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4º Pêndulo simples - Ruth Luna, Notas de aula de Engenharia de Petróleo

pêndulo simples

Tipologia: Notas de aula

2013

Compartilhado em 07/08/2013

Ipanema27
Ipanema27 🇧🇷

4.5

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Universidade Federal de Campina Grande
Centro de Ciências e Tecnologia
Departamento de Física
Física Experimental I
4º Experimento: Pêndulo Simples
Aluna: Ruth Luna do Nascimento Gonçalves
Curso: Engenharia de Petróleo
Matrícula: 112150421
Professor: Ademar
Turma: 11
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Universidade Federal de Campina Grande

Centro de Ciências e Tecnologia

Departamento de Física

Física Experimental I

4º Experimento: Pêndulo Simples

Aluna: Ruth Luna do Nascimento Gonçalves

Curso: Engenharia de Petróleo

Matrícula: 112150421

Professor: Ademar

Turma: 11

Campina Grande, 27 de fevereiro de 2013.

  1. Introdução

1.1 Objetivo:

O objetivo deste experimento é determinar o comportamento do período de um pêndulo simples em função de seu comprimento e fazer um estudo que leve à previsão teórica deste comportamento e, através disso, determinar a aceleração da gravidade o local do experimento.

1.2 Material:

  • Corpo Básico (1);
  • Armadores (2.1);
  • Esfera com gancho (2.2);
  • Escala Milimetrada Complementar (2.5);
  • Cronômetro (2.21) e
  • Cordão.

1.3 Montagem:

amarrado no gancho da Esfera. Penduramos o cordão no gancho central da Lingueta Graduada de forma que o comprimento do pêndulo tivesse 80 cm.

Depois de tudo pronto demos um pequeno impulso na esfera, de forma que o pêndulo oscilasse num plano paralelo ao que contém a Lingueta Graduada. O impulso não deveria ser muito grande para que o centro da esfera não se deslocasse mais do que a largura da Lingueta. Dessa forma, o deslocamento angular máximo do pêndulo seria bem menor do que 15º e o sistema poderia ser considerado um pêndulo simples.

Medimos, com um cronômetro, o intervalo de tempo gasto para que a esfera completasse 10 oscilações e dividimos o resultado por 10, obtendo assim o período T de oscilação do pêndulo.

Repetimos esse procedimento diminuindo o comprimento do pêndulo em 70, 60, 50, 40, 30, 20 e 10 cm e anotamos na tabela I.

TABELA I

L (cm) 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,

T (s) 0,62 0,83 1,03 1,15 1,28 1,39 1,52 1,

Com os dados dessa tabela, podemos traçar, em papel milimetrado, o gráfico do comprimento L do pêndulo versus o seu período T. O gráfico obtido é uma curva e parece descrever uma função do tipo. Então, para linearizar essa função, traçamos um novo gráfico em papel dilog de L versus T.

A partir do gráfico linearizado podemos determinar as constantes A e B, onde obtemos A = 27,609 e B = 2,227.

Faremos o diagrama do corpo livre para a Esfera do pêndulo em uma posição angular qualquer em relação à posição de equilíbrio:

Aplicando-se a segunda lei de Newton ao movimento do corpo, obtemos a equação diferencial que dá a aceleração angular:

Para achar s (ângulo em radianos):