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AX 4 letroniea PLACA PARA VOCÊ MONTAR O É uid UNIVERSAL ] MINI-MAX É 1- SPEED LIGHT (CIRCULAR) 2 - PERNILONGO PENTELHO 3 - POTENCIÔMETRO !* TEMPORIZADOR gemia UNIVERSAL [ MANIMAX '5 - TESTA:DOLAR - PROTEÇÃO PARA CARRO COM SEGREDO DIGITAL +7 - SENSOR DE POTÊNCIA, | POR TOQUE | APROXIMAÇÃO RR 8 - MÓDULO GERADOR DE “SOM COMPLEXO eo 7 o e ion mt Kaprom EDITORA ” E mm alla PETLE EE! EMARK ELETRÔNICA Diretores Carlos W. Malagoli Jairo P. Marques. Wilson Malagoli Slsirônica José A. Sousa (Desenho Técnico) João Pacheco (Quadrinhos) E á No presente nº 41 de APE (houve uma demora ou “atraso” na saída da Revista, o Leitor/Hobbysta assíduo estará notando que "galgamos de, cada vez mais, aperfeiçoar esse! fantástico intercâmbio Leitor/Revista, sob uma série de aspectos: 1- A disribuição nacional dos exemplares ganhou novo "Íélago”, com a sua delegação ao super-eficlente esquema da DINAP (a maior e mais completa distribuidora de publi- cações em territário nacional). com a que acabam-se, de vez, aqueles “velhos proble- minhas" do Leitor "não encontrar a Revista” na sua Banca preferida, esteja ande esti- ver, nesse “Brasilzão”... 2+ O lay out (arranjo visual) da Revista também foi aperfeiçoado, em qualidade e objetivi- dade, tomando ainda mais agradável a sua leitura (o posterior consulta, pois sabemos que APE constitui uma publicação “para colecionar” e permanentemente consultar, ao longo de toda a vida da Leitor, seja como mero Hobbysta, seja como Estudante, Técni- co, por al..). Também a capa recebeu aluns “aperfeiçoamentos” visuais (e na clareza da comunicação do conteúdo da Revista...). Fiquem tranquilos, contudo, que o “velho estilo”, marca registada de APE, continua 9 mesmo ... Continuamos olhando para a mesma direção, sé que... DANDO UM PASSO À FRENTE! 3 + Retoma (porque assim a maioria de Vocês pediu, aolongodos Últimos méses...) a ênia- se, no conteúdo de APE, às MONTAGENS COMPLETAS, sempre acompanhadas dos respectivos lay outs das placas específicas de Circuito Impresso, dos “chapeados” (um requisito sem o qual o principiante encontraria dificuldades na implementação dos pro- jetos...). Não eliminamos, porém, a presença eventual dos já famosos CIRCUITINS é de uma ou outra idéia mostrada apenas em “esquema”, quando acharmos o tema váli- do e 0 espaço editorial não permitir uma abordagem "mastigada”... Enfim, sempre ATENTA às reais demandas de Vocês, Leitores!Hobhystas, APE, próxima à comemoração do sou 4º Aniversário, mais uma vez prova que não há crise que resista a duas "coisinhas": TALENTO e TRABALHO! Além disso, “debaixo” da permanen- te “fiscalização”, colaboração e participação de todos Vocês, só temos mesmo que "man- tero plque"a. Regalem-se com o “monte” de projetos, especialmente escolhidos para a presente EDIÇÃO SUPER-ESPECIAL/NOVA FASE, é vamos nos preparando para dar as "boas- vindas à um substancial número da novas Leitores/Hobbystas, futuros “companheiros de Turma”, que inevitavelmente se incorpararão ao grupo, por tazões óbvias... Um abraço da Equipe e do... Publicidade KAPROM PROPAGANDA LTDA, (011) 223-2037 Composição KAPROM OEDITOR Fotolitos de Capa 2367 INDICE REVISTA NA (011) 35-7515 Fotolito de Miolo 7 - SPEED LIGHT CIRCULAR 34 - ALARME UNIVERSAL FOTOTRAÇO LTDA, - - Ná 12 - PROTEÇÃO PARA CAR- MINI-MAX Impressão RO COM SEGREDO DI- 45 - TESTA DOLAR EDITORA PARMA LTDA. GITAL 18- MÓDULO GERADOR DE Distribuição Nacional c/Exclusividade 50 - PERNILONGO PENTELHO ão Nacional clExcluolvida SONS COMPEXOS Distrlbuição Portugal 26 - SENSOR DE POTÊNCIA 55 - POTENCIÔMETRO TEM- DISTRIBUIDORA JARDIM LTDA. POR TOQUE/APROXI- PORIZADOR (MÓDULO MAÇÃO INDUSTRIAL) APRENDENDO E PRATICANDO É vedada a reprodução total ou parcial de textos, artes ou fotos que compo- ELETRÔNICA nham a presente Edição, sem a autorização expressa dos Editores. Os Proje- (Kaprom Editora, Distr. e Propaganda Lida. - Emark Eletrônica Comercial Ltda.) - Redação, Administração e Publicidade: Rua General Osório, 157 - CEP 01213 São Paulo - SP Fone: (011) 223-2037 tos Eletrônicos aqui descritos destinam-se unicamente a aplicações como hobby ou utilização pessoal sendo proibida a sua comercialização ou industria- lização sem a autorização expressa dos autores ou detentores de eventuais di- reitos e patentes. A Revista não se responsabiliza pelo mau funcionamento ou não funcionamento das montagens aqui descritas, não se obrigando a nenhum tipo de assistência técnica aos Leitores. Instruções Gerais para as Montagens As pequenas regras e Instruções aqui descritas destinam-se aos principiantes ou hobbystas ainda sem muita prática e constituem um verdadeiro MINIMANUAL DE MONTAGENS, valendo para a realização de todo e qualquer projeto de Eletrônica (sejam os publicados em A.P.E., sejam os mostrados em livros ou outras publicações...) Sempre que ocorrerem dúvidas, durante a montagem de qualquer projeto, recomenda-se ao Leitor consultar as presentes Instruções, cujo caráter Geral e Permanente faz com que estejam SEMPRE presentes aqui, nas.primeiras páginas de todo exemplar de APE, OS COMPONENTES e Em todos os circuitos, dos mais simples aus uuuis complexos, existem, basica mente, dois tipos de peças: as POLARI- ZADAS c as NÃO POLARIZAD. Os componentes NÃO POLARIZADOS sã na «usa grande maioria, RESISTORES e CAPACÍTORES comuns. Podem ser liga dos “daqui prá lá ou de lá prá cá”. problemas. O único requisito é reconhe- corso previamente o valor (o outros pacanetrvs) do componente, para ligáclo no Ingar certo do circuito. O “TAB LAQU AP, dá todas as “dicas” para a leitura dos valores e códigos dos RESIS- TORES. CAPACITORUES POLIESTER, CAPACITORES DISCO CERÂMICOS, etc. Sempre que surgirem dúvidas ou “esquecimentos”, as Instuções do “TABELÃO” devem ser consultadas. 