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Guias e Dicas
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revista ilust 31, Notas de estudo de Artes

Ilustrar Magazine, primeira revista 100% brasileira sobre ilustração, feita por ilustradores e para ilustradores.

Tipologia: Notas de estudo

2015

Compartilhado em 23/04/2015

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Wesley Rodrigues
Philip Burke
SketchJazz
Mauro Souza
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Baixe revista ilust 31 e outras Notas de estudo em PDF para Artes, somente na Docsity!

www.revistailustrar.com

Wesley Rodrigues Philip Burke SketchJazz Mauro Souza Cássio Loredano Eduardo Schaal

ENDEREÇO DO SITE: www.revistailustrar.com ricardo antunes são paulo / Lisboa [email protected] www.ricardoantunes.com Dia 1 é dia de novos colunistas...

assada a comemoração de 5 anos da Revista Ilustrar, arregaçamos

as mangas para mais uma edição, que vem com algumas novidades.

A primeira é que, aos poucos, vamos fazendo pequenas mudanças no layout

da revista - e na edição comemorativa já deu para perceber mudanças em

algumas fontes, tudo para tornar a Ilustrar mais leve e gostosa de ler.

E a partir desta edição teremos a coluna nacional, agora rebatizada de

Opinião, sendo revesada por três grandes artistas: Renato Alarcão, Hiro

Kawahara e Eduardo Schaal. Dessa forma a coluna se torna maior ainda,

proporcionando a todos uma visão muito especial desses três ilustradores...

e no futuro outros artistas também farão parte desse grupo. Nesta edição

quem escreve o artigo é Eduardo Schaal, falando sobre livros ilustrados e o

prêmio Oscar.

Na seção Portfolio temos o jovem e talentoso Wesley Rodrigues, e na seção

Sketchbook apresentamos o material incrível do SketchJazz!

O passo a passo fica por conta de Mauro Souza, editor de arte do estúdio

Mauricio de Sousa, e na seção 15 perguntas, que agora passa a se chamar

Entrevista, temos o brilhante caricaturista Cássio Loredano.

Para fecharmos, na seção Internacional temos a presença do ilustrador da

revista Rolling Stone, Philip Burke, além dos trabalhos da seção Espaço

Aberto.

Espero que gostem... e até a próxima edição, dia 1 de fevereiro.

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  • P O R T F O L I O :** We s l e y R o d r i g u e s...................... **4
  • I N T E R N A C I O N A L :** P h i l i p B u r k e.................... **1 2
  • S K E T C H B O O K :** S k e t c h J a z z.......................... **2 3
  • S T E P B Y S T E P :** M a u r o S o u z a........................ **3 2
  • O P I N I Ã O :** E d u a r d o S c h a a l............................ **3 9
  • E N T R E V I S T A :** C á s s i o L o r e d a n o..................... **4 1
  • E S P A Ç O A B E R T O**...................................... **5 6
  • CURTAS** .............................................................. **69
  • L I N K S D E I M P O R T Â N C I A**........................ 7 0 DIREÇÃO, COORDENAÇÃO E ARTE-FINAL: Ricardo Antunes [email protected] DIREÇÃO DE ARTE: Neno Dutra - [email protected] Ricardo Antunes - [email protected] REDAÇÃO: Ricardo Antunes - [email protected] REVISÃO: Helena Jansen - [email protected] COLABORARAM NESTA EDIÇÃO: Angelo Shuman (Divulgação) - [email protected] ILUSTRAÇÃO DE CAPA: Philip Burke - www.philipburke.com PUBLICIDADE: [email protected] DIREITOS DE REPRODUÇÃO: Esta revista pode ser copiada, impressa, publicada, postada, distribuída e divulgada livremente, desde que seja na íntegra, gratuitamente, sem qualquer alteração, edição, revisão ou cortes, juntamente com os créditos aos autores e co-autores, e com indicação do site oficial para download. Os direitos de todas as imagens pertencem aos respectivos ilustradores de cada seção. Foto: arquivo Ricardo Antunes Editorial (^) Nesta edição Ficha técnica

