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Guias e Dicas
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Aprendendo, Notas de estudo de Eletrônica

REVISTA N.4

Tipologia: Notas de estudo

2016

Compartilhado em 22/05/2016

eletronica-universalpp-2
eletronica-universalpp-2 🇧🇷

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PARA MANAUS E BOA VISTA - VIA AÉREA NCz$11,70 PLACA PARA RR ns ESTE UNIVERSAL P/ |. TRANSISTORES | Da AMPLIFICADOR P/GUITARRA SOWATTS CA GRO-RADAR iam al Bis Ro “SUPER ss. SINTETIZADOR o e a DE SONS E EFEITOS Ma “RECEPTOR - PORTÁTIL FM PETIT EDITORA LTDA. Diretorei Carmen Liaguno Elávio Machado (Editor) E am m als E TO GM O A EMARK ELETRÔNICA Diretores Carlos W. Malagóli Jairo P. Marques. Wilson Malagoti Diretor Técnico Béda Marques Colaboradores: José A, Sousa (Desenho Técnico) «João Pacheco (Quadrinhos) Publicidade -KAPRON' PROPAGANDA LTDA. 1011)-223-2037 Composição Arte-Contexto Edit, Ltda 258-1136. ” | Fotolitos da Capa MS FOTOLITOS LTDA. Fotolitos do Miolo [FOTOTRAÇO LTDA. Impressão CIA: EDITORA JORUÊS Distribuição Nacional com Exclusividade FERNANDO CHINAGLIA DISTR. S/A Rua Teodoro da Silva, 907 - R. de Janeiro 1021) 268-9112 APRENDENDO E PRATICANDO ELE- TRÔNICA (Petit Editora Ltda. - Emark Eletrônica Comercial Ltdá:) — Redação. Administração e-Publicidade: R. Dom Bosco, 50 — Mboca — fone (011) 277- 0346 Toda é qualquer c: eee deve ser encaminhada, ta Postal Ba14- Agência Central - SPAGEP 01051. AO LEITOR E úima expréssão velha, mas a única que nos ocórre: ** — Pareos que foi ontem. Na nossa lembrança estão todos os cuidadosos Blanejamentos qua culminaram na cria- ção da A.P.E., numa conjugação de esforços e talaúitos direciofiados, desde antas mas- mo do “nascimento” da nossa, Revista, unicamente para Os reais interesses do públi- co leitor/hobbystá! Pois é, . Já estamos nos aproximando do fim dê ano, com-a gostosa-sensação do dever cumprido & de metas atingidas, com a A.P.E. já no seu oitavo número, cada vez mais “rechoiada"” dé projetos, informações, “dicas” e instruções que completam e justificam, com-certza, o nome “APRENDENDO & PRATICANDO”! A reação dos novos. (s “antigos”. ..) leitores, de tanta gente: que só agora, êntux sissmados com a facilidade de Ieitura-e acompanhamento, “perderam. o medo" de se aventurar pelo Fantástico Mundo da Eletrônica, tem Sido.inerível, além de toda € qualquer expectativa! Isso tudo é fruto, principalmente, duma “coisinha” Ehidinadia CONFIANÇA. . Quem nos acompanha desde o priméiro número. de A.P-E;; .lêdinossos Editoriais, sabe que temos cumprido rigorosamente todas as propostas sntanções dêntro das quais “A:P.E. fot crieda, jamais nos desviando do “modelo” inspirado nas próprias reivindicações do público leitor/hobbysta de Eletrônical "Toda & qualquer modifica- são que A.P.E. sofreu no decorrer desses primeiros oito númidçõe, FÓÍ sempra no'safti: ; do de aporfeiçaar, de oferecer mais. Fiquem tonsscol Os verdadeiros mentes da Eletrônica prática e de lazer aricom- irafam, finalmente, a sua casa! O EDITOR WNeste número: “TP -SUPER-SINTETIZADOR DE SONS E EFEITOS 122-AMPLIFICADOR P/GUITARRA 30WATTS 183 (BRINDE SECAPA) MICRO-TESTE UNIVERSAL PARA TRANSISTORES - SS RECEPTOR PORTÁTIL FM AQ AMICRO-RADAR INFRAVERMELHO É vedada a reprodução total ou parcial de textos, artes qu fotos que compo- nham a presente Edição, sem a autorização expressa dos Editores. Os Projetos Eletrônicos aqui descritos destinam-se unicamente à aplicações-como hobby ou “utilização pessoal, sendo proibida a sua comercialização ou industriali- zação sem a autorização. expressa dos autores ou detentores dê eventuais direitos e patentes: À Revista não se responsabiliza pelo mau funcionamento 1 igiiamento das: montagens aqui. descritas, não se obrigando & nenhum tipoidirassistência técnica Bos feitiros: vs ee começas. t ' | “60s princip: Instruções . Gerais paraas Montagens “As pequenas regras e Instruções aqui descritas destinam-se aos-principiantes ou hobbystas ainda sem muita prática e constituem um verdadeiro MINI-MANUAL DE MONTAGENS, valendo para a realização de todo é qualquer projeto: de-Eletrônica' (sejam. ós publicados em A P.E., sejamos: mostrados em: livros ou outras publicações...), Sempre que: ocorrerem dúvidas, durante a montagem de qualquer projeto, recomenda-se; ao Leitor consultar as presentes Instruções, Permanente faz com que estejám SEMPRE presentes aqui, nas primeiras págin de APE.. OS COMPONENTES & Em todos os circuitos, dos mais simples aos mais complexos, existem, basica- mente, dois tipos de peças: as POLARI- ZADAS e as NÃO POLARIZADAS. Os componentes NÃO POLARIZADOS são, na sua grande maioria, RESISTORES e CAPACITORES comuns. Podem ser liga- dos “daqui prá lá ou de lá prá cá”, sem problemas..Ô único requisito é reconhe- cerse previamente o valor (e outros parâmetros) do componente, para ligá-lo no lugar certo do circuito: O “TABE- LÃO” A. PE. dá todas as “dicas” para a leitura dos valores e cólligos dos RESIS- TORES, CAPACITORES POLIESTER, CAPACITÓRES DISCO CERÂMICOS, etc. Sempre que surgirem dúvidas om “esquecimentos”, as instruções do “TABELÃO” devem ser consultadas. is componentes dos circuitos são, na maioria das vezes, POLARIZA- DOS, oi seja. seus termiiais, pinos ou “pemas” têm posição certa e única para sêrem . ligados ao circuito! Entre tais componentes, destacam-se os DIODOS, LEDs, SCRs, TRÍACs, TRANSISTORES (bipolares, fets, unijunções, etc.) CAPA- CITORES ELETROLITICOS, CIRCUI- TOS INTEGRADOS, etc. É muito im- portante que, antes de se iniciar qualquer montagem, o leitor identifique correta- mente os “nomes” e posições relativas dos terminais desses componentes, já que qualquer inversão na hora das soldagens acasionará o hão funcionamento do cir- euito, além de eventuais danos ao pró- prio componente erroneamente ligado: O “TABELÃO” mostra a grande maioria - dos componentes normalmende utiliza dos nas montagens de A.PE,, em suas apatências, pinagens e símbolos. Quar- do, em algum circuito publicádo, surgir um ou mais componentes cujo “visual” não esteja relacionado no “TABELÃO”, as necessárias informações serão forne- cidas junto-ao texto descritivo da respec- tiva montagem, através de ilustrações claras e objetivas. LIGANDO E SOLDANDO O Praticamente todas as montagens aqui publicadas são implementadas no sistema de CIRCUITO IMPRESSO, assim as instruções à segui referem-se aos cuida- dos básicos necessários à essa técnica de montagem. O caráter geral das recomen- dações, contudo, faz com que elas tam- bém sejam válidas para eventuais outras técnicas de montagem (em ponte, em barra, etc): € Deve ser sempre utilizado ferro de soldar leve, de “ponta fina; é de baixa “watta- gem” (máximo 30-watts). A soldá tam- bém deve ser fina, de boa qualidade e” de baixo ponto de fusão (tipo 60/40 ou 63/37). Antes de iniciar a soldagem, asz ponta do ferro: deve ser limpa, remo: vendo-se qualquer oxidação ou sujeira ali acumuladas. Depois de limpa e aque- cida, a pôntá do ferro deve ser levemente. estanhada (espalhando-se um pouco de solda sobre ela), o que facilitará q con- tato térmico -com os terminais. GAS superfícies cobreadas das placas de Circuito Impresso devem ser rigorosa * mente limpas (com lixa fina ou palha de digo) antes das soldagens. O cobre, deve ficar brilhante, sem qualquer resi- duo de oxidações, sujeiras, gorduras, etc. (que podem obistar as boas solda- gens). Notar que depois de limpas as ilhas e pistas cóbreadas não devem mais ser Tocadas com os dedos, pois as gor duras e ácidos contidos na transpiração humana (mesmo que, as mãos pareçam lmpas e “secas...y atacam o cobre com grande - rapidez; . prejudicando as boas soldagens.. Os terminais de componentes também devem estar bem limpos (se pre- « ciso, raspe-ós. com uma lâmina ou esti- lete, até que O metal fique limpo é bri- lhante) para que a solda “pegue”. bem... O Verificar sémpre-se não existem defeitos no padrão cobreado da placa. Constatada aiguma irregularidade, ela deve ser sana- da- antes de se colocar os componentes na placa. Pequenas falhas no cobre podem ser faciimente recompostas com uma gotinha “de. solda cuidadosamente aplicada. -Já' eventuais “curtos” entre ilhas ou pistas, podem ser removidos ras- pandosé o defeito com uma ferramenta de ponta afiada. Coloque todos os componentes. na placa orientando-se sempre pelo “chapeado” mostrado junto às instruções de cada montagem. Atenção aos componentes POLARIZADOS e às suas posições rela- tivas (INTEGRADOS, TRANSISTORES, DIODOS, CAPACITORES: ELETROLE- . TICOS, LEDs, SCRs, - TRIACs, etc). O Atenção também 205 valores das demais peças (NÃO POLARIZADAS): Quilquer Gujo caráter Geral e “He todo exemplar dúvida, consulte og desenhos da respec- tiva montagem, e/ou; q “TABELÃO”. 4 Durante as sotdageiisevite sobreaque: cer os componentes. (que podem: danifr car-se peló calor exvessivo desenvolvido núma soldagem .muito demorada). Se “úma soldagem “não” dá certo” nos pri- meiros 5, segindos; retire o ferro, espere , a-ligação esfriar e tente novamente, com : calma e atenção. € Evite: excesso (que pode gerar corrimen- tos e “'curtos”) de - solda ou falta (que -- pose ocasionar má conexão) désta. Um m ponto de solda deve ficar liso e bri lhante; ao terminár.. Se à solda, após esfriar, mostrar-se rugosa: e fosca,. isso indica'uma cônexão' mal feita (tanto elé- trica quanto mecanicâmente). S Apenas corté os excessos: dos terminais ” ou pontas de fios (pelo lado cobreado) : após. rigorosa, conferência .quanto aos valores, posições, polaridades, etc., .de «todas. as peças, componentes, ligações periféricas (aquelas. externas” à placa), etc. É “muito difícil reaproveitar ou cor- rigir a posição de um componente cujos terminais já tenham sido cortados." O ATENÇÃO 'às.instruções de calibração, ajuste é utilização dos projetos. Evite a utilização de peças-com valores gu carao- terísticas diferentes daquelas: indicadas “na: LISTA DE PEÇAS. Leia sempre TODO o artigo. antes de montar ou uti- lizar'o circuito. Experimentações apenas devem ser tentadas por aqueles que já téim um- razoável conhecimento ou prá- tica-e sempre guiadas pelo bom senso. Eventualmente, nos próprios textos des- etitivós existem. sugestões para experi mientações. Procure seguir tais sugestões se quiser tentar: alguma "modificação... O ATENÇÃO às isotações, principalmente nos: circuitos ou dispósitivos que traba- Mem “Sob: tênsões e/ou correntes eleva dês. Quando a utilização exigir conexão direta à rede de C.À. domiciliar (110 ou 220 volts) DESLIGUE a chave geral da-instalação local antes de promover, essá conexão. Nos dispositivos alimen- tados com pilhas ou, baterias, se forem deixados. fora de - operação por longos períodos, convém retirar as pilhas-ou baterias, evitando danos por “vazamen- to”. das pastas químicas (fortemente corrosivas) coftidas no interior dessas * fontes dê energia). | "TABELÃO ARE: | CAPACITORES "ELETROLÍTICOS ” - mr REBISTORES < EatigugoneS - couiegreR igrroRES metco 7 ” Me ALGARISMO FR » - E] - 24 aLOMRISHO 2 NESTE é SE. So CREME MULTIPUGADOR A = Mutrirucanon sFêdoo NA “To ERÂNCIA + ESTES toLeRâncIA Ê F Pauxas VALOR EM OMS º Tensão vaLon EM camas, 1, PIGOEARADS: : DA voor ex PicoraRaDS —-— | exeueros ireza coDIGO ' Do At nene o pe cor faixas Jafoixa dA faixa CODIGO TiCêes i TIG Bah Tre 2r : TOLERÂNCIA Sofa preto º - = — [Cor táxis 3ifaixa dataxo 52 faifo marrom 1 x10 1% - vermelho 2 x100 2% = [até soe ACIMA DE. 10pF laranja 3 x1000, 3» |orio O - 0% amamio 4 x10000 ag ]|memom 1 Oo - . verge 5 x 100000 — |remelho: 2 x100:0 — . 250N p= g10pE FE = 1% M=20% azul 8 x t000000. fla, 3 x 1000 = º violeta. ? - - amamlo 4 x 10000 — P =+00% — 0% cinza B - — |yerde; o, 5 10000 - Ss =+ Bom — 20% ExPuPLOS branco 3 - - [amu 8 xt + z The -nens ouro - s% [vices 7 - - ke prata E 10%. Ice a , - Dfe-2e «10% tsam cor) 20% Iheanco q - 10% - sioops EXEMPLOS exemnos aa . S j nel EMPLA “Lusa apr Eni MARAQM | AMARELO] VERMELHO Sxemros Es MARROM:| VERMELHO: - || MARROM PRETO VIÓLETA -| VERMELHO . 4] dnacol PRETO: -| VERMELHO ; |. PARTO LARANJA | VERMELHO | - AMARELO 4n2K 4.7 KpF (4nF) 10% 4 Node MARROM | LARANJA» | VERDE BRANCO | PRETO BRANCO | 223M 22KpF (220F) 20% rá soos DURO PRATA | MARROM: | VÉRMELHO) - AZUL AMARELO | ij) 100 pF. 5% 14007 1009 ea 1Ma 10KBF (10nF)) 4K7pE tânF) |220KpF 122009] 100 M TOKpE (10nF) 20%, - 5% 10% 1% 10% 20% 10% o: E 20v sao v ano v as TRANSISTORES BIPOLARES . e séne nem Be Sége Tea E BF e Es Za exenpLos nPu rue exemplo Exeupros nome BF 494 ENPAy en ne sous acse Scsss Boss Best dor tosa tu TRANSISTORES FericamaLH p Exéi m MPLO Y 1 5 E mm + T + v |: ea a 1 + + — co = —+t-— + AXIAL ” RADIAL cinçúitos reemacor. | erss | PEREBAS > BENBRUTA rss o K ram-ror tes. vassdar o 1 3 VISTOS PEN CINA — EXEMPLOS ese seço oooveaçau $ E 656- 141- 3140 ao61-40n- 4018-4093 vistos Pgh cima excupios LMSBONS = Lu 365 tJM324-tU960-4069-maszo | «or7-4049-4060- UMAIdO | - LH 3S14-LMM3918-TOATODO OioDO TENER? FOTD-FRANSÍSTOR MIS-ELETRETO PILHAS TRIVER 4 — + e -m , “mp po 12 T pLástico ) e mantendo a alimentação de 6 volts (4 pilhas pequenas) como no projeto original. ,..?” — Estevão -Corrado — Vitória da Conquista — — BA. Bom que Vocês estejam. gostando, Estevão, amigos 'e demais leitores!" Isso nos. dá ânimo pará empreender: mos cada vez mais no séntido de.tor nar A.P.B. na verdadeira “cartilha”-do* « Quanto à sua stigestão, -.. hobbysta. . foi acolhida com bastante: interesses. pelos produtores de A.P.E., já que a publicação de livros e manuais de-cir- cuitos e dados técnicos para os ho- bbystas está nos nossos. planos fútu- +» Aguarde. . . Sobre'a ampliação do número de LEDs: no SIMPLES MULTIPISCA, bastd:patalelar 6 LEDs em cada. “ramos”; «conforme. mostrar . O UA LINHA DO Posmivo (O) QAO COLETOR DO RCB44 a figura A. É IMPORTANTE, para perfeito . funcionamento do circuito, que todos os 12 LEDs (6 em cada “la- do” do arranjo. . .) tenham: idénticas .conracterísticas elétricas, Sé isso não for respeitado, o desequilíbrio. poderá obs- tar o funcionamento do circuito. . A) ALARME DE PRESENÇÃ ou PASSAGEM. (A:PE. nº. 2).€ incrivel. mente sensível é eficiente, mesmo com circuito, tão, simples! Funcionou me- lhor-do quê um dispositivo comercial de | função. equivalente, que, ade em São Paulo por “uma nota”, Te ria possível a substituição do * “buzzer” por um relé, de modo que o ALPPA pudesse acionar cargas de potência di- retamente.. alimentadas por CA...? Pretendo que o ALPPA acione uma porta automática acionada por motor e originalmente comandado por um símples push-button.. .” — Edson Luiz ALIMENTAÇÃO e Complete sua coleção * Como receber os números anteriores da Revista Aprendendo e Praticando Eletrônica. Indicar-o. número. com um] , Feitosa — Presidente Prudente — SP. Realmente, Edson, o ALPPA é um dos projetos (e KITs. ..) já publicados que mais Sucesso fez'entre os leitores de. A.P.E., pelas suas múltiplas aplica- ções e réal eficiência... . À modifica- ção que Você pretende é muito. fácil (e perfeitamente viável): conforme mostra a ilustração B (compare com afig. 5 — pág. 42 — APE 2) basta eli- minar o “buzzer” e ligar um relé e um diodo.à placa, da maneira indica- da! Notar que a temporização do acio- namento continuará a ser determinada pelo. capacitor -eletrolítico entre os pinos 6-7 dó 555.e a linha do negativo da alimentação. . . Astim, se for neces- sária; para a- aplicação desejada, uma modificação no' tempo de acionamen- to, basta “mexer” no valor do dito ca- pacitor. ATENÇÃO aprônito [nes] [ne 2[ ] [nes] | [nos] CEE | Ins] lozl] | RELE aubióroIz “ 0 O preço de cada revista é Igual ao preço da última revista em banca Cz$ e Mais despesa de corrélo......C7$3.00 . | | * Preço Total.....Cz$ É só com pagamento antecipado com cheque nominal ou valé postal para a Agência Cen- tral em favor de Emark Eletrônica Comercial Lida. Rua Geherai Osório, 185 - CEP; 01213- São Paulo - SP. Eat. MONTAGEM 31 Super- sintetizador de sons e efeitos MAIS: “AVANÇADAS”. GÓRICOS, FOLCLÓRICOS. . E OSUSSEF! “MIL” MELODIAS (DAS MAIS ELEMENTARES As -), EFEITOS SONOROS, IN- CREMENTOS EXÓTICOS, ENGRAÇADOS, FANTASMA- DES DE SINTETIZAÇÃO DE SONS SEQUENCIAIS. .. - INFINITAS POSSIBILIDA- A maioria dos hobbystas e leitores já deve estar familiarizada com os In- tegrados “musicais” (que contém uma ou mais melodias “memorizadas” e programadas, bastando uma relativa- mente simples circuitagem externa pa- “extrair” a melodia. . ) ou com os Integrados geradores de “Sons -Com- plexos”. (que contém geradores : de tons, de ruído branco, ritmadores etc., capazes de produzir, a partir de co- mandos externos, uma infinidade de efeitos sonoros. . .). se , Quando dizemos “familiarizada”, é* no sentido de que frequentemente apa- recem, nas publicações técnicas ou des- tinadas aos amadores e hobbystas, pro- jetos utilizando tais fantásticos Inte- grados, que deixam a turma “com água . na-boca”. .. Infelizmente, ocorrem dois “proble- - minhas”: ou esses Integrados são de aquisição - absolutamente “impossível Por aqui, ou — por qutro lado — em- bora: à aquisição seja “teoricamente possível”, o obstáculo é o... . preço (sempre “lá em cima”, por traigr-se de peças -ráras, importâdas, específicas ate.) oa Apelândo, contudo, para O sagrado - dogma" da “simplificação: que rege APE., “conseguimos “descolar” um projeto que, sob muitos aspectos, pode perfeitamente substituir os almejados! Integrados Musicais ou Geradores de! Sóns Complexos, a um custo muito inferior é — principalmente — sem-ne: nhuma: dificuldade. drástica aquisi- ção! A. partitide:ayti-Integrado-encon- trável na: maioria dos: mercados de componentes, mais . dois. transistores “manjadíssimos” (e-uma dúzia de pe- ças corriqueiras. . .), 0 SUPER-SINTE- “TIZADOR DE SÓNS E FEFEITOS (SUSSEF, pará Os íntimos) consegue façanhas inesperadas no campo da.ge- ração. automática de melodias e sons “irivocados”....! E com uma grande vantagem (principalmente sobre os In- 'tegrados - Musicais pré-programados): “permite a, Tácil alteração, pesquisa ou regulagem. -dos sons, rítnós, sequen- cias, a pártir de um simples conjunto «de trim-pots (ou potenciômetros). Os hobbystas “ligados” em- sons, efeitos, que gostam de inventar cam- painhas “diferentes”, sinalizações so- noras “personalizadas”, caixinhas de música eletrônica e outras. “mágicas” dogenero, apreciarão muito — temos “certeza — o SUSSEF, principalmente ela enorme versatilidade do circuito maiores detalhes no item “O CIR- CUITO”). & » ar ul] ao, + sm roca ER ne ve 1008 A araL Fig io da uma dessas saídas fica alta (positi- va em relação à alimentação-do circui- to) quando o contador correspondente mostra um dígito binário “1”, e baixa (“zero volts”) quando o contador mos- tra saída binária “Q”. Através de um simples conjunto de trim-pots (devida- mente isolados entre si por uma matriz também simples de diodos. . .) pode- mos então dimensionar infinitas se- quencias de polarizações aum par de transistores em ASTÁVEL. Essas diferentes polarizações (valo- res resistivos digitalmente sequencia- dos) aliadas aos dois capacitores de 4Mm, determinam então, a cada mo- mento, uma diferente freqiéncia de oscilação . do: flip-flop transistorizado (ou, em outras palavras, uma diferente “nota musical” ou diferente timbre so- noro gerado pelo ASTÁVEL. ..). O rítmo dessas alterações é determinado pelo próprio “clock” intrínseco ao 4060, que é — por sua vez — controla- do pelo trim-pot de 470K. Assim, pe- lo ajuste dos cinco trim-pots, um nú- mero praticamente “infinito” de varia- ções rítmicas e melódicas pode ser fa- cilmente programado no circuito do SUSSEF! - O sinal produzido é recolhido e “traduzido”, finalmente, por uma cáp- sula de microfone de cristal, ligada ao coletor de um dos dois transistores do ASTÁVEL. A cápsula faz, assim, o pa.” pel de um mini-alto falante de elevada impedância (que não “carrega” o asci-. lador, não interferindo, dessa forma, no" funcionamento do gerador de som. ..). O nível do sinal gerado, sob a alimentação recomendada de 9 volts, é suficiente para uma audição perfeita, porém quem quiser um som realmente “bravo”, para áplicações específicas que exijam alto. volume sonoro; pode simplesmente eliminar a cápsula de cristal, recolhendo o sinal do mesmo coletor do transístor através de um ca- pacitor de poliéster (experimentar va- lores entre 10n e 100n) é aplicando o sinal assim obtido. à entgada de um amplificador -de potência. . .'Com es- se arranjo, o som pode tornar-se tão “ensurdecedor”. quanto se queira, sem problemas... No final do presente artigo daremos sugestões quanto a experiências ou modificações, outras que que" podem ser tentadas em relação ao circuito básico do SUSSEF. .. OS COMPONENTES Todas as peças do SUSSEF são co- muns, de fácil obtenção nos principais fornecedoies de componentes eletrôni- cos; Mesmo o leitor que resida longe dos grandes centros comerciais, ainda tem a opção bastante prática de aqui- sição na forma de KIT completo, ofe- tecido por um dos Patrocinadores do APE Ng anúncio-em outra parte da Tevista), que faz remessas pela Correio, para qualquer parte do País... Como. sempre, recomendamos que o hobbysta, antes de começar a mon- agem, reconheça bem as peças.e iden- tifique seus terminais, valores, ete., com o auxílio do TABELÃO APE (encarte permanente da revista). O In- tegrado, os transístores e os diodos (também o capacitor eletrolítico) são componentes polarizados, apresentan- do posição cérta e única para serem li- gados ao circuito, portanto muita aten- ção (principalmente se o leitor for ini- MONTAGEM 31 — SUPER SINTETIZADOR DE:SONS E EFEITOS. ciante..:) quanto a'esses itens. . Conforme indicado; na LISTA DJ PEÇAS, os transistores é diodos ad- mitem várias equivalências. Também os resistores e capacitores podem so- fer pequenas alterações (pata máis ou parã menos...) nos seus valores, sem que isso invalidê o funcionamento ge- ral do SUSSSEF... A MONTAGEM “O lay-out de Circuito Impresso (la- dó esquerdo) do SUSSEF está na fig 2, em tamanho natural (quem souber e puder confeccionar suã própria pla- quilha, não terá dificuldades em copiar diretamente o desenho), enquanto na fig. 3/temos a montagem propriamen- te, com a visão do lado.não cobreado SUSSEF LADO DOS COMPONENTES MI. TAL Fig. 4 POTENCIÔMETROS 220% (SUBST. TRIM POIS)” Fig. 5 Mn MONTAGEM 31 —SUPER-SINTETIZADOR DE SONS E EFEITOS. da placa, já com todos os componentes posicionados. E IMPORTANTE que o leitor ou hobbysta principiante leia antes as INSTRUÇÕES GERAIS PARA AS. MONTAGENS (encartadas juunto ao, TABELÃO, em outra parte da APE)&. siga cuidadosamente as recomendações” ali contidas. í Chamamos a atenção principalmen- te para a colocação dos componentes polarizados: Integrado, transistores, diodos e capacitor eletrolítico. Depois de todas as-peças colocadas e soldadas, convém conferir com aten- ção suas identificações, posições e va- lores (em relação à fig. 3) e só então cortar as “sobras” de terminais pelo lado cobreado da placa. Os pontos (+) e (—) da fig. 3, assim comó os pontos (X) (X), referem-se às conexões exter- nas à placa, que estão detalhadas na fig. 4, Nesse estágio, o ponto mais im- portante é a correta polaridade. da ali- * mentação, devendo o leitor novato no- tar que o positivo corresponde ao fio vermelho e o negativo ao fio preto (suportes de pilhas ou “clips” de bate- ria já vem codificados com tais cores, para facilitar a identificação). UTILIZAÇÃO MODIFICAÇÕES/CAIXA Para ajustes” semi-permanentes da melodia ou efeito sonoro sequencial pretendido, os trim-pots originalmen- te sugeridos 'são, realmente, a solução mais rápida, entretanto, nada impede que o leitor adapte potenciômetros (ver OPCIONAIS/DIVERSOS na LIS- TA DE PEÇAS) ao circuito, propor- cionando mais facilidade nos ájustes, que ficam assim externa e permanente- mente accessíveis, mesmo como cir- cuito já “encaixado”. Tudo depende PARA ANUNCIAR E FAZER SEU ANUNCIOS 223 2037 das intenções finais do montador, já que erh certos casos, até simples 'resis- torés fixos comuns poderão. substituir os trim-pots, uma vez obtido, experi- -mentálmente, o efeito melâdico ou so- noro desejado. A fig. 5 dá uma idéia de como pode ficar a “cara” final do SUSSEF (no ca- so-com potenciômetros no lugar dos trim-pots,..). Como “projeto aberto”, contudo, a plaquinha do SUSSEF po- derá facilmente ser “embutida” em qualquer. canto, adaptada a brinque- dos, amplificadores, caixinhas -de mú- sica, campainhas, sistemas de avisó so- noro, jogos eletrônicos, etc. A ima- ginação é o limite... A utilização é simples: inicialmente, para familiarizar-se com o efeito é os controles, coloque todos os trim-pots a-méeio curso-e aplique a alímentação. Uma intrigante sequência melódica de- verá.-surgir, repetindo-se automatica- merite enquanto a alimentação estiver ligada! Atue então sobre o trim-pot de velocidade e verifique quão ampla é.a gama de rítmos que podem ser obtidos na execução de uma sequência... Em seguida, experimente “mexer” (a prin- cípio individualmente, depois em mais dé-um — até em todos...) nos trim-pois de afinação (220K). O número de combinações é imenso e com um pou- . quinho de pesquisa, não será difícil ób- ter musiquinhas infantis, melodias completas, efeitos sonoros de ficeção científica, sons exóticos, “fantasmagó- ricos”, engraçados, etc. A sequência é sempre composta (indepedente da ve- locidade com que se dá o efeito) por 16 passos, sendo que um deles é “mu- do”, promovendo a nitida separação entre as repetições da melodia prógra- mada. São, portanto, 15 notas ou sons em sequência (rápida, média ou lenta, dependendo do ajuste do trim-pot de 470K) com incríveies e flexíveis pos- sibilidades de alterações; experimenta- ção e ajustes. Quem quiser modificar a gama rít- mica do SUSSEF poderá fazê-lo pela troca do capacitor original de 100n (valores entre. 47n e 470n podem ser experimetnados).-O timbre médio dos sons emitidos ' podé ser alterado mu- dando-se simultaneamente os dois ca- pacitores de 47n (recomenda-se, nessas experimentações, ficar dentro da faixa que fai de 10n a 100n). A gama de ajustes melódicos também podem ser facilmente “mexidas”, alterando-se os valores: dos. trim-pots originais de 220K (ou de um-só, ou de mais de um, ou de todos...) na faixa que vai de 100K a 470K.... Enfim, o SUSSEF é um daqueles. projetos que muitos hob- bystas “fuçadores” adoram: permite mil e uma modificações e experimen- tações à vontade! Conforme já foi mencionado, 'o si- nal de saída de SUSSEF pode Ser fa- cilmente recolhido para amplificação de potência, puxando-se um capacitor de poliêster (10n a 100n) do coletor * de BC548 onde: originalmente está li- gada a cápsula de cristal (esta pode ser retirada, êntão...). Incríveis (e absolu- tamente inéditas...) campainhas resi- denciais ou buzinas pára veículos po- derão ser obtidas com esse procedi- mento! Embora tenhá sua alimentação ori- ginalmente recomendada para 9 volts, o circuito furicionará, sem problemas, sob tensões de 6 a 12 volts, q que faci- tita, inclusive, o.seu “casamento” even- tual com outros circuitos (amplifica- dores, jogos eletrônicos já existentes, alarmes, eic.). SO ELETRONICA Kaprom KAPROM PROPAGANDA E PROMOÇÕES S/C LTDA, , 8. MONTAGEM 32 — AMPLIFICADOR P/GUITARRA — 30 WATTS. 12-0-24 MS404 2a 4. E Jon 400v | Fig. 1 O CIRCUITO nenhum circuito de amplificação em O “esquema” do AMPLIG 30W está na fig. 1. Vamos observá-lo rapi- damente “seguindo o sinal” ou seja, da entrada para a saída. .. Na entrada temos um estágio de pré-amplificação com um único tran- sístor de alto o e- baixo ruído (BC549C) trabalhando sob baixa impe- dância em relação à “tomada” do sinal (plenamente compatível, portanto, com a impedância normal dos captado- res magnéticos das guitarras. . .). Esse estágio inicial é bem desacoplado em ão aq estágio de potência e tam- bém defendido contra oscilações, ruí- dos-ou captações indesejadas, pela re- de de polarização e capacitores ane- xos. Depois da pré-amplificação em alto ganho, o sinal é retirado do coletor do transístor e aplicado ao potenciôme- tro de volume e ao controle de tonali- dade (este em forma simples, com ate- nuação controlada de agudoy via rede RC em série. . .). A partir desse ponto já temos o sinal da guitarra “elevado” ” em seu nível, dimensiónado e devida- mente ajustado quanto ao nível de agudos desejado. : . O módulo de potência é formado por dois versáteis e práticos Integrados específicos para amplificação de áudio: os 2002 (baratos, eficientes; confiá- veis, baixa distorção e alto ganho. . .) numa ligação em 'ponte pouco usual, de modo a não só multiplicar a potên- cia que seria esperada de um só 2002, como também minimizar o inúmero “de componentes necessários (podem. procurar por aí e não encontrarão ponte, com 2002, tão “enxuto”... fF. Esse arranjo ultra-simplificado não vi- sa unicamente um barateamento do circuito, mas também a otimizapão da banda passante, redução do nível de distorção," eliminação de ajustes de “equilíbrio” da ponte, etc. A saída (para alto-falante) é retira- da das duas saídas individuais dos dois 2002, de modo que q alto-falante, di- ferentemente-do quê ocorre na maioria dos amplificadores de potência; não tem um lado “aterrado”. .. A fonte de alimentação é absoluta- mente convencional, ressaltando-se que (como os 2002. foram criados vi- sando. aplicações automotivas, sob ali- mentação de 12V...)a tensão e a cor- rente requeridas são standart, fugindo assim da necessidade de transformádo- res difíceis ou muito caros. O conjunto do circuito, portanto, fica extremamente simples e direto, o que (não só nos amplificadores, mas em qualquer outro arranjo eletrônico) só ajuda no desempenho final! OS COMPONENTES Excêto os. integrados amplificado- res 2002; todos 05-outros coômponen: tes já devem ser bem-conheçidos dos leitores.e hobbystas. Para os iniciantes (ou-“esquecidinhos”.: ), umia: consul- ta atenta ao: TABELÃO. ÁPE resolve- rá-qualquer dúvida quanto.às pinagens, polaridades, leitura de valores, etc. Quanto aos Integrados de potência, a fig. 2 mostra suas “caras”, símbolo eí pinagem (parecem com transístores de potência comuns, da série “TIP”, po- “rém apresentam .5 pernas, algumas de- las: com “joelhos” que. permitem um - melhor afastamento e distribuição dos terminais. : ). 5 Os pinos centrais (3) dos 2002 cor. réspondem tanto à ligação de “terra” (negativo da alimentação) quanto à” própria conexão elétrica da lapela me- tálica dos. componentes. . . Observando novamente o “esquema” (fig. 1) o lei- tor notará que isso facilita sobremanei- ra a colocação do dissipador de calor, que póde então ser único para os dois ENTIRY. ns sata ENTN.INY 4 abs N Fig. à o Integrados,.e sem nenhum tipo de iso- lação (ver ilustração mais adiante. ..). Os componentes que apresentam posição certa para ligação ao circuito são: os integrados, o transístor, os dio- “ dos e os capacitores eletrolíticos. Atenção, portanto, quanto à pinagem dessas peças... A MONTAGEM «As figuras3,4, 5 e 6 dão todas as informações “visuais” nécessárias à perfeita e fácil montagem do AMPLIG 30W. Na fig. 3 ternos a distribuição de ilhas e pistas relativas à face cobreada da placa de Circuito Impresso. Como o desenho está em tamanho natural (es- cala 1:1) é fácil “carbonar” o lay-out para a confecção da placa (quem ad- MONTAGEM 32 — AMPLIFICADOR P/GUITARRA — 30 WATTS. quirir os componentes em KIT “foge” dessa confecção, pois já recebe a placa pronta e perfurada, absolutamente idêntica à da fig. 3). Antes de “tocar o barco” convém que o leitor iniciante faça uma leitura atenta do encarte INSTRUÇÕES GE- RAIS PARA AS MONTAGENS, que dá tódos os “macétes” necéssários. Na fig. 4.3 placa é já vista pelo lado não cobreado, com todos os compo- nentes principais posicionados. - A “sombra” do padrão cobreado existen- : te no outro lado da placa também é vista, de modo a facilitar a conferên- cia do posicionamento e ligação dos componentes, em relação ao “esque- ma” (fig. 1). Os-dois Integrados 2002 devem ficar com suas lapelas metálicas bem alinhadas, juntas à borda da pla- na, facilitando assim a colocação do dissipador, ao final. Observar. bem à codificação atribuída às ilhas perifé- Fig.3 Fig. 4 LISTA DE PEÇAS e2- Circuitos . Integrados 2002 (TDAZ002, LM2002, CA- 2002, uPC2002, etc.) 61 — Transístor BC549€( não se recomenda ' equivalências nêssa função) 92 Diodos 1N5404 ou equiva- lentes (parâmetros mínimos: S0Vx3A) e2-— Resistores de 470R x. 1/4 watt Resistor de 1K x 1/4 watt Resistor de 2K2 x 1/4 watt Resistor de SK6 x'1/4 watt Resistor de 330K x 1/4 watt Potenciômetro de 10K —li- near Potenciômietro de 100K — log. . 91 = Capacitor (disco cerâmico) de 100p €1— Capacitor (poliéster) de 10n 61 — Capacitor.. (poliéster) .de 10n. x 400 (ATENÇÃO “à voltagem) e1 — Capacitor (poliéster) de 4 91 =: Capacitor (poliéster) de 100n 61 - Capacitor eletrolítico de - 2u2x 16V 65 — Capacitores eletrolíticos de 10u x 16V. 91 — Capacitor 100u x 16V . 81 — Capacitor eletrolítico de 2.200u x 25V 91 — Transformador de força com primário para O-110- 220V. e secundário para 12- 0-12V x 20u3A 91 — Chave H-H tipo “110-220” (botão raso) , 61 — interruptor simples (ou cha: ve H-H standart e! — “Rábicho” (cabo de força com plugue C.A.). € — Cabo blindado (“shieldado”) mono — 1$a 20 cm. el-— “Jackão” (tipo “guitarra”) para a Entrada do AMPLIG 30W : 61 — Placa de Circuito Impresso específica para a montagem (94x 5,6em.) e — Fioesolda para as ligações. e 1 Placa plana de alumínio p/ dissipação (min. 9'x 4 cm) OPCIONAIS/DIVERSOS € Material. para a confecção. da caixa (madeira, tela, cola, para-. fuso, alça, pés de-borracha, pai- nel frontal, etc.) *.Knobs para os potenciômetros - d Alto-falante(s) — VER SUGES- TÕES ao final : eletrolítico de «tais MONTAGEM 32 — AMPLIFICADOR P/GUITARRA — 30 WATTS. mútua dos instrumentos ou fontes de sinal acoplados... Quanto à saída do AMPLIG 30W, ainda nada foi dito... circuito aceita bem impedâncias entre 2 8 ohnis, podendo:ser corisiderada' como uma boa “média”: á impedância” de 4 ohms. Assim; "qualquer. attanjo de alto-falante(s) chja impedância final tecaia nessa faixa, e-que possa: manejar uína potência de 50 watts (por segu- rança) é passível de ser acoplado com eficiência à saída do AMPLIG 30W! Nas figs. 7-B, 7-€ e 7-D são apresenta- das três sugestões: Simples e práticas. Em 7-B um único falante, de grandes dimensões (as que a caixa pérmitir) é usado. Se for um bom woofer, te- remos, no arranjo final, um excelente. amplificador para contra-baixo ou ui tarrá -de. acompanhamento (base). Em 7X£ o arranjo usa dois alto-falantes de dimensões médias (pode ser um woo- fer e um midrange) foimiando um conjunto para aplicações gerais (guitar- ta de acompanhamento ou de solo, órgão, microfone, etc.), Finalmente, em 7-D o sistema inclui um tweeter (devidamente acoplado por capacitor bipolar próprio) e um alto-falante 'de média ou grande dimensão. propor- cionando. um bom .amplificador. para guitarra solo ou qualquer outro ins- trumento de presença mais marcante - na banda. Em todos os exemplos e - sugestões, considerar que as wattagens indicadas são as mínimas para um funcionamento Seguro. “Muito bém: o - , Finalmente, quanto à caixa e-açã- bamento. final: do amplificador, a. fig. 8 traz uma sugestão prática e “clás- tica”, “com o módulo eletrônico e o(g) alto-falante(s) instalados num só container feito de madeira (compen- sado “ou aglomerado) revestida por mapa ou courvin na 'cor desejada. Ao alto dá parte. frontal pode ficar'o pai- nel de controle do”. AMPLIG:.30W CCjaque” de entrada, potençiômetros, chaves, etc.) e logo abaixo; protegi- do(s) por uma tela específica, 085) alto-falante(s). As dimensões gerais da caixa de- penderão muito do" número e tama- nho individual do(s) falante(s) utiliza- do(s). Uma alça reforçada no tópo e s de borracha (ou roldarias. . .)'na ase, tornarão o conjunto ainda mais práticoe “profissional”. . Enfim, com um custo bastante acçessível, montagem fácil é acaba- mento simples, o leitor terá um ex- -celente amplificador para fins “mu- sicais” (porém cuja sensibilidade, qua- lidade e potência permitem també outros usos. :.) que nada ficará de- vendo a unidades comerciais de preço relativamente elevado (e qualidade — quase sempré — duvidosa. ..). “e e o. . : Os leitores mais avançados e que já “transam” bem montagens de áudio, poderão facilmente adaptar apenas a parte de potência (ponte com" os:2 In- tegrados mais:os: controles. de -vôlume e tonalidade) como amplificador tipo slave para aplicações :gerais-em sonori- zação de alta qualidide. e onde são necessários, normalmente, diversos am- plificadores Ipcalizados, - recebendo o sinal através de uma linha de distribui- ção. corrétamente dimensionada. Esse sistema é muito usado em sonorização- - ambiente ou-mesmo para música ao “vivo em boates ou ambientes seme- lhantes, com excelentes qualida« norá; Cd ATUA REVISTA! A” N A À ua Auróra n ESQUEMAS AVULSOS - MANUAIS DE SERVIÇO - ESQUEMÁRIOS (para SOM, TELEVISÃO, VÍDEDCASSETE, CÂMERA, CDP) KITS PARA MONTAGEM (p/Hobistas, Estudantes e Técnicos) CONSERTOS (Multímetros, Microfones, Galvanômetros) FERRAMENTAS .PARA VÍDEOCASSETE (Mesa pára ajuste de postes, Saca cilindros) TESQUEMATECA 174/178 - Sta. Ifigênia - CEP 01209 - São Paulo - AURORA: É Ê SP - Fónes -222-6748 e 223-1732 ECCCCCcC cc cc cccccce<