





























Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
ENEM 2001-COMENTADA
Tipologia: Provas
1 / 37
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!






























O
ANGLO
RESOLVE
O EXAME
NACIONAL
DO
ENSINO
MÉDIO
2001
Conter a destruição das florestas se tornou uma prioridade mundial, e não apenas um problema brasileiro. (…) Restam hoje, em todo o planeta, apenas 22% da cobertura florestal origi- nal. A Europa Ocidental perdeu 99,7% de suas florestas primárias; a Ásia, 94%; a África, 92%; a Oceania, 78%; a América do Norte, 66%; e a América do Sul, 54%. Cerca de 45% das florestas tropicais, que cobriam originalmente 14 milhões de km quadrados (1,4 bilhão de hectares), desapareceram nas últimas décadas. No caso da Amazônia Brasi- leira, o desmatamento da região, que até 1970 era de apenas 1%, saltou para quase 15% em 1999. Uma área do ta- manho da França desmatada em ape- nas 30 anos. Chega. Paulo Adário, Coordenador da Campanha da Amazônia do Greenpeace. http://greenpeace.terra.com.br
De uma coisa temos certeza: a terra não pertence ao homem branco; o homem branco é que pertence à terra. Disso temos certeza. Todas as coisas estão relacionadas como o sangue que une uma família. Tudo está associado. O que fere a terra, fere também os filhos da terra. O homem não tece a teia da vida; é antes um de seus fios. O que quer que faça a essa teia, faz a si próprio.
Trecho de uma das v á rias vers õ es de carta atribu í da ao chefe Seattle, da tribo Suquamish. A carta teria sido endere ç ada ao presidente norte-americano, Franklin Pierce, em 1854, a prop ó sito de uma oferta de compra do territ ó rio da tribo feita pelo governo dos Estados Unidos. PINSKY, Jaime e outros (Org.). História da América através de textos , 3 ª ed. S ã o Paulo: Contexto, 1991.
Estou indignado com a frase do presidente dos Estados Unidos, George Bush.
“ Somos os maiores poluidores do mundo, mas se for preciso poluiremos mais para evitar uma recess ã o na economia americana ”. R.K., Ourinhos, SP. (Carta enviada à se çã o Correio da Revista Galileu. Ano 10, junho de 2001).
Com base na leitura dos quadrinhos e dos textos, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema: Desenvolvimento e preservação ambiental: como conciliar os interesses em conflito?
Embora os pa í ses do Hemisf é rio Norte possuam apenas um quinto da popula çã o do planeta, eles det ê m quatro quintos dos rendimentos mundiais e consomem 70% da energia, 75% dos metais e 85% da produ çã o de madeira mundial.( … ) Conta-se que Mahatma Gandhi, ao ser perguntado se, depois da independ ê ncia, a Í ndia perseguiria o estilo de vida brit â nico, teria respondido: “ ( … ) a Gr ã -Bretanha precisou de metade dos recursos do planeta para alcan ç ar sua prosperidade; quantos planetas n ã o seriam necess á rios para que um pa í s como a Í ndia alcan ç asse o mesmo patamar? ” A sabedoria de Gandhi indicava que os modelos de desenvolvimento precisam mudar. O planeta é um problema pessoal — Desenvolvimento sustentável. www.wwf. org.br
(Caulos, Jornal do Brasil , Rio de Janeiro, 1978)
O mundo é grande O mundo é grande e cabe Nesta janela sobre o mar. O mar é grande e cabe Na cama e no colchão de amar. O amor é grande e cabe No breve espaço de beijar. ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1983.
Neste poema, o poeta realizou uma op çã o estil í stica: a reitera çã o de determinadas constru çõ es e expres- s õ es ling üí sticas, como o uso da mesma conjun çã o para estabelecer a rela çã o entre as frases. Essa con- jun çã o estabelece, entre as id é ias relacionadas, um sentido de A) oposi çã o. B) compara çã o. C) conclus ã o. D) altern â ncia. E) finalidade.
