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prova do MPU
Tipologia: Transcrições
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As questões de números 1 a 15 referem-se ao texto seguinte.
A propósito de uma aranha Fiquei observando a aranha que construía sua teia, com os fios que saem dela como um fruto que brota e se alonga de sua casca. A aranha quer viver, e trabalha nessa armadilha caprichosa e artística que surpreenderá os insetos e os enredará para morrer. Tua morte, minha vida − diz uma frase antiga, resumindo a lei primeira da natureza. A frase pode soar amarga em nossos ouvidos delicados, enquanto comemos nosso franguinho. Sua morte, vida nossa.
Os vegetarianos não fiquem aliviados, achando que, além de terem hábitos mais saudáveis, não dependem da morte alheia para viver. É verdade que a alface, a cenoura, a batata, o arroz, o espinafre, a banana, a laranja não costumam gritar quando arrancados da terra, decepados do caule, cortados e processados na cozinha. Mas por que não imaginar que estavam muito bem em suas raízes, e se deleitavam com o calor do sol, com a água refrescante da chuva, com os sopros do vento? Sua morte, vida nossa.
Mas voltemos à aranha. Ela não aprendeu arquitetura ou geometria, nada sabe sobre paralelas e losangos; vive da ciência aplicada e laboriosa dos fios quase invisíveis que não perdoam o incauto. Uma vez preso na teia, o inseto que há pouco voava debate- se inutilmente, enquanto a aranha caminha com leveza em sua direção, percorrendo resoluta o labirinto de malhas familiares. Se alguém salvar esse inseto, num gesto de misericórdia, e se dispuser a salvar todos os outros que caírem na armadilha, a aranha morrerá de fome. Em outras palavras: a boa alma tomará partido entre duas mortes.
A cada pequena cena, a natureza nos fala de sua primeira lei: a lei da necessidade. O engenho da aranha, a eficácia da teia, o vôo do inseto desprevenido compõem uma trama de vida e morte, da qual igualmente participamos todos nós, os bichos pensantes. Que necessidade tem alguém de ser cronista? − podem vocês me perguntar. O que leva alguém a escrever sobre teias e aranhas? Minha resposta é crua como a natureza: os cronistas também comem. E como não sabem fazer teias, tecem palavras, e acabam atendendo a necessidade de quem gosta de ler. A pequena aranha, com sua pequena teia, leva a gente a pensar na vida, no trabalho, na morte. A natureza está a todo momento explicando suas verdades para nós. Se eu soubesse a origem e o fim dessas verdades todas, acredite, leitor, esta crônica teria um melhor arremate.
(Virgílio Covarim)
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1. A observação de uma aranha e sua teia levam o cronista a tratar
(A) da crueldade e da irracionalidade das leis naturais.
(B) do universo extravagante em que vivem os insetos.
(C) do princípio da necessidade, pelo qual se regula a natureza.
(D) da dificuldade de se relacionar a vida com a morte.
(E) das leis da natureza, que só o homem consegue desafiar.
COMENTÁRIO.
A resposta fundamenta-se, sobretudo, na seguinte passagem do texto: “ A cada pequena cena, a natureza nos fala de sua primeira lei: a lei da necessidade ”, presente no início do último parágrafo.
Ainda no último parágrafo, o autor nos informa que “ O engenho da aranha, a eficácia da teia, o vôo do inseto desprevenido compõem uma trama de vida e morte, da qual igualmente participamos todos nós, os bichos pensantes ”. Portanto, ele desconsidera que as leis naturais sejam irracionais (A); relaciona sem dificuldades a vida com a morte (D) e indica que também os insetos são capazes de se relacionar com as leis da natureza (E). Isso desmonta as respostas contidas na alternativa.
As expressões “pequena cena”, “pequena aranha”, “pequena teia” indicam um universo comedido, moderado, em que vivem os insetos.
