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CRS EE “APRENDENDO aprom EDITORA E Ez ama ans emns E EMARK ELETRÔNICA Diretores Carlos W. Malagoli Jairo P. Marques Wilson Malagoli ABSEA, =orotrÔnica ejotrónice Diretor Técnico Bêda Marques Colaboradores José A. Sousa (Desenho Técnico) João Pacheco (quadrinhos) Publicidade KAPRON PROPAGANDA LTDA. (011) 223-2097 Composição CANADIAN POST EDIT. LTDA. Fotolitos da Capa pró chapas itda. tel:92.9563 Fotolitos do Miolo FOTOTRAÇO LTDA. Impressão Editora Parma Ltda. Distribuição Nacional c/ Exclusividade FERNANDO CHINAGLIA DISTR. S/A. Rua Teodoro da Silva, 907 - R. de Janeiro (021) 2608-9112 APRENDENDO E PRATICANDO ELETRÔNICA (Kaprom Editora, Distr e Propagan- Ida Ltda - Emark Eletrônica Comer- cial Ltda.) - Redação, Administração e Publicidade: Rua General Osório, 157 CEP 01213 — São Paulo — SP, Fone: (011)223-2037 ÃO LEITOR Noyidades, eventos, modificações, circunstâncias, estejam ou não sob o controle da nossa vontade, costumam virem “turma”, tudo acontecendo ao mesmo tempo, exigindo o máximo de talento, criatividade, ousadia, trabalho e von- tade para sobrepujar dificuldades, transpor obstáculos, garantir a continuídade das Intenções e preservar os ideals e filosofia de'quaiquer empreendimento! APE, pela solidez das suas bases, atravessa firme a borrasca e, açal- mados os ventos, prossegue desfraldando as velas da divulgação cia Eletrônica, do permanente atendimento às reais solicitações do Universo Hobbysta! Em poucos meses, os desatios foram multas: novo ano, nova década, transferência do contro- le editorial de APE, “planos econômicos”, etc. Luta renhida (como diria Gonçalves Dias...) mas aqui estamos, juntando ao orgulho das dificuldades vencidas, a alegria de uma COMEMORAÇÃO: neste número 12 atingimos nossa primeira (de muitas que virão...) EDIÇÃO DE ANIVERSÁRIO! Foram 12 números que provaram e comprovaram as promessas e in- tenções declaradas no nosso primeiro Editorial (quem tem a coleção, é só reler o que dizfamos no primeiro “AO LEITOR"...), sem nenhum “truque”, numa norma de trabalho que nos obriga ao mais absoluto respeito ao Leitor e às reais solicitações de hobbystas, estudantes, técnicos, professores e engenheiros ligados à Eletrôni ca! Podem esperar (tanto os Leitores de primeira hora quanto os que estão “chegando agora”...), que os próximos 12 números de APE estarão ainda melhores, sem nunca desviar-se das premissas que fizeram da nossa Revista a mais importante publicação do gênero em território brasileiro (brevemente também em Portugal e na América Latina..)! Por enquanto, divirtam-se com o fortissimo leque de projetos mostra- dos na presente APE (como sempre, incluindo pratos para todos os paladares...), enquanto brindamos com todos: Leitores, Anunciantes, Jornaleiros, Distribuido- res, Gráficos, Colaboradores e Patroclhadores, pela passagem desse nosso pri meiro Aniversário. O EDITOR REVISTA Nº 12 NESTE NUMERO: 7e CONTROLE REMOTO ULTRA-SONICO 140 MAXI-CENTRAL DE ALARME RESIDENCIAL 240 CONVERSOR 124 PARA 6-9V 336 SUPER-SIRENE PARA ALARMES 38º EFEITO MALUQUETE 40e PISCA DE POTENCIA NOTURNO-AUTOMATICO É vedada a reprodução total ou parcial de textos, artes ou fotos que compo- nham a presente Edição, sem a autorização expressa dos Editores. Os Projetos Eletrônicos aqui descritos destinam-se unicamente a aplicações como hobby ou utilização pessoal, sendo proibida a sua comercialização ou industriali- zação sem a autorização expressa dos autores ou detentores de eventuais direitos e patentes. A Revista não se responsabiliza pelo mau funcionamento ou não funcionamento das montagens aqui descritas, não se obrigando a nenhum tipo de assistência técnica aos leitores. Instruções Gerais para as Montagens Às pequenas regras e Instruções aqui descritas destinam-se aos principiantes ou hobbystas ainda sem muita prática e constituem um verdadeiro MINIMANUAL DE MONTAGENS, valendo para a realização de todo e qualquer projeto de Eletrônica (sejam. os publicados em A.P.E., sejam os mostrados em livros ou outras publicações...). Sempre que ocorrerem dúvidas, durante a montagem de qualquer projeto, recomenda-se ao Leitor consultar as presentes Instruções, cujo caráter Geral e Permanente faz com que estejam SEMPRE presentes aqui, nas primeiras páginas de todo exemplar de APE. OS COMPONENTES & Em todos os circuitos, dos mais simples aos mais complexos, existem, basica mente, dois tipos de peças: as POLARI- ZADAS e as NÃO POLARIZADAS. Os componentes NÃO POLARIZADOS são, na sua grande maioria, RESISTORES € CAPACITORES comuns. Podem ser liga dos “daqui prá lá ou de lá prá cá”, sem. problemas. Ô único requisito é reconhe- cerse previamente o valor (e. outros parâmetros) do componente, para ligá-lo no, lugar certo do circuito. O “TABE- LAO" A PE. dá todas as “dicas” para à leitura dos valores e códigos dos RESIS- “TORES, CAPACITORES POLIESTER, CAPACITORES DISCO CERÂMICOS, etc. Sempre que surgirem - dúvidas ou “esquecimentos”, as Instruções do “TABELÃO” devem ser consultadas. € Os principais componentes dos circuitos são, na maioria das vezes, POLARIZA- DOS, ou seja. seus terminais, pinos ou “pemas” t$m posição certa e única para serem ligados ao circuito! Entre tais componentes, destacam-se os DIODO: LEDs, SCRs, TRIACs, TRANSISTOR] (bipolares, feis, unijunções, etc.), CAPA- CITORES E ETROLFTICOS, CIRCUL- TOS INTEGRADOS, etc. É muito im- portante que, antes de sc iniciar qualquer montagem, O leitor identifique correta- mente os * e posições relativas dos terminais desses componentes, já que qualquer inversão na hora das soldagens asionará o não funcionamento do cli- cuito, além de eventuais danos ao pró prio componente erroncamente ligado. O “TABELÃO” mostra a grande maioria dos componentes normalmente util dos nas montagens de AP.E,, em suas aparências, pinagens e símbolos. Quan- do, em algum circuito publicado, surgir um ou mais componentes cujo “visual” não esteja relacionado no “TABELÃO”, as necessárias informações serão fome- cidas junto ao texto descritivo da respec- tiva montagem. através de ilustrações claras e objetivas. LIGANDO E SOLDANDO O Praticimente todas as montagens aqui publicadas são implementadas no sistema de CIRCUITO IMPRESSO, assim as instruções à seguir referem-se aos cuida dos básicos necessários à essa técnica de montagem. O caráter geral das recomen- dações, contudo, faz com que elas tam- bém sejam válidas para eventuais outras técnicas de montagem (em ponte, em barra, ete.). 