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Na USP, essa matéria é o cálculo 3. Boa apostila, bem elaborada.
Tipologia: Notas de estudo
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Compartilhado em 20/03/2011
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Notas do Curso de SMA-333 C´alculo III
Prof. Wagner Vieira Leite Nunes
S˜ao Carlos 1.o semestre de 2007
Este trabalho poder´a servir como notas de aula para o cursos cuja ementa trata de seq¨uˆencias ´e s´eries num´ericas, seq¨uˆencias ´e s´eries de fun¸c˜oes, em particular, s´erie de potˆencias e de Fourier. Aplicaremos s´eries de Fourier para a resolu¸c˜ao de alguns problemas relacionados com algumas Equa¸c˜oes Diferenciais Parciais, a saber, as Equa¸c˜oes do Calor, da Onda e de Laplace, no caso peri´odico. Ser˜ao exibidos todos os conceitos relacionados com o conte´udo acima, bem como pro- priedades e aplica¸c˜oes dos mesmos. As referˆencias ao final das notas poder˜ao servir como material importante para o conte´udo aqui desenvolvido.
26.02 - 1.a aula 1.03 - 2.a aula 5.03 - 3.a aula
Come¸caremos tratando das:
Defini¸c˜ao 2.1.1 Uma seq¨uˆencia de n´umeros reais (ou complexos) (ou seq¨uˆencia num´erica) ´e uma aplica¸c˜ao a : N → R (ou C) n 7 → a(n)
isto ´e, uma lei que associa a cada n´umero natural n um, ´unico, n´umero real (ou complexo) a(n) que indicaremos por an. Os elementos an ser˜ao ditos termos da seq¨uˆencia. O conjunto {an : n ∈ N} ser´a dito conjunto dos valores da seq¨uˆencia. Denotaremos uma seq¨uˆencia por: (an)n∈N, (an), {an}n∈N, {an}.
Exemplo 2.1.
n
, n = 1, 2 , · · ·.
Conjuntos dos valores da seq¨uˆencia = { 1 , 12 , 13 , · · · }.
nπ 2
0 , n par (−1)
n+3 2 , n ´ımpar
, n = 1, 2 , · · ·.
Conjuntos dos valores da seq¨uˆencia = { 1 , 0 , − 1 }.
7
n n ,^ n^ = 1,^2 ,^ · · ·^. Conjuntos dos valores da seq¨uˆencia = { 0 , 1 , 0 , 12 , 0 , 13 , · · · }.
Como seq¨uˆencias s˜ao fun¸c˜oes a valores reais (ou complexos) podemos som´a-las, multiplic´a- las por n´umeros reais (ou complexos) de maneira semelhante a quaisquer fun¸c˜oes, isto ´e,
Defini¸c˜ao 2.2.1 Dadas as seq¨uˆencias (an)n∈N, (bn)n∈N e α ∈ R (ou C) definimos a seq¨uˆencia soma da seq¨uˆencia (an)n∈N com a seq¨uˆencia (bn)n∈N, denotada por (an)n∈N + (bn)n∈N, como sendo: (an)n∈N + (bn)n∈N = (^. an + bn)n∈N
ou seja, a seq¨uˆencia soma ´e obtida somando-se os correspondentes termos de cada seq¨uˆencia. Definimos a seq¨uˆencia produto do n´umero real (ou complexo) α pela seq¨uˆencia (an)n∈N, indicada por α(an)n∈N, como sendo:
α(an)n∈N = (^. αan)n∈N
ou seja, a seq¨uˆencia ´e obtida multiplicando-se os correspondentes termos de cada seq¨uˆencia pelo n´umero real (ou complexo). Definimos a seq¨uˆencia produto da seq¨uˆencia (an)n∈N pela seq¨uˆencia (bn)n∈N, indicada por (an)n∈N.(bn)n∈N, como sendo:
(an)n∈N.(bn)n∈N = (^. anbn)n∈N
ou seja, a seq¨uˆencia ´e obtida multiplicando-se os correspondentes termos de cada uma das seq¨uˆencias. Se bn 6 = 0, n ∈ N, definimos a seq¨uˆencia quociente da seq¨uˆencia (an)n∈N pela seq¨uˆencia (bn)n∈N, indicada por α(an)n∈N/(bn)n∈N, como sendo:
(an)n∈N/(bn)n∈N = (^. an/bn)n∈N
ou seja, a seq¨uˆencia ´e obtida dividindo-se os correspondentes termos de cada uma das seq¨uˆencias (observe que bn 6 = 0, n ∈ N).
A seguir vamos formalizar esta ´ultima situa¸c˜ao mais precisamente, ou seja, colocar de forma correta o conceito de ”convergir” (ou ”aproximar-se de”, ou ainda ”tender a”).
