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APRENDENDO a | t ] ” iso +, e MULTIPLICADOR (O ADE E E AE Rii “ASS | VÍDEO-ÁUDIO Na Ra TASARh! / 4 SAÍDAS a agr O (ESPECIAL E + re VIDEOMAKER II) er DETETOR ' A E) DE -. METAIS e MULTI-RUPTOR || PROFISSIONAL P/ESCA- DAS E CORREDORES e SUPER-CARREGADOR DE e SE TREMER, DANÇA! BATERIAS (12V) e CAMPAINHA MUSICAL (SEM INTEGRADO e TEMPORIZADOR RETARDADO, ESPECÍFICO) DUPLAMENTE AJUSTÁVEL TERMO-PAR INDUSTRIAL (ATÉ 1.000º) Kaprom EDITORA mm emma als sea a EMARK ELETRÔNICA Diretores Carlos W. Malagoli Jairo P. Marques Wilson Malagoli RSRS, Ca Bêda Marques Colaboradores José A. Sousa (Desenho Técnico) João Pacheco (Quadrinhos) Publicidade KAPROM PROPAGANDA LTDA. (011) 223-2037 Composição KAPROM Fotolitos de Capa DELIN (011) 35-7515 Fotolito de Miolo FOTOTRAÇO LTDA. Impressão EDITORA PARMA LTDA. Distribuição Nacionat c/Exclusividade FERNANDO CHINAGLIA DISTR. Rua Teodoro da Silva, 907 Rio de Janeiro - (021) 268-9112 Distribuição Portuga! DISTRIBUIDORA JARDIM LTDA. APRENDENDO E PRATICANDO ELETRÔNICA tKaprom Editora, Distr. e Propaganda Lida - Emark Eletrônica Comercial Ltda.) - Redação, Administração e Publicidade: Rua General Osório, 157 - CEP 01213 São Paulo - SP Fone: (011) 223-2037| AD LEITOR N Três anos de APRENDENDO & PRATICANDO ELETRÔNICA! Mais um marco de vitória na incontestável e sólida filosofia de total acompanhamento aos reais interesses dos Hobbystas, Estudantes, Técnicos, Professores, Engenheiros ou mesmo "simples curiosos” da Modema Eletrônica! APE nasceu e cresceu, editada, criada e produzida exclusivamente por “gente do ramo"... Todos, aqui, somos verdadeiros Hobbystas, vinculados, por amor é pelo perma- nente desejo de aprender, com as mesmas aspirações do nossa Universo/Leitor! Essa ple- na identificação só poderia tesultar no que hoje se vê: uma Revistã que cumpriu (e cum- pre...) fodas Os seus compromissos com Você, que-nos acompanha fielmente nesses três anos, mas que "'se recusa” a estacionar, a comodar-Se...! É tão ampla a repercussão de.APE no mercado editorial de divulgação eletrônica, em língua portuguêsa que, atingidos todos os marcos em território nacional, estamos a par- tir de agora também presentes em Portugal, através de distribuição exclusiva (em conjunto com a "imã mais nova” de APE, a Revista ABC DA ELETRÔNICA...)! Enfim: é o natural crescimento de algo feito com vontade e com honestidade, um empreendimento comercial, sim (que ninguém é capaz de sobreviver às custas apenas de idealismo...), mas lastreado na mais perfeita conjunção de interesses práticos, o que tornou APE no verdadeiro “porta voz" de quem “curte” Eletrônica, em qualquer nível, abominando, contudo, aqueta lingua- gem enferrujada, académica e cheia de jargões herméticos que se vê na maioria das publi- cações (pretensamente...) dirigidas ao Hobbysta! Ao longo desses 36 méses, provammos “um monte” de vêzes, aquilo que diztamos nos primeiros Editoriais: que Eletrônica está, realmente (tanto em nível Prático, quanto no substrato da sua Teoria) AO ALCANCE DE TODOS! Muito nos honra receber cartas de “tecém-convertidos”, cujas idades situam-se nas mais surpreendentes faixas (temos, no nosso Cadastro, registro de Leitores com & ou 9 anos de idade, ao lado. de gente tão “vivi- da”, com mais de 80 anos, e que só agora se “entusiasmou" pela Eletrônica, graças à APE..)! Com o valoroso acréscimo (cerca de um ano & meio atrás...) da “'companheira” Re- vista ABG DA ELETRÔNICA fonde o mero Hobbysta colhe subsídios Teóricos suficientes para completar o conhecimento Prático desenvolvido com APE...), “fechamos o clreulo" com tudo aquilo que o Leitor realmente quer e precisa! Agora, é caminharmos, fimes & confiantes, pois todos (nós, produtores, e Vocês, Leitores...) acreditamos que O CONHE- CIMENTO É MAIOR DO QUE O MOMENTO, é não há "crise", por mais dura e “astixian- te”, capaz de derrubar algo ao mesmo tempo tão imaterial e sólido quanto... IDÉIAS! Parahénô para nós! Parabéns pra Vocês! Qu, como diz o brasileiro lá do “lundão”, ha sua irreprimive! alegria e no seu naturat otimismo (apesar de tudo...J: “VIVA EU, VIVA TUDO, VIVA O CHICO BARRIGUDO" OEDITOR Es REVISTA Nº36 NESTE NÚMERO: 36 - SE TREMER, DANÇA! 40 - CAMPAINHA MUSICAL (SEM INTEGRADO ESPECÍFICO) 49 - TEMPORIZADOR - RETARDA- DO, DUPLAMENTE AJUSTÁ- 8 - MULTI-RUPTOR PROFISSIO- NAL P/ESCADAS E CORRE- DORES 12 - SUPER DETETOR DE METAIS 18 - MINI-INJETOR DE SINAIS 25- MULTIPLICADOR VÍDEO/4 VEL SAÍDAS (ESPECIAL VIDEO- 51 - SUPER-CARREGADOR DE BA- MAKER II) TERIAS (12V) 32 - TERMO-PAR INDUSTRIAL (ATÉ 1000º) É vedada a reprodução total ou parcial de textos, artes au fotos que compo- nham a presente Edição, sem a autorização expressa dos Editores. Os Projetos Eletrônicos aqui descritos destinam-se unicamente a aplicações como hobby ou utilização pessoal, sendo proibida a sua comercialização ou industriali- zação sem a autorização expressa dos autores ou detentores de eventuais direitos e patentes. A Revista não se responsabiliza pelo mau funcionamento .ou não funcionamento das montagens aqui descritas, não se obrigando à nênhum tipo de assistência técnica aos leitores. Instruções Gerais para as Montagens As pequenas regras e Instruções aqui descritas destinam-se aos principiantes ou hobbystas ainda sem muita prática e constituem um verdadeiro MINI-MANUAL DE MONTAGENS, valendo para a realização de todo e qualquer projeto de Eletrônica (sejam os publicados em AP,E., sejam os . Sempre que ocorrerem dúvidas, durante a montagem de qualquer projeto, recomenda-sé ao Leitor consultar as presentes Instruções, cujo caráter Geral e mostrados em livros ou outras publicações. Permanente faz com que estejam SEMPRE presentes aqui, nas primeiras páginas de todo exemplar de APE. OS COMPONENTES & Em todos os circuitos, dos mais simples aos mais complexos, existem, básica- mente, dois tipos de peças: as POLARI- ZADAS e us NÃO POLARIZADAS. Os componentes NÃO POLARIZADOS são, na sua grande maioria, RESISTORES e CAPACITORES comuns. Podem ser liga- dos “daqui prá lá ou de lá prá cá”, sem problemas. O único requisito é reconhe- cerse previamente o valor (e outros parâmetros) do componente, para ligá-lo no lugar certo do circuito. O “TABE- LÃO“A.P.F. dá todas as “dicas” para a leitura dos valores e códigos dos RESIS- TORES, CAPACITORES POLIESTER, CAPACITÓRES DISCO CERÂMICOS, etc. Sempre que surgirem dúvidas ou “esquecimentos”, as Instruções do “TABELÃO” devem ser consultadas. 