8 (x principais componentes dos cireuiros são, na maioria das vezes, POLARIZA- OS, ou seja. seus terminais, pinos ou “pemas” tém posição certa e única para serem ligados ao circuito! Entre tais componentes, destacam-se os DIODOS, LEDs. SCRs, TRIACs, TRANSISTORES (hipolares, fers, unijunções, etc.), CAPA. CITORES FIETROI] COS, CIRCUL- TOS INTEGRADOS, cte. É muito im- portante que, antes de se iniciar qualquer montagem, o leitor identifique Correta- mente os “nomes” « posições relativas dos terminais desses componentes, já que qualquer inversão na hora das soldagens ovasionará o não funcionamento do cir- cuito, além de eventuais danos ao pró prio componente erroneamente ligado O “TABELÃO” mostra a grande maioria dos componentes normalmente utiliza- dos nas montagens de A P.É, em suas aparências, pinagens e símbolos. Quan- do, em algum circuito publicado, surgir um ou mais componentes cujo “visual” não esteja relacionado no “TABELÃO”, as necessárias informações serão fome- cidas junto ao texto descritivo da respee- tiva montagem, através de ilustrações claras e objetivas. LIGANDO E SOLDANDO € Praticamente todas as montagens aqui publicadas são implementadas no sistema de CIRCUITO IMPRESSO, assim as instruções a seguir reforem-se aos cuida- dos básicos necessários à essa técnica de montagem. O caráter geral das recomen- duções, contudo, faz vom que elas tam- vêm sejam válidas para eventuais outras técnicas de montagem (em ponte, em barry, ele.) € Deve ser sempre utilizado ferro de soldar leve, de ponta fina, é de haixa “watta- m” (múximo 30 watts). À soldu tum- bém deve scr fina, de boa qualidade e de baixo ponto de [usão (tipo 6040 ou 63/37). Antes de iniciar à soldagem, a ponta do ferro deve ser fimpa, remo- vendo-se qualquer oxidação ou sujeira ali acumuladas. Depois de limpa e aque- cida, a ponta do ferro deve ser levemente estanhada (espalhando-se um pouco de solda sobre ela), o que facilitará o con- tato térmico com as terminais 0 As superfícies cobreadas das plucas de Circuito Impresso devem ser rigorosa mente limpas fcom lixa fina ou palha de aço) antes das soldagens. O cobre deve ficar brilhante, sem qualquer resi- duo de oxidações, sujeiras, gorduras, etc. ique podem obslar as boas solda- gens). Notar que depois de limpas as ilhas e pistas cobreadas não duvem mais sur to com os dedos, pois duras e ácidos contidos na transpiração humana (mesmo que as mãos pareçam limpas e secas..) atacam o cobre com grunde rapidez, prejudicando as boas soldagens. Os terminais de componentes também devem estar bem limpos (se pre- ciso, raspe-os com uma lâmina ou esti- lete, até que o metal fique limpo e bri- lante) para que a solda “pegue” bem... O Verificar sempre se não existem defeitos no padrão cobreado da placa. Constatada alguma irregularidade, ela deve ser sana- da antes de se colocar os componentes na placa. Pequenas falhas no cobre podem ser facilmente recompostas com uma gotinha de solda cuidadosamente aplicada. Já eventuais “curtos” entre ilhas ou pistas, podem ser removidos ras- pandose o defeito com uma ferramenta de ponta afiada. & Cologne todos os componentes na placa orientando-se sempre pelo “chapeado” mostrado junto às instruções de cada montagem. Atenção aos componentes POLARIZADOS c às suas posições rela tivas INTEGRADOS, TRANSISTORES, DIODOS, CAPACITORES ELETROÍ TICOS, LEDs, SCRs, TRIACS, etc.) * Atenção também aos valores das demais peças (NÃO POLARIZADAS). Qualquer dúvida, consulte os desenhos da respe: tiva montagem, e/ou o “TABELÃO”. e Durante às soldagens, evite sobreaque- cer os componentes (que podem danifi car-se pelo calyr excessivo desenvolvido numa soldagem muito demorada). uma soldagem “não dá certo” nos pri- meiros 5 segundos, retire o ferro, espere a ligação esfriar e lente novamente, com calma e atenção. evite excesso (que pode gerar corrimen- tos é “curtos") de solda ou falta (que pode ocasionar má conexão) desta. Um bom ponto de solda deve ficar liso e bri- lhante “o terminar. Se a solda, após esfriar, mostrarse rugosa e fosca, isso indica uma conexão mai feita (tanto elé- Lrica quanto mecanicamente). Apenas corte os excessos dos terminais ou pontas de fios (pelo lado cobreado) após rigorosa conferência quanto aos valores, posições, polaridades, etc. de todas as peças, componentes, ligações periféricas (aquelas externas à placa), etc. É muito difícil reaproveitar ou cor- sigir a posição de um componente cujos terminais já tenham sido cortados. O ATENÇÃO às instruções de calibração, ajuste é utilização dos projetos. Evite a utilização de peças com valores ou carac- terísticas diferentes daquelas indicadas na LISTA DE PEÇAS. Leia sempre TODO o artigo antes de montar ou ut lizar o citeuito. Experimentações apenas devem ser tentadas por aqueles que já têm um razoável conhecimento ou prá- tica é sempre guiadas pelo bom senso. Fyentualmente, nos próprios textos des. critivos existem sugestões para expert mentações. Procure seguir tais sugestões se quiser tentar alguma modificação... SATENÇÃO às isolações, principalmente nos circuitos ou dispositivos que traba- lhem sob tensões cjou correntes cleva- das. Quando a utilização exigir conexão direta à rede de C.A. domiciliar (110 ou 220 volts) DESLIGUE a chave geral da instalação jocal antes de promover essa conexão. Nos dispositivos alimen- tados com pilhas ou baterias, se forem deixados fora de operação por longos períodos, convém retirar as pilhas ou baterias, evitando danos por “vazamen- to” das pastas químicas (fortemente corrosivas) contidas no interior dessas fontes de energia). “TABELÃO APE: 4 dá caimCiTORES POLIESTER capacimaES psco . ” te isamisna £ 3 q a tt e» VE Cornicamnio iiti Egg Ce atonesso 3.3 4: 435 SE TERES mutriruicadOR = [27 = murimuicaçor FERE! í . “ erocenância TRES Im roreeância ishe temas vaLo Eus Om4s : rensão quo é uy tramas regPaRADS yh DS vaLor EM PicoraRaDs —— ExtusLos 12» CODIGO mo A eee emo cor taxas SAfixo 42 faixa cóbigo Ticaro — TIC RSS tPezo as Ban TOLERÂNCIA ED preto º - -— COR faixas Jafaixa 4Afaixa SA faixa = maetom 1 x100 1% vermelho + 2 X100 2% Io O - 2% — [aTE IOF ACIMA DE 10pF trama 3 x1000 3% : 1 é a amarelo 4 x10000 4% |metom x10 — - verde 5 x 100000 — | vermelho 2 x100 — 250V da =0,50pP F= 1% M= 20% efe azul 8 xi0m000 > [larmia 3 x1000 — - . om vialesa 7 - = amo 4 xt000 — ay [O =025F G= 2% P=+00%— 0% cinza 8 - — [rede 5 x100000 — - Jo-os0FH= 3% 5 =+50%- 20% Exempros beco 8 - a pm 6 x10000 — G0VIr-1r s- 5% 2-4+m%-2%|) [eie-nieno ouro - x01 5% |videto 7 - - prata - x001 10% |cinma 8 - - Do-zr e-10% tsem cor) - - 20% |oanco 9 - 10% - DIoDOS EXEMPLOS exemeros x EXEMPLOS EXEMPLOS t MARROM | AMARELO | VERMELHO SE MARROM | VERMELHO | MARAOM PRETO | VIOLETA | VERMELHO ã PRETO | VERMELHO PRETO LARANJA | VERMELHO | AMARELO | 472K 4.7 KoF lan7) 10% + MARROM | LARANJA VERDE BRANCO | PRETO BRANCO | 223M 22KpF (220F) 20% OURO PRATA MARROM | VERMELHO | AZUL AMARELO | 1914 1009F 5% mwoa mea Mo 10KpE [10nE)] 4K75€ t4n7) |220KpF 122001] SM 10KpE (10nF) 20% s% 10% 1% 10% 20% 10% Es 250V sao v 400 v TRANSISTORES GIPOLARES a, série sén sc Ter éme o e excurios exemro EXEMPLOS BraDe (MPN? NPA eue Dorsa aose Bor eram Bons Bordo TRANSISTORES erram = a 02, PEFENCIDMErRO E) t o 2 ã CAPACITORES ELETROLÍTICOS — + = CAPACITOR VARLVEL = |, —-— + == 1 f AXIAL To maniaL 2 circuitos INTEGRADOS eusm- aur tou Es 15P: eres uBLNBSS TT BBIMBENS | II ISISIMBRNA o TRIM OT VISTOS PES CIMA - EXEMPLOS TESE TÇ A cAC RCA CACCACI EN 7 s55- 11-30 s001- 40n- aois- 4053 vistos POR CiMa- EXEMPLOS (Ago LhsgONS — Liast Lu sea Lissã0-4089-T8A820 | 4017-4049-4060- LMaMA = LM ABS TATO DIGO ZENER FOTO-TRANSISTOR Mic ELETRETO pumas 1 rRineR c -m [7 +. , ce | == , 5 Ermo “YE, 5 T B x vi am + = 2 12 tera É - 14 ceRÂmCO T Y PrásTICO ) gostoso que Vocês têm de comunicar, usando expressões do dia-a-dia, cheias de glrias e até alguns palavrões aqui e al!, serve - na minha opinião - para des- contrair a gente (fica parecendo que es- tamos frente a frente, conversando, e não lendo uma “Revista Técnica” cheia de “chatices” ). Muito bem A partir dessa “falta de vergonha”, quero apro- veitar para solicitar uma ajuda: não sei (e ninguém por aqui quis me explicar...) como realizar a fiação de uma insta- lação de interruptores paralelos (assim chamam os eletricistas...), daqueles que, instai dos na base e no topo de uma es- cada (ou no começo e no fim de um cor- redor.) permitem que a iluminação do local seja indiferentemente ligada ou desligada em qualquer dos dois pontos de controle... Preciso fazer várias insta- lações do gênero e Vocês são os únicos “mestres” a quem me atrevo a perguntar (sei que esse não é bem o tema de APE, mas peço uma consideração)” - Ênio Pratini - Florianópolis - SC Primeiramente, Ênio, conforme temos dito por aqui, o fato de Você estudar Química, no momento, absolutamen- te não invalida a sua vontade de mais e mais conhecer sob os aspectos práticos e teóricos (imediatos) da Eletro-Eletrôni- ca! Muito pelo contrário... A Eletrônica penetra, mais e mais, a cada dia, em to- dos os campos de conhecimento e da atividade humana e já hoje, seja Você um limpador de esgotos ou um criador de cavalos de raça, Você FARÁ ME- LHOR O QUE FAZ, se souber as bases da Eletrônica, e se puder aplicar o que sabe, nas suas atividades específicas! Gostamos de saber que Você adotou a nossa recomendada “filosofia” de “não ter vergonha de não saber, admitir isso, e simplesmente... perguntar”... Os “ca- ras” aí em Floripa que não quiseram lhe explicar como fazer a tal ligação “para- lela” de interruptores, não passam de bobocas, representantes da “velha ma- nia” de guardar os conhecimentos só para sí, aquela história da oligarquia do saber, coisa contra a quat sempre luta- mos e sempre lutaremos (aos “podero- sos”, sob qualquer ângulo ou aspecto, sempre interessa manter os “outros” na ignorância, para preservar o seu poder é manter o stats quo... Só por causa disso, abriremos uma exceção (já que APE não é, basicamente, uma Revista para Eletricistas...) respondendo, com prazer, à sua consulta: a chamada “lhi- gação paralela” (na verdade, o “nome técnico” correto não seria bem esse, já que dois interruptores simplesmente fi- gados paralelo não fariam aquilo que Você pretende obter...) é muito simples, e tem seu diagrama ilustrado na fig. A. O importante é que os dois interruptores utilizados nos extremos da escada ou corredor, sejam de um tipo especial, do- tado de três contatos nas suas “costas”, eletricamente funcionando como “um polo x duas posições”... Ligados da ma- neira mostrada, qualquer dos dois inter- ruptores (a figura mostra também sua aparência real, com a respectiva identi- ficação dos contatos...) tem o poder de “inverter” a momentânea condição da lâmpada controlada: se esta estiver ace- sa, pode ser apagada através de CH! ou de CH2, indiferentemente... Se estiver pode ser acesa via CHI ou via CI, também indiferentemente. O úni- co requisito instalatório é que três cabos devem ser puxados entre os dois inter- ruptores (preveja isso, quando da verifi- cação/ instalação dos respectivos "con- duítes”...). Já entre a lâmpada e os inter- ruptores, entre a lâmpada e a linha “vi- va” da CA, e entre os interruptores e q neutro da CA, apenas um cabo precisará ser “puxado”... Observe com atenção a disposição geral do diagrama, lembre-se da ação elétrica das chaves de 1 polo x 2 posições, e não será difícil Você “intuir” como e por quê a “coisa” funciona... A propósito, note que na configuração do esqueminha, a lâmpada estará apagada (percebe como, “mexendo” em qualquer dos dois interruptores, a lâmpada forço- samente... acenderá...). CURSO “RÁPIDO DE ELETRÔNICA e VOCÊ APRENDE APENAS O QUE É NECESSÁRIO. e NÃO REQUER EXPERIÊNCIA ANTERIOR, e BAIXO CUSTO - Cr$ 295.000,00 (CURSO COMPLETO). | e POSSIBILIDADE DE ESTÁGIOS EM EMPRESAS, = APENAS 9 AULAS CONSECU- TIVAS (DE 12/01/93 A 22/01/99). e HORÁRIO: DAS 1930 ÀS 21:30H, MINISTRADO POR PAULO CESAR MALDONADO INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES PELO TEL: (011) 280-2973 DAS 16:30 ÀS 23:00H, AM area CATALOGO DE ESQUEMAS E MANUAIS DE SERVIÇO SRº TECNICOS EM FLETRONIA, SOLICITE INTEIRAMENTE GRÁTIS O SEU BATÁLOGO DE ESDUEMAS E MANUAIS DE SERVIÇ ESCREVA PARA: RADAR CENTRO ELETRÔNICO RUA SANTO ANTONIO, Nº12 32 AMD = SAD JOAO DENERITI — Rá CAIXA POSTAL 79.354 CEP 25.515 MONTAGEM SPEED LIGHT (CIRCULAR) O PROJETO É UMA