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Matemática absolutamente, Exercícios de Matemática

Soluções do exame matemática absolutamente

Tipologia: Exercícios

2026

Compartilhado em 25/02/2026

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bg1
Fun¸c˜oes (12.oano)
1.aderivada
Exerc´ıci os de Provas Nacionais e Testes Interm´edios - Propostas de resolu¸c˜ao
1. Come¸camos por determinar a express˜ao da derivada da fun¸ao f:
f0(x)=2x+3+ln(1 x)30=(2x)0+ (3)0+ln (1 x)30=2+0+(1 x)30
(1 x)3=
=2+3(1 x)2(1 x)0
(1 x)3=23 ((1)0(x)0)
1x=2+3(0 1)
1x=23
1x
Calculando os zeros da derivada da fun¸ao f, temos:
f0(x)=0 ,23
1x=0 ,2= 3
1x,
x6=1 2(1 x)=3 ,
,22x=3 ,2x=32,2x=1 ,x=1
2
Estudando a varia¸ao do sinal da derivada no dom´ınio da fun¸ao e relacionando com a monotonia da
fun¸ao, vem:
x1 1
21
f0+ 0 n.d.
fax. n.d.
Assim, podemos concluir que a fun¸ao f:
´e crescente no intervalo 1,1
2;
´e decrescente no intervalo 1
2,1;
tem um extremo relativo em x=1
2.
Exame 2025, ´
Ep. especial
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pfe
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Fun¸c˜oes (12.o^ ano)

1.a^ derivada

Exerc´ıcios de Provas Nacionais e Testes Interm´edios - Propostas de resolu¸c˜ao

  1. Come¸camos por determinar a express˜ao da derivada da fun¸c˜ao f :

f 0 (x) =

2 x + 3 + ln

(1 x) 3

⌘^0

= (2x) 0 + (3) 0 +

ln

(1 x) 3

⌘^0

(1 x) 3

(1 x) 3

3(1 x) 2 (1 x) 0 (1 x) 3

3 ((1) 0 (x) 0 ) 1 x

1 x

1 x Calculando os zeros da derivada da fun¸c˜ao f , temos:

f 0 (x) = 0 , 2 3 1 x

1 x

x 6 =

2(1 x) = 3 ,

, 2 2 x = 3 , 2 x = 3 2 , 2 x = 1 , x = 1 2 Estudando a varia¸c˜ao do sinal da derivada no dom´ınio da fun¸c˜ao e relacionando com a monotonia da fun¸c˜ao, vem:

x 1 12 1 f 0 + 0 n.d. f M´ax. n.d.

Assim, podemos concluir que a fun¸c˜ao f :

  • ´e crescente no intervalo
  • ´e decrescente no intervalo
  • tem um extremo relativo em x =

Exame – 2025, Ep. especial´

  1. Temos que:
    • Como a reta r ´e tangente ao gr´afico de f no ponto de abcissa 0 e contem um ponto do 4. o^ quadrante, tem declive negativo, pelo que a fun¸c˜ao f ´e decrescente em x = 0, ou seja, f 0 (0) < 0. Assim, a afirma¸c˜ao I. ´e falsa.
    • Como a origem pertence ao gr´afico de f , temos que f (0) = 0 pelo que o declive da reta r ´e:

m (^) r = f 0 (0) = lim x! 0

f (x) f (0) x 0

= lim x! 0

f (x) 0 x 0

= lim x! 0

f (x) x Como a reta s ´e uma ass´ıntota do gr´afico de f , quando x! + 1 , temos que o declive da reta s ´e:

m (^) s = (^) x!lim+ 1

f (x) x

Logo lim x! 0

f (x) x

⇥ (^) x!lim+ 1 f^ (x) x

) m (^) r ⇥ ms 6 = 1 pelo que a afirma¸c˜ao II. ´e falsa.