Defini¸c˜ao 2.3.1 Diremos que uma seq¨uˆencia (an)n∈N ´e convergente (ou converge, ou tende) para l ∈ R (ou C) quando n vai para infinito, escrevendo-se (^) nlim→∞ an = l (ou
ann→∞ → l, ou ainda simplesmente an → l) se, e somente se, dado ε > 0 existir N 0 ∈ N tal que se n ≥ N 0 temos |an − l| < ε.
Observa¸c˜ao 2.3.
8.03 - 4.a
Proposi¸c˜ao 2.3.1 Se o limite existe ele deve ser ´unico, isto ´e, se (^) nlim→∞ an = l 1 e (^) nlim→∞ an =
l 2 ent˜ao l 1 = l 2.
Demonstra¸c˜ao: Mostremos que para todo ε > 0 temos |l 1 − l 2 | < ε, o que implica que l 1 = l 2. Para isto temos que dado ε > 0 como (^) nlim→∞ an = l 1 ent˜ao existe N 1 ∈ N tal que se
n ≥ N 1 tem-se |an − l 1 | < ε 2. De modo an´alogo, como lim n→∞ an = l 2 existe N 2 ∈ N tal que se n ≥ N 2 tem-se |an −l 2 | < ε
Logo se n ≥ max{N 1 , N 2 } temos
|l 1 − l 2 | = |l 1 − an + an − l 2 | ≤ |l 1 − an| + |an − l 2 |
(n≥N 1 e n≥N 2 ) <
ε 2
ε 2
= ε
completando a demosntra¸c˜ao. §
Exemplo 2.3.
n
)n∈N ´e convergente para zero, isto ´e, (^) nlim→∞
n
Para isto observemos que dado ε > 0 se tomarmos N 0 ∈ N tal que N 0 > (^1) ε ent˜ao, para n ≥ N 0 teremos
|an − l| = |
n
n
(n≥N 0 ≥1) ≤
< ε
mostrando a afirma¸c˜ao.
2 n n + 1
Para isto observemos que dado ε > 0 se tomarmos N 0 ∈ N tal que N 0 > (^2) ε ent˜ao, para n ≥ No teremos
|an−l| = |
2 n n + 1
2 n − 2 n − 2 n + 1
n + 1
n + 1
(n+1≥n≥1) ≤
n
(n≥N 0 ≥1) ≤
< ε
mostrando a afirma¸c˜ao.
, isto ´e, a 1 = 0, 3 , a 2 = 0, 33 , a 3 = 0, 333 , · · ·.
Ent˜ao (^) nlim→∞ an =
De fato, dado ε > 0 seja N 0 ∈ N tal que N 0 > log
3 ε
− 1 , ou seja, 10 N^0 +1^ >
3 ε
, ou
ainda
< ε temos:
Com isso se n ≥ N 0 temos que |an −
n−casas
n ︷ ︸︸ ︷−casas 9 · · · 9 − 1 3
n ︷ ︸︸ ︷−casas 0 · · · 0 1 3
− 1 10 n+ 3
3 10n+
(n≥N 0 ≥1) <
< ε como quer´ıamos demonstrar.
Defini¸c˜ao 2.3.2 Diremos que uma seq¨uˆencia (an)n∈N ´e limitada se existir M ∈ R tal que |an| ≤ M para todo n ∈ N.
n^ lim→∞(an.bn) = 0.
