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Conceituação; complicações; principis afecções; tratamento; intervenções de enfermagem e assistência ao parto nomal e cesáreo.
Tipologia: Slides
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Não perca as partes importantes!






































































Enfermagem em Saúde da Mulher Prof.ª Gleicy Santos Pereira Moura
o Conhecer as principais afecções compreendidas em uma gestação; o Conhecer o local de assistência ao parto, e os cuidados gerais durante o trabalho de parto; o Conhecer os cuidados gerais no primeiro, segundo e terceiro período do parto; o Discutir sobre os cuidados maternos imediatamente após o parto.
o Plaquetopenia – menos de
o É “aquela na qual a vida ou a saúde da mãe e/ou do feto e/ou do recém-nascido têm maiores chances de serem atingidas que as da média da população considerada”; o Uma gestação considerada de baixo risco pode, a qualquer momento, sofrer uma intercorrência e se tornar de alto risco, exigindo cuidados específicos da equipe de saúde;
o Condições clínicas de identificação de maior risco na gestação atual, se dividem em:
o Situações clínicas de urgência/emergência obstétrica que devem ser avaliadas em contexto hospitalar:
o A morte materna é definida como óbito de uma mulher durante a gestação ou até 42 dias após o término da gestação, independente da duração ou da localização da gravidez, devida à qualquer causa relacionada ou agravada pela gravidez ou por medidas em relação à ela, porém não devida a causas acidentais ou incidentais; o Quando essa morte é resultante de complicações obstétricas ocorridas na gravidez, parto ou puerpério, é classificada como morte obstétrica direta (pré- eclâmpsia, eclâmpsia, aborto, hemorragia,...);
o Quando é resultante de doenças pré-gestacionais ou que se desenvolveram durante a gestação, não devido a causas obstétricas diretas, mas que foram agravadas pelos efeitos fisiológicos da gravidez, é classificada como morte obstétrica indireta (a morte materna decorrente de infecção de foco não uterino, hipertensão pré- existente à gestação, cardiopatia etc.)
o Dados preliminares indicam que a relativa estabilidade alcançada pode ter sido comprometida com aumento desproporcional de casos de óbitos maternos, em decorrência da pandemia de covid- 19 ; o Segundo a OMS, é importante caracterizar, de maneira sistemática, os casos de morbidade materna grave, condições potencialmente ameaçadoras de vida (Cpav) e near miss materno (NMM).; o O NMM é definido como “uma mulher que quase morreu, mas que sobreviveu a uma complicação grave durante o período gestacional até 42 dias após o término da gestação”;
o A maioria das mortes maternas é considerada como evitável, e demoras relacionadas ao cuidado obstétrico ou clínico adequado podem ser avaliadas por meio de alguns modelos; o O modelo clássico, das três demoras, define tais condições como: I – Demora para buscar atendimento pelo indivíduo e/ou por sua família. II – Demora para chegada em unidade de saúde para o cuidado adequado. III – Demora na prestação dos cuidados pelos profissionais, no momento necessário, na instituição de referência. o A maioria das mortes maternas é causada pela combinação desses fatores.
o Podem se caracterizar como: o Urgência quando não há sintomas clínicos/obstétricos; o Emergência hipertensiva quando há sintomas clínicos/obstétricos; o Essas intercorrências são responsáveis pelo agravamento do processo gestacional e resultam em danos graves, podendo ocasionar a morte do binômio (mãe e bebê) se não diagnosticadas precocemente. o Nos países em desenvolvimento, a hipertensão gestacional é a principal causa de mortalidade materna, sendo responsável por um grande número de internações em centros de tratamento intensivo.
o Conceitua-se hipertensão arterial sistêmica (HAS) na gestação a partir dos seguintes parâmetros: o O de 30 mmHg ou + na pressão sistólica (máxima) e/ou de 15 mmHg ou + na pressão diastólica (mínima), em relação aos níveis tensionais pré-gestacionais e/ou conhecidos até a 16 ª semana de gestação, são sinais de alerta para agendamento de controles mais próximos.