MISTURA (BEM DOSADA...) DO QUE HÁ DE ME- LHOR, VISUALMENTE, NOS V.U.s TIPO BARGRAPH, NAS LUZES RÍTMICAS E SEQUENCIAIS (TODOS ESSES “EFEITOS” MUITO APRECIADOS PELOS HOBBYSTAS, SABEMOS..). TRATA-SE DE UMA “LUZ DE VELOCIDADE” (SPEED LIGHT), ARRANJADA EM INO- VADOR (PARA A FUNÇÃO) DISPLAY CIRCULAR, E QUE - TRABA- LHANDO A PARTIR DOS SINAIS FORNECIDOS POR UMA FONTE SONORA QUALQUER (RÁDIO, TOCA-FITAS, AMPLIFICADOR, ETC.) « GIRA UM PONTO LUMINOSO COLORIDO EM VELOCIDADE PRO- PORCIONAL À INTENSIDADE DO SINAL SONORO! SE NÃO HÁ Sl- NAL (OU SE O NÍVEL FOR MOMENTANEAMENTE MUITO BAIXO...) O PONTO LUMINOSO FICA LITERALMENTE “PARADO” (OU MOVE-SE MUITO LENTAMENTE... JÁ NA PRESENÇA DO SINAL, E PROPOR- CIONALMENTE À SUA INTENSIDADE OU NÍVEL, O PONTO LUMINO- SO “RODA” NO DISPLAY, EM GIROS BRUSCOS OU SUAVES, EM PERFEITA CONSSONÂNCIA COM O PROGRAMA (MÚSICA OU VOZ)! A ALIMENTAÇÃO, FIXADA EM “UNIVERSAIS” 12 VCC, PERMITE O USO TANTO EM CASA QUANTO NO CARRO... MONTAGEM E INSTA- LAÇÃO MUITO SIMPLES, AJUSTE FÁCIL (APENAS UM, DE “SENSIBI- LIDADE"...) E CUSTO MODERADO! TUDO O QUE O VERDADEIRO HOBBYSTA QUER... - O SPEED LIGHT (CIRCULAR) za do efeito! Em síntese, temos - É o tipo do circuito cujo resul- tado ou comportamento final, ex- temo, torna-se um pouco difícil de explicar em palavras... Tem que ser visto, para uma perfeita avaliação do ineditismo e da bele- uma espécie de luz sequencial (baseada em LEDs) estabelecida com 10 pontos luminosos dispos- tos em círculo (e cujo “movimen- to” básico se dá em sentido horá- rio, ou seja, igual ao dos pontei- ros de um relógio...). Essa luz se- quencial, porém, “sequencia” por moto-próprio ou em velocida- de fixa! A rapidez com que o ponto luminoso se desloca através do círculo do display é - sim - de- terminada pela momentânea inten- sidade de um sinal sonoro ““rou- bado” de um sistema de som aco- plado (rádio, gravador, amplifica- dor, etc.). Com o rítmo indo de “praticamente parado”, até “toda ripa”, o giro do ponto luminoso através do círculo “segue”, ins- tantancamente e proporcional- mente, os picos de intensidade do programa sonoro, num efeito realmente inédito e muito bonito! Dotado de um único ajuste, de SENSIBILIDADE, o SPEED LI- GHT (CIRCULAR) pode, tran- quilamente, ser acoplado a siste- mas de som em ampla gama de Potências (desde um radinho portátil, até um “baita” amplifi- cador... O módulo básico foi de- senvolvido de forma unitária, ou seja: tem apenas um canal, mo- no... No entanto, o baixo custo e a reduzida complexidade, permi- MONTAGEM 194 - SPEED LIGHT CIRCULAR linhas de alimentação, por puro instinto de prevenção anexamos um capacitor de desacoplamento, no valor de 100u, junto à entrada de energia... - FIG. 2 - LAY OUT DO CR- CUITO IMPRESSO ESPECÍFI- CO-- Em montagens com a estru- tura do SPLIC, o lay ouí do Cir- cuito Impresso toma-se muito mais importante do que normal- mente já é, uma vez que o próprio display de LEDs encontra-se in- corporado “da placa pra fora” são muito simples resumindo-se nas conexões de alimentação (atenção à polaridade - como sempre...) e duas conexões ao potenciômetro Qúnica peça do circuito que não fica diretamente sobre o Impres- 80...). Quanto a este, observar que - na figura - o dito cujo é visto! à placa “mãe”... Assim, reco meénda-se ao Leitor/Hobbysta o máximo de atenção e cuidado na elaboração/confecção do Im- presso, procurando bascar-se ri- gorosamente nas dimensões e dis- tribuições mostradas na figura (em tamanho natural, escala 1:1,..). Embora seja possível “in- ventar”” um pouco, em termos de lay out, qualquer tentativa de “sair do padrão” poderá resultar em visuais pouco atrativos, ou mesmo em sérios problemas de in- terligação (notadamente no que diz respeito sos LEDs...) Quem optar pela prática aquisição do SPLIC em KIT, levará óbvias vantagens, uma vez que receberá a placa prontinha, protegida, com o chapeado demarcado em silk- screen e outras “mumunhas facili- tantes”... De qualquer modo, não é um “animal heptacéfalo” (bicho de sete cabeças...) e pode ser feita pelo Leitor, em casa, sem grandes problemas... Aos “'começantes”, recomendamos observar as INS- TRUÇÕES GERAIS PARA AS MONTAGENS, encartadas em todo exemplar de APE, lá nas primeiras páginas da Revista... -FIG. 3 CHAPEADO DA MONTAGEM - Para quem está “chegando agora” à turma, expli- camos: chapeado é o nome “histórico” que damos a uma vis- ta “real” dos componentes, já co- locados e ligados à placa... Na ilustração, o Circuito Impresso é, então, mostrado pelo seu lado não cobreado, todas as peças posício- nadas e perfeitamente identifica- das quanto a códigos, valores, po- laridades, etc. A “coisa”, em sí, é muito fácil, mas alguns pontos devem ser observados com maior rigor: epT Ou arc Bcssa PI» O ee es A 330R 3308 Fig.2 - Posição dos Integrados, referen- ciada sempre pela sua extremida- de marcada. - Posição do transístor, referencia- da pelo seu lado “chato”, - Posição dos LEDs (todos com seus lados chanfrados - corres- pondentes ao terminal de catodo - voltados para as bordas da placa). - Polaridade do capacitor eletrolfti- LISTA DE PEÇAS *1 - Circuito Integrado 4017B e1 - Circuito Integrado 555 ei -Transístor BC558B € 10 - Resistores 330R x 1/4W “1 -Resistor 1IK x 1/4W “1 -Resistor 33K x 1/4W “1 -Resistor 2M2 x 1/4W “1 -Potenciômetro 220K (se for desejado o controle “liga-desliga” a partir desse potenciômetro, o di- to cujo deverá ser do tipo “com chave”...) e2 -Capacitores (poliéster) 100n “1 -Capacitor (eletrolítico) 100u x 25V * 10-LEDs de qualquer tipo, tamanho, cor e formato. Para um efeito mais “comportado”, recomen- damos o uso de LEDs vermelhos, redondos, 5 mm, bom rendimento. “1 -Piaca de Circuito Impres- so específica para a mon- tagem (10,1 x 9,6 cm.). - Par de conetores (segmen- tos) tipo “Sindal” (para a Entrada de sinal) e -Fio e solda para as li- gações. e1 OPCIONAIS/DIVERSOS e 1 - Knob para o potenciômetro e -Caixa para abrigar a mon- tagem, Esse item é optati- vo, já que em muitos casos será preferível simplesmen- te acoplar a placa/display diretamente a um painel, ou