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Funções Integráveis, Notas de estudo de Matemática

Funções Integráveis - PGmat

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 20/04/2010

alexandre-oliveira-99
alexandre-oliveira-99 🇧🇷

4.6

(12)

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bg1
5.1 Funções Integráveis
5.1 Seja 2R:Usando a de…nição mostre que Rb
adx =(ba):
5.2 Mostre que toda função monótona f: [a; b]!Ré integrável.
5.3 Mostre que os seguintes conjuntos têm medida de Lebesgue nula.
(a) um conjunto nito X=fx1; x2; x3; : : : ; xng;
(b) um subconjunto XRin…nito enumerável de números reais.
5.4 Seja f: [0;2] !Rde…nida por f(x) = 1;se x6= 1;ef(1) = 0. Mostre que fé integrável
em [0;2] e calcule sua integral.
5.5 De…na a função g: [0;1] !Rpor g(x) = 0 para 0x1=2eg(x) = 1 para 1=2< x 1.
Mostre que gé integrável e que R1
0g= 1=2. Mudando o valor de gno ponto 1=2para 5, ela continua
integrável?
5.6 Mostre que a função h: [0;1] !Rde…nida por h(x)=0para xirracional e h(x) = x
para xracional não é integrável em [0;1] :
5.7 Considere a função real f(x) = x3;0x1;e a partição Pn=f0;1=n; 2=n; ;(n1) =n; 1g
do intervalo [0;1]:Usando a fórmula
13+ 23+ +m3=1
2m(m+ 1)2
;
que pode ser facilmente comprovada por indução, calcule S(f;Pn)es(f; Pn):Mostre que R1
0x3dx =
1=4:
5.8 Considere uma função limitada f: [a; b]!Rtal que f(x) = 0;exceto em uma quantidade
nita de pontos do intervalo [a; b]. Mostre que fé integrável e que Rb
af= 0:
pf3
pf4
pf5

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5.1 FunÁıes Integr·veis

5.1 Seja  2 R: Usando a deÖniÁ„o mostre que R^ ab dx =  (b a) :

5.2 Mostre que toda funÁ„o monÛtona f : [a; b]! R È integr·vel.

5.3 Mostre que os seguintes conjuntos tÍm medida de Lebesgue nula. (a) um conjunto Önito X = fx 1 ; x 2 ; x 3 ; : : : ; xng ; (b) um subconjunto X  R inÖnito enumer·vel de n˙meros reais.

5.4 Seja f : [0; 2]! R deÖnida por f (x) = 1; se x 6 = 1; e f (1) = 0. Mostre que f È integr·vel em [0; 2] e calcule sua integral.

5.5 DeÖna a funÁ„o g : [0; 1]! R por g (x) = 0 para 0  x  1 = 2 e g (x) = 1 para 1 = 2 < x  1. Mostre que g È integr·vel e que R^01 g = 1= 2. Mudando o valor de g no ponto 1 = 2 para 5 , ela continua integr·vel?

5.6 Mostre que a funÁ„o h : [0; 1]! R deÖnida por h (x) = 0 para x irracional e h (x) = x para x racional n„o È integr·vel em [0; 1] :

5.7 Considere a funÁ„o real f (x) = x^3 ; 0  x  1 ; e a partiÁ„o Pn = f 0 ; 1 =n; 2 =n;    ; (n 1) =n; 1 g do intervalo [0; 1] : Usando a fÛrmula

13 + 2^3 +    + m^3 =

2 m^ (m^ + 1)

que pode ser facilmente comprovada por induÁ„o, calcule S (f ; Pn) e s (f; Pn) : Mostre que R^01 x^3 dx = 1 = 4 :

5.8 Considere uma funÁ„o limitada f : [a; b]! R tal que f (x) = 0; exceto em uma quantidade Önita de pontos do intervalo [a; b]. Mostre que f È integr·vel e que R^ ab f = 0:

38 AN¡LISE NA RETA MARIVALDO P MATOS

5.9 Seja f : [a; b]! R uma funÁ„o contÌnua com a seguinte propriedade: para toda funÁ„o integr·vel g : [a; b]! R, o produto f g È integr·vel e R^ ab f g = 0: Prove que f  0 em [a; b] :

5.10 Sejam f; g : [a; b]! R funÁıes limitadas. Mostre que: Z (^) b a (f + g) 

Z (^) b a f +

Z (^) b a g: (1)

DÍ um exemplo onde a desigualdade estrita em (1) ocorre. EstabeleÁa uma desigualdade an·loga para a integral superior.