Demonstra¸c˜ao: De 1.: Para (2.1): Como (^) nlim→∞ an = a e (^) nlim→∞ bn = b, dado ε > 0 existem N 1 , N 2 ∈ N tal que se n ≥ N 1
temos |an − a| <
ε 2
e se n ≥ N 2 temos |bn − b| <
ε 2
Logo, tomando-se N 0 = max^. {N 1 , N 2 } temos para n ≥ N 0 que
|(an +bn)−(a+b)| = |(an −a)+(bn −b)| ≤ |an −a|+|bn −b|
(n≥N 0 ≥N 1 e n≥N 0 ≥N 2 ) <
ε 2
ε 2
= ε,
mostrando que (^) nlim→∞(an + bn) = a + b ou, equivalentemente, (^) nlim→∞(an + bn) = (^) nlim→∞ an +
nlim→∞ bn. A demonstra¸c˜ao de (2.2) ´e an´aloga e ser´a deixada como exerc´ıcio para para leitor. Para (2.3): Vamos supor que a 6 = 0. Como lim n→∞
an = a e lim n→∞
bn = b, s˜ao convergentes elas s˜ao limitadas, em particular,
(bn) ´e limtada logo existe M > 0 tal que |bn| ≤ M , para todo n ∈ N. Dado ε > 0 existem N 1 , N 2 ∈ N tal que se:
n ≥ N 1 temos |an − a| <
ε 2 M
n ≥ N 2 temos |bn − b| <
ε 2 |a|
Seja N 0 = max^. {N 1 , N 2 }. Observemos que se n ≥ N 0 ent˜ao n ≥ N 1 e n ≥ N 2 logo |(an.bn)−(a.b)| = |(an −a)bn +(bn −b)a| ≤ |an −a||bn|+|bn −b||a| < |an −a|M +|bn −b||a| < ε 2 M
ε 2 |a|
|a| =
ε 2
ε 2
= ε,
mostrando que lim n→∞
(an.bn) = a.b ou, equivalentemente, lim n→∞
(an.bn) = lim n→∞
an. lim n→∞
bn. Se b 6 = 0 podemos fazer uma demonstra¸c˜ao semelhante. Se a = b = 0 ent˜ao temos que dado ε > 0 existem N 1 , N 2 ∈ N tal que se: n ≥ N 1 temos |an − 0 | <
ε; n ≥ N 2 temos |bn − 0 | <
ε. Seja N 0 = max^. {N 1 , N 2 }. Observemos que se n ≥ N 0 ent˜ao n ≥ N 1 e n ≥ N 2 logo
|(an.bn) − a.b| = |an.bn| = |an||bn| <
ε.
ε = ε,
mostrando que lim n→∞(an.bn) = 0 ou, equivalentemente, lim n→∞(an.bn) = lim n→∞ an. (^) nlim→∞ bn.
A demonstra¸c˜ao de (2.4) ´e semelhante e ser´a deixada como exerc´ıcio. De 2.: Suponhamos, por absurdo, que a > b, isto ´e, lim n→∞ an > (^) nlim→∞ bn.
Logo, dado ε =.
a − b 2
> 0, existem N 1 e N 2 ∈ N tal que: Se n ≥ N 1 ent˜ao |an − a| < ε = a− 2 b, ou seja −ε < an − a < ε o que implica que
−
a − b 2
a − b 2
a + b 2
< an se n ≥ N 1.
Se n ≥ N 2 ent˜ao |bn − b| < ε =
a − b 2
, ou seja −ε < bn − b < ε o que implica que
−
a − b 2
a − b 2
a + b 2
se n ≥ N 2.
Logo, se n ≥ max{N 1 , N 2 } temos que bn <
a + b 2
< an, isto ´e, bn < an se n ≥
max{N 1 , N 2 }, o que ´e um absurdo pois, por hip´otese, an ≤ bn para todo ∈ N. De 3.: Como (bn)n∈N ´e limitada , existe M > 0 tal que |bn| ≤ M para todo n ∈ N. Mas (an)n∈N convergete para zero, logo dado ε > 0 existe N 0 ∈ N tal que se: n ≥ N 0
temos |an − 0 | <
ε M
Logo, dado dado ε > 0 se n ≥ N 0 temos
|an.bn − 0 | = |an||bn| ≤
ε M
M < ε,
mostrando que lim n→∞(an.bn) = 0.
De 4.: Como lim n→∞ an = l e lim n→∞ bn = l, dado ε > 0 existem N 1 , N 2 ∈ N tal que se:
n ≥ N 1 temos |an − l| < ε, o que implica que −ε < an − l < ε; n ≥ N 2 temos |bn − l| < ε o que implica que −ε < bn − l < ε. Logo se tomarmos N 0 = max{N 1 , N 2 } temos, para n ≥ N 0 que
−ε < an − l ≤ cn − l ≤ bn − l < ε, (pois an ≤ cn ≤ bn, para todo n ∈ N)
ou seja −ε < cn − l < ε ou, equivalentemente, |cn − l| < ε, mostrando que lim n→∞ cn = l.
§
Observa¸c˜ao 2.3.
Exemplo 2.3.
n^2
Para isto observemos que se f (x) =. (^) x^12 , x > 0 ent˜ao (^) xlim→∞ f (x) = lim x→∞
x^2
= 0. (visto no C´alculo I).
Sendo an =^.
n^2
= f (n), n ∈ N, segue, do teorema acima, que (^) nlim→∞
n^2
= lim n→∞ an =
xlim→∞ f^ (x) = 0, ou seja^ nlim→∞
n^2
n en^
)n∈N.
Se definirmos f (x) =.
x ex^
, x > 0 ent˜ao temos que (^) xlim→∞ f (x) = lim x→∞
x ex
lim x→∞
d dx x d dx e
x = lim x→∞
ex^
= 0 (o ´ultimo limite foi tratado em C´alculo I).
