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Prointer parcial mauro, Notas de estudo de Gestão de Recursos Humanos

PROINTER EMPREENDEDORISMO

Tipologia: Notas de estudo

2018

Compartilhado em 21/05/2018

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Universidade Anhanguera – Uniderp
Curso de tecnologia em EMPREENDEDORISMO
NOME MAURO AFONSO ARANTES JÚNIOR – RA 5322545237
Projeto Interdisciplinar Aplicado ao Curso Superior de Tecnologia em
EMPREENDEDORISMO (PROINTER III) - RELATÓRIO PARCIAL
TUTOR À DISTÂNCIA: DIEGO VAZ
UBERLÂNDIA/MG
2018
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Universidade Anhanguera – Uniderp Curso de tecnologia em EMPREENDEDORISMO

NOME MAURO AFONSO ARANTES JÚNIOR – RA 5322545237

Projeto Interdisciplinar Aplicado ao Curso Superior de Tecnologia em

EMPREENDEDORISMO (PROINTER III) - RELATÓRIO PARCIAL

TUTOR À DISTÂNCIA: DIEGO VAZ

UBERLÂNDIA/MG

1

NOME MAURO AFONSO ARANTES JÚNIOR – RA 5322545237

Projeto Interdisciplinar Aplicado ao Curso Superior de Tecnologia em

EMPREENDEDORISMO (PROINTER III) - RELATÓRIO PARCIAL

Trabalho Apresentado ao Curso Tecnologia em Empreendedorismo da Uniderp, como requisito parcial à obtenção de notas da disciplina Projeto Interdisciplinar Aplicado ao Curso Superior de Tecnologia em Marke�ng (PROINTER III) Orientado pela tutora à distância DIEGO VAZ.

UBERLÂNDIA/MG

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO.........................................................................................................................

  1. Composto Mercadológico.......................................................................................................
  2. PESQUISA DE MERCADO.................................................................................................. 5
  3. gestão de custos...................................................................................................................... 6
  4. Planejamento Estratégico e Análise SWOT............................................................................
  5. Planejamento Financeiro e Orçamentário.............................................................................

CONSIDERAÇÕES FINAIS................................................................................................. 13

REFERÊNCIAS......................................................................................................................

Introdução

Neste Prointer Parcial, deve-se levar em conta que uma empresa que está surgindo no mercado irá começar com um mercado limitado, como intermediários que serão: alguns representantes de vendas, atacadistas, varejistas estabelecidos no local, transportadoras, e alguns armazéns já estabelecidos na região em que irá comercializar seus produtos. Mas o mais di�cil con�nua sendo convencer esses intermediários a comercializarem a linha de produtos da empresa. Se a empresa for bem sucedida, poderá estabelecer filiais em novos mercados, e u�lizar novos canais para comercializar seus produtos. Em mercados menores, poderá vender diretamente a varejistas, pois não a necessidade de implantação de lojas para comercializar seus produtos diretamente com consumidores aumentando os custos com divulgação; em mercados maiores, poderá u�lizar distribuidores para divulgar seus produtos e aumentar sua área de comercialização na região.

  1. Composto Mercadológico O composto mercadológico ou composto de marke�ng é conhecido também como marke�ng mix, definido por Kotler (1998, p. 97) como "o conjunto de ferramentas que a empresa usa para a�ngir seus obje�vos de marke�ng no mercado-alvo." Para Mc Carthy (1978), mercado alvo é "o mais homogêneo ou similar grupo de consumidores para os quais a empresa deseja chamar atenção." Esse autor defende que a estratégia de marke�ng especifica o mercado-alvo e seu relacionado marke�ng mix. O consumidor é o centro do marke�ng mix, que inclui "algum produto, oferecido a um preço, com alguma promoção para contar aos potenciais consumidores sobre o produto e o modo de alcançar essa praça de consumidores". Para o autor, o consumidor é colocado no centro do diagrama do composto de marke�ng, mas não faz parte dele. O composto de marke�ng consiste no desenvolvimento de estratégias em quatro áreas de decisão: produto, preço, distribuição (ou praça) e promoção, mais conhecidos como os “quatro P’s de Marke�ng”. (CZINKOTA et al, 2001, p. 31). As decisões de produto abrangem diversos assuntos, como o desenvolvimento de novos produtos, a composição da marca, da embalagem, a rotulação e o gerenciamento estratégico dos produtos ao longo do seu ciclo de vida. (CZINKOTA et al, 2001). Na interpretação de Churchill Jr. e Peter (2005, p. 20), o elemento produto refere-se “ao que os profissionais de marke�ng oferecem ao cliente”, com o propósito de troca. As decisões de preço devem, segundo Czinkota et al (2001, p. 31), “apoiar a estratégia de marke�ng de um produto; realizar as metas financeiras da organização; e ajustar-se às realidades do ambiente do mercado”. Para Churchill Jr. e Peter (2005, p. 20), o elemento preço está relacionado “à quan�dade de dinheiro ou outros recursos que os profissionais de marke�ng pedem por aquilo que oferecem”. Cobra (1992, p. 43) afirma que é preciso que o preço, “divulgado pelas listas de

