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Enem 1999-comentada, Provas de Matemática

ENEM 1999-COMENTADA

Tipologia: Provas

Antes de 2010

Compartilhado em 29/01/2010

prof-cledilson-bezerra-6
prof-cledilson-bezerra-6 🇧🇷

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bg1
É trabalho pioneiro.
Prestação de serviços com tradição de confiabilidade.
Construtivo, procura colaborar com as Bancas Exami-
nadoras em sua tarefa árdua de não cometer injustiças.
Didático, mais do que um simples gabarito, auxilia o
estudante em seu processo de aprendizagem.
ENEM-99 é prova constituída de uma redação e de 63
questões objetivas, envolvendo assuntos de
Português
,
Matemática
,
Biologia
,
História
,
Geografia
,
Física
e
Química
, abordados ao longo do Ensino Médio.
Esta prova tem por finalidade avaliar modalidades
estruturais de inteligência, demonstradas em 21 habili-
dades decorrentes de 5 competências fundamentais.
Os resultados obtidos pelos alunos serão aproveitados
para o ingresso em várias faculdades do país. Por esse
motivo, o ENEM passa a ser centro de interesses de can-
didatos aos vestibulares dessas faculdades.
Sugerem ainda os criadores do ENEM que seus re-
latórios possam também orientar empresas na con-
tratação de funcionários.
O
ANGLO
RESOLVE
O EXAME
NACIONAL
DO
ENSINO
MÉDIO
99
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Baixe Enem 1999-comentada e outras Provas em PDF para Matemática, somente na Docsity!

É trabalho pioneiro.

Prestação de serviços com tradição de confiabilidade.

Construtivo, procura colaborar com as Bancas Exami-

nadoras em sua tarefa árdua de não cometer injustiças.

Didático, mais do que um simples gabarito, auxilia o

estudante em seu processo de aprendizagem.

ENEM-99 é prova constituída de uma redação e de 63

questões objetivas, envolvendo assuntos dePortuguês,

Matemática, Biologia, História, Geografia, Física e

Química, abordados ao longo do Ensino Médio.

Esta prova tem por finalidade avaliar modalidades

estruturais de inteligência, demonstradas em 21 habili-

dades decorrentes de 5 competências fundamentais.

Os resultados obtidos pelos alunos serão aproveitados

para o ingresso em várias faculdades do país. Por esse

motivo, o ENEM passa a ser centro de interesses de can-

didatos aos vestibulares dessas faculdades.

Sugerem ainda os criadores do ENEM que seus re-

latórios possam também orientar empresas na con-

tratação de funcionários.

O

ANGLO

RESOLVE

O EXAME

NACIONAL

DO

ENSINO

MÉDIO

99

AS 5 COMPETÊNCIAS

I – Demonstrar domínio básico da norma culta da Língua Portuguesa e do uso das

diferentes linguagens: matemática, artística, científica, etc.

II – Construir e aplicar conceitos das várias áreas do conhecimento para a com-

preensão de fenômenos naturais, de processos histórico-geográficos, da produção

tecnológica e das manifestações artísticas.

III – Selecionar, organizar, relacionar, interpretar dados e informações representados

de diferentes formas, para enfrentar situações-problema, segundo uma visão críti-

ca com vista à tomada de decisões.

IV – Organizar informações e conhecimentos disponíveis em situações concretas, para

a construção de argumentações consistentes.

V – Recorrer aos conhecimentos desenvolvidos na escola para elaboração de propos-

tas de intervenção solidária na realidade, considerando a diversidade sociocul-

tural como inerente à condição humana no tempo e no espaço.

AS 21 HABILIDADES

Todas as situações de avaliação estruturam-se de modo a verificar se o aluno é ca-

paz de ler e interpretar textos de linguagem verbal, visual (fotos, mapas, pinturas, gráficos,

entre outros) e enunciados:

  • identificando e selecionando informações centrais e periféricas;
  • inferindo informações, temas, assuntos, contextos;
  • justificando a adequação da interpretação;
  • compreendendo os elementos implícitos de construção do texto, como organi-

zação, estrutura, intencionalidade, assunto e tema;

  • analisando os elementos constitutivos dos textos, de acordo com sua natureza, orga-

nização ou tipo;

  • comparando os códigos e linguagens entre si, reelaborando, transformando e

reescrevendo (resumos, paráfrases e relatos).

1. Dada a descrição discursiva ou por ilustração de um experimento real simples, de

natureza técnico-científica (física, biológica, sociológica, etc.), identificar variáveis re-

levantes e selecionar os instrumentos necessários para a realização e/ou a interpre-

tação dos resultados do mesmo.