GABARITO: C
2. Atente para as seguintes afirmações:
I. A frase tua morte, minha vida sintetiza uma lei que se aplica sobretudo a determinadas espécies do reino animal.
II. A lei da necessidade , tal como a enuncia o texto, expressa o nosso desejo de sobrepujar a força dos instintos naturais.
III. A teia da aranha e o texto do cronista são tratados como trabalhos movidos pela força de uma necessidade.
Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
(A) I, II e III.
(B) I e II, apenas.
(C) II e III, apenas.
(D) II, apenas.
(E) III, apenas.
COMENTÁRIO.
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4. Estabelece-se, no primeiro parágrafo, uma comparação direta entre estes dois elementos:
(A) um fruto e sua casca.
(B) os fios da teia e um fruto.
(C) a aranha e o franguinho.
(D) os fios da teia e a aranha.
(E) a aranha e um fruto.
COMENTÁRIO.
A comparação é estabelecida por meio do conectivo “ como ”: “Fiquei observando a aranha que construía sua teia, com os fios que saem dela como um fruto que brota e se alonga de sua casca.
Entre os elementos “fruto” e “casca” (A), a ideia presente é a de origem, assim como na alternativa D. Na alternativa C, a ideia contida é a de oposição: a aranha captura a sua vítima; o franguinho é a vítima capturada. Não é ruim pensar que na alternativa E a ideia marcante é a de origem, pois há aproximação entre o fruto e a teia. Aquele brota de sua casca, este sai da aranha.
GABARITO: B
5. A concordância verbal está plenamente respeitada na frase:
(A) Nem a banana, nem a laranja, nem a batata, nenhum desses vegetais escolheria morrer, se lhes fosse dada uma escolha.
(B) Não devem aliviar os vegetarianos a presunção de que eles não matam nada para comer.
(C) Os fios de uma laboriosa e artística teia de aranha costuma enredar fatalmente um inseto desprevenido.
(D) Atribuem-se às aranhas um comportamento cruel, como se elas pudessem escolher qualquer outro.
(E) Entre as leis que regulam a vida natural, competem-nos obedecer, em primeiro lugar, à da própria sobrevivência.
COMENTÁRIO.
Alternativa A: o sujeito composto articulado pela conjunção aditiva “nem” foi resumido pelo pronome “nenhum”, que obriga o verbo a flexionar-se no singular.
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Alternativa B: o núcleo do sujeito da locução verbal “devem aliviar” é o termo “a presunção”, que obriga o verbo dever a flexionar-se na terceira pessoa do singular: “deve”.
Alternativa C: agora o sujeito tem como núcleo o substantivo plural “fios” e por isso a flexão correta do verbo é “costumam”.
Alternativa D: o que é atribuído às aranhas? Obviamente, “um comportamento cruel”, sujeito do verbo atribuir , que se encontra na voz passiva sintética (ou pronominal). Para que não haja dúvida, experimente construir a voz passiva analítica: Um comportamento cruel é atribuído às aranhas...
Alternativa E: outra vez surge um caso de sujeito sob forma de oração: ...obedecer (...) compete-nos. Nesse caso, o verbo da oração principal flexiona-se na terceira pessoa do singular.
GABARITO: A
6. A frase que NÃO admite transposição para a voz passiva é:
(A) Fiquei observando a construção caprichosa da teia da aranha.
(B) Os vegetarianos não fiquem aliviados.
(C) Tudo isso compõe uma trama de vida e morte.
(D) Eu teria reservado um melhor arremate para esta crônica.
(E) A natureza vai explicitando suas verdades o tempo todo.
COMENTÁRIO.
Naturalmente, a voz passiva é construída a partir de verbos transitivos diretos. Então a dica é procurar um e fazer as devidas transformações (o sujeito vira agente da passiva e o objeto direto vira sujeito paciente). Repare as transformações:
GABARITO: B
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escritor almeja compor... ). A tentativa de relacionar comparativa- mente o que todo escritor almeja e “uma teia da aranha” falhou devido à ausência de coesão entre os segmentos. Observe ainda que a vírgula separa o predicado do que seria o sujeito: “uma teia da aranha”. O relativo “cuja” não estabelece a devida relação de posse/ dependência entre dois substantivos. Por fim, parece ter faltado um pronome “se” antes do verbo “tem” ( de cuja.... se tem necessidade ), o que contribuiria para a coesão de período.