6 Os principais componentes dos circuitos são, na maioria das vezes, POLARIZA- DOS, ou seja. seus terminais, pinos ou “pemas” têm posição certa e única para serem ligados ao circuito! Entre tais componentes, destacam-se os DIODOS, LEDs, SCRs, TRIACs, TRANSISTORES (bipolares, fets, unijunções, ete.), CAPA- CITORES ELETRÓLÍTICOS, CIRCUI- TOS INTEGRADOS, etc. É muito im- portante que, antes de se iniciar qualquer montagem, o leitor identifique correta- mente os “nomes” e posições relativas dos terminais desses componentes, já que qualquer inversão na hora das soldagens ocasionará o não funcionamento do cir- cuito, além de eventuais danos ao pró- prio componente erroneamente ligado. O “TABELÃO” mostra a grande maioria dos componentes normalfente utiliza dos nas montagens de AP.E, em suas aparências, pinagens e símbolos. Quan- do, em algum circuito publicado, surgir um ou mais componentes cujo “vigual” não esteja relacionado no “TABELÃO”, as necessárias informações serão fome- cidas junto ao texto descritivo da respec- tiva montagem, através de ilustrações claras e objetivas. LIGANDO E SOLDANDO € Praticamente todas as montagens aqui publicadas são implementadas no sistema de CIRCUITO IMPRESSO, assim as instruções a seguir referem-se 205 cuida- dos básicos necessários à essa técnica de montagem. O caráter geral-das recomen- dações, contudo, faz com que elas tam- bém scjam válidas para eventuais outras técnicas de montagem (em ponte, em barra, etc.). 6 Deve sor sempre utilizado férro de soldar love, de ponta fina, e de baixa “watta- gem” (máximo 30 watts). À solda tam- bém deve scr fina, de boa qualidade e de baixo ponto de fusão (tipo 60/40 ou 63/37). Antes de iniciar a soldagem, a ponta do forro deve ser limpa, remo vendo-se qualquer oxidação ou sujeira ali acumuladas. Depois de limpa e aque- cida, a ponta do ferro deve ser levemente estanhada (espalhando-se um pouco de solda sobre ela). o que facilitará o con- tato térmico com os terminais 4 As superfícies cobreadas das placas de Circuito Impresso devem ser rigorosa mente limpas (com lixa fina ou palha de aço) antes das soldagens. O cobre deve ficar brilhante, sem qualquer resí- duo de oxidações, sujeiras, gorduras, etc. (que podem obstar as boas solda- gens). Notar que depois de limpas as ilhas é pistas cobreadas não devem mais ser tocadas com os dedos, pois as gor duras e ácidos contidos na transpiração humana (mesmo que as mãos pareçam lmpas e secas...) atacam o cobre com grande rapidez, prejudicando as boas soldagens. Os terminais de componentes também devem estar bem limpos (se pre- ciso, raspe-os com uma lâmina ou es lete, até que o metal fique limpo e bri- lhante) para que à solda “pegue” bem... O Verificar sempre se não existem defeitos no padrão cobreado da placa. Constatada alguma irregularidade, ela deve ser sana da antes de se colocar os componentes na placa. Pequenas falhas no cobre podem ser facilmente recompostas com uma gotinha dé solda cuidadosamente aplicada. Já eventuais “curtos” entre ilhas ou pistas, podem ser removidos ras- pando-se o defeito com uma ferrumenta de ponta afiada. 8 Cologue todos os componentes na placa orientando-se sempre pelo “chapeado” mostrado junto às instmções de cada montagem. Atenção aos componentes . POLARIZADOS e às suas posições rela- tivas (INTEGRADOS, TRANSISTORES, DIODOS, CAPACITORES ELETROLI- TICOS, LEDs, SCRs, TRIACs, etc). € Atenção também aos valores das demais peças (NÃO POLARIZADAS). Qualquer dúvida, consulte os desenhos da respec- tiva montagem, e/ou o “TABELÃO”. € Durante as soldagens, evite sobreaque- cer os componentes (que podem danif+ car-se pelo calor excessivo desenvolvido numa soldagem muito demoráda). Se uma soldagem “não dá certo” nos pri- meiros 5 segundos, retire O ferro, espere a ligação esfriar e tente novamente, com calma e atenção. Glivite excesso (que pode gerar corrimen- tos e “curtos”) de solda ou falta (que pode ocasionar má conexão) desta. Um bom ponto de solda deve ficas liso e bri- lhante, ao” terminar. Se a solda, após esfriar, mostrar-se rgosa é fosca, isso indica uma conexão mal feita (tanto elé- trica quanto mecanicamente). Apenas corte os excessos dos terminais ou pontas de fios (pelo lado cobreado) após rigorosa conferência quanto aos valores, posições, polaridades, etc., de todas as peças, componentes, ligações periféricas (aquelas extemas à placa), etc, É muito difícil reaproveitar ou cor rigir a posição de um componente cujos terminais já tenham sído cortados. € ATENÇÃO às instruções de calibração, ajuste € utilização dos projetos. Evite a utilização de peças com valores ou carac- terísticas diferentes daquelas indicadas na LISTA DE PEÇAS. Leia sempre TODO o artigo antes de montar ou uti- lizar o circuito. Experimentações apenas devem ser tentadas por aqueles que já têm um razoável conhecimento ou prá- tica e sempre guiadas pelo bom senso. Eventualmente, nos próprios textos des eritivos existem sugestões para exper- mentações. Procure seguir tais sugestões se quiser tentas alguma modificação... O ATENÇÃO às isolações, principalmente nos circuitos ou dispositivos que traba hem sob tensões efou correntes eleva das. Quando a utilização exigir conexão direta à rede de CA, domiciliar (110 ou 220 volts) DESLIGUE a chave geral da instalação local antes de promover essa conexão. Nos dispositivos alimen- tados com pílhas ou baterias, se forem deixados fora de operação por longos períodos, convém retirar as pilhas ou baterias, evitando danos por “vazamen- to” das pastas químicas (fortemente corrosivas) contidas no interior dessas fontes de energia). mm N , A : 4 TABELAO A.PE. ” ma nEsisrones cAPmciroRES POLIESTER caprcirones pisca « 1º ALGARISMO as » a z Ê ALaAnSHO > e aLGAR SEE: sq ze ALGARISMO a. Dx ceras E ALGARISMO ã Í Ê E SA CZESS — nUMIBLICADOR “o DESSS] im mnretcador 3288 t a TetoLeRÂNca ARES rroLenância isa : Paxas VALOR EM OHMS : TENSÃO ' ouus Farkas vor eu Rd VALOR EM - Picorapaos ] ExePLOS : ieze CODIGO U o At neo e vma cor fixas Sbfaixa AP foixa cóDIGO Torto ticaso . Ne 2ê - TOLERÂNCIA - preto ô - — - [cor taxas Sffaxa af faixa 5º taixo ESA marrom 1 x10 0 1% vermelho + 2 x100 0 2% | - - [até 1o0r ACIMA DE 10pF os Saranja 3 x 1000 ap freto O 20% R . amarelo 4 x10000 4% v) morrem 1 x10 — - : verde 5 x 100000 Qvermelho 2 x100 — 2504 da =gr0F F= 1% M=20% sff au 6 xiomomo — |uemj 3 x1000 — - »- o bin ç o T Lomado à xi0000 — av [O=025F G= 2% P=+100%= 0% : cinas 8 - — June 5 x10000 — - b-osme H= 3% s=+50%- 20% tsurtos : branco a - = Jam 6 x100000 — GO lrcir J= 6% 2-+80%-20%) Teté-nene ouro - x01 - 6% |vdeae 7 - - - - = 18 prat - x001 10% [cinza [ - - - |ormr K= 10% tsem car) - - 20% |oranco q - 10% - : DjoDOs EXEMPLOS, Exempros : EXEMPLOS « - EXEMPLOS EXEMPLOS Kane . : MARROM | AMARELO | VERMELHO AE E MARROM | VERMELHO | MARROM PRETO | VIOLETA | VERMELHO AT tmacor ; PRETO | VERMELHO. PRETO LARANJA | VERMELHO | AMARELO | 472K 4.7 KpF (in?) 10% M Thaoos MARROM | LARANJA VERDE BRANCO | PRETO BRANCO | 223M 22KpF (220F) 20% tn4004 . OURO PRATA. MARROM | VERMELHO | AZUL AMARELO | 1914 100pF 5% ru s0gr : 1008 2a ima 10KpF (104F)| 4K7pF t4n7) |220KpF (22009) 103M 10KPF (OF) 20% 5% 10% 1% 10% 20% 10% “Léa 250 v sao v 400 v TRANSISTORES BIPOLARES E . série - : Be Tégie : ar K e q : e se : ExENPLOS nes puo ExeeLO EXEMPLOS ExexeLos sese ss NEM eme meme pesso BF 49 (NEN nen eu ESA EA . see RESOs son emas Tras seus Disso abiso Bordo Tiras : tus TRANSISTORES pericmint - “AZ, POTENCIOMETRO o2 E 5 CAPACITORES ELETROLÍTICOS p NR = + Emo CAPACITOR VARIÁVEL. — LO — > AXIAL, - RaDIA: , circuitos : txtesaadOs E . SE AN PUSH = AUT TON ii 1 1 2 az6s uBEnwNSE Nu ob et . == LEUBLUNA | BLEENBEL o tam-2or Pesa VEZ 8 67 o Bo ã 3 vistos Pia cima - Exeupios qeveçeça | ovuuoaçeo XE: a 886- 741- 3140 400-40n- 4013-4093 VISTOS POR CIMA- EXEMPLOS gaatão LMsBONS — LM 306 