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Trabalho de conclusão de curso (TCC) apresentado em 2009 à banca examinadora. Bom apetite!!!
Tipologia: Teses (TCC)
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Este texto tem como objetivo geral analisar o comércio eletrônico nas empresas como oportunidades de negócios no mercado interno e externo. Com objetivo específico de analisar o crescimento de usuários na Internet nos últimos anos, definindo categorias de comércio eletrônico, verificando possíveis vantagens e características de atuação entre elas, desenvolvendo tabelas e figuras que ilustram bem a definição de cada conceito aplicado. Para relatar a possível causa do gerenciamento logístico foi explicado de forma simples o conceito e as etapas da Logística aplicada ao Comércio Eletrônico dentre as principais demandas envolvidas no processo. Portanto, com o entendimento dos expressivos números de conectados (clientes potenciais), da definição dos modelos de comércio eletrônico, a promoção da cultura exportadora fica evidente nas empresas que desenvolvem esse potencial. Palavras-Chave Micro e Pequenas Empresas. Internet. Comércio Eletrônico. Logística. Exportação. CITAÇÃO: GUEDES, Rainier E. F. F. Comércio Eletrônico: uma realidade ou uma utopia? 2009. 42f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração de Empresas). Faculdade São Miguel, Recife, 2009.
vantagens desse conceito; relatar a possível importância do gerenciamento logístico e da distribuição dos bens e/ou serviços no comércio eletrônico e enunciar pontos estratégicos que facilitem as vendas e as negociações no cenário internacional. A metodologia deste trabalho foi desenvolvida no modelo teórico baseado numa literatura revisada de forma explicativa, abordando os principais acontecimentos do comércio eletrônico e suas repercussões no mundo dos negócios. Pesquisado de forma bibliográfica em livros, artigos, jornais e bibliotecas virtuais de natureza qualitativa nos dados coletados. Por sua vez, a justificativa do tema apresentado está baseada na vivência com as transformações ocorridas na sociedade, junto ao surgimento da economia digital o mundo passou a desenvolver, cada vez mais, informações inerentes ao negócio eletrônico (e-business) de forma rápida, flexível e eficaz com custo relativamente menor. A distância dos mercados reduziu os custos tanto aos comerciantes tradicionais, quanto para os empreendedores da nova economia, no momento que foi desenvolvido junto à internet um canal de comercialização. O comércio eletrônico já é uma realidade para muitas empresas no Brasil e no exterior. A possibilidade de realizar compras, pesquisas de preços, serviços bancários entre outros benefícios sem sair de casa ou da empresa a qualquer hora do dia, é o grande responsável pelo crescimento desse setor. A oportunidade não está restrita aos grandes empreendimentos. Pelo contrário, os recursos tecnológicos necessários para os serviços on-line, exposição de mercadorias, logística e vendas pela internet têm custo acessível também para os pequenos negócios.
O comércio sempre foi a base do desenvolvimento do mundo. Desde que o homem deixou de ser nômade e estabeleceu-se nas pequenas comunidades, havia o mercado, onde eram realizadas as compras e vendas de bens por meio do escambo. Os Fenícios, nos séculos XII e XIV, construíram navios e se lançaram ao mar com objetivo de conquistar novos mercados. Também aconteceu com os portugueses, na idade média, aventuraram-se em longas viagens marítimas buscando novos produtos. Na necessidade, esses povos desenvolveram novas tecnologias e conquistaram novos horizontes (VERÍSSIMO, 2004). Segundo O`Brien (2002, apud PINA, 2005, p. 28) estamos vivemos em uma economia globalizada cada vez mais dependentes da criação, administração de recursos de informação, por redes globais interconectadas com a Internet. As novas tecnologias a cada instante levando muitas informações ao redor do mundo em segundos. Estar disponível na Internet significa estar atualizado em tempo real com o que passa no mundo. É fácil fazer comparações entre o navio a vapor, telefone, ferrovia, avião e internet. Cada um deles abriu novos mercados, reduziu o custo de interações e modificou o valor de certos bens e mercadorias. 1.1 A Evolução da Internet De acordo com Bogo (2000) a internet foi desenvolvida nos tempos remotos da Guerra Fria com o nome de Advance Research and Projects Agency (ArpaNet) com objetivo de manter a comunicação das bases militares dos Estados Unidos, de conectar os computadores dos seus departamentos de pesquisa. A internet nasceu no final da década de 60, nos Estados Unidos. No princípio interligava laboratórios de pesquisas. Pertencia ao departamento da defesa norte-americana. Era o período da guerra fria, e os cientistas queriam uma rede que continuasse operando em caso de bombardeio. Surgiu então o conceito de uma rede em que todos os pontos se equivalessem, sem um comando central. (Santos, 2003, p. 76 )
