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Aprendendo, Notas de estudo de Eletrônica

REVISTA N.48

Tipologia: Notas de estudo

2016

Compartilhado em 22/05/2016

eletronica-universalpp-2
eletronica-universalpp-2 🇧🇷

4.1

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APRENDENDO Nº 48 - Cr$ 180.000,00 B. & PRATICANDO FE ÉA MNE sistrônica GRATIS PARA HOBBYSTAS o ESTUDANTES o TÉCNICOS AMPLIFICADOR E ANTENA(EM) PARA CARRO edição de aniversário Kaprom EDITORA PTYIT, CETTE TR EMARK ELETRÔNICA Diretores Carlos W. Malagoli Jairo P. Marques Wilson Malagol APRENDENDO & 350! : ã Diretor Técnico Bêda Marques Colaboradores José A. Sousa (Desenho Técnico) João Pacheco (Quadrinhos) Publicidade KAPROM PROPAGANDA LTDA, (011) 223-2037 Composição KAPROM Fotolitos de Capa DELIN (011) 35-7515 Foto de Capa TECNIFOTO (011) 220-8584 Impressão EDITORA PARMA LTDA. Distribulção Nacional c/Exclusividade DINAR Distribuição Portugal DISTRIBUIDORA JARDIM LTDA. EDITORIAL “Edição de Férias” não poderia ser diferente: APE nº 48 vem "chefssima" de projetos, já que a maigria de Vocês, nesse perfado, tem mais tempo para dedicar ao seu Hobby Eletrénico.. É hora de (no bom sentido...) tirar 0 atraso, aproveitando para realizar também aqueles projetos um pouca mais elaboradas au trabalhosos, cuja montagem Vocês foram protelando... É certo que nas térias, o bom mesmo é ficar “de papo pro af”, simplesmente "coçando as partes", ou ainda observan- do alento - com rigor científico - o bumbum das meninas que passam (ou dos meninos, dependendo em que lado da divisão sexual - meio confusa - da humanidade, Você está...). Mas a Eletrônica prát- ca é um "negcio” tão... gostoso, para o verdadeiro Hobbysta que - para nós - “brincar” de montar projetos é um grande prazer, uma atividade que pode ser interpretada como puro fazer...! Essa visão puramente *hobbystica”, contudo, não invalida, nem oblitera a vontade que todos (a maioria...) têm de também avançar um pouco nos aspectos téoricos da “coisa”, de modo que possam, mais cado ou mais tarde, desenvolver seus próprios projetos e “invenções”... E justamente para aten- der a esse anseio que os projetos de APE trazem, nos seus textos explicativos, sempre uma Seção In- tfulada “O CIRCUITO” (COMO FUNCIONA), na qual são dados detalhes diretos e descomplicados sobre “o quê" ocorre, tecnicamente falando, no interior do circuito, a função dos componentes, a alri- buição de cada arranja ou bloco que componha o “esquema”, etc. Procuramos, contudo, “fugif” ao máximo das “matemáticas” (já que APE não é, assumidamente, uma publicação “para engenhei- e de tudo o que a Teoria tem de “chato”, hermético ou exaustivo, justamente para manter o espirito da coisa a nível de puro Hobby... Nem por isso, entretanto, os técnicos, engenheiros, projetis- tas e profissionais avançados “desprezam” APE! Muito pelo contrário... Pelos nossos registros (todo aquele que nos escreve, por qualquer motivo, ou que adquire KITS da linha exclusiva do Prat. Béda Marques, é automaticamente cadastrado no nosso banco de dados informatizado...) temos, ertre as dezenas de milhares de Leitores fiéis, muitos (mas mulins mesmo!) profissionais da área que mantém no seu espírito aquele “jeitão” de Hobbysta, aquela mesma gana, aquela velha tesão pela novidade, pelo exercício da criatividade que caracteriza o verdadeiro amante da Eletrônicas..! E nem estamos contando os muitos engenheiros e projetistas que aqui procuram idéias inéditas, criativas, ou mesmo soluções práticas para “probleminhas” que surgem no seu dia-a-dia prafissio- nal..! Também os Prolessores de Eletrônica, seja dos Cursos regulares dos mais diversos níveis, seja des excelentes Cursos por Correspendência mantidos no Brasil, valem-se requentamenta das maté- rias aqui mostradas, para ilustrar suas aulas práticas de lorma agradável e “chamativa” aos alurios! Todos formam o que chamamos de nosso “Universo Leitor/Hobbysta”: simples curiosos, monta- dares de "fim de somana”, aqueles que interpretam seu interesse por Eletrônica como puro lazer, es- tudantes (não 56 de Eletrônica, mas também de diversas oufras áreas de especialização:..), técnicos, engenheiros, profissionais de tecnologia em diversas áreas, professores e até jornalistas que operam em publicações de divulgação técnica (que aqui buscam o embasamento “semântico” para não “pl- sarem na bola” em suas matérias... ). Essa diversidade na unidade é fator que muito nos orgulha, já que nos dá a certeza de realizar um trabalho reaimente da alcance amplo (coisa rara, talvez inédita, nas chamadas “publicações técnicas” brasileiras...) Então, caro Leilor/Hobbysta (seja Você um representante de qualquer das “categorias” aqui enu- meradas...) divirta-se, nestas férias, com APE (e, enquanto isso, aprenda um pouco mais sobre o quanto a Eletrônica Prática pode "tazor”, sem que - para Isso - Você tenha que se “ralar”, noites a fio, estudando cansativos livros cheios de números, fórmulas a equações... Agradecemos a todos que nos prestigiaram e deram apoio o ano inteiro, estamos felizes por es- tamos juntos em mais um aniversário (PARABÉNS PARA TODOS), E como a Edição de Férias coln- cidiu com a Edição de Aniversário nossas poucas palavras se resumem em uma só: obrigado, 8 sem dúvida este é um mês de festa! O QUEIMADINHO ESTÁ NA CAPA, ELE QUER MESMO SE APARECER. É CLARO QUE ELE FOI CONVIDADO, E NÓS, DA REVISTA ABC DA ELETRÔNICA PARABENIZAMOS A APE PELO SEU ANIVERSÁRIO! OEDITOR E HUDIGE sis ú ore “o RENISTANEAS APRENDENDO E PRATICANDO ELETRÔNICA (Kaprom Editora, Distr. e Propaganda Ltda. *Emark Eletrônica Comercial Ltda.) - Redação, Administração e Publicidade: Rua General Osório, 157 - CEP 01213 São Paulo - SP Fone: (011) 223-2037 Le MOTO TELEFÔNICA 15-GANHÔMETRO P/ TRANSÍSTO- 45-TEMPORIZADOR AUTOMÁTICO RES PICHAMADAS TELEFÔNICAS 22- SUPER-OUVIDO ULTRA-SÔNI 50-GERADOR DE “RUÍDO BRAN- co co” 28-AMPLIFICADOR DE ANTENA 60-PONTA DE PROVA TERMOMÉ- (FM) PIVEÍCULOS TRICA P/MULTÍMETRO DIGITAL [e —— — | É vededa a rsprodução total ou parcial de textos, artes au fotos qua componham a presente Edição, sem a auto 7-DIMMER DE CONTROLE RE- 34-MONITOR DE ÁUDIO P/LINHA rlzação expressa dos Editores. Os Projetos Eletrônicos aqui descritos destinam-se unicamente a apticações co- mo hobby ou ulitização pessoa! senda prolbida a sua comercialização ou Industrialização sem a autorização ex pressa dos autores Ou deientores de eventusia direitos e patentes, À Anvista não se rosponsabíliza polo mau funcionamento ou não luncionamento das montagens aqui dsscritas, não se abrigando 4 nenhum tipo da ae sistência técnica aos Leltoros, “TABELÃO ARE a” Cad E Be a CAPACITORES ELETROLÍTICOS /o aEsisTORES cxmcITORES POLEBTER ensmeiroees psco n ve e MM ALGARISMO s s - sanção 27 MESEQ O ermecansmo Ê ! Ei so [E muureticaoor EFE “A UUTOLERÂNCIA tasr e vaLoa Eu Quis rensão umas PaIXAS fes 8 vaLom Eu micorapaos exeupros 1.2 CODIGO IF TA meros memo ati 49 , Ticaea = TIC 236 cor faixas got 4 ea codigo . 