outras disposições que prescindam do uso de con- tainer específico... MONTAGEM 194 - SPEED LIGHT CIRCULAR co. PT « - Valores dos resistores, em função <] É das posições que ocupam na pla- ê ca. VM a - Ocorrência de dois jumpers na FERA SEIAO E placa (simples pedaços de fio in- terligando dois pontos...), codifi- cados no chapeado como J1 e 12, e que não podem ser “esqueci- dos”, caso em que o circuito sim- SPLIC > q plesmente não funcionará... LADO DOS - Devido às características “mecã- ENT. COMPONENTES nicas”” da montagem, convém que 9 O) todas as peças (menos os 10 ES LEDs) sejam mantidas tão rentes Fig.4 à placa quanto possível...). Já os LEDs devem projetar-se em po- fig. 4, é vista pela mesma face em sições “mais altas” (quanto à su- que foi mostrada na figura ante- perfície da placa), devendo, con- rior (lado dos componentes), ape- tudo, serem bem alinhados (todas nas que com a devida “limpesa”” as “cabeças” situadas à mesma visual (as peças sobre a placa não altura - ver fotos na capa e na en- são mostradas, para “desconges- trada da presente matéria...). Co- tionar” o desenho...). mo as “pernas” (terminais) dos - LEDs são relativamente longas, - FIG. 5 - À INSTALAÇÃO BÁ- nenhum problema quanto a tai SICA DO SPLIC - Conforme já conselho... ficou explícito, o circuito recolhe os sinais para a excitação dos Terminadas as soldagens, tudo próprios terminais de alto-falante deve ser conferido com a máxima do aparelho de som ao qual for atenção, corrigindo-se eventuais acoplado... No caso de pequenos falhas ainda antes de se cortar as receptores de rádio, gravadores, sobras de “pernas” e terminais... etc., bas: “puxar' uma ligação . (via plugue apropriado) do pró- - FIG. 4.- CONEXÕES EXTER- prio jaque de “fone” ou de “satda NAS À PLACA - As ligações para alto-falante externo”, levan- pela traseira... Ainda do poten- do o cabo até a Entrada de sinal ciómetro, duas ligações são “pu- do SPLIC,.. Para uso doméstico, xadas” a um par de conetores tipo uma pequena fonte capaz de for- “Sindal”, correspondentes à En- necer 12 VCC sob um mínimo de trada de sinal... Não são necessá- 250mA, dará conta do “recado”, rias blindagens especiais, uma vez tranquilamente... Se o Lei- que o SPLIC não é - obviamente - tor/Hobbysta tiver construído um um dispositivo de “alta-fidelida- SPLIC duplo, com finalidade de”, que deva “fugir” a roncos, estéreo, não esquecer que a de- zumbidos, essas coisas... Além manda de Corrente da fonte de disso, normalmente os sinais para energia dobrará, caso cm que (ho excitação do circuito serão “pu- uso de fonte ligada à C.A,) a ca- xados” de pontos onde se mani- pacidade deverá ser de SO0mA, festa em alto nível e baixa im- para boa “folga”... Observem pedância, com o que a eventual ainda, na mesma fig. 5, que lá captação de “espúrios” fica natu- também aproveitames para sugerir ralmente reduzida, Finalizando um lay out externo bastante ele-' essa etapa, notar que a placa, na gante e prático para o SPLIC, SPLIC APARELHO o) lo,8 % Ro FALANTE o 23 = "% Pop ES e A AO Ss O — ENT. a Fe] e) Fig.s » |MONTAGEM PROTEÇÃO PARA CARRO COM SEGREDO DIGITAL UM PEQUENO TECLADO (4 “BOTÕES”) ONDE O USUÁRIO (OU QUALQUER OUTRA PESSOA QUE TENTE USAR O CARRO...) TEM QUE DIGITAR UM CÓDIGO ESPECÍFICO, DENTRO DE UM “PRAZO” DE 5 SEGUNDOS CONTADOS A PARTIR DO ACIONAMENTO DA CHAVE DE IGNIÇÃO... SE O CÓDIGO INSERIDO NÃO FOR O CORRE- TO, E/OU SE O LIMITE DE TEMPO FOR “ESTOURADO”, O DISPOSH TIVO “TRAVA”, IMEDIATAMENTE, O SISTEMA DE IGNIÇÃO DO VEÍ-1 CULO (COLOCANDO O PLATINADO EM CURTO...! UM PODEROSO ELEMENTO DE SEGURANÇA E PROTEÇÃO, SUPER-SOFISTICADO, A UM CUSTO IRRISÓRIO! O “CÓDIGO” PODE SER AMPLAMENTE MODIFICADO, “PERSONALIZADO” OU “DISFARÇADO”, À CRITÉRIO DO MONTADOF/USUÁRIO, PERMITINDO ELEVADO NÚMERO DE COMBINAÇÕES E SEQUÊNCIAS, O QUE INCREMENTA O ÍNDICE DE SEGURANÇA DO SISTEMA... MONTAGEM, INSTALAÇÃO E "LEIAU- TAGEM” FINAL FACÍLIMAS E “FLEXÍVEIS” (ADMITINDO ADAP- TAÇÕES INCLUSIVE PARA APLICAÇÕES DE SEGURANÇA “NÃO AUTOMOTIVAS” ..)! - O PROJETO - A idéia básica da qual nasceu o desenvolvimento do PROCED (codinome do PRO- TEÇÃO PARA CARRO COM SEGREDO DIGITAL) foi: sim- plificar, baratear, sem perder se- gurança e eficiência (aliás, os axiomas que regem a filosofia de trabalho aqui em APE...). Os di- versos dispositivos digitais com teclado para digitação de um có- digo, existentes no mercado espe- cializado, são - certamente - efi- cientes, seguros e sofisticados... Têm, porém, um sério “inconve- niente”; o preço... Por outro lado, as montagens do gênero que pe- riodicamente surgem nas revistas especializadas, “caem”, inevita- velmente, numa série de proble- mas: ou usam componentes de difícil obtenção, ou apresentam elevada complexidade circuital.(o que invalida a montagem por principiantes...), ou resultam num custo também elevado, ou « fi- nalmente - apresentam uma estru- tura de codificação muito rígida, não permitindo ao montador/usuá- rio a “programação” de novos e diferentes “segredos” (por Gbvias razões de segurança...). O PRO- CED “dá de dez” em tudo isso, simplificando ao máximo todas as proposições, mas ainda assim mantendo elevada eficiência e confiabilidade... O funcionamento já foi sumariamente descrito no “lid” da presente matéria: um te- cladinho (4 push-buttons N,A, de qualquer formato, tamanho ou modelo), cujos botões devem ser acionados (dentro de uma “janela de tempo” de 5 segundos, conta- dos a partir do acionamento da chave de ignição do carro...), um a um, numa sequência única € es- pecífica... Se tudo for feito “nos conformes”, o veículo terá seu sistema elétrico liberado para fun- cionamento normal... Caso con- trário (erro no código, excessiva demora na inserção da digitação, ete,) o sistema elétrico de ignição do carro fica “travado”, sem ape- lação! Para reiniciar tudo, a chave de ignição deverá novamente ser desligada/ligada, decorrendo então novo prazo de 5 segundos para a correta digitação da se- quência codificada, e astim por diante! Ao mesmo tempo simples e efetivo, como já dissémos... Ou= tro ponto importante (dentro dos aspectos puramente práticos da montagem/insialação): a reduzida quantidade de teclas (apenas 4) e o uso de meros push-butima N.A., de qualquer tipo, que po- dem - inclusive - ser dispostos em qualquer configuração ou arranjo no painel de digitação, facilitam enormemente es adaptações fi- nais, cujas amplas possibilidades serão abordadas no final da pre- sente matéria... Alimentado (ob- viamente...) pelos 12 volts nomi- nais do sistema elétrico do velcu- lo, o circuito básico pode - sem muitos problemas - ser adaptado para uso “fora do carro”, por exemplo: na abertura de portas eletricamente controladas, na per- sonalização da utilização de ma- quinários ou equipamentos ele- tro-eletrônicos (que só devam ser operados por pessoa autoriza- da...), etc. Leiam com atenção o presente artigo, € tirem suas con= clusões... Podemos garantir que 3 MONTAGEM 195 - PROTEÇÃO PARA CARRO COM SEGREDO DIGITAL valo a pe realizar à montagem, e aplicar o PROCED, sob todos os aspectos! HG. 1 - O CIRCUITO - Dois In- tegrados (da —conhecidíssima “família” digital CMOS) 4013, contendo cada um dois flip-flops ou “células de memória/conta- gem”, formam o “coração” ope- racional do circuito... O uso de Integrados bastante apropriados para à função, permitiu um exce- lente índice de redução na quanti- dade dos demais componentes (o que sempre contribui para otimi- zar custos), As quatro células de “memória” contidas nos dois In- tegrados, estão eletricamente “en- fileiradas” (pela interconexão feita através dos respectivos pinos de Entrada, Saída, Controle, etc.), porém o “trânsito” do sinal através dos quatro contadores, apenas pode se dar, de maneira efetiva, após a autorização se- quencial dada através dos 4 pe ah-buitons (pela ordem, 1-2-3-4,,,) que comandam as eo- tradas de clock dos flp-flops (previamente polarizadas em “al- to”, por resistores de 100K...). Uma rede RC simples, formada pelo resistor de IM e capacitor de 100n aplica um pulso em todas as entradas de SET dos 4 flip-flops, garantindo que, so ser inicialmen- te energizado o circuito (pela aplicação dos 12V à linha de ali- mentação geral...) tudo estará em “zero”... Nessa condição, o pino 1 do 4013 da direita (saída do úl- timo flip-flop do quarteto...) se encontrará “baixa”, mantendo “cortados” os transístores (BC548 e BD135) em Darlington que controlam o relê de saída (es- te, portanto, desativado, na con- dição descrita...). Uma outra rede RC simples, determinada pelo re- sistor de SG0K e capacitor ele- trolítico de 10u, determina uma temporização de aproximadamen- te 5 segundos (contados do mo- mento da energização geral do circuito pelos 12V da linha geral de alimentação), após a qual o pi- no 9 do primeiro 4013 (entrada de DADOS do primeiro flip-flop da fila de 4...) será levado a estado digital “alto”, com o que “tudo trava”, colocando o pino 1 do 4013 da direita em nível também “alto”, polarizando o Darlington e energizando o relé, inexoravel- mente... Se, porém (e tudo reside nesse “porém”...) as 4 entradas de clock (pinos 11-3 do primeiro e segundo 4013...) forem sequen- cialmente “abaixadas”, dentro desses 5 segundos, a “fila” de contadores travará a sua saída fi- nal em estado “baixo”, com o que o relê permanecerá, seguramente, desativado... Notem que toda a sequência de Tempos é disparada automaticamente pela própria aplicação da alimentação geral do circuito... Como esta provém da própria chave de ignição, o auto- matismo do sistema está perfeita- mente garantido! Para preservar a parte lógica/digital do circuito, contra excessos de Tensão, e con- tra eventuais interferências (o ambiente elétrico de um carro é altamente “poluído” com ruídos, pulsos, transientes, etc.), um forte desacoplamento € promovido pelo resistor de 270R, zener de 9V1 e eletrolítico de 220u, que garantem uma alimentação limpa e estabili- zada para os 4013 e “ime diações”,,. Já a parte final do cir- cuito (transístores, relê, etc.) dis- pensa tais “frescuras”, sendo ali- mentada diretamente da rede de 12Y CC (obviamente o relê deve ter uma bobina capaz de trabalhar sob tal parâmetro - como é o caso do GIRCZ indicado...). O “'ve- lho” diodo inversamente polari- zado, em paralelo com a bobina do relê, garante a integridade dos transístores de chaveamento con- tra eventuais pulsos de Tensão gerados pelo próprio relé... Fi- nelmente, um conjunto indica- dormonitor, formado por um simples LED e seu resistor limita- dor (1K) serve para “mostrar” o momentâneo estado do relê (LED aceso = relê encrgizado = siste- ma de ignição bloqueado...). No- tem, especialmente quanto aos “botões” de digitação do código sequencial, que o único requisito 12v o 270R dIRc2 O) + VIA CH. 100K| 100K,| 220u icon hioor s — NF 18N. 164 10,8w Leo | B e ”z 2 o) os 5 mK(] Z ENA q PLAT. + seok Fo) Fo | it — 3 14 º CCD dy 4TK É Geisa) ag 035 qui css Tl pls 8 Fig.t 15 MONTAGEM 195 - PROTEÇÃO PARA CARRO COM SEGREDO DIGITAL Fig.2 Fig.3 nados (a face mostrada do Im- presso é - obviamente - a não co- treada...). Observar os seguintes (e importantes) pontos: - Existência de um jumper (codifi- cado como J1), ou seja, um mero pedaço de fio interligando dois pontos/furos específicos, Ele não pode ser “esquecido”, caso con- trário o PROCED não funcionará. - Posição dos dois Integrados, am- bos referenciados pelas suas ex- tremidades que contém uma pe- quena marca. - Posições dos transístores. O “BC” tem sua colocação referen- ciada pelo lado “chato” enquanto que o “BD” deve ter sua face me- talizada voltada para a borda da placa. - Os dois diodos (zener e “co mum”) têm suas posições únicas e certas indicadas pela extremidade marcada com um anel ou cinta em cor contrastante... - Polaridade dos capacitores ele- trolíticos (sempre marcadas, niti- damente, nos nossos chapea- dos...). - Valores/Posições de todos os re- sistores (em dúvida, o TABELÃO APE “está lá”, para auxiliar os novatos ou amnésicos...). - Quanto ao relê, se usado o mode- lo recomendado na LISTA DE PEÇAS, simplesmente não haverá como inserílo de maneira indevi- da... Já