No poema “O mundo é grande”, Drummond emprega reiteradas vezes a conjunção e para estabele- cer uma relação de oposição entre as frases. Em três instâncias, o poeta opõe dados objetivos a percepções subjetivas:
Um engenheiro, para calcular a á rea de uma cidade, copiou sua planta numa folha de papel de boa qua- lidade, recortou e pesou numa balan ç a de precis ã o, obtendo 40g. Em seguida, recortou, do mesmo dese-
esses dados foi poss í vel dizer que a á rea da cidade, em metros quadrados, é de, aproximadamente, A) 800. B) 10000. C) 320000. D) 400000. E) 5000000.
Sendo x a área pedida, do enunciado, temos: m^2 g
x 40 Logo, x = 5 000 000 m 2
Numa rodovia pavimentada, ocorreu o tombamento de um caminh ã o que transportava á cido sulf ú rico concentrado. Parte da sua carga fluiu para um curso d ’á gua n ã o polu í do que deve ter sofrido, como con- seq üê ncia, I. mortalidade de peixes acima da normal no local do derrame de á cido e em suas proximidades. II. varia çã o do pH em fun çã o da dist â ncia e da dire çã o da corrente de á gua. III. danos permanentes na qualidade de suas á guas. IV. aumento moment â neo da temperatura da á gua no local do derrame.
QUESTÃO 01
Resposta: A
QUESTÃO 02
Resposta: E
QUESTÃO 03
Resposta: D
RESOLUÇÃO:
RESOLUÇÃO:
As resoluções apresentadas neste caderno acompanham a seqüência das questões da PROVA AMARELA.
É correto afirmar que, dessas conseq üê ncias, apenas podem ocorrer A) I e II. B) II e III. C) II e IV. D) I, II e IV. E) II, III e IV.
A dissolução do ácido sulfúrico em água é um processo exotérmico, que provoca um aumento na sua temperatura. Além disso, esse ácido provoca diminuição do seu pH. Esses fatos, que aumentam a mor- tandade dos peixes acima do normal, são mais significativos no local do derramamento, pois, como o rio carrega essa água poluída, ocorre uma diluição que diminui os efeitos do ácido derramado. Se não ocor- rerem novos derramamentos, o dano à qualidade da água não será permanente.
“ ...Um oper á rio desenrola o arame, o outro o endireita, um terceiro corta, um quarto o afia nas pontas para a coloca çã o da cabe ç a do alfinete; para fazer a cabe ç a do alfinete requerem-se 3 ou 4 opera çõ es diferentes; ... ” SMITH, Adam. A Riqueza das Nações. Investiga çã o sobre a sua Natureza e suas Causas. Vol. I. S ã o Paulo: Nova Cultural, 1985.
Jornal do Brasil, 19 de fevereiro de 1997. A respeito do texto e do quadrinho s ã o feitas as seguintes afirma çõ es: I. Ambos retratam a intensa divis ã o do trabalho, à qual s ã o submetidos os oper á rios. II. O texto refere-se à produ çã o informatizada e o quadrinho, à produ çã o artesanal. III. Ambos cont ê m a id é ia de que o produto da atividade industrial n ã o depende do conhecimento de todo o processo por parte do oper á rio. Dentre essas afirma çõ es, apenas A) I est á correta. B) II est á correta. C) III est á correta. D) I e II est ã o corretas. E) I e III est ã o corretas.
O texto e a ilustração claramente referem-se à divisão do trabalho industrial e à alienação do operário no processo produtivo.
Uma empresa de alimentos imprimiu em suas embalagens um cart ã o de apostas do seguinte tipo:
Frente do cart ã o Verso do cart ã o
Cada cart ã o de apostas possui 7 figuras de bolas de futebol e 8 sinais de “ X ” distribu í dos entre os 15 es- pa ç os poss í veis, de tal forma que a probabilidade de um cliente ganhar o pr ê mio nunca seja igual a zero. Em determinado cart ã o existem duas bolas na linha 4 e duas bolas na linha 5. Com esse cart ã o, a proba- bilidade de o cliente ganhar o pr ê mio é A) 1/27. D) 1/72. B) 1/36. E) 1/108. C) 1/54.
