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Problemas de álgebra linear em R3 e Rn, Notas de estudo de Engenharia Química

Uma coleção de 16 problemas de álgebra linear relacionados a operadores lineares em r3 e rn, produtos internos, matrizes, autovetores e autovalores, e espaços vetoriais. Cada problema possui uma alternativa correta.

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 13/12/2010

pedro-fernandes-31
pedro-fernandes-31 🇧🇷

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bg1
Q1. Seja Vum espa¸co vetorial de dimens˜ao 2 munido de um produto interno
,·i e seja {v1, v2}uma base de V. Considere a fun¸ao T:VVdefinida
por T(v) = hv, v1iv1+hv , v2iv2, para todo vV. Pode-se afirmar que:
(a) T´e sobrejetora;
(b) Tao ´e injetora;
(c) Tao ´e linear;
(d) v1ev2ao autovetores de T;
(e) Ker(T) = Im(T).
Q2. Sejam S:R3R3,T:R3R3operadores lineares que ao repre-
sentados na base canˆonica de R3pelas matrizes:
[S]can =
1 2 1
1 0 1
0 1 0
,[T]can =
1 1 2
11 0
110
.
Considere a base:
B={(1,0,0),(1,1,0),(1,1,1)}
de R3. Assinale a alternativa correspondente a um vetor que gera Ker(ST):
(a) (0,2,1)B;
(b) (1,2,1)B;
(c) (0,1,2)B;
(d) (0,1,2)B;
(e) (1,1,1)B.
Q3. Sejam T:R3R3um operador linear e ,·i um produto interno em
R3. Sejam v1,v2ev3autovetores de Tassociados aos autovalores λ1,λ2
eλ3, respectivamente. Se hv1, v2i= 0, hv1, v3i= 0 e hv2, v3i= 0, pode-se
afirmar que:
(a) T´e diagonaliz´avel;
(b) todo autovetor de T´e paralelo a v1, a v2ou a v3;
(c) T´e diagonaliz´avel se e somente se os autovalores λ1,λ2eλ3ao dois a
dois distintos;
(d) Tao ´e diagonaliz´avel;
(e) T´e diagonaliz´avel se e somente se λ1λ2λ36= 0.
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Q1. Seja V um espa¸co vetorial de dimens˜ao 2 munido de um produto interno 〈·, ·〉 e seja {v 1 , v 2 } uma base de V. Considere a fun¸c˜ao T : V → V definida por T (v) = 〈v, v 1 〉v 1 + 〈v, v 2 〉v 2 , para todo v ∈ V. Pode-se afirmar que:

(a) T ´e sobrejetora; (b) T n˜ao ´e injetora; (c) T n˜ao ´e linear; (d) v 1 e v 2 s˜ao autovetores de T ; (e) Ker(T ) = Im(T ).

Q2. Sejam S : R^3 → R^3 , T : R^3 → R^3 operadores lineares que s˜ao repre- sentados na base canˆonica de R^3 pelas matrizes:

[S]can =

 (^) , [T ]can =

Considere a base: B = {(1, 0 , 0), (1, 1 , 0), (1, 1 , 1)} de R^3. Assinale a alternativa correspondente a um vetor que gera Ker(S ◦T ):

(a) (0, 2 , −1)B; (b) (− 1 , 2 , 1)B; (c) (0, 1 , −2)B; (d) (0, − 1 , 2)B; (e) (1, − 1 , 1)B.

Q3. Sejam T : R^3 → R^3 um operador linear e 〈·, ·〉 um produto interno em R^3. Sejam v 1 , v 2 e v 3 autovetores de T associados aos autovalores λ 1 , λ 2 e λ 3 , respectivamente. Se 〈v 1 , v 2 〉 = 0, 〈v 1 , v 3 〉 = 0 e 〈v 2 , v 3 〉 = 0, pode-se afirmar que:

(a) T ´e diagonaliz´avel; (b) todo autovetor de T ´e paralelo a v 1 , a v 2 ou a v 3 ; (c) T ´e diagonaliz´avel se e somente se os autovalores λ 1 , λ 2 e λ 3 s˜ao dois a dois distintos; (d) T n˜ao ´e diagonaliz´avel; (e) T ´e diagonaliz´avel se e somente se λ 1 λ 2 λ 3 6 = 0.

Q4. Seja T : R^3 → R^3 um operador linear cujo polinˆomio caracter´ıstico ´e pT (t) = −t^3 + 3t^2 + t − 6. Pode-se afirmar que:

(a) n˜ao existe um inteiro n ≥ 1 tal que T n^ ´e o operador identidade; (b) existe um inteiro n ≥ 1 tal que T n^ ´e o operador identidade; (c) existe um inteiro n ≥ 1 tal que T n^ ´e o operador nulo; (d) existe um inteiro n ≥ 2 tal que T n^ = T ; (e) T n˜ao ´e diagonaliz´avel.

