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pendulo simples, Provas de Engenharia Ambiental

Trabalho teorico de fsica 1

Tipologia: Provas

2017

Compartilhado em 19/05/2017

gabriel-avila-adriano-10
gabriel-avila-adriano-10 🇧🇷

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ENGENHARIA CIVIL 2013/3ª FASE
FÍSICA EXPERIMENTAL:
PENDULO SIMPLES
Professor: Robson Cavalcante
Alunos: Heliezer Cataneo de Bem
201301896608
Leandro dos Santos Silveira
201301280488
Luana Laura Teixeira da Silveira
201301197491
Marcelo Andreos Francês
201301197262
Valdinei Messagi
201301196487
SÃO JOSÉ, MARÇO 2014
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ENGENHARIA CIVIL 2013/3ª FASE

FÍSICA EXPERIMENTAL:

PENDULO SIMPLES

Professor: Robson Cavalcante

Alunos: Heliezer Cataneo de Bem

Leandro dos Santos Silveira

Luana Laura Teixeira da Silveira

Marcelo Andreos Francês

Valdinei Messagi

SÃO JOSÉ, MARÇO 2014

SUMÁRIO

  • 1 INTRODUÇÃO..........................................................................................
  • 2 OBJETIVO................................................................................................
  • 3 TEORIA.....................................................................................................
  • 4 MATERIAL NECESSÁRIO........................................................................
  • 5 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL........................................................
  • 6 GRÁFICO................................................................................................
  • 7 QUESTÕES-PERGUNTAS E RESPOSTAS..........................................
  • 8 DISCUSSÕES.........................................................................................
  • 9 CONCLUSÕES.......................................................................................
  • 10 REFERÊNCIAS.......................................................................................

O objetivo deste experimento é obter a aceleração da gravidade fazendo-se uso

de um pêndulo simples. Será visto que, basta realizar apenas as medidas do

tempo de oscilação deste pêndulo para o cálculo da aceleração da gravidade. A

seguir é apresentada a teoria correlata ao experimento do pêndulo simples.

TEORIA

Pêndulo Simples

Um pêndulo simples consiste de um fio leve e inextensível de comprimento L,

tendo na extremidade inferior, por exemplo, uma esfera de massa m; a

extremidade superior é fixada em um ponto, tal que ele possa oscilar livremente

(resistência do ar desprezível), com amplitudes pequenas ( máximo

o

) (fig.1).

Quando o pêndulo é deslocado de sua posição de equilíbrio, ele oscila sob a

ação da força peso, apresentando um movimento periódico. As forças que atuam

sobre a esfera de massa m são: a força peso p e a força de tração T.

A força centrípeta, Fc, que mantém o pêndulo na trajetória de um arco circular, é

a resultante da força de tração T que o fio exerce e da componente da força peso

p y

na direção do raio, que imprime a aceleração centrípeta, a c

a c

= V

2

/ R.

Podemos determinar a aceleração da gravidade local, medindo a aceleração

tangencial e o ângulo de um pêndulo simples.

g = - a t

/ sen

Figura 1 - Pêndulo simples e as forças que atuam sobre a esfera de massa m

Período do pêndulo simples

  • Pêndulo
  • Cronômetro
  • Régua
  • Transferidor
  • Blocos de massa
  • Linha fina

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

Medições

  1. Ajuste o comprimento L1 do pêndulo para 65 cm (Lembre-se de que o

comprimento do pêndulo deve ser medido desde o início do fio até o centro do

objeto). Posicione o pêndulo para um ângulo (valor igual a 10°) e solte-o. Meça

o tempo, t, que o pêndulo leva para oscilar 10 vezes e anote-o na Tabela1. Faça

isso três vezes ( fizemos três vezes para obtermos valores mais precisos).

  1. Repita o procedimento para 10 medidas de L diferentes ( no nosso caso

fomos diminuindo a medida de 5cm em 5 cm). Faça três vezes cada medida e

anote na Tabela 1.

Cálculos

Parte 1:

  1. Calcule a média, t (s) para cada comprimento do pêndulo.
  2. Termine de completar a Tabela 1 calculando os valores de T = t /10, do desvio

padrão da média do período T².

  1. Utilizando a equação g = 4𝜋 L/T², calcule a aceleração da gravidade local

média, g , em metros por segundo ao quadrado (m/s2) para cada comprimento

do pêndulo. Tabela 2

  1. Compare a medida da aceleração gravitacional obtida experimentalmente em

sala de aula (aceleração determinada pela equação do período utilizando os

dados experimentais) com o valor existente na literatura científica (9,8 m/s²) e

determine o “desvio percentual” através da fórmula:

Erro relativo = Valor medido – Valor padrão. 100%

Valor padrão

e acrescente a Tabela 2.

Tabela 1 - Medidas do período T com variação do comprimento L.

  1. Construa um gráfico (pág. 11) em papel milimetrado, de T² em função de L e

determine o valor de g, através do coeficiente angular do mesmo. Tabela 3

  1. Trace no gráfico a reta que melhor se ajusta visualmente aos pontos. Essa

reta deve ser do tipo: a (y = a.x + b), onde :

y = T² (ordenadas - eixo vertical)

b = 0 (coeficiente linear da reta)

a = 4 𝜋²/ g (coeficiente angular da reta)

x = L (elongação - abscissas, eixo horizontal)

Assim, obtendo o coeficiente angular da reta, graficamente, como

e sabendo-se que

𝑎 =4𝜋²/g

então, encontrado o valor de a pode-se encontrar g. Tabela 3

  1. Calcule o erro percentual do gráfico em relação a literatura. Tabela 3

Tabela3 – Cálculo de g através do gráfico.

∆𝑇² ∆𝐿 Coeficiente

angular

g (m/s²)

obtido

g (m/s²)

real

Percentual de

erro relativo

125 29,5 4,23 9,32 m/s² 9,8 m/s² 4,99%

PARTE 3 – QUESTÕES

O período de oscilação de um pêndulo não depende do material de que ele é

feito, do peso que é colocado a oscilar em sua extremidade e nem do

deslocamento dele com relação à posição em que ele fica estático, em equilíbrio,

que é a posição vertical. Isso pode ser verificado quando fizemos as medidas do

período de oscilação para vários comprimentos da linha. Fazendo o

experimento, podemos observar que, mesmo com as diferentes medidas do fio,

a proximidade de valores relacionados a gravidade foram bastante próximos.

Mesmo quando aplicamos os dados no gráfico e traçamos a reta, mais

condizente com os pontos obtidos, podemos calcular a aceleração da gravidade,

embora, por sua vez, a margem de erro tenha sido um pouco maior. A partir

deste experimento realizado com o pendulo simples, em condições ideais, (sem

a interferência de forças externas) podemos verificar que a aceleração da

gravidade atua em toda parte e preserva suas características básicas onde quer

que aplicadas.

CONCLUSÃO

No cálculo da aceleração da gravidade local, a porcentagem de erro encontrada

foi de 1,02, e com o gráfico de 4,99 %. Este erro deve-se a fatores que podem

ter comprometido a exatidão do resultado da experiência como:

  1. A percepção visual na hora de definir o valor do comprimento do fio do

pêndulo. Embora medidos, sempre há algum erro.

  1. A habilidade psico-motora dos integrantes do grupo na hora de soltar o objeto

e marcar no cronômetro.

  1. O paralelismo do fio que provavelmente não foi mantido, uma vez que ele não

deveria oscilar pros lados.

Embora estas situações, achamos gratificante o nosso resultado, devido a

proporção do erro ter ficado abaixo de 5%.

REFERÊNCIAS