preços a clientes e a consumidores, seja justo e proporcione descontos es�mulantes à compra dos produtos ou serviços ofertados, com subsídios adequados e períodos (prazos) de pagamento e termos de crédito efe�vamente atra�vos”. As decisões relacionadas ao ponto de distribuição “refletem a habilidade do profissional de marke�ng para criar u�lidades de lugar, momento e posse para os clientes”. As u�lidades de tempo e de lugar se referem ao fornecimento dos produtos quando e onde os consumidores desejariam adquiri-los. A u�lidade de posse “facilita a transferência da propriedade do produto de quem produz para o consumidor através dos canais de marke�ng”. Canais de marke�ng, por sua vez, “são as redes de organizações que movimentam um produto desde o produto até o seu mercado pretendido”. (CZINKOTA et al, 2001, p. 33). As decisões de promoção comunicam a estratégia de marke�ng u�lizada pela empresa para os clientes e membros do canal que agenciam a distribuição do produto para o mercado. Os elementos que fazem parte do composto promocional são: publicidade, vendas pessoal, relações públicas e a promoção das vendas. (CZINKOTA et al., 2001). No entender de Churchill Jr. e Peter (2005, p. 20), o elemento promoção ou comunicação “refere-se a como os profissionais de marke�ng informam, convencem e lembram os clientes sobre produtos e serviços”.

  1. PESQUISA DE MERCADO Para Izuno (apud MATTAR, 2005, p. 2), “A pesquisa de mercado originou-se e se desenvolveu nos Estados Unidos da América (EUA) a par�r de 1910 obtendo destaque nas décadas de 50 e 60 sendo até hoje o país que mais investe em pesquisas”. Segundo Bacha (1998, p. 36): No Brasil seu desenvolvimento deve ser integrado à história da economia brasileira, em par�cular ao desenvolvimento da indústria e ao desenvolvimento da publicidade e da mídia, onde a necessidade de pesquisa foi primeiro sen�da. Nesta primeira fase, a clientela de pesquisa se restringia quase que às empresas internacionais, que seguiam orientação de suas matrizes. Passaram-se décadas e a área de pesquisa de mercado evoluiu muito no Brasil, porém na atualidade seu desenvolvimento é limitado e pouco se sabe sobre os hábitos de pesquisa de mercado adotados pelas empresas brasileiras. Nota-se excesso de sigilo nas pesquisas aqui elaboradas, fator esse determinante para a falta de informações sobre os hábitos adotados pelas empresas nacionais. (RICHERS, 2003). A pesquisa de mercado também é u�lizada por empresas como forma de acompanhamento para monitorar o andamento do negócio; para isso têm sido criados bancos de dados que fazem parte do sistema de informação de marke�ng. Para Ma�ar (1997, p. 42): A pesquisa de marke�ng faz parte do sistema de informação de marke�ng da empresa e visa coletar dados per�nentes e transformá-los em informações que venham a ajudar os execu�vos de marke�ng na solução de problemas específicos e esporádicos que surgem durante o processo de administração de marke�ng.