1u324+;M380-4089-BAB20 | 4017-4049-4060 | cusoe-Luso15=T8A100D DIODO TEMER Foro-TRANsÍsTOR MIG-ELETRETO PILHAS 4 A TRIMER c ru 1 o escuro “B, A 1 A x iv + a 12 — tur E AD: Al cênico FLásticO Nemo A CORREIO TÉCNICO novo “caminho” (que, entretanto, não “mexeu?” com a linha editorial básica de APE,.). Portanto, até segunda ordem; vamos por aqui (a menos que, em de- terminado momento, sintamos - pelas Cartas é manifestações - que a maioria dos Leitores!Hobbystas prefere outra formulação efou organização temática para à Revista..). De qualquer modo, Renivaldo, suas considerações merece- ram toda a nossa atenção (tudo o que -Vocês dizem, nas suas Cartas, levamos "em consideração...) e saiba que muito nos orgulha saber que há tantos - como Você - que nos acompanham com. fide- lidade e companheirismo (um autêntico “espírito de Equipe”, que muito nos en- vaidece...) a tanto tempo! Fique conos- to. [EEE DE | [E “Vocês, de APE, sempre nos incentivam, apontando os projetos que podem dar lucro, através da montagem e reven- da/instalação para ierceirose Foi exa- tamene O que eu fiz com a BUZINA MUSICAL (APE nº 30), cujos KITs es- tois adquirindo com frequência na Con- cessionária Exclusiva (EMARK), mori- tando, dando “acabamento”, e reven- dendo para pequenas Cias. Distribuido- ras de gás engarrafados (os caminhões usam a música para “avisar” as-donas de casa que “estão chegando à rud" o). Estou, realmente, “faturando algum” com isso, e todos os meus “clientes” estão satisfeitos com os resultados. Al- guns deles, porém, sugeriram que eu do- tasse a BUZINA MUSICAL de um con- trole de vohane, de modo que pudessem adequar a intensidade da música aos re- gulamentos municipais, e também “ao “gosto” dós habitantes dos bairros per- corridos pelos caminhões de entrega (di- zem que as donas de casa gostaram da “musiquinha”, mas algums pediram que “abaixasse um pouco o volume” wo) Com o (pouco...) que conheço de Ele- trônica Teórica, fiz a adaptação cujo es- queminha segue junto, e que funcionou, porém de forma muitó radical, ou seja: o volume apenas podê ser ajustego “quase no talo”, ou “quase nenhum". Não consegui estabelecer um ajuste mais li- near, mais proporcional e intermediá- TiOv Peço, portanto, q ajuda do Depar- tamento Técnico de APE, no sentido de me instruir quanto à forma correta de adaptar um controle de volume realmen- te funcional, na BUZINA MUSICAL” = Paulo Roberto Nogueira Filho - São Paulo - SP Primeiro queremos dizer do nosso con- tentamento pelo fato de Você ter levado a sério nossas sugestões “comerciais” e --com isso - ter conseguido “ganhar al- bm ao PINO + DO asas LINHA DO NEGATIVO (TERRA) aDPINO"" no 2002 [a] gum” a partir dos conhecimentos e in- formações aqui fornecidas... Não há na- da de mal (muito pelo contrário...) em transformar um Hobby numa verdadeira profissão, numa autêntica e sólida fonte de renda! Parabéns pra Você! Agora, quanto ao controle do volume final da BUZINA MUSICAL, a posição (e o valor...) do potenciômetro que Você in- seria, realmente não estava perfeita, em termos'técnicos, já que com o dito cujo. na posição de mínima resistência, prati- camente o transístor BC548. tinha seu coletor e seu emissor (linha' de “ter- ra”...) curto-circuitados! Essa colocação errônea € que leva a atuação “radical” por Você descrita (ou todo o volume, ou penhum volume...). Observe a fig. A, onde damos a sugestão para um controle mais efetivo (e que não altera as demais disposições circuitais do projeto origi- nal..): basta substituir o resistor fixo original de coletor do BC548 (ver es- quema à pág. 9 de APE nº 30 - fig. 1) por'um trim-pot ou potenciômetro de 2K2, “puxando” daí o sinal já controla- do, para o setor de amplificação de Potência! Na prática, Você pode (e dé- ve...) aproveitar a placa original, não co- locando nela o resistor de 1K5, ligando os terminais extremos do trim-pot (ou potenciômetto) às ilhas originalmente “usadas” pelo tal resistor, Quanto ao capacitor de 22u, basta não ligar seu terminal negativo ao ponto original da placa, mas sim ao pino central do trim- pot ou potenciôinetro! Nesse arranjo, o volume final poderá ser confortavel- mente- ajustado entre “zero” e “tudo”, passando tal ajuste por todo e qualquer volume intermediário, sem problemas... ESSE ILIE=ES “Realizei o MÓDULO BATE-VOLTA (esquema 15 de APE nº 33), que, com um motor tirado de um carrinho de brin- quedo (3V), funcionou perfeitameme, mesmo alimemado por 6V.s Queira fa- zer suas perguntas: porque razão o cir- cuito não funcionou quando eu tentei alimentá-lo com 3V (Gá que o motorzinho era para 3V..) e como seria possível ampliar a capicidade de Corrente; de modo a comandar um motor de I2V mais “pesado” (calculo que a Corrente de funcionamento esteja em torno de TA)" - Noêmia Valadares - Belo Hori- zonte- MG Segundo as suas explicações, a Noêmia iusou, com sucesso, a idéia básica do MÓDULO BATE-VOLTA numa mon- tagem destinada a Feira de Ciências, da sua Escola... Para tanto, serviu perfei- tamente o motorzinho de 3V que ela “a- fanou” de um brinquedo desmantelado... Agora, as explicações e respostas: pri- meiro ó circuito “não aceitou” bem a alimentação de 3V. devido à presença do Integrado CMOS, Noêmia... Embora existam, nas diversas “famílias” de C.MOS, algumás séries capazes de fun- cionar bem sob Tensões tão baixas, a maioria delas “pede”, pelo menos;"5V para uma segura atuação dentro dos ní- veis digitais em que opera... É-por.isso que sob 6V o circuito “andou” direiti- nho. Quanto ao aparente excesso de Tensão, na verdade os dois transfstores que - a cada momento - encontram-se em série com o motor, executam uma certa “derrubada” na “voltagem” real- mente entregue ao dito cujo (cerca de 2V são “roubados” pelos transístores..), com o que o parâmetro final não- ficou muito longe dos 3V nominais requeridos (além do que a grande maioria dos mi- cro-motores apresente uma faixa relati- vamente ampla de: “aceitação” na sua Tensão de alimentação). Agora, para aplicar o MÓDULO BATE-VOLTA no controle de motores mais “pesados”, recomendamos as seguintes alterações: — Substitua -os 4 transístores por unida- des TIP31 (no lugar dos BD139) e TIP32 (em vez dos BD140). - Altere o valór original:dos 4 resistores de base dos transístores,- para valores menores (até um limite inferior de 100R). IMPORTANTE: os 4 resisto- res “modificados” devem ter valores idênticos. - Dote os transistores. de convenientes dissipadores de calor. - Não exceda a Tensão máxima reco- mendada para a alimentação (12V). Essas “Posso “encompridar” a linha multipli- CORREIO TÉCNICO" 7 atu 16x DO CARAsT e véc máximo casa 1N4001 | Ort el; ar ÉS ea VagLE- Yec-3 cadora de Tensão (diodos e capacitores) presente na satda do BASTÃO DE DE- FESA (esquema 1, em APE nº 32), vi- sando atingir “voltagens” ainda mais al- das .? É que pretendo dar um “choque” de deixar o “card” realmente assusta- dom É possível? - Honório Souza Li- ma - Campinas « SP Pesquisando com cuidado a sua “árvore genealógica”, Honório, deverão lá cons- tar os nomes de Tesla e do Marquês de Sade!. Ou talvez Você seja um decen- dente direto de Zeus, “aquele” que, quando ficava