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Documento contendo soluções de problemas da disciplina análise matemática i da licenciatura em engenharia mecânica do instituto superior de engenharia de coimbra. Aborda temas de funções, limites e integrais, incluindo determinação de funções inversas, cálculo de limites e aproximação de valores de funções usando polinômios de taylor.
Tipologia: Notas de estudo
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Instituto Superior de Engenharia de Coimbra Licenciatura em Engenharia Mecˆanica
An´alise Matem´atica I
T´opicos de resolu¸c˜ao da 1a^ Frequˆencia do dia 20 de novembro de 2013 (v1)
a fun¸c˜ao inversa de f indicando dom´ınio, contradom´ınio e express˜ao anal´ıtica.
Contradom´ınio: D′ f − 1 = Df = [− 1 , 1]. Dom´ınio: 0 ≤ arccos(x) ≤ π ⇔ 1 ≤ arccos(x) + 1 ≤ π + 1 ⇔ 0 ≤ ln(arccos(x) + 1) ≤ ln(π + 1) Portanto, Df − 1 = D′ f = [0, ln(π + 1)]. Express˜ao anal´ıtica: y = ln(arccos(x) + 1) ⇔ ey^ = arccos(x) + 1 ⇔ ey^ − 1 = arccos(x) ⇔ cos(ey^ − 1) = x. Portanto, f −^1 (x) = cos(ex^ − 1).
i. (^) x→lim+∞(ex^ − x) ∞−∞ = (^) x→lim+∞ ex^
x ex
Uma vez que (^) x→lim+∞ x ex
∞∞ = H x→lim+∞
ex^ = 0, ent˜ao o limite inicial ´e +∞.
ii. (^) xlim→ 0 cos(x) − x sin(x)
, portanto, o limite n˜ao existe.
iii. lim x→ 0 + (1 + x)^1 /x^1
∞ = lim x→ 0 +^ e (^1) x ln(1+x) .
Uma vez que lim x→ 0 +
ln(1 + x) x
(^00) = H lim x→ 0 +
1 /(1 + x) 1 = 1, ent˜ao o limite inicial ´e igual a^ e.
(a) Comente a afirma¸c˜ao: “Existe um ponto no intervalo [0,1], cujo declive da reta tangente ao gr´afico de f ´e igual a −1.”
Uma vez que f ′(x) = 2(x − 1) cosh(x) + (x − 1)^2 sinh(x) existe e ´e finita em IR, ent˜ao a fun¸c˜ao f ´e cont´ınua e diferenci´avel em IR, logo f ´e regular no intervalo [0, 1]. Assim, pelo teorema de Lagrange existe c ∈]0, 1[, tal que, f ′(c) = f^ (1) 1 −−f 0 (0)= −1, ou seja, o declive da reta tangente ao gr´afico de f no ponto de abcissa c ´e igual a −1. Portanto, a afirma¸c˜ao ´e verdadeira.
(b) Determine uma estimativa do acr´escimo de f , ∆f , quando a abcissa do ponto varia de 0 para 0.125. ∆f ≈ df = f ′(x 0 )∆x = f ′(0)∆x = − 2 × 0 .125 = − 0. 25.
(c) Aproxime o valor de f (0.25) usando um polin´omio de Taylor de grau 2 de f , em torno de x 0 = 0.
Ora, f ′′(x) = 2 cosh(x) + 4(x − 1) sinh(x) + (x − 1)^2 cosh(x), de modo que f ′′(0) = 3. Al´em disso, f (0) = 1 e f ′(0) = −2. Assim, o polin´omio de Taylor da fun¸c˜ao f , em torno de x 0 = 0, ´e dado por
P (x) = f (0) + f ′(0)x + f ′′(0) 2! x^2 = 1 − 2 x +
x^2.
Portanto, f (0.25) ≈ P (0.25) = 1 − 2 × 0 .25 + 1. 5 × (0.25)^2 = 0.59375.
1
∫ (^2) x (^3) − 2 x − 2 x^2 + 1 dx = x^2 − 2 arctan(x) − 2 ln(x^2 + 1) + C, com C ∈ IR. ( x^2 − 2 arctan(x) − 2 ln(x^2 + 1) + C
= 2x − 2 1 + x^2 − 4 x x^2 + 1 = 2 x(x^2 + 1) − 2 − 4 x x^2 + 1 =^2 x
(^3) − 2 x − 2 x^2 + 1
(a)
(x + 1)−^2 dx = (x + 1)−^1 − 1
1 + x
(b)
∫ (^) e 1 −x 1 + e^2 −^2 x^ dx = − arctan(e^1 −x) + C, com C ∈ IR.
(c)
ln(x) + 1 x
1 − ln^2 (x)
dx =
ln(x) x
1 − ln^2 (x)
dx +
x
1 − ln^2 (x)
dx
−2 ln(x)^1 x
1 − ln^2 (x)
dx +
√^1 /x 1 − ln^2 (x)
dx
1 − ln^2 (x)
= −
1 − ln^2 (x) + arcsin(ln(x)) + C, com C ∈ IR.
(d)
tan^2 (x)[cos^2 (x) + sec^2 (x)] dx =
tan^2 (x) cos^2 (x) dx +
tan^2 (x)sec^2 (x) dx
=
sin^2 (x) dx +
tan^2 (x)sec^2 (x) dx
=
1 − cos(2x) 2 dx + tan
(^3) (x) 3 = x 2
sin(2x) 4
tan^3 (x) 3