6 Deve ser sempre utilizado ferro de soldar leve, de ponta fina, e de baixa “watta- gem” (máximo 30 watts). À solda tam- bém deve ser fina, de boa qualidade e de baixo ponto de fusão (tipo 60/40 ou 63/37). Antes de iníciar à soldagem, à ponta do ferro deve ser limpa, remo- vendo-se qualquer oxidação ou sujeira ali acumuladas. Depois de limpa e aque-| cida, a ponta do ferro deve ser levemente estanhada tespalhando-se um pouco de solda sobre cla), o que facilitará o com tato térmico com os terminais. uperfícies cobreadas das placas de cuito Impresso devem ser rigorosa mente limpas (com lixa fina ou palha de aço) antes das soldagens. O cobre deve ficar brilhante, sem qualquer resí- duo de oxidações, sujeiras, gorduras, et. (que podem obstar as boas solda gens). Notar que depois de limpas as tihas e pistas cobreadas não devem mais ser tocadas com os dedos, pois as gor duras e ácidos contidos na transpiração humana (mesmo que as mãos pareçam limpas c secas...) atacam o cobre com grande rapidez, prejudicando as boas soldagens. Os terminais de componentes também devem estar bem limpos (se pre ciso, raspe-os com uma lâmina ou csti- lete, até que o metal fique limpo é bri- lhante) para que a solda “pegue” bem... O Verificar sempre se não existem defeitos no padrão cobreado da placa. Constatada algunia irregularidade, ela deve ser sana- da antes de se colocar os componentes na placa. Pequenas falhas no cobre podem ser facilmente recompostas com uma gotinha de solda cuidadosamente aplicada. Já eventuais “curtos” entre ilhas ou pistas, podem ser removidos ras. pando-se O defeito com uma ferramenta de ponta afiada. e Coloque todos os componentes na placa orientandose sempre pelo “chapeado” mostrado junto às instruções de cada montagem. Atenção dos componentes POLARIZADOS c às suas posições rela- tivas INTEGRADOS, TRANSISTORES, DIODOS, CAPACITORES ELETROE- TICOS, LEDs, SCRs, TRIACs, ctc.). *€ Atenção também aos valores das demais peças (NÃO POLARIZADAS). Qualquer dúvida, consulte os desenhos da respeo- tiva montagem, e/ou o “TABELÃO”, & Durante as soldagens, evite sobreaque- cer os componentes (que podem danif- car-se pelo calor excessivo desenvolvido numa soldagem muito demorada). Se uma soldagem “não dá certo” nos pri- meiros 5 segundos, retire O ferro, espere a ligação esfriar e tente novamente, com calma e atenção. € Exite excesso (que pode gerar corrimen- tos e “curtos”) de solda ou falta (que pode acasionar má conexão) desta. Um bom ponto de solda deve ficar liso e bri- lhante ao terminar. Se a solda, após esfriar, mostrarse rugosa é fosca, isso indica uma conexão mal feita (tanto elé- trica quanto mecanicamente). € Apenas corte os excessos dos terminais ou pontas de fios (pelo lado cobreado) após rigorosa conferência quanto aos valores, posições, polaridades, ete., de todas as peças, componentes, ligações periféricas (aquelas externas à placa), ete, É muito difícil reaproveitar ou cor rigir a posição de um componente cujos terminais já tenham sido cortados, e ATENÇÃO à instruções de calibração, ajuste e utilização dos projetos. Evite a utilização de peças com valores ou carac- terísticas diferentes daquelas indicadas na LISTA DE PEÇAS. Leia sempre TODO o artigo antes de montar ou uti lizar o circuito. Experimentações apenas devem ser tentadas por aqueles que já têm um razoável conhecimento ou prá- tica e sempre guiadas pelo bom senso, Eventualmente, nos próprios textos des- entivos existem sugestões para experi- mentações. Procure seguir tais sugestões se quiser tentar alguma modificação O ATENÇÃO às isolações, principalmente nos circuitos ou dispositivos que traba- lhem sob tensões e/ou correntes cleva das. Quando a utilização exigir conexão direta à rode de CA. domiciliar (110 ou 220 volts) DESLIGUE a chave geral da instalação local antes de promover, essa conexão. Nos dispositivos alimen- tados com pilhas ou baterias, se forem deixados fora de operação por longos períodos, convém retirar as pilhas ou baterias, evitando danos por "vazamen- to” das pastas químicas (fortemente corrosivas) contidas no interior dessas fontes de energia). “TABELÃO APE: TRANSISTORES EE EEE BZ D e de. e 5 E s CITE RARE Ea FS EE E Mn aLeaRiSMO $ 2 ausio 3 cá she: g É zé ALGARISWO. cer fio 5 Í Ê é = MULYIPLICADOR [> mamipncador dé é E toveráNca TOLERÂNCIA Ê a vaio E Om TENSÃO e Picoranos Ar VALOR EM PicoraRaDs —|— I ExeueLos je CODIGO tt aii cor faixas Jofixa AMfaixa CODIGO Ficees — tic 236 MEas EE TOLERÂNCIA EE preto º = — — [con taxas S9foixa dAfaixa 59 toixa e marrom 1 x100 1% vermelho + 2 100 01,2%, do 3) 20% — | atéior ACIMA DE 10pF laranja, 3 x1000 3% : j k amarelo 4 x 10000 4% | marrom E OM Na e verde s x 0100500 = ESSE ue no 2 pen = 250V ÀB =0,100F F= 1% M= 20% ae eau 6 1000000 — Qlaania 3 x 1000 — - > E E k violeta 7 ps nero 04 2 cfoogo! Do! O ado | Cr O.26nEr GR Dan id OURO O cinza 8 - - |vrde 5 x100000 — - [D=050F H= 2% 5 =+ 50% - 20% EXEMPLOS branco 8 - - azul 6 ximmoo — ev lr-19F J= 5% z=+00%-20%). Te ws-nene Tic 26 ouro - *01. 5% heioieto 7 = = é a prata = x001 10% lona q da E Djo=mwr K=10% femea) — - 20% I|branco 9 H 10% l siopos EXEMPLOS. ExempLos EXEMPLOS EXEMPLOS aos MARROM | AMARELO | VERMELHO, mo MARROM | VERMELHO | MARROM PRETO | VIOLETA | VERMELHO à tnsoo PRETO | VERMELHO PRETO LARANJA | VERMELHO | AMARELO a72K 4.7 KpE (anFi 10% a] htos MARROM | LARANJA VERDE BRANCO | PRETO BRANCO | 223M 22KpF (220F) 20% musas OURO PRATA MARROM: | VERMELHO | AZUL AMARELO À 1913 100pF 5% ROS “008 »Ko 1m2 10XpE 120nF)) 4K7pF taaF) | 220KpF 1220nF)] 103 M 10kpF (10nFj 20% 5% 10% 1% 10% 20% 10% 250 v 630 v 400 v Diace k sáxie nei VA Les série á ao a PA A ExempLOS nen PNP ExempLO ExeupLos acesas Boss BF496 (NPN) nen enxe NEN, Pa Best Bent Era Are apê tie so Boss BSS TIPS Tips? DIST ) CELA PO Boro EDãO, Tiras Tirso ensaio merIO? DES Gs GAPACITORES ELETROLÍTICOS 556- 701- 3140 LM3SON9 = LM306 s001-4011- 4013-4093 1M324FLM380 -4069-TBAB2O | 4017-4049-4080-UARIBO | LM 354 LM SsiB=rDATOOO VISTOS POR CIMA EXEMPLOS = E apar R = |— = + gen] AXIAL E RADIAL pirro INTEGRADOS És As AA EO y p a 3 E PER Fes GR CREACACACRE = E 5: E veias Tgarireferitico ore | eus JES z DIODO ZENER FOTO-TR c E q E a x EXEMPLO E Tr ur aNSÍSTOR MIC. ELETRETO PILHAS. 