Silva (2008) explica que com a ampliação das linhas telefônicas, o barateamento dos computadores, o desenvolvimento de tecnologia WI-FI (redes sem fios) e os investimentos das empresas no comércio eletrônico contribuíram para a popularização da internet no Brasil como mídia de comunicação e entretenimento. Além disso, cada vez mais, as pessoas usam a internet como canal de compras. O Brasil nos últimos anos vem demonstrando números expressivos de usuários conectados a Web. Pesquisas recentes mostram que o país conseguiu aumentar seu percentual de conectados a cada pesquisa, com números consistentes apresentados conforme Tabela 1 abaixo: Tabela 1 – Evolução da população brasileira versus internautas brasileiros. Data de pesquisa População (IBGE) (milhões) Internautas (milhões) % da população brasileira Crescimento % dos internautas Mar/08 191,9 50,0 26,1% 17,4% Dez/07 188,6 42,60 22,8% 41,5% Dez/06 186,7 30,10 17,2% 16,2% Jan/05 185,6 25,90 13,9% 29,2% Jan/04 1 78,4 20,05 11,5% 40,0% Jan/03 176 ,0 14,32 8,1% 2,4% Ago/02 175 ,0 13,98 7,9% 16,1% Set/01 172,3 12,04 7,0% 22,4% Nov/00 169,7 9,84 5,8% - Fonte: www.ecommerce.org.br (2008) com adaptação do autor. Através do crescimento do número de internautas, o Brasil tornou-se um dos dez maiores países com maior número de usuários na rede, na atualidade ocupa a sexta colocação, de acordo com a Tabela 2.
Tabela 2 – Os dez países com maior número de usuários na internet. País Usuários % de usuários China 253.000.000 17,3% EUA 220.141.969 15,0% Japão 94.000.000 6,40% Índia 60.000.000 4,10% Alemanha 52.533.914 3,60% Brasil 50.000.000 3,40% Reino Unido 41.817.847 2,90% França 36.153.327 2,50% Coreia do Sul 34.820.00 0 2,40% Itália 34.708.144 2,40% Fonte: www.ecommerce.org.br (2008) com adaptação do autor. Essa grande expansão do uso pessoal e comercial da Internet tem provocado profundas transformações na forma como as empresas se relacionam com os clientes, fornecedores funcionários, órgãos governamentais e público geral. Isso possibilita a concepção de novas estratégias para a conquista de clientes, a melhoria da eficiência nos processos empresariais e o aumento da eficiência na consecução dos objetivos da companhia (SILVA, 2008). A pesquisa realizada pela NielsenNetratings em outubro de 2008 no Brasil mostrou a quantidade de pessoas que têm acesso à Internet nas residências, conforme Tabela 3:
disponibilizar informações sobre a empresa; fazer pequenos anúncios como numa revista ou jornal; promover produtos e serviços que sua empresa produz para o mundo; mostrar as novidades sobre a empresa e seus lançamentos para seus atuais clientes; atrair novos clientes; prover comunicação com prováveis e já existente clientes via e-mail; oferecer um cartão de visitas que tenha maneira interativa e instantânea de ser contatado pelo cliente; permitir que clientes preencham formulários eletrônicos contendo ordens de compras dos produtos visualizados num sítio próprio; receber relatórios contendo informações e estatísticas sobre a origem das visitas e com que os visitantes estão mais interessados (uma grande maneira de testar o mercado para um novo produto); abrir novos mercados, impossíveis de serem atingidos sem grandes despesas com propaganda. Ficar de fora ou adiar a entrada neste mundo novo que está sendo construído ao seu redor, é recusar o mercado mais emergente e com poucas chances de imergir no mundo dos negócios, de acordo com as pesquisas levantadas anteriormente.
Albertin (2000) define que comércio eletrônico é a realização de toda a cadeia de valores dos processos de negócio em um ambiente eletrônico, por meio da aplicação intensa das tecnologias de comunicação e de informação, atendendo aos objetivos de negócio. Os processos podem ser realizados de forma completa ou parcial, incluindo as transações negócio-a-negócio, negócio-a-consumidor e intra- organizacional, em uma infraestrutura de informação e comunicação predominantemente pública, de acesso fácil, livre e de baixo custo. Resumidamente, podemos entender comércio eletrônico como a capacidade de realizar transações envolvendo a troca de bens ou serviços entre duas ou mais partes utilizando meios eletrônicos. De acordo com Laudon (2007, p. 280 ) “[...] podemos classificar os três principais tipos de categorias, de acordo com as transações de comércio eletrônico, levando em conta a natureza das participações da transação”. Sob essa perspectiva, as três principais categorias de comércio eletrônico são: empresa-consumidor, empresa-empresa e consumidor-consumidor. Alguns autores mencionam outra categoria dentro desse contexto, é o caso de Alves (2002) que classifica, por exemplo: empresa-governo, como modelo de comércio eletrônico, em virtude das transações que envolvem empresas e entidades governamentais na atualidade. Muitos conceitos surgiram, e hoje podemos classificar os modelos de negócios on-line de acordo com as transações dos participantes envolvidos. Para um melhor entendimento explicaremos as categorias de acordo com os autores acima citados para um entendimento holístico sobre o assunto.