Exame – 2024, Ep. especial´

  1. Temos que, como f 0 (1) = 2 e f 0 ´e estritamente crescente no intervalo ]1,5[ (porque ´e estritamente crescente em R +^ ), ent˜ao a equa¸c˜ao f 0 (x) = 0 ´e imposs´ıvel em ]1,5[, pelo que n˜ao existem extremos da fun¸c˜ao f neste intervalo, logo a afirma¸c˜ao ´e falsa. Exame – 2024, 2.a^ Fase (adaptado)
  2. Pela defini¸c˜ao de derivada de uma fun¸c˜ao num ponto, temos que:

f 0 (a) = lim x!a

f (x) f (a) x a Como a fun¸c˜ao f ´e par, sabemos que f (a) = f (a), determinando f 0 (a), vem que:

f 0 (a) = (^) xlim!a^ f^ (x)^ ^ f^ (a) x (a)

= (^) x!lima^ f^ (x)^ ^ f^ (a) x + a

= f^ (a)^ ^ f^ (a) a + a

=^0

(Indetermina¸c˜ao)

(considerando y = x, temos x = y e se x! a, ent˜ao y! a)

Como f ´e par ent˜ao f (y) = f (y), e pela defini¸c˜ao de derivada num ponto, vem que:

xlim!a^ f^ (x)^ ^ f^ (a) x + a

= lim y!a^ f^ (y)^ ^ f^ (a) y + a

= lim y!a^ f^ (y)^ ^ f^ (a) (y a)

= (^) ylim!a^ f^ (y)^ ^ f^ (a) y a

= f 0 (a)

Desta forma,como f 0 (a) = f (a), temos que:

f 0 (a) ⇥ f 0 (a) = f 0 (a) ⇥ f 0 (a) = [f 0 (a)] 2 = [f (a)] 2 Exame – 2024, 2.a^ Fase

  1. Designando por m e n as abcissas dos pontos A e B, temos que as respetivas coordenadas e as do ponto m´edio s˜ao: - A

m,h(m)

= (m,am 2 )

  • B

n,h(n)

= (n,an 2 )

  • M

m + n 2

am 2 + an 2 2

Como a derivada da fun¸c˜ao h ´e h 0 (x) =

ax 2

= 2ax, os declives das retas tangentes ao gr´afico de h, nos pontos A e B, s˜ao:

  • m (^) A = h 0 (m) = 2am
  • m (^) B = h 0 (n) = 2an

E assim, designado por podemos determinar uma express˜ao para a ordenada da origem para cada uma das equa¸c˜oes da retas, substituindo a express˜ao do declive e das coordenadas dos pontos de tangˆencia:

  • y = mA ⇥ x + b (^) A , am^2 = 2am ⇥ m + b (^) A , am 2 2 am 2 = b (^) A , am 2 = b (^) A
  • y = mB ⇥ x + b (^) B , an 2 = 2an ⇥ n + b (^) B , an 2 2 an 2 = b (^) B , an 2 = b (^) B

Ou seja as equa¸c˜oes das retas tangentes nos pontos A e B, s˜ao, respetivamente, y = 2max am^2 e y = 2nax an 2 , pelo que a abcissa do ponto de interse¸c˜ao das retas ´e a solu¸c˜ao da equa¸c˜ao:

2 max am 2 = 2nax an 2 ,

2 max am^2 a

2 nax an 2 a

, 2 mx m^2 = 2nx n 2 , 2 mx 2 nx = m 2 n 2 , x(2m 2 n) = m 2 n 2 ,

, x = (n^ ^ m)(n^ +^ m) 2(m n)

, x = n^ +^ m 2 Como as abcissas do ponto m´edio e do ponto de interse¸c˜ao das tangentes s˜ao iguais, logo, o ponto de interse¸c˜ao das tangentes pertence `a reta vertical que cont´em o ponto m´edio.

Exame – 2023, Ep. especial´

  1. Temos que:
    • pela observa¸c˜ao do referencial I, podemos concluir que lim x! 0 ^

g(x) < 0, e como a fun¸c˜ao ´e diferenci´avel, ent˜ao ´e cont´ınua, em particular em x = 0, logo lim x! 0 +

g(x) = lim x! 0

g(x) = g(0), pelo que g(0) > 0 o que ´e incompat´ıvel com a segunda condi¸c˜ao definida (g(0) < 0) pelo que no referencial I n˜ao est´a representado parte do gr´afico da fun¸c˜ao g;

  • pela observa¸c˜ao do referencial II, podemos concluir que a fun¸c˜ao ´e crescente no intervalo ] 1, 1[, ou seja, g 0 (x) > 0 , 8 x 2 ] 1, 1[ o que ´e incompat´ıvel com a terceira condi¸c˜ao definida (g 0 (x) < 0 , 8 x 2 ] 1, 1[) pelo que no referencial II n˜ao est´a representado parte do gr´afico da fun¸c˜ao g;
  • pela observa¸c˜ao do referencial III, podemos concluir que lim x! 1 +^

g(x) = 1, e como a fun¸c˜ao ´e par, ent˜ao lim x! 1

g(x) = lim x! 1 +

g(x) = 1, o que ´e incompat´ıvel com a primeira condi¸c˜ao definida ( lim x! 1 ^

g(x) = + 1 ) pelo que no referencial III tamb´em n˜ao est´a representado parte do gr´afico da fun¸c˜ao g.

