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Resumo sobre séries e sequências., Resumos de Cálculo Diferencial e Integral

Breve resumo sobre o conteúdo de séries e sequências.

Tipologia: Resumos

2023

Compartilhado em 18/04/2023

ana-laura-ramos-mitidiero
ana-laura-ramos-mitidiero 🇧🇷

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bg1
Sequências
Limites
Convergência: lim
𝑛→∞𝑎𝑛=𝐿
Divergência: lim
𝑛→∞𝑎𝑛=∓ ∞
Propriedades:
lim
𝑛→∞(𝑎𝑛+𝑏𝑛)=(lim
𝑛→∞𝑎𝑛)+(lim
𝑛→∞𝑏𝑛)
lim
𝑛→∞(𝑎𝑛𝑏𝑛)=(lim
𝑛→∞𝑎𝑛)(lim
𝑛→∞𝑏𝑛)
lim
𝑛→∞(𝑐𝑎𝑛)=c(lim
𝑛→∞ 𝑎𝑛)
lim
𝑛→∞(𝑎𝑛𝑏𝑛)=(lim
𝑛→∞𝑎𝑛)(lim
𝑛→∞𝑏𝑛)
lim
𝑛→∞(𝑎𝑛
𝑏𝑛)=lim
𝑛→∞𝑎𝑛
lim
𝑛→∞𝑏𝑛
OBS: É preciso garantir a existência de
todos os limites envolvidos antes de
se aplicar o teorema.
OBS 2: Se lim
𝑛→∞(𝑐𝑎𝑛) diverge,
c(lim
𝑛→∞ 𝑎𝑛) também diverge.
Limite de Funções Racionais
lim
𝑛→∞𝑎𝑘𝑛𝑘+𝑎𝑘−1𝑛𝑘−1 +,𝑎1𝑛+𝑎0
𝑏𝑙𝑛𝑙+𝑎𝑙−1𝑛𝑙−1 +,𝑏1𝑛+𝑏0
𝑘 = 𝑙 lim
𝑛→∞ =𝑎𝑘
𝑏𝑙
𝑘< 𝑙 lim
𝑛→∞ = 0
𝑘> 𝑙 lim
𝑛→∞ = ∓ ∞
Teorema do Confronto
Sejam 𝑏𝑛𝑎𝑛𝑐𝑛 para
todo 𝑛>𝑛0:
Se lim
𝑛→∞𝑏𝑛= lim
𝑛→∞𝑐𝑛=𝐿,
logo:
lim
𝑛→∞𝑎𝑛= lim
𝑛→∞𝑏𝑛= lim
𝑛→∞𝑐𝑛=𝐿
Corolário: Se 𝑙𝑖𝑚
𝑛→∞|𝑎𝑛|=0, então
𝑙𝑖𝑚
𝑛→∞𝑎𝑛=0.
Teorema
Se lim
𝑛→∞𝑎𝑛=𝐿, e seja f uma função
definida em um intervalo contendo
L, então:
lim
𝑛→∞[𝑓(𝑎𝑛)]=𝑓(lim
𝑛→∞𝑎𝑛)
Teorema
Se 𝑓(𝑛)=𝑎𝑛, e lim
𝑛→∞𝑓(𝑛)=
𝐿, logo lim
𝑛→∞𝑎𝑛=𝐿
Permite o uso da Regra de
L’Hopital e outras ferramentas do
cálculo.
Teorema (Princípio da Indução-
Infinita):
Seja S(n) uma afirmação (fórmula) a
respeito do número natural n.
1. Se 𝑆(1) for verdadeira
2. Da hipótese de 𝑆(𝑛 1)
ser verdadeira sempre se
puder concluir (provar) que
S(n) também é verdadeira.
Então S(n) é verdadeira para
todo n.
Sequências monótonas
São monótonas:
Crescente: 𝑎𝑛+1 𝑎𝑛
Decrescente: 𝑎𝑛+1 𝑎𝑛
3 (três) métodos para verificar a
monotonicidade de uma sequência:
𝑎𝑛+1 𝑎𝑛
𝑎𝑛+1
𝑎𝑛1
𝑓(𝑥)0 ou 𝑓(𝑥)0,
onde 𝑓(𝑛) = 𝑎𝑛
Sequências limitadas
{𝑎𝑛} é limitada superiormente se
existe um M R tal que 𝑎𝑛 𝑀
para todo n.
{𝑎𝑛} é limitada inferiormente se
existe um L R tal que 𝑎𝑛 𝐿 para
todo n.
{𝑎𝑛} crescente: limitada
inferiormente (por 𝑎_0);
{𝑎𝑛} decrescente: limitada
superiormente (por 𝑎_0);
Sequências monótonas e limitadas
Toda sequência monótona e limitada
é convergente.
Subsequência
{𝑎𝑛} tem que ser monótona. Se existe
uma subsequência {𝑏𝑛} de {𝑎𝑛} que
converge, então, {an} também é
convergente e,
lim
𝑛→∞𝑎𝑛= lim
𝑛→∞𝑏𝑛= 𝐿
.
Também, se
lim
𝑛→∞𝑏𝑛=∞, então lim
𝑛→∞𝑎𝑛=
Dada um {𝑎𝑛}, se existe uma
subsequência {𝑏𝑛} de {𝑎𝑛} que seja
divergente, ou duas subsequências
{𝑏𝑛} e {𝑐𝑛} de {𝑎𝑛} que convergem
para limites diferentes, então {𝑎𝑛} é
divergente.
ries
Série Geométrica
𝑎𝑟𝑛−1
𝑛=1 =𝑎𝑟𝑛
𝑛=1 =𝑎+𝑎𝑟+𝑎𝑟2+
É convergente se |𝑟|<1. Nesse caso:
𝑎𝑟𝑛−1
𝑛=1 =𝑎
(1𝑟)
É divergente se |𝑟|>1
Série Telescópica
Se apresentam na forma de fração e
possuem algum produto em seus
denominadores que, quando
decompostos, sua soma é explicitada
(calculando Sn), aparecem termos
semelhantes (com sinais
opostos) em cada uma das parcelas.
Esses termos podem ser cancelados e
uma fórmula para Sn pode ser obtida.
1
𝑛(𝑛+1)
𝑛=1
Série harmônica
1
𝑛
𝑛=1
Critério para divergência
Se 𝑎𝑛
𝑛=1 converge, então
lim
𝑛→∞𝑎𝑛=0. Logo se 𝑎𝑛
𝑛=1
diverge: lim
𝑛→∞𝑎𝑛0 ou lim
𝑛→∞𝑎𝑛 não
existe.
OBS: Não é porque lim
𝑛→∞𝑎𝑛=0, que
a série converge.
Combinação de séries
(𝑎𝑛+𝑏𝑛)
𝑛=1 =(𝑎𝑛
𝑛=1 )
+(∑𝑏𝑛
𝑛=1 )
(𝑎𝑛𝑏𝑛)
𝑛=1 =(𝑎𝑛
𝑛=1 )
(∑𝑏𝑛
𝑛=1 )
(𝑐𝑎𝑛)
𝑛=1 =𝑐(𝑎𝑛
𝑛=1 )
Corolário: Multiplicar uma série por
pf2