se outro modelo for utili- zado (o que, certamente, obrigará a uma certa modificação no lay out de ilhas específicas, no Im- presso...), o Leitor/Hobbysta de- verá, previamente, se informar quanto à correta disposição/iden- tificação de pinos... As “sobras” das “pemas” de componentes, terminais e pontas de fios (pelo lado cobreado da placa), apenas podem ser “ampu- tadas” depois de tudo conferido, já que é relativamente fácil corri- gir-se erros de inserção (com o auxílio de um sugador de solda) enquanto os ditos terminais esti- verem íntegros... Durante a veri- ficação, aproveitar para conferir também a qualidade dos pontos de solda (devem estar todos lisos, brilhantes, sem excessos ou “cor- rimentos”, mas também sem insu- ficiências...). - FIG. 4 - CONEXÕES EXTER- NAS À PLACA - Ainda vista pe- lo seu lado não cobreado, a placa traz agora as ligações extemas,.. Observar inicialmente a codifi- cação adotada para as diversas ilhas periféricas (comparando-as com as mostradas na figura 3, se houver dúvidas...). Notar a identi- ficação dos terminais do LED, correspondendo o K ao cat do (“perna” mais curta, e que sai da peça ao lado de um pequeno chanfro...) e A ao anodo. Obser- var também com grande atenção as ligações aos 4 push-buttons (cuja ondem de acionamento - não de colocação no painel - está niti- damente codificada, tanto na pla- ca quanto na estilização dos pró- prios “botões”...). Ainda quanto aos push-buttons, verificar que todos eles têm um de seus termi- nais levados ao ponto N da placa. TECLADO AO PLATINADO â PROGED LADO DOS COMPONENTES s gv VIA CHAVE DE IGNIÇÃO Fig.4 16 MONTAGEM 195 - PROTEÇÃO PARA CARRO COM SEGREDO DIGITAL Os pontos S-S correspondem à Saída de Utilização do circuito, que será levada ao platinado do veículo (de modo que o relê in- temo possa promover o “curto” imobilizador do veículo - detalhes adiante...). Finalizando essa eta- pa, lembrem-se que nada obsta a colocação física dos push-buttons (e também do LED) em ponto dis- tante da placa “mãe”! Como a Corrente em tais percursos é mui- to baixa, um simples flat-cable (multi-cabo) de 7 vias, no com primento necessário, poderá ser usado sem problemas, desde que todas as conexões sejam feitas corretamente, em termos elétri- COS...) - FIG. 5 - INSERINDO O PRO- CED NO SISTEMA DE IG- NIÇÃO (INSTALAÇÃO) - É ne- cessário que o Leitor/Hobbysta conheça um mínimo da estrutura elétrica do sistema de ignição do veículo, para a correta instalação do PROCED... O diagrama traz um esquema direto e claro de co- mo o dispositivo deve ser inseri- do, notando que apenas as li- gações indicadas pelas setas (e as cabagens marcadas com asterfs- cos...) devem ser acrecentadas... “Nadinha” precisa ser “mexido” na original instalação/cabagem do sistema elétrico do vefculo, já que o PROCED é simplesmente ““a- crescentado”... Quem tiver muitas dúvidas a respeito, deverá consul- tar um eletricista de auto, levando uma cópia do esquema (fig. 5) que elucidará o profissional sobre a (facílima) instalação do disposi- tivo... Resumindo: o ponto (-) da placa vai à “massa” ou “chassis” do carro (negativo da alimen- tação), o ponto (+) vai aos 12V positivos do sistema elétrico, porém obrigatoriamente passando pela chave de ignição, de modo que apenas quando esta for ligada O circuito possa receber energia... Finalmente, os pontos (S-S) ser- virão para eletricamente “curto- circuitar”” o platinado do vefcu- lo... Isso é promovido de forma muito simples: um dos pontos S vai à “massa” ou “chassis”, en- quanto que o outro vai ao termi- nal da bobina de ignição acoplado CH. IGNIÇÃO b Bos. As + º OsTRIBUIDOR !S- vELAS Fig.5 ao platinado.., do PROCED, com os quatro pu- FIG. 6 - CONEXÕES DO TE- CLADO E CONFIGURAÇÃO DO PAINEL DE DIGITAÇÃO - Conforme já foi dito, nada impede que o conjunto de 4 teclas seja instalado em ponto remoto (com relação à placa mãe”), Nesse ca- so, a conexão ao ponto N da pla- ca pode ser simplesmente despre- zada (ver diagrama G6-A), desde que um dos terminais de cada pu- sh-button seja levado a um ponto “local” de “massa” (eletricamen- te correspondendo ao negativo do sistema elétrico do ecsrro...). Os outros terminais poderão ter suas conexões feitas via flat-cable com o conveniente número de vias (condutores). Em 6-B temos a su= gestão mais óbvia para o painel sb-buttons dispostos em linha ho- rizontal, tendo o LED piloto logo acima (ou logo abaixo) da dita li- nha de botões... Os push-buttons poderão conter ou não (a critério do Leitor/Hobbysta) inscrições, caracteres, símbolos, etc., sendo que o ponto IMPORTANTE é lembrar que o “código” ou “se- gredo” reside unicamente na or dem em que serão digitados, em função da sequência numérica em que são conetados aos respectivos pontos da placa! Dessa forma, o Leitor/Hobbysta poderá progra- mar qualquer sequência real, à vontade! Quem ainda não “perce- beu” o truque, deve observar com atenção às sugestões dadas na próxima figura, e as explicações inerentes... TECLADO FLAT CABLE (4 VIAS) AO CIRCUITO DO "PROCED" => "TERRA! = Local PUSH -GUTTONS N.A, Fig.6 e [MONTAGEM MÓDULO GERADOR DE SONS COMPLEXOS LEITOR/HOBBYSTA...! Ofertado na forma de KIT pe- la Concessionária atualmente auto- rizada pelos Autores de APE (fi- querh sempre atentos, pois os ver- dadeiros KITS DO PROF. BÉDA MARQUES sempre mencionam, na sua embalagem e publicidade, o nome desse conhecido criador, com décadas de “janela” à frente de Equipes de Desenvolvimento, além de mostrarem, como logomarca, a “cara feia” desse legendário “per- sonagem”, Mestre da grande maio- ria dos Hobbystas que hoje “infes- tam” o Brasil e Portugal...) o MÓDULO GERADOR DE SONS COMPLEXOS (MOGESC) foi, e ainda é, um dos conjuntos mais so- licitados pelos Hobbystas/Monta- dores, conforme estatísticas atuali- zadas do Setor Comercial, encarre- gado da venda dos tais KITs... Até o momento, contudo, o Leitor/Hobbysta que acompanha APE não tinha sido brindado com os detalhes técnicos e práticos da referida montagem, na forma de matéria “normal, publicada na Revista (existiam acordos comer- ciais