2. Em um gráfico cartesiano de variável socioeconômica ou técnico-científica em função

do tempo:

  • identificar o valor da variável em dado instante ou em que instante a variável assume

um dado valor;

  • identificar trechos em que este valor é crescente, decrescente ou constante;
  • analisar qualitativamente, em cada trecho, a taxa de variação.

3. Dado um diagrama de distribuição estatística de variável social, econômica, físi-

ca, química ou biológica:

  • traduzir as informações disponíveis na linguagem ordinária;
  • identificar a representação de informações gráficas de diferentes maneiras;
  • reorganizar as informações, possibilitando interpolações ou extrapolações ten-

do em vista finalidades específicas.

4. Dada uma situação-problema no âmbito de determinada área de conhecimento,

apresentada em linguagem comum, relacioná-la com sua formulação em diferen-

tes linguagens; reciprocamente, dada uma destas formulações, relacioná-la a uma

situação-problema descrita por um texto.

15. Utilizar instrumentos adequados para descrição de fenômenos naturais, demons-

trando compreensão dos aspectos aleatórios dos mesmos:

  • em medidas e representação de freqüências relativas;
  • na construção de espaços amostrais, com a atribuição de probabilidades aos

eventos elementares;

  • no cálculo de probabilidades de eventos relevantes em situações concretas.

16. A partir da análise de diferentes situações-problema referentes à perturbação ambien-

tal na atmosfera, na hidrosfera ou na litosfera:

  • identificar fonte, transporte e sorvedouro dos poluentes e contaminantes;
  • reconhecer algumas transformações químicas e biológicas que possam ocorrer

durante o transporte do poluente;

  • prever possíveis efeitos nos ecossistemas e no sistema produtivo que decorram

das alterações ambientais apresentadas;

  • propor formas de intervenção para reduzir os efeitos agudos e crônicos da

poluição ambiental.

17. Apresentados alguns processos que envolvem transformações de materiais, como,

por exemplo, a metalurgia do ferro e a produção do álcool:

  • reconhecer as etapas intermediárias relevantes;
  • identificar e calcular a conservação da massa, o rendimento, a variação de ener-

gia e a rapidez do processo;

  • analisar o equilíbrio químico e suas perturbações;
  • analisar as perturbações ambientais;
  • analisar as implicações sociais e econômicas dos processos.

18. Identificar os elementos que compõem a diversidade artística e cultural, manifestos

no tempo e no espaço, e que caracterizam a condição humana como fenômeno

diverso e complexo.

19. Confrontar interpretações diversas de uma dada realidade histórico-geográfica:

  • coordenando os diferentes pontos de vista em jogo;
  • identificando os pressupostos de cada interpretação.

20. Comparar diferentes processos de formação socioeconômica:

  • identificando-os em seu contexto histórico;
  • estabelecendo entre eles uma seqüência temporal.

21. Dado um quadro informativo sobre uma realidade histórico-geográfica:

  • contextualizar eventos históricos numa seqüência temporal;
  • compreender a relação sociedade/natureza no arranjo espacial específico;
  • destacar fatores sociais, econômicos, políticos e culturais constitutivos desses even-

tos em configurações sociais específicas;

  • fundamentar o caráter constitutivo destes fatores, relacionando a vinculação de con-

ceitos com unidades temporais e espaciais em que são significativos.

Texto 1 (Quadrinhos) O bode Francisco Orelana (os adultos e o sistema que os representa) julga não haver a menor possibilidade de a Graúna (juventude) voar (transformar-se e transformar o mundo) — uma vez que, além de obstáculos externos (opressão), haveria outro mais determinante, pois inerente: o fato de ela pertencer a uma geração desprovida de asas (falta de liberdade). Contudo a Graúna revela ao leitor suas enormes asas, que, por ora, deveriam ser mantidas em segredo (a ação dos jovens ainda se realiza em instâncias não percebidas pelos adultos).

Depoimentos

Os depoimentos assinalam que os jovens brasileiros têm muito o que realizar pelo país como cidadãos, mesmo sem o auxílio dos adultos, demonstrando seu patriotismo. Não devem se enver- gonhar dos problemas sociais, mas de sua eventual omissão frente a eles. É preciso ter conhecimento da situação que todos enfrentamos como sociedade: tanto os que apenas assistem às crises visíveis, como os que as vivenciam diretamente. São necessários interes- se e iniciativa para reconhecer os problemas e propor soluções, a fim de que esse processo não seja tão crônico e dramático. Dos jovens podem advir sugestões para projetos sociais viáveis. A Banca pede que o candidato, ao final, elabore uma proposta de ação social. Seguindo a linha de raciocínio dos depoimentos, seguem algumas possibilidades:

A Banca propôs um tema amplo, ancorado por textos bem selecionados, desde os quadrinhos de Henfil aos depoimentos de alguns jovens. Se, por um lado, a amplitude do tema pode facilitar inúmeros posicionamentos, por outro, a coletânea contextualiza a idéia-base no universo dos jovens. Faz-se necessário comentar que, enquanto uma parcela de críticos em geral e de educadores em particular observa com certa acidez que a juventude atual é alienada, despolitizada, a propos- ta do ENEM (por meio da “Graúna” e dos depoimentos) aposta no contrário ou pelo menos espera o contrário. Que venham as respostas!