5 ( o NS ps Ava E -m + 1 TR 2 cerâmico E: 7 12 PLÁSTICO J) 6 tema realmente completo e profissional de proteção, de desempenho idêntico (ou melhor...) ao de qualquer conjunto existente no varejo especializado. “Tenho notado que a quantidade de DADINHOS e CIRCUITINS não é fixa, já que em alguns números de APE são várias as inserções e em outros pouca coisa aparece... Só espero que Vocês não eliminem essas importantes seções, nas quais eu encontro coisas realmente valiosas e criativas... E quanto às cola- borações dos Leitores...? Embora pro- metidas, até agora nada vi a respeito. Espero que interpretem minhas críticas no sentido construtivo, já que acho APE uma Revista quase “na medida” .. - AP fonso Moraes Z. - Brasília - DF Os DADINHOS e CIRCUITINS são, como Você disse, Affonso, seções valiosas e criativas e que - principal- mente - permitem o total aproveita- mento de espaço editorial em APE (nos- sa Revista apresenta uma paginação não muito volumosa, e por isso mesmo achamos que espaço aqui é “ouro”, não podendo nem devendo ser desperdiça- do.). Assim, a quantidade de itens mostrados nessas micro-seções é condi- cionada, basicamente, pelo que o permi- tem as “sobras” de espaço apresentadas pelas seções principais (os projetos completos, cuja quantidade, aliás, também cresceu nos últimos exemplares de APE..)). Entretanto, podem (Você e todos os outros apreciadores dessas im- portantes micro-seções) ficar trangúilos, que DADINHOS e CIRCUITINS já estão “institucionalizados”, pois tanto Vocês quanto nós, adoramos ler e fazer esses itens de APE! Quanto às colabo- rações dos Leitores estamos na de- pendência de um (inevitável...) aumento na paginação da Revista para ou criar uma seção exclusiva, ou dedicar-lhes parte dos próprios CIRCUITINS, sob a denominação “CIRCUITIM-LEI- TOR”, Garantimos que o assunto não foi esquecido e as colaborações que estão chegando vão sendo analisadas, selecionadas e organizadas para futura publicação (sabemos - por experiência própria - que hobbystas e amantes da Eletrônica são todos uns “desesperados” imediatistas, que querem porque querem viver na “velocidade da luz”... já que, em muitas coisas, esperar é inevitável... O Em muitas aplicações e circuitos mostrados ou segerido em APE, reco- mendamos o uso de LEDs de “elevado rendimento” (grande intensidade lumi- nosa). Existem várias procedências para tais LEDs, porém destacamos aqui os componentes fabricados pela COELMA (nacionais), de aquisição fácil no nosso mercado, é excelente qualidade: — Vermelho, (2,8 mm) redondo, 3 mm — LC32 - LD32 — LC32P — LD32P [Bartira a E DADINHOS 757 LED'S COELMA — Vermelho, redondo, 5 mm — LC52 - LD52 — LCS2P — LD52P — CQx23 — LED BICOLOR (verme- lho/verde), redondo, 5 mm — LDI100 O Para todos os LEDs aqui listados, as principais características elétricas são; — Tensão Direta Máxima (sob 20mA) - 3 volts — Corrente Direta Máxima (IF) - 60 mA 8 Os SINALIZADORES ACÚSTI- COS PIEZOELÉTRICOS (BUZZERS) são muito utilizados nas montagens de APE, devido às suas especiais carac- terísticas que permitem exercer a função de um “mini-alto-falante” de bom ren- dimento, sob baixíssimo consumo de corrente e excitado por circuitagem simples. Normalmente, devido à facili- dade de obtenção no varejo, recomen- damos o uso de cápsulas de microfone de cristal, em tais funções, entretanto, já existem no nosso mercado, produtos es- pecíficos, da série MP-1X, com di- mensões reduzidas, alta confiabilidade, custo compatível, bom rendimento so- noro e alta resistência à umidade (este último quesito é o “ponto fraco” dos RE > (67 DADINHOS BUZZERS PIEZOELÉTRICOS E variando apenas o sistema de fixação: — Modelo MP-10 - (dimensões 27,6 mm - diâmetro) - para fi- xação direta por cola, à própria caixa do equipamento, -— Modelo MP-11 - (dimensões 27,6 mm - diâmetro e 38 mm - comprimento do suporte) - com suporte reto furado, para fixação por parafuso. — Modelo MP-12 - (dimensões 27,9 mm - diâmetro e 38 mm - - comprimento do suporte) - com suporte dobrado, furado, para fixação ao próprio Circuito Im- presso. (Nos 3 modelos, a espessura má- xima do conjunto é de 3,5 mm). DADOS ELÉTRICOS PARÂMEIRO — Pressão sonora (a 5 KHz) — Frequência de operação — Tensão de operação — Corrente de operação — Resistência de isolação — Capacitância estática VALOR — 76dB (min.) - 500Hza7 KHz — 2,5 a 25 volis (pico à pico) — ImA - 100M = 16nF APRENDENDO PRATICANDO [ESSST ELETRÔNICA APE A SUA REVISTA microfones adaptados como buzzers... € São 3 modelos oferecidos pelo fabri- cante, especiais para aplicações divers: circuitos digitais, controles e avisos in- dustriais, eletrodomésticos, brinquedos, sinalizadores acústicos diversos, Todos apresentam-se em caixa de alumínio hermética, com terminais em “rabicho”, O € Contorme o hobbysta mais “a- vançado” percebe, os parâmetros são todos altamente favoráveis, podendo os buzzers da série MP-1X serem aplica- dos em todas as montagens de APE que exigem transdutores piezo do gênero, ou em qualquer outro circuito que requeira tais dispositivos. MONTAGEM 54 No nº 3 de APE mostramos um pro- jeto que fez enorme sucesso entre os hobbystas (£ que também, segundo in- fosmações colhidas junto a um dos Pa- trocinadores de APE, constituiu um dos KITs mais solicitados pelos Leitores, até o presente momento...) que foi o CONTROLE REMOTO SÔNICO (CRES), formado por dois módulos (T-CRES e R-CRES) e capaz de acio- nar cargas num raio de vários metros, a partir de um comando sonoro (audível) portátil e sem fios... No final do artigo que descrevia o citado. projeto, acená- vamos com a possibilidade futura de adaptação para funcionamento ultra-sô- nico e, desde então, tem sido grande o número de cartas de Leitores, solici- tando que retomássemos o assunto ou que “cumpríssemos a promessa”... Como aqui em APE nenhum com- promisso é jamais esquecido (aqui não tem aquele negócio tipo campanha elei- toral, de prometer o mundo e nada fazer depois...) e o Leitor realmente manda, aí está o inédito CONTROLE REMO- TO ULTRA-SÔNICO (como sempre, vamos