que vedavam, provisoriamen- te, tal divulgação...) Finalmente agora, “quebrando os segredos” USANDO UM EXCLUSIVO (E SURPREENDENTEMENTE BARATO...) “CHIP” PRÉ-PROGRAMADO, PROPORCIONA 8 SONS ULTRA-REA- LISTAS, ACIONÁVEIS POR COMANDOS INDIVIDUAIS (MANUAIS OU ELETRÔNICOS, COM MÚLTIPLAS OPÇÕES, EXPLICADAS COM DE- TALHES..) - BOA POTÊNCIA DE SAÍDA (2,5W), PODENDO SER ADAPTADO COMO CAMPAINHA RESIDENCIAL “DIFERENTE”, EM BINQUEDOS SOFISTICADOS, EM ALARMES ESPECIAIS, ETC. UM VERDADEIRO “SEGREDO TÉCNICO”, SÓ AGORA “ABERTO” AO (para benefício de Vocês...), esta- mos trazendo ao conhecimento da Turma os tão desejados detalhes, incluindo desde o preparo do “chip” (que é simplesmente “gar- fado” de um chaveiritho sonoro, de facílima aquisição, até nos ca- melôs da vida...), até os dados so- bre o Módulo de Adaptação, sua interligação com o “chip” prepara- do, o Circuito Impresso específico da estrutura de “apoio”, finalizan- do com um “monte” de sugestões práticas para utilização final da montagem, além de diversas su- gestões para os controles possíveis (manuais, eletrônicos, automáticos, sequenciais, etc). Enfim: uma matéria muito es- perada pelos Leitores, finalmente trazida “à tona”, já que para a Equipe Técnica e Laboratorial de APE, “que se dane” o Setor Co- mercial! Assim, quem não quiser adquirir o projeto em KIT, também poderá usufruir da sua montagem, totalmente home made, comprando as peças, confeccionando a plaqui- nha específica e “mandando brasa” por conta própria... DESEMPENHO O MOGESC é capaz de gerar, com grande realismo, oito tipos de sons, familiarmente ouvidos nos video-game, fliperamas, efeitos de ficção científica, etc. Dependendo parcialmente de “qual” exato chip o Leitores/Hobbysta puder obter, a Tabela a seguir dá uma boa idéia dos sons que poderão ser obtidos (são quase um “padrão” nos chips específicos...): PISTOLA ESPACIAL” 1 Todos esses sons complexos e extremamente “reais”, são obtidos a partir de um chip exclusivo, ex- traído das “entranhas” de um des- ses chaveirinhos sonoros, “made in Taiwan” (e “entrados” no Brasil via Paraguais, através dos conheci- dos “muambeiros”, embora também possam ser encontrados em Lojas “sérias”, caso em que - ob= viamente - entraram no País por vias legais...). Depois de devida- mente preparada a plaquinha/chip extraída do chaveirinho, já no Mó- dulo do MOGESC, os sons são grandemente amplificados (2,5W de saída, diretos para um alto-falan- te...) O circuito final apresenta comandos individuais (através de MONTAGEM 196 - MÓDULO GERADOR DE SONS COMPLEXOS um sensível circuito eletrônico de “apoio”) que podem ser acionados de diversas maneiras: através de pust-butinns, por “toque” direto dos dedos, por comandos eletrôni- cos especiais, etc. (várias su- Uma alimentação “única” (pi- lhas ou fonte, 6 ou 9V) energiza todo o sistema... A montagem, em sf, é muito fácil, ce o Hobbysta receberá, ao longo da presente matéria, todos os detalhes para bem implementá-la, obtendo, ao final, um dispositivo absolutamente exclusivo, não en- contrável em Lojas e multi-aplicá- vel! e... CARACTERÍSTICAS = Módulo Gerador de Sons Com- plexos, com & sons (vide Tabela) ultra-renlistas. - Circuito composto de uma plaqui- nha/chip pré-programada e prepa- rada para utilização, mais uma placa de “apoio” com o amplifi- cador e os drivers para comando eletrônico, - Alimentação: 6 a 9V (pilhas ou fonte) sob Corrente média de 300mA (apenas quando acionados os sons, já que o consumo em stand by é irrisório...). - Potência de Áudio: max, 2,5W (pode ser acoplado alto-falante de qualquer tamanho, impedância & ohms). - Comandos dos Sons: individuais (8) e eltrônicos, super-sensíveis, aceitando pusb-buttons, chaves, controles por “toque”, comandos eletrônicos por pulsos ou por “es- tados” digitais, etc. Utilização: como “campainha di- ferente”, alarmes, jogos, brinque- dos, efeitos especiais em discote- ques, gravações, atividades tea- trais, Feira de Ciências, etc. MONTAGEM -FIG. A - “EXTRAINDO” (E CONHECENDO...) A PLA- CA/CHIP DO CHAVEIRINHO - Com pequenas variações de lay out, os chaveirinhos sonoros de 8 “botões” se mostram como índi- cado no diagrama A-1, visíveis na sua parte frontal os 8 botões de “apertar”, além das frestas de saída do som, internamente gra- vados por um minúsculo alto-fa- lante (pouco maior do que uma moeda...). À caixa do chaveirinho deve ser cuidadosamente aberta (basta -enfiar uma lâmina pela fresta nas laterais do container), retirando-se a plaquinha que lá dentro repousa... Ao efetuar tal “extração”, o Leitor/Hobbysta notará que o conjunto de 8 botões de apertar forma um único bloco, de borracha, flexível, contendo pequenos pontos escuros na base 19 O) S* E, o (4 Oo 08 4. po ; LADO COBREADO LISTA DE PEÇAS e 1-“Chaveirinho sonoro” do- tado de 8 botões de co- mando, do qual será extraf- da a plaquinha/chip especí- fica (um dos códigos de fa- bricante mais comuns para a tal placa/chip é “B868”, mas diversos outros serão também compatíveis). A plaquinha será preparada e codificada com fios colori- dos, para uso em conjunto com o módulo de “apoio” do MOGESC... e 1 “Circuito Integrado LM380 (14 pinos) e 1 - Diodo Zener 2V7 x 0,5W *1-Diodo 1N4148 ou equiva- lente e 8 - Transfstores equivalentes 91 - Resistor 2R7 x 1/4W e 1 - Resistor 1K5 x 1/4W 9 - Resistores 10K x 1/4W e 1 -Resistor 47K x 1/4W Bcs48 ou e 2 - Capacitores (poliéster) 100n * 1 - Capacitor (eletrolítico) 10u x 16V e 1 - Capacitor (eletrolítico) 47u x 16V e1-Capacitor — (eletrolítico) 470u x 16V e 1 - Interruptor simples (chave H-H mini ou standard) e 1- Alto-falante (qualquer ta- manho), bom rendimento, mínimo 5W * 1 - Placa específica de Circui- to Impresso (apoio) medin- do 11,2x 3,8 cm. * -Fio e solda para as li- gações. OPCIONAIS/DIVERSOS e - Suporte para 4 ou 6 pilhas pequenas, ou um “clip” para bateria de 9V, ou ain- da fonte com saída em 6 ou 9V x 350mA) * -Componentes específicos para as estruturas escolhi- das de comando final (pu- sb-buttons, chaves, conta- tos de “toque”, circuitos eletrônicos especiais, etc - VER TEXTO).