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Relatório de Pendulo Físico
Tipologia: Provas
Compartilhado em 24/04/2014
4.6
(20)38 documentos
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2 Objetivos 4
Se considerarmos um pˆendulo f´ısico suspenso por uma das extremidades, Figura 02, um pˆendulo simples de comprimento L 0 ser´a equivalente ao pˆendulo f´ısico se seus per´ıodos de oscila¸c˜oes forem iguais. O ponto P do pˆendulo f´ısico distˆante L 0 do ponto de suspens˜ao ´e chamado de centro de oscila¸c˜ao.
Figura 2: Pˆendulo f´ısico e pˆendulo simples equivalente.
O centro de oscila¸c˜ao tem uma propriedade interessante. Se, no plano de oscila¸c˜ao, uma for¸ca impulsiva atuar no centro de oscila¸c˜ao, nenhum efeito dessa for¸ca ´e sentido pela r´otula. Nesse sentido, o centro de oscila¸c˜ao ´e frequentemente chamado de centro de percus˜ao.
2 Objetivos
3 Material
4 Procedimentos Realizados 5
4 Procedimentos Realizados
Os procedimentos realizados tiveram como objetivo estudar o momento de in´ercia medindo se o per´ıodo de oscila¸c˜ao T de um pˆendulo f´ısico, e conseguimos determinar
o momento de in´ercia do s´olido I = T^
(^2) mgh 4 π^2 , ap´os usamos o Centro de Oscila¸c˜ao para determinar um pˆendulo equivalente.
O pˆendulo que utilizamos consta de uma barra de ferro de 100 cm de comprimento, 1,5 cm de largura e 0,3 cm de espessura. Ao longo de uma linha m´edia longitudinal h´a uma s´erie de orif´ıcios dispostos simetricamente em rela¸c˜ao ao centro da barra. O ma- terial de que ´e feito o pˆendulo ´e praticamente homogˆeneo. Os orif´ıcios repetem-se com uniformidade e n˜ao comprometem a simetria da barra em rela¸c˜ao ao seu centro de massa.
1.1 Certificou-se que o orif´ıcio central coincidisse razoavelmente com o centro de massa, ap´os determinou-se a a massa da barra m = 336, 95 g.
1.2 Suspendeu-se a barra pelo orif´ıcio O 16 como indicado na Figura 03.
Figura 3: Pˆendulo f´ısico.
1.3 Mediu-se a distˆancia do ponto de sustenta¸c˜ao em rela¸c˜ao `a extremidade da barra. Anotou-se os dados na Tabela 1.
1.4 Deslocou-se o pˆendulo f´ısico de um ˆangulo de 5o^ e mediu-se o tempo equivalente a 10 per´ıodos. Anotou-se os dados na Tabela 1. Em muitos dos casos n˜ao foi poss´ıvel obter os 10 per´ıodos, no entanto, fizemos uma m´edia com os per´ıodos obtidos. 1.5 Repetiu-se os procedimentos descritos anteriormente para todos os orif´ıcos indica- dos na Tabela 1.
1.6 Construi-se o gr´afico dos Per´ıodos (T) em fun¸c˜ao das Distˆancias (d).
4.3 Pˆendulo simples equivalente. 7
2.1 Baseado nos resultados experimentais, e na Equa¸c˜ao 07, determinou-se o momento de in´ercia da haste quando suspensa pelos orif´ıcos de n´umeros: 16, 12 e 5. Anotou-se os dados obitidos na Tabela 2.
O momento de in´ercia de uma barra de massa m e comprimento L em rela¸c˜ao ao centro de massa ´e dado por:
I =
mL^2 (8)
para um ponto de suspens˜ao O, distando h do centro de massa, podemos determinar o momento de in´ercia da haste pelo Teorema dos Eixos Paralelos:
Ih = ICM + mh^2 (9)
onde o momento de in´ercia da haste ´e a soma do momento de in´ercia do centro de massa mais a massa vezes a distˆancia ao quadrado.
Orif´ıcio Momento de in´ercia (Equa¸c˜ao 7) Momento de in´ercia (Equa¸c˜ao 9) 16 0,010 kg.m^2 0,044 kgm^2 12 0,007 kg.m^2 0,044 kgm^2 5 0,003 kg.m^2 0,012 kgm^2
Tabela 2: Resultados experimentais para os orif´ıcios 16, 12 e 5.
Observando a Figura 5, onde temos o gr´afico de T versus d; tra¸cando-se uma paralela ao eixo das abscissas a mesma interceptar´a o gr´afico em dois pontos com o mesmo per´ıodo de oscila¸c˜ao. A distˆancia entre esses dois pontos constitui o comprimento do pˆendulo simples equivalente.
Figura 5: Gr´afico distˆancia versus per´ıodo, com retas paralelas.
4.3 Pˆendulo simples equivalente. 8
3.1 Tra¸cou-se no gr´afico T versus d, uma paralela ao eixo das abscissas e anotou-se na Tabela 3, as abscissas e o per´ıodo dos pontos de interse¸c˜ao.
3.2 Determinou-se a distˆancia entre os pontos, usando a equa¸c˜ao para a distˆancia entre dois pontos.
d =
√ (x 2 − x 1 )^2 + (y 2 − y 1 )^2 (10)
3.3 Construi-se um pˆendulo simples com o comprimento obtido e mediu-se o per´ıdo.
3.4 Repetiu-se o procedimento acima para uma outra paralela.
Abscissa dos pontos de interse¸c˜ao Pˆendulo Pˆendulo di (cm) dj (cm) Distˆancia f´ısico simples di + dj (cm) T(s) T(s) Paralela 1 65,0 98,5 33,5 1,62 11, Paralela 2 83,3 98,5 6,0 1,47 4,
5 Question´ario 10
T = 2π
√√ √√^ √ 12 6
g
= 2π
√√ √√^ √ 12 6
= 13, 64 s.
T = 2π
√ I mgh
e I = ICM + mh^2
I = ICM + mh^2 =⇒ ICM = I − mh^2
Assim o momento de in´ercia de qualquer corpo ´e dado pela Equa¸c˜ao 00:
T 2 mgh 4 π^2
T 2 mgh 4 π^2
− mh^2
T = 2π
√ I m(g + a)h
(d) Para cima, com acelera¸c˜ao constante para cima. R.: As acelera¸c˜oes s˜ao subtraidas (a-g), logo o per´ıodo aumenta.
T = 2π
√ I m(a − g)h
5 Question´ario 11
(e) Para cima, com acelera¸c˜ao constante para baixo a<g. R.: As acelera¸c˜oes s˜ao subtraidas (a-g), logo o per´ıodo ´e positivo, no entanto au- menta.
T = 2π
√ I m(g − a)h
(f) Para baixo, com acelera¸c˜ao constante para baixo a<g. R.: As acelera¸c˜oes s˜ao subtraidas (a+g), logo o per´ıodo ´e positivo, no entanto diminui o per´ıodo.
T = 2π
√ I m(g + a)h
7 Referˆencias Bibliogr´aficas 13
7 Referˆencias Bibliogr´aficas