Daí sua importância como ferramenta auxiliar na tomada de decisões. A pesquisa mercadológica é uma ferramenta que disponibiliza informações sobre as variáveis de mercado, sendo essas informações armazenadas em sistemas de informação de marke�ng para análise de execu�vos no momento presente e em períodos futuros, fazendos e comparações período/período para um melhor embasamento. As pesquisas de mercado podem ser qualita�vas ou quan�ta�vas, ambas de grande valia se atendendo os propósitos de pesquisa. Em geral, nas pesquisas quan�ta�vas há uma maior facilidade de se tabular os dados, devido à forma das varáveis apresentadas após a coleta de dados. Na pesquisa quan�ta�va elabora-se um ques�onário com questões fechadas (lista de respostas pré-codificadas) ou um ques�onário semiestruturado com perguntas fechadas e abertas, podendo ser aplicado por intermédio de entrevistas pessoais, entrevistas por telefone, por mala-direta e pela internet.

  1. gestão de custos Na estrutura da gestão de custos, seu gerenciamento exige um enfoque amplo, que Porter (1989) caracterizou como cadeia de valor, ou seja, a reunião de a�vidades que são executadas para projetar, produzir, comercializar, entregar e sustentar um produto.

iden�ficar e mensurar esse �po de custo que pode significar muitas vezes a própria existência da empresa. Custeio Variável: Leone (2000, p.323) descreve que as próprias leis da Contabilidade

prescrevem o emprego do custeio por absorção. A idéia que sempre valeu era a de que os produtos devem absorver todos os custos necessários para fabricação e se possível comercialização. As despesas e custos indiretos deveriam ser carregados aos custos produtos

vendidos, mesmo que esse exercício fosse realizado por meio de alguns critérios de apropriação arbitrários O Método de Custeio Direto, ou Variável, atribui para cada custo uma classificação específica, na forma de custo fixos ou custos variáveis. O custo final do produto (ou serviço)

será a soma do custo variável, dividido pela produção correspondente, sendo os custos fixos considerados diretamente no resultado do exercício. Gerencialmente, é um método muito utilizado, mas, por sua restrição fiscal e legal, sua utilização implica na exigência de 2

sistemas de custos:

  1. O sistema de custo contábil (absorção ou integral) e
  2. Uma sistemá�ca de apuração paralela, segregando-se custos fixos e variáveis. Custeio ABC é diferentemente dos custeios por absorção e variável que distribuem os custos diretamente aos produtos, o Custeio ABC rastreia as a�vidades relevantes do processo produ�vo, aloca os custos às a�vidades para então distribuí-los aos produtos. Conforme Crepaldi (2010, p. 322), “O sistema ABC não é apenas uma nova maneira de se apropriar os custos para o produto que o gerou, mas é, também, uma nova maneira de se administrar, tendo como dados suporte dos custos pelo ABC e suas caracterís�cas. As empresas estão usando o ABC para apoiar as decisões principais em linha de produtos e segmentos de mercado, assim como relacionamento com clientes, e para assimilar o impacto da parte financeira e gerencial do ABC como sistema de medida”.

No Custeio ABC, os recursos de uma organização são consumidos por suas a�vidades e não pelos produtos que elas fabricam. Desta forma, todas as a�vidades devem receber parte dos custos. Uma a�vidade é uma ação que u�liza recursos humanos, financeiros, tecnológicos, de materiais, entre outros, para que bens sejam produzidos e serviços prestados. Compreende todos os sacri�cios de recursos necessários para desempenhá-la. Deve incluir salários com os respec�vos encargos sociais, materiais, depreciação, energia, uso de instalações, dentre outros. Infelizmente sua implementação tem custo elevado. O custo-padrão é um custo pré-atribuído, tomado como base para o registro da produção antes da determinação do custo efetivo. Em sua concepção gerencial, o custo- padrão indica um “custo ideal” que deverá ser perseguido, servindo de base para a administração mediar e eficiência da produção e conhecer as variações de custo. Esse custo ideal seria aquele que deveria ser obtido pela indústria nas condições de plena eficiência e máximo rendimento. A Resolução CFC n° 750/93 fixou os Princípios Fundamentais de Contabilidade, dentre os quais aparece o Princípio do Registro pelo Valor Original que determina a avaliação dos componentes do patrimônio pelos valores originais das transações com o mundo exterior a valor presente em moeda nacional, sendo mantidos na avaliação das variações patrimoniais posteriores, o que descarta a utilização do custo-padrão para fins de avaliação dos estoques e dos custos dos produtos vendidos, posto que este pode divergir da transação efetiva.