Sendo an =^.
n en^
= f (n), n ∈ N, segue, do teorema acima, que (^) nlim→∞
n en^
= lim n→∞ an = lim x→∞
f (x) = 0, ou seja lim n→∞
n en^
n
)n)n∈N ´e convergente para e (n´umero de Euler).
De fato, se considerarmos f (x) = (1 + (^1) x )x, x > 0 ent˜ao segue, do 2.o limite funda- mental, que lim x→∞
f (x) = e.
Sendo an = (1 +^. (^) n^1 )n^ = f (n), n ∈ N, segue, do teorema acima, que (^) nlim→∞(1 +
n
)n^ =
nlim→∞ an^ = lim x→∞ f^ (x) =^ e, ou seja^ nlim→∞(1 +
n
)n^ = e.
Se r > 1 ent˜ao ln r > 0 logo a seq¨uˆencia ser´a divergente (pois neste caso (^) xlim→∞ ex^ ln^ r^ = ∞).
Observa¸c˜ao 2.3.
f (x) n˜ao existe ent˜ao lim n→∞
an n˜ao existe, onde an =^. f (n), n ∈ N, como mostra o exemplo: Se f (x) = sen(πx), x ∈ R ent˜ao lim x→∞
f (x) n˜ao existe. por´em se an = f (n) = sen(πn) = 0, n ∈ N assim (^) nlim→∞ an = 0, ou seja (an)n∈N ´e convergente.
12.03 - 5.a
Observa¸c˜ao 2.3.8 Como vimos anteriormente toda seq¨uˆencia convergente ´e limitada, mas n˜ao vale a rec´ıproca. A quest˜ao que poder´ıamos colocar ´e: al´em de ser limitada, que propriedade(s) uma seq¨uˆencia poderia ter para que fosse convergente? A seguir introduziremos uma nova classe de seq¨uˆencias que nos ajudar˜ao a responder essa pergunta.
Defini¸c˜ao 2.3.3 Diremos que uma seq¨uˆencia (an)n∈N ´e:
Se for de um dos tipos acima ela ser´a dita mon´otona.
Exemplo 2.3.
n
, n ∈ N ´e estritamente decrescente (portanto
mon´otona) pois an+1 =
n + 1
(n+1>n) <
n
= an para todo n ∈ N.
2 n^
, n ∈ N ´e estritamente decrescente (portanto
mon´otona) pois 2 n+1^ > 2 n^ para todo n ∈ N logo an+1 =
2 n+^
2 n^
= an para todo n ∈ N.
Observa¸c˜ao 2.3.
ln(n + 2) n + 2
, n ∈ N ´e estritamente decrescente.
De fato, se considerarmos f (x) =
ln(x + 2) x + 2
, x ≥ 1 ent˜ao temos que f ′(x) = 1 x+2 (x^ + 2)^ −^ ln(x^ + 2).^1 (x + 2)^2
1 − ln(x + 2) (x + 2)^2
< 0 se x ≥ 1 (observemos que se x ≥ 1 ent˜ao x + 2 > e assim ln(x + 2) > 1 ou 1 − ln(x + 2) < 0 ). Logo, como f ′(x) < 0 para x ≥ 1 temos que f ´e estritamente decrescente implicando que (an)n∈N ´e estritamente decrescente (pois an = f (n), n ∈ N).
A seguir vamos mostrar que se uma seq¨uˆencia ´e mon´otona e limitada ent˜ao ela ser´a convergente. Para isto precisamos introduzir alguns conceitos importantes que s˜ao:
Defini¸c˜ao 2.3.4 Seja A ⊆ R n˜ao vazio.
Vejamos os exemplos a seguir:
Exemplo 2.3.
Observa¸c˜ao 2.3.
Se tomarmos M = max{|c|, |d|} ent˜ao, para todo a ∈ A temos a ≤ c ≤ |c| ≤ M e a ≥ d ≤ −|d| ≤ −M , assim −M ≤ a ≤ M , para todo a ∈ A, ou seja, |a| ≤ M , para tod a ∈ A implicando que A ´e limitado.
Defini¸c˜ao 2.3.5 Seja A ⊆ R, n˜ao vazio, limitado inferiormente (superiormente). Di- remos que l ∈ R ´e o ´ınfimo (supremo) do conjunto A, indicado por inf(A) (sup(A)), se:
i) l ´e um limitante inferior (superior) de A;
ii) l ´e maior (menor) com essa propriedade, isto ´e, se m ´e um limitante inferior (su- perior) de A ent˜ao m ≤ l (m ≥ l).
Observa¸c˜ao 2.3.
i) l ´e um limitante superior (inferior) de A; ii) Dado ε > 0 existe a ∈ A tal que: l − ε < a (a < l + ε).
b (^) l − ε l
a ?
Exemplo 2.3.