Exame – 2023, 2.a^ Fase

  1. Come¸camos por determinar a express˜ao da derivada da fun¸c˜ao f :

f 0 (x) =

ln x + 2x x

ln x x

+^2 x x

ln x x

  • (2) 0 = (ln^ x)^

(^0) ⇥ x (x) 0 ⇥ ln x x 2

(x) 0 x

⇥ x 1 ⇥ ln x x 2 =

x

⇥ x ln x x 2 =

1 ln x x 2 Calculando os zeros da derivada da fun¸c˜ao f , temos:

f 0 (x) = 0 ,

1 ln x x 2

= 0 (^) x>) 0 1 ln x = 0 , 1 = ln x , x = e 1 , x = e

Estudando a varia¸c˜ao do sinal da derivada e relacionando com a monotonia da fun¸c˜ao, vem:

x 0 e + 1 1 ln x n.d. + 0 x 2 n.d. + + +

f 0 n.d. + 0 f n.d. M´ax.

Assim, podemos concluir que a fun¸c˜ao f :

  • ´e crescente no intervalo ]0,e];
  • ´e decrescente no intervalo [e, + 1 [;
  • tem um m´aximo relativo que ´e:

f (e) =

ln e + 2e e

ln e e

2 e e

e

Exame – 2023, 2.a^ Fase

  1. Como o declive da reta tangente ao gr´afico de f , ´e dado por f 0 (x), come¸camos por derivar a fun¸c˜ao f :

f 0 (x) =

ax 2 + bx

= 2ax + b

Como sabemos que o declive da reta tangente ´e a, a abcissa do ponto de tangˆencia ´e a solu¸c˜ao da equa¸c˜ao f 0 (x) = a, e desta forma temos:

f 0 (x) = a , 2 ax + b = a , 2 ax = a b , x =

a b 2 a Assim, podemos determinar a ordenada do ponto de tangˆencia:

  • atrav´es da equa¸c˜ao da reta tangente:

y = a

a b 2 a

  • b =

a b 2

  • b =

a b 2

2 b 2

a b + 2b 2

a + b 2

  • atrav´es da express˜ao alg´ebrica da fun¸c˜ao f :

f

a b 2 a

= a

a b 2 a

  • b

a b 2 a

= a

a 2 2 ab + b 2 4 a 2

ba b 2 2 a

a 2 2 ab + b 2 4 a

ba b 2 2 a

a 2 2 ab + b 2 4 a

2 ba 2 b 2 4 a

a 2 2 ab + b 2 4 a

2 ba 2 b 2 4 a

a 2 b 2 4 a Desta forma, igualando as duas express˜oes da ordenada do ponto de tangˆencia, temos:

a + b 2

= a^

(^2) b 2 4 a

, 4 a 2

= (a^ ^ b)(a^ +^ b) a + b

, 2 a = a b , 2 a a = b , a = b

Assim, temos que:

  • a abcissa do ponto de tangˆencia ´e: a^ ^ b 2 a

= a^ +^ a 2 a

= b^ ^ b 2(b)

= ^2 b 2 b

  • a ordenada do ponto de tangˆencia ´e: a^ +^ b 2

= b^ +^ b 2

=^0

Ou seja o ponto de tangˆencia tem coordenadas (1,0). Exame – 2023, 1.a^ Fase

  1. Determinando a express˜ao da fun¸c˜ao derivada, temos:

g 0 (x) =

g(x)

ln(1 + e x^ ) x

ln(1 + e x^ )