inventar um apelidinho simples, para o projeto: “CRUSO”. . .) numa montagem fascinantemente simples, especialmente dedicada aos hobbystas avançados, aos estudantes “desespera- dos” em busca de um bom trabalho para Feiras de Ciências e a todos os pesqui- sadores das modernas possibilidades da Eletrônica... O CRUSO foi projetado, desenvol- vido e testado para máxima simplicida- de, usando apenas componentes comuns e, graças a um pequeno “truque” (já uti- lizado, no projeto do RADAR UL- TRA-SÔNICO/ALARME VOLUMÉ- TRICO, cm APE 11..,), “fugindo” da necessidade dos transdutores ultra-sôni- cos específicos, ainda não disponíveis no Brasil, pelo menos nos varejos comuns... No lugar de tais transdutores “impossi- veis” utilizamos twecters piezo-elétrico comuns, fabricados e distribuídos pela “Le-Son”, componentes de qualidade superior € que, embora não original- mente desenvolvidos: para a função “a- proveitada” no CRUSO, podem, a par- tir de pequenas modificações, atuar co- mo sensíveis e eficientes “emissores e receptores” ultra-sônicos, utilizáveis em circuitos de controle-remoto do tipo do CRUSO .. Tem mais: o circuito do CRUSO foi especialmente calculado visando a compatibilidade futura e direta com autênticos transdutores ultra-sônicos específicos, daqueles ultra-miniaturiza- dos (temos informações de que a subsi- diária brasileira da “Murata”, em breve poderá colocar tais componentes no nosso mercado...Oremos...), com o que será possível a substituição direta dos nossos transdutores improvisados, ob- tendo eficiência e miniaturização ainda mais acentuadas (embora as característi- cas atuais do CRUSO sejam já muito boas, como veremos a seguir...) MONTAGEM 54 - CONTROLE REMOTO ULTRA-SÔNICO , tor (tweeter “TLC-]” modificado, co- mo veremos...). A excitação do transdu- tor em contrafase permite um rendi- mento elevado mesmo sob a tensão de. alimentação baixa (relativamente...) do circuito e as características de elevada impedância da cápsula piezo restringem o consumo médio de corrente (no que muito ajuda a conhecida “modéstia” dos. integrados C.MOS..) a míseros 4mA, proporcionando grande durabililidade às pilhas ou bateria. Um último inversor do 4049B aciona um LED piloto, que indica luminosa- mente, a emissão do controle (já que o sinal, propriamente, é inandível...). O circuito do R-CRUSO é também simples, baseado apenas em transistores comuns, da séric “BC”, Os dois primei- ros (BC549C) são unidades de alto ga- nho e baixo ruído, formando um ampli- ficador por acoplamento direto, com al- to fator de amplificação na faixa de fregiiências utilizadas no CRUSO, para o que são auxiliados pela rede de reali- mentação e desacoplamento formada pelos resistores € capacitores anexos a esse setor do circuito, Um tweeter pie- zo “TLC- 1º modificado (idêntico ao do T-CRUSO...) funciona como “microfo- ne? ultra-sônico, apresentando res- sonância e sensibilidade máximas justa- mente na requerida faixa de frequên- cias... Após a super-amplificação realizada pelo setor de entrada do circuito, o sinal é setificado pelo par de diodos de germânio (1N60) e transformado (com o auxílio do capacitor de 100) num nível C.C. estável, aplicado diretamente a ba- se de terceiro e último transístor (BC548), Este nível € mais do que sufi- ciente para “ligar” o referido transístor que, por sua vez, energiza o rel e acio- na, simultaneamente, o LED piloto de “comando recebido” via resistor limita- dor de 1K. Os contatos de aplicação do relê (da versátil série “G” da “Metal- tex”) permitem um comando de cargas pesadas, sob vários ampêres de corrente, tanto em C.C. quanto em C.A., am- Pliando bastante o leque de utilização do CRUSO. A alimentação do R-CRUSO (desa- coplada pelo eletrolítico de 100n) pode situar-se entre 9 e 12V e a corrente má- xima demandada pelo circuito é de pou- cas dezenas de miliampêres (na verdade, quase que totalmente determinada pelas necessidades do relê, durante sua ener- Bização...), podendo ser suprida por pi- lhas, bateria ou fonte de boa qualidade (100mA dá, com sobra...). OS COMPONENTES Nenhuma peça ou componente do CRUSO é do tipo “figurinha diffcil” ou “apenas disponível no Afganistão” (co- . mo é comum ocorrer em certas publi- cações por af...). Tudo pode sex adquiri- do facilmente nos varejistas bem supri- dos do mercado nacional. Quem mora nos “grotões” desse nosso País/Conti- nente, pode ainda optar pela aquisição dos componentes avulsos pelos diversos sistemas de Reembolso (alguns dos Anunciantes de APE oferecem tal sis- tema - vejam as publicidades que, numa Revista como APE não estão lá apenas para “encher lingúiça”...) ou ainda pelo KIT completo (oferecido por um dos Patrocinadores de APÉ - ver anúncio). Os Leitores e hobbystas assíduos sabem perfeitamente que em nenhum dos pro- jetos aqui publicados está embutida a “obrigação” de que a aquisição de peças e componentes seja feita em fontes es- pecíficas e “dirigidas”! Aqui não tem desses truques, não, sendo tais possibili- dades colocadas unicamente como opções e nunca em caráter compulsó- rio, pelas razões que todos conhecem... As recomendações de sempre diri- gem-se aos iniciantes, que devem identi- ficar bem os terminais dos componentes polarizados (Integrado, transístores, LEDs, diodos, capacitores eletrolíticos, cto.). Para isso, em todo exemplar de APE o Leitor encontra o FABELÃO encartado. O TABELÃO também dá as “dicas” para fácil leitura dos códigos de valores dos componentes não polariza- dos. OS TRANSDUTORES ULTRA-SÔNICOS Já foi explicado que a indisponibilidade dos transdutores ultra-sônicos específicos obrigou o Laboratório de APE a “fuçar? um componente nacional que pudesse ser improvisado na função... Os tweeters pie- zo-elétrico modelo TLC-1, da “Le-Son”, prestam-se perfeitamente, sob facílima modificação, apresentando surpreendente eficiência se considerarmos que os enge- LISTA DE PEÇAS T-CRUSO 81 - Circuito Integrado CJMOS 4049B e 1 LED vermelho, redondo, Smm e) - Resistor 10K x 1/4 watt 8 1- Trim-pot (vertical) 47K e 1 - Capacitor (poliéster) In 81 - Iweeter -piozo-elétrico TLC-1 (Le-Son'”) modificado (VER TEXTO) * 1 Interruptor de pressão (push- button) tipo Normalmente Aberto *1-—“Chp” para bateria de 9 volts (ou suporte para pilhas pequenas) e 1 — Placa de Circuito Impresso especí- fica para a montagem (3,5 x 3 cm.) e — Fio Solda para as ligações OPCIONAIS/DIVERSOS e1-Caixa para abrigar a montagem. Sugestão: “Patola” mod. CPOII (“caixãozinho de defunto”) com medidas mínimas de 85 x 5x 3 cm. Caixas maiores também po- derão ser usadas. R-CRUSO e 2-— Tronsístores BC549C (não se te- comenda equivalências) e 1-Transístor BC548 ou equivalente é | — LED vermelho, redondo, Smm * 1 — Diodo 1N4148 ou equivalente *2-Diodos 1N60 ou equivalentes (germânio - detetor) 9 1 — Resistor 1K x 1/4 watt e 3-Resistores 3K9 x 1/4 watt e 1 - Resistor IM x 1/4 watt e 1 - Capacitor (poliéster) de In e | —- Capacitor (poliéster) de 100n 9 1 — Capacitor (poliéster) de 220n e 1-Capacitor (elctrolítico) de 10u x 16V e 1—Capacitor (eletrolítico) de 100u x 16V e | - Relé com bobina para 12VCC, sé- rie “G” da “Metaltex” (GIRC2 - 12VCO) 1- Tweeter piezo-elétrico TLC-1 (CLe-Son”) modificado (VER TEXTO) 1 interruptor simples (chave H-H mini) 1- Suporte para 6 pilhas pequenas (VER OUTRAS OPÇÕES DE ALIMENTAÇÃO, NO TEXTO) e 1 — Pedaço de barra de segmentos pa- rafusados (tipo “Weston” ou “Sindal”) com trés segmentos 9 1 —Placa de circuito Impresso especí- fica para a montagem (8,7 x 3,3 em. e —Fioesoida para as ligações. OPCIONAIS/DIVERSOS 9 1 Caixa para abrigar a montagem. Sugestão: “Patola” mod PB112 (23 x 85 x 5,2 em, ou contai- mer maior, e — Fonte de alimentação (“eliminador de pilhas”) para 9 a 12V, sob cor- rente mínima de 100mA (boa qua- lidade). 10 MONTAGEM 54 - CONTROLE REMOTO ULTRA-SÔNICO Fá FLÇ=1 (MoOIE) PUSH- BUTTON T-cRUSO LADO DOS COMPONENTES AE Do Fig. 7 SS antas sê É ' pm PA Í 1400 006 comeouentas seguro, | E = SEIA H PILHAS 57 Fig. 8 Tiga (mobiFicano) cotagos as caras Fig. 9 T-CRUSO MoTOR nheiros da fábrica não o desenvolveram, obviamente, para isso! Esses transdutores foram originalmente desenvolvidos para a reprodução da faixa de agudos e super- agudos em equipamentos de áudio de alta fidelidade, em conjunto com os alto-falan- tes eletro-magnéticos comuns, Por tal razão, dentro dos tweeters dessa tecnolo- gia, existe um pequeno transformador “casador” da alta impedância intrínseca da cápsula piezo com a baixa impedância ine- rente aos sistemas convencionais de aito- falantes. Esse transformador interno deverá ser cuidadosamente removido para utilização dos tweeters no CRUSO, Quem possuir o exemplar anterior (nº 11) de APE poderá valer-se das figs. 5-A a 5-D do artigo que descreve a montagem do “RUSSO”, no entanto, as operações são simples, bastando seguir us etapas ora descritas 7 1-- Retirar a tampa traseira dos tweeters (removendo os 4 parafusos) e verifi- car a posição internamente ocupada pelo pequeno transformador, Cortar os fios que ligam o transformador aos terminais externos do tweeter (re- mover esses terminais, originalmente presos por 2 dos 4 parafusos de fi- xação). 2- Remover o transformador, dessol- dando os outros dois fios do compo- pente (originalmente soldados a ter- minais internos do tweeter). O “cor- po” do“trafinho” é preso à base por fita colante dupla-face, bastando pu- xar o componente com força, para retirá-lo, 3-—Com o transformador interno remo- vido (guarde o componente na sucata, com indicações de onde foi removido, para evental utilização futura - o bom hobbysta nada desperdiça...), devem ser soldados dois pedaços de cabinho isolado (15 cm. cada) aos terminais intesnos do tweeter. Esses terminais são os da cápsula piezo. NÃO RE- MOVER AS DEMAIS PEÇAS IN- TERNAS, NEM MOVER A PLA- TAFORMA SOBRE A QUAL RE- POUSAVA O TRANSFORMA- DOR, evitando que a cápsula se des- loque ou fique prensada fora de po- sição, com o que a eficiência do transdutor se perderia. 4 — Faça um furo no centro da tampa tra- seira (previamente removida) do twe- eter e passe por tal furo o par de ca- binhos soldados aos terminais inter- nos, Dê um nó nos fios (pelo lado in- terno da tampa) evitando que ocor- MONTAGEM 54 - CONTROLE REMOTO ULTRA-SÔNICO cães, etc. (principalmente devido ao fato dos transdutores improvisados também reagirem à faixa aguda dos sons audí- Yeis,..), porém, em condições normais de uso, sua real “aceitação” será para o si- nai emitido pelo T-CRUSO, Se for no- tada uma hiper-sensibilidade muito acentuada no R-CRUSO, recomenda-se. manter sua alimentação em 9 volts, pois assim o relê original de 12V proporcio- nará uma certa “atenuação” na resposta do circuito, útil em tais circunstâncias, Conforme já foi dito, a alimentação por fonte do R-CRUSO é perfeitamen- "te possível (por razões óbvias, o T- CRUSO tem que ser alimentado por pi- lhas ou bateria...). É importante, contu- do, que tal fonte seja muito bem filtrada e estabilizada, pois qualquer ripple, zumbido ou ruído inerente a esta poderá ser interpretado pelo sensível circuito do R-CRUSO como “sinal de comando”, o que manterá o relê acionado o tempo 'todo, Para usar o R-CRUSO num carro (por exemplo, no comando remoto de um sistema já instalado de alarme...) a “coisa” fica extremamente simples, já que os 12 volts do sistema elétrico ca- bem direitinho nos parâmeixos do cir- cuito, Nesse caso, desacople o positivo da alimentação com um diodo 1N4001 em série com um resistor de.47R a 82R, colocados entre os 12V do circuito elé- trico do carro e a entrada de alimen- tação do R-CRUSO. Um zener de 12Y x IW entre alinha do positivo e negati- vo da alimentação original do R-CRU- SO, também ajudará, nesse caso, a pre- venir problemas com flutuações ou in- terferências provenientes do sistema elétrico do veículo... Para oxporimenter CHAVE DE TOQUE SUPER-SIMPLES E 6-zy IN4148 - Um integrado CMOS 4060, um transístor BD139 mais dois ou tês componentes comuns, e o hobbysta terá uma sensível, sim- ples e eficiente CHAVE DE TO- QUE, capaz de ligar e desligar a alimentação de qualquer circuito (desde que trabalhe com alimen- tação entre 6e 12Y , sob corrente mêxima de 0,5A) a um mero “en costar de dedo” do operador! - O contato de toque é feito de uma pequena plaguinha metálica, de qualquer tamanho ou forma. O circuito opera no sistema “um to- que — liga, outro toque — desliga”, Na verdade, se deixarmos o dedo sobre o contato de toque, o circui- to “ligará e desligará” alternada- mente, em ciclos de aproxima- damente 1 segundo. Para