bravinho, mandava raios pra cabeça da gregada... Veja que, teori- camente Você poderia, sim, “esticar” a linha: de. multiplicação de Tensão, nos mesmos moldes originalmente adotados no circuito básico do BASTÃO DE DEFESA... Dois inconvenientes, porém, se apresentam: (1) Na medida em que à Tensão for sendo multiplicada, mais e mais difíceis irão se tornando os pro- blemas puramente “físicos” de....iso-. lação, exigindo (no caso da montagem ter como substrato uma placa de Circui- to Impresso) um material/base absolu= tamente isolante: (como fibra de vidro grosso, de excelente qualidade) e um maior afastamento entre ilhas e pistas cobreadas, prevenindo os (quase ine- vitáveis...) “vazamentos” de Tensão ou o desenvolvimento de “faíscas” ou “ar- cos” sobre a própria placa, (2) Com isso, a placa acabará ficando tão grande, que teremos que trocar o nojãe do projeto para “PORRETE DE DEFESA”... Nesse caso, será mais barato, mais leve e mais prático, Você usar uma... borduna, bem “taluda”... ESEaRsrapspsrates “Em miei o proto-board, — experime: ALARME DE TOQUE TEMPORIZA- DO (esquema 10 - APE nº 32), que fun- cionou conforme descrito no artigos Gostaria, porém, de adaptar um relé ao. circuito, de modo a poder comendar cargas mais “bravas” do que um simples buxzer,. Fiz algumas experiências nesse sentido, que deram “mais ou menos” certo, já que ocorrem algumas instabili- dades Podem me dar wm “toque” so» bre.a correta adaptação de um relé no dito circuito (obviamente, se não houver algum obstáculo técnico)?” - Lácio Carios da-Silva - Goiânia - GO Não há um “impedimento técnico” à adaptação por Você requerida, Lúcio. Apenas ocestágio final do pequeno cir- cuito deverá sofrer algumas modifi- cações (simples) no sentido justamente. de prevenir as tais “instabilidades” que Você verificou, Observe a fig. B: pri- meiro, notar que a Tensão de trabalho do relé escolhido, deverá - para boa se- gurança no fincionamento - ger pelo menos 3V menor do que a Tensão no- minal de alimentação (esta limitada a um máximo de 12V...). Se, por acaso, Você escolher 12V. para a alimentação geral, deverá usar um relê com bobina para 9v, e assim por diante... Em série com o relê (este colocado “no lugar” do buzzer original...) deverá ser colocado um dio- do 1N4001, enquanto que, em paralelo com a bobina do tal relé, aplique um ca- pacitor eletrolítico de 10u x 16V. Esses : dois componentes “ajudarão” a atenuar as instabilidades, proporcionando uma ação mais “positiva” por parte do relê... Além disso, para que transientes de cha- veamento (bruscos “picos” ou “vales” de Tensão e/ou Corrente...) não “pas- sem” para Os setores mais sensíveis do circuito (Integrado 741 c anexos...), convém desacoplar a linhá de alimen- tação com o diodo IN4148 mais o capa- citor de 47u x 16V, conforme indica a figura... Portanto, todos os componen- tes marcados com asteríscos, na fig. B,. são “extras” com relação do projeto ori- ginal. (considerando ainda que o relê substitui o buzzer...). No “resto”, nada mais precisará ser “mexido” no circui- to... EEE ==! | CONSERTA JA TEL. TELEFONIA R. Vitória, 192 - 2º and. cj, 22 Fone (011) 221-4519 222222227272222222555525, ESQUEMAS AVULSOS —- MANUAIS DE SERVIÇO - ESQUEMÁRIOS (para SOM, KITS PARA MONTAGEM (p/Hobistas, Estudantes e Técnicos) CONSERTOS e À À (Multímetros, ESQUEMATECA Rua Aurora nº 174/178:« Sta Ifigênia - CEP 01209 - São Paulo - SP - Fones 221 -6748 e 223-1732 TELEVISÃO, VÍDEOCASSETE, Microfones, FERRAMENTAS PARA VÍDEOCASSETE (Mesa para ajuste de postes, Saca cilindros) CÂMERA, Galvanômetros) AURORA coP) €CCCCCc ECECCCCCCCACCCACACCACACACACCCAC MONTAGEM 179 - MULTI-RUPTOR PROFISSIONAL P/ESCADAS E CORREDORES pe USAM TS NUA TICUPTOR PROFISSIONAL ESCADAS E CORREDORES qualquer condição... Isso é nor. malmente implementado às custas de uma cabagem consideravel- mente mais. longa do que a nor- malmente necessária: (fios devem ir? e “voltar”, de um intermiptor para outro, de modo a promover à atuação lógica pretendida) e, co- mo toda essa fiação em “vai-vol- ta” estará, com as lâmpadas ace- sas, submetida à Corrente total de acionamento da iliminação, ob- viamente tal: cabagem não custará pouco! Se ampliarmos o exem- plo/problema, ; para: um hall de distribuição de' prédio de aparta- mentos, digamos com 4 residên- cias, a iluminação do loca] deverá ser simultaneamente controlada por - pelo menos - 6 pontos dis- tintos: um junto a cada uma das 4 portas de entrada dos apartamen- tos, um junto à porta do elevador e um outro junto à conexão da es- cada! De. todos esses pontos o usuário deve ter o “poder” de acender ou apagar as luzes do lo- cal, caso contrário o conforto, a segurança e O trânsito ficarão se- riamente ' prejudicados... Imagi- nem agora, o “festival” de cabos (todos grossos, já que suportam obrigatoriamente à Corrente. de acendimento das lâmpadas), indo e voltando e novamente indo, e novamente voltando, entre. cada um- dos 6 interruptores, o próprio conjunto. de iluminação e a fonte de energia C.A.! São dezenas e mais dezenas de metros, encare- cendo muito a instalação, além de exigir “conduítes” de bom cali- bre, também mais caros. e que complicam ainda os serviços bási- cos de implantação, durante a fase de alvenaria, etc.! Existiria uma outra maneira, mais ica, sim- ples e economica de sé implemen- tar tal arranjo,..? A resposta é... POSITIVA! O MUPEC faz exa- tamente isso, a partir de um nú- cleo eletrônico lógico e sensível, controlando - diretamente as lâm- padas (sejam incandescentes, se- jam fluorescentes, já que o módu- lo de Potência do circuito trabalha em onda” completa). Adimite a anexação de quantos pontos de controle se queira, na forma de simples interruptores de pressão (tipo “botão de campainha”, ou mesmo dispositivos mais baratos, com idêntica função elétrica...) e - O que é mais importante - cada um dessés pontos ligado à central de controle/lâmpadas por apenas um par de fiozinhos finos, de facílima instalação e baixíssimo custo por metro (sem falar que a implemen- tação dos “conduítes” também fi- cará drásticamente reduzida, em calibre e... preço). E .tem mais vantagens: como a; Corren- te/Potência realmente “circulan- te” pelas cabagens aos pontos de controle é absolutamente irrisória, os riscos de sobrecargas, “cur- tos”, incêndios, etc, ficam também drasticamente reduzidos, enfatizando importantes. con- dições de segurança - por motivos óbviós altamente recomendadas em ambientes/instalações do gê- nero! O circuito é também sufi- cientemente . “universal”, traba- lhando em redes de 110 ou 220V, a partir da única alteração do va- lor de um resistor, e sua capaci- dade básica (“aumentável”, se for píeciso...) permite o controle de até 200W em 110V, ou de até 400W em 220V (tais Potências, para a grande - maioria. das apli- cações típicas, são mais do que suficientes,..). - FIG. 1 - O CIRCUITO - Pelo próprio “esquema” já dá pra no- tar a grande simplicidade geral do arranjo . de controle, cujo “co- ração” é um Integrado CMOS 4093, imuito comum, de baixo preço. Os dois primeiros ' gates (esquerda), delimitados pelos pi- nos 1-2-3 e 4-5-6 formam um simples flip-flop BIESTÁVEL de comando