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Dentistica segunda parte, Notas de estudo de Odontologia

uea para baixar turma

Tipologia: Notas de estudo

2012

Compartilhado em 15/08/2012

helinaldo-correa-1
helinaldo-correa-1 🇧🇷

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Dentística Procedimentos Pré-clínicos neischone indelli ego us Cavidade de Classe ii Comploie em Primeiro Molar-latener Esdi MATERIAIS E INSTRUMENTOS NECESSÁRIOS e Toalha plástica para bancada e Lápisbom apontado e Pinçaclínica e Sonda exploradora nê 5 º . Espelho clínico plano Contra-ângulo convencional Kavo, Dabi ou similar Escova para limpeza de brocas Porta-matriz circular da Ivory com matriz ceaçode 5 mm Cunha de madeira pré-fabricada Mandril para peça de mão Disco ce lixa de granulação grossa Técnica de Preparo Forma de contorno Caixa octusal A determinação da forma de contorno do seg- mento oclusal para essa cavidade segue cs mesmos princípios da cavidade do Clesse | oclusal, já vista no capítulo 6. Devo-se lem- brar, entretanto, que o primeiro molar inferior aprasonta “rós cúspides vesiibulares e duas cúspides lingueis, devem ser preservadas du- rante à exocução da forma de contorna. As- sim, as cicatriculas é fissuras devom ser en- globadas no preparo cavitário, respeitando-se às vertentos de cúspides e cristas marginais (Fig. 12.14). Como esta caixa oclusal repre- senta o início de um preparo ociuso-proximal, com auxilio da mesma broca (245 ou 556) (FiG- e Broca para alta velocidade, cone invertido longo de extremo plano e arestas arredon- cadas né 245 (0,81 mm de diêmetro) Brocas cilindrica picotada nº 556, e lisa nº 56, para rotação convencional Broca lronco-cônica picotada nº 699, para rotação convencional Enxada dupla monoangulada nº 8-9 (10-4- 148 10-48) Macnado pára esmalte nº 14-15 (10-6-14) Recortadores de margem gengival nº 28- 29 (10:95-1-14 € 10-80-7-14) e Colher de demina 11 !i2 12.6) realiza-se desgaste complementar en- volvendo parte das cristas marginais mesiale distal, deixando-as com a menor esoessura possível sem, no entanto, rompé-tas (Fig 421Be C), Esso procedimento tem a finalida- de de facilitar o acosso proximal posteriormen- te, diminuindo os riscos de comprometimenta do dente vizinhe e de desgaste excessivo no sentido axial, ao mesmo tempo que caracter “za um segmeno oclusal com maior dimensão mesiodistal do que em cavidado do Classe | simplesmente oclusal. Convém salientar ain- da que o desgaste parcial das cristas margi- nais deve seguir sempre em cireção à região de contato, evitando a superextensão da futu- ra caixa proximal no sentido vestibulalingual Para a proteção do dente vizinho, pode-se ain- da lançar mão de matriz do aço inoxidável uti- lizada para restaurações. A caixa proximal só ueve ser inicieca após a complementação do prepara oclusal. capítulo Capítulo 42. Cavidade de Classe Il, Complexa, MOD, em Primeiro Molar inferior Esquerdo Fig. 1Z.1A Detimitação docontor Fig. N2.7B Áreas de cicaríulas e Fig. 12.1€ Desgaste complemen- no ociusai Ássuiras engionadas pelo prenaro Ga tar ces custas inorginais caixa cousa! Fig. 12.2A Penemração na união Fig, 12.28 ..na direção gengiml Fig. 12.2C Perfração da parece cla pssrerde pur como remanescer a úm de esboçar as caixas pronimais, — dE “esmalte” durante os imcuimentos te da costa marginal, periduiaros, Fig. 12.2E Paredes iingual axial Fig. 12.2F . vesmibuiar sendo dei ta margin após rompimento. gengivae midias com é bruta vê 556 Dentística — Procedimentos Pré-clínicos Fig. 12.34 Aspecto cs cavidade Fig. 12.38 Recoriodordemanem — Fig, 12,3€ ..e arredondendo o ads instrumentação inicia, gengival pianiiicando à parede de — diedro gengivolingual em “esmalte” mate” gengiva. Fig. 12.8B Retenções adicionais Fig. 124€ o vestibuool com nquio axiopulper com recortadorce — nos cledros inguoaial a broca vt 6599. margem gengiva! em Fig. 124E Conemosalcomospa Fig. 12.4F Cana distalcomcimen nelaçás são menor que a mestal mas comas Fig. 12.4D Visa odtusai dos ro cenvitário após O acabamento frmel redes vestibular e ingual respectivas faces, mesmas características. Demtistica — Procecimemos Pré-clinicas Fig. V2.5A Covidade preparada comatrocs— Elg. 12.58 Aspecto das prredes gengivas pia Fé 65 paredes comvesgentes para oclusale am — nificadas é ângulo diecho axopupar amedon- guios arredondados. alado (setas) Fig. 12.6A instumentos decaremenóros. Fig. 12.65 manual utlizados no preparo. | Técnica de Restauração dec | de Classe ll MATERIAIS E INSTRUMENTOS NECESSÁRIOS Toalha plástica pera bancada Pinça clínica. Sonda exploradora nº 5 Espelho clínico plano Lençol de borracha — Arco de Young Perfurador para dique de borracha Pinça porta-grampo (de Palmer) Grampos para molares nº: 200 a 205 Pote de Dappen Porta-amáigama Condonsadores para amálgama nº 1 e 2 de Ward Instrumentos para escultura de Frahn né 21006 e Esculpidor ce Hollenback nº 35 8 Instrumentos cleóide e discóide . Condensador nº 6 de Hollenback, empre gado como brunidor « Brunidor para amálgama nº 33 7 Porta-matriz (Tofilemire, circular da Ivory) Tras para matriz ce 5a 7 mm « Metriz om “T” pré-fabricada “ Alicates nº» 121 € 141 da Jon ou similar Tesoura para ouro Cunhas de madeira Discos de lixa de granulação grossa Mandril para discos de lixa, para poça do mão Pedra montada cilíndrica, para peça de mão e Godiva de “baixa fusão” e Fiodenal e Creme de barbear Os problemas encontrados na restauração de cavidades de Classe |! complexas (MOD) são iguais àqueles que atingem apenas uma das cavidades proximais do dente (DO ou MO), pois a ausência de uma ou duas faces proximais, engiobadas no preparo cavitário, dificulta a con- densação do amálgama. Por essa razão, no caso de restaurações de cavidades de Classe Il é necessário o emprego de matrizes, cuja finalidade é possibilitar a condensação do ma- teriale suxiliara reconstrução do contomo ana- tômico proximal. Inicialmente, realiza-se o isolamento abso- luto do campo operatório, que deverá abran- ger os dentes a partir do 3º molar até o canino co lado oposto. A opção de emprogar uma matriz indivi- dual ou uma prese a um porta-matriz depende da localização do dente a ser restaurado no conjunto de demes isolecos. Se o dente que receberá o grampo para isolamento foro mes- mo aser restaurado, convém utilizar matriz indi- vidual, pois o grampo interfere ra localização do porta-matriz, impedindo sua adaptação cor- reta. Por outro lado, pode ainda favorecer & tendôncia ao deslizamento da matriz para oelu- sal, devido à tensão desenvolvida pelo porta- maliiz Nos casos em que o dente a ser restaura- do não contiver o grampo, & utilização de ma- triz mantida por um porta-matriz deve ser ten- tada em primeiro lugar. Capítulo 13. Técnica de Restauração de Cavidado cio Classe 1! Fig. 13.1 Porta matrizes circular (e) Toe Fig. 13.18 ..e de Sguelana (Aves o queiapre. eme fo. serto alsposinvo que proparriona dois diâmeiros, Fig. 12.2A Ajutedadremetirao Fig. 13.28 Soldagem da brsria Flg. 13:2€ Avaliação do gjuste do dente com aticsto nº 121 ou ports tr7 com ati de soldador etérico. matriz isolciadaj ao dente, aguihas cle Matinieu, Fig. 13.2D Niro soldas comes Fig. 13.2E Cunhas demadesa pré. Fig. 13.2F Preporo cs curtiacde ma cunhas dle madeira em posição febricades. ara com cisco ce tia de granutação grossa Dentística — Procedimentos Pré-clínicos Recorta-se o excesso da lira-mairiz, dei- xando-a cerca de 2 a 3 mm aquém das pertu- rações (Fig. 13.30) e rebate-se essa porção de encantro à matriz (Fig. 13.30). Matriz em 'T” - técnica de confecção Pode ser adquirida pronta no comércio odon- tolégico, em forma curva (Fig. 13.44) ou reta. A vantagem dessa matriz é que não precisa ser soldeca. Dobrando as projeções laterais do '“T' e passando por elas a outra extremidade da tira, obtém-se um anel. Para gjusté-lo ao dente, a extremidade livre da tira dove ser puxada e, om seguida, dobrada a fim do manter conve- nieilemente o diâmetro do anel formado (Pigs. 1348 0). Os passos seguintes são os mes-. mos da malriz soldada. Para se consoguiruma separação adicional dos dentes, de modo a compensar a espessura da lira-matriz (0,02 a 0,05 mm de espessura) e ainda melhorar à es- tabilicade da cunha de madeira, é conveniente melhá-la depois la introduzida no espaço inter- dental. A cunha deve ser colacada com o ali- calo nº 121 de lingual para vestibular (Fios. 134D e 13.54), exceção feita entre 1º e 2º molares superiores, onde a ameia vestibular é mais ampla, portanto, a cunha é colocada de. vestibular para lingual Em alguns casos, o conjunto matriz e cu- nha de madeira dove ser estabilizado e rofor- gato com godiva de “baixa fusão”, ovitando-so que se desloque durante a condensação do amálgama. Técnica de Restauração No caso de cavidades de Classe Il, o amálgama deve ser condensado primeiramente na caixa proximal, com um condensador de ponta ativa ligeiramente menor que a cavidade, ou seja, que melhor se adapte ao contomo interno da referida caixa. Para isso, o material é levado em pequenas porções com o auxílio do porta- amálgama e depositado junto à parede gengival (Fig. 13.50). A condensação deve ser feita ini- cialmente pelo ângulo formado pela matriz e o cavossuperfícial da paredo gongivel e também nos ângulos diedros e triedros corresponden- tes aquela parede (Fig. 13.50). Com firme pressão para vestibular e lin- gual, movimenta-se o condensador a fim de remover o amálgama com excesso de mercú- rio, tracionando o condensador para oclusal (Fig. +3.5E). Esses procedimentos são repeti- dos para as porções subseglentes de amál- gama, em especial de encontro aos ângulos diedros vestíbulo e linguoaxiais 2 os formados com a matriz, condensando e ramevendo o amálgama rico em mercúrio, até que o mate- rial resteurador encontre o nível da parede aul- par. Os mesmos procedimentos são realiza dos na caixa proximal do lado oposto (quando a cavidade for complexa). Dessa forma, con- verte-se uma cavidade composta ou comple- xa em uma cavidade simples, continuando a condensação até preencher totelmenio a cavi- dade (Fig. 13.5). A condensação final, como no caso da ca- vidade de Classe | simples, deve ser feita com um condensacar maior, como o nº 2 de Ward, pressionando o material de encontro às mar- gens da cavidade. A última porção de amálge- ma dove sar condensada com excesso (1 mm de espessura aproximadamente) sobre as mar gens, de modo a permitir uma condensação correta de superfície (Figs. 13.5G o H). Como foi salientado anteriormente (Clas- se | simples), durante o procedimento de co densação, a borda ca ponta condersadora é pressionada do centro da restauração para as margens da cavidade, esboçando assim a es- cultura oclusal (Figs. 13.51 e J). Todo esforço deve sor feito para completar o procedimento de concensação em cerca de 3 minutos e meio. A escultura é iniciada pela face oclusal como extremo tia sonda explorador nº 5 apo- iado na união do amálgama com a mattiz, mo- vimentando-se de vostibular para lingual, es- bogando a crista marginal (Fig. 13.64). Esse procedimento tem também por finalidade mover o excesso de amálgama quo fica nessa região após a condensação, evitando uma pos- sível fratura da crista marginal durante a remo- ção da matriz. Com os instrumentos de Frahn eau esculpidor de |lollenback nº 38, esboça- se a escultura da face oclusal, tomando todas as precauções para evitar descobrir uma mar- gem cavilária, bem como confeccionar sulcos muito profundos e deslocados para as margens da restauração (Figs. 13.5B:a E). Em seguida, temos a remoção da matriz, quo 6 um passo importante, pois em muitas ocasiões, qualquer descuido ou pressa poderá fraturar a crista marginal A técnica de remoção da matriz está dire- tamento relacionada com o tipo de matriz em- pregado. No caso das convencionais, remo- Fig. 13.5A Peoso MOD uno Fig, 18.58 Erunidura da matiz Fig. 13.8C. Deposição da primeia portaematro e curas demadeiapo-— cum o dorso da colherde dentina. porção de amálgama na caixa pro- sicionados rat Fig 13.5D inidociacondensação Fig. 13.5E oremoçdodeenos Fig. 13.5F Meter na cabia proximal com condensador — sos de mercúrio. derisado até o rável da parece puloes; ce É de Waro, Fig. 13.56. início da condensação cla caixa cciusal encontro «o áriguio formado pe maiiz e à parede contéria Fig. 13.5H ...e condensação de Capítulo 13 Técnica de Restauração de Cavidado de Classe il Fig. 13.51. = ceencontoásmar Fig. 13.54 Condensação reszada Fig. 13.64 Remoção dos excessos ger da cavidade, com excesso sobre as mangors. e esboço das cristas raatginais com sonda exploradora re 5. Fig. 13.68 Escultura octusaisendo — Fig. 13.6€ . instrumento ce Fiat) Fig, 13.6D ...comlórmina curvado realizada com escuipidor de Hober- com lámina reta res 2. pera criado diremo nº 0. ache rie 3S e/ou. Fig. 13.6E ..eparsolagoesquer Fig. 13.6F Remoção da tire-mainz don é diria Capítulo 13. Técnica de Restauração de Cavidade de Classe Il Fig. 13.8A Bruriidura sendo reaiza da rom condersador nº 6 de Holic. backefou Fig. 13.88 gemer drunidor (é 33 de Cavidade de Classe Il, Mesial, Gm Molar Superior Direito, sem Envol do Sulco Oclusal (Vertical Slot MATERIAIS E INSTRUMENTOS NECESSÁRIOS Toalha plástica para bancada Lapiseira 0,5 mm Pinça clínica Sonda exploradora nº 5 Espelho clínico plano, Contra-ângulo convencional (Kavo, Dabiou similar) Escova para limpeza de brocas Porta-matriz circular (Ivory ou Tofilemire) “com matriz do aço do 5 mm Cunhas de madoira pré-iabricadas Mandkil para disco de lixa (para peça de mão) e disco de lixa de granulação grossa e Broca para alta velocidade, cone invertido. longo de extremo plano e arestas arredon- dadas, nº 245 (0,81 mm de diâmetro) (Fig. 14.54) Brocas cilindricas picotada nº 556 e lisa nº 56 (Fig. 14.54) (4 mm de comprimento e 0,5 mm de diâmetro) para rotação conven- cional Broca tronco-cônica picotada nº 699, para rotação convencional (Fig. 14.54) Machado para esmalte nº 14-15 (10-6-14) (Fig. 14.58) Reçortador de margem gengival nt 28 (10- 80-7-14) (Fig. 14.58) Colher de dentina nº 11 12 (Fig. 14.5B) Técnica de Preparo Para abordagem de lesões cariosas exclusi- vamente proximais, o preparo cavitário pode ser realizado envolvendo a área atingida pela cárie, tendo como acesso o rompimento da crista marginal. De acordo com Almquist etal., esse acesso à superfície proximal proporcio- nã um preparo conservador, simples e auto- retentivo, como sugerido originalmente por Markley. Forma de contorno Inicielmente, delimita-se com lapiseira (0,5 mm) a forma de contomo oclusal envolvendo ape- nas a orista marginal mesial, procurando englo- bar, no sentido vestibulolingual, a área corres- pondente ao ponto de contato (Fig. 14.14), Com a broca nº 245 ou 556 executa-sc a penetração inicial junto à crista marginal mesial, com ligeira inclinação para vestibular (Fig 44.18). A seguir, a broca é colocada parelela ao eixo longiiudinal da coroa do dente, atuan- do com ligeira pressão para gengival e com movimento pendular vestibulolingual. Com a confeoção desse canal, asboçam-se as pare- des axial, gengival, vestibular e lingual (Fig 14.10). Continuando com esse movimento e com maior pressão para proximal, pertura-se. aface proximal abaixo do ponto do contato (Fig. 44.10). Esboçadas as paredes da caixa pro- ximal, 0 remanescente da parede mosial é fra- turado com uma colher de dentina (Fig. 14.1). Pode-se utilizar também uma matriz para amálgama. estabilizada com cunha de madei- re para proteger o donte vizinho (Fig. 14.1F) A extensão de conveniência das parados. vestibular, lingual e gengival é realizada com a Capítulo 14 Capítulo 14 Cavidade de Clessse 1, Mesial, em Primeiro Molar Superior Direito, sem Envolvimento da Sulco Oclusar nº 699, devendo nesse tipo de preparo esten- der-se até próximo do ângulo cavossuperficial occlusal (Figs. 14.4A e B). Esse procedimento favorece a melhor estabilidado da restauração no sentido prox mal, uma vez que o segmento da caixa ociusal não está presente. Forma de conveniência A expulsividade dada à parede axial, além de ser uma forma ce resistência, também é consi- derada como forma de conveniência, pois faci- tao acabamento ca cavidade e a condensação do material restaurador na caixa gengival. Como o preparo da caixa proximal é estabele- cide por meio do acesso oclusal (crista margi- nal), esse procedimento também constitui for- ma de conveniência. Acabamento da cavidade Se o preparo cavitário for executado com a bro- ca nº 556, o acabamento inicial deverá ser re- alizado com a broca cilindrica lisa né 56, com os mesmos movimentos realizados anterior- mente (Fig. 14.34). Com o auxílio de um ma- Gnado para esmalte, elimina-se qualquer irre- gularidade das paredes veslibular o lingual, com movimentos ocuuso-gongivais (Fig 14.38). O acabamento da parede gengival é dado com os recortadores de margem gengival, com mo- vimentos vestibulolinguais ou com o próprio machado, executando os mesmos movimen- tos (Fig. 14.30) A planificação da parede do osmalle é rea- lizada com recortador de margem gengival, som movimentos vestibulolinguais. Em segui da ou a um só tempo, esse instrumento é acie- nado para oclusal, plan'ficando o esmalte do terço gengival das paredes vesibular e lingual, eliminando a definição dos ângulos diedros sengivovostibular e gengivolingual, os quais devem permanecer arredondados no nível do cavossuperficial (Figs. 14.30 e E) Quiando o preparo tor realizado com a bro- ca nº245, é necessário apenas um refinamen- to do cavossuporficial 2 dos ângulos diedros, uma v6z que essa broca estabelece ângulos arredondados. CARACTERÍSTICAS DA CAVIDADE [Figs. 14.4C E DJ & Paredes vestibular e lingual convergentes pera oclusel; & Paredes vestiauiar e lingual formando um ângulo de 80º com a superfície externa do dente; O Parede axial plana vestibulolinguaimente e ligeiramente expulsiva no sentido gengivo- oclusal: * Parerio gercival plana e perpendicular ao eixo longitudinal de dente e tormando em “dentina” ângulos agudos com as paredes vestibular e Ingual; e Ângulo cavossuperficial definido e sem bisel & Retonçõos adicionais em forma de cana- lota estendendo-se até perto do Engulo ca- vossuperficial oclusel. Observação: quando so utilza a ároca nº 245, os ângulos internos da cavidade são - geiramente arredondados e, com a breca nº 558, os do segundo grupo são definidos. Fig. 19.24 Broca igeiramente ir | ciinadts, à fim de clererminisr es pares des vestiu. Fig. 14.28 des para ociuisal Fig. 14,3€ Recoradorde mesgem plenican- do prismas de esmalte dia paredie gengivl e. edinguai cormergen- Fig. 14.2€ Machado para esmai te reguisnizando as paredes vestbus tar edingual Fig. 14.38 Acabamento fria! ds caixa prox mal com machado para esmaire. Fig. 14.30... om sequência, execurando o artedoriamento do diecro gemguotnguar e