ope- rarmos a chave, basta TIRAR o dedo do contato, uma vez atingi- do o estado (ligado ou desligado) pretendido. -O CIRCUITIM opera a partir do “ruldo” eletromagnético de 60Hz presente em todo local normal- mente alimentado pela rede GA. de energia (ao ar livre portanto, muito longe de fiação G.A,, o cir- cuito NÃO operará...). -Pelo seu reduzido número de componentes e pequena di- mensão tinal, será fácil *embuti” o CIRCUITIM em caixas ou “con- tainers” de aparelhos já existen- tes, sofisticando o comando da alimentação dos ditos cujos. NU NN SE você QUER ) NSAPRENDER ELETRÔNICA NNAS HORAS VAGAS E CANSOU DE PROCURAR, ESCREVA PARA À ANDO IPoOTEL É SIMPLESMENTE A MELHOR ESCOLA DE ENSINO À DISTÂNCIA DO PAÍS EIS OS CURSOS : ELETRÔNICA INDUSTRIAL ELETRÔNICA DIGITAL s oz / | MICROPROCESSADORES E MINICOMPUTADORES PROJETO DE CIRCUITOS ELETRÔNICOS se Preencha e envie o cupom abaixo MM TV EM PRETO E BRANCO TVACORES h PRÁTICAS DIGITAIS ARGOS IPDTEL E R. Clemente Alvares, 247 São Paulo: SP Jay Caixa Postal 11916 - CEP 05090 - Fone 26] 2305 dr 25d 2 gd a e EO Enigeraço 508 Dx QE o Cidade . E GERIS Curso MONTAGEM 55 Um projeto abrangente e profissional como a MAXI-CENTRAL DE ALARME RESIDENCIAL já estava nos planos de APE desde nossos núme- ros iniciais... Aguardávamos apenas O momento certo para mostrá-lo, já que nosso Laboratório trabalhou no assunto durante vários meses, sempre no sentido de adequar as idéias e características ne- cessárias à filosofia de trabalho de APE, pautada sempre pela descomplicação com eficiência, confiabilidade com faci- lidade, retenção de custos com viabili- dade de componentes... Nesse meio tempo, a quantidade de cartas de Leito- tes, solicitando exatamente um projeto do gênero, foi se acumulando, até que “vontades e possibilidades” -convergi- tam, resultando na presente montagem, um projeto profissional (não especial- mente recomendado para principian- tes...) realmente completo e cujos resul- tados finais serão iguais ou superiores ao de qualquer central de alarme pronta, comercializada no varejo especializado! A MAXI-CENTRAL DE ALAR- ME, RESIDENCIAL (codinome: | “MACARE”, para facilitar...) não é um “projetinho” para amadores (embora, pela sua simplicidade, também estes possam montá-la e utilizá-la, sem pro- blemas..), mas um dispositivo dedicado aos hobbystas avançados, técnicos, pro- tissionais instaladores e pessoal especia- lizado no assunto... Entretanto, apesar do seu fantástico conjunto de caracterís- ticas, o circuito e a montagem permane- ceram em incrível nível de simplicidade, utilizando apenas componentes conven- cionais, a um custo final seguramente inferior ao de dispositivos comerciais do gênero. A sua utilização básica (como o nome. “Sugere..) destina-se à proteção anti- S, º PIO PS, 189º Sao? furto ou anti-penetração de residências, porém a aplicação em imóveis comer- ciais e/ou industriais também é perfei- tamente possível já que é grande a ver- satilidade da MACARE tanto na acei- ão de sensores convencionais e espe- ciais nas suas Entradas, quanto na possi- bilidade de acionamento ou comando das suas Saídas Operacionais (nas mo- dalidades de “Saída de Fornecimento? e “Saída de Chavcamento”, conforme ve- remos adjante...). Isso sem falar nas fa- cilidades “extras” de acoplamento de bateria externa, carregador interno, saí- da para alimentação de dispositivos acessónos, etc. Como já é costume na descrição dos projetos publicados aqui em-APE, uma Tabela de CARACTERÍSTICAS resu- me, de maneira bastante clara, tudo o que se pode esperar da montagem, seus parâmetros, limites, etc. Vamos lá... 16 MONTAGEM 55 - MAXI-CENTRAL DE ALARME RESIDENCIAL Fig. 2 independentes). O CIRCUITO O diagrama esquemático do circuito da MACARE está na fig. 1. Mesmo o hobbysta iniciante notará que, se levadas em conta suas vantajosas características, múltiplas facilidades, acessos e tempori- zações, o circuito é muito simples, ba- seado em apenas 2 Integrados digitais CMOS (4901B), 4 transístores de baixa potência, alguns diodos é um punhado de componentes passivos! Os três trasfstores da esquerda for- mam (com seus componentes acessórios) os módulos de Entrada para os limks sensores NF, Cada um desses módulos não é mais do que um simples amplifica- dor de C.C. cuja impedância de entrada foi mantida baixa (prevenindo a cap- tação de interferências ou transientes), de modo que, quando os links (LT, LI é 1.2) estiverem fechados, os transfstores permanecem cortados, apenas “ligan- do” os amplificadores quando qualquer dos links for “quebrado”, Em paralelo com cada entrada de link, um capacitor (100n) ajuda a “filtrar” eventuais ruídos induzidos na fiação do elo sensor (mais uma vez para imunizar a MACARE contra interferências e disparos falsos) e uma seção de chave interruptora inibe ou autoriza a respectiva Entrada. Aos coletores estão acoplados LEDs que funcionam como “delatores”, acenden- do sempre que o respectivo link € vio- lado (aberto). Após o circuito de Entrada do primeiro link (LT), um arranjo com gates do Integrado 4001B permite, através de uma segUência de monoestá- veis, temporizações de Entrada c de Saída, determinando períodos em que esse link específico não “reage” a rom- pimento ou abertura. A temporização (delay) de Entrada é determinada pelo eletrolítico de 10u, proporcionando cer- ca de 10 segundos de espera (razão de 1s/uF que pode ser usada no recáleulo da temporização pela simples mudança do valor de tal capacitor). O delay de Saída é determinado pelo capacitor cle- trolítico de 100u, oferecendo uma espe- ra de aproximadamente 90 a 100 segun- dos (portanto, uma razão também de is/uF, que deve ser levada em conta na eventual substituição do capacitor, com vistas a alterar essa temporização). Um gate do 4001B está ligado o conjunto de moncestáveis para monito- rar o estado “livre” do link LT, perma- necendo aceso enquanto esse ramal esti- ver “liberado” pelas temporizações au- tomáticas (ou seja: enquanto o LED verde estiver aceso, o link LT estará “insensível”, Através de uma porta “OU” torma- da por 3 diodos comuns, os sinais ou es- tados dos circuitos de Entrada dos 3 links (LT, Li e L2) são apresentados conjuntamente a um biestável (após in- versão proporcionada por um gate do 4001B) também