7 E TOLERÂNCIA EEE preto º = =— COR faixas JPtaixo 42taxa SA faixa = marrom 1 n10 0 1% veremalha 2 x100 2% ATÉ 10pF ACIMA DE 10pF reto o - 20% - Op] tarania 3 x1000 au | Pre ; o R amarela a x 10000 4% marrom x - T varga 5 «imo | vermelho É “oo = MOV Ja -oopr E 1% M=20% sftr azui [a x 1506000 — aranija x - - - violeta 7 — amargio 4 x 10000 - 4004 € = 0250F 6 o +00% — 0% cinza B - verde 5 = 100000 - -— D=050pF H= 3% 5 =+50%- 20% EXEMPLOS besnco 9 E E 8 «1000000 — eov decir 1-6 2=+80%-20%) Heme-reno ouro - x04 Sé Jyideo 7 - - E prata «001 10% Join H - - - =2p = 10% tsem cor) - 20% |oano q w "- mionos EXEMPLOS, excumos EXEMPLOS K DE SS EXEMPLOS x MARROM AMARELO VERMELHO —— MARROM | VERMELHO MARROM PRETO VIOLETA VERMELHO à PRETO | VERMELHO PRETO LARANJA | VERMELHO | AMARELO | 472K 4.7 KpF lang) 10% 4 MARROM | LARANJA VERDE BRANCO | PRETO SraNcO | 223M 22KpF (220) 20% Ouro PRATA MARROM | VERMELHO | AZUL AMARELO | 1913 100 pr s% 108 era imo 10KgF (10nF)] 4K7pF t4n7) |220kpF (22005) 10IM 10XpF HOnF| 20% 6% 10% 1% 10% 20% 10% LEda 250 V Bo v 400 v TRANSISTORES BIPOLARES e Paes [x = 2 enr A Sue semp A Ee “Ta exeupios Pur exemto extueios Exempros nesse DF 434 ENPN) NPM PNR Es, mão ou cone Bçase a TER Tre Ness doiss dos | Finas e TRANSISTORES rericamaLM Lud = + e IH. + Axe RAGIAL ciaçuiTOS INTEGRADOS aras LEBERAS EENBRNSA º 12ss q234 587 VISTOS PCR CINA — EXEMPLOS UU 58-79-3140 ONE = 1306 «o0r-40n- 4013-4093 ustsa4-LusDO-coso-xunseo | sor7-4048-4080- 23 UM sois VISTOS POR GIMA- EXEMPLOS q VAL TSO LM 3915 =TDATODO TRIM-POT Ni Diogo ZEFA “pe Pa: FoTO-TRANSÍSTOR e e ExENPLO tu? NIC.ELETRETO -m 5 » CB = 4m E T PuLHAS + pe dp Z cerâmico ide : ari a . srástico P, - CORREIO | TÉGNICO | “Surpreendente como um circuitinho tão simples (apenas um transistor...) pode dar resultados tão bons! Estou falando do CAPTADOR AMPLIFICADO ES- PECIAL PIVIOLÕES, cujo projeto saiu em APE nº 45... Aproveitei o excelente BRINDE DE CAPA (espero, sincera- mente, que APE continue com os BRIN- DES...) e realizei a moniagenvinstalação exatamente como ensinado no artigo, embutindo tudo no próprio instrumento, conforme a figura 7, pág. 37, APE nº Su. À qualidade final do som está muito boa, principalmente se comparada com outros tipos de captadores que já expe- rimentei no meu violão, todos com som “abafado” ou “estridente”, alguns con baixíssimo ganho, dificeis de “casar” com os amplificadores, etc. O que mais me agradou no CAPAYV foi a boa “equa- lização”, ou seja: o sistema “pega” igualmente bem tanto os tons mais gra- ves do instrumento, quanto os mais agu- dos (nenhum dos captadores “de cris- ta”, ou dinâmicos, que jó utilizei apre- sentava faixa de “passagem/amplif- cação” tão ampla, isso sem falar na fide- lidade e ausência de distorções notá- veis). Apesar de satisfeito com o resul. tado, pretendo incorporar um controle extra de TONALIDADE, simples, que me permita ajustar o timbre no próprio instrumento, sem ter que ir até o amplifi- cador (no palco, fica pouco prático o músico toda hora ter que se dirigir ao loca! onde está o amplificador, para um ajuste...) Recorro, então, à Equipe Téc- nica de APE, no sentido de me ajudarem nessa intenção, se possível com um mé- todo que “aproveite” totalmente a pla- quinha original e o restante da insta- lação que fiz Obviamente que estou disposto a fazer mais um furo no “om bro” do violão, próximo ao controle ori- ginal de VOLUME, para anexar um po- tenciômetro extra destinado aos GRA- l VES/AGUDOS..” - Dan S, Santilli + Da Você fez “bom provei O fato de um circuito “tão simples” ter dado resultados tão satisfatórios, apenas vem com- provar aquilo que repetimos incansíveimente aqui: quase sempre, em Eletrônica, o “simples é melhor” (no presente exemplar temos mais um exemplo disso, com o AMPLIFICADOR DE ANTENA - FM - P/VEÍCULOS, experi- mentem...) Agora, quanto ao controle que Você pretende anexar, a Única maneira de não ter que modificar substancialmente circuito e placa (além da instalação geral, já feita...) é optar=se por um sistema passivo, formado por um potenciômetro extra de 10K, mais um ca- pacitor (poliéster) de 47n, arranjados conforme mostra à figura À. Observe, ainda, que 0 capa- eitor original de 100p, que ficava entre o cur- sor do potenciômetro de VOLUME e à linha de “terra” do circuito, passa a ser colocado em paralelo com o potenciômetro de TONALI- DADE, anexado... Nada precisará ser “mexi- do” na plaquinha original (exceto a retirada é reposicionamento do citado capacitor de 100p...) e o acréscimo dos componentes (são os que estão dentro do retângulo tracejado, na fig. A...) poderá - fisicamente - ser Facilmente feie to em anexo à disposição original da fig. 7 - pág. 37 - APE 45... Um cuidado necessário: ao fazer o novo furo no “ombro” do violão, não o posicione muito próximo do “outro”, já ocupado pelo potenciômetro de VOLUME... Dois furos muito próximos, poderão compro- meter a própria estrutura do instrumento (que é delicada...) Assim, procure guardar uma distância de - pelo menos - 5 a ó cm, entre os dois furos, além de, obviamente, observar to- dos og preceitos descritos sob o título “A FU- RAÇÃO (SEGURA...) DO CORPO DO VIOLÃO”, a partir da segunda columa de tex- to da pág. 37 de APE 45... Para finalizar, um “toque” quanto às regulagens a serem utiliza- das, de modo a melhor aproveitar o novo con- trole: o VOLUME, no amplificador de Potên+ cia, deve ser pré-posicionado em nível “for- te”, de modo que à partir do controle localiza do no violão Você possa “ditar” suas ordens de intensidade com total conforto... Os contro- Tes originais de TONALIDADE no amplifica- dor de Potência devem ser posicionados (to- dos) no máximo, de modo à obter - teorica- mente - uma resposta flat.. Assim, as nuançes de tonalidade passarão a ser controladas cfi= cientemente através do respectivo potenciôme- tro (recém-incorporado) no instrumento, também com todo 6 conforto...! - e | "Um amigo, também Leitor/Hobbysta assíduo no seu acompanhamento à APE, montou, faz tempo, um KIT da LUZ DE FREIO SUPER-MÁQUINA, cujo fun- cionamento vi, e gostei muito Infeliz mente o projeto (esquema, lay out do Impresso, chapeado, etc.) nunca tinha sido mostrado na Revista... Finalmente, no nº 45, com satisfação notei que Vocês “liberaram” os dados técnicos para que nós - LeitoresiHobbystas - pudéssemos construir a LUFSMA “por conta pró- pria”” (em, pessoalmente = embora