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80% e 92%.” Isso é comparável aos resultados de estudos anteriores de reparos tradicionais abertos, em que foi re latado um alívio satisfatório da dor por 85% a 95% dos pacientes.277 () tamanho pré-operatório da laceração tem um impacto no alívio da dor; especificamente, pacientes com rupturas pequenas e médias (< 3 cm) relatam uma porcentagem mais alta de satisfação com o alívio da dor do que pacientes com lesões grandes ou maciças.” 1157 ADM de ombro. As restrições na ADM pré-operatória têm uma influência na ADM pós-operatória. Em um estudo prospectivo descritivo de pacientes submetidos a reparo do manguito rotador, 0 fator pré-operatório com uma correlação mais próxima com a limitação em longo prazo da ADM de ombro após a cirurgia foi a inabilidade de co- locar a mão atrás das costas !2 A ADM pós-operatória de ombro também está associada ao tamanho da laceração. Por exemplo, os resultados de um estudo mostraram que pacientes que tiveram reparos de rupturas pequenas a mé- dias tinham amais flexão e abdução ativa do que pacientes com rupturas grandes.” Como indicado em um estudo descrito anteriormen- te nesta seção sobre as medidas da ADM com 6a 12 sema- nas após o reparo assistido por artroscopia de rupturas com espessura completa do manguito, a ADM passiva pode aproximar-se à quase normal (comparada com o ombro assistente) com 6 semanas do pós-operatório.” Força. Como no caso da ADM, a velocidade de recupera ção da força muscular da ombro também parece estar as sociada com o tamanho da laceração; ou seja, a recupera ção é mais rápida nas rupturas pequenas e médias do que nas rupturas grandes ou maciças. Contudo, diferente da recuperação da ADM, a restauração quase completa da força muscular do ombro ocorre gradualmente e pode le- var um ano após o reparo de rupturas pequenas e médias. Os dados sobre a recuperação da força após o reparo de rupturas grandes ou maciças são contraditórios. ! 137 Embora a recuperação da força muscular do ombro ocorra gradualmente 20 longo do primeiro ano pós-ope- ratório, a maioria dos ganhos substanciais é vista nos pri- sneiros é meses. Na maioria dos casos, os pacientes atin- gem 80% da força no ombro operado (em comparação com o ombro assistente) em 6 meses e 90% com cerca de Tanol2 + Habilidades funcionais. Tem sido sugerido que os resulta- dos funcionais em longo prazo têm uma correlação com 0 tamanho da ruptura, 0 tipo de reparo, a qualidade do teci- do e a inlegridade do reparo." Por exemplo, pacientes que fizeram um reparo assistido por artroscopia retornam às atividades funcionais cerca de um mês antes do que aque- les que fizeram um reparo aberto.” Contudo, esse resulta- do pode estar distorcido pelo fato de os reparos assistidos por artroscopia serem feitos mais frequentemente em pa- cientes mais jovens com rupturas menos graves. Por fim, em um estudo de pacientes que apresenta- ram recidiva de laceração do manguito rotador após o re- paro, 80% dos pacientes tinham alcançado resultados fun- cionais bons a excelentes em curto prazo, medidos por CAPÍTULO 17 Ombro e Cintura Escepular 513 critérios objetivos. Isso sugere uma contradição com as evidências, indicando que há relação direta entre a inte gridade do repara e o resultado funcional”? É Luxações Do OMBRO: TRATAMENTO CONSERVADOR Em uma luxação, ocorre a separação completa das su- es articulares da articulação glenoumeral, causada as diretas e indiretas aplicadas ao ombro.” A insta- por fo; bilidade (descrita na seção sobre síndromes doloroses do ombro) pode ser um tator predisponente para luxação, es- pecialmente em atividades repetitivas extenuantes desempe- nhadas acima da cabeça, como se vé em alguns esportes. Patologias relacionadas e mecanismos de lesão Luxação traumática anterior do ombro A luxação anterior ocorre mais frequentemente quando o úmero é golpeado estendo em uma posição de rotação é terna e abdução. À estabilidade, quando nessa posição, nor- malmente é dada pelo sabescapular, ligamento GU e cabeça longa do biceps.Sistits A falta de integridade de qualquer uma dessas estruturas pode predispor a articulação à luxa- ção ou um golpe significativo no braço pode causar dano às estruturas e à inserção da cápsula anterior e lábio glenoidal (lesão de Bankart, ilustrada na Fig. 17.19). Quando luxada, a cabeça do imero normalmente se apóia na região subco- racóidea, raramente na região subclavicular ou intratoráci- ca. À luxação anterior traumática normalmente está asso- ciada com ruptura completa do manguito rotador. Também pode haver uma fratura por compressão na margem póste- ro-lateral da cabeça do úmero (lesão de Hill-Sachs, também Cóp: anterior Lesão ve Bankart Glenóide ) v Cáosula Lesão de posterior Hill Sachs FIGURA 17.19 Lesões associadas com lusaço anterior trairárica da erticuiação GU, 8 lesão cs Bankart é uma tratura ca margem enterior da glenóide cor 0 léb'o. Este é arrarcada da g ené de enterior com urr peguro nedaça deia. Também pode cerre- ums lesão os Hll-Sarhs, que é ura f'stura por compressão de cabeça da úmero pástera lateral. (Adaptado de Tevin, BI, Greer Fed, EH: Evcluasior end Tresisent of dhe Shouldes - An Integration of tic Guide to Physical Tnerapist Practice. FA Devis, Ph ade phi, 200", p. 295, com permissão