5.11 Mostre que a funÁ„o f (x) = cos (=x) ; para x 6 = 0 e f (0) = 0 È integr·vel em [0; 1] :

5.12 Suponha que f : [a; b]! R seja uma funÁ„o limitada e que para qualquer n˙mero c 2 (a; b) a restriÁ„o de f ao intervalo [c; b] È integr·vel. Mostre que f È integr·vel em [a; b] e que: Z (^) b a f = (^) c!lima+

Z (^) b c f:

5.13 Use o exercÌcio precedente e demonstre que toda funÁ„o limitada f : [a; b]! R com apenas um n˙mero Önito de descontinuidades È integr·vel em [a; b] :

5.14 Sejam f; g e h funÁıes limitadas em [a; b] com f (x)  g (x)  h (x) ; 8 x 2 [a; b] : Se f e h s„o integr·veis e R^ ab f = R^ ab h, mostre que g È integr·vel e que R^ ab g = R^ ab f:

5.15 Mostre que a funÁ„o f (x) = sgn (x) È integr·vel em [ 1 ; 1] ; mas n„o possui primitiva em [ 1 ; 1]. Se H (x) = jxj, ent„o H^0 (x) = sgn (x) ; para x 6 = 0, e Z (^1) 1 sgn (x) dx = H (1) H (1) :

5.16 Seja f : [a; b]! R uma funÁ„o contÌnua e deÖna H (x) = R^ xb f: Encontre H^0 (x) :

5.17 Sejam I = [a; b], J = [c; d] e considere f : I! R uma funÁ„o contÌnua e v : J! R uma funÁ„o diferenci·vel com v (J)  I: Mostre que a funÁ„o G : J! R deÖnida por:

G (x) =

Z (^) v(x) a^ f

È diferenci·vel em J e G^0 (x) = (f  v) (x) v^0 (x) para todo x 2 J:

40 AN¡LISE NA RETA MARIVALDO P MATOS

(a) Mostre que a integral imprÛpria R^ ab (b x)^ converge se, e somente se, < 1 : (b) Se f È integr·vel em cada intervalo [a; t] ; a < t < b, b Önito, e f (x)  0 em [a; b), seja L ( ) = limx!b (b x) f (x). Se L ( ) < 1 , para algum < 1 , ent„o R^ ab f È convergente. Se existir algum  1 tal que L ( ) > 0 , mostre que R^ ab f È divergente.

5.27 Sejam f; g : R! R funÁıes com derivadas primeiras integr·veis em cada intervalo [a; b] ; a < b, e tais que f 2 (t) + g^2 (t) = 1; 8 t 2 R, e f (0) = 1. Seja  : R! R dada por:

 (t) =

Z (^) t 0

f (x) g (^0) (x) f 0 (x) g (x) (^) dx:

Mostre que f (t) = cos  (t) e g (t) = sen  (t) ; 8 t 2 R. Este resultado anterior pode ser in- terpretado como uma deÖniÁ„o de ‚ngulo. (comece derivando a funÁ„o t 7! [f (t) cos  (t)]^2 + [g (t) sen  (t)]^2 ).

5.28 Se f; g : [a; b]! R s„o tais que f (x) = g (x) ; 8 x; exceto nos racionais de [a; b], mostre que f È integr·vel se, e somente se, g È integr·vel.

5.29 Seja f [a; b]! R contÌnua. Mostre que R^ f (x) dx = 2 2 ; para todo a < < < b; se, e somente se, f (x) = 2x:

5.30 Se f : [0; 1]! R È contÌnua e 0 < < < 1 , mostre que (^) nlim!1^ R^ (x )n^ f (x) dx = 0: 5.31 Seja f : [0; 1]! R uma funÁ„o contÌnua e deriv·vel em (0; 1). Determine condiÁıes para que f satisfaÁa a: R^01 f (tx) dt = kf (x) para todo x 2 (0; 1) :

5.32 Seja f : R! R deÖnida por f (x) =

Z (^) x 0

sen t 1 + t^2 dt. Mostre que^ xlim! 0

f (x) x^2 = 1=^2 : 5.33 A FunÁ„o Gama. DeÖna : N! R por (n) =

Z 1

0 exxn^1 dx: (a) Mostre que a integral imprÛpria converge. (b) Mostre que (1) = 1: (c) Integrando or partes, deduza que (n) = (n 1) (n 2) : (d) Calcule R^01 exx^5 dx: 5.34 Seja f integr·vel em [a; b] tal que m  f (x)  M; para todo x 2 [a; b]. Mostre que: m  (^) b ^1 a

Z (^) b a f 2 (x) dx  M:

INTEGRAL DE RIEMANN VER√O 2009 41

5.35 Se f; g : [a; b]! R s„o integr·veis, mostre que f _ g e f ^ g s„o integr·veis em [a; b] :

5.36 Se f : [a; b]! R È contÌnua e ; : I! R; I intervalo, s„o deriv·veis, mostre que ' : I! [a; b] deÖnida por: ' (x) =

Z (^) (x) (x) f (t) dt

È deriv·vel em I e '^0 (x) = f ( (x)) 0 (x) f ( (x)) 0 (x) :

5.37 Se os coeÖcientes do polinÙmio p (x) = a 0 + a 1 x + a 2 x^2 + : : : + anxn^ satisfazem ‡ relaÁ„o Pn k=1 a^2 k = 1, mostre que^

R 1

0 jp^ (x)j^ dx^ ^ =^2 : 5.38 Sejam f; g : [a; b]! R funÁıes contÌnuas. Demonstre a Desigualdade de Cauchy-Schwarz : Z (^) b a f (x) g (x) dx 

Z (^) b a f (x)^2 dx

 1 = 2 Z (^) b a g (x)^2 dx