único, com o auxílio do capacitor de 100n mais Os resisto- res de IM e 100K. Nessa estrutu- ra, cada vez:que se “fecham” ele- tricamente os contatos entre os pontos B-B, altera-se o estado di, gital da saída do bloco (pino 4)... Se tal saída estava “alta” passa a “baixa”,.e se encontrava-se “bai- xa” vai a “alta”,.. O capacitor de 220n desacopla e “filtra” a linha de comando, de modo a prevenir chaveamentos espúrios, gerados poe eventuais interferências na li- nha... Notem ainda que o tipo de atuação da linha de comando permite simplesmente “paralelar” quantos push-buttons se queira, já que não importando qual deles se- ja momentaneamente “fechado”, a reação do circuito será a mesma (e esse é o ponto fundamental da ação lógica do circuito!). A saída do BIESTÁVEL passa por dois simples inversores (gates delimi- tados pelos pinos 11-12-13 e 8-9-10) que atuam como buffers, “separando” o setor de Potência do bloco de controle lógico... Dessa maneira, no pino 10 do 4093 teremos, alternadamente, es- tados “alto” e “baixo”, a cada toque em qualquer dos pash-but- tons da linha de controle, Anali- semos, agora, 9 setor de Potência: como a Corrente disponível em saídas de gates CLMOS é modes- ta, preferimos utilizar, no cha- veamento final, um SCR (e não um TRIAC...), já que este apré- senta excelente sensibilidade de comporta (terminal G). Para man- ter seguramente o SCR TIC106 desligado, quando assim o dese- jamos, .o resistor de 1K8 “aterra” a comporta, enquanto que esta encontra-se ligada ao pino 10 do 4093 via resistor de 10K... Assim, quando o tal pino “sobe” (mos- trando Tensão próxima a da ali- “-mentação geral), o terminal .G do SCR passa a receber polarização suficiente para “ligar” o tirístor... De: modo a proporcionar um sis- tema de onda completa, na apli- cação da energia à carga (lâmpa- da), o SCR atua sobre uma ponte de diodos (e não diretamente so- bre a lâmpadá controlada...). Ob- servem que. nessa configuração, ôs limites finais de Corrente refe- rem-se tanto ao SCR quanto aos próprios diodos... Como estes apresentam: parâmetros máximos de 1A, encarregando-se, contudo, cada um deles de metade da Potência momentânea, podemos considerar o conjunto como capaz de manejar “tranquilo” cerca de 2A, o que, sob 110V permite uma Potência final: de 200W, e, em 220V, uma Potência de 400W. Notem que tais limites finais po- dem ser simplesmente duplicados ou triplicados, simplesmente subs- tituindo os 4 diodos por unidades capazes de: manejar 400V sob 2 MONTAGEM 179 - MULTI-RUPTOR PROFISSIONAL P/ESCADAS E CORREDORES ou 3A, respectivamente (não será preciso alterar “nadinha” no res- tante do circuito...). Como as ne- cessidades intrínsecas de Corrente do próprio circuito de comando são mínimas, optamos por uma fonte C,C. do modelo mais sim- ples e econômico: um mero resis- tor “derrubador” (com o valor de 100K x 1W para redes de 220V, ou de 47K x IW para 110V), se- guido de um diodo retificador - IN4004, com a estabilização e fil- tragem realizadas pelo zener (12V x 1W) e eletrolítico (47u x 16V). Para finalizar a análise técnica do circuito, observem que, pela sua configuração, o bloco mantém terminais específicos e separados, para alinha de controle (B-B), para a(s) lâmpada(s), (L-L), e pa- ma rede CA. (Vpaao “vivo” e N para o “neutro”). Maiores deta- lbes sobre a instalação, serão da- dos mais adiante... - FIG. 2 :- LAY OUT DO CIR- CUITO IMPRESSO - A plaqui- nha, em sí, é simples e pequena, devendo de preferência ser elabo- rada em substrato de fibra de vi- dro (melhor do que o fenolite, em aplicações profissionais...) O pa- drão de ilhas.e pistas é descom- Plicado. é descongestionado, de modo que mesmo Leitores. sem grande prática no assunto, po- derão realizá-la sem grandes pro- blemas...: Enfatizamos apenas o seguinte: o circuito, em alguns dos seus setores, operará com al- tas Tensões, Correntes e Potên- cias, portanto os cuidados nas ve- rificações quanto a “curtos”, maus contatos, etc., devem ser Te- dobrados! Qualquer “mancadi- nha” seguramente gerará - no mf- nimo - fumaça e “placa preta”... FIG. 3 - “CHAPEADO” DA MONTAGEM - Como sempre, o “nó da questão” situa-se no cor- reto. posicionamento dos compo- nentes polarizados, cujo “senti- do” de conexão e ligação ad cir- cuito. jamais pode ser invertido, sob pena de não funcionâmento geral e de danos ao próprio com- ponente... Nessa categoria se ins- crevem: o Integrado (extremidade marcada voltada para a posição do resistor de 100K), o SCR (face metalizada virada para a borda in- ferior da placa), todos os diodos (inclusive o zener), com as suas “faixas” indicadoras : de . catodo voltadas para a face superior (na figura) da placa e o capacitor ele- trolítico ( positivo “apontando” para a borda superior do Impres- so, na figura). Quanto aos com- ponentes. não polarizados, obser- var o valor de. “RX” em função da Tensão da rede (ver LISTA DE PEÇAS e TEXTO) e cuidado para não “trocar” as posições dos demais, em função dos seus valo- Tês... O mesmo cuidado vale para os dois capacitores de poliéster. “Todas as soldagens devem ser fei- tas. com atenção e cuidado, evi- tando-se a ocorrência de “fa- lhas”, falta de solda ou excesso desta, que podem promover “'cor- rimentos” e “curtos” indevidos... Os terminais dos componentes Fig.2 “LISTA DE PEÇAS e 1-Circuito Integrado CMOS 4093 e 1-SCR tipo TICIO6D ou equi- valente * 1 - Diodo zener para 12V x 1W e 5- Diodos IN4004 (400V x 1A) ou equivalentes (VER TEXA TO) ei -Resistor de 47K x IW (para redes de 110V) 91 - Resistor de 100K x 1W (para tedes de 220V) “1 -Resistor IK8 x 1/4W e 1 -Resistor 10K x 1/4W - Resistor 100K x 1/4W 6 1 - Resistor IM x 1/4W e 1 - Capacitor (poliéster) 100n 1 - Capacitor (poliéster) 220n e 1 -Cipacitor (eletrolítico) Stu, x 16V: e1-Placa de Circuito Impresso específica para a montagem (lx 2,8em) e3- Páres de segmentos de cone- * tores parafusáveis (tipo “Sin- dal”, “e -Fioe solda para as ligações OPCIONAIS/DIVERSOS e1-Caixa pequena para abrigar a montagem. Recomenda-se o . uso de um container plástico, robusto, com razoável re- sistência ao calor, é com me- didas mínimas de 9,0 x 5,5 x 35 cm, INSTALAÇÃO e -Fios de calibre compatível com a Corrente, para ligações à(s) Iâmpada(s) e à CLA. * - Cabinho paralelo fino (nº 22, 24 ou 26) para as conexões aos push-buttons de controle e =Tantos interruptores de pressão -(tipo push-buttons N.A.) quantos sejam nedessá- nos. Fig.3 (seus EXCESSOS...) apenas devem ser “amputados”, com alicate de corte, pelo lado cobreado, após rigorosa conferência de valores, códigos, posições e “estado”* dos pontos de solda, - FIG. 4 - CONEXÕES EXTER- NAS À PLACA - Assim como na MONTAGEM 180 ENIC A deneda TRAFO. DE CAPTAÇÃO 180R 150 K [39K I6v NOVO MODELO E NOVO CIRCUITO; MAIS AVANÇADO, MAIS SENSÍ- VEL (E DE AJUSTE MAIS SIMPLES...) DO QUE OS (JÁ BONS...) AN- TERIORMENTE MOSTRADOS AQUI MESMO, EM AP.E.! TOTÁLMEN- TE TRANSISTORIZADO (SEM INTEGRADOS), COM INDICAÇÃO Vt- SUAL (POR GALVANÔMETRO DE 1004A) E COM UM DIFERENTE MÓDULO DE CAPTAÇÃO, POR “TRANSFORMADOR” (E NÃO POR BOBINA ÚNICA, COMO OS ANTERIORES... VALE A PENA CONS- TRUIR E EXPERIMENTAR (PODE ATÉ “PINTAR” ALGUM TESOURO ENTERRADO, POR AÍ...). -O “SUPER-DEIETOR” DE METAIS. - Já em duas oportuni- dades APE mostrou montagens de detetores de metais (“caça-tesou- ros”, para os mais românticos e... .Sortudos...). O primeiro deles, o DEME, saiu no nº 10 da Revista, O segundo, apelidado de CATE, foi mostrado em APE nº 25... Ambos utilizavam um sistemã de captação magnética por bobina única, sendo que no DEME era utilizado o sistema de “batimen- to” de Frequências, com o circui- to detetando a diferença dos rft- mos de oscilação que ocorriam quando uma massa metálica pró- xima à bobina de captação au- mentava a sua indutância e “der- rubava” sua sintonia. No CATE era utilizado um sistema de “ab- sorção” de energia, no qual o in- dicador mostrava .o quanto estava sendo “roubado”, por uma massa metálica próxima à bobina capta- dora, da energia oscilatória pre- sente no circuito... Existe, porém, um terceiro método de captação, agora utilizado no. SDEM: duas bobinas (e não uma...) de cap- tação, formam uma espécie de “transformador mal acoplado”. Uma delas faz parte de um circui- to oscilador, mas a outra não: está lá apenas para “captar”, induti- vamente, as manifestações energéticas emanadas da primei- ra... Nessa configuração, o que manifesta a detecção é uma mo- mentânea “melhora” no acopla- 18 MONTAGEM 180 - SUPER-DETETOR DE METAIS mento magnético das duas bobi- nas, fator incrementado pela pre- sença próxima de uma massa metálica! É, portanto, um método, digamoós, mais discreto de me- dição (mensuramos o “aumento”* da energia, e não a sua “dimi- nuição” ou o seu “descasamen- to”), que proporciona maior sen- sibilidade, confiabilidade, e também melhor “proporcionalida- de** das indicações, em função do volume/proximidade da massa metálica detetada! No mais, éx- ternamente, o SDEM se parece com todos os outros detetores, com a ressalva, porém, de que o . ajuste (único, por potenciôme- tro...) é muito mais simples e dire- to, facilitando a utilização e ade- quando a própria resolução do aparelho a condições específicas de-busca... FIG. 1 - O CIRCUITO - Só transístores, nenhum Integrado (o que contribui para facilitar a “vi- da” dos Hobbystas mais distantes, que às vezes encontram dificulda- des na obtenção até dos compo- nentes mais simples...). Vamos iniciar as explicações pelo próprio “transformador” de captação: são duas bobinas iguais e planas, que ficam, na instalação final, par- cialmente sobrepostas, de modo que ocorra pouca interação magnética entre ambas (baixo acoplamento indutivo). Na pre- sença de uma massa metálica, simplesmente ocorre uma ““melho- ra” no acoplamento magnético entre ambos os enrolamentos, com o que mais energia pode ser indu- tivamente transferida de um para outro... Esse diferencial “positi- vo” de energia, é então avaliado e indicado pelo circuitó! Uma das bobinas faz parte de um bloco os- cilador simples, tipo Colpitt, cen- trado no primeiro BC549. Com'os valores dos demais componentes (3N3 na realimentação coletor/e- missor, 10n no desacoplamento, 1K no dimensionamento de Cor- rente de emissor, e 150K e 39K na polarização de base), a Fre- quência fundamental situa-se aci- ma de 100KHz. Para boa estabili- zação, esse bloco é alimentado pelos 9V da bateria que energiza o circuito, porém cónveniente- mente “isolado” e desacoplado por um resistor de 180R e o capa- citor eletrolítico de 47u. A segun- da bobina, faz a captação da energia, e está “Sintonizada” pe- los dois capacitores de 4n7, dire- tamente acoplada à base do se- gundo BC549 (que age unicamen- te como âmplificador de alta Fre- quência...). Este encontra-se pola- rizado em base pelo resistor de 1M e em coletor pelo de 4K7. Uma vez amplificado, o sinal cap- tado; presente no coletor do dito transístor é “filtrado” pelo capa- citor de 22n e aplicado ao poten- ciômetro de 1M, que por sua vez dimensiona o nível de transferên- cia de sinal à base do terceiro BC549 (que se encontra polariza- da, para C.€., por um resistor de 1M. No. coletor deste último, “carregado” por um resistor de 4K7, novamente recolhemos o. si- nal; já: bem ampliado, e, através de'novo capacitor de 22n aplica- mos o resultado (ainda em RF...) ao. conjunto 'detetor/retificador formado pelos dois diodos de germânio 1N60. Estes, na medida da própria intensidade do sinal de alta Frequência, estabelecem, so- bre novo capacitor de 22n, um nf- vel C.C. poporcional-e uniforme, usado para polarizar a base do derradeiro BC549, via resistor de 10K. Ao sistema de coletor desse transístor, ligamos um simples voltímetro estruturado com um galvanômetro. de 0-100uA, com escala dimensionada pelos resisto- res de 100K e 4K7 (este último a própria “carga” principal do dito LISTA DE PEÇAS e4- Transístores BC549 (alto ga- nho, baixo ruído) * 2 - Diodos de germânio IN60 ou equivalentes (outros de germânio, para detecção de RF, baixa potência, também podem ser usados...) e 1- Galvanômetro para 0-100UA €.C., qualquer formato ou tamânho (eventualmente, para baratear a montagem, poderá sér usado até um simples V.U., desde que com a sensi- bilidade indicada). e 2- Resistores 180R x 1/4W 1 -Resistor 1K x 1/4W e 3-- Resistores 4K7 x 1/4W e 1 - Resistor 10K x 1/4W e 1-Resistor 39K x 1/4W e 1 - Resistor 100K x 1/4W 1 - Resistor 150K x 1/4W e 2 - Resistores IM x 1/4W € 1 - Potenciômetro (linear) IM 4 1 -Capacitor (disco ou plate) 3n3 e 2-Capacitores (disco ou. plate) 4n7 81 - Capacitor (disco ou plate) 10n e 3 -Capacitores (disco ou plate) 22m e 1- Capacitor: (poliéster) 100n e 2 - Capacitores (eletrolíticos) 47u x 16V 9 1 - Capacitor (eletrolítico) 470u x 16V e 1 - Interruptor simples (chave H-H mini) e 1-“Clip” (conetor) para bateria de 9V e 1-Placa de Circuito Impresso específica para a. montagem (9,2 x 3,7 cm) * 40: Metros de fio de cobre esmal- tado nº 32 - 92 - Metros de cabo blindado esté- Teo comum e -Fioe solda para as ligações OPCIONAIS/DIVERSOS e 1 - Caixa para abrigar:o circuito. As dimensões dependerão tan- to da própria placa de Circui- to Impresso, quanto do gal- vanômetro obtido. e Material para a estrutura da haste e “sanduíche” das bo- binas captadoras (ver TEXTO e FIGURAS seguintes). * - Fita adesiva, adesivo forte de epoxy, cola de madeira, para- fusos, porcas, etc, para fi- xações estruturais diversas. * 1 - Enob para o potenciômetro, * 1 - Manopla plástica opcional pa- ra a haste (pode ser usada uma de guidão de bicicleta, por- exemplo, desde que o diâmetro da haste seja com- patível...). 15 MONTAGEM 180 - SUPER-DETETOR DE-METAIS de tanto pensar naquele lugar on- de a Madonna esfrega a mão, já tiverem esquecido o CÓDIGO DE CORES (e os códigos de leitura de valores nos capacitores), de- vem re-consultar o TABELÃO APE (também lá no começo da Revista...) Antes de cortar as “sobras” dos terminais, pelo lado cobreado, é bom verificar tudi- | nho, item por item, valores, po- sições, polaridades, etc., além de conferir bem a qualidade de cada ponto de solda (corrigindo even- tuais falhas, corrimentos, curtos, etc). Observar, finalmente, a existência de diversas ilhas na pe- riferia da placa, todas codificadas, e que destinar-se-ão às ligações externas, abordadas a seguir... - FIG. 4 - CONEXÕES EXTER- NAS À PLACA - O Circuito Im- presso continua visto pelo seu la- do “sem cobre” (face onde ficam os componentes), porém enfati- zando-se agora apenas as co- nexões extemas... Atenção aos seguintes pontos: - Polaridade dos terminais do mi- croamperímetro. - Polaridade dos fios que vão à chave/bateria. - Terminais utilizados no poten- ciômetro (e sua: posição relativa, para que os ajustes ocorram no “sentido” correto). - Ligação das duas bobinas (Bl e B2), feita com 6 cabo blindado estéreo. Observar as conexões da malha de “terra” (pontos T na placa), que não precisam (nem devem...) ser feitas junto às bobi- nas (nessa extremidade dos cabos, a malha de “terra” pode ser cor- tada rente, já que não será usa- da...). Outros de: sobre as bobinas, sua construção, fixação e ligação, encontram-se junto às - FIG. 5 - A CONSTRUÇÃO DAS BOBINAS - Cada uma das duas bobinas idênticas, e composta de 40 espiras de fio de cobre esmal- tado, primeiramente enroladas so- bre uma forma circular com 14 em, de diâmetro (pequenas dife- renças, meio centímetro a mais ou a menos, não constituem proble- ma...). Depois de formadas, as clones FORMA ft4cm Fig.5 bobinas (feixe de fios bem juntos) devem ser fixadas com anéis de fita adesiva (ver 5-A) de modo que não possam ““desmanchar- se”, Em seguida, conforme mos- tra 5-B, as bobinas deverão ser ““achatadas”, ovalizadas, de modo que seu maior comprimento atinga cerca de .16,5 cm. Na disposição final (detalhes na próxima figura), as duas bobinas devem ficar uma sobre a outra, nó sentido do seu maior comprimento, com. um overlap interno (distância “D”, na figura) de aproximadamente 2 em. Um pouco de adesivo de epoxy nos dois pontos onde: as bobinas se tocam, se encarregará de fixar previamente o conjunto... - FIG. 6 - O SANDUÍCHE DE CAPTAÇÃO - Depois de forma- das, ovalizadas e sobrepostas con- forme fig. 5, o conjunto de bobi- nas deve ser “ensanduichado” en- tre. duas placas finas de madeira ou fibra (tipo “Duratex” ou simi- lar). As medidas aproximadas das placas ficam em 19 x 10 cm. e a fixação geral do “sanduíche” de- vê ser feita por qualquer método que não envolva presenças metá- licas (proibido usar pregos, para- fusos, etc.). Toda a armação do conjunto deve ser feita com ade- sivo de epoxy (“Durepoxy”) e/ou cola para madeira. Uma haste de madeira (um aproveitado cabo de vassoura é feio mas serve...) deve ser fixada, em pequeno ângulo de inclinação, à face superior “do “sanduíche” (fig. 6-B), even- tualmente usando-se como apoio um calço triangular... Novamente, ” evitar o uso de parafusos ou pre- gos de ferro (quando muito, al- guns parafusos pequenos, de alumínio...) Quem quiser, poderá “blindar” as laterais do “sanduí- che”; contra a entrada de sujeira MADEIRA FINA OU FIBRA -BjeB2 SOBREPOSTAS COLA FORTE FIXAR 7 HASTE MÓDULO DE CAPTAÇÃO 16 MONTAGEM 180 - SUPER-DETETOR DE METAIS casos BLINDADOS ESTEREO AS BOBINAS Fig.7 ou poeira, simplesmente vedando as frestas com fitas plásticas ade- sivas largas... - FIG. 7 - O “JEITÃO” FINAL DO SDEM - Nos itens A e B da figura vemos, respectivamente, os acabamentos sugeridos para a caixa que abrigará o circuito, ba- teria, galvanômetro, potenciôme- tro e interruptor geral, e para a es- trutura total do SUPER-DETE- TOR, com a caixa fixada próximo ao topo da haste, e a extremidade desta dotada de uma manopla que facilitará o uso, tornando con- fortável o manuseio do aparelho. Para que os cabos blindados esté- reo de ligação às bobinas capta doras não fiquem “pendurados”, convém fixá-los, ao longo da has- te, com anéis de fita adesiva, - CALIBRAÇÃO E AJUSTE - (convém que seja feito um “pri- meiro passo”, ainda antês de sé fixar definitivamente o par de bo- binas no interior do sanduíche...). Simplesmente liga-se a alimen- tação (com uma bateriazinha, no- va, de 9V conetada ao “clip” e, com o conjunto de bobinas segu- tamente afastado de qualquer massa metálica, mesmo pequena, ajusta-se lentamente o potenció- metro até obter-se uma leitura de “zero” (ponteiro no repouso da esquerda da escala) no galvanô- metro. Esse será o ponto de me- lhor sensibilidade para o conjun- to... Experimente aproximar um objeto metálico da base do ““san- duíche” (uma tesoura, por exem- plo...) e verifique a deflexão do ponteiro do instrumento... Faça testes com objetos ou massas maiores e menores, anotando as diferentes deflexões (proporcio- nais) no ponteiro... Se correta- mente montado e ajustado, o SDEM será capaz de “achar” uma única moeda sob um tapete (naturalmente em condição bem próxima...). Massas metálicas maiores serão nitidamente indica- das a consideráveis afastamen- tos... Se, durante os testes/cali- brações iniciais, for muito difícil obter-se um seguro “zero” na in- dicação (bem longe de metais), será necessário “desacoplar” mais as bobinas, uma da outra, em ter- mos. indutivos, eventualmente au- mentando ou diminuindo, experi- mentalmente, o overlap (distância “D” no diagrama 5-C), até que o potenciômetro consiga “trazer” o ponteiro seguramente para o inf- ció da escala. Em qualquer caso, convém fazer uma pequena marca junto ao knob do potenciômetro, para que tal condição básica de sensibilidade possa ser facilmente Tecomposta, se - porventura - o dito potenciômetro tiver sido in- tencionaimente movido dessa po- sição... Quanto a essa “intencio- nal” modificação na sensibilida- de, cifemos um exemplo: se uma grande massa metálica, eventual- mente enterrada, tiver que ser “procurada” num solo/ambiente onde pequenas concentrações metálicas existam, temos que promover um “levantamento” do “zero”, de modo que o SDEM “ignore” os objetos metálicos menores! Isso pode ser feito ajus- tando novamente o potenciômetro até que o ponteiro “zere”... Ob- viamente. que tal ação reduz a sensibilidade geral do dispositivo, porém, nessa: condição, é isso mesmo. 0 que desejamos, para fa- cilitar a operação... Terminada a utilização nessa condição, basta retornar o knob do potenciômetro à maca feita na primeira cali- bração, para repôr o SDEM na sua condição de plena sensibili- dade. LCOQV INSTRUMENTOS REATIVADOR DE CINESCÓPIO, TESTE DE FLAY BACK, GERADOR DE R.F., FONTE DE ALIMENTAÇÃO, OSCILOSCÓPIO, FREQUENCÍMETRO, MULTITESTE, GERADOR DE BARRAS Unid, Preço - MULTITESTE ANALÓGICO 20M OHMS. 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RUA SANTA EFIGÊNIA, 295 29 ANDAR - SALA 205 FONE: 2293.6707 - CEP 01207 - SÃO PAULO - SP 19 MONTAGEM 181 - MINI-INJETOR DE SINAIS de, ciclo ativo razoavelmente equânime, e bem definida forma de onda, Os resistores (270K, , 22K e 22K) e o capacitor (100n) determinam a realimentação e a própria Frequência de oscilação (em torno dê 1 KHz, dependendo. da tolerância dos valores dos componentes envolvidos...). saída do bloco oscilador (pino 11) é aplicada ao quarto e último gate (pinos 8-9-10) que atua como buf- - fer de saída, apresentando então o sinal, via resistor/protetor/limita- dor de 1KS5 à ponta de prova des- tinada à “injeção” do sinal no ponto desejado do(s) circuito(s) sob prova... A boa gama. de “a- ceitação” de Tensões de alimen- tação, por parte dos Integrados C.MOS, permitiu a energização do mini-circuito por apenas duas pilhas pequenas (totalizando 3V), o que muito contribui para a mi- niaturização final da montagem. A alimentação, controlada pelo push-button N.A., não tem como ser “esquecida” ligada... Isso, aliado ao pequeníssimo consumo intrínseco do próprio circuito, le- va a uma enorme durabilidade nas pilhas (pode' ser esperado um período em tomo de 1 ano, antes que se torne necessária a substi- tuição das pilhas), enfatizando ainda mais a . característica econômica da montágem. Um fato técnico importante: a quase per- feita “nitidez” da forma de onda gerada, bem “quadrada” e simé- trica, gera harmônicos (múltiplos) da Frequência básica até várias dezenas de Megahertz, com o que mesmo cirçuitos que normalmente operem em Frequências de Radio poderão ser confortavelmente avaliados com o ,MINHINJE- TOR... O resistor protetor final (IKS) evita “cargas” do circuito sob teste, sobre a estrutura oscila- dora do MINKINIETOR, ao mesmo tempo que limita a Potên- cia do sinal aplicado, evitando danos ou sobrecargas aos blocos ou componentes analisados... En- fim, uma “coisinha”, que cabe na “palma da mão, mas que - pelas suas excelentes características - será intensamente utilizada na bancada, “pagando-se a sí pró- pria” quase que imediatamente...! - FIG. 2 - LAY. OUT DO CIR- CUITO IMPRESSO - A plaqui- nha é “inha” mesmo, já que o ta- manho e a quantidade de peças são mínimos, e riós “'queremos” que o conjunto fique bem com- pacto. A figura mostra, em tama- nho natural, o padrão cobreado de ilhas e pistas necessarias às inter- ligações dos componentes. O de- senho é tão modesto que mesmo quem jamais realizou uma placa, não encontrará grandes dificulda- des na sua confecção, desde que obtenha o necessário material (fe- nolite virgem, tinta ou decalques ácido-resistentes, percloreto de ferro para a corrosão, ferramentas para furação, etc.). O fundamental é conférir muito bem a plaquinha ao final, certificando-se de que não há erros, lapsos, curtos, etc., efetuando também uma perfeita limpesa final antes de promover as soldagens... Uma leitura atenta às INSTRUÇÕES GERAIS PA- RA AS MONTAGENS (encarte permanente de. APE), eliminará dúvidas a respeito... - FIG. 3 - “CHAPEADO” DA MONTAGEM - A placa vista pe- lo lado não cobreado, já com to- das as (poucas...) peças coloca- das... Os cuidados “tradicionais” são necessários: atentar para a po- sição da extremidade marcada do Integrado, para os valores dos Te- sistores (de modo a não “'trocar” valores/posições...), etc. Quem ainda (...ainda..?!) tiver dúvidas quanto. à leitura dos valores de- verá recorrer ao TABELÃO APE (sempre lá ho começo da Revista, junto às INSTRUÇÕES GE- RAIS...). No mais é seguir as - boas normas, conferindo tudo ao final, antes de cortar as sobras dos terminais... As ilhas periféri- cas, marcadas com (+), (-), (P) e (T) destinam-se às ligações exter- nas, que serão vistas a seguir... - FIG. 4 - CONEXÕES EXTER- NAS À PLACA - São poucas e simples as ligações extra-placa: basicamente a alimentação (a- tenção à polaridade), sendo que o push-button deverá ser intercala- do na cabagem do positivo (fio vermelho do suporte de pilhas), a re Ts LISTA DE PEÇAS e 1 -Integrado C.MOS 4001 (ou 4011, indiferentemente). e 1 - Resistor de 1K5 x 1/4W * 2 - Resistores de 22K x 1/4W e 1 - Resistor de 270K x 1/4W e 1 -Capacitor (poliéster) de 100n e 1 - Push-button (interruptor de pressão) tipo Normalmente Aberto e1-Ponta-de prova, média .ou longa, isolada . 9 1- Garra “jacaré”, mini, isolada e1-Placa de Circuito Impresso, específica para a montagem (4,3 x 2,2 cm.) e 1 - Suporte para 2 pilhas peque- nas e =Fioe solda para as ligações OPCIONAIS/DIVERSOS e 1-Caixinha, estreita e longa (medidas mínimas em torno de 11,5 x 35 x 20 cm.) para abrigar a montagem. e > Adesivo forte de epoxy para fixações. ponta de prova (ligada à' placa com fio curto - ver a próxima fi- gura) e a garra “jacaré” de “ter- ra”, esta ligada com cabo: mais longo (uns 50 em.) e flexível... Sempre lembrando que -no “dia- grama a placa continua vista: pelo lado não cobreado (as peças não são mostradas para não “confun- dir” o visual...), é só comparar as conexões codificadas com o ““es- quema” e com o. “chapeado” (figs.. 1 e 3), verificando se tudo está em ordem, antes de colocar as pilhas no suporte... LEmpi or E] NJET Fig.3 MONTAGEM 181 - MIN-INJETOR DE SINAIS PILHAS 3y PUSH-BUTTON NA P. PROVA | MINJET LADO DOS COMP. GARRA DE “TERRA! Fig.4 - FIG. 5 - O “ENCAIXAMENTO” FINAL - Se a plaquinha e o su- porte de pilhas forem dispostos “em linha”, um container estreito e longo, conforme sugerido na fi- gura, servirá perfeitamente para o encapsulamento final do circui- to... Observem as dimensões ge- rais (mínimas) sugeridas, e notem que também uma caixa cilíndrica servirá, até eventualmente apro- veitada de embalagens vazias de cosméticos, remédios, etc. A pon- ta de prova poderá ser fixada, no centro de uma das extremidades da caixa, usando-se o adesivo de epoxy. Nessa mesma face do con- tainer pode ser feito um pequeno furo para a passagem do cabo que vai à garrinha “jacaré” (dar um nó, internamente à caixa, nesse cabo, é uma boa medida para pre- venir rompimento de ligações sob eventuais esforços ou “puxões” no dito cujo...). Na lateral da cai- xa, em posição próxima a extre- midade da qual sobressaem a pon- ta de prova e o cabo da “jacaré”, pode situar-se o interuptor de pressão... Essa localização fica bastante confortável para aciona- mento direto com o polegar ou indicador da própria mão que se- gura o instrumento, facilitando as operações de uso... - “INFETANDO”... - O uso de um INJETOR DE SINAIS € extre- mamente simples, e - na verdade - a mais importante “ferramenta” ENCAIXAR —— E FIXAR COM COLA Di 1R gel JÍ TO FIO FLEXÍVEL socm Fig. durante os testes é... a própria mente do operador, lastreada num conhecimento prévio e básico dos blocos funcionais do circuito sob análise! Basta, em princípio, ir aplicando o sinal (a garra de “Terra” sempre ligada ao “terra” do tal circuito, normalmente a li- nha geral do negativo da sua ali- mentação...), através de breves pressões no push-buíton do MI- NI-INJETOR, enquanto põe a ponta de prova a junções estraté- gicas, “de trás pra frente” na or- dem dos blocos funcionais (con- siderando o “percurso” normal dos sinais dentro do tal circuito). Através de uma simples análise auditiva ou mesmo “visual” (de- pendendo' do circuito) das mani- festações. obtidas, podemos rapi- damente. “isolar” um bloco que não esteja se comportando “como devia”... Isso obtido, novas apli- cações podem ser feitas dentro do arranjo circuital desse bloco “suspeito”, componente a com- ponente, ligação a ligação, ainda “de trás pra frente” com relação ao natura] “caminho” dos sinais normais no bloco! De novo tor- na-se relativamente fácil e rápido “isolar-se” um componente ou junção com problemas... Normal- mente, basta substituir o compo- nente ou corrigir um eventual de- feito de contato, para sanar o pró- blema (que levaria, talvez, horas para .ser diagnosticado e sanado, por métodos “mais sofistica- dos”... - ADAPTAÇÕES E ADE- QUAÇÕES - Basicamente, o