formado por gates em ligação “cruzada” (céluia de memória), é que, uma vez ligado (mesmo quê por momentânea abertura de qualquer dos links), permanecerá disparado por aproximadamente 4 minutos, tempori- zação esta determinada pelo capacitor de 22Qu (a razão, portanto, ainda é de aproximadamente 1s/uF, facilitando à alteração do tempo de disparo, pela alte- ração proporcional de tal capacitor). Essa célula biestável temporizada permite que, decorridos os 4 minutos de disparo, O circuito como um todo reto- me à condição de “plantão”, assim, se 17 MONTAGEM 55 - MAXI-CENTRAL DE ALARME RESIDENCIAL alguns dos elos NF tiver sido aberto (o- casionando o disparo do alarme), mesmo que imediatamente recomposto (fecha- do), o disparo “continuará” e, ao fim dele, a MACARE estará novamente alerta a qualquer ruptura nos ejos senso- res, pronta para novo disparo! A saída da célula de memória, um transítor energiza um rel6 durante o dis- paro. O relê apresenta dois conjuntos de contatos de aplicação, proporcionando Saídas Operacionais de dois tipos: uma formada simplesmente por contatos NA. (que “fecham” durante o disparo) e ou- tra que chaveia 12VCC (gue apenas se manifestam na dita Saída, durante os 4 minutos do disparo) para alimentar dire- tamente alertas eletrônicos externos que. trabalhem sob tal tensão (e sob corrente máxima de 24). O Leitor deve notar que a SUPER- SIRENE PARA ALARMES, cujo pro- jeto é mostrado - não por coincidência - também no presente número de APE, é um dispositivo “no jeitinho” para traba- lhar acoplada a essa Saída Operacional “ativa” da MACARE... A fonte interna de alimentação da MACARE merece também uma análise citidadosa.. Um arranjo inicialmente convencional a partir de transformador, diodos retificadores € eletrolítico de fil- tro de alto valor, fomece os 12V “ge- rais” para o circuito. Entretanto, um ou- tro arranjo, simples e eficiente, formado por diodos “isoladores”, admite a li- gação de uma bateria externa (tipo au- tomotivo) que, durante o funcionamento normal do MACARE, permanecerá sob carga constante (sob baixa cosrente mé- dia) via resistor de 47R x 10W e diodo 1N4001. Assim que ocorrer um corte na rede, as polarizações dos diodos acopla- dos permitirão, imediatamente, que tal bateria assuma a alimentação total do circuito, num processo automático! Ou- tros capacitores (100n e 220u) “refor- gam” a filtragem e desacoplamento após o ponto de inserção dos 12V provenien- tes da bateria... Um par de contatos permite o forne- cimento de 12V para dispositivos exter- nos (em caráter permanente...) que ve- nham a trabalhar acoplados à MACA- RE... O chaveamento geral da alimentação é feito por interruptor duplo de modo que uma das suas seções adeninistra par- ticularmente os 12Y enviados à parte “lógica” do circuito (Integrados e mó- dulos de Entrada). Esse setor do circuito (para proteção contra interferêncas, no- vamente...) é desacoplada e isolado das áreas de “potência” por novo conjunto diodo (1N400])/capacitores (220u e 100n). Além disso, essa seção da chave interruptora geral (tipo 2 posições), na e | So ao os | POPENL POPGNA s2 0) Sa pecdR) - no ef MOL a» o g | a 4) o E Der: 37 & q VOPSNL É. o 4 VOPSNL (ER z são ) e | PY o E > 1lb ss Eb | e | E “xo [oa o é ) 8 o E $ os Er %o alésljo a) o é Io? Sb | 2 z a 8! q O É 5 E é Ponha al l a per E E 828 | Sou j= ce Ps E 2 ES Gee E ALTO 4 diz E emo o E »Ob E) o > 64 eco “0 es a» 2 EDS epLPNL < o NO+ sbs =0—& ego — “pá xOL s “Ng cpa ei» ie é ELs|| HE er=—6 E 7” ui Jo o erre s & < X004 E o | jr s0st = bebo o de SEU: E = = o | DA A 7 - Coml E Sou bi E [a Ea s SwL CCD SB | eg HOL o | e a | Secr x & » 8 = rm, 9 : | emssS ef E “o|| | E E E o: á q «07 0x T ovo xo | Fig. 3 condição “desligada”, promove um suas segundas seções energizando LEDs “curto” da linha de VCC com a linha de “terra”, de modo a descarregar todos os eletrolíticos responsáveis pelas diversas temporizações do circuito, assegurando, com isso, que ao ligar a MACARE, tu- do está na condição “zero”. Como informação extra a usuário, as chaves que inibem ou autorizam os três links sensores também são duplas, com pilotos que avisam, pelo acendimento, quais os links que estão “autorizados”... Enfim: um circuito principalmente inteligente, com funções bem definidas, tudo monitorado por LEDs, protegido contra transjentes e com múltiplos aces- sos de Saída para aplicações... Esta é a MAXI-CENTRAL DE ALARME RE- SIDENCIAL! MONTAGEM 55 - MAXI-CENTRAL DE ALARME RESIDENCIAL MAXI=CENTRAL DE ALARME RESIDENCIAL GERAL Fig. 5 ir 11 Q [fe le! le! ne, NE, TINKO = SENSORES SAÍDAS OPERACIONAIS raras 185 ENTR. BATERIA saw re aa jo!) Tr Fig. 6 O) dio SENSOR j (REED) — e mã IMÃ NA PARTE MÓV E FOLHA DA PORTA QU ES Era tro BASCULANTE OU CORREDIÇO, ETC. O gnato)| O) —Ee=2— PAREDE, BATENTE, VOLDURA, E ESQUADRIA, ETC. IMÃ Fig. 7 rexrom Gecp O pop Ea = ed) o TE TET a use E) ESSES Ê E == pes E Err Fig. 8 (fica muito difícil reaproveitar um com- ponente erroneamente soldado, depois de ter seus terminais “amputados”...). Junto às 4 bordas da placa (ainda na fig. 3) existem várias ilhas codificadas com Jetras e/ou números, Esses pontos destinam-se às (importantes) conexões externas à placa e devem ser também cuidadosamente observados. Na fig. 4 (placa-ainda olhada pela fa- ce não cobrcada, ou lado dos compo- nentes) estão as tais conexões externas, configurando o diagrama geral da mon- tapem. O MÁXIMO de ATENÇÃO deve ser dedicado a essa fase da monta- gem, pois é grande a quantidade de fios, conetores, chaves, LEDs, ete, Quem não estiver muito atento na realização das ligações mostradas, corre grande risco de ter uma montagem inoperante ou funcionando indevidamente, CADA li- gação, cor, componente, polaridade, terminal, DEVE ser observado, ligado e conferido QUANTAS VEZES forem necessárias até tor a CERTEZA de que tudo está correto. Observar, principal- mente, as conexões ao transformador, às diversas chaves (todas vistas pela trasei- ra, na figura...), as polaridades indicadas nos diversos conetores, cores dos LEDs (CVM? = vermelho, “AM? = amarelo e “VD? = verde) e identificação dos terminais destes, A figura indica ainda (através de setas) os sentidos de atuação das diversas chaves, dado importante para o correto posicionamento