Q5. Recorde que o tra¸co tr(X) de uma matriz quadrada X ´e a soma dos elementos de sua diagonal principal e que matrizes semelhantes possuem o mesmo tra¸co. Considere a matriz:

A =

2 1 2 1 2 3 2

∈ M 2 (R).

Tem-se que tr(A^5 − 2 A) ´e igual a:

(a) 27; (b)

2

(c) 28; (d)

2

(e) 26.

Q6. Seja T : R^5 → R^5 um operador linear com polinˆomio caracter´ıstico:

pT (t) = −ta(t − λ)b(t − μ)c, onde λ, μ ∈ R s˜ao n˜ao nulos e distintos e a, b, c > 0 s˜ao inteiros. Se:

dim

Vλ(T )

  • dim

Vμ(T )

ent˜ao:

(a) T ´e diagonaliz´avel; (b) T n˜ao ´e diagonaliz´avel pois T n˜ao ´e injetor; (c) n˜ao podemos garantir que T seja diagonaliz´avel; (d) T n˜ao ´e diagonaliz´avel pois dim

Vλ(T )

dim

Vμ(T )

(e) T ´e sobrejetor.

Q10. Seja T : R^2 → R^3 a transforma¸c˜ao linear tal que:

[T ]BC =

onde: B = {(1, 0), (0, 1)}, C = {(1, 1 , 0), (0, 1 , 0), (0, 0 , 1)}. Dado (x, y) ∈ R^2 , se (a, b, c) = T (x, y), pode-se afirmar que a + b + c ´e igual a:

(a) 3x; (b) 2x + y; (c) x + 2y; (d) 3x + y; (e) x.

Q11. Seja T : M 2 (R) → P 2 (R) a transforma¸c˜ao linear tal que:

[T ]BC =

onde B =

1 1

1 1

1 1

0 1

e C = { 1 , t, t^2 }. Assinale a alternativa correta:

(a) dim

Ker(T )

(b) T ´e sobrejetora; (c) dim

Ker(T )

(d) T ´e injetora; (e) dim

Ker(T )

  • dim

Im(T )

Q12. Seja T : E → E um operador linear, onde E ´e um espa¸co vetorial de dimens˜ao finita. Suponha que dim

Im(T )

= 1 e que T 2 6 = 0. Assinale a alternativa correta:

(a) T ´e diagonaliz´avel; (b) o polinˆomio caracter´ıstico de T pode n˜ao ter ra´ızes reais; (c) o polinˆomio caracter´ıstico de T pode ter alguma raiz complexa n˜ao real; (d) o polinˆomio caracter´ıstico de T s´o tem ra´ızes reais e T pode ter um autovalor cuja multiplicidade alg´ebrica ´e maior do que a multiplicidade geom´etrica; (e) o polinˆomio caracter´ıstico pT de T s´o tem ra´ızes reais e pode existir uma raiz α ∈ R de pT tal que a dimens˜ao de Ker(T − αI) ´e menor do que a multiplicidade de α como raiz de pT.

Q13. Considere as seguintes afirma¸c˜oes: (I) se α ´e uma raiz real do polinˆomio caracter´ıstico de um operador line- ar T num espa¸co vetorial de dimens˜ao finita ent˜ao α ´e um autovalor de T ; (II) ´e poss´ıvel encontrar um operador linear T num espa¸co vetorial de dimens˜ao finita e um autovalor λ de T tal que a dimens˜ao do espa¸co Ker(T − λI) seja maior do que a multiplicidade de λ como raiz do polinˆomio caracter´ıstico de T ; (III) se T : Rn^ → Rn^ ´e um operador linear, B ´e uma base de Rn, λ ´e um n´umero real e A ´e a matriz [T ]B − λI ∈ Mn(R) ent˜ao um vetor n˜ao nulo x = (a 1 ,... , an) ∈ Rn^ ´e autovetor de T com autovalor λ se e somente se:

A

a 1 a 2 .. . an

Assinale a alternativa correta:

(a) apenas a afirma¸c˜ao (I) ´e verdadeira; (b) as trˆes afirma¸c˜oes s˜ao verdadeiras; (c) apenas a afirma¸c˜ao (III) ´e verdadeira; (d) apenas as afirma¸c˜oes (I) e (III) s˜ao verdadeiras; (e) apenas as afirma¸c˜oes (I) e (II) s˜ao verdadeiras.

Q14. Sejam E um espa¸co vetorial de dimens˜ao 3, T : E → E um operador linear, B uma base de E e a, b ∈ R. Sabendo-se que:

[T ]B =

0 a 0 0 b 0

pode-se afirmar que T N ˜AO ´e diagonaliz´avel se e somente se:

(a) a = 0 e b 6 = 0; (b) a = b; (c) a 6 = 0; (d) a = b = 0; (e) b 6 = 0.