4. Planejamento Estratégico e Análise SWOT O Planejamento Estratégico é u�lizado na orientação pelas ações de respostas das empresas no próprio ambiente que estão inseridas, de forma a analisar o meio interno e externo para enfrentarem os desafios que surgem na evolução empresarial. Conforme Oliveira (2002) Planejamento Estratégico corresponde ao estabelecimento de conjunto de providências a serem tomadas pelo gestor para a situação em que o futuro tende a ser diferente do passado, porém a empresa tem condições de agir sobre as variáveis de modo que possa exercer alguma influência.

É o processo que proporciona que a empresa se sustente para estabelecer um direcionamento que vise a o�mização pela interação de fatores internos e externos que possam atuar de forma inovadora e diferenciada, segundo Oliveira (2010). O planejamento estratégico segundo TUBINO (2000) minimiza os resultados das operações e os riscos nas tomadas de decisões das empresas. O impacto de suas decisões é de longo prazo e afetam a natureza e as caracterís�cas das empresas de forma a garan�r o atendimento de sua missão. Conforme Oliveira (2010), proporciona um método a estabelecer uma direção para as empresas a o�mizar o grau de interação com os fatores externos, de forma inovadora e diferenciada. É estabelecido pelos níveis mais altos de forma a estabelecer obje�vos que possam determinar ações que levam em conta condições externas e internas. Este possibilita ao gestor estabelecer o rumo que a empresa deverá seguir. A Análise S.W.O.T. também denominada análise F.O.F.A.. em português, é uma ferramenta estrutural da administração, u�lizada na análise do ambiente interno e externo, com a finalidade de formulação de estratégias da empresa. Nesta análise iden�ficamos as Forças e Fraquezas da empresa, extrapolando então Oportunidades e Ameaças internas para a mesma. É uma sigla do idioma inglês, na qual representa: Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportuni�es) e Ameaças (Threats), sendo fundamentada por Kenneth Andrews e Roland Christensen. A análise SWOT é importante para qualquer organização com relação a conhecer o potencial e as ameaças que estão dentro e fora do ambiente da organização. Esta análise é de suma importância no planejamento da empresa auxiliando e colaborando com as decisões a serem tomada pelas organizações. (KOTLER; KELLER, 2007). Para Andion e Fava (2003, p. 43) “Através da análise dos pontos fortes e fracos, os gestores e suas equipes poderão determinar com mais clareza as prioridades em termos de ameaças e oportunidades existentes no ambiente externo”. As forças e fraquezas são avaliadas pela observação da situação atual da organização, em geral avaliadas, a fatores internos. Os pontos fracos pela construção em uma organização, em seus recursos humanos incluem os recursos por experiência, capacidade, conhecimentos e habilidades, já os recursos organizacionais são sistemas e processos da empresa como estratégias, estrutura, cultura e outros, e os recursos �sicos, que são as instalações, equipamentos, tecnologia, canais e outros. As oportunidades e ameaças são previsões do futuro e estão in�mamente ligadas a fatores externos. Na análise dos pontos fracos, quando for evidenciado, deverá os dirigentes da empresa proceder a obje�vos estratégicos que irão reduzir ou minimizá-los. Esta análise deve ser confeccionada e interpretada de forma a unir as peças chaves, que são os elementos da análise interna e externa, por que vão formar o diagnós�co e este deve ser confiável e com suporte de uma boa fonte de informação, e que esteja integrado às necessidades da gestão estratégica, pois irão fundamentar a médio e longo prazo na organização.

