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Tipologia: Notas de estudo
Compartilhado em 03/06/2013
4.5
(44)80 documentos
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Para uma melhor compreensão, e como forma de facilitar a identificação dos componentes, equipamentos e outros elementos que possam ser utilizados nas instalações elétricas é utilizada uma simbologia gráfica que representa cada elemento da instalação. Com isso, o projetista pode dar início ao desenho do projeto elétrico na planta residencial ou industrial, utilizando-se de uma simbologia gráfica. Neste guia, a simbologia apresentada é a usualmente empregada pelos projetistas. Como ainda não existe um acordo comum a respeito delas, o projetista pode adotar uma simbologia própria identificando-a no projeto, através de uma legenda. Para as tarefas que serão desenvolvidas com o auxilio deste guia, será utilizada a simbologia apresentada a seguir. Campainha Condutores retorno, fase e neutro respectivamente Fotocélula Interruptor de campainha Interruptor four-way Interruptor simples
Interruptor three-way Lâmpada fluorescente Lâmpada incandescente Reator Starter Tomada 3P Tomada universal 1 EMENDA DE CONDUTORES EM PROSSEGUIMENTO 1.1 MATERIAL UTILIZADO: 1.2 INTRODUÇÃO Comumente o eletricista se depara com um problema: o percurso da instalação em linha é maior que o fio condutor disponível. Que fazer então? Ele deverá executar uma ou mais emendas. Essas emendas, entretanto, poderão se transformar mais tarde fontes de mau contato, produzindo aquecimento e, portanto, perigos de incêndio ou de falhas no funcionamento da instalação, se forem mal executadas. A função de um engenheiro é saber fazer, fiscalizar e identificar as possíveis falhas. Assim, estes são bons motivos para se aprender as técnicas e recomendações indicadas na execução de uma boa instalação. 1.3 PROCEDIMENTOS: 1º Passo:
Figura 1(c) e em seguida torça uma sobre a outra em sentido oposto. Cada ponta deve dar aproximadamente seis voltas sobre o condutor, no mínimo. Complete a torção das pontas com ajuda de um alicate, como mostrado na Figura 1(d). As pontas devem ficar completamente enroladas e apertadas no condutor, evitando-se assim que estas pontas perfurem o isolamento de acordo com a Figura 1(e). Figura 1(e) - Emenda típica. 4º Passo: O isolamento da emenda deve ser iniciado pela extremidade mais cômoda. Prenda a ponta da fita e, em seguida, dê três ou mais voltas sobre a mesma, continue enrolando a fita, de modo que cada volta se sobreponha à anterior. Continue enrolando a fita isolante sobre a camada isolante de PVC do condutor. A execução de uma emenda bem feita deve garantir que a camada isolante do condutor seja ultrapassada por uns dois centímetros. Corte a fita isolante, seguindo o procedimento de acordo com as Figura 1(f) e 1(g). Figura 1, (f) e (g) – Isolalando os condutores. 2 INSTALAÇÃO DE UMA LÂMPADA INCANDESCENTE ACIONADA POR UM INTERRUPTOR DE UMA SEÇÃO Observações: Leia o guia com toda atenção. Você irá trabalhar com instalações elétricas energizadas. Tome bastante cuidado para não sofrer choques elétricos, pois eles podem até matar. Retire o fusível do quadro quando for realizar qualquer manuseio na instalação. A retirada do fusível evita uma energização indevida. Antes de colocar a mão em partes metálicas dos condutores, certifique-se que o circuito se encontra totalmente desenergizado. Lembrete: Você está aqui para aprender, portanto, não hesite consultar o professor, monitor ou técnicos caso lhe ocorra alguma dúvida no decorrer da aula. 2.1 MATERIAL UTILIZADO:
ƒ fios; ƒ 01 lâmpada incandescente; 2.2 INTRODUÇÃO Uma das instalações mais elementares na iluminação de um ambiente é a energização de uma lâmpada através do acionamento à distância. Um exemplo típico seria a iluminação de um quarto. Uma maneira cômoda e segura é realizar o acionamento (ligar e desligar) da lâmpada sem que seja necessário o manuseio direto da lâmpada no próprio receptáculo. Para isso, inclui-se um interruptor, que geralmente se localiza junto à porta de entrada do ambiente. O interruptor unipolar ou de uma seção é responsável pelo seccionamento de um único condutor. As normas exigem que o mesmo tenha mecanismo operado por mola, sob tensão mecânica, de modo que o circuito seja aberto ou fechado rapidamente, em intervalo de tempo muito curto, evitando a formação do arco entre os contatos ou minimizando os seus efeitos. Uma lâmpada incandescente apresenta dois terminais. Um em forma de rosca metálica e o outro na forma de um pequeno disco. O encaixe das lâmpadas será realizado através de um receptáculo. O receptáculo apresenta-se isolado externamente, com um contato na parte superior interna e com um cilindro metálico rosqueado. Assim, O receptáculo permite o contato elétrico na face superior com o pequeno disco metálico da lâmpada e entre as partes rosquedas. Então, para energizar a lâmpada, basta conectar aos dois terminais os condutores fase e neutro. O condutor fase está submetido ao maior potencial, no nosso caso, 220 volts. O condutor neutro deve está submetido ao potencial de 0 Volts. Lembre-se de verificar o nível de tensão da rede quando na instalação de qualquer equipamento elétrico. Como forma de segurança, é recomendável que se introduza a lâmpada no receptáculo com o circuito desenergizado. Além disso, para se evitar possíveis choques ao se trocar em partes metálicas da lâmpada com o circuito energizado, é recomendável que o fio neutro seja conectado à parte metálica rosqueável do receptáculo. Além dos componentes acima citados, utilizar-se-ão eletrodutos e caixas. As caixas servem tanto de isolamento como de suporte para os componentes: fiação, interruptores, luminárias, tomadas, entre outros. Para auxiliar na passagem da fiação pelo interior do eletroduto será utilizado um cabo-guia. Ele facilita o arrasto da fiação por dentro do eletroduto, pois apresenta em uma de suas extremidades uma espécie de mola que facilita o deslocamento do guia dentro do eletroduto. Assim, para passar os condutores de um ponto a outro da instalação, basta fixar os condutores na outra extremidade do cabo-guia. 2.3 PROCEDIMENTOS: 1º Passo: Com o auxílio da chave néon, verificar se o circuito está desenergizado: ƒ em caso positivo, prossiga.
Lembrete: Você está aqui para aprender, portanto, não hesite consultar o professor, monitor ou técnicos caso lhe ocorra alguma dúvida no decorrer da aula. 3.1 MATERIAL UTILIZADO: ƒ fios; ƒ 01 lâmpada incandescente; 3.2 INTRODUÇÃO Um exemplo típico dessa configuração é um banheiro. Como é normal, deseja-se iluminá-lo e no mínimo instalar uma tomada para um barbeador elétrico ou um secador de cabelo. Então, por motivos de economia, pode-se utilizar um interruptor de uma seção conjugado com uma tomada em um único ponto, ao invés de uma caixa para a tomada e outra para o interruptor. Uma tomada é um dispositivo extremamente simples. De modo seguro através do garfo (plug in), ela permite a conexão dos eletrodomésticos com a rede elétrica. A tomada pode ter dois ou três pinos, redondos ou achatados ou combinados, sendo que nesta tarefa será utilizada uma tomada de dois pinos, neste caso chamada de universal. As tomadas e os garfos devem ser adaptáveis entre si. Existem, tomadas para 110 / 220 V e 6 A, 10 A, 15 A e tomadas de 20 ou 30 A, para usos especiais. A Norma NBR 5410 que fixa as regras gerais a serem observadas na divisão da instalação em circuitos exige que devem ser previstos circuitos terminais distintos para iluminação e tomadas de corrente. Os circuitos terminais devem ser individualizados pela função dos equipamentos de utilização que alimentam. Dentre as razões para estas exigências, está que a instalação deve ser dividida em tantos circuitos quantos forem necessários, de forma a proporcionar facilidade de inspeção, ensaios e manutenção, bem como evitar que, por ocasião de um defeito em um circuito, toda uma área fique desprovida de alimentação (por exemplo, circuitos de iluminação). Nas tarefas desenvolvidas no laboratório e em outras subseqüentes, os circuitos de iluminação e tomadas não serão distintos, visto que o propósito deste guia é orientar o aluno como devem ser feitas as conexões entre tomadas, interruptores, soquetes, etc, ficando a cargo da disciplina teórica, as normas a serem seguidas na divisão de circuitos. 3.3 PROCEDIMENTOS: 1º Passo: Com o auxilio da chave néon, verifique se o circuito está desenergizado: ƒ em caso positivo, prossiga. ƒ em caso negativo, desenergize o circuito, desligando o disjuntor da sua cabine. 2º Passo:
Seguindo o diagrama unifilar mostrado na Figura 3(a), coloque a respectiva fiação dentro do eletroduto com o auxílio do cabo guia. 3º Passo: Faça as devidas conexões ao receptáculo ou soquete, ao interruptor conjugado com a tomada e emendas, se necessário, seguindo o diagrama multifilar mostrado na Figura 3(b). Lembre-se: as emendas caso contenham, devem ficar alojadas no interior das caixas e não dentro de eletrodutos. Para uma maior segurança no circuito, o fio a ser seccionado ou fio que vai ao interruptor, deve ser o fio fase, que pode ser identificado com o auxilio da chave néon. 4º Passo: Energize o circuito acionando o disjuntor, e teste-o acionando o interruptor, e se possível, verifique se há tensão nos terminais da tomada. (b) Figura 3 - Instalação de uma lâmpada incandescente acionada por um interruptor de uma seção conjugado com uma tomada. (a) – Diagrama unifilar. (b) – Diagrama multifilar. 4 INSTALAÇÃO DE DUAS LÂMPADAS INCANDESCENTES ACIONADAS POR UM INTERRUPTOR DE DUAS SEÇÕES 4.1 MATERIAL UTILIZADO: ƒ fios; ƒ 02 lâmpadas incandescentes; 4.2 INTRODUÇÃO Entre outros, um exemplo típico da instalação de um interruptor de duas seções se encontrar em residências com iluminação externa. Uma seção do interruptor é usada para acionar a luminária externa e a outra é usada para acionar a lâmpada da sala. A configuração adotada permite flexibilidade e economia.
Dependendo das características do ambiente pode ser necessária a instalação de duas ou mais lâmpadas, e estas energizadas ao mesmo tempo. Então, por questão de economia e simplicidade da instalação, as lâmpadas podem ser acionadas por um único interruptor. Sistema muito usado em residências, com ambiente com mais de uma lâmpada, como a garagem. Neste caso, deve-se analisar sempre a corrente do circuito, que não pode ser superior a corrente nominal do interruptor e dos condutores. 5.3 PROCEDIMENTOS: 1º Passo: Com o auxilio da chave néon, verifique se o circuito está desenergizado: ƒ em caso positivo, prossiga. ƒ em caso negativo, desenergize o circuito, desligando o disjuntor da sua cabine. 2º Passo: Com o auxílio do cabo guia, coloque a fiação dentro do eletroduto, seguindo o diagrama unifilar mostrado na Figura 5(a). 3º Passo: Faça as devidas conexões ao receptáculo ou soquete, ao interruptor, e emendas, se necessário, seguindo o diagrama multifilar mostrado na Figura 5(b). 4º Passo: Energize o circuito acionando o disjuntor, e teste-o acionando o interruptor. (b) Figura 5 - Instalação de duas lâmpadas incandescentes acionadas por um interruptor de uma seção. (a) – Diagrama unifilar. (b) – Diagrama multifilar. 6 INSTALAÇÃO DE DUAS LÂMPADAS INCANDESCENTES ACIONADAS POR UM INTERRUPTOR DE DUAS SEÇÕES CONJUGADO COM UMA TOMADA 6.1 MATERIAL UTILIZADO:
ƒ fios; ƒ 02 lâmpadas incandescentes; 6.2 INTRODUÇÃO Normalmente em projetos de iluminação, os acionamentos das lâmpadas em dois ou mais interruptores se dividem quando são necessárias duas ou mais lâmpadas. Este procedimento permite que parte do circuito de iluminação seja acionada independentemente, com maior flexibilidade e economia de energia. Como é normal, às vezes, necessita-se também de mais uma tomada, então, ao invés de se utilizar dois interruptores simples e mais uma tomada utiliza-se um interruptor de duas seções conjugado com uma tomada, economizando assim, os custos nas instalações. Um exemplo bem prático é usado no interior de guaritas, onde uma seção do interruptor aciona as lâmpadas externas, a outra seção aciona a lâmpada interna e a tomada pode ser utilizada para fins gerais. Lembrandose que os circuitos de iluminação e força (tomadas) devem ser distintos, quando na realização de projetos elétricos, como já foi mencionado anteriormente. 6.3 PROCEDIMENTOS: 1º Passo: Com o auxilio da chave néon, verifique se o circuito está desenergizado: ƒ em caso positivo, prossiga. ƒ em caso negativo, desenergize o circuito, desligando o disjuntor da sua cabine. 2º Passo: Com o auxílio do cabo guia, coloque a fiação dentro do eletroduto, seguindo o diagrama unifilar mostrado na Figura 6(a). 3º Passo: Faça as devidas conexões ao receptáculo, ao interruptor conjugado com a tomada e emendas, se necessário, seguindo o diagrama multifilar mostrado na Figura 6(b). 4º Passo: Energize o circuito acionando o disjuntor, e teste-o acionando o interruptor, e se possível, verifique se há tensão nos terminais da tomada.
Energize o circuito acionando o disjuntor, e teste-o acionando os interruptores. Para uma maior segurança, o fio a ser seccionado ou fio que vai a um dos interruptores, deve ser o fio fase. O fio fase deve ser conectado ao terminal central de um dos interruptores paralelo, o retorno, que vai ser conectado à lâmpada, deve ser conectado no terminal central do outro interruptor paralelo, como é mostrado no diagrama multifilar na Figura 7(b). (b) Figura 7 - Instalação de uma lâmpada incandescente acionada por interruptores tree-way. (a) – Diagrama unifilar. (b) – Diagrama multifilar. 8 INSTALAÇÃO DE UMA LÂMPADA INCANDESCENTE ACIONADA POR INTERRUPTORES TREE-WAY E FOUR-WAY 8.1 MATERIAL UTILIZADO: ƒ fios; ƒ 01 lâmpada incandescente; ƒ 02 interruptores tree-way de uma seção; ƒ 01 interruptor four-way; 8.2 INTRODUÇÃO Nesta tarefa, utilizar-se-á para acionar a lâmpada, além do interruptor paralelo ou tree-way, um tipo especial de interruptor, o four-way ou “intermediário”. Este possui quatro terminais e deve ser instalado entre dois interruptores tree-way. A instalação de outros interruptores four-way permite o acionamento em diversos pontos, isto é, para cada novo four-way instalado, incrementa-se um ponto de acionamento adicional. Esta configuração é usada em ambientes,