RESOLUÇÃO:
RESOLUÇÃO:
QUESTÃO 04
Resposta: E
QUESTÃO 05
Resposta: C
Em seguida, é possível somar algebricamente ambas as etapas do processo: enxofre + oxigênio → dióxido de enxofre
dióxido de enxofre + hidróxido de cálcio → P
enxofre + oxigênio + hidróxido de cálcio → P P = produto não-poluidor. Finalmente, monta-se a proporção:
enxofre reage com^ hidróxido de cálcio
32 g 74 g 10 kg x
x = 23 kg
Os prov é rbios constituem um produto da sabedoria popular e, em geral, pretendem transmitir um ensina- mento. A alternativa em que os dois prov é rbios remetem a ensinamentos semelhantes é : A) “ Quem diz o que quer, ouve o que n ã o quer ” e “ Quem ama o feio, bonito lhe parece ”. B) “ Devagar se vai ao longe ” e “ De gr ã o em gr ã o, a galinha enche o papo ”. C) “ Mais vale um p á ssaro na m ã o do que dois voando ” e “ N ã o se deve atirar p é rolas aos porcos ”. D) “ Quem casa quer casa ” e “ Santo de casa n ã o faz milagre ”. E) “ Quem com ferro fere, com ferro ser á ferido ” e “ Casa de ferreiro, espeto de pau ”.
Os dois provérbios da alternativa, apesar das diferenças de superfície, remetem ao mesmo ensinamento: chega-se aos objetivos, ainda que grandiosos, por etapas pacientemente percorridas. Os elementos que se correspondem são: longe e papo cheio ( enche o papo ); devagar e de grão em grão.
Em muitas regi õ es do Estado do Amazonas, o volume de madeira de uma á rvore cortada é avaliado de acordo com uma pr á tica dessas regi õ es: I. D á -se uma volta completa em torno do tronco com um barbante.
II. O barbante é dobrado duas vezes pela ponta e, em seguida, seu comprimento é medido com fita m é trica.
1 ª dobra 2 ª dobra III. O valor obtido com essa medida é multiplicado por ele mesmo e depois multiplicado pelo compri- mento do tronco. Esse é o volume estimado de madeira. Outra estimativa pode ser obtida pelo c á lculo formal do volume do tronco, considerando-o um cilindro perfeito. A diferen ç a entre essas medidas é praticamente equivalente à s perdas de madeira no processo de corte para comercializa çã o. Pode-se afirmar que essas perdas s ã o da ordem de A) 30%. B) 22%. C) 15%. D) 12%. E) 5%.
Seja R o raio da base do cilindro.
x
kg g g
QUESTÃO 08
Resposta: B
QUESTÃO 09
Resposta: B
RESOLUÇÃO:
RESOLUÇÃO:
Do enunciado, o volume (Ve) estimado é:
Pelo cálculo formal, o volume (Vf) do cilindro é:
Assim, essa perda é da ordem de 22%.
A poss í vel escassez de á gua é uma das maiores preocupa çõ es da atualidade, considerada por alguns es- pecialistas como o desafio maior do novo s é culo. No entanto, t ã o importante quanto aumentar a oferta é investir na preserva çã o da qualidade e no reaproveitamento da á gua de que dispomos hoje.
A a çã o humana tem provocado algumas altera çõ es quantitativas e qualitativas da á gua: I. Contamina çã o de len çó is fre á ticos. II. Diminui çã o da umidade do solo. III. Enchentes e inunda çõ es. Pode-se afirmar que as principais a çõ es humanas associadas à s altera çõ es I, II e III s ã o, respectiva- mente, A) uso de fertilizantes e aterros sanit á rios/lan ç amento de gases poluentes/canaliza çã o de c ó rregos e rios. B) lan ç amento de gases poluentes/lan ç amento de lixo nas ruas/constru çã o de aterros sanit á rios. C) uso de fertilizantes e aterros sanit á rios/desmatamento/impermeabiliza çã o do solo urbano. D) lan ç amento de lixo nas ruas/uso de fertilizantes/constru çã o de aterros sanit á rios. E) constru çã o de barragens/uso de fertilizantes/constru çã o de aterros sanit á rios.
Utilizando-se fertilizantes e aterros sanitários, há grandes probabilidades de se contaminar, por infiltração, o lençol freático. O desmatamento leva ao desnudamento do solo, incrementando, portanto , a evaporação da água. A impermeabilização do solo urbano, impedindo a infiltração da água de chu- va, contribui para que ocorram enchentes e inundações.