GABARITO: D
8. Está adequada a correlação entre os tempos e os modos verbais na frase:
(A) Nenhum inseto acabaria aprisionado numa teia, caso esta não tivesse sido tecida com tanto engenho e arte.
(B) Os vegetarianos não deveriam alegar que não matassem nada, apenas porque não viessem a comer a carne dos an- imais.
(C) Se um inseto cair na teia, a aranha terá caminhado para ele com a segurança de quem soubesse o que fazer.
(D) Não costuma ocorrer aos que se insurgissem contra a morte de animais que também os vegetais morreriam.
(E) O autor da crônica lamentara que não tenha um melhor ar- remate para seu texto, uma vez que desconheça as razões e os fins da natureza.
COMENTÁRIO.
Alternativa B: Os vegetarianos não deveriam alegar que não matam nada, apenas porque não comem a carne dos animais.
Alternativa C: Se um inseto cair na teia, a aranha caminhará para ele com a segurança de quem sabe o que fazer.
Alternativa D: Não costuma ocorrer aos que se insurgem contra a morte de animais que também os vegetais morrem.
Alternativa E: O autor da crônica lamentara que não tivesse um mel- hor arremate para seu texto, uma vez que desconhecia as razões e os fins da natureza.
GABARITO: A
9. A expressão com que preenche corretamente a lacuna da seguinte frase:
(A) Os fios ...... se vale a aranha para tecer sua teia são praticamente invisíveis.
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(B) As mais duras leis da natureza,.. .... é impossível para nós combater, são ditadas pela necessidade de viver e de mor- rer.
(C) Pergunto-me. .... armas pode contar essa aranha, afora os fios da magnífica teia que sabe tecer.
(D) A necessidade de escrever,.. ....... o autor nos confessa ao fim do texto, é compreendida como uma lei também nat- ural.
(E) A comparação. .... o cronista estabelece entre uma teia de aranha e um texto não deixa de ser justificável.
COMENTÁRIO.
Alternativa A: a regência do verbo valer exige a preposição de : “de que se vale”.
Alternativa B: não há termo regente que exija a preposição com , o que a torna dispensável.
Alternativa C: quem conta, conta com algo. Assim, surge a preposição com reclamada pelo verbo contar.
Alternativa D: aqui também é dispensável a preposição; o pronome relativo “que” funciona como objeto direto do verbo confessar e, como tal, não vem regido pela preposição.
Alternativa E: mais uma vez estamos diante de um verbo transitivo direto ( estabelecer ) e, portanto, sem necessidade de usarmos pre- posição para reger seu complemento (“que” = “comparação”).
GABARITO: C
10. Está inteiramente correta a pontuação do período:
(A) Sejam animais, sejam vegetais, tudo o que se alimenta e é alimento está sujeito, não há dúvida, à lei da necessidade de sobreviver.
(B) Sejam animais sejam vegetais, tudo o que se alimenta, e é alimento está sujeito, não há dúvida, à lei, da necessidade de sobreviver.
(C) Sejam animais, sejam vegetais, tudo, o que se alimenta, e é alimento, está sujeito − não há dúvida à lei da necessid- ade de sobreviver.
(D) Sejam animais; sejam vegetais: tudo o que se alimenta e é alimento, está sujeito, não há dúvida, à lei da necessidade de sobreviver.
(E) Sejam animais; sejam vegetais, tudo o que se alimenta e é alimento, está sujeito não há dúvida: à lei da necessidade de sobreviver.
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Só restou a última alternativa. Destaque para o uso dos pronomes oblíquos a e o , que, como complementos de verbo, funcionam como objetos diretos.
GABARITO: E
12. O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do plural para preencher corretamente a lacuna da frase:
(A) Não ............ (dever) espantar-nos o fato de que mesmo os grandes insetos não consigam escapar dos fios de uma teia.
(B) Os desenhos formados pelos fios de uma teia ... (assemelhar-se) à trama dos fios de uma rede de pescar.
(C). .... (queixar-se) dos incômodos de uma teia quem precisa demovê-la do alto de uma cumeeira.
(D) Tal como as aranhas fazem com seus fios, ...... (fazer) com as palavras todo aquele que se dispõe a articular um texto com precisão.
(E) Não nos. .... (caber) atribuir adjetivos como cruéis ou maldosos aos atos praticados pelos animais.
COMENTÁRIO.
Alternativa A: obrigatoriamente, o verbo destacado fica no singular por integrar a locução “deve espantar-nos”, de cujo sujeito é a oração “o fato de que mesmo os grandes insetos não consigam escapar dos fios de uma teia”.
Alternativa B: o verbo vai para o plural em razão da concordância com o termo “desenhos”, núcleo do sujeito.
Alternativa C: o singular é de rigor. O sujeito é a oração iniciada pelo pronome “quem”.
Alternativa D: semelhantemente, o verbo também fica no singular, pois o sujeito apresentou-se sob forma de oração: “todo aquele que se dis- põe a articular um texto com precisão”. Observe que a estratégia da FCC é embaralhar a ordem dos termos para confundir os candidatos.
Alternativa E: o sujeito do verbo caber também é uma oração (“atribuir adjetivos...”), o que obriga o verbo a flexionar-se na terceira pessoa do singular.
GABARITO: B
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13. É preciso corrigir a redação da seguinte frase:
(A) Qualquer assunto − inclusive uma aranha e sua teia − pode despertar o interesse de um cronista que está em busca de um tema.
(B) Nas disputas entre os insetos, o vencedor pode ser o mais habilidoso e não, necessariamente, o mais forte.
(C) É possível que, para muitos leitores, proceda a comparação que o autor faz entre o trabalho de uma aranha e o de um escritor.
(D) Muita gente acredita de que as aranhas são perniciosas quando suas teias são elaboradas, tendo preso os insetos.
(E) Não deixa de ser um espetáculo, para um observador atento, a segura caminhada que faz a aranha em direção à sua presa.
COMENTÁRIO.
A regência do verbo acreditar não admite a preposição “de” ( quem acredita, acredita em ). Quando seu complemento é uma oração, a preposição é dispensada. A vírgula é desnecessária, pois o advérbio oracional reduzido de gerúndio está em posição regular. O uso da vírgula chega a quebrar o ritmo frasal.
Nas demais alternativas, não se percebem erros. Na alternativa A, destaque para os travessões que isolam termo de caráter elucidativo. Na alternativa B, as vírgulas destacam palavra denotativa. Na opção C, as vírgulas marcam o deslocamento de segmento de valor adverbial. Na alternativa E, ocorre um caso semelhante ao anterior.
GABARITO: D
14. Justifica-se o uso do sinal de crase apenas em:
(A) As aranhas tecem à toda hora, seja para construir, seja para reforçar a teia.
(B) Os vegetais também ficam à desfrutar o sol, a chuva, o vento.
(C) A aranha assiste pacientemente à luta do inseto para livrar-se da teia.
(D) A conclusão à que aspira o cronista seria a explicação da vida e da morte.
(E) Os vegetarianos levam à sério a idéia de que não matam nada para comer.
COMENTÁRIO.
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Alternativa E: o verbo compor é derivado do verbo pôr ( puser > compuser – futuro do subjuntivo). Assim está errada a forma “compor”.
GABARITO: A
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16) Dado um número inteiro e positivo N, chama-se persistência de N a quantidade de etapas que são necessárias para que, através de uma seqüência de operações preestabelecidas efetuadas a partir de N, seja obtido um número de apenas um dígito. O exemplo seguinte mostra que a persistência do número 7 191 é 3:
Com base na definição e no exemplo dados, é correto afirmar que a persistência do número 8 464 é
(A) menor que 4.