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Baixe Resumo sobre séries e sequências. e outras Resumos em PDF para Cálculo Diferencial e Integral, somente na Docsity!

Sequências

Limites

Convergência: lim

𝑛→∞

𝑛

Divergência: lim

𝑛→∞

𝑛

Propriedades:

lim

𝑛→∞

𝑛

𝑛

) = (lim

𝑛→∞

𝑛

) + (lim

𝑛→∞

𝑛

lim

𝑛→∞

𝑛

𝑛

) = (lim

𝑛→∞

𝑛

) − (lim

𝑛→∞

𝑛

lim

𝑛→∞

𝑛

) = c ∙ (lim

𝑛→∞

𝑛

lim

𝑛→∞

𝑛

𝑛

) = (lim

𝑛→∞

𝑛

) ∙ (lim

𝑛→∞

𝑛

lim

𝑛→∞

𝑛

𝑛

lim

𝑛→∞

𝑛

lim

𝑛→∞

𝑛

OBS: É preciso garantir a existência de

todos os limites envolvidos antes de

se aplicar o teorema.

OBS 2: Se lim

𝑛→∞

𝑛

) diverge,

c ∙ (lim

𝑛→∞

𝑛

) também diverge.

Limite de Funções Racionais

lim

𝑛→∞

𝑘

𝑘

𝑘− 1

𝑘− 1

1

0

𝑙

𝑙

𝑙− 1

𝑙− 1

1

0

  • 𝑘 = 𝑙 → lim

𝑛→∞

𝑎

𝑘

𝑏

𝑙

  • 𝑘 < 𝑙 → lim

𝑛→∞

  • 𝑘 > 𝑙 → lim

𝑛→∞

Teorema do Confronto

Sejam 𝑏

𝑛

𝑛

𝑛

para

todo 𝑛 > 𝑛 0

Se lim

𝑛→∞

𝑛

= lim

𝑛→∞

𝑛

logo:

lim

𝑛→∞

𝑛

= lim

𝑛→∞

𝑛

= lim

𝑛→∞

𝑛

Corolário: Se 𝑙𝑖𝑚

𝑛→∞

𝑛

| = 0 , então

𝑛→∞

𝑛

Teorema

Se lim

𝑛→∞

𝑛

= 𝐿, e seja f uma função

definida em um intervalo contendo

L, então:

lim

𝑛→∞

[𝑓(𝑎

𝑛

)] = 𝑓 ( lim

𝑛→∞

𝑛

Teorema

Se 𝑓

𝑛

, e lim

𝑛→∞

𝐿, logo lim

𝑛→∞

𝑛

Permite o uso da Regra de

L’Hopital e outras ferramentas do

cálculo.