(x) 0 =

(1 + e x^ ) 0 1 + e x^ ^ 1 =

(1) 0 + (e x^ ) 0 1 + e x^ ^ 1 =

=

0 + e x 1 + e x^ ^ 1 =^

e x 1 + e x^ ^1 O declive da reta tangente ao gr´afico de g, no ponto de abcissa 0, ´e dado por:

m = g 0 (0) =

e 0 1 + e 0

Determinando a ordenada do ponto do gr´afico de abcissa 0, temos:

g(0) = ln(1 + e 0 ) 0 = ln(1 + 1) = ln 2

Como o ponto de abcissa 0, tamb´em pertence `a reta tangente, substitu´ımos as coordenadas deste ponto e o declive da reta, em y = mx + b, para calcular o valor de b:

ln 2 = 1 2

⇥ 0 + b , ln 2 = b

Desta forma, a equa¸c˜ao da reta tangente ao gr´afico de g no ponto de abcissa 0, ´e:

y =

⇥ x + ln 2 , y =

x 2

  • ln 2

Assim, as coordenadas do pontos A e B, s˜ao:

  • A(0, ln 2) porque g(0) = ln 2
  • B(2 ln 2,0) porque 0 =

x 2

  • ln 2 ,

x 2

= ln 2 , x = 2 ln 2

E assim, a ´area do triˆangulo [OAB] ´e:

A [OAB] =

OA ⇥ OB

ln 2 ⇥ 2 ln 2 2 =

2(ln 2) 2 2 = (ln 2)^

2

Exame – 2022, Ep. especial´

  1. A abcissa do ponto do gr´afico de g em que a tangente ´e paralela `a reta de equa¸c˜ao y = 2 x, ou seja, o ponto em que a tangente tem declive m = 2, ´e a solu¸c˜ao da equa¸c˜ao g 0 (x) = .

Como em ] 1,0[ temos g 0 (x) = 3e 2 x^ 7 e x^ , vem que:

g 0 (x) = 2 , 3 e 2 x^ 7 e x^ = 2 , 3 (e x^ ) 2 7 e x^ + 2 = 0 ,

(considerando y = e x^ )

, 3 y 2 7 y + 2 = 0 , y =^7 ±^

p (7) 2 4(3)(2) 2(3)

, y = 7 + 5 6

_ y =^7 ^5 6

, y = 2 _ y =^1 3

(como y = e x^ )

, e x^ = 2 _ e x^ =

, x = ln 2 _ x = ln

, x = ln 2 _ x = ln 1 ln 3 , x = ln 2 _ x = ln 3

Como ln 2 2 /] 1,0[, a abcissa do ponto do gr´afico de g em que a tangente ´e paralela `a reta de equa¸c˜ao y = 2 x, ´e ln 3. Exame – 2022, 2.a^ Fase

  1. Como os extremos da fun¸c˜ao correspondem aos zeros da fun¸c˜ao derivada associados `a mudan¸ca de sinal, come¸camos por determinar a express˜ao da derivada da fun¸c˜ao f :

f 0 (x) =

3 x^

(^3) + ax 2 + a 2 x + p 2

3 x^

3

  • (ax 2 ) 0 + (a 2 x) 0 + (

p

  1. 0 = 3 ⇥

3 x^

(^2) + 2ax + a 2 + 0 =

= x 2 + 2ax + a 2 = (x + a) 2

Calculando os zeros da derivada da fun¸c˜ao f , temos:

f 0 (x) = 0 , (x + a) 2 = 0 , (x + a)(x + a) = 0 , x = a _ x = a

Assim, temos que a ´e o ´unico zero da derivada da fun¸c˜ao f , mas como n˜ao est´a associado a uma mudan¸ca de sinal, n˜ao corresponde a um extremo da fun¸c˜ao, e por n˜ao existir qualquer outro zero da derivada, a fun¸c˜ao n˜ao tem extremos. a x

f 0

Exame – 2022, 2.a^ Fase

  1. Come¸camos por determinar a express˜ao da derivada da fun¸c˜ao f , em ] 1, 2[:

f 0 (x) =

e 2 x x + 2

(2 x) 0 e 2 x^

(x + 2) e 2 x^ ⇥ (x + 2) 0 (x + 2) 2

1 ⇥ e 2 x^ ⇥ (x + 2) e 2 x^ ⇥ 1 x 2

e 2 x^ (x + 2) e 2 x (x + 2) 2

e 2 x^

(x + 2) 1

(x + 2) 2

e 2 x^

x 3

(x + 2) 2

Calculando os zeros da derivada da fun¸c˜ao f , em ] 1, 2[:

f 0 (x) = 0 ,

e 2 x^

x 3

(x + 2) 2

= 0 , e 2 x^

x 3

= 0 ^ (x + 2) 2 6 = 0 | {z } P.V, pq (x+2) 2 > 0

, e| 2 x{z^ = 0 } Imposs´ıvel

_ x 3 = 0 , 3 = x

Estudando a varia¸c˜ao do sinal da derivada e relacionando com a monotonia da fun¸c˜ao, vem:

x 1 3 2 e 2 x^ + + + n.d. (x 3) + 0 n.d.

e 2 x^ (x 3) + 0 n.d. (x + 2) 2 + + + n.d.

f 0 + 0 n.d. f M´ax n.d.