(B) 4
(C) 5
(D) 6
(E) maior que 6.
COMENTÁRIO.
Primeiro multiplicamos os algarismos do número 8.464:
8 × 4 × 6 × 4 = 768
Esta foi a primeira etapa.
Agora multiplicamos os algarismos de 768:
7 × 6 × 8 = 336
Esta foi a segunda etapa.
Dando sequencia, multiplicamos os algarismos de 336:
3 × 3 × 6 = 54
Esta foi a terceira etapa.
Em seguida, temos:
5 × 4 = 20
Que é a quarta etapa.
Por fim, na quinta etapa, temos:
2 × 0 = 0
Foram necessárias cinco etapas para chegarmos a um número de um dígito. A persistência é igual a 5.
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A mesa está em amarelo. Ao redor da mesa, temos algumas pessoas representadas. A bandeja começa com o presidente, que pega um salgado e passa para o Armando.
O Armando pega um salgado e passa a bandeja para o Bernardo.
Bernardo repete o processo e passa para Caio.
E assim vai. A bandeja segue por mais um número desconhecido de pessoas (representadas pelas setas vermelhas) e chega a Fulano, que está do lado do presidente.
Quando Fulano pegar seu salgado, a bandeja terá completado uma volta ao redor da mesa.
Depois a bandeja continua, dando mais voltas, até que os salgados acabem.
Sabemos que o último salgado é retirado pelo presidente.
Logo, o penúltimo salgado é retirado por Fulano.
Quando isso acontecer, a bandeja já terá dado k voltas completas. Assim, o número de salgados retirados, até este momento, será igual a:
k × n
Neste ponto, ainda restará mais um salgado, que será retirado pelo presidente. Com isso, o número total de salgados é dado por:
k × n +
O número total de salgados é igual a 28. Logo:
k × n + 1 = 28 k × n = 27
Precisamos encontrar dois números inteiros que, multiplicados, são iguais a 27. Temos:
Assim, podemos ter 27 participantes, sendo que a bandeja deu 1 volta na mesa.
Ou então podemos ter 9 participantes, sendo que a bandeja deu 3 voltas na mesa (possibilidade descrita na alternativa B).
Por fim, podemos ter 3 participantes, sendo que a bandeja deu 9 voltas na mesa.
Gabarito: B
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18. O Mini Sudoku é um divertido passatempo de raciocínio lógico. Ele consiste de 36 quadradinhos em uma grade 6 × 6, subdividida em seis grades menores de 2 × 3. O objetivo do jogo é preencher os espaços em branco com os números de 1 a 6, de modo que os números colocados não se repitam nas linhas, nem nas colunas, nem nas grades 2 × 3 e tampouco na grade 6 × 6, conforme é mostrado no exemplo que segue.
Observe que, no esquema de jogo abaixo, três das casas em branco aparecem sombreadas. Você deve completar o esquema de acordo com as regras do jogo, para descobrir quais números deverão ser colocados nessas casas.
A soma dos números que corretamente deverão preencher as casas sombreadas é
(A) 7
(B) 9
(C) 11
(D) 13
(E) 15
COMENTÁRIO.
Nós já temos números 5 na quinta e na sexta colunas (ver destaque em vermelho).
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Na grade 2 x 3 em que estamos trabalhando, a célula restante só pode ser 1:
Na primeira linha, falta o número 6. Ele só pode ser alocado na célula com o círculo verde:
Na primeira linha falta o número 4, que só pode ser alocado na célula em verde da figura abaixo:
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Na primeira linha ainda falta o número 1, que só pode ser colocado na primeira célula da linha.
Na primeira coluna, falta o número 5, que só pode ser colocado na célula em verde da figura abaixo:
A célula restante da primeira coluna só pode ser o 2. Com isso a célula restante da quarta linha só pode ser o 1.