Eq. 24-18, a diferença de potencial VBVC é

V V E R r

dr E R R B C (^) R B B R

R B B C C B

B − = − =  ^

∫ ln^ =(160 N/CC^ m^ m 0,020 m

)( ,0 020 ) ln  0 050,  = 2 9 V ,.

(c) Como o campo elétrico no interior do cilindro é zero, todos os pontos do cilindro têm o mes- mo potencial e, portanto, tanto o ponto A como o ponto B pertencem ao cilindro, VA – VB = 0.

  1. (a) De acordo com a Eq. 24-18,

V V (^) rE dr

R parede −^ = −^ ∫ ,

e, portanto, para E = ρ r /2 â 0 (veja a solução do Problema 60 do Capítulo 23), temos:

(^0 2 ) 0 0

− = − ^2
^

V (^) ∫ r r^ ⇒ − V = − ( Rr )

R  

  ,

o que nos dá

V =  R^ − r

(b) O valor da diferença de potencial para r = 0 é

V eixo C m^3 C V m

= −^ × m × ⋅

− −

3 12

 , −− 0  = − 7 8, × 10 4 V = −78 kV.

Assim, o valor absoluto da diferença de potencial é | V eixo| = 78 kV.

  1. De acordo com a Eq. 24-30, o potencial elétrico de um dipolo em um ponto qualquer do espaço é dado por

V p r

cos

na qual p é o módulo do momento p  do dipolo, θ é o ângulo entre p  e o vetor posição do ponto, e r é a distância entre o ponto e o dipolo.

Como, no eixo do dipolo, θ = 0 ou θ = p , |cos θ | = 1. Assim, o módulo do campo elétrico é

| |.

E V

r

p d dr r

p r

Nota: se tomarmos o eixo z como eixo do dipolo,

E p z

z E p z

  • (^) = > −= − z < 2

 0 3  0 3

( ) e ( )

  1. De acordo com a Eq. 24-18, temos:

V A r

= − ⌠ dr = A  −  = ×
 4 3 3 −^ −

2

3 2 3 3

( ,2 9 10 m )) A

  1. (a) O potencial na superfície da esfera é

V q R

= = ×^ ×^ ⋅^ =

− 4

0

6 9 2 

C N m C m

2 ,,6 × 10 5 V.