Teorema (Princípio da Indução-

Infinita):

Seja S(n) uma afirmação (fórmula) a

respeito do número natural n.

  1. Se 𝑆( 1 ) for verdadeira
  2. Da hipótese de 𝑆(𝑛 − 1 )

ser verdadeira sempre se

puder concluir (provar) que

S(n) também é verdadeira.

Então S(n) é verdadeira para

todo n.

Sequências monótonas

São monótonas:

  • Crescente: 𝑎

𝑛+ 1

𝑛

  • Decrescente: 𝑎

𝑛+ 1

𝑛

3 (três) métodos para verificar a

monotonicidade de uma sequência:

𝑛+ 1

𝑛

𝑎 𝑛+ 1

𝑎 𝑛

(𝑥) ≥ 0 ou 𝑓

onde 𝑓(𝑛) = 𝑎

𝑛

Sequências limitadas

𝑛

} é limitada superiormente se

existe um M ∈ R tal que 𝑎𝑛 ≤ 𝑀

para todo n.

{𝑎𝑛} é limitada inferiormente se

existe um L ∈ R tal que 𝑎𝑛 ≥ 𝐿 para

todo n.

𝑛

} crescente: limitada

inferiormente (por 𝑎_ 0 );

𝑛

decrescente: limitada

superiormente (por 𝑎_ 0 );

Sequências monótonas e limitadas

Toda sequência monótona e limitada

é convergente.

Subsequência

𝑛

} tem que ser monótona. Se existe

uma subsequência {𝑏

𝑛

} de {𝑎

𝑛

} que

converge, então, {an} também é

convergente e,

lim

𝑛→∞

𝑛

= lim

𝑛→∞

𝑛

= 𝐿. Também, se

lim

𝑛→∞

𝑛

= ∞, então lim

𝑛→∞

𝑛

Dada um {𝑎

𝑛

}, se existe uma

subsequência {𝑏

𝑛

} de {𝑎

𝑛

} que seja

divergente, ou duas subsequências

𝑛

} e {𝑐

𝑛

} de {𝑎

𝑛

} que convergem

para limites diferentes, então {𝑎

𝑛

} é

divergente.

Séries

Série Geométrica

∑ 𝑎𝑟

𝑛− 1

𝑛= 1

= ∑ 𝑎𝑟

𝑛

𝑛= 1

= 𝑎 + 𝑎𝑟 + 𝑎𝑟

2

É convergente se |𝑟| < 1. Nesse caso:

𝑛− 1

𝑛= 1

É divergente se

Série Telescópica

Se apresentam na forma de fração e

possuem algum produto em seus

denominadores que, quando

decompostos, sua soma é explicitada

(calculando Sn), aparecem termos

semelhantes (com sinais

opostos) em cada uma das parcelas.

Esses termos podem ser cancelados e

uma fórmula para Sn pode ser obtida.

𝑛= 1

Série harmônica

𝑛= 1

Critério para divergência

Se ∑ 𝑎

𝑛

𝑛= 1

converge, então

lim

𝑛→∞

𝑛

= 0. Logo se ∑ 𝑎

𝑛

𝑛= 1

diverge: lim

𝑛→∞

𝑛

≠ 0 ou lim

𝑛→∞

𝑛

não

existe.

OBS: Não é porque lim

𝑛→∞

𝑛

= 0 , que

a série converge.

Combinação de séries

𝑛

𝑛

𝑛= 1

𝑛

𝑛= 1

𝑛

𝑛= 1

𝑛

𝑛

𝑛= 1

𝑛

𝑛= 1

𝑛

𝑛= 1

𝑛

𝑛= 1

𝑛

𝑛= 1

Corolário: Multiplicar uma série por

uma constante não altera sua

convergência ou divergência.

Se

𝑛

𝑛= 1

diverge e

𝑛

𝑛= 1

converge, então a soma e subtração

das duas divergem. Se ambas

divergem, nada se pode afirmar

sobre a sua soma ou subtração.

Retirando termos de uma série

Retirar ou acrescentar um número

finito de termos a uma série não

altera sua convergência ou

divergência.

Reindexação de série

Teste da Integral

f: contínua, positiva e decrescente.

𝑛

para todo 𝑛 > 𝑛

0

𝑛

também é positiva e decrescente).