1. Participação ativa nos projetos sociais , tais como: - campanha de alfabetização; - conscientização contra as drogas; - prevenção contra as doenças contagiosas e contra a gravidez precoce; - reação contra os preconceitos de todas as instâncias. 2. Participação política mais direta : - exigência do cumprimento das leis, como reza a Constituição; - exigência de atitudes éticas dos políticos eleitos; - cobrança de programas efetivos contra a exclusão social de uma consi- derável parcela da população; - reivindicação de projetos culturais exeqüíveis.

Comentário:

Questões Objetivas

SONETO DE FIDELIDADE

De tudo ao meu amor serei atento Antes e com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento. Quero vivê-lo em cada vão momento E em seu louvor hei de espalhar meu canto E rir meu riso e derramar meu pranto Ao seu pesar ou ao seu contentamento. E assim, quando mais tarde me procure Quem sabe a morte, angústia de quem vive Quem sabe a solidão, fim de quem ama. Eu possa me dizer do amor (que tive): Que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure. (MORAES, Vinícius de. Antologia poética_. São Paulo: Cia das Letras, 1992) A palavra_ mesmo pode assumir diferentes significados, de acordo com a sua função na frase. Assinale a alternativa em que o sentido de mesmo equivale ao que se verifica no 3 º verso da 1 ª estrofe do poema de Vinícius de Moraes. A) “Pai, para onde fores, / irei também trilhando as mesmas ruas…” (Augusto dos Anjos) B) “Agora, como outrora, há aqui o mesmo contraste da vida interior, que é modesta, com a exterior, que é ruidosa.” (Machado de Assis) C) “Havia o mal, profundo e persistente, para o qual o remédio não surtiu efeito, mesmo em doses variáveis.” (Raimundo Faoro) D) “Mas, olhe cá, Mana Glória, há mesmo necessidade de fazê-lo padre?” (Machado de Assis) E) “Vamos de qualquer maneira, mas vamos mesmo .” (Aurélio)

No verso de Vinícius de Morais, a palavra mesmo pode ser parafraseada por até e indica:

  • inclusão de um elemento em um conjunto;
  • pressuposto de que esta inclusão é inesperada. Com isso, a palavra mesmo realça o argumento contido em todo o trecho. No poema, “o maior encanto” é incluído no conjunto dos elementos que seriam desprezados diante do encanto do amor , o que, além de inesperado, é paradoxal, portanto a fidelidade é realçada. Na alternativa C , repete-se o mesmo esquema argumentativo:
  • a variação das doses é incluída nas estratégias ineficazes contra o mal;
  • seria inesperado que a variação das doses não surtisse efeito. Conseqüentemente a gravidade do mal é reforçada.

Vinte anos depois da formatura, cinco colegas de turma decidem organizar uma confraternização. Para marcar o dia e o local da confraternização, precisam comunicar-se por telefone. Cada um conhe- ce o telefone de alguns colegas e desconhece o de outros. No quadro abaixo, o número 1 indica que o colega da linha correspondente conhece o telefone do colega da coluna correspondente; o número 0 indi- ca que o colega da linha não conhece o telefone do colega da coluna. Exemplo: Beto sabe o telefone do Dino que não conhece o telefone do Aldo.

QUESTÃO 01

Resposta: C

Aldo Beto Carlos Dino Ênio Aldo 1 1 0 1 0 Beto 0 1 0 1 0 Carlos 1 0 1 1 0 Dino 0 0 0 1 1 Ênio 1 1 1 1 1

QUESTÃO 02

Resposta: C

RESOLUÇÃO:

Para convencer a população local da ineficiência da Companhia Telefônica Vilatel na expansão da oferta de linhas, um político publicou no jornal local o gráfico I, abaixo representado. A Companhia Vilatel respondeu publicando dias depois o gráfico II, onde pretende justificar um grande aumento na oferta de linhas. O fato é que, no período considerado, foram instaladas, efetivamente, 200 novas linhas telefônicas.

Analisando os gráficos, pode-se concluir que A) o gráfico II representa um crescimento real maior do que o do gráfico I. B) o gráfico I apresenta o crescimento real, sendo o II incorreto. C) o gráfico II apresenta o crescimento real, sendo o gráfico I incorreto. D) a aparente diferença de crescimento nos dois gráficos decorrre da escolha das diferentes escalas. E) os dois gráficos são incomparáveis, pois usam escalas diferentes.