WESLEY RODRIGUES azendo parte da nova geração de artistas, Wesley Rodrigues tem trabalhado há algum tempo com animação, desde que fundou o Armoria Studio, além de ilustrações para a área editorial. Fazendo animação principalmente para trabalhos autorais, aos poucos Wesley também começou a produzir pequenas histórias em quadrinhos, conseguindo destaque. Em 2011 participa e vence o primeiro Prêmio Barba Negra / Leya RioComicon, com o seu álbum “Imaginário Coletivo”. Daí em diante outros projetos apareceram, incluindo a transposição de músicas para quadrinhos, que explica agora para nós. F Sou formado em Design Gráfico pela UFG. Antes de pensar em ser desenhista, eu queria fazer faculdade de física, mas acabei ficando nas artes mesmo. Gosto de tudo que tem a ver com movimento, então, quando decidi ser desenhista já sabia que queria trabalhar com desenho animado. Mas comecei pelo caminho da ilustração e dos quadrinhos por ser mais acessível. Apareciam mais oportunidades de trabalho na área editorial do que na animação. Comecei ilustrando estampas de camisetas e depois fiz ilustrações em alguns jornais de Goiânia. O C O M E Ç O WESLEY RODRIGUES GOIÂNIA - GO [email protected] http://wesleyilustra.blogspot.com.br © Wesley Rodrigues Foto: arquivo Wesley Rodrigues P

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Portfolio

Minhas influências são muitas, mas acredito que as principais são os desenhos do Chuck Jones, principalmente o Coiote e Papaleguas, que até hoje acho que é uma das melhores coisas já feitas em animação. Admiro o empreendorismo de Walt Disney. A maneira como ele traçava metas e a força que fazia para atingi- las é uma coisa extraordinária. Quero seguir nessa linha de aliar criatividade e espírito empreendedor. Gosto muito das gravuras japonesas antigas, acho que transmitem muito movimento. Aprendo muito toda vez que paro para analisar umas dessas gravuras. Atualmente, minha principal referência em animação é Hayao Miyazaki, mas gosto muito também de outros diretores como Masaaki Yuasa, que dirigiu Mind Game. E gosto muito do estilo solto de Taiyo Matsumoto. Na verdade eu me considero mais animador do que qualquer outra coisa. Mesmo quando faço quadrinhos penso antes na cena como se eu fosse fazer uma animação. A animação exige muito do desenhista e isso faz com que meu desenho melhore em vários aspectos, principalmente em ritmo e expressividade. No projeto “O Ogro”, baseado na obra de Julio Shimamoto, trabalhei na direção de animação. Curti muito fazer esse projeto, principalmente por ter a chance de trabalhar com um mestre como o Shima. Ele próprio fez a direção de arte desse curta. Quando eu recebia cada desenho do Shima, ficava olhando cada um por 1 hora antes de começar a animação. Tive uma boa chance de aprender muita coisa trabalhando nesse projeto. P R I N C I P A I S I N F L U Ê N C I A S A A N I M A Ç Ã O D I R I G I N D O J U L I O S H I M A M O T O P

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Quando apresentaram o projeto de passar para quadrinhos algumas letras de músicas, de cara já escolhi a música “Pescador de Ilusões” de Marcelo Yuka, porque acho que ela tem tudo a ver com meu universo criativo. Trabalhei toda a história em preto e branco, mas sem deixar o traço muito pesado. Utilizei mais a linha no desenho, para ter fluidez. E nesse caso não fiz nenhum esboço porque eu queria esse desenho mais solto. Pegava a caneta e saía desenhando direto sobre o papel de onde sairia o desenho final. Tive a oportunidade de conversar com o Yuka no Riocomicon do ano passado. Ele me disse que adorou o trabalho. E acabo de me lembrar nesse momento que estou devendo um original dessa HQ pra ele… hehehe M Ú S I C A E M Q U A D R I N H O S P

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Atualmente estou fazendo a finalização do meu curta, o “Faroeste”. Estamos finalizando o áudio. Já estou trabalhando também na pré-produção do meu próximo curta, “Viagem na Chuva”, que tem previsão de lançamento para o ano que vem. Existem esses blogs para quem quiser acompanhar as etapas de desenvolvimento destes projetos: http://faroesteanimation.blogspot.com.br http://viagemnachuva.blogspot.com.br E já estou elaborando mais dois projetos para começar a busca de financiamento. Assim que lançar o “Imaginário Coletivo”, quero continuar fazendo outros quadrinhos. Tenho muitas ideias que quero aproveitar em mais alguns livros. F U T U R O S P R O J E T O S P