Segundo Alves (2002, p. 62 ) “[...] os serviços do B2B têm como ponto central a introdução de facilidades e de recursos que permitem a realização de transações de negócios on-line entre as companhias.” Pode representar uma grande oportunidade de redução de custos e ganhar vantagens competitivas pelo compartilhamento da economia de escala da cadeia de suprimentos, com a integração de fornecedores de produtos e serviços, provedores de redes de valor agregado e da Internet. Tal categoria permite que empresas pequenas sejam visíveis pelo mercado global sem as barreiras de fronteira e possam, efetivamente, fazer parte dele. Por meio de aplicativos B2B uma pequena empresa familiar pode negociar com uma grande da rede de varejo. Por outro lado, a rede de varejo elimina intermediários que não agregam valor e que incrementam custos (ALVES, 2002). Cunningham (2000, p. 38) argumenta que: O desenvolvimento de relacionamentos com consumidores tem uma base comum, seja ele um indivíduo (B2C), seja uma empresa inteira (B2B). Entretanto, a complexidade da transação e o nível do relacionamento são diferentes em virtude das variáveis envolvidas. Para o B2B, as relações de dependência podem incluir muitos aspectos do relacionamento nos negócios como vendas, suporte, desenvolvimento, fabricação e distribuição. Alem das principais categorias de comércio eletrônico, as companhias estão usando tecnologias de internet para melhorar o controle e a distribuição de estoques. Mas independente da categoria, a implementação bem-sucedida do comércio eletrônico exige mudanças significativas em tecnologia de sistemas de informação (STAIR E REYNOLDS, 2006, p.288). 2.3 Consumidor-Consumidor ou Consumer-to-Consumer (C2C) Tem o enfoque para venda eletrônica de bens ou serviços para consumidores diretamente a outros consumidores. No Brasil o exemplo mais conhecido é o sítio do MercadoLivre permite que as pessoas vendam suas mercadorias a outros consumidores a preço mais baixo na rede de computadores.
A possibilidade de negócios diretos entre consumidores é uma das mais atraentes novidades da internet. 2.4 Empresa-Governo ou Business-to-Government (B2G) Está caracterizada para as transações que envolvem empresas e entidades governamentais. Os benefícios de governo digital são importantes, desde a eliminação de burocracia até o mecanismo de fiscalização (ALVES, 2002). Alves (2002, p. 69 ) argumenta que: Além dos benefícios diretos, quando os governos passam a usar aplicações G2B (governo-empresa) e B2G (empresa-governo) em seus projetos de compras, inúmeras empresas são estimuladas a ingressarem na economia digital. No Brasil, assim como grande parte dos países da América Latina, ainda é incipiente a quantidade de serviços oferecidos on-line. [...] No Brasil o governo federal tem um agressivo projeto denominado governo digital , oferecendo serviços e informações. A internet provocou mudanças nas relações entre governos e cidadãos em todo mundo. Embora muitos serviços já estejam disponíveis, a utilização é tímida, mas isso vem mudando. As categorias de comércio eletrônico se relacionam entre si, e para estabelecer a estratégia de implementação deve ser direcionada por requisitos muito específicos de cada tipo de negócio. Em virtude das rápidas mudanças as empresas que queiram competir no ambiente virtual, terão de remodelar as suas formas de efetuar negócios. Para àquelas organizações que desejam comercializar seus produtos e serviços na Internet, praticando o comércio eletrônico, a realização de mudanças estruturais em seus ambientes internos através do desenvolvimento das estratégias de negócios inovadoras é mandatória (RAMOS, 2007). As empresas usam o comércio eletrônico para reduzir os custos de transações, acelerar o fluxo de bens e informações, melhorar os níveis de serviços ao
convencionais como envio de mala direta, investimento em propaganda, folhetos, telemarketing, entre outros. Cunningham (2000, p. 45), estabelece algumas características dos clientes B2B e B2C, de acordo com as necessidades de compras, informações ou suporte sobre produtos e/ou serviços, conforme Tabela 5: Tabela 5 – Características dos clientes B2B e B2C. Característica B2B B2C Compras por comparação Pouco Sim Informações específicas sobre o setor Sim Sim Informações específicas sobre o produto Sim Sim Serviço de intercâmbio entre empresas Sim Não Suporte à transação (Comércio Eletrônico) Sim Sim Suporte ao cliente Sim Sim Fonte: Cunningham (2000) Cunningham (2000, p. 41) detalha as diferenças no enfoque dos programas de consolidação das marcas para empresas B2B e B2C. Embora essa consolidação de marca apresente um desafio e resultados diferentes, no negócio B2B o enfoque está em segmentos específicos de negócios, geralmente um grupo que o anunciante conheça bem, conforme Tabela 6 :