Ambos os gráficos apresentam, no eixo das ordenadas (y), o número total de linhas telefônicas e, no eixo

das abscissas (x), o tempo. Podemos concluir que as taxas de crescimento tomadas em qualquer

intervalo são iguais nos dois gráficos. A aparente diferença de crescimento nos gráficos decorre somente da escolha de escalas diferentes.

Leia o texto abaixo. Cabelos longos, brinco na orelha esquerda, físico de skatista. Na aparência, o estudante brasiliense Rui Lopes Viana Filho, de 16 anos, não lembra em nada o estereótipo dos gênios. Ele não usa pesa- dos óculos de grau está longe de ter um ar introspectivo. No final do mês passado, Rui retornou de Taiwan, onde enfrentou 419 competidores de todo o mundo na 39ª Olimpíada Internacional de Matemática. A reluzente medalha de ouro que ele trouxe na bagagem está dependurada sobre a cama de seu quarto, atulhado de rascunhos dos problemas matemáticos que aprendeu a decifrar nos últimos cinco anos. Veja — Vencer uma olimpíada serve de passaporte para uma carreira profissional meteórica? Rui — Nada disso. Decidi me dedicar à Olimpíada porque sei que a concorrência por um emprego é cada vez mais selvagem e cruel. Agora tenho algo a mais para oferecer. O problema é que as coisas estão mudando muito rápido e não sei qual será minha profissão. Além de ser muito novo para decidir sobre o meu futuro profissional, sei que esse conceito de carreira mudou muito. (Entrevista de Rui Lopes Viana Filho à Veja , 05/08/1998, n.31, p. 9-10) Na pergunta, o repórter estabelece uma relação entre a entrada do estudante no mercado de tra- balho e a vitória na Olimpíada. O estudante A) concorda com a relação e afirma que o desempenho na Olimpíada é fundamental para sua entrada no mercado. B) discorda da relação e complementa que é fácil se fazer previsões sobre o mercado de trabalho. C) discorda da relação e afirma que seu futuro profissional independe de dedicação aos estudos. D) discorda da relação e afirma que seu desempenho só é relevante se escolher uma profissão rela- cionada à matemática. E) concorda em parte com a relação e complementa que é complexo fazer previsões sobre o mercado de trabalho.

y x

nº total de linhas telefônicas

Jan Abr Ago Dez

Jan Abr Ago Dez

nº total de linhas telefônicas

QUESTÃO 06

Resposta: D

QUESTÃO 07

Resposta: E

RESOLUÇÃO:

Gráfico I Gráfico II

A concordância é parcial. Num primeiro momento, o estudante não concorda com o repórter (“Nada disso”). Logo depois, admite que a vitória na Olimpíada de Matemática pode contribuir com seu futuro profissional (“Agora tenho algo mais para oferecer”). Não se trata, porém, de uma garantia de sucesso, dadas as incertezas que cercam o mercado de trabalho (“sei que a concor- rência por um emprego é cada vez mais selvagem e cruel”, “as coisas estão mudando muito rápi- do” e “sei que esse conceito de carreira mudou muito”).

Observando as falas das personagens, analise o emprego do pronome SE e o sentido que adquire no contexto. No contexto da narrativa, é correto afirmar que o pronome SE , A) em I, indica reflexividade e equivale a “a si mesmas”. B) em II, indica reciprocidade e equivale a “a si mesma”. C) em III, indica reciprocidade e equivale a “umas às outras”. D) em I e III, indica reciprocidade e equivale a “umas às outras”. E) em II e III, indica reflexidade e equivale a “a si mesma” e “a si mesmas”, respectivamente.

A questão opera com conhecimento dos conceitos de “reflexividade” e “reciprocidade”. No primei- ro caso, a ação parte de “A” e afeta “A”. O “se”, então, significa “a si mesmo”. No segundo caso, a ação parte de “A” e afeta “B”; parte de “B” e afeta “A”. O “se” pode ser substi- tuído por “um ao outro”. Considerando tais informações:

  • em I, o pronome “se” indica reciprocidade: Eu gosto do Natal porque as pessoas amam muito mais “umas às outras” ;
  • em II, indica reflexividade: Quer dizer que você ama muito mais “a si mesma” no Natal? Essa interpretação vem confirmada pela passagem “Você nem imagina o quanto eu me amo no Natal!”;
  • em III, reflexividade: Por que será que as pessoas amam muito mais “a si mesmas” no Natal?