Assim, podemos concluir que a fun¸c˜ao f :

  • ´e crescente no intervalo ] 1, 3];
  • ´e decrescente no intervalo [ 3 , 2[;
  • tem um m´aximo relativo que ´e f (3) = e^

2 (3) 3 + 2

= e^

2+ 1

= e 5

Exame – 2022, 1.a^ Fase

  1. Come¸camos por determinar a express˜ao da derivada da fun¸c˜ao f , em ] 1,1[:

f 0 (x) =

x 2 + ln(3 2 x)

= (x) 0 (2) 0 + (ln(3 2 x)) 0 = 1 0 +

(3 2 x) 0 (3 2 x)

3 2 x

3 2 x

Calculando os zeros da derivada da fun¸c˜ao f , em ] 1,1[, temos:

f 0 (x) = 0 , 1

3 2 x

3 2 x

x 6 = (^32)

3 2 x = 2 , 3 2 = 2x ,

= x

Estudando a varia¸c˜ao do sinal da derivada e relacionando com a monotonia da fun¸c˜ao, vem:

x 1 12 1 f 0 + 0 n.d. f M´ax. n.d.

Assim, podemos concluir que a fun¸c˜ao f :

  • ´e crescente no intervalo
  • ´e decrescente no intervalo

2 ,^1

  • tem um m´aximo relativo que ´e:

f

=^1

2 + ln

  • ln(3 1) = 3 2

  • ln(2) = ln 2 3 2

Exame – 2021, Ep. especial´

  1. Como a reta ´e tangente, simultaneamente, ao gr´afico de f e ao gr´afico de g, o seu declive corresponde ao valor das derivadas nos respetivos pontos de tangˆencia.

Designado por a a abcissa do ponto A e por b a abcissa do ponto B, como as ordenadas dos pontos A e B, s˜ao, respetivamente f (a) = 2a 2 e g(b) = (b 1) 2 , ent˜ao o declive da reta ´e:

mAB =

f (a) f (b) a b =

2 a 2 ((b 1) 2 ) a b =

2 a 2 + (b 1) 2 a b Por outro lado, temos que:

  • f 0 (x) = (2x 2 ) 0 = 2 ⇥ 2 x = 4x, pelo que mAB = f 0 (a) = 4a
  • g 0 (x) =

x 1) 2

= 2(x 1) = 2 x + 2, pelo que m (^) AB = g 0 (b) = 2 b + 2

  • f 0 (a) = g 0 (b) , 4 a = 2 b + 2 , 2 a = b + 1 , b = 2 a + 1 E assim, substituindo na express˜ao anterior, temos que:

mAB =

2 a 2 + (b 1) 2 a b

2 a 2 + ( 2 a + 1 1) 2 a ( 2 a + 1)

2 a 2 + ( 2 a) 2 a + 2a 1)

2 a 2 + 4a 2 3 a 1

6 a 2 3 a 1

Temos ainda que:

mAB = f 0 (a) ,

6 a 2 3 a 1

= 4a , a 6 = (^13)

6 a 2 = 4a(3a 1) , 6 a 2 = 12a 2 4 a , 6 a 2 12 a 2 + 4a = 0 ,

, 6 a 2 + 4a = 0 , 3 a 2 + 2a = 0 , a( 3 a + 2) = 0 , a = 0 _ 3 a + 2 = 0 , a = 0 _ 2 = 3a ,

, a = 0 _

= a ^ a 6 =

Como a reta n˜ao ´e horizontal o declive n˜ao pode ser zero, pelo que a abcissa do ponto A ´e a =

e a

abcissa do ponto B ´e b = 2 a + 1 = 2

Exame – 2021, Ep. especial´

  1. Come¸camos por determinar a express˜ao da derivada da fun¸c˜ao f , em ]0,1[:

f 0 (x) =

x 2 (1 + 2 ln x)