não tenha nada contra - não gosto muito de recorrer a KITs, optando quase sempre por realizar tutalmende os projeiose A LUFSMA instalada no carro de meu amigo é muito bonita e atraente, cha= mando mesmo a atenção do motorista que vem airás, pelo seu efeito sequen» cial-convergente» Tenho, porém, uma reivindicação: acho que 5 pontos de luz são ainda pouco para wm efeito real. mente “bravo”. Gostaria de poder ane- xar um total de 10 lâmpadas (ou em tore no disso) e de modo à poder “espa- Ihá-ihas”, na instalação final, ao longo de toda a largura do vidro traseiro do carro (não forçosumente instaladas ru ma caixinha retangular, conforme projes to original.) Assim, gostaria de saber - primeiro « se é possível ampliar a quan- fidade de lâmpadas no projeto original (sem grandes modificações estruturais.) e - segundo = se haveria algun inconves niente em estender a fiação para as lâm- padas fo circuito, em sf, ficaria numa pequena caixa, “escondida”, enquano que as lâmpadas, em mini-refietores, fi- cariam remotamente posicit , diga- das ao circuito por fios nos necessários comprimentos). Um último ponto que quero consultar: o circuio original feria a Potência suficiente para “aguentar” mais lâmpadas sob seu controle?” = Jonildo Junqueira - Londrina - PR O projeto da LUZ DE FREIO SUPER-MÁ- QUINA, anteriormente, não tinha sido mos- trado em APE devido à sua comercialização inicial ter sido feita apenas na forma “montar dor" (não era fornecida em KIT. do, seu “amigo” (mui...) lhe montou KIT nenhum..! Comprou sua LUFSMA prontinha, montadinha, c apenas fer a instalação no vefeulo (diz pra ele que “o na- riz cresce..."). Quanto à sua idéia de aumentar a quantidade de lâmpadas controladas pelo cir- cuito original, nada contra...! Já que Você é (diz isso claramente na sua carta,..) do tipo que “prefere fazer tudo, inteirinho, petas próprias, mãe basta “casar” a modificação proposta na fig. B com os dados do esquema original (fig. 1 - pés 20 - APE 45), Com isso, terá o controle de 9 lâmpadas (o número 10 não daria um bom efeito sequencial convergente, já que ficaria um lapso no centro do mtring...). Certa- mente que Você deverá redescnhar boa paste do lay out original do Impresso, mas isso não será um animal beptacéfalo (bicho de sete ca- beças...). Já que às lâmpadas ficarão (tespons deudo no segundo item da sua consulta, cles a À cHave IPs ap 4 a0 RESTANTE DO CIREUNTO lam com os Leitores, sem reverências falsas, mas também sem “perdoar” os eventuais “escorregões” que às vezes 05 Hobbystas “cometem”, nas cartas). No nº 28 de APE (Revista de quase dois anos atrás, portanto - não sei se ainda “vale” a consulta...) atraiu-me à monia- gem da CHAVE SECRETA RESISTIVA, uma idéia básica que será útil numa ins. talação que pretendo fazer na minha pe- quena firmãm, Tenho, porém, um requisi= to que não sei se poderá ser cumprido: preciso que o circuito admita 4 chaves distintas, que serão atribuídas a 4 pes- soas diferentes, de modo que cada uma das ditas pessoas autorizadas possa acionar um dispositivo com a “sua” chave, mas sendo as 4 chaves diferentes entre st (no seu “código resistivo”), ou - em outras palavras - que as ditas chaves sejam personalizadas... Pretendo, ainda, uma maneira de “identificar” a pessoa que acionou, por último, o dispositivo (mas quanto a isso já tenho um esquemi- nha elaborado, para ser testado). O “nó” da questão, portanto, é fazer uma CHASER que tenha apenas um “buraco de chave”, mas use 4 chaves diferentes (em seus códigos resistivos individuais) e personalizadas (sei que deve haver, mas não consegui achar uma estrutura práti- ca, circuital, para tal feito..J” - João Carlos T. Cohem - Florianópalis - SC “Seja bem-vindo à turma João Carlos... Antes tarde do que nunca... Aqui ent ÁPE não tem esse negócio de * para se fazer as cone sultas (& única coisa é a inevitável paciência para aguardar a resposta, já que O espaço no CORREIO TÉCNICO é pegueno para a quan- tidade de cartas que chega todo mês...). Não importa se “pintar”" uma dúvida, consulta ou pedido de adaptação sobre um circuito origi- nalmente publicado em APE nº 1 (4 ano» atrás...) Na medida das possibilidades será também respondida, até com mais entusiasmo, já que comprova o fato do Leitor consultar « colecionar APE desde suas “origens”... Quan- to ao seu probleminha, João Carlos, a figura D traz uma solução simples é funcional, com pe- quenas alterações propostas sobre o esquema original (fig. | - pág. 8 - APE 28). Basicamen- 1e o único trim-pot de 220K deve ser substituí- da por 4 outros (cada um no mesmo valor de 220K), podendo ser momentaneamente escu- lhido quat deles será incorporado ao circuito, através de uma simples chave rotuiva de 1 po. gredos' gti fixados om 82K, 91K, 100K c 120K (valores Somerciais, fáceis de encontrar). Cada um dos 4 trim-pots (momentancamente selecionado pela chave de 4 posições...) deverá ser indivi- dualmente ajustado para a “sua” chave... O requisito extra para a pessoa autorizada, é que deverá, previamente, posicionar a chave rota- tiva no “seu” número, para - em seguida - serir 2 sua chave no “buraco da fechadura! Quanto ao esqueminha que Você elaborou para a memorização da “última pessoa” a scionar o sistoma, está “nos confor apenas que, como fonte do morizado, Você use simplesmente uma segun- da seção da própria chave rotativa (no caso, uma de 2 polos x 4 posições...) 6 também que faça o comando de enable através de um con- junto de contatos extras no relé (substitua o origina? por um com 2 contatos reversíveis... Com isso, a memorização apenas se dará quan- - efetivamente - a chave for inserida e o creio far acionado, prevenindo fraudes tipo uma das pessoas reposicionar a chave rotativa para o número de ''outra”” pessoa, sem contudo enfiar a sua chave na “fechadura” (com o que o diagnóstico da memorização daria uma indi- cação incorreta sobre o dltimo usuário...) rabéns pelas suas boas idéias, c APE está “a- benta” para as colaborações que Você diz ler para mandar! Estamos aguardando... RESERVE DESDE JÁ SUA PRÓXIMA REVISTA APE COM SEU JORNALEIRO 22222257), > DD, TELEVISÃO, KITS PARA MONTAGEM (prHobiístas, CONSERTOS (Multímetros, FERRAMENTAS PARA VÍDEOCASSETE (Mesa para ajuste de postes, ESQUEMATECA Rua Aurora nº 174/178 « Sta Ifigênia - CEP 01209 - São Paulo - SP - Fones - 2202799 ESQUEMAS AVULSOS - MANUAIS DE SERVIÇO - ESQUEMÁRIOS (para SOM, VÍDEOCASSETE, Microfones, Saca cilindros) CÂMERA, Estudantes e Técnicos) Galvanômetros) AURORA cor) CCCCC< ECCCCCCCCCCCACcCACAC CCC [MONTAGEM OS CONTROLES-REMOTOS... Como todos Vocês sabem, Controles Remotos são dispositivos ou arranjos destinados ao comando distante de quaisquer funções elé- tric: eletrônicas... Desenvolvi- dos ialmente para atender a re- quisitos de segurança do operador (que assim podia ficar suficiente- mente longe de maquinários peri- gosos ou ambientes insalubres, e - ainda assim - comandar perfeita- mente funções e controles diversos situados no dito maquinário ou ambiente...), os Controles Remotos acabaram virando autêntica “'ma- nia”, prevalecendo-se da natural “preguiça” ou busca de conforto que o ser humano traz consigo...! Atualmente, quase tudo o que existe numa casa, e prande parte do que existe em ambientes profissio= nais ou de trabalho, é eletronica- mente passível de ser comandado remotamente, desde uma distância de alguns poucos metros, até (em sofisticados arranjos via rádio, ou por sinais decodificados via telefo- ne...) com o operador situado no “outro lado do mundo”... Essa “moleza”, na verdade, já está tão arraigada que tem “nêgo”” que sim- plesmente exagera: já vimos pes- DIMMER DE CONTROLE REMOTO soas controlando *“'remotamente" um televisor colocado a 1 ou 2 me- tros da cadeira onde o “folgado” está sentado (tirar a bunda da pol- trona, nem pensar...). De qualquer modo, é assim que as coisas são, € não nos cabe lutar contra as tendências comportamentais dessa nossa sociedade de consumo, he- donista, egocêntrica e atrofiante... Aqui mesmo, em APE, o Lei- tor/Hobbysta já viu publicados, ao longo desses 4 anos de Revista, um “monte” de projetos práticos de controles remotos, com as mais di- versas finalidades, e usando como “meio” ou “veículo” de trans- missão de ordens e comandos, vá- rios Conceitos diferentes: via rádio, via ultra-som, via sons na faixa audível, via feixes luminosos visf- veis e via feixes luminosos invisf- veis (infra-vermelho), etc. Assim, a essência da “coisa” não constituirá novidade para ne- nhum de Vocês... Também há mui- to tempo, num antigo número de APE, mostramos um outro projeto dirigido ao conforto pessoal do operador, um DIMMER (atenuador controlado/progressivo de luz am- biente) de toque, dotado de memó- ria, que possibilitava (no controle de lâmpadas incandescentes co- MONTAGEM 246 - DIMMER DE CONTROLE REMOTO 9 Fig.Z voo. cb RELE MeZREL | 7 T | uso al, dize) Nájso 09 Cual | 1904 Mito 4 ar [350 ma as polo ls | sete Is o 6 |, LBossem)| | YE ê Ei zue e + 16v , oo 16 mondo ses ) vam toavE vz Em LJ. | s00-600 e 104004 2200 TW (63 adov LO DE POTÊNCIA - A “outra ponta” do sistema inclui os módu- los de recepção/amplificação dos sinais ópticos invisíveis (infra- vermelhos) enviados pelo trans- missor, um decodificador simples com saída em relê, e mais um mó- dulo (centrado em Integrado es- pecífico) de controle de atenuação da Potência entregue à carga (lâmpade), com saída a TRIAC (este intermedia a Potência, entre a C.A, local e a lâmpada contro- lada...) Os setores de baixa Tensão do circuito são alimenta- dos por fonte interna convencio- nal, a transformador, o que faz com que a energia seja entregue ao circuito, de forma “híbrida” (uma parte “puxada” diretamente da rede C.A., e outra através da interveniência do transformador “abaixador” interno...) Analise- mos, mpidamente (em blocos...) o funcionamento do circuito: ini cialmente um foto-transfstor tipo TTT.78 ou TILB1 (com excelente sensibilidade deniro do espectro de infra-vermelho, embora também “enxergando” luz viste vel...) recebe o feixe de pulsos, a aproximadamente 5 KHz, prove- niente do emissor (este situado a vários metros de distância...) e os transforma em tênues sinais elé- tricos. Estes são entregues (via capacitor de 10n...) a um bloco de pré-amplificação, semi-sintoniza- do, formado por um Integrado 741... Os resistores de 47K e o capacitor de 100n, na sua rede de realimentação (entre o pino 6 de safda, e o pino 2 da Entrada In- versora...) concentram o ganho do módulo justamente em torno das Frequências envolvidas, de modo a tomar o conjunto suficientemen- te “insensível” a outras exci- tações eventualmente captadas pe- lo foto-transfstor. Depois de am- plificado pelo 741, o sinal é leva- do (via capacitor de 2u2) a um módulo passivo, integrador, que o transforma em nível CC estável, sob o trabalho dos dois diodos 1N4148, resistor de 100K € capa- citor de 2u2... Esse nível CC, “al- to” e estável, apenas se manifesta enquanto € durante a recepção do feixe infra-vermelho (com uma Pequenina temporização ou “re- tardo”, devido à presença do úl- timo capacitor de 2u2...). Um par de transfstores comuns (BC548), em Darlington, super-amplifica (em termos de Corrente...) esse sinal de CC estável (que lhes é apresentado via resistor de 4K7) de modo a excitar diretamente um relê, cuja bobina (para 6 VCC) tem, em “anti-paralelo”, um dio- do 1N4148 de proteção... O mó- dulo seguinte é centrado num In- tegrado muito específico, um SLBOS86A, projetado exatamente para excitação de um TRIAC, trabalhando em conexão quase di- reta à rede C.A., e sensível a dois tipos de comando: um por toque do operador sobre um contato metálico, e outro pelo fechamento de uma chave ou contato mo- mentâneo... No circuito do DI- COR, aproveitamos essas duas características: um contato “lo- cal”, de toque, é enviado ao pino 5 do Integrado, através da pro- teção (ao operador) oferecida pe- los dois resistores de 4M7, em sé- rie (assim, se houver uma “pane” qualquer no módulo, um operador fica protegido contra “choques”, ao tocar o contato...). O outro comando (que é o que mais nos interessa...) é realizado sobre o pino 6 (pré-polarizado pelos resis- tores de 470K e 120K), que ape- nas fica “positivado” quando o relê do módulo anteriormente descrito “fecha”... O conjunto sé- rie formado pelo resistor de 100K e capacitor de 100n, ao pino 3 do SLB0586A determina as tempori- zações internas do Integrado... O divisor formado pelo resistor de 1MS e capacitor de 6n8 retira di- retamente da rede C.A. um sinal de “'sincronismo” (60 Hz) ne- cessário ao comando lógico inter- no do Integrado... A alimentação do Integrado é obtida (5,6V CC) de uma mini-fonte sem transfor- mador, que funciona a partir da reatância do capacitor de 220n (protegido pelo resistor de 1K), que “segura as pontas” antes de entregar a C.A. já “atenuada” pa- ra retificação pelo diodo 1N4004, regulagem pelo zener (5V6) e fil- tragem pelo eletrolítico de 100u,.. O pino de saída do Integrado es- pecífico (8) é capaz de excitar di- retamente o terminal de gate de MONTAGEM 246 - DIMMER DE CONTROLE REMOTO LISTA DE PEÇAS: 9 1 - Circuito Integrado (espect- fico - não admite equi- valências) SLBOSS6A e! - Circuito Integrado 741 e 1 - Circuito Integrado 555 9 1-TRIAC TIC216D (400V x SA) e 1-Transístor BD139 ou equi- val. e2-Transístores BC548 ou equival, e1-Foto-transístor tipo TIL78 (ou TIL81) e 2- LEDs infra-vermelhos, tipo TIL32 (ou TIL38) e 1-Diodo zener para 5V6 x 1W * 3 - Diodos 1N4004 ou equival. * 4 -- Diodos 1N4148 ou equival, e1-Relê com bobina para 6 VCC e um contato reverst vel (tipo MC2RCI, “Me- taltex” - esse relê tem, na verdade, dois conjuntos de contatos reversíveis, dos quais apenas um é utilizado no circuito...) e 1-Transformador de força, com imárk para 0-110-220V e secundário para 9-0-9V x 350mA e1-Resistor I0R x 1/2W (a tenção à “wattagem””) e! -Resistor IK x IW (atenção à “wattagem”) e 2- Resistores IK x 1/4W e 1 - Resistor 2K2 x 1/4W “1 -Resistor 4K7 x 1/4W e3-Resistores 47K x 1/4W e 4 - Resistores 100K x 1/4W e 1 - Resistor 120K x 1/4W e | - Resistor 470K x 1/4W 91 - Resistor IM5 x 1/4W e 1 - Resistor 2M2 x 1/4W e 2 - Resistores 4M7 x 1/4W e 1 - Trim-pot (vertical) 10K e 1 - Capacitor (poliéster) 6n8 x 400V (atenção à “volta- gem”) e 1 - Capacitor (poliéster) 10n - Capacitor (poliéster) 22n *2- Capacitores (poliéster) 100n e1-Capacitor (poliéster) 220n x 400V (atenção à “volta- gem”) e2-Capacitores (eletrolíticos) 2u2 x 16V (ou Tensão maior) e1-Capacitor (eletrolítico) 100u x 16V 91 - Capacitor (eletrolítico) 1000u x 16V e 1-“Clip” para bateria de 9V e 1- Interruptor de pressão (pu- shbutton) tipo Normal- mente Aberto e1-Chave de Tensão “4110-220”, tipo H-H mini ou standart, com botão “raso”. € 1 “Interruptor simples (chave H-H standart) 9 1 - Cabo de força (“rabicho”), com plugue CA e 2 - Placas de Circuito Impres- so, específicas para a mon- tagem, sendo uma medindo 4,3 x 2,3 cm. e outra 15,0 x4,3 cm, * - Fioc solda para as ligações OPCIONAIS DIVERSOS e 1 Caixinha para abrigar o médulo portátil (transmis- sor), em plástico, com me- didas mínimas de 10,0 x 30 x 2,0 cm. Não reco- mendamos uma caixa es- pecífica para o módulo re- eeptor/controlador de Potência, já que na maioria das aplicações essa parte do circuito ficará “embuti- da” em luminárias, ou num abajur, ou ainda em caixas padronizadas de instalação elétrica domociliar, lustres, etc. Nada impede, contudo, que o Leitor/Hobbysta construa o módulo receptor como unidade independen- te e autônoma, instalando-a numa caixa própria, nas convenientes dimensões = VER TEXTO E IUS- TRAÇÕES. e 1 - Pequeno contato metálico de toque (pode ser qual- quer superfície, mesmo de poucos centímetros qua- drados, uma “cabeça” de parafuso, uma laminazinha de alumínio, aço ou cobre, etc.), para instalação - op- cional - junto ao módulo receptor/controlador. e | - Tomada (saída) C.A., ou mesmo um “bocal” direto para a lâmpada controlada, dependendo do tipo de ins- talação/utilização pretendi- dos pelo montador, Na maioria dos casos, contudo, a(s) lâmpada(s) já terá a sua própria estrutura de instalação pronta, à qual vai scr adaptado O recep- tor/controlador do DICOR, O que implica na não ne- cessidade de tomadas ou bocais específicos... e 1-“Fspelho cego”, tamanho 4 x 4º (ou maior), stan- dart de instulação eléirica domiciliar, usado apenas no caso do controle de ilu- minações “de teto de apo sento”, na qual se pretenda incorporar o opcional con- trole também por toque di- reto (VER TEXIO E ILUSTRAÇÕES). um TRIAC tipo TICZ16D (sob-a proteção/série de um diodo 1N4148...), exercendo um perfei- to controle da Potência, por fase, a partir dos comandos lógicos in- temnamente gerados pelo SLBOS86A.... O referido TRIAC controla, então, diretamente a lâmpada (ou lâmpadas...) a ser comandada, ligado todo o conjun- to à C.A. local (notem ainda que a mini-fonte à reatância capaciti- va, que energiza o Integrado, está eletricamente colocada depois «da lâmpada, com relação à C.A....). Como os módulos iniciais do ci cuito trabalham sob CC de um ou- tro nível (e, preferencialmente, de modo independente quanto ao SLBOS86A e “região”...), uma pequena fonte convencional, a transformador, “extrai” da CA local os requeridos 9 VCC, ohti- dos após a retificação pelo par de IN400M e filtragem pelo eletrolf- tico de 1000u... Pelos parâmetros do TRIAC TIC216D, cargas (lâmpada ou lâmpadas...) de até 300W em 110V, ou de até G00W em 220V, podem ser conforta- MONTAGEM 246 - DIMMER DE CONTROLE REMOTO construção dos projetos... FIG. 5 - CHAPEADO DA PLA- CA “A” - A plaquinha “A” (transmissor portátil) tem seu lado não cobreado, com os componen- tes já posicionados, mostrado na figura... Atenção à posição da ex- tremidade marcada do 555 (“a- pontando” para a borda onde se encontra o trim-pot) e à colocação do BD139, com sua face metali- zada voltada para o resistor de 1K junto à peça... Atenção também quanto aos valores dos resistores, em função das posições que ocu- pam... No TABELÃO APE (inf- cio da Revista), dados “visuais” importantes são constantemente dados, a respeito de códigos de leitura de valores, identificação de polaridades e terminais de componentes, etc.., Em dúvida, consultem o dito cujo TA- BELÃO. FIG. 6 - CHAPEADO DA PLA- CA “B” - Maior, e com mais componentes, a placa “B" (o lado não cobreado, com as peças, é o mostrado na figura...) exigem um pouco mais de cuidados e atenções. Observar, principalmen- te, as colocações dos Integrados, referenciadas pelas suas extremi- dades marcadas (cuidado para não botar o 741 no lugar do SLBOS86A e viçe-versa,..). Os dois BC548 têm sua colocação re- ferenciada pelos seus lados “cha- tos”. O TRIAC deve ficar com sua Inpela metálica virada para o interior da placa... Outro ponto importante: todos os diodos clusive o zener - têm posição úni- ca e certa para inserção/ligação à placa... A referência é sempre a cinta ou anel em cor contrastante, junto a uma das extremidades do componente, observem... Os ca- pacitores eletrolíticos também têm terminais polarizados (existem in- dicações da polaridade no próprio “corpo” do componente, e como adendo, a “perna” positiva é sempre a mais longa,..), cujas po- sições devem ser respeitadas... Resistores e capacitores comuns precisam apenas ser corretamente identificados quanto aos seus reais valores... O relê, pela “as- simetria” da sua pinagem, apenas pode ser inserido na placa no jeito certo, assim não há com o que se preocupar... Tanto na placa “A” quanto na “B”, ao final das in- serções e soldagens, “tudíssimo” deve ser conferido, ponto a ponto, componente a componente, termi- nal a terminal, polaridades, códi- gos, valores, condições das sol- das, etc. Depois de obtida a certe- za de que tudo está “nos confor- mes”, então poderão ser cortadas as sobras de terminais, pelo lado cobreado... FIG. 7 - CONEXÕES EXTER- NAS - PLACA “A” - Extemna- mente à plaquinha “A” ficam os dois LEDs infra-vermelhos, que devem ter seus terminais de anodo (A) e catodo (K) identificados e devidamente “casados” com os respectivos pontos de ligação ao Impresso (gue é visto, na figura, ainda pela face não cobreada...). Convém, por razões mecânicas e - principalmente - óticas, alinhar bem as “cabeça dos dois LEDs, de modo que eles fiquem rigoro- samente paralelos, apontando seu feixç invisível exatamente para a mesma direção (se isso não for providenciado, haverá perda na eificiência geral e no alcance do sistema...) As conexões da ali- mentação também são polariza- das: o fio vermelho do “clip” cor- responde ao positivo (e nele deve 220 + no DICOR-A LADO DOS ser intercalado elericamente o push-button, observem...) e q fio preto ao negativo. Ligar correta- mente aos pontos respectivos, na placa,,, FIG. 8 - CONEXÕES EXTER- NAS - PLACA “B* - Também vista pela sua face não cobreada, a placa “B'' tem ligações periféri- cas um pouco mais complexas, mas ainda assim nada “para as- sustar”... Vamos relacionar os pontos que demandam mais atenção: as conexões do transfor- mador, cujo primário (P) é o lado que apresenta três fios de cores diferentes, enquanto que o se cundário (5) tem fios dé cores iguais nas extremidades (o central é de cor diferente); cuidado nas ligações entre os pontos “P-P”, e chave de Tensão (1 10-220"") e o referido primário do transforma- dor... O foto-transístor (TIL7& ou TIL81) deve ter seus terminais de coletor (C) é emissor (E) previa- mente identificados, antes de se- rem ligados aos respectivos pon- tos “Ce “E” da placa. Obser- var que em muitas das aplicações Fig.8 DICOR-E raro gos COMPONENTES r L SUP METÁLICA DE TOGUE Lâmpada 300 W (110) 600 w 220 MONTAGEM 246 - DIMMER DE CONTROLE REMOTO e CAIXA 104 Fig.9 BaBem mia! ou instalações finais do DICOR, o dito foto-transfstor deverá ficar relativamente “longe” da placa... Nada impede isso, bastando fazer u conexão via pedaços de fio no necessário comprimento (se a distância for maior do que uns 20 ou 30 em, será conveniente usar-se cabo blindado mono, li- gando-se o condutor “vivo” entre o coletor do transístor e o ponto “C”, e usando-se a “malha” do cabo para a ligação do emissor do componente ao ponto “E” da pla- [er Observar ainda as ligações do “'rabicho” (cabo de força) com o intermptor geral intercalado e as conexões à lâmpada (ou soque- te, ou tomada de Saida...) via pontos “L-L". O ponto “IP” cor- responde à ligação do contato de togue opcional... Em qualquer ca- so, a pequena superfície metálica de toque não deverá ficar muito distante da placa “mãe”, pois se isso ocorrer, a possibilidade de interferências ou instabilidades torna-se real,.. FIG. 9 - “ENCAIXANDO” OQ MÓDULO “A”... - No trans missor do comando remoto do DICOR, obviamente que miniatu- rização, portabilidade, são requi- sitos-chave...! A figura sugere um arranjo extemo simples, porém funcional, resultando confortável para o operador... As dimensões indicadas para o container (longo, fino e estreito...) são as mínimas necessárias para que a caixa com- porte a plaquinha do circuito e a bateria de 9V... Notar que os dois LEDs emissores devem sobressair de uma das faces menores do con- tainer , rigorosamente paralelos e alinhados, de modo que suas “ca- beças” apontem para uma única direção, sem o que não se obterá um feixe de comando suficiente- mente forte c direcional... O pu- sh-button de acionamento do co- mando deve ficar na parte supe- rior da caixinha, num ponto em que, segurando-se o conjunto na mão, possa ser confortavelmente alcançado pelo polegar do opera- dor, Conforme já dissémos, na “Br (receptoricontrolador de Potência) ficará embutido dentro de uma luminária ou lustre, numa ba- sefpescoço de abajur, etc., já que à proximidade da lâmpada controlada facilita muito a instalação e a fiação, Entretanto, é possível reali- zar-se o módulo “B” de forma to- talmente independente... Nesse ca- so, o conjunto diagramado na fig, 8 poderá ser totalmente embutido numa caixa de dimensões conve- LAMPADA Fig.ã0 1v PLAQUINHA METÁLICA DE TOGUE Ee] seusor circuito Na BasE— 13 nientes... No painel frontal da dita caixa deverá sobressair o foto-sen- sor (TIL78/TIL81) e, eventualmen- te, O interruptor geral... Na traseira do container podem ficar: a saída do “rabicho” (cabo de força), a chave de Tensão (“1110-220”) e uma tomada (ou par de bornes pa- rafusados, isolados...) correspon- dente à Saída de Potência, interna- mente ligada aos pontos “L-L” da placa... Quanto ao contato opcional de toque, no caso, poderá ser re- presentado por uma plaquetinha metálica fixada no topo da caixa... - FIG. 10 - EXEMPLO DE APLI CAÇÃO DO DICOR - O DIM- MER DE CONTROLE REMO TO, por todas as razões e moti- vos, foi inventado para agradar os... folgados... Daí a sugestão da figura constituir uma das suas mais típicas aplicações: o controle distante da luminosidade de um abajur (pode ser desde um peque- no, de mesa, até aqueles enormes, de pé, usados também como - du- vidosos - elementos de “deco- ração”...), No ambiente em que se te televisão é comum man- ter-se um “troço” desses, já que é visualmente confortável desligar- se a iluminação de teto, acionan- do a luz mais suave do abajur... No caso, o circuito do módulo “B” poderá ser embutido na base do dito abajur, ficando o loto- sensor infra-vermelho eventual- mente no “pescoço” da coisa... Na própria base (ou mesmo no “pescoço”...) poderá ficar a pla- quinha ou superfície metálica de acionamento opcional por toque... Ligação à C.A. será feita pelo “rabicho” original do abajur, cu- jas ligações internas, obviamente serão redirecionadas conforme in- dica a figura 8.., A lâmpada ori- ginal da luminária passa - certa- mente - a ser controlada pelo cir- cuito (via pontos “L-L” da pla- ca...). Com tal arranjo, o operador poderá acionar o sistema (usando nas mãos o módulo “A”,..) a par. tir de distâncias que vão - tipica- mente - de 3 a 10 metros (o al- cance final efetivo dependerá muito das condições de reflexão MONTAGEM Á TESTANDO TRANSÍSTORES BIPOLARES Como sabem os Leito res/Hobbystas, transístores bipola- es são Os componentes comuns, in- ternamente estruturados em suas junções na forma de um “sanduf- che” de materiais semicondutores especialmente “dopados” para apresentarem condição “P“ ou “N o “recheio” do “'sanduf- che” for de material tipp “N”, te- remos um transístor bipolar “PNP", se, por outro lado, o dito “recheio” for de material “P”, q transfstor será do tipo “NPN" Os testadores básicos de transístoros (dos quais APF tem publicado diversos “modelos”, com projetos nos mais variados graus de sofisticação...) normal- mente limitam-se a verificar o esta- do das duas junções semiconduto- ras internas, inerentes a todo com- ponente bipolar, Como tais junções, em essência, não passam de simples diodos, uma análise di- reta, tipo “passa-não-passa”, em cada uma das duas junções, é capaz de dar uma hoa “imagem” do inte- rior do componente, indicando com precisão se há ou não “curtos” ou “aberturas” indevidas nas ditas junções... Puralelamente, tais anali- sadores mais simples, a partir do próprio sentido em que as Corren- tes de teste “passam ou não”, também indicam com exatidão o ti- po do trunsísior, se PNP ou NPN.,. O modelo até agora descrito, referesse a um analisador estático, capaz de verificar o transfstor “pa- rado”, desligado de circuitos ou alimentações normais de funciona- mento... Outro tipo de testador bas- tante válido (do qual APE também já mostrou “representantes” em projetos anteriormente publica- dos...) é o chamado “dinâmico”, que simplesmente bota o transístor avaliado para oscilar, comprovando com isso se o dito cujo tem suas junções fntegras e - simultaneamen- 15 GANHÔMETRO P/ TRANSISTORES 3 jejtericuo Rsradr ii te - se apresenta o ganho mínimo funcional de amplificação (sem o qual a oscilação não se daria...). A ábvia vantagem desse gênero de testador é que ele avalia o compo- nente “sob trabalho”, na ação, ali- mentado e em funcionamento “real”, apresentando - portanto - um diagnóstico bem mais amplo e factual... Tudo - em Eletrônica prática - pode, contudo, ser melhorado e “a- vançado”., Um parâmetro muito importante nos transístores bipola- res (principalmente em aplicações mais rígidas e sofisticadas em ter- mos de circuito...) é o seu ganho real ou comparado, ou seja: seu “poder” ou fator de amplificação... Esse fator de amplificação é nor- malmente medido em unidades que resultam da função entre a Corrente de Coletor ce a Corrente de Base, sob determinada polarização ou “ponto” de funcionamento... As- sim, na prática, um transístor com ganho de 200 é capaz de manifestar uma Corrente de Coletor duzentas veres maior do que sua Corrente de Base (sempre lembrando, porém, que também há limites parametra- dos para a dita Corrente de Coletor, e que são prioritários quanto aos demais parâmetros...). A grosso modo - e para todos os efeitos prá- ticos, contudo - podemos dizer que “um transístor com maior ganho, amplifica mais”... Pois bem... O presente projeto (GANT) é capaz de, simultanea- mente, analisar as junções do transístor testado, determinar sua MONTAGEM 247 - GANHÔMETRO P/TRANSÍSTORES polaridade (PNP ou NPN) e - como importante adendo - parametrar comparativamente o seu ganho ou fator de amplificação! Análise mais completa que esta, apenas poderá ser obtida com sofisticados (e mui- to caros...) instrumentos profissio- nais, de Laboratório, absolutamente fora do alcance “financeiro” do Hobbysta médio (e - quase sempre - também além das capacidades do “bolso” do Estudante ou Técnicos em início de carreira...). Como novidae na forma de indicação das suas análises, O GANT (no sentido de baratear o custo final, sem perda da confiabi- lidade e boa precisão das indi- cações ou “leituras”...) faz a indi- cação do ganho ou fator de ampli- ficação através da emissão de um “apito” ou tom de áudio, CUJA FREQUÊNCIA É DIRETAMEN- TE PROPORCIONAL AO GA- NHO do componente testado! Sem muito “nhéco-tréco”, quanto mais agudo for o apito, maior será o ga- nho do componente testado! Como o ouvido humano tem grande faci- lidade em “reconhecer” variações tonais (na Frequência, portanto...) do som, ainda que muito pequenas, a análise comparativa feita pelo GANT é muito precisa e confiável! Encontrar - por exemplo - entre vá- rios componentes, dois que apre- sentem ganho praticamente idêntico (o chamado “par casado”, muito necessário em determinados tipos de circuito...), é muito fácil com o auxílio do GANT... Para que a indicação fique confortável e não possa haver con- fusões ou mesmo um certo “cansa- go” auditivo, o tom não é contínuo, mas sim intermitente (tipo “bip... bip...”). O interessante é que tal manifestação faz parte de um con- texto nitidamente áudio-visual, já que a intermitência do som “bate” com o bascular de 2 LEDs indica- dores cujo acendimento se altema na mesma Frequência da inter- mitência do “bip” indicativo do ganho...). Esses dois LEDs piscam, alternadamente, sem parar, sendo que um deles corresponde à identi- ficação PNP e o outro - natural- mente - à indicação NPN... Outra novidade é que o “bip” se manifes- ta sempre juntamente com o LED “da vez”, ou seja: se o componente for PNP, o tom indicativo do ganho é simultâneo com o acendimento do LED “PNP”, e vice-versa! Desse modo, numa análise única, simultã- nea e abrangente, todos os princi- pais parâmetros ou condições do transístor são devidamente visto- riados e indicados (estado das junções, polaridades e ganho...)! Alimentado por bateriazinha de 9V, cuja energia é aplicada ao circuito via push-button N.A. (de modo que apenas haja real deman- da de Corrente durante os testes...) o GANT é super-econômico, também nesse aspecto (na bancada do Laboratório de APE, existem dois GANTS sob uso constante, cujas baterias não são trocadas há mais de dois anos!) Melhor que isso... só dois dis- so! - FIG. 1 - O CIRCUITO - As di- versas funções, verificações e análises efetuadas pelo GANT constituem conjunto bastante complexo de trabalhos, a nível circuital,.. Para sintetizar tudo, compactando o arranjo (é também seu custo...) adotamos o uso de dois Integrados da “família” digi- tal CMOS, super-versáteis, apro- veitados ao máximo dentro das suas potencialidades e capacida- des: um 40106 (sêxtuplo inversor simples Schmitt Trigger) e um 4011 (quádrupla porta NAND de duas entradas cada,,,). O gate do 40106 delimitado pelos pinos 5 e 6 está arranjado em oscilador, cus ja Frequência (dentro da faixa de áudio) é determinada basicamente pelo capacitor de 270p e pelo próprio valor “resistivo” assumi- do pelo percurso emissorfcoletor do transistor testado... Este tem seu terminal de base intermiten- temente polarizado (em parâmetro fixo) através do resistor de IM, o qual, por sua vez, recebe “esta- dos” positivos e negativos na razão da oscilação efetuada por TESTE LED NPN 1h4iag Fig.l 8 ATENÇÃO! Quando você vier para Santa Efigênia procurar: - Componentes eletrônicos; - Elétricos; - Informática; - Telefonia; - Instrumentos. de medição; - Eletromecânicos; - Laminados (fenolite/ibra/etc.); - Ferragens, - Sucata eletrônica, em geral; passe antes na “CELTY ELETRÔNI- CA”, que você encontrará grande va- riedade de materiais (novos e usados) para diversas finalidades. Fica na Rua General Osório, 151 - Sta Efigênia Telefone: (011) 222-2644 Pta CELTY ELETRÔNICA ATACADO E VAREJO Obs: Toda semana uma novidade. “KITS? Existem muitos por al!... —Profissionais? Só os da KITBRAS: AMPLIFICADORES DE 1 A 400W PRÉ-TONAIS MONO/ESTÉREO RÁDIO & TRANSMISSOR DE FM SEQUÊNCIAS DE 1KW OU 2KW DE 4, 6 OU 10 CANAIS E MAIS 40 OUTROS KITS. TODOS COM GARANTIA TOTAL E INTEGRAL Escreva para Cx. Postal 43.045 CEP 04198-970 - São Paulo e receba nosso catálogo e + projeto grátis do amplificador de 80W — eme. cera | MONTAGEM 247 - GANHÔMETRO P/TRANSÍSTORES Hobbysta, ainda que iniciante, um problema muito grande a sua ela- boração... O cuidado que (sem- pre...) recomendamos (tanto du- rante a marcação/traçagem, quan- to durante a corrosão/limpesa/fu- ração...) restringe-se às áreas em tomo dos conjuntos “apertadi- nhos* das ilhas destinadas às “perninhas” dos Integrados... AS ilhas, nessas regiões, são peque- nas e muito próximas, com o que mais facilmente podem ocorrer er- ros, “curtos” ou falhas... No en- tanto, nenhuma “cagadinha” so- breviverá a uma cuidadosa verifi- cação final (quem for muito “ruim de zóio” deve usar uma lu- pa, na busca de eventuais “cur- tos” entre as ilhas...). No mais, € seguir as INSTRUÇÕES GE- RAIS PARA AS MONTAGENS, que tudo sairá bem, com certeza... - FIG, 3 - CHAPEADO DA MONTAGEM - Novamente, gra- ças à presença dos Integrados, muito pouca “coisa” é posiciona- da/soldada diretamente sobre a placa, descomplicando muito os trabalhos do montador... O Cir- cuito Impresso, na figura, É visto pela sua face não cobreada, Os cuidados principais são; observar os códigos identiticatórios dos In- tegrados, e as posições relativas das suas extremidades marcadas (ambas voltadas para a esqueria, na posição em que a placa é vista na figura...) notar a orientação dos duis diodos, referenciada pe- JARRAS SEO voo “=. tm... las suas extremidades marcadas com um anel ou conta em cor di- ferente da do seu “corpinho” (o da esquerda tem a marca “para cima” e o da direita, “para bai- x0"...); não esquecer dos dois jumpers (simples “toguinhos” de fio, interligando ilhastfuros es- c codificados no dese- e “TZ No res to, é só não trocar os valores/po sições dos dois resistores,.. Os capacitores são apenas dois, de ulêntico valor, é não polarizados, portanto só erra quem for resulta- do do cruzamento da mais com- pleta besta com a mais absoluta anta... Notar, ainda na fig. 3, as várias ilhas periféricas (junto às bordas da plaquinha), destinadas às conexões externas (detalhadas na próxima figura.,.). Todas elas estão deviclamente codificadas, de modo a não permitirem confusões (quem adquirir o GANHÔME- TRO em KIT - ver Anúncio em outra parte da presente Revista - já recebe a plaquinha pronta, com o chapeado - tip. 3 - demar- cado em silk-sereen, com o que à montagem virs autêntica brinca- deira,.,). FIG. 4 - CONEXÕES EXTER- NAS À PLACA - São em bom núnero, porém sem nenhuma complicação... As lgações da alimentação são polarizadas (aos pontos “4” e “.” da placa...) e assim devem ser identificados os fios provenientes do “elip"/hate- ria, lembrando que o vermelho sempre corresponde ao positivo, enquanto que o preto é o negalivo (intercalar o push-buiton na caba- y ay | caPSuLA PIEZO PUSH AUTTON Fig.4 MONTAGEM 247 - GANHÔMETRO P/TRANSISTORES RR sos emamais vo TAMBISTOR 308 TESTE amam gem do positivo - vermelho,..). Os dois LEDs indicadores também têm terminais polariza- dos, devendo ser identificados o anodo (A) e o catodo (K) antes de serem efetuadas as ligações aos respectivos pontos da placa. O TABELÃO APE Gunto às INS- 'YRUÇÕES GERAIS, lá no come- qo da Revista...) ajuda muito se “pintarem"' eívidas quanto às identificações de terminais, códi- gos de leitura de valores, etc. Vão tá... À cápsula piezo não é polari- zada, bastando ter seus terminais ligados aos pontos “X-X”, indite- rentemente... Finalmente, as três gurrinhas “jacaré” de teste devem receber identificação ou “rótulos” correspondentes às letras “B- C-E” (respectivamente relativas à base-coletor-emissor do comp nente à scr testado...). Lembramos que, para boa “elegância” final da montagem, convém que todas as ligações sejam tão curtas quan- to permitirem as próprias di- mensões da caixa onde o circuito vá ser “embutido”... A tnica ex- ceção é quanto sos cabinhos que vão às três garrinhas “jacaré”: por uma questão de conforto e praticidade durante os testes, tais condutores não podem ser muito curtos (uns 10 a 20 em. "“sobran- do”, para fora da caixa, são con- venientes...). FIG. 5 - A CAIXA - Já que fala- mos na caixa, a figura mostra a sugestão óbvia de acabamento pa- ra o GANT, com todos os aces- sos, controles e indicadores con- centrados no painel frontal ou principal do container... Observar que - obrigatoriamente - os dois LEDs devem ter marcações iden- tificatórias (“PNP-NPN”?), o mesmo ocorrendo com os cabi- nhos/garrinhas de Teste... Os fu- rinhos para saída do som (ponto de fixação interna da cápsula pie- zo) podem ficar em região mais ou menos central do painel, en- quanto que o push-button, no can- to inferior direito, mostra-se con- fortável durante o teste, já que - nessa condição - a mão do opera- dor não constitui obstáculo visual aos LEDs, enquanto aperta o dito botão... Dentro da caixa, convém fixar a plaquinha do Impresso, com parafusos/porcas, colar a cápsula piezo com adesivo forte, e calçar a bateriazinha com peda- sos de isopor ou espuma de nylon cum instrumento como o GANT, pela sua intensa utilização, cons- tuma ficar “rolando” pela banca- da, devendo então ser prevenida a possibilidade de algo ficar “jo gando lá dentro” ...). FIG. 6 - O TESTE, O DIAGNÓSTICO E A INTER- PRETAÇÃO - O teste e as indi- cações do GANT são bastante di- retos, porém exigem - a princípio - uma certa dose de “interpre- tação” (depois de usar algumas vezes o GANHOMETRO, contu- do, o operador saberá fazer os diagnósticos automaticamente, já que a “coisa” é quase intuíti- va...) Em quaiquer caso, premin- do-se o push-button sem que haja um transfstor conetado às gurras de teste, ouvir-se-á um “tóc... 160...” lento, acompanhado (no mesmo ritmo...) do acendimento altemado dos dois LEDs indica- dores (essa manifestação pode ser considerada como um “auto-tes- te” de funcionamento do próprio circuito do GANT, usada - inclu- sive - para verificar-se, ocasio- nalmente, o estado da bateria que o alimenta...). Vamos, a seguir, detalhar as possibilidades básicas de indicação e suas respectivas interpretações (sempre supondo que agora há uma transfstor bipo- lar ligado aos terminais de teste, respeitadas as identificações dos *BRATIS!* CATÁLOGO DE ESQUEMAS MANUAIS DE SERVIÇO Técnicas em Eletrônica e Oficinas do Remo, Solicilem Inteiramente Grátis o seu CATÁLOGO BE ESQUEMAS 4 MANUAIS DE SERVICO ESCREVAM ALV Apoie Técnico Eletrônico Lida. 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