Suponha que um agricultor esteja interessado em fazer uma plantação de girassóis. Procurando informação, leu a seguinte reportagem: Solo ácido não favorece plantio Alguns cuidados devem ser tomados por quem decide iniciar o cultivo do girassol. A oleaginosa deve ser plantada em solos descompactados, com pH acima de 5,2 (que indica menor acidez da terra). Conforme as recomendações da Embrapa, o agricultor deve colocar, por hectare, 40 kg a 60 kg de nitrogênio, 40 kg a 80 kg de potássio e 40 kg a 80 kg de fósforo. O pH do solo, na região do agricultor, é de 4,8. Dessa forma, o agricultor deverá fazer a “calagem”. ( Folha de S. Paulo , 25/09/1996) Suponha que o agricultor vá fazer calagem (aumento do pH do solo por adição de cal virgem — CaO). De maneira simplificada, a diminuição da acidez se dá pela interação da cal (CaO) com a água presente no solo, gerando hidróxido de cálcio (Ca(OH) 2 ), que reage com os ions H +^ (dos ácidos), ocorren- do, então, a formação de água e deixando ions Ca 2+^ no solo. Considere as seguintes equações:

I. CaO + 2 H 2 O → Ca(OH) 3

II. CaO + H 2 O → Ca(OH) 2

III. Ca(OH) 2 + 2 H +^ → Ca 2+^ + 2 H 2 O

IV. Ca(OH) 2 + H +^ → CaO + H 2 O

RESOLUÇÃO:

QUESTÃO 08

Resposta: E

QUESTÃO 09

Resposta: C

RESOLUÇÃO:

A variação de temperatura provocará na gasolina uma alteração de volume. Entretanto, sua massa permanecerá constante. Assim, pode-se concluir:

I. Errado, pois, em “hora mais quente”, o consumidor estaria comprando menos massa por volume de combustível. II. Certo, pois, com a temperatura mais baixa, o consumidor estaria comprando mais massa por volume de gasolina. III.Certo, pois, sendo a massa uma característica que não depende da temperatura, a dilatação volumétrica da gasolina seria indiferente.

O alumínio se funde a 666ºC e é obtido à custa de energia elétrica, por eletrólise — transformação realizada a partir do óxido de alumínio a cerca de 1 000ºC.

A produção brasileira de alumínio, no ano de 1985, foi da ordem de 550 000 toneladas, tendo sido consumidos cerca de 20 kWh de energia elétrica por quilograma do metal. Nesse mesmo ano, estimou-se a produção de resíduos sólidos urbanos brasileiros formados por metais ferrosos e não- ferrosos em 3 700 t/dia, das quais 1,5% estima-se corresponder ao alumínio. ([Dados adaptados de] FIGUEIREDO, P. J. M. A sociedade do lixo: resíduos, a questão energética e a crise ambiental. Piracicaba: UNIMEP, 1994) Suponha que uma residência tenha objetos de alumínio em uso cuja massa total seja de 10 kg (pane- las, janelas, latas etc.). O consumo de energia elétrica mensal dessa residência é de 100 kWh. Sendo assim, na produção desses objetos utilizou-se uma quantidade de energia elétrica que poderia abas- tecer essa residência por um período de A) 1 mês. B) 2 meses. C) 3 meses. D) 4 meses. E) 5 meses.

O enunciado cita que são necessários 20 kWh de energia elétrica para se produzir 1 kg de alumínio. Assim, para a produção de 10 kg do metal, serão consumidos 200 kWh. Como o consumo mensal de energia elétrica da residência é 100 kWh, o total consumido para a produção dos 10 kg de alumínio corresponde a 2 meses de energia elétrica.

Em dezembro de 1998, um dos assuntos mais veiculados nos jornais era o que tratava da moeda única européia. Leia a notícia destacada abaixo. O nascimento do Euro, a moeda única a ser adotada por onze países europeus a partir de 1º de janeiro, é possivelmente a mais importante realização deste continente nos últimos dez anos que assistiu à derrubada do Muro de Berlim, à reunificação das Alemanhas, à libertação dos países da Cortina de Ferro e ao fim da União Soviética. Enquanto todos esses eventos têm a ver com a desmontagem de estruturas do passado, o Euro é uma ousada aposta no futuro e uma prova da vitalidade da sociedade Européia. A “Euroland”, região abrangida por Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Irlanda, Itália, Luxemburgo e Portugal, tem um PIB (Produto Interno Bruto) equivalente a quase 80% do americano, 289 milhões de consumidores e responde por cerca de 20% do comércio internacional. Com este cacife, o Euro vai disputar com o dólar a condição de moeda hegemônica. (Gazeta Mercantil, 30/12/1998 ) A matéria refere-se à “desmontagem das estruturas do passado” que pode ser entendida como A) o fim da Guerra Fria, período de inquietação mundial que dividiu o mundo em dois blocos ideo- lógicos opostos. B) a inserção de alguns países do Leste Europeu em organismos supranacionais, com o intuito de exercer o controle ideológico no mundo. C) a crise do capitalismo, do liberalismo e da democracia levando à polarização ideológica da anti- ga URSS. D) a confrontação dos modelos socialista e capitalista para deter o processo de unificação das duas Alemanhas. E) a prosperidade das economias capitalista e socialista, com o conseqüente fim da Guerra Fria entre EUA e a URSS.