= (x 2 ) 0 ⇥(1+2 ln x)+(x 2 )(1+2 ln x) 0 = 2 x(1+2 ln x)x 2 ⇥((1) 0 + 2(ln x) 0 ) =

= 2 x 4 x ln x x 2

x

= 2 x 4 x ln x

2 x 2 x x= 6 =0 ^2 x^ ^4 x^ ln^ x^ ^2 x^ =^ ^4 x^ ^4 x^ ln^ x Calculando os zeros da derivada da fun¸c˜ao f , em ]0,1[, temos:

f 0 (x) = 0 , 4 x 4 x ln x = 0 , 4 x(1 + ln x) = 0 , 4 x = 0 _ 1 + ln x = 0 ,

, x = 0 _ ln x = 1 , x = 0 _ x = e ^1 Estudando a varia¸c˜ao do sinal da derivada e relacionando com a monotonia da fun¸c˜ao, vem:

x 0 e ^1 4 x n.d. n.d. 1 + ln x n.d. 0 + n.d.

f 0 n.d. + 0 n.d. f n.d. M´ax. n.d.

Assim, podemos concluir que a fun¸c˜ao f :

  • ´e crescente no intervalo

0 ,e ^1

  • ´e decrescente no intervalo

e ^1 , 1

  • tem um m´aximo relativo que ´e:

f

e ^1

e ^1

1 + 2 ln

e ^1

= e ^2 ⇥ (1 + 2 ⇥ (1)) = e ^2 ⇥ (1) = e ^2

Exame – 2021, 1.a^ Fase

  1. Como 1 2 x 2 = (1 x)(1 + x), temos que:

xlim! 1

f (x) f (1) 1 x 2

= lim x! 1

f (x) f (1) 12 x 2

= lim x! 1

f (x) f (1) (1 x)(1 + x)

= lim x! 1

f (x) f (1) (x 1)(1 + x)

= lim x! 1

f (x) f (1) (x 1)(1 + x) = lim x! 1

f (x) f (1) x 1 ⇥^

(1 + x)

= lim x! 1

f (x) f (1) x 1 ⇥^ xlim! 1

(1 + x) =

= f 0 (1) ⇥ 1 (1 + 1)

= f^

2 + ln 1 1 2

= 2 ^0

Resposta: Op¸c˜ao B Exame – 2020, 2.a^ Fase

  1. Come¸camos por determinar a express˜ao da derivada da fun¸c˜ao g, em ]0, + 1 [:

g 0 (x) =

x 2 ln x

= (x 2 ) 0 ⇥ ln x + x 2 (ln x) 0 = 2x ln x + x 2 ⇥ 1 x

= 2x ln x + x^

2 x

x 6 =

2 x ln x + x

Calculando os zeros da derivada da fun¸c˜ao g, em ]0, + 1 [, temos:

g 0 (x) = 0 , 2 x ln x + x = 0 , x(2 ln x + 1) = 0 ,

, x = 0 0 2 /]0,+ 1 [

_ 2 ln x + 1 = 0 ) 2 ln x = 1 , ln x =

, x = e ^

(^12)

Estudando a varia¸c˜ao do sinal da derivada e relacionando com a monotonia da fun¸c˜ao, vem:

x 0 e ^

(^12)

  • 1 g 0 n.d. 0 + g n.d. min

Assim, podemos concluir que a fun¸c˜ao g:

  • ´e decrescente no intervalo

i 0 ,e ^12

i ;

  • ´e crescente no intervalo

h e ^12 , + 1

h ;

  • tem um m´ınimo relativo que ´e:

g

e ^

e ^

12 ⌘^2

ln

e ^

= e ^1 ⇥

⇥ ln e =

e

2 e

Exame – 2020, 1.a^ Fase

  1. Como o declive da reta tangente ´e igual ao valor da derivada, come¸camos por determinar a derivada da fun¸c˜ao para x = 1:

x ln(1 x)

x

ln(1 x) + x

ln(1 x)

= 1 ⇥ ln(1 x) + x ⇥

1 x

1 x

= ln(1 x) + x ⇥

1 x

= ln(1 x)

x 1 x Logo, o declive da reta tangente ao gr´afico de g no ponto de abcissa 1 ´e:

g 0 (1) = ln(1 (1))

1 (1) = ln 2 +

2 = 0,5 + ln 2

Resposta: Op¸c˜ao A Exame – 2019, Ep. especial´

  1. Come¸camos por determinar a express˜ao da derivada da fun¸c˜ao g, em R \ { 0 }:

g 0 (x) =

e x x

(x) 0 e x^

x e x^ ⇥ (x) 0 x 2 =^

1 ⇥ e x^ ⇥ x e x^ ⇥ 1 x 2 =^

xe x^ e x x 2

Calculando os zeros da derivada da fun¸c˜ao g, em R \ { 0 }:

g 0 (x) = 0 ,

xe x^ e x x 2 = 0^ ,^

e x^ (x 1) x 2 = 0^ ,^ e^

x (^) (x 1) = 0 ^ x 2 6 = 0 | {z } P.V, pq x 2 R{ 0 }

, e| x{z^ = 0 } Imposs´ıvel

_ x 1 = 0 , 1 = x

Estudando a varia¸c˜ao do sinal da derivada e relacionando com a monotonia da fun¸c˜ao, vem:

x 1 1 0 + 1 e x^ + + + n.d. + (x 1) + 0 n.d.

e x^ (x 1) + 0 n.d. x 2 + + + n.d. +

g 0 + 0 n.d. g M´ax n.d.

Assim, podemos concluir que a fun¸c˜ao g:

  • ´e decrescente no intervalo ] 1 ,0[ e tamb´em no intervalo ]0, + 1 [;
  • ´e crescente no intervalo ] 1, 1];
  • tem um m´aximo relativo que ´e f (1) =

e (1) 1

e 1 1

= e

Exame – 2019, 1.a^ Fase

  1. Recorrendo `a defini¸c˜ao de derivada num ponto, temos que:

f 0 (0) = lim x! 0

f (x) f (0) x 0 = lim x! 0

e x 1 x

e 0 1 0

x = lim x! 0

e x 1 x

x =

= lim x! 0

e x 1 x

x

= lim x! 0

e x 1 x

1 ^ x 1 x x

= lim x! 0

e x^ (1 x) 1 x x

= lim x! 0

e x^ (1 x) x(1 x)

(Indetermina¸c˜ao)

= lim x! 0

e x^ (1 x) x(1 x) = lim x! 0

e x^ 1 + x x(1 x) = lim x! 0

e x^ 1 x(1 x) +^

x x(1 x)

= lim x! 0

e x^ 1 x ⇥^

1 x +^

1 x

= lim x! 0

e x^ 1 | {z x } Lim. Not´avel

⇥ (^) xlim! 0

1 x + lim x! 0

1 x =

Exame – 2018, 2.a^ Fase

  1. Temos que, pela defini¸c˜ao de derivada num ponto, f 0 (2) = lim x! 2

f (x) f (2) x 2 Assim, vem que:

xlim! 2

x 2 2 x f (x) f (2) = 4^ ,^ xlim! 2

f (x) f (2) x 2 2 x

x^ lim! 2 1

xlim! 2

f (x) f (2) x 2 2 x

xlim! 2

f (x) f (2) x(x 2)

lim x! 2

x

⇥ f^ (x)^ ^ f^ (2) x 2

xlim! 21 x

⇥ (^) xlim! 2 f^ (x)^ ^ f^ (2) x 2

⇥ f 0 (2)

⇥ f 0 (2) , 1 =

⇥ f 0 (2) , 1 = 2f 0 (2) ,

= f 0 (2)

Resposta: Op¸c˜ao C

Exame – 2017, 2.a^ Fase

  1. Como os extremos relativos correspondem aos zeros da fun¸c˜ao derivada, come¸camos por determinar a express˜ao da fun¸c˜ao derivada da fun¸c˜ao g:

g 0 (x) =

k x

  • f (x)

k x

ln x x

k 0 ⇥ x x 0 ⇥ k x 2

(ln x) 0 x x 0 (ln x) x 2

0 1 ⇥ k x 2

x

⇥ x ln x x 2

x 6 =

k + 1 ln x x 2 Como a fun¸c˜ao tem um extremo relativo para x = 1, ent˜ao 1 ´e zero da fun¸c˜ao derivada (g 0 (1) = 0), pelo que podemos determinar o valor de k resolvendo a equa¸c˜ao seguinte:

g 0 (1) = 0 ,

k + 1 ln 1 12

k + 1 0 1

= 0 , k + 1 = 0 , 1 = k

Exame – 2017, 2.a^ Fase