Tabela 6 – Questões sobre a marca e sua importância para empresa Questões sobre a marca B2B B2C Influenciar consumidores De algum modo importante Muito importante Influenciar parceiros de negócios Muito importante Menos importante Relações com investidores Importante Importante Relações com a imprensa Muito importante (segmento de mercado) Importante (segmento demográfico) Imagens (Web, mídia impressa, TV, embalagens de produtos) Importante Muito importante Fonte: Cunningham (2000). Segundo Cunningham (2000) a marca é essencial para criar a impressão correta dentro do grupo-alvo. A reputação e as referências representam uma grande parcela do desenvolvimento e expansão de novos relacionamentos nos negócios. O comércio eletrônico existe em vários segmentos industriais, com exemplos bem sucedidos e com ampla área de atuação. Dentre os segmentos pesquisados estão: varejo; distribuição; finanças; projetos de engenharia; suporte para vendas; serviços entre outros. Segundo Alves (2002, p. 38), se tudo que se tem profetizado em termos de mercados digitais acontecer, como milhares de consumidores e empresas estão esperando, haverá uma expansão muito grande do comércio virtual, todos esperam fazer parte dele. Para isso, muitas delas já estão se reestruturando para trabalhar dentro deste novo programa.
Prestação de serviços – a empresa poderá prestar o serviço ao consumidor 24h por dia, sete dias por semana, bem como monitorar suas compras e oferecer suporte, caso haja necessidade. Já os benefícios indiretos ou qualitativos podem ser classificados da seguinte maneira: Novas oportunidades de negócios – com o comércio eletrônico muitas empresas estão trabalhando com o consumidor final, eliminando o intermediário da operação. Surgindo novas formas de intermediação, como os infomediários (empresas responsáveis em intermediar informações), que unem compradores e vendedores que antes não tinham como se conhecer. Relacionamento com os clientes – segundo Rayport e Sviokla (1994 apud Corrêa, 2002) mencionam que atualmente o mundo está com excesso de capacidade de produção e de oferta, e escassez de demanda, existindo a necessidade de mudança de enfoque de pensamento da empresa de oferta para demanda, buscando o relacionamento com os consumidores, baseado na aprendizagem de suas necessidades e desejos. Divulgação da marca da empresa e de novos produtos – a internet proporciona um importante meio de divulgação e de construção da marca da empresa e de novos produtos, já que pode alcançar um mercado consumidor abrangente a um custo reduzido, caso comparado com o tradicional. Aprendizagem organizacional – a introdução da nova tecnologia no ambiente empresarial fará com que as organizações aprendam a trabalhar com novas estratégias de negócios, tanto para obter as informações do consumidor como oferecer novos produtos e serviços. Esse novo ambiente tem fornecido tanto empresas quanto indivíduos, canais alternativos para trocar informações, comunicarem-se, transferir diferentes tipos de produtos e serviços e iniciar transações comerciais.
Tomando como base o ponto de vista conceitual de logística, segundo Cristopher (1997 apud ALVES, 2002): [...] processo pelo qual gerencia estrategicamente a aquisição, movimentação e armazenamento de materiais, peças e produtos acabados (e os fluxos de informações correlatadas) através da organização e de seus canais de marketing, de modo a poder maximinizar as lucratividades presente e futura através do atendimento dos pedidos abaixo do custo. Imaginemos as situações inusitadas que possam vir através da insatisfação dos clientes, comprometendo a credibilidade dos sítios, só faz reforçar a importância de um bom planejamento em logística. É sabido que alguns autores definem a cadeia de suprimentos como o ponto crítico das empresas nesse segmento. O processo de gerenciamento de cadeia de suprimentos é a cadeia de valores chave que, para a maior parte das companhias, oferece imensas oportunidades de negócios se convertida para o comércio eletrônico (STAIR e REYNOLDS, 2006, p. 294). De acordo com Laudon (2007, p. 250) o objetivo central dos sistemas de gerenciamento da cadeia de suprimentos é a viabilidade da informação, ou seja, o compartilhamento rápido e aberto de comunicações e informações entre os membros da cadeia, a fim de minimizar níveis de estoques e rapidez na entrega ao cliente. A internet permite que as tradicionais cadeias de suprimentos sejam drasticamente reduzidas ou modificadas para atender às novas demandas. Segundo Alves (2002) existem vários produtos que são vendidos e entregues diretamente pelo fabricante ao consumidor, eliminando assim a camada intermediária. Stair e Reynolds (2006) compõem três subprocessos no gerenciamento de cadeia de suprimentos: