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Guias e Dicas
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Aprendendo, Notas de estudo de Eletrônica

REVISTA N.43

Tipologia: Notas de estudo

2016

Compartilhado em 22/05/2016

eletronica-universalpp-2
eletronica-universalpp-2 🇧🇷

4.1

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| APRENDENDO [rscemo] (O) & PRATICANDO pré sistronica RARA HOBBYSTAS o PLACA PARA VOCÊ MONTAR O C BARRA PISCA & 1 - BARREIRA INFRA VERMELHO & (PROFISSIONAL) é 2 - TESÔMETRO é 3 - TESTA CABO/PLUGUE / 4 - FREQUENCIMETRO ' DIGITAL à 5- “BARRA PISCA” 6 - ANALISADOR DE CONTATOS ntarém.=. anzas2Rio Branco, Sai (PROFISSIONAL) Ed TO : , 8 - AUDIO-CHAVE MULTIUSO I DOS PROJETOS AE da HBLICADÕS, CO CcomMo hero CA patio EMPLO...) EINS psy Ciao Bio SE BRA pino x EIN, DE RÃ EM Er AC) DE TRA GANHAR, UNS, BONO, MROCADOS) UTILIZANDO APENAS O SEL TEMPO LIVRE ESSA É UMA ATIVIDADE “A qual NÃO EXISTEM RESTRI DA NOSSA PARTE ! AGORA... im, ia % O ENDEREÇO PARA CONTATO QUEREMOS VER, VOCÊ, NO FUTURO ESTA NA FRIMABIRÁ PAGINA MO EMPREBARIO DE SCI ESSO DA REV oa EM CONTATO, E E TROQUE TAS COM NOSSOS Frstenetas! 2 Instruções Gerais para as Montagens As pequenas regras e Instruções aqui descritas destinam-se aos principi antes qu. hobbystas ainda sem muita prática e constituem um verdadeiro MINI-MANUAL DE MONTAGENS, valendo para a realização de todo. e qualquer projeto de Eletrônica (sejam os publicados em A.P.E., sejam os mostrados em livros ou outras publicações...) Sempre que ocorrerem dúvidas, durante a montagem de qualquer projeto, recomenda-se ao Leitor consultar as presentes Instruções, cujo caráter Geral e Permanente faz com que estejam SEMPRE, presentes aqui, nas.primeiras páginas de todo exemplar de APE, OS COMPONENTES € Em todos os circuitos, dos mais simples aos mais complexos, “existem, basica- mente, dois tipos de peças: as POLARI- ZADAS c as NÃO POLARIZADAS. Os componentes NÃO POLARIZADOS são, na sua grande maioria, RESISTORES € CAPACITORES comuns. Podem scr liga dos “daqui prá lá ou de lá prá cá”, sem problemas. O único requisito é reconho- cerse previamente o valor (c outros parâmetros) do componente, para ligá-lo no lugar certo do circuito. O “TABE- TÃO” A.P.E. dá todas as “dicas” para à leitura dos valores e códigos dos RESIS- TORES. CAPACITORES POLIESTER, CAPACITORES DISCO CERÂMICOS, eto. Sempre que surgirem dúvidas ou “esquecimentos”, as Instruções do “TABELÃO” devem ser consultadas. 4Os principais componentes dos circuitos são, na maioria das vezes, POLÁRIZA. . DOS, ou seja. seus terminais, pinos ou “pemas” têm posição certa e única para serem “ligados ao circuito! Entre tais componentes, destacam-se os DIODOS, LEDs, SCRs, TRIACs, TRANSISTORES (bipolares, fets, unijunções, ete.), CAPA- CITORES ELETROLÍTICOS, CIRCUI- TOS INTEGRADOS, etc. É muito im- portante que, antes de se iniciar qualquer montagem, o leitor identifique correta- mente os “nomes” e posições relativas dos terminais desses componentes, já que qualquer inversão-na hora das soldagens ocasionará o não funcionamento do cir- cuito, além de eventuais danos ao pró- prio componente erroncamente ligado. O “TABELÃO” mostra a grande maioria dos componentes normalmente utiliza- dos nas montagens de AP.E, em suas aparências, pinagens e símbolos, Quan- do, em algum circuito publicado, surgir Um ou mis componentes cujo “visual” não esteja relacionado no “TABELÃO”, as necessárias informações serão fome. cidas junto ao texto descritivo da respeo- tiva montagem, através de ilustrações claras e objetivas. LIGANDO E SOLDANDO O Praticamente todas as montagens aqui publicadas são implementadas no sistema de CIRCUITO IMPRESSO, assim as instruções a seguir referem-se aos cuida- dos: básicos necessários à essa técnica de montagem. O caráter geral das recomen- dações, contudo, faz com que-elas tam- bém sejum válidas para eventuais outras técnicas de montagem (em ponte, em barra, ctc.). € Deve ser sempre utilizado ferro de soldar leve, de ponta fina, é de baixa “watta. gem” (máximo 30 watts). A solda tam- bém deve ser fina, de boa qualidade e de baixo ponto de fusão (tipo 60/40 ou 63/37). Antes de iniciar a soldagem;ãa ponta do ferro deve ser limpa, remô- vendo-se qualquer oxidação ou sujeira alí acumuladas. Depois de limpa c aque- cida, a ponta do ferro deve ser levemente estanhada (espalhando-se um pouco de solda sobre ela), o que facilitará o con- tato térmico com os terminais. GAs superfícies cobreadas das piacas de Circuito Impresso devem ser rigorosa mente limpas (com lixa fina ou palha de aço) antes das soldagens. O cobre deve ficar brilhante, sem qualquer resí- duo de oxidações, sujeiras, gorduras, etc. (que podem obstar as boas solda- god. Notar que depois de limpas as ilhas e pistas cobreadas não devem mais ser tocadas com os dedos, pois as gor duras e ácidos contidos na transpiração humana (mesmo que as mãos pareçam limpas c secas...) atacam o cobre com grande rapidez, prejudicando as boas soldagens. Os tetminais de componentes também devem estar bem limpos (se pre- ciso, raspe-os com uma lâmina ou esti- lete, até que o metal fique limpo e bri- lhante) para que a solda “pegue” bem... € Verificar sempre se não existem defeitos no padrão cobreado da placa. Constatada alguma irregularidade, ela deve ser sana- da antes de se colocar os componentes na placa. Pequenas falhas no cobre podem ser facilmente recompostas com uma gotinha de solda cuidadosamente aplicada. Já eventuais “curtos” entre ilhas ou pistas, podem ser removidos ras- pando-se o defeito com uma ferramenta de ponta afiada. 6 Coloque todos os componentes na placa orientando-se sempre pelo “chapeado” mostrado junto às instruções de cada montagem. Atenção aos componentes POLARIZADOS c às suas posições rela- tivas (INTEGRADOS, TRANSISTORES, DIODOS, CAPACITORES ELETROLI- TICOS, LEDs, SCRs, TRIACs, etc). * 0 Atenção também os valores das demais peças (NÃO POLARIZADAS). Qualquer dúvida, consulte os desenhos da respec- tiva montagem, e/ou o “TABELÃO”, e Diante as soldagens, evite sobreaque- cer os componentes (que podem danifr car-se pelo calor êxcessivo desenvolvido numa soidagem muito demorada). Se uma soldagem “não dá certo” nos pri meiros 5 segundos, retire O ferro, cspére a ligação esfriar e tente novamente, com calma e atenção. O Evite excesso (que pode gerar corrimen- tos e “curtos”) de solda ou falta (que pode ocasionar má conexão) desta. Um bom ponto de solda deve ficar liso é bri lhante..do terminar. Se a solda, após esfriar, mostraise mgosa e fosca, isso indica uma conexão mal feita (tanto elé- trica quanto mecanicamente). e Apenas corte os excessos dos terminais ou pontas de fios (pelo lado: cobreado) após -rigorosa conferência quanto aos valores, posições, polaridades, etc, de todas as- peças, componentes, ligações periféricas (aquelas externas à placa), 8te, É muito difícil reaproveitar ou cor nigir a posição de um componente cujos terminais já tenham sido cortados. S ATENÇÃO às instruções de calibração, ajuste € utilização dos projetos. Evite a utilização de peças com valores ou carac- torísticas diferentes daquelas indicadas na LISTA DE PEÇAS. Leia sempre TODO o artigo antes de montar ou utr lizar o circuito. Experimentações apenas devem ser tentadas por aqueles que já têm um razoável conhecimento ou prá- tica e sempre guiadas pelo bom senso. Eventualmente, nos próprios textos des- critivos existem sugestões para experi- mentações. Procure seguir fais sugestões se, quiser tentar alguma modificação... O ATENÇÃO às isolações, principalmente nos circuitos ou dispositivos que traba- Mem sob tensões cfou correntes eleva das. Quando a utilização exigir conexão direta à rede de C.Á, domiciliar (110 ou 220 volts) DESLIGUE a chave geral da instalação local antes dé promover essa conexão. Nos dispositivos alimen- tados com pilhas ou: baterias, se forem deixados fora de operação por longos períodos, convém retirar as pilhas ou baterias, evitando danos por “vazamen- to” das pastas químicas (fortemente corrosivas) contidas no interior dessas fontes de energia). “TABELÃO APE: RESISTORES Cameirones roLESTER cameimaes esco ELO . ” » ALGAnisMo s Ns o Dre o RR q RO sis pressas SO ESCASS [> mucriruicapom q85 SE EEE muirinucanon = E sig ú . e “> ToLERÂNCIA — AESS = rocerância z E Faxes won eu ouus : tensão Lorem Deus ramas NESPARAOS 71 vaLoR eu T Picoraos T Exeuetos ieza CODIGO zIo206 — Tica cor fixas Glfixo 4Biaxa coóDIGO TicRes = TICe3S táeza 7 TOLERÂNCIA preto o = —— [cor taxas Jofoixa 4Mtaixa 58 faixa EA martom 1 x10 1% vermelho » 2 x100 0 2% ATÉ 10pF ACIMA DE 105F - 2 - o! laranja 3 x10007 3% feeio O oa R amarelo 4 x10900 ar querem + “00 — - verde 5 x 100000 [vermelho 2 x100 — 250V ÀB = D10pF F = 1% M= 20% sflk azul 8 x 1000000 - Faranja 3 x 10900 — - - a+ - violeta 7 - Do Jameo 4 xico — amv [O =025F G= 2% P = 400% — 0% cinza 8 - eye 5 1000 — - |D=05pFH= 3% S=+ 50% - 20% Exeuetos branco 8 - o 6 xi eve -re J- sm 2-+6%-208) Teme-ricne ouro - x01 5% [voe 7 - - - e. º . prata - *001 10% |cinza 8 - - - [Sm K= 10% femcor) — - w% |bano O - mm plopos EXEMPLOS. Exeueos EXEMPLOS = K EXEMPLOS EXEMPLOS “| une mannom | AMARELO | VERMELHO EXEMPLOS ER MARROM | VERMELHO | MARROM PRETO | VIOLETA | VERMELHO A meça PRETO | VERMELHO PRETO LARANJA | VERMELHO | AMARELO arK 4,7 KpE (ân7) 10% + Th aoos MARROM | LARANJA VERDE BRANCO | PRETO BRANCO | 223M 22KpF |z2nF) 2% tt soos ouro PRATA MARROM | VERMELHO | AZUL AMARELO | 1914 100pF x iu soor 08 =ra 1M9 10KgF (10nF)| 4X7pF (4n7) |220KpF 1220069] 103M 2 | 10KpE tIONÉ) 20% 6% 10% 1% 10% 20% 10% > Led 260 v 830 v 400 v TRANSISTORES GIPOLARES a e Era k SÉRIE co 2 nen ] PAP V A EN E E Ten E EN Séme a . é a o a e > SE E o EVA A . Es == Pro id | Es E EXENPLOS nem rap ExeuLo Exeueros Exeupios cce gc66 Br 494 (Nm nen PxP MPN rue Es Em | melão E nes nest ana me | qa tinto : nos TRANSISTONES rericamim ICT: e o CAPACITORES ELETROLÍTICOS - + ro — aaa F — aRiaL = aasiaL cincúvtos intESRADOL . 1 1 z ares BSENSSS DT BEMBENIS | BEISBIANEHO o taim- por vistos eco ema — excurtos regerrero ouoeros VE: ea ss8- fo- 30 | “001-40n- 4013- 4093 VISTOS POR CIMA- EXEMPLOS yo LHSEDNO — LH 366 Lu szartuaso-4089-TBye2o | 0i7-4048-4060- | imsota- Lu 3sis-roRroGa DIDO ZENER FOTO-TRANSÍSTOR Nic -ELETRETO PICHAS 2 taimed c “m [5 + 1 5 aa | extumo “E, am Fãs q 1 RR — Tuts q T Y A cenfuico pLástico Nu = J Bcsem GE ACRESCENTADO E] mobiFICADO (ORIG.22) Massa ANEGI LINHA “PARALELA” COM QUANTOS SENSORES NA SE QUEIRA RELÉ aa 1 cont REVERS, (3) RELÊ govec 2 CONT. REVERS. Bos» 10xs cigagRa ca ta”, embora altamente vantajosa, na maioria dos casos, exige um certo fee- ling, uma boa dose de malícia e de pré- conhecimentos sobre os itens procura- dos, caso contrário o “tiro pode sair pela culatra”... Pelo código que Você enviou, identificamos os relês como produzidos pelo conceituado fabricante “A, Zet- tler”, contendo dois contatos reversí- veis, bobina com Resistência de 10K8, para uma Tensão CC de 90V... Prova- velmente trata-se de linha “desconti- huada”, e que assim surge para venda nas lojas em condições bastante favorá- veis de preço... Como Você garante que todas as peças em seu poder estão boas (a compra de. material “reaproveitado” ou “reciclado”, em lojas de “sucata”, exige cuidados redobrados, também possa - sob muitos aspectos - ser considerada muito vantajosa pará O Hobbysta ou profissional de poucos re- cursos...) vamos abrir uma exceção às normas do CORREIO (Você “chora- mingou” com tanto talento, que quase levou às lágrimas o pessoal do Labo- ratório...), mostrando um forma prática, barata e efetiva de bem aproveitar os ci- tados componentes. num sistema simples de alarme... Veja a fig. B, em cujo dia- grama o “seu” relê está plenamente uti- lizado, anexando-se apenas poucos componentes externos... O conjunto forma um simples alarme do tipo ““tra- vante” (uma vez acionada, pelo mo- mentâneo fechamento de quaisquer dos embora : sensores N.A. da linha paralela , assim ficará, até que seja premido o botão de RESET - também um push-button tipo N.A). Note que os 90 VCC (sob a ne- cessária Corrente) são obtidos “quase” que diretamente da rede C.A, local, reti- ficada pelo diodo IN4004, filtrada pelo capacitor de 2u2 (não polarizado, de po- liéster) e “atenuada” pelo resistor de 2K7 x SW. Observe que os valores do resistor (asterisco dentro de um pequeno. círculo) e do capacitor (idem) estão Con- dicionados para rede de 110V, Se a rede for de 220V, os valores respectivos de- verão ser: 4K7 x 5W e 2u2 x 400V... O dispositivo sonoro (controlado por um dos conjuntos de contatos do rel po- de ser desde uma simples cigagra (para 110 ou 220 VCA, conforme a Tensão da rede local) até sirenes poderosas (desde que “alimentáveis” pela citada rede C.A. local..). “Acompanho APE desde seu primeiro número (e também acompanhei as Revis- tas que o Prof. Bêda Marques e equipe anteriormente produziam para outra Editora). Vi, em APE, um projeto de DETETOR DE METAIS, sobre o qual queria maidres- explicações» Comprei um DETETOR DE METAIS “para- guaio”, com o qual, garimpando no meu próprio quintal, encontrei 31 gramas de ouro 18 quilatesa O meu DETETOR, no emanto, apresentou problemas e “queimou”. Peço que me enviem o pros jeto completo do DETETOR original mente publicado na antiga Revista DCE nº 28 e, em contrapartida, promeio en- “ viar metade de todo o dinheiro arreca- dado.” - Samuel E, da Silva - Maraca- naú - CE. Antes de mais nada, o Prof, Bêda Mar- ques e a Equipe agradecem, sensibiliza- dos, pela fidelidade e acompanhamento durante todos esses anos, “atravessan- do” várias publicações e Editoras, “sem largar a gente”... A turma por aqui achou absolutamente fantástica a sua sorte em econtrar (no próprio quintal!!!) ouro já purificado (uma pepita, ou mes- mo uma “poeira”, já em 18 quilates, simplesmente “não é mole”). Tem gente que, Tealmente, nasceu com a popa dire- cionada para Selene...! Quanto ao projc- to completo de DETETOR DE ME- TAIS, APE mostrou, em mais de uma oportunidade, montagens do gênero: consulte os nºs 10 (pág. 40) e 25 (pág. 35), além do nº 36 (pág. 12) que Você terá um bom leque de opções, em varia- dos graus de sofisticação e sensibilidade! Todos os citados projetos foram mos- trados de forma completa, com lay out dos respectivos Circuitos Impressos e instruções detalhadas (além de estarem - conforme confirma a Concessionária exclusiva EMARK ELETRÔNICA - veja anúncio em outra parte da a presente >>>22>>>22>>>>>>2>>>>2> ESQUEMAS AVULSOS - MANUAIS DE SERVIÇO - ESQUEMÁRIOS (para SOM, KITS PARA MONTAGEM (p/Hobístas, CONSERTOS (Mesa para Es Q e À A tMultímetros, Rua Aurota 0º 17/178 « Sta Ifigênia - CEP OIZ09 - TELEVISÃO, VÍDEOCASSETE, Microfones, FERRAMENTAS PARA VÍDEOCASSETE ajuste de postes, UEMATECA CAMERA, Estudantes e Técnicos) Gaivanômetros) Saca cilindros) AURORA São Paulo - SP - Fones - 220-2799 cor) cce! CCCCcCAC cAc. | ToouE s O) h, —B s-e-nev 5 E s A x —- 2 4 a NF l TR | SE . nm) E c bapricação E a [ eo tom E APE - disponíveis na forma de KIT...). Agora quanto à “modesta” contribuição de 50% do que “faturar” com o ouro encontrado, Sam, abrimos mão, já que aqui todos trabalham unicamente por amor e esse negócio de grana nem passa pela nossa cabeça... No entanto, se Você insistir muito, aceitaremos (a contra- gosto), prometendo encaminhar todo o recebido para Instituições de Caridade, como. a AARTAPE (Associação de Apoio aos Redatores e Técnicos de APE..). “Gostaria de agradecer muito pela pu- blicação de mais um dos meus projetos (BIESTÁVEL DE POTÊNCIA COM RELÊ - APE nº dO - pág. 44) Atên- dendo ao “convite” para mandar mais colaborações e idéias, aqui está mais um BIESTÁVEL, dotado de relé de saida, e mostrando a vantagem do acionamento por toque (feito sobre uma pequena su- perfície sensora, metálica...). À cada to- que o estado do circuito se inverte (LI. GA-DESLIGA-LIGA, etco.). Na criação do projeto, aproveitei o método de dis- paro do 555 mostrado na “aula” nº 14 da Revista ABC DA ELETRÔNICA... Estruturei o 555 como MONOESTÁ- VEL, dando um período de 0,5 segundo, aproximadamente, mais do que suficiente para acionar o 4017, que está circuitado em sequencial de apenas 2 canais (fun- cionando, portanto, como BIESTÁ- VEL,.). Um transfstor acoplado ao pino 3 do 4077 (satda “T" do Integvado) ativa o relê. A segunda saída do 4017 não tem conexão, mas a terceira (pino 4) aciona o pino de reset (15); rearmando a se- quência de duas fases do BIESTÁVEL... Para um funcionamento consistente, é necessário observar uma “carência” de pelo menos 0,5 segundo entre um acio- namento e outro. O circuito aceita ali- mentação de 6V, 9V ou I2V, com a sim» ples adequação do relê e do valor de RX (resistor limitador do LÉD piloto..), conforme a Tabelinha anexa. O con- suwno é baixo (ditado, gasicamente, pelo que o relê “puxar ..) e a alimentação pode até ser “roubada” do circuito ou aparelho que vá ser controlado. - Fe- lipe Nascimento Martins - Vitória - ES O Felipe é sempre um “poço” de boas idéias (já teve mais de um projeto dele, | mostrado nas páginas de APE...) e, co- mo bom experimentador, gosta de com- partilhar suas conclusões com a Turma! Que sirva de exemplo aos demais Leito- res/Hobbystas . (podem mandar suas idéias, que a gente mostra, desde que haja espaço para tanto, e que o colabo- rador tenha a devida dose de paciência, já que a demora é inevitável...) O dia- grama do projeto do Felipe está na fig. €, e os colegas devem levar em conside- ração a Tabelinha: . 7 PACOTES ECONÔMICOS (ELETRÔNICOS) OFERTÃO !!! Os mais variados tipos de PACOTES!! Todos com os mais úteis e variados componentes DIODOS TRANSÍSTORES PACOTE N? 17 PACOTE Nº11 100 Peças. Com os mais diversos BC'se BF's. parausoem oseiladores - drives - 100 Peças. 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Uma barra ou linha, com seis LEDs, se iluminará de forma pro- porcional à “intensidade elétrica” (parametrada pela queda na Re- sistência...) do beijo, proporcio- nando uma avaliação bastante con- fiável de quanto estão, os dois, “babando” um pelo outro! - FIG. 1 - O CIRCUITO - Toda a medição de Resistência entre os contatos/sensores (anéis “H” e “M”, para o Homem e a Mulher...) é feita por um único Integrado da “família” digital C.MOS, código 4049B... Este contém 6 gates simples inversores que, no caso, não são usados bem “digitalmente”, mas como inter- pretadores de. “degraus” de “Tensão numa escala analógica, ou. seja: como comparadores em “de- graus”... Os tais “degraus” de Tensão são previamente determi- nados por uma “fila” de resisto- res de 220K, de modo que a en- trada (pinos 14-11-9-7.5-3) de cada gate receba um determinado e fixo percentual da “voltagem” aplicada sobre toda a fila... Na extremidade positiva dessa fila de resistores de referência, um resis- tor fixo de IM2 e um potenciôme- tro de 2M2 permitem ajustar den- tro da faixa ampla e confortável, a sensibilidade geral dogconjunto... Observem, agora, que a “Re- MONTAGEM 209 - TESÔMETRO sistência”” aplicada entre os pon- tos “H” e “M” (na extremidade negativa da fila de resistores...) será, justamente, aquela encontra- da entre os anéis sensores, a qual - por sua vez - é determinada pelo valor ôhmico momentaneamente mostrado pelos corpos dos dois participantes do beijo, além de ser inversamente proporcional à in- tensidade da “pressão física” que seus lábios estejam exercendo, um sobre o outro! Assim, quanto me- nor for o valor ôhmico entre os pontos “H” e “M”, mais entradas de gates atingirão nível “baixo”, suficiente para 'que suas ações in- versoras determinem estado “al- to” nas respectivas saídas (pinos 15-12-10-6-4-2). Cada uma das citadas saídas aciona um LED (sempre protegidos por resistores de 820R...), de modo que, “no sentido” Ll para L6, os “ditos LEDs se acenderão, em “'de- graus” proporcionais à queda do valor ôhmico entre os sensores! Tudo muito simples, direto! A alimentação fica por conta de uma bateriazinha de 9V, que - durará bastante (salvo se os beijoqueiros forem do tipo que não se desgru- dam, e fiquem se abocanhando por horas e horas com a intenção mal disfarçada de constarem -do Guiness...) uma vez que o consu- mo é moderado... - FIG. 2 - LAY OUT ESPECÍFICO DO CIRCUITO IMPRESS - padrão cobreado da plaquinha é simples e não deverá gerar gran- des dificuldades à confecção por parte do Leitor, mesmo se este for um principiante. A figura mostra o lay out em tamanho natural, fa- cilitando a cópia direta... Como sempre, enfatizamos que o “se- gredo do sucesso”, nessa fase da montagem, é a rigorosa conferên- cia ao final da confecção da pla- ca, já que eventuais defeitinhos podem, facilmente, ser corrigidos 2204 p20x 220% amor 220% IMz 2M2 Figo e 1- Circuito Integrado C.MOS 4049B * 6-LEDs, vermelhos, redon- dos, S mm (a critério do montador, outro formatos, . tamanhos e cores também podem ser utilizados...) e 6 - Resistores 820R x 1/4W e 5 - Resistores 220K x 1/4W e 1- Resistor IM2 x 1/4W e 1 - Potenciômetro 2M2 e 1- “Clip” para bateria de 9V e 1 - Placa de Circuito Impresso específica para a montagem (6,6x 4,3 cm.) e -Fioe solda para as ligações e1-Caixa para abrigar o circui- to, São muitos os contai- ners padronizados, de con- venientes dimensões, exis- tentes no varejo especiali- zado. Pelas dimensões da placa e da bateria, reco- mendamos usar aquela cai- xinha que parece um pe- queno (com o perdão da palavra...) ataúde... * 1 - Knob, pequeno, para o po- tenciômetro *2- Anéis metálicos (de pre- ferência em material ino- xidável - aço, por exem- plo...) com dimensões in- ternas que permitam a fácil inserção num dos dedos de qualquer pessoa... * -Cabagem longa e flexível para a ligação dos anéis sensores (cabinho nº 22 ou 24, isolado, multi-fraciona- do, é uma boa) e - Caracteres adesivos, de- calcáveis ou transferíveis (tipo “Letraset”) para mar- cação da escala de LEDs, 10 MONTAGEM 209 - TESÔMETRO Fig.2 hos 5a E “O EB nm Po | O! nr pe É O et o -: s 3 * Fig3 TES tado vos componentes vista ()—— ANÉIS METÁLICOS Fig.4 nesse estágio, enquantg, que - de- pois dos componentes Soldados - qualquer eventual correção fica muito mais complicada, Quem ti- ver dúvidas sobre a confecção e utilização de placas de Circuito Impresso, deve consultar as INS- TRUÇÕES GERAIS'PARA AS MONTAGENS (lá no começo da Revista...). - FIG. 3 - CHAPEADO DA MONTAGEM - A placa, agora, é vista pelo seu lado não cdbreado, já com todas as peças principais inseridas... Atenção aos seguintes pontos: - Posição do Integrado, referencia- da pela sua extremidade marcada, - Posição dos 6 LEDs, todos eles com os terminais de catodo (que . são referenciados pelo lado chan- frado da base do componente, efou pela “pema” mais curta) voltados para a borda da placa. - Valores dos resistores, em função das posições que ocupam na placa (qualquer “troca de lugar” arrui- nará O funcionamento do TESÔ- METRO, eventualmente fazendo com que um casal super-apaixo- nado dê indicações. muito fracas, feito um par de desinteressados, ou com que uma dupla que não se suporte gere medições apenas compatíveis com aqueles casais de revistinha pornô...). Terminadas as soldagens (quem ainda *“vacilar” na leitura dos va- lores de resistores, pode recorrer ao TABELÃO APE, sempre lá no início da Revista...), tudo deve ser conferido, podendo então se- rem cortados os excessos ou so- bras de terminais, . pelo “outro”? lado da placa... - FIG. 4 - CONEXÕES EXTER- NAS À PLACA - O circuito Im- presso, na figura, continua visto pela sua face não cobreada, a mesma que contém os componen- tes (como na fig. anterior)... Ape- nas que agora a ênfase'encontra- se nas ligações periféricas ou ex- ternas. Atenção à polaridade da alimentação e às conexões ao po- tenciômetro (notem que o dito cu- jo, na ilustração, é visto frontal- mente - como se fosse observado pelo eixo...). As ligações aos anéis sensores são simples, ape- nas considerando que os compri- mentos dos fios deve ser em di- 'mensões confortáveis (não muito curtos). A soldagem dos anéis, propriamente, deve ser' deixada para o final, depois do conjunto ser acomodado na caixinha esco- lhida, de modo a facilitar as ope- rações... Ainda quanto aos tais anéis, se estes forem de metal on- de a solda “pega” facilmente, tu- do bem... Caso contrário, um pouco de “fluxo” deverá ser apli- cado nós pontos de soldagem... Existem, no varejó especializado “químicas” que permitem à solda convencional (de chumbo/esta- nho) “pegar” até em alumínio... Pesquisem e providenciem, se for ocaso... - FIG. 5 - O ACABAMENTO DO TESÔMETRO - O lay out exter- nó proposto na figura parece-nos bastante adequado e elegante, além de tomar fácil o uso e a in- terpretação das indicações do TESÔMETRO. Se o container sugerido for utilizado, o próprio alinhamento dos LEDs, a partir 12 FREQUENCÍMETRO DIGITAL - O FREQUENCÍMETRO DIGIH TAL (FRED) - Já conveisamos sobre tal problema, aqui em APE, várias vezes: O que mais “assus- ta” o iniciante em Eletrônica, Hobbysta, Estudante, “candida- to” a Profissional e mesmo Téc- nicos em início de carreira, é o CUSTO dos inevitáveis instro- mentos de medição e teste! Os instrumentos de fabricação nacio- nal, embora bons na sua qualida- de, mostram preços de “arreben- | tar” o orçamento de qualquer um... Já os importados (incluindo nessa categoria aqueles que en- tram no País por vias não “regu- lares”...), embora na maioria das vezes possam ser obtidos a preço vantajoso, carregam o sério pro- blema da inexistência de ..As- sistência Técnica, além de, fre- quentemente, conterem compo- nentes não padronizados, ou não encontráveis no mercado nacional (dessa forma, nem mesmo o pró- prio dono do aparelho, conseguirá efetuar uma manutenção, troca de peças, etc., quando isso tornar-se necessário...). Nós, de APE, sem- pre tivemos os olhos voltados pa- ra esse assunto, procurando aten- der às necessidades do Leitor na 1 área de instrumentação, com a FCOM ISSO ESTUPRAR O BOLSO, publicação periódica de projetos [ici ps simples, baratos, úteis e efetivos, TAS MAIS AVANÇADOS. E - ii - MINI-GERADOR DE BARRAS - SEGUIDORFINJETOR DE SINAIS dentro da dita área... Basta uma “ppp, C/AMPLIFICADOR Dl: BANCA- olhadinha” na sua coleção, caro MIcROTESTE UNIVERSAL DA Leitor, para comprovar o que es- PITRANSÍSTORES - FONTE REGULÁVEL ESTABILI- tamos afirmando... S6 pra lem- . MICRO-PROVADOR DE CONTI- ZADA (0-12W x I-24) brar, aí vão alguns dos projetos NUIDADE - PROVADOR AUTOMÁTICO DE “de bancada” já publicados: - TESTA-TRANSÍSTOR (NO CIR- TRANSÍSTORES E DIODOS Curto) - WATIÍMETRO PROFISSIONAL. MONTAGEM 210 - FREQUENCÍMETRO DIGITAL 8 Figil ILERAO FORMA DE ONDA MCDI98K fá) y jo MCDIDOK EE E) 6] s NColdek 2ix220R 4TOR st0k s. 5] BA dA Ff F áezoon NT 4 ' 2 ho POSITIVO » DA ALIMENT . VI NEGATIVO: DA, ALIMENT IP TERRAS) - MÓDULO P/MULTITESTE - MICRO-TESTE CA. - MÓDULO —FREQUENCÍMETRO P/MULTITESTE - MÓDULO UNIVERSAL DE ME- DIÇÃO DIGITAL - TESTADOR P/CRISTAIS OSCI- LADORES - SUPER-FONTE REGULADA (i2V x54) - MINLINJETOR DE SINAIS CAPACÍMETRO Esse bom “leque” de montagens na área de instrumentação, tem permitido ao Leitor equipar a sua Bancada com instrumentos “feitos em casa”, porém com qualidade e desempenho equivalentes aos de produtos comerciais muito mais caros! Agora chegou a vez do utilíssimo . e muito importante FREQUENCÍMETRO DIGITAL - 2 FAIXAS (FRED), na forma de um módulo que tanto pode ser usado independentemente, de forma autonôma (já que embute tudo, desde a circuitagem de en- trada, medição, calibração e dis- play...), quanto ampliado, em suas potencialidades, pela simples ane- xação de prescakrs (módulos “multiplicadores de faixa”, apli- cados à Entrada do sistema). As faixas básicas atingem 1KHz e 1MHz, suficientes para a grande maioria das aplicações que envol- vam áudio, instrumentos musicais eletrônicos e muitas as aplicações digitais costumeiras... Mesmo aplicações que envolvam RF, na sua faixá' correspondente a “On- das Médias”, por af, poderão ser avaliadas com o FRED, direta- menté! Q mais importante, contu- do, é que tal desempenho foi ob- tido a partir de um circuito extra- simples, baseado em meia dúzia de Integrados super-comuns, en- contráveis em qualquer Loja de componentes. Para as necessida- des do Hobbysta Avançado, ou mesmo dó Estudante ou Técnico iniciante, o FRED cumprirá suas finalidades a partir de uma mon- tagem descomplicada, estabeleci- da sobre duas placas pequenas e “descongestionadas””, que resulta- ram num módulo elegante! Bem acondicionado num container, o FRED não fará ninguém “passar “vergonha”, nem em termos pura- mente visuais e estéticos, nem no que “diz respeito ao seu desempe- nho! - FIG. 1 - O CIRCUITO - Como o . funções dos blocos principais e projeto destina-se à turminha dos mais “avançados”, não vamos de- talhar muito os aspectos teóricos do funcionamento, atendo-nos às teoria geral do circuito... O pri- meiro bloco está centralizado no transístor BC549C e nos dois ga- tes (delimitados pelos pinos 1-2-3 e 4-5-6) de um Integrado C.MOS 4001... Sua função é receber os sinais cuja Frequência deverá ser medidá ou “contada”, normali- zando tanto a impedância, quanto o nível e o formato da onda, de modo a adequar tais parâmetros à interpretação dos posteriores blo- cos digitais... Com o auxílio dos componentes passivos anexos (re- sistores, capacitores...), esse blo- co mostra, no pino 4 do 4001, um trem de pulsos rigorosamente re- tangulares, com nível máximo, fi- xo, de SV, na mesma Frequência do sinal aposto à Entrada geral “E”... Uma vez devidamente normalizado ou “conformado”, o sinal é encaminhado a uma se- quência de três contadores de dé- cada, cada um deles centrado num Integrado C.MOS 4026, e com os “resultados” numéricos das res- pectivas contagens mostrados di- MONTAGEM 210 - FREQUENCÍMETRO DIGITAL 15 lh k é RED B É Fig3 Fig.4 MONTAGEM 210 - FREQUENCÍMETRO DIGITAL cias, respeitados os parâmetros elétricos e mecânicos ora mencio- mados. Dos pontos devem ser considerados: boa luminosidade e baixo: consumo (alguns displays importados, além de serem co- mercializados a preço paradoxal- mente menor dop que os nacio- nais, atendem melhor a tais requi- sitos... Assim, é bom “fuçar” bem nas Lojas, e - se possível - solici- tar um teste, no momento da com- pra...). A figura mostra a identifi- cação da pinagem num display padrão (10 pinos), olhado pela frente, e tendo o seu ponto deci- mal (indicador não usado no FRED) posicionado no canto in- ferior direito... - FIG. 3 - LAY OUT DO CIR- CUITO IMPRESSO DA PLACA DOS DISPLAYS (B) - Para que mecânica, elétrica e esteticamente o FRED ficasse bonito, prático, fácil de montar, simples de “en- caixar” e confortável de usar, op- tamos pela implementação da mom tagem sobre duas placas, final- mente dispostas em “LL”... Uma delas contém o circuito principal (placa A), e a outra contém ape- nás os displays (placa B). Na fi- gura vemos o padrão de ilhas .e. pistas cobreadas apenas da placa B (dos displays). O desenho é simples (está em escala 1:1, tama- nho natural, portanto...) e não de- verá fazer ninguém “arrancar os cabelos” na sua confecção... O único ponto importante (além da conferência final, para ver se não restaram pequenas falhas ou “cur- tos”...) é respeitar rigorosamente as posições das ilhas, uma vez que os displays apresentam termi- nais muito curtos e Pouco flexf- veis (simplesmente não dá para “acochambrar” as coisas, na hora da inserção, se tudo não estiver perfeito...). Observar a barra de 22 ilhas junto a uma das bordas maiores da plaquinha, Esse con- junto de contatos destina-se ag “interfaceamento” com a outra placa, via conjunto de pinos cone- tores em “L”, conforme veremos mais adiante... - FIG. 4 - CHAPEADO DA PLA- CA “B” - Agora pelo “outro” la- do, a mesma placa B já é vista com os três displays inseridos. Observar obrigatoriamente as po- sições dos pontos decimais, sem- pre nos. cantos inferiores direitos (se isso não for feito, as indi- cações ficarão totalmente ““ba- gunçadas” e o Leitor/Hobbysta verá iluminados não algarismos, mas símbolos e “desenhos” abso- lutamente sem sentidos...). Notar ainda a identificação codificada junto aos 22 contatos da barra de inter-conexão... - FIG. 5 - LAY “OUT DO CIR- CUITO IMPRESSO DA PLACA PRINCIPAL (A) - Embora inevi- tavelmente maior (com relação à placa B), o Circuito Impresso da placa principal é ainda simples, sem excessivos “congestionamen- tos” ou densidade... Também em escala 1:1, o padrão de ilhas e vendo o Leitor observar apenas os “velhos” cuidados com a perfeita disposição das ilhas dos Integra- dos, das ilhas da barra de conexão interplacas (alinhadas junto a uma das bondas menores da placa) e ainda das várias trilhas estreitas (convém conferir tudo várias ve- zes, durante as etapas da con- fecção, após a traçagem, depois da corrosão, após a furação e lim- pesa, etc., de modo a não deixar “escapar” nadinha...) Lembra sempre que da perfeição da placa depende praticamente todo o su- cesso fou insucesso...) de qual- quer montagem, das mais simples às mais complicadas... - FIG. 6 - CHAPEADO DA PLA- CA “A” - O outro lado (não co- breado) da placa A, agora mos- trando a colocação de praticamen- te todas as peças do circuito (sal- vo os displays, que ficam na outra placa, e os chaveamentos, exter- nos...). Observar com MUITA ATENÇÃO a colocação dos componentes polarizados: Inte- grados, transístor e capacitores eletrolíticos... Os Integrados estão referenciados pela sua extremida- de marcada (o 7805 tem sua lape- la metálica voltada para o interior da piaca...), o transístor tem, para “ajudar”, o seu lado “chato”, e os eletrolíticos contém marcações da polaridade, sobre seus próprios corpos... CUIDADO para não trocar valores de resistores ou ca- pacitores em função das posições que ocupam na placa... Mais uma coisa IMPORTANTE: não esque- cer nenhum dos 12 jumpers (sim- - ples pedaços de fio interligando dois pontos específicos...), que - no chapeado, estão codificados de H a 312... Se qualquer dessas li- gações “faltar”, o FRED não funcionará... Observar ainda as posições bem acessíveis dos dois trim-pots (cuidado para não inver- ter os valores dos ditos cujos...), as ilhas periféricas destinadas à chave de faixas, conexões de En- trada e alimentação e - finalmen- te, a codificação adotada para a barra de ilhas periféricas junto a uma das bordas menores da placa, destinadas justamente ao “casa- mento” com a outra placa (B) via. conetor em “L” (explicações vi- suais mais adiante,..). Embora, obviamente, a mon- tagem do FRED não esteja direcio- nada para principiantes ainda muito “verdes”, é certo que todas as re- comendações contidas nas INS- TRUÇÕES GERAIS PARA AS MONTAGENS e também as identi- ficações facilitadas no TABELÃO APE (tais encartes estão sempre nas primeiras páginas da Revista) devem ser rigorosamente observa- das, antes, durante e após as solda- gens e conferências... Apenas quando tudo estiver suficientemente conferido e verifi- cado, é qué as sobras de terminais e “pernas” de coinponentes deverão ser cortadas, pelo lado cobreado... - FIG. 7 - INTERCONEXÃO DAS DUAS PLACAS - A figura ilus- tra com clareza como as placas A e B são interligadas elétrica e me- Canicamente... A barra de coneto- res em “L”, originalmente “do- brados” a 90º, e dispostos numa alinha com afastamento de 1/10” entre segmentos, funciona com prático interface... Sua soldagem 18 MONTAGEM 210 - FREQUENCÍMETRO DIGITAL BLINDADO « uizasem e.erova tvivor GUJACARÉ (TERRA! Fig.9 do jaque de Entrada... Também na figura temos a sugestão óbvia pa- ra o cabo de prova/medição, tipo coaxial, dotado numa extremidade do conveniente plugue RCA e na outra, “dividido” em uma ponta de prova longa (ligada ao condu- tor “vivo”...) e uma garra “ja- caré” isolada (ao condutor ““ter- ra”, ou malha do cabo.. facilitar o uso, o cabo de medição não deve ser muito curto (cerca de 1 metro é um bom parâme- tro. - FIG. 10 - A (IMPORTANTE) CALIBRAÇÃO - As duas faixas (1 KHz e 1 MHz nas suas máxi- mas indicações...) devem ser in- dividualmente calibradas, através dos respectivos trim-pots,.. Desde já avisamos: toda a precisão e confiabilidade do FRED, nas fu- turas medições, dependerá unica- mente da rigorosa calibração ini- cial (só precisa ser feita uma vez...) das faixas, portanto... Em 10-A vemos um arranjo simples para obter uma Frequência de re- ferência bastante confiável à cali- bração da faixa “baixa”... Cóim os .dois resistores - indicados, “o conjunto pode ser ligado “sem medo” à rede C.A, local (tomada de 110V), oferecendo, nos pontos indicados, rigorosos 60 Hz desti- nados à calibração... Notem que, se a Tede for de 220V, o resistor original de 100K (marcado com um asterísco) deve ter seu valor aumentado para 220K, para per- feita segurança... É'só aplicar o sinal à Entrada do FRED, ligar a alimentação do dito cujo e, o (5) 100K GA vivo tow 1K5 A ENTRADA ] DO "FRED" TERRA % ACIMA DE IO KHz FRED s ARRRE mad LRN o] OSCILADOR E , ESTAVEL EZ55) FREQUENCIMETRO d 06 8 [EMPRESTADO Fig.10 através do trim-pot de 1K, fazer o ajuste (lentamente) até obter, no display, uma indicação numérica . igual a “060”. Esse trim-pot não mais precisará ser “mexido” (o ajuste pode até ser “lacrado”, com uma gota de esmalte de unhas, sobre o kmob. do dito trim-pot...). Já a calibração da faixa “alta” (até 1 MHz) terá que ser feita com o auxílio de uma re- ferência um pouquinho mais tra- balhosa: são duas as possibilida- des, mas em 10-B mostramos a mais elementar, usando um osci- lador de Frequência variável ou ajustável, capaz de liberar qual- quer Frequência acima de 10 KHz (entre: as centenas de projetos já mostrados em APE, existem +á- rios módulos capazes de tal ““fa- ganha”, É só procurar...), em con- junto com um (bom) Frequencf- metro, emprestado para a ocasião. A ordem das operações é simples: ligam-se todas as alimentações, ajusta-se o oscilador para, por exemplo, gerar uma Frequência de 100 KHz (na verdade, qual- quer valor entre 10 KHz e 999 KHz), - monitorando tal valor através do Frequencímetro em- prestado... Isso feito, basta ajustar O trim-pot de IM do FRED, até gue o display do dito cujo mostre exatamente o valor numérico de “100”... Também nesse caso, não mais será preciso “mexer” no re- ferido trim-pot. (cujo ajuste po- derá, então, ser devidamente “la- crado”...). Obviamente que tanto na calibração da faixa, baixa (10-A) “quando na da faixa alta (10-B), a chave de faixas deverá estar posicionada na conveniente marcação, caso contrário a tal ca- libração ficará impossível... Exis- te ainda uma alternativa para-a ca- libração da faixa alta (e também da baixa, no caso...): usando-se um bom gerador de sinais (também chamado de “gerador de funções”) capaz de oferecer pre- cisas Frequências. Nessa opção, basta acoplar a Saída do tal Gera- dor à Entrada do FRED, aplicar uma Frequência de, digamos, 100 Hz e calibrar a faixa baixa para tal indicação, e aplicar - em se- guida « uma Frequência - exemplo - de 100. KHz, calibrando a faixa MONTAGEM 210 - FREQUENCÍMETRO DIGITAL PRESCAÇER FRED Br 10 KHz mr. oe = f Elio E E 194 MEDIÇÃO 2 / ara Ar oume rm | AvimHE ENT. De ! RA o Ea] E so8 |4 ueoição | - > Asioo MHZ Fig.11 alta (cada ajuste feito com a chave de faixas do FRED na conveniente posição, lembrem-: Notem que, salvo a cali- bração da a baixa pela “ciclagem da rede CA (que é muito precisa), todas as citadas calibrações resultarão em pre- cisões unicamente dependente do rigor ou exatidão das referências (Frequencf- metro emprestado, no caso 10-B, ou ge- rador de funções na possibilidade alter- nativa...). O circuito do FRED, em sí, é mito estável e confiável, porém se ele for “enganado”. no momento da cali- bração, passará o resto da sua “vida” acreditando que - por exemplo - 121 KHz é 100 KHz... - FIG. 11 - AMPLIANDO AS FAI- XAS (FUNDOS DE ESCALA) - DO FRED - As duas faixas de medição (Até 1 KHz e até 1 MHz) são práticas e muito utilizáveis, porém quem pre- tende lidar com modernos equipamen- tos de computação, ou mesmo com circuitos de RF que trabalhem origi- nalmente em Ondas Curtas, na faixa comercial de FM ou nas Frequências de transmissão da TV comercial (VHF), precisará, no futuro, de maio- res alcances... Isso pode ser obtido pe- la simples inserção de módulos chama- dos de prescalers à entrada do FRED... Normalmente, tais módulos (VOLTAREMOS AO ASSUNTO, em termos práticos, no futuro, aqui mesmo em APE...) aceitam bem Fre- quências relativamente elevadas, efe- tuando uma prévia divisão por 10, com o que os fundos de escala do Fre- quencímetro acoplado sofrem uma imediata multiplicação por 10! Assim, conforme: vemos nos diagramas da fi- gura, se um prescaler divisor por 10 for intercalado, as faixas do FRED se ampliarão respectivamente para 10 KHz e 10 MHz! Já se dois forem “enfileirados” à Entrada do FRED, suas duas faixas se ampliarão para os consideráveis valóres de 100 KHz é 100 MHz! Muitas Lojas de Ele. - trônica, ou fornecedores de compo- nentes mais especializados, têm à ven- da ou prescalers já prontos, qu os res- pectivos (e especializados) Integrados, acompanhados eventualmente de dia- gramas esquemáticos de aplicação, que permitirão ao Leitor/Hobbysta reali- zar facilmente a montagem do módu- É só consultar e pesquisar... ceses USANDO O FRED... Conforme foi dito no início, o módulo de Entrada do FRED aceitg-bem qualquer formato de onda (sendidais, quadradas, retangulares, triangulares, “dente de serra” é até complexas...), desde que o nível dos sinais situe-se en- tre 0,6€ 5,0V, aproximadamente... Se os sinais a serem medidos esti- verem fora da citada faixa de níveis, na- da impede o uso de pré-amplificadores (no caso de níveis menores do que 0,6V) ou de atenuadores resistivos (no caso de sinais coin mais do que 5V...). Um mí- nimo de bom senso e raciocínio levará o Leitor a boas soluções, nessas eventuali- dades... Na medição, após aplicar a garra “jacaré” a um ponto de “terra” do cir- cuito a ser avaliado, posiciona-se a cha- ve de faixa do FRED inicialmente em “alta” e aplica-se a ponta de prova no ponto, terminal, componente, etc., cuja manifestação de Frequência se deseja medir... Daí é só “ler” no display o valor da Frequência.:, Sea indicação numérica for muito “pequena”, basta trazer o FRED para sua faixa mais “baixa”, de modo a melhor quantificar a indicação no display, obtendo melhor resolução numérica... Para testes mais abrangentes, 6 Leitor/Hobbysta. poderá utilizar muitos dos circuitos já publicados em APE, e que incluam blocos osciladores, fazendo verificações das suas Frequências de funcionamento, com o que aprenderão muito, não só sobre o próprio FRED, como também sobre o circuito/aplicação em questão...! 19 ACERTE NA Z ELETRÔNICA: N SE VOCÊ QUER //. | NSAPRENDER ELETRÔNICA “NAS HORAS VAGAS E CANSOU DE PROCURAR, ESCREVA PARA À É SIMPLESMENTE A MELHOR ESCOLA DE ENSINO À DISTÂNCIA DO PAÍS EIS OS CURSOS: ELETRÔNICA INDUSTRIAL ELETRÔNICA DIGITAL = N pm a Z Vá / | TV EM PRETO E BRANCO 7 | MICROPROCESSADORES E -| MINICOMPUTADORES vo (SÍ TVACORES PROJETO DE CIRCUITOS ónicos || TOS) N bm ELETRÔNICOS / / PRÁTICAS DIGITAIS Preencha e envie o cupom abaixo ARGOS IPDTEL : R. Clemente Alvares, 247 - São Paulo SP, Caixa Postal 1916 - CEP 05090 Fone 261 2305 Nome .. Endereco Cidade Curso nono