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das características faciais e as cores na aparência de alguém, eu tento descobrir, extrair e amplificar a alma e a inteligência dos meus retratados. Eu não posso dizer que sei como isso funciona, mas, permanecendo verdadeiro em relação ao que eu vejo na aparência exterior do meu retratado e o melhorando, acho que sou capaz de revelar o que está no interior. Eu acho que tenho o meu sentido da cor de Van Gogh. Enquanto trabalhava para a Rolling Stone na década de 1990, a cor do meu trabalho tornou-se mais selvagem e brilhante. Ao exagerar as relações espaciais Uma característica clara em seu trabalho são as cores. Como é possível contar algo sobre a personalidade de alguém por meio do exagero das cores e formas? Eu acredito que o meu trabalho seja justamente uma mistura da caricatura, ilustração e arte. Seu trabalho fica no limite entre a caricatura, a ilustração e as artes plásticas. Para você, especificamente, há alguma diferença entre estas áreas? Eu acho que o humor é muito importante ao retratar um outro ser humano, bem como a empatia. Algo também presente no seu trabalho é um certo humor na forma como define seus retratados. Acha que o humor é importante em uma caricatura ou retrato?

  • Barack Obama
  • Jim Morrison I^

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Eu amo a cor e pinto com as minhas cores favoritas. Elas são azul pthalo, verde pthalo, laranja cádmio, limão cádmio, vermelho claro cádmio, rosa permanente, alizarin permanente, verde claro permanente, azul ultramarine, roxo dioxazine e vermelho escuro bário cádmio. Cada uma dessas cores tem sua própria personalidade e maneira de relacionar- se e misturar-se com as outras. Nos últimos 30 anos tenho desenvolvido relacionamentos com cada uma dessas cores, e agora nós dançamos e cantamos juntos! E as cores, qual o papel que elas têm para você como forma de expressão?

  • Bill Murray
  • Julian Schnabel

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A partir do início de 1989 até o final de 1995, por 7 anos, minhas pinturas eram uma característica constante na página do índice da revista Rolling Stone. Ocupando mais da metade da página, tornou-se um catálogo de músicos - novos e antigos - que foram fazendo notícia na época. Não preciso dizer que esta foi a minha produção mais visível. Lembro-me de ouvir histórias de alunos do ensino médio cortando e colando as imagens em seus armários, ou estudantes universitários colocando-as em suas paredes ou artistas editoriais fixando- as na parede de seu espaço de trabalho. Com base no caráter criativo de cada um dos meus temas, cada pintura era original e diferente. O olhar do meu trabalho permeou a cultura pop - uma chamada para os jovens artistas a serem selvagens e livres! Na minha área de ilustração, já não tinha mais que solicitar projetos, pois o trabalho continuou a vir a mim regularmente. Entre as várias revistas com que você trabalhou, durante anos você foi ilustrador da revista Rolling Stone, onde teve enorme projeção. Qual a importância deste fato na sua carreira?

  • Seinfeld
  • Hunter S. Thompson

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Quando era garoto eu sonhava em ser uma estrela do rock - como muitos rapazes fazem. No entanto, eu não tinha paciência para aprender a tocar música e era tímido demais para executar. O rock sempre foi inspiração para a minha arte. Cheguei em Nova York em 1977 e rapidamente a música punk se tornou a trilha sonora da minha vida. Quando jovem, uma das minhas paixões era dançar a noite toda em punk clubs. Essa energia permaneceu no meu estúdio. Meu trabalho na Rolling Stone foi o resultado de 10 anos de encomendas. Quando Fred Woodward tornou-se diretor de arte na década de 1980, eu sabia que era um ajuste perfeito. Trabalhar para a Rolling Stone sempre foi pura alegria. Você já declarou que seu sonho de criança era ser uma estrela do rock. Uma vez que não seguiu a carreira, pintar principalmente estrelas do rock foi uma forma de compensação?

  • Diana
  • Breaking Bad

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  • Tupac
  • Carla Bruni

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  • Ayn Rand
  • Paul Ryan

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