Se ∫

𝑛= 1

𝑑𝑥 é convergente,

𝑛

𝑛= 1

também é. O mesmo vale

pra divergência.

P-série

𝑝

𝑛= 1

Convergente se 𝑝 > 1

Divergente de 𝑝 ≤ 1

Teste da Comparação

Séries tais que 𝑎

𝑛

𝑛

𝑛

para

todo 𝑛 ≥ 𝑛 0

, e 𝑎

𝑛

𝑛

𝑛

  • Se ∑ 𝑐

𝑛

𝑛= 1

converge, então

𝑛

𝑛= 1

converge.

  • Se

𝑛

𝑛= 1

diverge, então

𝑛

𝑛= 1

diverge.]

OBS: ter palpite sobre a convergência

ou divergência de 𝑏 𝑛

Utilizar séries 𝑎 𝑛

e 𝑐

𝑛

que seja fácil de

encontrar a divergência ou

convergência.

Teste da Comparação no Limite

Séries no formato racional (divisão de

polinômios);

Seja 𝑎 𝑛

𝑛

Se lim

𝑛→∞

𝑎 𝑛

𝑏

𝑛

= 𝑐 > 0 , ambas 𝑎

𝑛

e 𝑏

𝑛

são convergentes ou divergentes.

Se lim

𝑛→∞

𝑎 𝑛

𝑏 𝑛

= 0 e 𝑏

𝑛

diverge, 𝑎

𝑛

também diverge.

Se lim

𝑛→∞

𝑎

𝑛

𝑏

𝑛

= ∞ e 𝑏

𝑛

diverge, 𝑎

𝑛

também diverge.

Teste da Razão

𝑛

≥ 0 ; Suponha que: lim

𝑛→∞

𝑎

𝑛+ 1

𝑎

𝑛

Se 𝜌 < 1 , a série converge.

Se 𝜌 > 1 , a série diverge.

Se 𝜌 = 1 , teste é inconclusivo.

  1. Simplifique

𝑎 𝑛+ 1

𝑎 𝑛

antes de

aplicar o limite.

  1. Em geral, é o teste mais

apropriado para lidar com

séries que contém 𝑛!

Teste da Raíz

𝑛

≥ 0 ; Suponha que: lim

𝑛→∞

𝑛

𝑛

Se 𝜌 < 1 , a série converge.

Se 𝜌 > 1 ou 𝜌 = ∞, a série diverge.

Se 𝜌 = 1 , teste é inconclusivo.

Teste da Razão X Teste da Raíz

Se o limite da razão existe, então, o

limite da raiz também existe e, estes

limites são iguais. (O oposto/

recíproca não necessariamente vale).

Para se aplicar os testes da razão e da

raiz, é necessário apenas que

𝑎 𝑛+ 1

𝑎 𝑛

𝑐 < 1 ou √

𝑛

𝑛

Não são bons para afirmar

divergência. Se lim

𝑛→∞

𝑛

= 0 , não

aplicar os testes. Se o limite existir em

ambos, eles devem ser iguais.

Séries Alternadas

𝑛+ 1

𝑛

𝑛= 1

, onde 𝑏

𝑛

0 ou

𝑛

< 0 para todo n.

Teorema de Leibniz: se 𝑏

𝑛

𝑛

for

decrescente, e lim

𝑛→∞

𝑛

= 0 , então a

série converge.

Convergência absoluta e

convergência Condicional

Se

𝑛

𝑛= 1

| é absolutamente

convergente,

𝑛

𝑛= 1

é convergente.

Séries de Potência

Série centrada em x = a.

A série converge somente quando x =

a.

A série converge para todo x ∈ R.

Existe um número real positivo R tal

que a série de potência converge se

|x − a| < R e diverge se |x − a| > R.

O número R do resultado anterior é

chamado raio de convergência da s

série. No caso (1), R = 0, no caso (2),

R = ∞, no caso (3) é um número real

(finito). O intervalo de convergência I

de uma série de potências consiste

de todos os x ∈ R tais que a série

converge. No caso (1), I = a, no caso

(2), I = R e no caso (3), I é de algum

dos casos I = [x − a, x + a], I = (x − a, x

  • a], I = [x − a, x + a) ou I = (x − a, x +

a).

Séries de Taylor

As únicas funções com chance de

serem expandidas em série de

potência em um intervalo I são as

funções que possui derivadas de

todas as ordens em I (mas isso não é

suficiente).

Para 𝑎 − 𝑅 < 𝑥 < 𝑎 + 𝑅:

Se a = 0, a série é chamada série de

Maclaurin.

Limites Importantes

ln(𝑛) ≪ 𝑛 ≪ 𝑛

𝑎

𝑛

𝑎