e mar- cação das ditas cujas, quando da insta- lação do conjunto na caixa escolhida. Todos os controles, pilotos e acessos estão devidamente identificados e suas identificações deverão ser comparadas com o “esquema” (fis. 1) e com as pró- ximas ilustrações (que sugerem a insta- lação e os painéis da caixa), Devem ser cvitados fios longos de- mais (que fazem um confuso emara- nhado, quando instalado o circuito na caixa) ou muito curtos (que dificultam a própria instalação ou manutenção do conjunto). Todas as conexões deverão ter o comprimento suficiente para uma perfeita acomodação no container, de forma confortável e prática, ACAIXA Uma Central de nível profissional, com o grau de sofisticação da MACA- RE, merece uma caixa bem acabada e demarcada, com todos os controles, pi- lotos e acessos bem posicionados e iden- tificados, As figs, 5 e 6 mostram a nossa sugestão (que não é rígida, porém nos parece a mais recomendada...) para dis- tribuição é lay-out, respectivamente do painel frontal (chaves e LEDS) e traseiro (constores c acessos) da MACARE. No painel frontal, observar as cores 2 MONTAGEM 55 - MAXI-CENTRAL DE ALARME RESIDENCIAL 9 02- Circuitos Integrados 40018 e (4 — Transístores BC548 9 04 — LEDs vermélhos, redondos, Smm 8 03 — LEDs amarelos, redondos, Smm 80] - LED verde, redondo, Smm. * 04 — Diodos 1N5404 ou equivalente (50V x 3A mínimos) e01-Diodo 1N4004 ou equivalente (400 x LA) * (2 — Diodos 1N4001 qu equivalente (100V x 1A) * 04 — Diodos 1N4148 ou equivalente (50V x 0,24) “01 -Resistor 47R x 10W (A- TENÇÃO à “wattagem”) * Oi — Resistor 150R x 1/4 watt 9 04 — Resistores 680R x 4 watt € 06 — Resistores 1K x 1/4 watt * 10— Resistores 10K x 1/4 watt 1 — Resistor 100K x 1/4 watt 9 01 Resistor IM x 1/4 watt 903 — Resistores IMS x 1/4 watt e 01 Capacitor (poliéster) de 10n e 05 — Capacitores (poliéster) de 100n * 01 - Capacitor (eletrolítico) de 10u x C.Mos 16V 01 — Capacitor (eletrolítico) de 100u x 16V 902 —-Capacitores (eletrolíticos) de 220u x 16V LISTA DE PEÇAS * 01 — Capacitor (eletrolítico) de 220u x 25V e 01 — Capacitor (eletrolítico) de 2.200u x25V e 01 — Relé tipo MCZRC2 (“Metaltex”) ou equivalente (bobina para 12VCC e 2 contatos reversíveis para 2A cada - pinagem DIL) e OI — Transformador de força com primário para 0-110-220Y e se- cundário para 12-0-12V x 2 ou 3A e 01 — Chave de tensão (“110-220") tá- po “botão-raso” (H-H) 901 Chave H-H standart (2 polos x 2 posições) e 03- Chaves H-H mini (2 polos x 2 posições) e 07- Pares de conetores parafusados tipo “Weston” ou “Sindal” (pode ser uma barra completa de 12 segmentos, mais 2 segmentos) * 01 —“Rabicho” (cabo de força com plugue C.A.) completo e01-Piaca de Circuito Impresso es- pecífica para a montagem (19 x 9,8 em) s01-Metro cabo paralelo verme- lho/preto, nº 20 0u 22 e 03 — Metros cabinho isolado, para li- gações e Solda para ligações OPCIONAIS/DIVERSOS 01 — Caixa para abrigar a montagem, Medidas mínimas; 21 x 11 x 7 em, * 08 — Suportes (ilhoses) para LEDs re- dondos de Smm e 04 Pés de borracha para a caixa * — Caracteres adesivos, decalcáveis ou transferíveis (tipo “Letraset” ou similar) para marcação dos controles, acessos, LEDs, etc. MATERIAIS ACESSÓRIOS — Conjunto de sensores para os links. O sistemã convencional é formado por tantos pares REED/imã quantas fo- rem as passagens (portas, janelas, etc.) a serem controladas, Também podem ser usados sensores eletrôni- cos diversos, ativos ou passivos (dos quais APE já publicou inúmeros pro- jetos adaptáveis). — Sistema de alerta sonoro. Normal- mente sirenes eletrônicas ou elétricas, alimentadas por 12VCC.ou pela rede C.A, local, do LEDs, bem como suas posições rela- tivas às chaves e as identificações destas (fig. 5). O painel traseiro fica de uso mais prático se os grupos de conetores e acessos forem distribuídos conforme sugere a fig. 6. Todas as polaridades, funções e parâmetros importantes de- vem ser demarcados como indica a fi- gura, caso contrário ficará muito difícil “adivinhar” qual conetor serve para o quê... OS SENSORES/A INSTALAÇÃO Conforme indicado nas “CARAC- TERÍSTICAS”, os três links da MA- CARE são independentes e devem tra- balhar com conjuntos/série de sensores tipo Normalmente Fechados, ou seja: quando qualquer desses sensores “abri- rem” será detetada a condição de “in- trusão” que causará o disparo do alar- me. Os sensores mais utilizados (por se- iem práticos, pequenos e não muito ca- ros) são Os conjuntos REED/imã, deta- lhados na fig. 7, Em 7-A temos o con- junto, na sua aparência mais comum, sendo o REED um encasulamento que contém uma pequena ampola de vidro envolvendo um par de lâminas finas de metal sensível ao magnetismo externa- mente imposto, Quando seu “par” (o imã, também encapsulado) está próximo, as lâminas do REED permanecem “fe- chadas” (em 7-B vemos o “miolo” dos dois componentes do par). Afastando-se o imã do REED, as lâminas “abrem”, indicando a intrusão... A instalação bási- ca desses sensores é mostrada na fig, 7-€C, O imá (que não tem fios de ligação elétrica...) deve ser fixado na parte mô- vel da vedação da passagem monitorada (folha da porta ou janela, vidro bascu- lante ou corrediço, etc.) enquanto que o REED é fixado na parte fixa (parede, batente, moldura, esquadria, vidros fi- X0s, etc,), sempre de modo que, com a passagem vedada, imã é REED se con- frontem na posição de repouso, distando 2 ou 3 mm (no máximo) um do outro, em suas faces maiores, Assim, as lâminas internas ficarão “fechadas” enquanto perdurar a si- ftuação mostrada em 7-C. Abrindo-se a passagem, o imã afastar-se-á do REED (ainda que uns poucos milímetros) e as lâminas se “abrirão”, acionando a MA- CARE. A existência de 3 links independen-. tes na MACARE não é um exagero, mas reforça a praticidade da instalação e utilização, conforme exemplo na fig. 8. Ao link temporizado (LT), normal- mente apenas um ou dois sensores são acoplados, responsáveis pela porta de entrada principal do imóvel (e por onde, naturalmente, também saem as pessoas, sempre que deixam o local...). Aos links 1 e 2 podem ser acoplados, de forma in- dependente, os elos sensores referentes às demais portas e janelas do andar tér- Sensor ELETAGNICO ATIVO DU PARAIVO PAFASEM UXTEMMA [E] ALmenr a [58] um fo 8) reueom Fig. 9