RESOLUÇÃO:

RESOLUÇÃO:

QUESTÃO 12

Resposta: B

QUESTÃO 13

Resposta: A

Após a derrota das forças do Eixo (Alemanha, Itália e Japão), no fim da Segunda Guerra Mundial, as esperanças do predomínio de relações internacionais mais estáveis e menos tensas logo se dis- siparam. Com desavenças crescentes, no que se refere à construção da nova arquitetura geopolíti- ca mundial, Estados Unidos e União Soviética passaram de uma relação de potências aliadas e vitoriosas para uma posição de desconfianças, hostilidades e confrontações, e quase alcançaram, em alguns momentos, a ruptura total, como no Bloqueio de Berlim, em 1948-49. Esse período, denominado Guerra Fria, caracterizou-se pela divisão do mundo em dois blocos ideológicos opos- tos, instaurando um momento histórico de grande inquietação mundial e a possibilidade, nunca vivida antes, de uma hecatombe nuclear. Principal palco da Guerra Fria, a Europa de hoje procura definitivamente enterrar esse passado tenso, buscando novos horizontes, delineados pela integração e o fortalecimento das antigas orga- nizações supranacionais, que têm como mais importante exemplo atual, no contexto da União Européia, a criação da moeda única — o euro.

As informações abaixo foram extraídas do rótulo da água mineral de determinada fonte.

Indicadores ácido base são substâncias que em solução aquosa apresentam cores diferentes con- forme o pH da solução. O quadro abaixo fornece as cores que alguns indicadores apresentam à tem- peratura de 25°C

Suponha que uma pessoa inescrupulosa guardou garrafas vazias dessa água mineral, enchendo-as com água de torneira (pH entre 6,5 e 7,5) para serem vendidas como água mineral. Tal fraude pode ser facilmente comprovada pingando-se na “água mineral fraudada”, à temperatura de 25°C, gotas de A) azul de bromotimol ou fenolftaleína. B) alaranjado de metila ou fenolftaleína. C) alaranjado de metila ou azul de bromotimol. D) vermelho de metila ou azul de bromotimol. E) vermelho de metila ou alaranjado de metila.

RESOLUÇÃO:

QUESTÃO 14

Resposta: A

ÁGUA MINERAL NATURAL

Composição química provável em mg/L Sulfato de estrôncio …………………. 0, Sulfato de cálcio …………………….. 2, Sulfato de potássio ………………….. 2, Sulfato de sódio ……………………. 65, Carbonato de sódio ………………. 143, Bicarbonato de sódio ……………… 42, Cloreto de sódio ……………………… 4, Fluoreto de sódio ……………………. 1, Vanádio ………………………………. 0,

Características físico-químicas pH a 25°C ……………………………….. 10, Temperatura da água na fonte ……… 24 °C

Condutividade elétrica ………………. 4,40 × 10 –4^ ohms/cm

Resíduo de evaporação a 180 °C ……. 288,00 mg/L

CLASSIFICAÇÃO: “ALCALINO-BICARBONATADA, FLUORETADA, VANÁDICA”

Indicador Cores conforme o pH

Azul de bromotimol amarelo em pH < 6,0; azul em pH > 7,

Vermelho de metila vermelho em pH < 4,8; amarelo em pH > 6,

Fenolftaleína incolor em pH < 8,2; vermelho em pH > 10,

Alaranjado de metila vermelho em pH < 3,2; amarelo em pH > 4,

A água do mar pode ser fonte de materiais utilizados pelo ser humano, como os exemplificados no esquema abaixo.

Os materiais I, II, III e IV existem como principal constituinte ativo de produtos de uso rotineiro. A alter- nativa que associa corretamente água sanitária , fermento em pó e solução fisiológica com os materiais obtidos da água do mar é:

A)
B)
C)
D)
E)

Os materiais do cotidiano mencionados são:

  • Água de lavadeira: solução aquosa de hipoclorito de sódio (III)
  • Fermento em pó: bicarbonato de sódio sólido (IV)
  • Soro fisiológico: solução aquosa de cloreto de sódio, a 0,9% em massa (I)

Observação: No processo Solvay, obtém-se inicialmente o hidrogeno carbonato de sódio (NaHCO 3 ). Este com- posto, aquecido a 150°C, irá originar o carbonato de sódio (Na 2 CO 3 ).

Bibliografia: Lee, J. D. Química Inorgânica não tão concisa. S.P. Blücher, 1996.