5. Planejamento Financeiro e Orçamentário Quando se trata da parte de Administração Financeira dentro da Administração, trata-se de uma área muito ampla conforme e várias oportunidades de carreira, explica Gitman. Esta afeta a vida de todas as pessoas e organizações sejam elas com fins lucra�vos ou não, privadas ou públicas, financeiras ou não financeiras. De acordo com Brigham sendo citado por Menon e Ianesko (2007), pode-se definir que a finança dentro da empresas, interessa-se pela aquisição e uso eficiente dos fundos que são exigidos por essas. Também se cita a administração do dinheiro bem como das revindicações monetárias. Ou seja, isso torna a sua finalidade como sendo administrar e dirigir os itens que são estudados para algum obje�vo a favor da empresa, como sendo um campo de aplicação prá�ca na empresa. Orçamento deve ser u�lizado como instrumento de planejamento e controle das a�vidades de uma empresa. Porém, o autor, deixa esclarecido que para que o orçamento seja bem feito deve se levar em contas dois determinados itens que são de muita relevância para o sucesso do mesmo: “planejamento e controle”. De uma forma, as empresas planejam e controlam todas as suas a�vidades, com a finalidade de seguir uma linha que fará com que a mesma tenha sucesso nas suas a�vidades. A implantação de um orçamento nas empresas faz com que essas tarefas sejam formalizadas e

As pesquisas, tanto qualita�vas como quan�ta�vas, são instrumentos eficazes para que o administrador possa analisar informações para posterior tomada de decisão, já que a hiper compe�ção presente nos dias atuais demanda cada vez mais por decisões rápidas e sabeis. Um fator muito importante é a gestão e controle eficaz dos custos, pois essa redução de custos, fará com que a empresa trabalhe com qualidade, aumentando assim sua receita, no item relacionada na qualidade dos serviços.

REFERÊNCIAS

ANDION, Maria Carolina, FAVA, Rubens, Gestão empresarial / Fae School. Curi�ba: Associação Franciscana de Ensino Bom Jesus, 2002.

BACHA, Maria de Lourdes. Introdução à pesquisa de marke�ng. São Paulo: CenaUn, 1998.

BRESSAN, Aureliano Angel. Princípios e prá�cas do orçamento Empresarial. Belo Horizonte,

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DIAS, M. A. P. Administração de materiais: uma abordagem logís�ca. 4. ed. São Paulo: Atlas,

Disponível em: h�p://www.tecsoma.br/tcc_administracao/2-2012/ Trabalho%20Completo%20REV03_17072012-Rev01.pdf

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Disponível em: h�p://tcc.bu.ufsc.br/Adm283853.pdf. Acesso em: 04 de Maio de 2018.

Disponível em: h�p://re.granbery.edu.br/ar�gos/MTIw.pdf. Acesso em: 04 de Maio de 2018.

KOTLER, P.; KELLER, K. L. Administração de marke�ng. 12.ed. São Paulo: Pearson Pren�ce Hall, 2006.

LEONE, George Sebas�ão Guerra – Curso de Contabilidade de Custos – São Paulo: Atlas,

MENON, Roseli Aparecida; IANESKO, José Augusto. A U�lização da Análise através de índices para uma boa Administração Financeira. Aprovado em 2006, Revista Eletrônica Lato Sensu. Ano 2, n° 1, Julho 2007. Disponível em: <h�p://web03.unicentro.br/especializacao/Revista_Pos/P%C3%A1ginas/ 2%20Edi%C3%A7%C3%A3o/Aplicadas/PDF/2-Ed2_CS-U�liza.pdf>. Acesso em: 04 de Maio de

NOVAES, A. G. Logís�ca e gerenciamento da cadeia de distribuição: estratégia, operação e avaliação. Rio de Janeiro: Campus, 2001.

OLIVEIRA, D.P.R. Planejamento estratégico: conceitos, metodologias, prá�cas. 17 ed. São Paulo: Atlas, 2002.

PADOVEZE, C. L. Contabilidade Gerencial: um enfoque em sistema de informação contábil.

  1. ed. São Paulo: Atlas, 2007.

PORTER, M. E. Vantagem compe��va: criando e sustentando um desempenho superior. 11. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1989.

RICHERS, Raimar. O que é marke�ng. São Paulo: Brasiliense, 2003. – (Coleção primeiros passos: 27).

TUBINO, Dalvio Ferrari. Manual de Planejamento e Controle da Produção. São Paulo:Atlas,

TUBINO, D. F. Manual de planejamento e controle da produção. 2.ed. São Paulo: Atlas,

WARREN,C. S.; REEVE, J.; FESS, P. E.; Contabilidade Gerencial. São Paulo, Thonson Learning,