Algumas medidas podem ser propostas com rela çã o aos problemas da á gua: I. Represamento de rios e c ó rregos pr ó ximo à s cidades de maior porte. II. Controle da ocupa çã o urbana, especialmente em torno dos mananciais. III. Proibi çã o do despejo de esgoto industrial e dom é stico sem tratamento nos rios e represas. IV. Tranfer ê ncia de volume de á gua entre bacias hidrogr á ficas para atender as cidades que j á apresen- tam alto grau de polui çã o em seus mananciais. As duas a çõ es que devem ser tratadas como prioridades para a preserva çã o da qualidade dos recursos h í dricos s ã o A) I e II. B) I e IV. C) II e III. D) II e IV. E) III e IV.
Impedir a ocupação pelo homem de regiões de mananciais e tratar previamente os dejetos industriais e domésticos são as duas ações, dentre as citadas, que permitem a conservação dos recursos hídricos.
Murilo Mendes, em um de seus poemas, dialoga com a carta de Pero Vaz de Caminha: “A terra é mui graciosa, Tão fértil eu nunca vi. A gente vai passear, No chão espeta um caniço, No dia seguinte nasce Bengala de castão de oiro.
P = ⋅ R ⋅ h⋅
π 2 2 4
2
QUESTÃO 10
Resposta: C
RESOLUÇÃO:
QUESTÃO 11
Resposta: C
RESOLUÇÃO:
QUESTÃO 12
Resposta: A
Essa probabilidade é de, aproximadamente, A) 20%. B) 25%. C) 30%. D) 35%. E) 40%.
A probabilidade pedida é:
O hemograma é um exame laboratorial que informa o n ú mero de hem á cias, gl ó bulos brancos e plaque- tas presentes no sangue. A tabela apresenta os valores considerados normais para adultos. Os gr á ficos mostram os resultados do hemograma de 5 estudantes adultos. Todos os resultados s ã o expressos em n ú mero de elementos por mm^3 de sangue.
Podem estar ocorrendo defici ê ncia no sistema de defesa do organismo, preju í zos no transporte de gases respirat ó rios e altera çõ es no processo de coagula çã o sangu í nea, respectivamente, com os estudantes A) Maria, Jos é e Roberto. B) Roberto, Jos é e Abel. C) Maria, Lu í sa e Roberto. D) Roberto, Maria e Lu í sa. E) Lu í sa, Roberto e Abel.
A leitura do gráfico permite visualizar que Maria apresenta um número de glóbulos brancos abaixo do índice normal, comprometendo suas defesas biológicas. O gráfico também indica que José tem um ín- dice de hemácias menor que o normal, o que indica um prejuízo no transporte de gases, que é realiza- do pelas hemácias. Por fim, Roberto apresenta menos plaquetas do que o valor padrão, o que deverá afe- tar o processo de coagulação.
2 2
A
B
10 km
10 km
10 km
10 km
α
β
RESOLUÇÃO:
QUESTÃO 15
Resposta: A
RESOLUÇÃO:
Valores normais para adultos Hem á cias 4,5 a 5,9 milh õ es/mm^3 G. brancos 5 a 10 mil/mm^3 Plaquetas 200 a 400 mil/mm^3
A distribui çã o m é dia, por tipo de equipamento, do consumo de energia el é trica nas resid ê ncias no Brasil é apresentada no gr á fico.
Em associa çã o com os dados do gr á fico, considere as vari á veis: I. Pot ê ncia do equipamento. II. Horas de funcionamento. III. N ú mero de equipamentos. O valor das fra çõ es percentuais do consumo de energia depende de A) I, apenas. B) II, apenas. C) I e II, apenas. D) II e III, apenas. E) I, II e III.
A energia consumida por um conjunto de aparelhos resulta de: E: energia consumida
n: número de aparelhos P: potência de cada aparelho
Como medida de economia, em uma resid ê ncia com 4 moradores, o consumo mensal m é dio de energia el é - trica foi reduzido para 300kWh. Se essa resid ê ncia obedece à distribui çã o dada no gr á fico, e se nela h á um ú nico chuveiro de 5000W, pode-se concluir que o banho diário de cada morador passou a ter uma duração média, em minutos, de A) 2,5. B) 5,0. C) 7,5. D) 10,0. E) 12,0.
Entende-se que o chuveiro deve ficar ligado 15 h por mês, ou 0,5 h por dia.
