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Simulado EsPCEx - 2⁰ dia, Provas de Matemática

Gabarito comentado do Simulado EsPCEx - 2⁰ dia

Tipologia: Provas

2026

Compartilhado em 04/05/2026

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GABARITO 4º SIMULADO EsPCEx
1. GABARITO: D
A alternativa correta é:
d) enalteceu as qualidades mencionadas por serem da mulher por quem ele se apaixonara.
Justificativa:
No trecho citado, o narrador não demonstra valores próprios e firmes quanto ao piano ou à língua francesa. Ao
contrário, ele passa a valorizar essas qualidades apenas porque Marta as possui — ele se apaixona e, por reflexo, passa
a idealizá-la e a enaltecer tudo o que ela faz:
"Tocava piano. Naquele momento reconheci no piano um caminho seguro para a perfeição."
"Falava francês. Não havia certamente exercício mais honesto que falar francês, língua admirável."
Essas frases revelam ironia e exagero, características do estilo de Graciliano Ramos, e mostram que a admiração do
narrador por essas qualidades é circunstancial e influenciada pelo desejo que sente por Marta, e não fruto de um
apreço genuíno por cultura ou valores europeus.
As demais alternativas não captam esse tom irônico nem o comportamento idealizador do narrador.
2. GABARITO: A
A alternativa correta é:
a) I e II.
Vamos analisar cada item:
I – “Mas era bonita, e os bens da viúva davamlhe encantos que a princípio eu não tinha descoberto.”
Ironia presente.
O narrador tenta negar interesse material, mas admite que a herança da viúva “realça” os encantos de Marta. Isso
revela uma contradição irônica: ele diz não se importar com o dinheiro, mas claramente isso muda sua percepção da
mulher.
II – “Fazia flores de parafina. Compreendi que as flores de parafina eram na realidade os únicos objetos úteis.”
Ironia evidente.
O exagero e a valorização absurda de algo fútil (flores de parafina) demonstram o tom cômico e irônico do narrador,
que eleva algo banal a uma importância exagerada só por causa de sua idealização de Marta.
III – “Talvez, com algum trabalho, conseguisse completar para ela um soneto que andei compondo aos quinze anos.”
Sem ironia.
Essa frase é mais nostálgica ou autoirônica (leve), mas não há uma clara contradição ou jogo de palavras irônico como
nos casos anteriores.
IV – “Onde iria morar? Na Tijuca, em Santa Teresa, ou em Copacabana, um dos bairros que vi no jornal.”
Sem ironia clara.
Aqui temos mais um devaneio fantasioso do narrador do que propriamente uma ironia. Ele está sonhando com o
futuro, mas sem fazer uma crítica velada ou contradizer o que diz.
3. GABARITO: C
"Inerme" — afirmativa: (sem forças)
Sentido real: "inerme" significa sem defesa, desarmado, e não exatamente "sem forças".
Exemplo de uso: um animal inerme não possui mecanismos de defesa (como garras ou presas).
Locução incorreta.
"Viperino" — afirmativa: (de víbora)
Sentido real: "viperino" significa relativo a víbora ou, em sentido figurado, maldoso, traiçoeiro.
"De víbora" está correto como locução adjetiva.
"Plúmbeas" — afirmativa: (de chumbo)
Sentido real: "plúmbeo" (ou "plúmbeas" no plural) significa feito de chumbo ou com a cor do chumbo.
A correspondência com “de chumbo” está correta.
"Jovial" — afirmativa: (de jovem)
Sentido real: "jovial" significa alegre, bem-humorado, animado, e não necessariamente “de jovem”.
Portanto, a locução adjetiva "de jovem" é incorreta .
4. GABARITO: A
Vamos analisar o valor da conjunção "e" em cada alternativa para identificar onde ela realmente tem valor aditivo, ou
seja, soma ou acrescenta uma informação de forma neutra, sem indicar consequência, oposição ou condição.
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GABARITO 4º SIMULADO EsPCEx

1. GABARITO: D

A alternativa correta é: d) enalteceu as qualidades mencionadas por serem da mulher por quem ele se apaixonara. Justificativa: No trecho citado, o narrador não demonstra valores próprios e firmes quanto ao piano ou à língua francesa. Ao contrário, ele passa a valorizar essas qualidades apenas porque Marta as possui — ele se apaixona e, por reflexo, passa a idealizá-la e a enaltecer tudo o que ela faz: "Tocava piano. Naquele momento reconheci no piano um caminho seguro para a perfeição." "Falava francês. Não havia certamente exercício mais honesto que falar francês, língua admirável." Essas frases revelam ironia e exagero, características do estilo de Graciliano Ramos, e mostram que a admiração do narrador por essas qualidades é circunstancial e influenciada pelo desejo que sente por Marta, e não fruto de um apreço genuíno por cultura ou valores europeus. As demais alternativas não captam esse tom irônico nem o comportamento idealizador do narrador.

2. GABARITO: A A alternativa correta é: a) I e II. Vamos analisar cada item: I – “Mas era bonita, e os bens da viúva davam‐lhe encantos que a princípio eu não tinha descoberto.” Ironia presente. O narrador tenta negar interesse material, mas admite que a herança da viúva “realça” os encantos de Marta. Isso revela uma contradição irônica: ele diz não se importar com o dinheiro, mas claramente isso muda sua percepção da mulher. II – “Fazia flores de parafina. Compreendi que as flores de parafina eram na realidade os únicos objetos úteis.” Ironia evidente. O exagero e a valorização absurda de algo fútil (flores de parafina) demonstram o tom cômico e irônico do narrador, que eleva algo banal a uma importância exagerada só por causa de sua idealização de Marta. III – “Talvez, com algum trabalho, conseguisse completar para ela um soneto que andei compondo aos quinze anos.” Sem ironia. Essa frase é mais nostálgica ou autoirônica (leve), mas não há uma clara contradição ou jogo de palavras irônico como nos casos anteriores. IV – “Onde iria morar? Na Tijuca, em Santa Teresa, ou em Copacabana, um dos bairros que vi no jornal.” Sem ironia clara. Aqui temos mais um devaneio fantasioso do narrador do que propriamente uma ironia. Ele está sonhando com o futuro, mas sem fazer uma crítica velada ou contradizer o que diz. 3. GABARITO: C "Inerme" — afirmativa: (sem forças) Sentido real: "inerme" significa sem defesa, desarmado, e não exatamente "sem forças". Exemplo de uso: um animal inerme não possui mecanismos de defesa (como garras ou presas). Locução incorreta.

"Viperino" — afirmativa: (de víbora) Sentido real: "viperino" significa relativo a víbora ou, em sentido figurado, maldoso, traiçoeiro. "De víbora" está correto como locução adjetiva.

"Plúmbeas" — afirmativa: (de chumbo) Sentido real: "plúmbeo" (ou "plúmbeas" no plural) significa feito de chumbo ou com a cor do chumbo. A correspondência com “de chumbo” está correta.

"Jovial" — afirmativa: (de jovem) Sentido real: "jovial" significa alegre, bem-humorado, animado, e não necessariamente “de jovem”. Portanto, a locução adjetiva "de jovem" é incorreta.

4. GABARITO: A Vamos analisar o valor da conjunção "e" em cada alternativa para identificar onde ela realmente tem valor aditivo, ou seja, soma ou acrescenta uma informação de forma neutra, sem indicar consequência, oposição ou condição.

a) "Ela é uma excelente professora e uma pesquisadora renomada em sua área de estudo." A conjunção "e" liga dois predicados de valor semelhante: "excelente professora" e "pesquisadora renomada". Há adição de características. Valor aditivo — CORRETA

b) "Ele não se dedicou intensamente aos estudos e conseguiu ingressar na universidade de sua escolha." Aqui, a conjunção "e" introduz uma ideia de contraste ou surpresa, quase como um “mas”. Não tem valor aditivo.

c) "Alguns membroschave da equipe não puderam comparecer devido a compromissos inadiáveis e a reunião foi adiada." Aqui, o "e" expressa uma relação de causa-consequência. Valor consecutivo, não aditivo.

d) "Todos os chefes de setor devem participar do treinamento de segurança anual e transmitir o que foi aprendido para os demais." O "e" liga duas ações, mas com ideia de sequência/obrigação relacionada. Há certa implicação de finalidade. Não é puramente aditivo.

5. GABARITO: D Vamos analisar as frases para identificar conjunções coordenativas conclusivas, ou seja, aquelas que indicam uma conclusão com base no que foi dito anteriormente. Exemplos de conjunções conclusivas: logo, portanto, por isso, assim, pois (posposto ao verbo).

Frase I: "...logo, mesmo após mais de 50 anos de sua morte, ele continua vivo..." Conjunção: "logo" É conclusiva, pois indica a consequência do que foi dito antes.

Frase II: "...sabem, pois, nos traduzir que sempre há vida..." Conjunção: "pois" (intercalada, após o verbo) Quando "pois" aparece depois do verbo, ela tem valor conclusivo.

Frase III: "...pois, por seu caráter intimista, é construída de observações e experiências..." Conjunção: "pois", antes do verbo Quando "pois" vem antes do verbo, ela tem valor explicativo, não conclusivo.

6. GABARITO: D O adjetivo "pálida" no verso “Pálida, à luz da lâmpada sombria…” tem a função de predicativo do sujeito. Explicação: "Pálida" expressa uma característica momentânea atribuída ao sujeito “ela” , indicando um estado ou condição no momento da ação (dormir). Como essa característica é atribuída ao sujeito e está fora do grupo nominal, trata-se de um predicativo do sujeito. 7. GABARITO: B Vamos analisar cada afirmativa com base no texto:

Frase: “A leitura é essencial” (V) – Há predicado nominal , pois o verbo “é” (verbo de ligação) liga o sujeito “A leitura” ao predicativo “essencial”.

Frase: “expandimos nossa visão de mundo, adquirindo conhecimento e desenvolvendo novas habilidades.” Verbos analisados: “ expandir ” – verbo transitivo direto : quem expande, expande algo. “ desenvolver ” – também transitivo direto : quem desenvolve, desenvolve algo. (V) – Ambas possuem a mesma predicação verbal (transitiva direta).

Frase: “nos faz refletir” e “adquirindo conhecimento” O verbo fazer , nesse contexto (nos faz refletir), é verbo transitivo direto : “faz” algo → “refletir”. O verbo adquirir é transitivo direto : quem adquire, adquire algo (ex.: conhecimento). (F) – A predicação de “fazer” está correta, mas “adquirir” não é transitivo indireto , e sim direto.

12. GABARITO: A

Advérbios interrogativos são usados para formular perguntas diretas ou indiretas e costumam ser:

Como Quando Onde Por que / Por quê

a) "As dificuldades por que passamos nos forjam como seres humanos." "por que" NÃO é advérbio interrogativo aqui. Trata-se de uma preposição + pronome relativo ("as dificuldades por que passamos").

13. GABARITO: A

Vamos analisar cada oração subordinada adverbial e classificá-la de acordo com o sentido que ela expressa:

  1. "Como eu tinha muitos livros para ler, decidi criar um cronograma de leitura." A conjunção “como” aqui tem valor causal (motivo para a ação). Classificação: 4 – Causal
  2. "Li tantos livros durante o verão, que meu vocabulário melhorou significativamente." A estrutura “tanto... que” indica uma consequência da ação. Classificação: 2 – Consecutiva
  3. "Embora seja difícil manter o hábito da leitura em meio à rotina agitada, é essencial dedicar um tempo..." A conjunção “embora” indica uma concessão, ou seja, um obstáculo que não impede a ação principal. Classificação: 1 – Concessiva
  4. "Eu sempre faço uma pausa para leitura após algumas horas de estudo, como os especialistas recomendam." O termo “como os especialistas recomendam” indica que a ação está sendo feita conforme algo. Classificação: 3 – Conformativa

14. GABARITO: C

Vamos analisar cada item da questão com atenção às orações adjetivas presentes na frase: Frase completa: "Robôs que andam, que falam, que cozinham e que limpam a casa saíram dos livros de ficção para entrar no dia a dia das pessoas." Análise das orações:

  1. "que andam", "que falam", "que cozinham" e "que limpam a casa" são todas orações subordinadas adjetivas restritivas — elas restringem ou especificam quais robôs estão sendo tratados na frase (não são todos os robôs, mas os que têm essas funções). Logo: "que andam" e "limpam a casa" são adjetivas restritivas – Verdadeiro "que falam" e "que cozinham" são adjetivas explicativas – Falso, pois também são restritivas.
  2. "Robôs saíram dos livros de ficção" é, de fato, a oração principal do período. As demais orações (“que andam”, etc.) funcionam como adjetivos dessa oração. "Robôs saíram dos livros de ficção" é a oração principal – Verdadeiro Portanto, a sequência correta é: V – F – V Alternativa correta: c) V ‐ F ‐ V OBS:. As vírgulas foram empregadas para separar elementos de uma enumeração e não para indicar explicação. Trata-se de uma questão com pegadinha.

15. GABARITO: E

Vamos analisar cada alternativa com atenção à acentuação gráfica das palavras:

a) "A margem de insegurança que contém as redes sociais avaliza que se criem leis para limitar o acesso a elas por crianças e adolescentes." "contém" – 3ª pessoa do plural, pois concorda com o sujeito " as redes sociais, logo deveria ser "contêm"

b) "É essêncial também que os pais mantenham vigilância constante..." "essêncial" – o correto é "essencial", sem acento.

c) "De forma alguma constitui paranóia zelar..." "paranóia" – segundo a reforma ortográfica, o correto é "paranoia", sem acento.

d) "Toda idéia nesse sentido só traz mais segurança..." "idéia" – após o Acordo Ortográfico, o correto é "ideia", sem acento.

e) "Muitas figurinhas tem aquele álbum." "tem" – sem acento circunflexo, pois o sujeito é singular “aquele álbum”.

16. GABARITO: C

Vamos analisar o sentido das conjunções subordinativas "como" nas frases apresentadas, considerando se indicam:

  1. "Como afirmam os estudiosos, a leitura nos molda e nos transforma..." "Como afirmam os estudiosos" → ideia de conformidade: de acordo com os estudiosos. Resposta: 1 – Conformidade
  2. "Os livros são como faróis de conhecimento..." “como faróis” → comparação clara entre livros e faróis. Resposta: 3 – Comparação
  3. "A leitura deve ser incentivada desde a infância, como recomenda a maioria dos educadores..." “como recomenda a maioria...” → ideia de conformidade: de acordo com a recomendação. Resposta: 1 – Conformidade
  4. "Como os livros são janelas para outros mundos, a leitura nos permite explorar universos..." "Como os livros são janelas..." → indica a causa pela qual a leitura permite explorar. Resposta: 2 – Causa**

17. GABARITO: B

Afirmação I: Iracema aparece, na verdade valorizada, exaltada e idealizada, símbolo do nacionalismo crescente dessa geração do Romantismo. Afirmação III: O elemento indígena aparece, na verdade, integrado à natureza, que também é participante efetivo do romance.

18. GABARITO: E

A cidade a que o eu lírico se refere é a cidade da Bahia (Salvador). O poema faz parte da poesia satírica do poeta barroco Gregório de Matos e se configura em uma crítica sociopolítica referente à época em que viveu o poeta, ou seja, século XVII. Por fim, os versos não mencionam nem Portugal nem valores católicos.

19. GABARITO: C O poema Carpe Diem representa o Arcadismo, cujo autor é Tomás Antônio Gonzaga. É parte constituinte da mais famosa lírica amorosa da Literatura de Língua Portuguesa, Marília de Dirceu.

20. GABARITO: B

No sermão, Vieira critica certos pregadores, e não a Igreja. Por meio de comparações, o padre usa uma linguagem

rebuscada. Por fim, a medida nova (versos decassílabos) é usada em poemas barrocos.

21.GABARITO: C

22.GABARITO: C

23.GABARITO: E

24.GABARITO: B

25.GABARITO: B

26.GABARITO: C

27.GABARITO: E

28.GABARITO: D

29.GABARITO: B

39.GABARITO: B

O reconhecimento correto das funções orgânicas é o primeiro passo: as hidroxilas ligadas ao anel benzênico caracterizam a função fenol, e não álcool, o que invalida a afirmação I. A análise estrutural da Tricina exige atenção redobrada à classificação dos carbonos, pois a presença de heteroátomos (oxigênio) em diversos vértices dos anéis faz com que a maioria dos carbonos seja secundária; apenas os dois pontos de junção entre os anéis de carbono, que não possuem ligações com oxigênio, são classificados como carbonos terciários, validando a afirmativa II. A análise de isomeria óptica (III) revela que a molécula é aquiral, pois não possui carbonos tetraédricos com quatro ligantes distintos. Por fim, a contagem estequiométrica confirma que a fórmula molecular é C 17 H 14 O 7 , respeitando as valências de cada átomo e as insaturações dos anéis.

40.GABARITO: E I. Cálculo do número de mols (n):

𝑛 = 𝑚 𝑚𝑚

𝑛(𝐶𝑎𝐶𝑂 3 ) = 20 100 =^ 0, 20 𝑚𝑜𝑙

𝑛(𝐻𝐶𝑙) = (^) 36,5^20 = 0, 548 𝑚𝑜𝑙

II. Determinação do reagente limitante:

Pela equação: 1 mol CaCO 3 – 2 mol HCl

Logo: 0,20 mol de CaCO 3 – 0,40 mol HCl

Com isso, 0,40 mol < 0,58 mol, logo HCl está em excesso e CaCO 3 é o limitante

Afirmativa I e III são falsas.

III. Volume de CO 2 formado:

Pela equação: 1 mol CaCO 3 – 1 mol CO 2

Logo: 0,20 mol CaCO 3 – 0,20 mol CO 2

Nas CNTPS: 1 mol CO 2 – 22,4 L

0,20 mol CO 2 – 4,48 L

Afirmativa II é falsa

IV. Como o CaCO3 é limitante, ele reage totalmente, 20g. Logo, a afirmativa IV é falsa

41.GABARITO: E I. MMNaOH: 23 + 16 + 1 = 40 g.mol-

II.

𝑛 𝑉

Logo, a afirmativa I é verdadeira.

III. n = M x V :. N = 1,5 mol/L x 0,1 L = 0,15 mol NaoH. Logo, a afirmativa II é verdadeira.

IV. M 1 x V 1 = M 2 x V 2

1,2 x 100 = M 2 x 400

M 2 = 0,375 mol/L. Logo, a afirmativa III é verdadeira.

V. A massa presente nos 100 mL retirados é a mesma que estará nos 400 mL finais (pois só foi adicionada água).

m = n x M = 0,15 mol. 40 g/mol = 6 g. Logo, a afirmativa IV é verdadeira.

42.GABARITO: E

Devemos manter a Equação 1: 𝐶(𝑠) + 𝑂 2 (𝑔)→𝐶𝑂 2 (𝑔)∆𝐻 =− 394 𝑘𝐽

E inverter a Equação 2: 𝐶𝑂 2 (𝑔)→ 𝐶𝑂(𝑔) + 12 𝑂 2 (𝑔) ∆𝐻 =+ 283 𝑘𝐽

Somando as duas equações, temos: : 𝐶(𝑠) + 1 2 𝑂 2 (𝑔)→𝐶𝑂(𝑔) ∆𝐻 =^ − 111 𝑘𝐽

I. Falsa. Como ∆𝐻 < 0 , a reação é exotérmica, e não endotérmica.

II. Falsa. A variação de entalpia é − 111 𝑘𝐽.

III. Verdadeira. Como a reação possui ∆𝐻 < 0 indica que ela libera calor.

43.GABARITO: D A reação I é classificada como análise ou decomposição, pois uma única substância (KClO₃) se decompõe formando duas substâncias mais simples (KCl e O₂). A reação II é uma simples troca (deslocamento), já que o ferro desloca o cobre do composto CuSO₄, formando FeSO₄ e cobre metálico. A reação III é uma reação de síntese ou adição, pois duas substâncias (CaO e CO₂) se combinam formando um único produto (CaCO₃). Por fim, a reação IV é uma dupla troca, na qual ocorre a troca de íons entre dois compostos em solução aquosa, resultando na formação de AgCl e NaNO₃. Dessa forma, todas as classificações apresentadas nas afirmativas estão corretas.

44.GABARITO: B A distinção entre polímeros de adição e de condensação é baseada no mecanismo de formação da cadeia. Enquanto a adição "soma" monômeros insaturados preservando todos os átomos originais, a condensação requer monômeros com grupos funcionais distintos que interagem liberando subprodutos simples. A afirmativa III está incorreta porque inverte a característica estrutural: cadeias com heteroátomos são típicas de processos de condensação devido à natureza das ligações éster ou amida formadas.