onde se deseja acionar lâmpadas de três ou mais lugares distintos, como em galpões grandes com mais de duas portas de acesso, onde se deve colocar um interruptor perto de cada porta. 8.3 PROCEDIMENTOS: 1º Passo: Com o auxilio da chave néon, verifique se o circuito está desenergizado; ƒ em caso positivo, prossiga. ƒ em caso negativo, desenergize o circuito, desligando o disjuntor da sua cabine. 2º Passo: Com o auxílio do cabo guia, coloque a fiação dentro do eletroduto, seguindo o diagrama unifilar mostrado na Figura 08(a). 3º Passo: Faça as devidas conexões no receptáculo ou no soquete, nos interruptores e as emendas se necessário. Para uma maior segurança, o fio a ser seccionado ou fio que vai ao interruptor tree-way, deve ser o fio fase. O fio fase deve ser conectado ao terminal central de um dos interruptores tree-way, o retorno que vai à lâmpada deve ser conectado ao terminal central do outro interruptor tree-way, e o interruptor four-way terá seus bornes conectados aos interruptores tree-way, como mostrado no diagrama multifilar na Figura 8(b). O acionamento do interruptor four-way permite a inversão do caminho da corrente elétrica. Na Figura 8(b) as linhas tracejadas representam os caminhos possíveis da corrente elétrica. 4º Passo: Energize o circuito acionando o disjuntor, e teste-o acionando os interruptores. (b) Figura 8 - Instalação de uma lâmpada incandescente acionada por interruptores tree-way e fourway. (a) – Diagrama unifilar. (b) – Diagrama multifilar. 9 INSTALAÇÃO DE UMA CAMPAINHA OU CIGARRA
(b) Figura 9 - Instalação de uma campainha ou cigarra. (a) – Diagrama unifilar. (b) – Diagrama multifilar. 10 INSTALAÇÃO DE TOMADA COM CONDUTOR DE PROTEÇÃO 10.1 MATERIAL UTILIZADO: 10.2 INTRODUÇÃO Nesta tarefa, uma tomada com três pinos será utilizada, sendo dois pinos ligados aos tradicionais fase e neutro, e o outro pino ligado ao fio de proteção (PE) ou fio terra. O fio terra provém de um aterramento contento uma ou mais hastes de cobre, uma grande utilidade do terceiro pino é oferecer segurança ao operador do equipamento eletroeletrônico. Ao se ligar um plug a uma tomada de três pinos, com o terceiro pino realmente aterrado, todas as partes metálicas externas do equipamento também ficaram aterradas. Se ocorrer algum defeito interno, principalmente provocado por choques externos, tal que alguma parte "viva" faça contato com a carcaça metálica, o fio terra escoará a corrente elétrica para a terra sem limitação de corrente, queimando assim o fusível de proteção e desergenizando o equipamento, protegendo assim, o operador contra possíveis choques elétricos provocados pelo equipamento. A Norma NBR 5410 da ABNT determina como deve ser instalado um único sistema de aterramento em cada instalação, ou seja, caso existam mais de um aterramento estes devem ser conectados entre si. Não basta apenas ter a rede elétrica aterrada. Seu computador, impressora, entre outros equipamentos elétricos tem que estar conectados eletricamente ao aterramento. Na verdade, ter um aterramento malfeito é mais perigoso do que não tê-lo. 10.3 PROCEDIMENTOS: 1º Passo:
Com o auxilio da chave néon, verifique se o circuito está desenergizado; ƒ em caso positivo, prossiga. ƒ em caso negativo, desenergize o circuito, desligando o disjuntor da sua cabine. 2º Passo: Com o auxílio do cabo guia, coloque a fiação dentro do eletroduto, seguindo o diagrama unifilar mostrado na Figura 10(a). 3º Passo: Faça as devidas conexões à tomada e emendas, se necessário, seguindo o diagrama multifilar mostrado na Figura 10(b). 4º Passo: Energize o circuito acionando o disjuntor, e teste-o, verificando se há tensão nos terminais da tomada. (b) Figura 10 - Instalação de uma tomada com condutor de proteção. (a) – Diagrama unifilar. (b) – Diagrama multifilar. 1 INSTALAÇÃO DE LÂMPADA ACIONADA POR FOTOCÉLULA 1.1 MATERIAL UTILIZADO: 1.2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: Em circuitos de iluminação de exteriores (de ruas, de sinalização em caixas d'água, em pátios etc.), é muito comum o acionamento automático por elementos fotossensíveis. Eles operam segundo a intensidade de luz recebida. O acionamento automático é muito útil em iluminação