O franciscano Roger Bacon foi condenado, entre 1277 e 1279, por dirigir ataques aos te ó logos, por uma su- posta cren ç a na alquimia, na astrologia e no m é todo experimental, e tamb é m por introduzir, no ensino, as id é ias de Arist ó teles. Em 1260, Roger Bacon escreveu: “Pode ser que se fabriquem máquinas graças às quais os maiores navios, dirigidos por um único homem, se desloquem mais depressa do que se fossem cheios de remadores; que se construam carros que avancem a uma velocidade incrível sem a ajuda de ani- mais; que se fabriquem máquinas voadoras nas quais um homem (…) bata o ar com asas como um pás- saro. (…) Máquinas que permitam ir ao fundo dos mares e dos rios” (apud. BRAUDEL, Fernand. Civilização material, economia e capitalismo: séculos XV-XVIII, S ã o Paulo: Martins Fontes, 1996, vol. 3).
, × min (^) =7 5, min.
QUESTÃO 16
Resposta: E
RESOLUÇÃO:
QUESTÃO 17
Resposta: C
RESOLUÇÃO:
QUESTÃO 18
Resposta: E
Pelas normas vigentes, o litro do á lcool hidratado que abastece os ve í culos deve ser constitu í do de 96% de á lcool puro e 4% de á gua (em volume). As densidades desses componentes s ã o dadas na tabela.
Um t é cnico de um ó rg ã o de defesa do consumidor inspecionou cinco postos suspeitos de venderem á lcool hidratado fora das normas. Colheu uma amostra do produto em cada posto, mediu a densidade de cada uma, obtendo:
A partir desses dados, o t é cnico p ô de concluir que estavam com o combust í vel adequado somente os postos A) I e II. D) III e V. B) I e III. E) IV e V. C) II e IV.
Para 1 L de álcool hidratado, de acordo com as normas, temos 96% de álcool (densidade = 800 g/L) e 4% de água (densidade = 1000 g/L) em volume. Então:
Utilizando-se o conceito de densidade:
mágua = água
málcool = álcool
mmistura = mágua + málcool = 40 + 768 = 808 g
Como temos 1 L de mistura, sua densidade será:
A mistura de etanol e água que apresentar densidade igual a 808 g/L estará na especificação correta. Um maior teor de álcool na mistura fará que sua densidade fique abaixo de 808 g/L. Admitindo-se que a mistura fora das normas seja aquela cujo teor de água ultrapasse 4%, a mistura que apresentar densidade superior a 808 g/L não estará adequada às normas.
O esquema representa o ciclo do enxofre na natureza, sem considerar a interven çã o humana.
Adaptado de BRIMBLECOMBE, P. Air Composition and Chemistry. Cambridge University Press, 1996
AR transferência de sulfatos para a terra
compostos orgânicos de enxofre
chuva ácida
compostos orgânicos de enxofre H 2 S H 2 S
SO 2
SO 3
SO 2 SO 2 H 2 S
SO 4 2–
SO 4 2– vulcões (^) sulfatos na TERRA litosfera
seres vivos seres vivos MAR
sulfatos na água do mar
d g L mistura =^808 = g^ L 1
g L
1000 g 0 040 40 L
⋅ , L = g
d
m v
Á gua 1000 Á lcool 800
QUESTÃO 21
Resposta: E
RESOLUÇÃO:
O ciclo representado mostra que a atmosfera, a litosfera, a hidrosfera e a biosfera, naturalmente, I. s ã o polu í das por compostos de enxofre. II. s ã o destinos de compostos de enxofre. III. transportam compostos de enxofre. IV. s ã o fontes de compostos de enxofre. Dessas afirma çõ es, est ã o corretas, apenas, A) I e II. D) I, II e III. B) I e III. E) II, III e IV. C) II e IV.
I. Errada. Fenômenos naturais não são considerados causadores de poluição. II, III e IV. Corretas. O esquema mostra
Algumas atividades humanas interferiram significativamente no ciclo natural do enxofre, alterando as quantidades das subst â ncias indicadas no esquema. Ainda hoje isso ocorre, apesar do grande controle por legisla çã o. Pode-se afirmar que duas dessas interfer ê ncias s ã o resultantes da A) queima de combust í veis em ve í culos pesados e da produ çã o de metais a partir de sulfetos met á licos. B) produ çã o de metais a partir de ó xidos met á licos e da vulcaniza çã o da borracha. C) queima de combust í veis em ve í culos leves e da produ çã o de metais a partir de ó xidos met á licos. D) queima de combust í veis em ind ú stria e da obten çã o de mat é rias-primas a partir da á gua do mar. E) vulcaniza çã o da borracha e da obten çã o de mat é rias-primas a partir da á gua do mar.
Um fabricante de brinquedos recebeu o projeto de uma caixa que dever á conter cinco pequenos s ó li- dos, colocados na caixa por uma abertura em sua tampa. A figura representa a planifica çã o da caixa, com as medidas dadas em cent í metros. Os s ó lidos s ã o fabricados nas formas de I. um cone reto de altura 1cm e raio da base 1,5cm. II. um cubo de aresta 2cm. III. uma esfera de raio 1,5cm. IV. um paralelep í pedo retangular reto, de dimen- s õ es 2cm, 3cm e 4cm. V. um cilindro reto de altura 3cm e raio da base 1cm.
QUESTÃO 22
Resposta: E
Fonte (Principais espécies)
Transporte (Principais substâncias)
Destino (Principais substâncias)
Atmosfera SO 3 e SO 42 –
SO 4 2 – e compostos orgâni- cos de enxofre
compostos orgânicos de enxofre
Litosfera H 2 S e SO 2 SO 4 2 – H^2 S; SO
2 – 4 e compostos or- gânicos de enxofre
H 2 S; SO 24 – compostos orgânicos de enxofre
Hidrosfera SO 42 – SO 4 2 –
H 2 S; SO 24 – compostos orgânicos de enxofre
Biosfera
SO 4 2 – e compostos orgâ- nicos de enxofre
6 5
5
4
15
10
5
5 6
4
RESOLUÇÃO:
QUESTÃO 23
Resposta: A
RESOLUÇÃO:
QUESTÃO 24
Resposta: C
V á rias estrat é gias est ã o sendo consideradas para a recupera çã o da diversidade biol ó gica de um ambien- te degradado, dentre elas, a cria çã o de vertebrados em cativeiro. Com esse objetivo, a iniciativa mais ade- quada, dentre as alternativas abaixo, seria criar A) machos de umas esp é cies e f ê meas de outras, para possibilitar o acasalamento entre elas e o surgi- mento de novas esp é cies. B) muitos indiv í duos da esp é cie mais representativa, de forma a manter a identidade e a diversidade do ecossistema. C) muitos indiv í duos de uma ú nica esp é cie, para garantir uma popula çã o geneticamente heterog ê nea e mais resistente. D) um n ú mero suficiente de indiv í duos, do maior n ú mero de esp é cies, que garanta a diversidade gen é ti- ca de cada uma delas. E) v á rios indiv í duos de poucas esp é cies, de modo a garantir, para cada esp é cie, uma popula çã o geneti- camente homog ê nea.
Para permitir a recuperação da diversidade biológica de um ambiente degradado, é necessário que se fa- voreça a reprodução de um maior número de espécies típicas do meio, com um número suficiente de indivíduos.
Nas conversas di á rias, utiliza-se freq ü entemente a palavra “ pr ó prio ” e ela se ajusta a v á rias situa çõ es. Leia os exemplos de di á logos: I. — A Vera se veste diferente! — É mesmo, é que ela tem um estilo próprio. II. — A Lena j á viu esse filme uma dezena de vezes! Eu n ã o consigo ver o que ele tem de t ã o maravi- lhoso assim. — É que ele é próprio para adolescente. III. — Dora, o que eu fa ç o? Ando t ã o preocupada com o Fabinho! Meu filho est á imposs í vel! — Relaxa, T â nia! É próprio da idade. Com o tempo, ele se acomoda. Nas ocorr ê ncias I, II e III, “ pr ó prio ” é sin ô nimo de, respectivamente, A) adequado, particular, t í pico. B) peculiar, adequado, caracter í stico. C) conveniente, adequado, particular. D) adequado, exclusivo, conveniente. E) peculiar, exclusivo, caracter í stico.
A questão aborda a palavra próprio , explorando variações de significado que ela assume em diferen- tes contextos (polissemia). Eis a tradução de cada sentido: I. particular; especial; peculiar II. apropriado; conveniente; adequado III. típico; indicativo, característico
Um produtor de larvas aqu á ticas para alimenta çã o de peixes ornamentais usou veneno para combater parasitas, mas suspendeu o uso do produto quando os custos se revelaram antiecon ô micos. O gr á fico registra a evolu çã o das popula çõ es de larvas e parasitas.
O aspecto biol ó gico , ressaltado a partir da leitura do gr á fico, que pode ser considerado o melhor argumen- to para que o produtor n ã o retome o uso do veneno é : A) A densidade populacional das larvas e dos parasitas n ã o é afetada pelo uso do veneno. B) A popula çã o de larvas n ã o consegue se estabilizar durante o uso do veneno.
QUESTÃO 26
Resposta: D
RESOLUÇÃO:
QUESTÃO 27
Resposta: B
RESOLUÇÃO:
QUESTÃO 28
Resposta: E
C) As popula çõ es mudam o tipo de intera çã o estabelecida ao longo do tempo. D) As popula çõ es associadas mant ê m um comportamento est á vel durante todo o per í odo. E) Os efeitos das intera çõ es negativas diminuem ao longo do tempo, estabilizando as popula çõ es.
A observação do gráfico, a partir do momento em que cessou a aplicação de veneno, mostra que as popu- lações de larvas e de seus parasitas atingem um equilíbrio, sem grande prejuízo na produção de larvas.
Num determinado bairro h á duas empresas de ô nibus, ANDABEM e BOMPASSEIO, que fazem o tra- jeto levando e trazendo passageiros do sub ú rbio ao centro da cidade. Um ô nibus de cada uma dessas empresas parte do terminal a cada 30 minutos, nos hor á rios indicados na tabela.
Carlos mora pr ó ximo ao terminal de ô nibus e trabalha na cidade. Como n ã o tem hora certa para chegar ao trabalho e nem prefer ê ncia por qualquer das empresas, toma sempre o primeiro ô nibus que sai do ter- minal. Nessa situa çã o, pode-se afirmar que a probabilidade de Carlos viajar num ô nibus da empresa ANDABEM é A) um quarto da probabilidade de ele viajar num ô nibus da empresa BOMPASSEIO. B) um ter ç o da probabilidade de ele viajar num ô nibus da empresa BOMPASSEIO. C) metade da probabilidade de ele viajar num ô nibus da empresa BOMPASSEIO. D) duas vezes maior do que a probabilidade de ele viajar num ô nibus da empresa BOMPASSEIO. E) tr ê s vezes maior do que a probabilidade de ele viajar num ô nibus da empresa BOMPASSEIO.
Carlos tem 10 minutos em cada 30 para viajar na BOMPASSEIO e 20 minutos a cada 30 para viajar na ANDABEM. Assim, considerando que a expressão “duas vezes maior” significa o dobro, a probabilidade de Carlos viajar num ônibus da empresa ANDABEM é duas vezes maior do que a probabilidade de ele viajar num ônibus da empresa BOMPASSEIO.
I. Para o fil ó sofo ingl ê s Thomas Hobbes (1588-1679), o estado de natureza é um estado de guerra uni- versal e perp é tua. Contraposto ao estado de natureza, entendido como estado de guerra, o estado de paz é a sociedade civilizada.
Dentre outras tend ê ncias que dialogam com as id é ias de Hobbes, destaca-se a definida pelo texto abaixo. II. Nem todas as guerras são injustas e correlativamente, nem toda paz é justa, razão pela qual a guerra nem sempre é um desvalor, e a paz nem sempre um valor. BOBBIO, N. MATTEUCCI, N PASQUINO, G. Dicionário de Política, 5 ª ed. Bras í lia: Universidade de Bras í lia; S ã o Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2000.
Comparando as id é ias de Hobbes (texto I) com a tend ê ncia citada no texto II, pode-se afirmar que A) em ambos, a guerra é entendida como inevit á vel e injusta. B) para Hobbes, a paz é inerente à civiliza çã o e, segundo o texto II, ela n ã o é um valor absoluto. C) de acordo com Hobbes, a guerra é um valor absoluto e, segundo o texto II, a paz é sempre melhor que a guerra. D) em ambos, a guerra ou a paz s ã o boas quando o fim é justo. E) para Hobbes, a paz liga-se à natureza e, de acordo com o texto II, à civiliza çã o.
A alternativa correta parafraseia os textos citados. A teoria de Thomas Hobbes, em última análise, jus- tifica a própria existência do Estado. No texto II, as idéias refletem uma situação política contemporânea ao autor.
RESOLUÇÃO:
Hor á rio dos ô nibus ANDABEM BOMPASSEIO … … 6h00min 6h10min 6h30min 6h40min 7h00min 7h10min 7h30min 7h40min … …
QUESTÃO 29
Resposta: D
RESOLUÇÃO:
QUESTÃO 30
Resposta: B
RESOLUÇÃO: