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Desmistificando o WCM: Uma Abordagem Prática para a Manufatura de Classe Mundial, Manuais, Projetos, Pesquisas de Engenharia Industrial

WCM - FM2S.pdf

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2020

Compartilhado em 19/04/2020

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robson.sbarros 🇧🇷

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DESMISTIFICANDO O
WCM
VIRGILIO F. M. DOS SANTOS e MURILO F. M. DOS SANTOS
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DESMISTIFICANDO O

WCM

VIRGILIO F. M. DOS SANTOS e MURILO F. M. DOS SANTOS

Dr. Virgilio F. M. dos Santos Master Black Belt, Professor Extensão Unicamp (IMECC e Economia), Engenheiro Mecânico, Mestre e Doutor na área. Dr. Murilo F. M. dos Santos Master Black Belt, Engenheiro Mecânico, Mestre e Doutor na área.

Autores

DESMISTIFICANDO O

WCM

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E-Book - Desmistificando o WCM

DE ONDE SURGIU O TERMO WCM E A METODOLOGIA? O termo WCM foi cunhado na década de 1980 pela primeira vez em um artigo de dois professores de Harvard: Hayes e Wheelwright, intitulado “Restoring our competitive edge”. O artigo discorria sobre como a indústria americana estava se tornando menos competitiva por negligenciar os seus processos produtivos. O Japão, por sua vez, tornava-se cada vez mais capaz de fabricar produtos a um custo menor e com maior qualidade do que os americanos. Toda a discussão dos anos 80 era no sentido de entender o que estava sendo feito no Japão e replicar isso para o resto do mundo. Ora, então o WCM é basicamente a mesma coisa do que o Lean (que também se inspira nas técni- cas japonesas)? A resposta é não. O WCM evoluiu do que é o Lean “puro” e incorporou várias coisas mais “ocidentais”, como a preocupação por técnicas ambientalmente corretas e o uso de automa- ção de maneira mais incisiva e a contínua busca por inovação tecnológica. Além disso, o foco do Lean e do WCM são bem diferentes. No primeiro, o objetivo é fazer as coisas direito, evitando tudo que é desperdício. Já no segundo, o objetivo é ganhar vantagem competitiva. Evidentemente que, para ser mais competitiva, uma empresa vai ter que reduzir seus desperdí- cios, mas isso não basta. É necessário ir além e também buscar a inovação em seus processos. É justamente isso que o ocidente vem buscando a partir da ascensão da manufatura japonesa. Em nosso plano de assinatura mensal, temos um curso exclusivo que resume as semelhanças e as diferenças entre as Metodologias para Excelência Operacional, como o Lean e o WCM. A verdade é essa estratégia tem dado certo. Temos vários cases de sucesso da implementação do WCM. Fiat, Tetra Pak, Unilever são só os mais conhecidos. Todas essas empresas melhoraram sensivelmente a sua competitividade após a implementação dessa técnica. Esse sucesso também ajudou a populariza a técnica e tornar uma ideia dos anos 1980 em uma estrutura replicável em todo o ocidente. Hoje, várias empresas criam os seus sistemas de gestão, baseados na ideia do WCM, cada qual com os seus pilares.

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E-Book - Desmistificando o WCM

QUAIS OS PILARES E PRINCÍPIOS DO WCM? O WCM ficou muito associado a famosa “estrutura de pi- lares”, desde sua implementação no grupo Fiat. Esses pi- lares nada mais são do que grupos de atividades organi- zados de maneira lógica. Por exemplo, o pilar de Supply Chain compila todas as boas práticas do WCM quanto à gestão de fornecedores e logística. O pilar de EHS – Envi- ronment, Health and Safety, aplica as boas práticas am- bientais, como a eliminação de resíduos, e também cuida da ergonomia e da segurança dos colaboradores. São gru- pos de trabalho, geralmente coordenados por especialis- tas nas áreas. Os membros dos pilares podem ou não tam- bém fazer parte de um departamento formal (membros do departamento de Qualidade tocar o pilar de Garantia da Qualidade). Agora, quais são os pilares? A resposta é que cada empresa tem o seu próprio grupo de pilares. Um estudo rea- lizado por Sharma e outros colaboradores, em 2008, reportou que existem mais de 250 estruturas de pilares de WCM diferentes! É muita variação, mas a boa notícia é que, em linhas gerais, todos estes sistemas de pilares têm suas afinidades e os princípios por trás deles são iguais.

Afinal, quais são estes princípios? Aqui temos uma lista resumida:

Enfim, são muitos princípios. E vale lembrar: “A simplicidade é a chave” A correta aplicação do WCM não tem a ver com automações caras e complexas, governanças complicadas e téc- nicas matemáticas. Tudo isso que listamos acima, pode ser aplicado aos poucos, de maneira simples e criativa. É justamente isso que vamos explorar em nosso curso de WCM, estes princípios expostos de maneira prática, organizada e direta, como sempre fazemos na FM2S. Just in time Aplicação de fluxo contínuo Diminuição do tamanho de lote de produção e serviço Nivelamento da produção Fazer certo da primeira vez Visão sistêmica da cadeia de suprimentos Manufatura celular Manutenção produtiva total (com o envolvimento de todos) Manutenção preditiva Grupos de melhorias focais Zero Defeitos Zero quebras Zero acidentes Times multifuncionais Envolvimento total de todos Gestão a vista Controle estatístico de processos Desdobramento da qualidade ...

Continue... Quer continuar aprendendo sobre WCM? Conheça nosso curso agora mesmo! Basta entrar em nosso site www.fm2s.com.br e matricule-se! Esperamos você! FM2S.COM.BR EAD.FM2S.COM.BR