QUESTÃO 16

Resposta: C

água do mar

cloro carbonato de sódio

hipoclorito de sódio bicarbonato de sódio

cloreto de sódio (^) I

soda cáustica (^) II

III IV

água do mar

evaporação purificação

eletrólise aquosa

processo Solvay

eletrólise aquosa

Cl 2 Na^2 CO 3

NaClO (III) NaHCO 3 (IV)

NaCl (I)

NaOH (II) impuro

água sanitária fermento em pó solução fisiológica II III IV III I IV III IV I II III I I IV III

RESOLUÇÃO:

Leia um texto publicado no jornal Gazeta Mercantil_. Esse texto é parte de um artigo que analisa algumas situações de crise no mundo, entre elas, a quebra da Bolsa de Nova Iorque em 1929, e foi publicado na época de uma iminente crise financeira no Brasil._

Deu no que deu. No dia 29 de outubro de 1929, uma terça-feira, praticamente não havia compradores no pregão de Nova Iorque, só vendedores. Seguiu-se uma crise incomparável: o Produto Interno Bruto dos Estados Unidos caiu de 104 bilhões de dólares em 1929, para 56 bilhões em 1933, coisa inima- ginável em nossos dias. O valor do dólar caiu a quase metade. O desemprego elevou-se de 1,5 milhão para 12,5 milhões de trabalhadores — cerca de 25% da população ativa — entre 1929 e 1933. A cons- trução civil caiu 90%. Nove milhões de aplicações, tipo caderneta de poupança, perderam-se com o fechamento dos bancos. Oitenta e cinco mil firmas faliram. Houve saques e norte-americanos que passaram fome. ( Gazeta Mercantil , 05/01/1999) Ao citar dados referentes à crise ocorrida em 1929, em um artigo jornalístico atual, pode-se atribuir ao jornalista a seguinte intenção: A) questionar a interpretação da crise. B) comunicar sobre o desemprego. C) instruir o leitor sobre aplicações em bolsa de valores. D) relacionar os fatos passados e presentes. E) analisar dados financeiros americanos.

As sucessivas crises financeiras dos últimos anos (ocorridas, por exemplo, no México, na Coréia, no Sudeste Asiático e na Rússia) têm servido para artigos jornalísticos em que são discutidas as simi- laridades com a maior crise capitalista de todos os tempos — a de 1929 — e o próximo país can- didato ao colapso econômico, ou, segundo o jargão, a “bola da vez”. No final de 1998 e início de 1999, o Brasil mergulhou numa séria crise, acompanhada de crescente especulação e insegurança, que motivaram debates pelos jornais, nos quais se incluiu o artigo men- cionado na questão.

A tabela abaixo apresenta dados referentes à mortalidade infantil, à porcentagem de famílias de bai- xa renda com crianças menores de 6 anos e às taxas de analfabetismo das diferentes regiões brasi- leiras e do Brasil como um todo.

_Regiões do Brasil Mortalidade infantil Famílias de baixa renda com crianças Taxa de analfabetismo em menores de 6 anos (em %) maiores de 15 anos (em %)_* Norte 35,6 34,5 12, Nordeste 59,0 54,9 29,

Sul 22,5 22,4 8, Sudeste 25,2 18,9 8,

Centro-Oeste 25,4 25,5 12, Brasil 36,7 31,8 14,

Fonte: Folha de S. Paulo _, 11/03/

  • A mortalidade infantil indica o número de crianças que morrem antes de completar um ano de idade para cada grupo de 1.000 crianças que nasceram vivas._

Suponha que um grupo de alunos recebeu a tarefa de pesquisar fatores que interferem na manutenção da saúde ou no desenvolvimento de doenças. O primeiro grupo deveria colher dados que apoiassem a idéia de que combatendo-se agentes biológicos e químicos garante-se a saúde. Já o segundo grupo deve- ria coletar informações que reforçassem a idéia de que a saúde de um indivíduo está diretamente rela- cionada à sua condição socioeconômica. Os dados da tabela podem ser utilizados apropriadamente para A) apoiar apenas a argumentação do primeiro grupo. B) apoiar apenas a argumentação do segundo grupo. C) refutar apenas a posição a ser defendida pelo segundo grupo. D) apoiar a argumentação dos dois grupos. E) refutar as posições a serem defendidas pelos dois grupos.

QUESTÃO 17

Resposta: D

QUESTÃO 18

Resposta: B

RESOLUÇÃO:

Considere a garrafa nas posições (1) e (2) seguintes:

Sejam: V 1 : volume do líquido contido na garrafa V 2 : volume de “ar” contido na garrafa hl : altura da coluna de líquido h (^) a : altura da coluna de “ar” d: diâmetro da base

A capacidade da garrafa é V 1 + V 2. Portanto são necessárias três medições, ou seja: hl , d e ha.

