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Kisner - Ombro e Escápula - digitalizar0037, Exercícios de Fisioterapia

Exercício Terapêuticos - Ombro e Escápula

Tipologia: Exercícios

2014

Compartilhado em 23/03/2014

charles-miranda-11
charles-miranda-11 🇧🇷

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534 INTERVENÇÕES COM EXERCICIOS PARA CADA REGIAO DO CORPO dade adicional contra o tórax e com o braço de cima so- bre uma toalha dobrada em leve abdução e flexão. Os movimentos de ombro incluem elevar o braço no plano da escápula, flexão para a frente, abdução, rotação e ab- dução e adução horizontais. Avance realizando exerci- cios em uma posição semi-reclinada e, depois, sentado ou em pé enquanto mantém a extensão torácica. - Extensão assistida do ombro em pé, com um bastão mantido atrás das costas. * Alongamento das estruturas posteriores do ombro na amplitude indolor usando um alongamento arravés do tórax dentro da adução horizontal. Adie até a próxima fase se for doloroso. « Exercícios de ADM ativos (não-assistidos) de ombro e escápula dentro das amplitudes indolores mantendo o controle escapulotorácico e glenoumeral apropriado; comece em decúbito dorsal e avance para a posição sen- tada. Os movimentos ativos de ombro podem ser pos- síveis após cerca de 2 semanas do pós-operatório. € Prevenir a inibição reflexa e a atrofia da musculatura da cintura escapular. * Isométricos de baixa intensidade, em múltiplos ângulos, indolores da musculatura GU com o braço apoiado e ênfase no manguito rotador contra resistência minima. Comece os isométricos submáximos após cerca de 1 se mana do pós-operatório. Resista levemente com o membro superior assistente. Foque o aumento de repetições mais do que a resistência. 0 Isométricos alternantes submáximos e exercícios de es- tabilização rítmica para os músculos escapulotorácicos com o braço envolvido apoiado pelo fisioterapeuta. Tenha como alvo os músculos que fazem retração e ro- tação da escápula para cima. Exercício: fase de proteção moderada Os exercícios durante a segunda fase de reabilitação são dirigidas para a obtenção de ADM de ombro indolor com- pleta, melhora do controle neuromuscular e desempenho muscular (força, resistência muscular à fadiga) dos múscu- los deltóide, manguito rotador e estabilizadores da escápula. O paciente pode estar pronto para iniciar essa fase da reabi litação já com 3 a 4 semanas do pós-operatório, porém mais frequentemente com 4 a 6 semanas. Essa fase se um período de 4 a 6 semanas, ou até que o paciente encon- tre os critérios para progredir para a próxima fase. Critérios para progressão. Critérios para avançar para a se- gunda fase inclyem:?”7h5 12 & desconforto mínimo quando o ombro não está apoiado; o balanço dos braços é confortável durante a deambulação; » ADM passiva quase completa e indolor do ombro (mobi- lidade completa da escápula; pelo menos 150º de elevação do ombro; rotação completa): & em decúbito dorsal, elevação ativa indolor do braço bem acima do nível do ombro; O rotação externa ativa indolor do ombro de cerca de 45º; € teste muscular da musculatura do ombro pelo menos re- gular (3/5) e preferivelmente bom (4/5). Metas e intervenções. As metas, os exercícios e as atividades durante a segunda fase (intermediária) dá reabilitação são descritas a seguir.*7h2h20 € Restaurar e manter a mobilidade passiva indolor comple ta da cintura escapular e da parte superior do tronco, * Mobilização articular, enfatizando deslizamento poste- rior e caudal do úmero e mobilidade escapulotorácica. * Auto-alongamento de baixa intensidade dos músculos limitadores que poderiam restringir a amplitude suf- ciente de rotação da escápula para cima e rotação do úmera, necessárias para elevação completa do braço aci- ma da cabeça, especificamente dos músculos levanta- dores da escápula, rombóides, trapézio médio, latíssimo do dorso e peitoral maior e menor. Lembre-se, o encur- tamento desses músculos contribui para a compres: dos Lecidos moles durante movimentos do braço acima da cabeça. * Auto-alongamento (alongamento através do tórax) do músculo deltóide posterior e cápsula posterior da ar- ticulação GU. Essas estruturas ficam normalmente re- traídas na presença de uma síndrome do impacto no ombro. Uma cápsula posterior retraída causa translação anterior excessiva e migração superior da cabeça do úmero na glenóide, o que, por sua vez, cau: pinçamento dos tecidos moles quando se coloca a mão acima da cabeça.” * Auto-alongamento do tronco superior, para aumentar a extensão torácica, ficando em decúbito dorsal sobre rolo de toalha colocado verticalmente entre as escápulas. * Usar a ADM ganha nos exercícios e padrões de movi- mentos funcionais durante as AVD, O Reforçar a conscientização e o controle postural. + Por meio da educação do paciente, continue a incorpo- rar um tronco ereto aos exercícios e atividades fun- cionais. & Desenvolver estabilidade dinâmica, força, resistência à fa- diga e controle dos músculos escapulotorácicos e GU. * Exercícios de estabilização contra uma resistência au mentada e em posturas de apoio de peso. Se ocorrer movimento alar da escápula durante o apoio de peso, proporcione suporte manual ou diminua as cargas im- postas. Enfatize o forlalecimento isolado dos músculos serrálil anterior e trapézio. - Ergometria de membros superiores para resistência muscular, Para evitar um arco compressivo, inicic em pé em vez de sentado. * Exercícios dinâmicos de fortalecimento de músculos isolados do ombro contra cargas leves (0,5 kg a 2 kg de peso ou tubo elástico com grau leve), gradualmente au- mentando as repetições. Comece a elevação resistida do braço em decúbito dorsal para estabilizar a escápula contra o tórax; avance para sentado ou em ps - Usar o braço envolvido para atividades funcionais que envolvem uma resistência leve. NOTA: Tenha como alvo os músculos que fazem a rotação aara cima da articulação escapulotorácica (músculos serráti anterior, trapézio superior e inferior) e os músculos do man-