Em material para análise de determinado marketing político, lê-se a seguinte conclusão: A explosão demográfica que ocorreu a partir dos anos 50, especialmente no Terceiro Mundo, sus- citou teorias ou políticas demográficas divergentes. Uma primeira teoria, dos neomalthusianos, defende que o crescimento demográfico dificulta o desenvolvimento econômico, já que provoca uma diminuição na renda nacional per capita e desvia os investimentos do Estado para setores menos produtivos. Diante disso, o país deveria desenvolver uma rígida política de controle de natalidade. Uma segunda, a teoria reformista, argumenta que o problema não está na renda per capita e sim na distribuição irregular da renda, que não permite o acesso à educação e saúde. Diante disso o país deve promover a igualdade econômica e a justiça social.

Qual dos slogans abaixo poderia ser utilizado para defender o ponto de vista neomalthusiano? A) “Controle populacional — nosso passaporte para o desenvolvimento.” B) “Sem reformas sociais o país se reproduz e não produz.” C) “População abundante, país forte!” D) “O crescimento gera fraternidade e riqueza para todos.” E) “Justiça social, sinônimo de desenvolvimento.”

O slogan que pode ser utilizado para defender o ponto de vista neomalthusiano é o da alternati- va A, pois ele traduz o pensamento dessa teoria frente ao crescimento demográfico, apontado como obstáculo ao desenvolvimento, o que está expresso nesta frase do texto: “o crescimento demográfi- co dificulta o desenvolvimento econômico.”

Qual dos slogans abaixo poderia ser utilizado para defender o ponto de vista dos reformistas? A) “Controle populacional já, ou o país não resistirá.” B) “Com saúde e educação, o planejamento familiar virá por opção!” C) “População controlada, país rico!” D) “Basta mais gente, que o país vai para frente!” E) “População menor, educação melhor!”

O ponto de vista dos reformistas está expresso no slogan da alternativa B, já que defende sua teoria sobre o controle demográfico, assim sintetizado no texto: “o país deve promover a igualdade econômica e a justiça social” para permitir “o acesso à educação e saúde”.

V 2

hl V 1

d (1)

d

ha

V 1

V 2

(2)

RESOLUÇÃO:

QUESTÃO 22

Resposta: A

QUESTÃO 23

Resposta: B

RESOLUÇÃO:

RESOLUÇÃO:

José e Antônio viajarão em seus carros com as respectivas famílias para a cidade de Serra Branca. Com a intenção de seguir viagem juntos, combinam um encontro no marco ini- cial da rodovia, onde chegarão, de modo inde- pendente, entre meio-dia e 1 hora da tarde. Entretanto, como não querem ficar muito tempo esperando um pelo outro, combinam que o primeiro que chegar ao marco inicial esperará pelo outro, no máximo, meia hora; após esse tempo, seguirá viagem sozinho. Chamando de x o horário de chegada de José e de y o horário de chegada de Antônio, e representando os pares (x; y) em um sis- tema de eixos cartesianos, a região OPQR ao lado indicada corresponde ao conjunto de todas as possibilidades para o par (x; y):

Na região indicada, o conjunto de pontos que representa o evento “José e Antônio chegam ao marco inicial exatamente no mesmo horário” corresponde A) à diagonal OQ. D) ao lado QR. B) à diagonal PR. E) ao lado OR. C) ao lado PQ.

Todo ponto do segmento OQ apresenta abscissa e ordenada iguais, pois esse segmento está conti- do na bissetriz do ângulo POR. Logo, o conjunto de pontos mencionado corresponde à diagonal OQ.

Segundo o combinado, para que José e Antônio viajem juntos, é necessário que

y – x < 1/2 ou que x – y < 1/2.

De acordo com o gráfico e nas condições combinadas, as chances de José e Antônio viajarem juntos são de: A) 0% B) 25% C) 50% D) 75% E) 100%

Temos dois casos a analisar:

1 º)y > x (Antônio chegou no mesmo horário que José ou depois dele.)

Nesse caso, devemos ter:

A região II do gráfico satisfaz a essas duas condições. Sua área representa da área do

quadrado.

2 º)y < x (Antônio chegou no mesmo horário que José ou depois dele.)

Nesse caso, devemos ter:

A região III do gráfico satisfaz a essas duas condições. Sua área representa da área do

quadrado. Como a área da região OPQR é igual a 1 e a soma das áreas das regiões II e III é , as chances

de José e Antônio viajarem juntos são de 75%. Observação: A palavra “chances” foi interpretada como probabilidade.

x – y<.

y – x<.

QUESTÃO 24

Resposta: A

QUESTÃO 25

Resposta: D

Chegada de Antônio

P Q 1 (13h)

O

0 (12h)

1 (13h)

R Chegada de José

Antônio y = x +

1 2 y = x

y = x -

1 2

1 I

II

III

IV José 1 1 2

1 2

0

RESOLUÇÃO:

RESOLUÇÃO: