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APRENDENDO mesm Do & PRATICANDO FP | PARA HOBBYSTAS o eletronies Spa Vono a e ação PH mota [1 [= -- | MÓDULO DE PERCUSSÃO | | ELETRÔNICA (AMPLIÁVEL) CONTROLE DE VOLUME POR TOQUE ABCdoPe COMPRESSOR /EXPANSOR (Informática Prática) “DE SINAIS (MULTI-USO) | COMO SEMPRE TEM GENTE NOVA ENTRANDO NA “TURMA”, VOLTAMOS A LEMBRAR QUE EM TODA APE. EXISTEM DOIS ENCARTES IMPORTANTES DESTINADOS AQ ESCLARECIMENTO PAS DivIDAS DOS INICIANTES : AS “INSTRIÇÕES GERAIS PARA AB MONTAGENS” EO TABELÃO APE | E AVENTURA Dos EXGOMBONENTES DEPOIS DE CONFECCIONAR. AS PLACAS, GEMPRE CONFIRAM | E COMPAREM COM OS LAYOUTS MOSTRADOS NOS PROJETOS, CONSULTEM ESSAS SEÇÕES SEMPRE QUE TIVEREM DÚVIDAS... LEIAM SEMPRE TODA À MATERIA , ANTES DE INIJAR. QUALQUER ee PROCURAMOS “P) Ci ABARS A À vocês Sempre O MASIMO Na DE INFORMAÇÕES 1 - MAS , SE AINDA SOBRAREM VUVIDAS, RECORRAM “SEM VER- = GONHA AO CORREIO TÉCNICO Existem muitos por aí! —Profissionais? 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OS COMPONENTES * Em todos os clrcultos, dos mais simples aos mais complexos, existem, basicamente, dois tipos de pe- sas: as POLARIZADAS e as NÃO POLARIZADAS, Os componentes NÃO POLARIZADOS são, nº sua grande maioria, RESISTORES é CAPACITORES comuns, Podem ser Ilgados “daqui pra lá ou de lá prá c4”, sem problemas. O único requisito é reco- nhecer-se previamente o valor fe outros paráme- tros) do componente, para Ilgé-lo no lugar caro do circuito, O "TABELÃO! A,P.E, dá Indas as “dicas” para à leitura dos valores e códigos dos RESISTO- RES, CAPACITORES POUÉSTER, CAPCITORES DISCO CERÂMICOS, etc, Sempre que surgirem dó- vidas ou “osquecimentos*, as Instruções do “TA BELÃO? devem ser consultadas, * Os principais componentes dos circuttos são, na malorta das vezes, POLARIZADOS, ou seja, sous terminais, pinos ou “pernas têm posição cem o única para setom ligados ao clfculto? Entre tals componentes, destacam-se os DIODOS, LEDs, SCRs, TRIAOS, TRANSÍSTORES (blpolares, fets, unijunções, etc), CAPACITORÊS ELETROLÍTICOS, CIACUITOS INTEGRADOS, etc, É mutin importante que, antos de 9 iniclar qualquer montagem, o Let- tor identifique corretamente os “nomes” 9 posições relativas dos terminais desses componentes, já que quaiquer Inversão na hora das sokiagens ocaslo- nará o não funcionamento do circuito, além de eventuals danos so próprio componente erronea- menta ligado. O "TABELÃO" mostra à grando malo- ris dos componentes normalmente utlizados nes montagens do A.P.E., om suas ping geme, & símbolos. Quando, em algum circuito pubi Cage surgir um ou mais componentes eujo “visual” não esteja relacionado no "TABELÃO, as necossá- rias Informações serão fornecidas junto ao texto desoritivo da respectiva montagem, alravés de Ilus. trações claras e objetivas, LIGANDO E SOLDANDO * Praticamente todas as montagens aqui publicades são Implemontadas no sistema de CIRGUITO IMe PRESSO, assim as instruções a seguir referem-se aos culdados básicos-necessários à esse técnica de montagem. O caráter geral das, recomendações, contudo, laz com qua elas também sejam válidas para eventuais outras técnicas de montagem (om ponte, om barra, etc). + Devo sor sempre utilizado farro de soldar leve, do ponta fina, 6 de baixa “wattagem” (máximo 30 watis). À solda também deve ser fina, de boa qual dade é de babxd, ponto de fusão (ilpo 60/40 ou 63/37), Antes de iniciar a soldagem, a ponta do fer. to deve sor limpa, removendo-se qualquer oxidação ou sujeira all acumuladas. Depois de Ilmpa 6 aque- cida a ponta do ferro deve ser levemente astanhada (espalhando-se um pouco de solda sobre ela), O que facilitará o contato térmico com 08 terminais. + As superfícies cobreadas das placas de Circulto Im» presso devem sar rigorosamente mpas fcom lixa Ih na ou palha do aço) antes das soldagens. O cobre deve ser brilhante, sem qualquer resíduo de oxl- dações, suleiras, gorduras, etc, (que podem obetar au boas soldagens). Notar que depols de limpas as “has e pistas cobroadas não devem mais ser toca das com on dedos, pois a gordura 8 ácidos contidos na transpiração humana (mesmo que as mãos pare. çam limpas 6 secas...) atacam O cobre com grande rapidez, prejudicando as bos soldagens, Os ter- minals de componentes também devem astar bem Impos (se preciso, raspe-os com uma lâmina ou es. teto, até que O metal fique limpo e brilhante) para que à solda “pegue” bem.., + Vorlficar sempre se não existem defeitos no padrão cobroado da placa, Constatada alguma Irregulark dade, ela deve ser sanada antes de se colocar os componentes na placa. Pequenas falhas no cobre podem sor facilmente recompostas com Uria gotinha de solda cuidadosamente aplicada. Já eventuais “curtos” entre ilhas ou pistas, podem ser removidos raspando-se 0 defeito com uma forramenta de ponta aflada, * Coloque todos os componentes na ptaca orientam do-se sempre pelo “chapeado” mostrado Junto às Instruções de cada montagem. Atenção aos compo- nentos POLARIZADOS o às suas posições relativas (INTEGRADOS, TRANSÍSTORES, DIODOS, CAPA- GITORES ELETROLÍTICOS, LEDs, SCAs, TRIACS, ate * Atenção também aos valores das demais peças INÃO POLARIZADAS). Qualquer dúvida, consulto os desenhos da respectiva montagem, efou o “TA- LÃO” * Durante as soldagens, evito sobreaquecor os com- ponentes (que podem daniflcar-se pelo calor exces- siva desenvolvido numa soldagem multo demorada). Se uma soldagem “não dá corto” nos primeiros 5 segundos, Fatire a forro, espere a ligação estriar 6 tente novamente, com calma & atenção, « Exile excesso (gue pode gerar cortimentos é *cur- tos de solda ou falta (que pode ocasionar má co- nexão) desta. Um bom ponto de solda deve ficar liso é brilhante ao terminar. S6 a solda, após esfriar, mostrar-se rugosa é fosca, Isso indica uma conexão mal folta (tanto elétrica quanto mecanicamente). + Apenas corte 05 excassos dos terminals ou pontas da flos (pelo. lado cobseado) após rigorosa cone ferência quanto aos valores, posições, polaridades, etc, de todas as peças, componentes, ligações pe- rifóricas (aquelas extemas & place), eic, É multo giflcll reaproveltar ou corrigir a posição de um com- ponents culos terminais Já tenham sido cortados, + ATENÇÃO às instruções de calibração, ajuste uti- Nzação dos projetos. Evite a utilização de poças com valores ou caracteristicas diferente daquelas indicadas na LISTA DE PEÇAS, Lola sempre TODO o artigo antes de montar cu utilizar o clrculto. Expe- rimentações apenas dever ser tentadas por aque- fes que já têm um razoável conhecimento ou prática e sempre guladas pelo bom senso, Eventualmente, nos próprios textos descritivos existem sugestões para experimentações. Procuro seguir tals su- gestões sa quiser tentar alguma modificação... * ATENÇÃO às Isolações, principalmente nos clrcuk tos ou dispositivos que Irabalhem sob tensões e/ou correntes elevadas, Quando a utilização exigir co- nexão direta à rede de C,A. domlelhar (110 ou 220 volta) DESLIGUE a chave geral da instalação local antes do promover essa conexão. Nos dipositivos allmentados com pllhas ou baterias, so lorem de xados fora de operação por longos períodos, convém retirar so plihas ou baterias, evitando da- nos por “vazamento! das pastas quénicas (fortemene to corroslves) contidas no Interior dessas fontes de energia. "TABELÃO APE: ” . vo. rr ALGARISNO sz Mt ALOARISMO 2» MET or asas E! Ê ê: Depe C es atonmismo se RECO? teamo gãE é S$SEPSS-- Mu iPucADoR de frog. MuLTIPUCADOR ENE . na TOLERÂNCIA TRETSSR -rocenância Ê Ê raxas VALOR EM ohs > i tensão ator em Suns ramas mtoranãos y1 — vaLOR EM . PicoraRADS tt ExexpLOS 13e22 CODIGO TIc206 — TIC2IE . ticaze — TIC 23 faixas dtoixa Adfaixa cor ai 39 faixa E o coDIGO . Do TOLERÂNCIA ES preto º - - COR faixas SBfaixa 42foixa 5Ptaixa marrom 1 x100 ax vermelho + 2 2100 2% Iwo O - 2» — [até im ACIMA DE 100F laranja 3 x 1000 3% R amarelo 4 *10000 ap |maom + mo — - verde 5 x 100000 — |remelho 2 x100 — 260 dp =010pF F= 1% M=20% ri aeul 8 100000 — |tamja 3 x1000 — - . = 00% violeta 7 - Do Jamacio 4 tomo - aoov |O 025PF G= 2% P = +00%— 0% cinza 8 - — |urde 5 x100000 — - Jo-osorH= 3% s=+s0%- 20% exturios branco 9 - - [au 6 x100000 - VE -ipr s= 5% 2=+80% 20%) JeWe-Ticne ouro - x01 5% |vídeta 7 - - - e- = 10% prata - x001 10% lIcina 8 - - - =2F | K= tsem cor) - - 20% |ornco 9 - 10% - oinoos EXEMPLOS Exennos EXEMPLOS K EXEMPLOS EXEMPLOS x a MARROM | AMARELO | VERMELHO Sd Tiso MARROM | VERMELHO | MARROM PRETO | VIOLETA | VERMELHO af uso PRETO | VERMELHO PRETO LARANJA | VERMELHO | AMARELO | *72K 4,7 KpF (dn 10% 4 insdos MARROM | LARANJA VEADE BRANCO | PRETO BRANCO | 223M 22KpE (ze? 20% 1n 4004 ouro PRATA MARROM | VERMELHO | AZUL AMARELO | 1913 100pF sx tn 4007 1008 2Ka ue 10KpF 401] 4K7PF t4n7) |220KpF (220nF)] 103M 10KpF OF) 20% 5% to 1% 10% 20% 10% 250 v 630 v 400 v TRANSISTORES BIPOLARES, e a c Diaca R séme — do 2 me 4 nc Tére E o E Br Série SERIE A, a eo > a % : SP EP e SA EA exenpLos É é nen enp exexero exeupros exemeros ses nesse Brs9 (nem) neu enp es E, sms BEBO gos sms | Tea Tete seses pcs dois E tias a TRANSISTORES INTEGRADOE S 355- 741- 3140 LH3S0NB — LM366 PRA sERpIS a SBMIBRNOS o ves esse | H vistos cima - EXEMPLOS STE ros FETAL! 5 e 2 E o t z e? s ã º . ' 6: CAPACITORES ELETROLÍTICOS — + E AXIAL RADIAL CIRCUITOS BUEBABRNO o To sá s 676% uaRIco LH3914- LM 3915 TDATODO DE TAlM- Por BIODO ZENER 1 e FOTO-TRANSÍSTOR MIC-ELETRETO > ? exeupro 400 N ru7s E T ç Dm; A , 2 cERâMICO TaraA 3> fá Tt eLástiCO ,, CORREIO TÉCNICO TRAMELA DISQUETE DRIVE DE DISQUETE O ETIQUETA PARACIMA circuito básica é sinal que não estamos falando com um Hobbysta muito “co- meçante”... Também a utilização alter- nativa de um NTC de IK, com a corres- pondente modificação do potenciômetro (no seu caso, um trim-pot...) de ajuste para 2K2, mostra que Você não € “peão”... Vamos, então, direto ao ponto: o diagrama da figura B mostra, enfati- zados pelos asteriscos, os pontos, com- ponentes e valores a serem modificados, de modo a obter um “apito mais bravo” no alarme do DATL.. Basicamente, substitua os transístores originais, da sé- rie “BC”, por um par complementar da série “BD” (BD135/BD 136, por exem- plo...), aumente o valor do capacitor ele- trolítico de Safda (para 470u x 25V), elimine o resistor/limitador original do alto-falante (que era de 33R...) e troque o transformador por um com secundário para 12-0-12V x 1A (já que este com- ponente, na sua montagem, fica fora da placa, não haverá problema - acredita- mos - no inevitável aumento do *volu- me” físico da peça...). Nada mais preci- sará ser “mexido”... S6 uma coisinha: com o aumento na Tensão geral de ali- mentação, sob nenhuma hipótese use um termístor de valor nominal menor do que 1K e, para melhor proteção, incor- pore em série com o trim-pot de ajuste, um resistor de 220R (pode manter, no dito trim-pot, o valor de 2K 2 que Você utilizou... É provável que a tonalidade do aviso sonoro mude um pouco, mas, de qualquer forma, sua intensidade fi- cará bem mais “brava”... Procure, também, utilizar um alto-falante de boas dimensões (o rendimento sonoro final é sempre proporcional, em termos pura- mente acústicos, 20 diâmetro do alto-fa- Boss O 194 O 25v € -ALTERAÇÕES Da PACOTES ECONÓMICOS (ELETRÔNICOS) VOCÊ PAGA MUITO MENOS COM OS PACOTES! 1 - Pedido Minimoi CRS 7.000,00 2 Incluir despesas postaid CRS 1.700,00 3 - Atendimento dos pedidos através A - (cheque anexo o pedido) ou B-- (Vale Postal Ag. S, Paulo/400009) DioDOS eners, Sinal, Retificadores, diversos tipos, c/ 2] fopobesu.. PACOTE rf 17/10 pçs CR$ 1.390,00 PACOTE sê 27/200 ps! CR$ 2,490,00 TRANSÍSTORES BC'S e BF'S dos mais variados tipos, com duas opções... PACOTE Nº 11/100 pçs. | CR$ 1.990,00 I ELETROLÍTICOS Axiais e Radiais dos mais variados tipos com duas opções... q K CR$ 1.490,00 PACOTE nº 23/100 pçs LED'S Diversos tipos, tamanhos e cores com 2 opções: PACOTE nº 1950 pçs | PACOTE nº 29/10 pçs CR$ 1.690,00 | CR$ 2.890,00 CAPACITORES CERÂMICOS Capacidade e tensões diversas, com duas opções,.. PACOTE nº 12/100 pçs, [ereta nº 22/200 pgs| PACOTE nº 16/200 pçs. | PACOTE nº CR$ 790,09 CR$ 1.290,00 DISTRIBUIDORA NACIONAL: E DE ELETRÔNICA TE. Fonetii tn a Av-lpiranga, Fisttesa: Sta. Efigênia, “CEP 01039-000 - São Paulo - SP PACOTE nº 21/200 pçs) PACOTE nº13/50 pçs. CR$ 4.590,00 Iê 890,00, RESISTORES Tipos e valores diferenciados, com duas opções , 267400 pçs CRS 490,00 CR$ 890,00 É o tradicional pacots com 08, mais diversos tipos de com ponentes para uso no diaa- sia: conectores, places, dis-' juntores, chaves, plugs, se- micondutores, etc. Poliéster, Stroflex, Zebrinha, variados tipos, com 2 opções PACOTE nº 157100 pçs CR$ 1.490,00 PACOTE nº 25/200 pçs CR$ 2,690,00 | POTÊNCIOMETROS Super Oferta dos mals varados tipos emedelos, com duas opções PACOTE N? 18/10 pçs | PACOTE nº 28/20 pos CR$ 4.200,00 CR$ 7.900,00 PACOTE ELETRÔNICO Nº 10 MAIOR E MELHOR sá cr 550,00 lente...) e - de preferência - acomodado num sonofletor (caixa acústica), para que o “berro” ressoc com melhor inten- sidade relativa. Se for possível obter um transdutor do tipo que já contém um “projetor” de som, uma espécie de “cometa” exponencial plástica ou metá- tica, talvez isso venha a ajudar ainda mais no “engrandecimento” do som (tente um tweeter do tipo automoti- VOO). “Acompanho, desde os respectivos infe cios, tanto APE, quanto ABC, e tenho uma pequena reclamação a fazer: APE, depois de corrigidos os proble- mas de distribuição (conforme Vocês ex- plicaram convincentemente num Edito- rial e em algumas respostas a outros “reclamantes”, no CORREIO), tem chegado às bancas com boa regularida- de. Entretanto, o mesmo não ocorre com a ABC. À demora entre um núâme- ro e quiro chega a passar de um mês, sem que o jornaleiro tenha uma expli- cação para 0 fatom Posso perguntar o que está havendo.w? Será uma dificiênia apenas aqui, da minha região? De qualquer maneira, pretendo continuar acompanhando as duas Revistas (E toda e qualquer outra publicação que Vocês lançarem, gerenciada pelo “mestre” BE- da, uma “figura” que já merecia entrar para a história das Revistas de Eletrôni- ca no Brasil, pela qualidade, pelo entu- siasmo, pelo jeito extremamente aberto com o qual conversa com a gente e ensi- * na coisas que antes pareciam inatingi Veisas Não sei quem escreve os textos, mas “sinto”, em tudo, o “dedo” agressi- vo do Prof. Bêda Marques, cujo trabalho acompanho desde “outras” editoras. Aceitem um abraço deste hobbysta “ju- ramentado”, e não levem a mal a recla- mação (ninguém “chic” porque lhe falta O que não gOStQmf” - DANILO TRON- COSO- Goiânia - GO Avisamos, sim, a todos Vocês, Danilo, que ABC assumiu (já faz um bom tem- po..) periodicidade bimestral, ou seja: mês sim, mês não, nas bancas... Não se trata, portanto, de demora ou atraso, muito menos de falhas na distribuição (impecável e assídua, podemos garantir, por conta da DINAP, que coloca nossas Revisias nas bancas de todo o Brasil, simultaneamente, sempre nas previstas datas de lançamento...) Quanto à A.P.E, continua rigorosamente mensal, sem nenhum tipo de atraso... De qual- quer modo, para garantir a aquisição dos exemplares, “sem furos”, é sempre re- comendável manter um sistema de “en- comenda” com um jornaleiro conhecido, CORREIO TÉCNICO Day LE PILHAS PEquI ou seja: combinando que a todos os lan- çamentos das nossas Revistas, um exemplar deve ser “guardado” (em muitas e muitas bancas, por esse Brasil imenso, A.P.E, e ABC simplesmente “somem”, com incrível velocidade, por- que a procura aumenta a cada mês e, se “nêgo bobear”, fica sem...). O jornaleiro é o nosso “homem de confiança”, sob todos os aspectos, elemento dos mais importantes na “intermediação” Revis- ta/Leitor, e assim é sempre bom manter “altas relações” com o dito cujo... De qualquer maneira, como A.P, e ABC são nitidamente Revistas “irmãs”, num futuro “qualquer”, tudo pode acontecer, incluíndo nessas possibilida- des até a fusão, pura e simples, das duas Revistas, ou ainda - em possibilidade “inversa”... - o eventual desmembra- mento de alguma das duas publicações, com o surgimento de outra Revista, cuja temática poderia centralizar-se em pon- tos que hoje constituem uma simples Seção, é por aí vai... Quaisquer, contu- do, que sejam as diretrizes editoriais as- sumidas e planejadas, Você, e todos os outros companheirós Leitores! Hobbys- tas, serão i x avisados com antecedência, já que a isso nos obriga o enorme respeito, que sempre tivemos por todos os que nos acompa- nham...! A propósito, “mestre” Béda Marques agradece a qualificação de “fi- gura histórica”, mas abre mão, desde já, de ser citado no futuro, nos livros, ao lado de “outras figuras” (não quiz dizer quais...) que podem ter muito de “histó- ricas”, mas nada de real valor...! “Experimentei o circuito do BASTÃO MUSICAL, cujo projeto saiu em APE. 50, e achei muito interessantes e diferen- tes os sons obtidosw, Tive uma idéia, que estou submetendo aos Técnicos e criados res da Revista, no sentido de aproveitar o circuito para a construção de um “sino eletrônico” para funcionar como cam- painha de entrada em residência, de modo que, externamente, a “coisa” se parecesse mesmo com um sino, com um badalo ou corrente a ser acionado pela pessoa que chegasse (feito havia nas ca» sas, antigamente), mas com o som su- per-diferente e moderno que O circuito normalmente mostras. Mais uma coisa: para esse tipo de utilização, seria preci- so que O som fosse um pouco mais forte, Já que a cépsula de cristal originalmente recomendada (eu usei, na minha monta- gem) dá um volume apenas suficiente para a audição em ponto muito próximo, não servindo para a função de campai- nha, na qual deveria ser ouvido na casa toda (sem exageros, é clarom). Espero que essas “cabeças malucas”, criativas, dos Técnicos de AP, possam me aju- dar Tenho certeza de que a idéia É vã- tida, e vai deixar muita gente “grilado” com a mistura de antigo/novo que estou propondo (vale também como sugestão para um projeto completo a ser desen- volvido e publicado, futuramente, na Re- vista” - MAURÍCIO NOGUEIRA BASTOS - Presidente Prudente - SP A idéia é boa sim, Maurício! Fissa coisa de unir o antigo com o novo, acrescen- tando “modemidades” a “velhos” dis- positivos, sempre causam um interes- sante impacto às pessoas... Lembramo- nos de um projeto mostrado há vários anos, em A.P.E,, de um relógio que mis- turava indicações analógicas e digitais, incluindo um “falso tique-taque” que simulava o “barulhinho” já meio esque- cido dos antigos relógios de “dar cor- da”... O dito projeto fez - na época - um grande sucesso, justamente por essa aparente “incongruência”, curiosa, que fascinou a Turma... Para o desenvolvi- mento da sua idéia, sugerimos observar me MONTAGEM TERMÔMETRO DIGITAL A MEDIÇÃO DE TEMPERATURA, COM INDICAÇÃO NUMÉRICA, DIGITAL... Já mostramos, aqui mesmo em APR, vários projetos práticos de TERMÔMETROS, a maioria deles com indicação final analógica, ou seja: via galvanômetro (instrumento “de pontei- ro" ..) Ou via “barra de LEDs”, com di- ferentes graus de sofisticação, precisão e resolução... Entretanto, muitos dos Leitores/Hobbystas mais “avançados”, que já trabalham em Departamentos Técnicos de indústrias e áreas correla- tas, solicitaram várias vezes, por carta, a publicação de um circuito de termôme- tro digital mesmo, com display numéri- co, boa precisão, etc., porém mantendo as características “tradicionais” das montagens mostradas em A.P.E. a sim- plicidade geral no próprio circuito, na montagem, na utilização e em todos os aspectos práticos... Valemo-nos, então, de um circuito básico proposto pelo próprio fabricante de um Integrado específico, de aquisição não muito difícil no nosso mercado, o ICL7107, basicamente criado para fun- cionar como conversor análogo/digital direto, na função elementar de voltíme- tro, e capaz de excitar - também direta- mente - um display baseado em dígitos numéricos a LEDs (7 segmentos). A partir desse arranjo básico, com número muito reduzido de componentes, e gra- gas a um sensoreamento (conversor bá- sico Temperatura/Tensão...) também extremamente simplificado (sem perda das requeridas precisão, linearidade e resolução...), inspirado em caracterfsti- cas inerentes 208 transístores comuns, pudemos manter (aimplesmente seguin- do os Manuais de Aplicação do fabri- cante do Integrado 7107, conforme já MONTAGEM 293 - TERMÔMETRO DIGITAL foi dito...) todo o arranjo num grau de simplicidade no mínimo surpreendente! Na verdade, além do integrado especffi- co e dos displays de 7 segmentos, a LEDs (são três os dígitos...) apenas duas dezenas de componentes super- comuns, mantendo o custo final em fai- xa bastante aceitável, formam a totali- dade do circuito...! O próprio lay out do Circuito Im- presso específico, foi especialmente de- senhado para que todo O conjunto fique “incorporado” a uma única placa, com- pactando bastante a montagem (apenas o transformador de força e o transfs- tor/sensor ficam fora da placa...) e tor- nando muito amplas as possibilidades de adaptação e aplicação...! A faixa de alcance, analisada em La- boratório, manteve boa linearidade e precisão (este último quesito será - ob- viamente - dependente de uma cuidado- sa calibração, que não é diflcil de pro- mover, a partir de dois trim-pots incor- porados ao circuito...) desde cerca de trinta graus negativos, até aproximada- mente cento é vinte graus positivos, abrangendo, portanto, uma gama de Temperaturas suficiente para atender até a aplicações industriais “leves”, além de um grande número de utilizações la- boratoriais, comerciais, experimentais, etc, Enfim: um verdadeiro TERMÔME- TRO DIGITAL cujo desempenho pou- co (ou nada...) ficará devendo a instru- mentos muito mais caros e sofisticados, e que poderá ser totalmente construído, calibrado, adaptado pelo Lei- torfHobbysta um pouco mais “avança- do” (não é uma montagem especifica- mente dirigida ao principiante, embora mesmo estes possam levá-la a bom ter- mo, de tão simples que é...)! Recomen- damos que Vocês analisem cuidadosa- mente a descrição da montagem do pro- jeto, e tirem suas conclusões... A indicação de Temperatura, na forma numérica direta, traz, sob vários aspectos, enormes vantagens sobre qualquer tipo de visualização analógica, seja por “ponteiro”, seja por barra de LEDs... A principal dessas vantagens é a possibilidade de interpretação correta da “leitura” mesmo a considerável distân- cia, condição muito importante em apli- cações industriais, ou que envolvam graus de segurança elevado: - FIG. 1 - DIAGRAMA ESQUEMÁ- TICO DO CIRCUITO - Conforme foi dito, € intensa a simplificação obti- da graças à utilização no “centro” do circuito do Integrado 7107, um versá- til conversor analógico! digital (basi- camente um voltímetro, com fundo de escala em 2V...), sensível, requerendo pouquíssimos componentes externos (“meia dúzia” de resistores/capacito- res, para dimensionar os clocks inter- nos é parametrar as referências de Tensão a serem “comparadas” e medi- das...) e - principalmente - capaz de acionar diretamente até “3 1/2” dígi- tos na forma de displays de LEDs, 7 segmentos (no caso do TERMÔME- TRO DIGITAL, usamos apenas “2 1/2” dígitos...). O sensoreamento bási- co, ou seja: a conversão inicial Tempe- ratura/Tensão, é feita a partir de um transístor 2N2222, estabelecido em divisor de Tensão com um resistor de 10K, ligado ao seu coletor/base (via resistor de 47R), de forma que a “vol- tagem” na junção do dito transfstor com o resistor “companheiro” torna- se inversamente proporcional à Tem- peratura “sentida” pelo próprio invó- lucro do 2N2222... Essa Tensão guar- da boa linearidade em função da Tem- peratura, dentro de faixa bastante am- pla, desde várias dezenas de graus abaixo de zero até mais de uma cente- na de graus positivos, adequando o sensoreamento às necessidades e re- quisitos básicos do circuito e de suas prováveis aplicações... Tensões de re- ferência, destinadas às calibrações das indicações mínima e máxima, podem ser ajustadas respectivamente através dos trim-pots de 22K marcados com “B” e “A”, cada um deles em série com um resistor fixo (47K e 68K) que pré-dimensiona a faixa de ajuste... Dois capacitores de 10n desacoplam a Entrada do conversor (pino 30 do 7107), evitando que “zumbidos” cap- tados pelas linhas de conexão ao sen- sor influenciem os sensíveis módulos internos do Integrado... Os demais ca- pacitores e resistores diretamente aco- Plados aos pinos do 7107 têm valores parametrados de acordo com as pró- prias recomendações do fabricante do integrado, nesse tipo de aplicação... Observem, ainda, que os três displays (DY-1, DY-2, DY-3) são do tipo anodo comum, tendo seus segmentos diretamente energizados pelos pinos do 7107 (que possui, internamente, decodificadores e drivers específicos para tal função...). Para a gama de in- dicações pretendida, os displays DY-2 e DY-3 devem ser capazes de mostrar qualquer algarismo, de zero a nove, e assim todos os seus pinos de energi- zação de segmentos são aproveitados... Já o display DY-1 deverá mostrar uma indicação numérica máxima de um, é assim apenas os pinos corres- pondentes aos segmentos B-C estão ligados (detalhes em figura mais adiante...). Mais uma coisa: 0 pino 20 do 7107 é específico para gerar indi- cação de “contagem negativa” (“abai- xo de zero”), e assim foi diretamente acoplado ao catodo de um LED co- mum (sugerido, no lay out final, como de forma retangular, para melhor sig- níficar o fcone de “menos”..), cujo acendimento determinará, então, a lei- tura de Temperaturas “negativas”. O Integrado 7107 pede alimentação simétrica, de mais e menos 5 volts, sendo que o “ramo negativo” do split demanda baixíssima Corrente... Assim, uma fonte não muito complicada foi elaborada, a partir de um trafo que oferece basicamente 12V, retificados pelos dois diodos 1N4004 e filtrados pelo eletrolítico de 470u, a partir do que a Tensão é limitada em 10 VCC e, ao mesmo tempo, dividida em duas “fatias” de 5V cada, pelo Integrado Regulador 7805 e pelo diodo zener SV1 (pode parecer uma configuração por demais simples e “grosseira”, mas é mais do que adequada para as neces- sidades do 7107, no tipo de trabalho que executa no circuito do TEDIG...). PROVADGA RECUPERADOR DE CINESCÓPIOS PRCsO 1 US$ 250,00 Permito verificar a emissão do cada canhão do cinescópio em prova 6 14 tivá-o. possui galvanômerra com pre- cisão de 1% 9 medo MAT até 30 kV. 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Capacitor (poliéster ou schiko) 100n e 2 - Capacitores (poliéster ou schi- ko) 220n e 1 - Capacitor (eletrolítico) 470u x 25V (terminais axiais) e1-Transformador de força cfprimário para 0-110-220V e secundário para 12-0-12V x 300mA 8 1 - Placa de Circuito Impresso c/ lay out específico para a mon- tagem (16,0 x 7,3 em.) e 1-“Rabicho” (cabo de força com plugue C.A, na extremidade) e 1-Interruptor simples (chave H.H ou standart) * -Fioesolda para as ligações OPCIONAIS/DIVERSOS e? -Caixa para abrigar a monta- gem, Dependendo da aplicação, não será usada uma caixa es- pecífica para o TEDIG, bas- tando fixar a sua placa única onde for conveniente, na even- tual caixa do equipamento ao qual vá ser acoplado, de modo que o display possa ser facil- mente visualizado por uma “ja- nela” de dimensões compatí- TS veis... Entretanto, como módu- lo independente e “autônomo”, nada impede que o circuito, in- cluindo transformador de for- ca, saídas do “rabicho” e do cabos que vão ao sensor, etc. seja totalmente “embutido” num container padronizado, conforme sugestão dada ao fi- nal. e - Tubinho de vidro (pirex) para proteção! vedação do transfstor sensor, ou ainda pasta de epoxy ou de silicone, para vedação das conexões aos terminais do dito transfstor/sensor, Também re- comenda-se o uso de espague- tes plásticos na proteção/iso- lação de tais conexões (ver fi- guras, mais adiante...) e -Cabinho isolado paralelo, no comprimento suficiente para posicionar o sensor (até 10m, sem problemas, segundo nossos testes...) * -Par de conetores (macho/fê- mea) tipo P2/J2, RCA ou ou- tros, para eventual “plugagem”, do cabo do sensor à caixa prin- cipal ou ao painel do circuito, -FIG. 2 - LAY OUT DO CIRCUITO IMPRESSO ESPECÍFICO - Como a placa refine a acomodação tanto do (grande...) Integrado principal, todos | os componentes acessórios (menos o | transformador, único componente que fica fora da placa...), incluindo o pró- + prio display numérico de três dígitos 1 (na verdade, tecnicamente de 3 1/2 df- gitos..), não há como fazê-la muito | pequena... Mesmo assim, considerando os quesitos que normalmente usamos aqui em A.P.E, ou seja: de manter “baixa” a complexidade, inclusive do desenho das ilhas e pistas cobreadas, acreditamos que o arranjo não ficou “assustador”... Basta um pouco de atencão € cuidado, durante a cópia e a traçagem, além da proverbial con- ferência, cuidadosa, 20 final, para que tudo saia “nos conformes”... À figura mostra o arranjo de ilhas e pistas co- breadas, em escala 1:1 (tamanho natu- ral...) e, apesar de mostrar uma certa “profusão” de caminhos e trilhas (condição inevitável, já que cada dis- play tem vários segmentos a serem in- dividualmente comandados...), não chega a ser “complicada”... Com um pouco de atenção e cuidado, o Lei- tor/Hobbysta poderá, sem problemas, confeccionar a placa sem grandes pro- blemas... É lógico que, em lay outs desse tipo, envolvendo Integrados e displays, com pinagens mais ou menos “apertadas”, o uso de decalques es- pecíficos é quase que obrigatório... Felizmente não é diffcil obter os ditos decalques, a preço moderado, em vá- rios fornecedores, atualmente (€ bom dar uma “varredura” nos anúncios normalmente publicados em A.PE., buscando boas fontes desses decal- ques..). - FIG. 3 - “MASTIGANDO” AL- GUNS COMPONENTES IMPOR- TANTES.. - Normalmente, os com- ponentes das montagens de A.P.E. já estão devidamente identificados, vi- sualmente, ou no TABELAO A.P.E,, ou no próprio “chapeado” da monia- gem. Mas quando algumas peças não muito “usuais” são empregadas nos circuitos, costumamos mostrá-las gm detalhes, de aparência, pinagem, sfm- bolo e outros quesitos... Nesse sentido, a figura mostra, no item FA, o transístor 2N2222 (usado, no TEDIG, como sensor de Temperatura...), enfa- tizando que existe, no componente, uma “orelhinha” na base do seu corpo metálico (indicada pelas setas...) a par- tir da qual podemos, facilmente, iden- tificar a sequência dos nomes e funções dos seus terminais... Outro ponto a ser considerado: o capacitor eletrolítico empregado na montagem, deve ter seus terminais em disposição Do LCV INSTRUMENTOS O MENOR PREÇO «DATA e Trenetstor "RES usS 100,00 é indicador Lógico A «Visor LCD: 3 142 dig, « Tansõo DE: 1000V' « Tonsão AG: 750Y e Comente DO: 104 + Fosictêncisc 200M0 e Testa de diodo e Medidas hFE US$ 50,00 | FREQUÊNCIMETRO DIGITAL FD31P- 550 MHz US$ 400,00 Insttumanio de medição com exce- onto oslabilidade e precisão nas taixas do 1Hz a 5SO MHz (cang)A) é 60 MHz 550 MHz (canil 8) (011) 223-6707 (011) 222-0237 Iz MONTAGEM 293 - TERMÔMETRO DIGITAL TEDIG MONTAGEM 293 - TERMÔMETRO DIGITAL E TUBNHO DE VIDRO (PREX) TeaysisroR SENSOR pegosnim crPott Ou sucon O) TAMPA E FURO BEM VEDADOS Fig.7 cujo devem ser umtados" e ligados ao ponto BC da placa,,. Já 0 emissor do transístor sen- sor deve ser ligado (adivinhem...) ao ponto E da placa... Essa conexão, dependendo da aplicação e da necessidade, pode ser razoa- velmente longa, tendo até uns 10 metros de extensão (comprimento que, nos nossos te: tes, mostrou viabilidade...). As outras sações à placa referem-se aos fios/terminais do trafo de alimentação... Enio sempre que o dito secuadário é o “lado” do transformador que tem dois fios com cores iguais nas extremidades, enquanto que o primário é aquele que apresenta três fios de cores diferegdes... De qualquer modo, quem realmente “não entender” o diagrama da figura 6 deve, » Urgentemente, procurar on- tro Hobby, tipo “caçar sapo com estilinguc”, om cois astim... = FIG, 7 - “AJEITANDO” O SENSOR... - Conforme já deve ter ficado mais do que cla- ro, o elemento sensor de Temperatura (que “converte” os “graus” em parâmetros de “voltagem”, a serem interpretados € lidos pelo circuito...) É o transistor 2N2222... Este, na maioria das aplicações, deve receber al- guma proteção, no sentido de isolar as co- nexões aos seus terminais, já que - se isso não for feito - “leituras” e interpretações errô- neas se verificarão (devido à grande sensil lidade dos estágios iniciais internos do con- versor analógico/digital 7107... Basica- mente, duas maneiras existem de proteger elétrica e mecanicamente tais conexões... Em 7-A temos uma sugestão símples, porém muito válida, para inúmeras aplicações, com o transistor/sensor “embutido” num tubinho de vidro, tipo “pirex” (pode ser obtido em casas que fornecem materais para laborató- rios qumicos,.o), junções de terminais com os respectivos fios protegidas por espagnetes plásticos, e uma boa vedação na tampa do tu- bo (com pasta de silicone, ou epoxy...). À so- lução mostrada em 7-B é mais simples, porém também efetiva, para várias apli- cações, com os terminais de ligação do transfstor/sensor ligados por solda aos res- pectivos fios, conexões protegidas por espa- guctes plásticos, e todo O conjunto protegido por uma camada de pasta adesiva e isolante de epoxy ou de silicone. O sensor (transfstor 2N2222), abviamente, deve ser posicionado ou instalado em ponto que permita “buscas” ou “'sentir” a Tempera- tura à ser medida... Dependendo do meão em que o sensor vá ser colocado, fica claro que (sendo o conjunto básico um mero divisor de Tensão com safda proporcional à Temperatu- ra..o) qualquer fator resistivo externo, eletri- camente estabelecido entre os terminais, pode influenciar é afterar à reaf “curva” do conjun- É essa a razão pela qual recomendamos bons isolamentos elétricos nas junções dos terminais do 2N2222 e os fios que conduzem a informação aos pontos E-B-C da placa... Também por questões de durabilidade do próprio sensor (com sua superfície metálica.) se este deve trabalhar num meio “hostil”, quimicamente falando, torna-se lógico o nosso cuidado com a proteção do dito sensor... O bom senso deve, sempre, guiar o Lei torfHobbysta numa eventual instalação ou aplicação do sensor do TEDIG..: A CALIBRAÇÃO... Depois de conferir tudinho, não esquecen- do que as conexões do primário do transfor- mador devem corresponder à Tensão da re- de CA, focal (vejam que, na fig, 6, 06 termi- nais correspondentes a 220V, do primário estão em linhas trcejadas, indicando a opção de ligação, uma vez que a conexão padrão É para rede de [10V...), uma forma meio “crua”! (inas bastante efetiva...) de calibrar o TEDIG é mergulhar o sensor, inicialmente, num reci- piente com água € gelo em cubos... Após uns Fig. 10 minutos (tempo necessário para a devida es- tabilização da Temperatura...) 0 “Br deve ser ajustado, de modo que o mos- tre OC... Em seguida, também por um míni- mo de 10 minutos, O sensor deve ser mergu- lhado em fgua fervendo (borbulhando e ““gol- tando” vapor...) regulando-se então o trim- pot“A? de modo que o display mostre 1009C. Depois de feia casa calibração básica, convém (para um máximo de no) re- calibrar, na mesma sequência (água com feio. e depois água fervendo...) mais uma ou duas vezes, sempre procurando parametrar zero é sem gras, de modo a bem equalizar os limi. jo uma precisão bastante aceitá- a para muitas aplicações... . Se, contudo, a precisão requerida for muito “aguda”, então a única safda prática é recorrer a um bom digital que deverá ser- vir com referência, escolhendo-se no mínimo dois pontos extremos de Temperatura, na fi- xação pretendida, ou - aínda melhor - três pontos, bem “distantes”, é - após a obtenção das Temperaturas, fazer 08 ajustes de “ponto baixo” (trim-pot “B”) e “ponto alto” (trim- pot “A”, mais de uma vez, tentando, ao mes- mo tempo, fazer “coincidir” o terceiro ponto de Temperatura, em cada uma das sequén- cias.. A precisão básica do TEDIG, por sí, si- tua-se em torno de 1ºC (portanto, melhor do que 1% dentro da faixa operacional do circui- to...) A resolução (menor “intervalo” de Temperatura “indicável" ...) é também de “um grau”... Tais ietros, mesmo em apl cações profissionais, são mais do que suficieno tes muitos ap] principalmente considerando a boa pia do circuito do TEDI - FIG. 8 - SUGESTÃO PARA CAIXA... - Em muitas aplicações, o módulo do TEDIG nem sequer precisará de uma caixa “só pra ele”, já que poderá ser instalado em painéis de instrumentos ou maquinários aos quais vá ser acoplado... É certo que a placa não é das mais pequenas, porém a condição de já con- ter todo o circuito, incluindo o display de três dígitos, facilita muito a acomodação do con- junto, na maioria das aplicações... É poss: vel, contudo, montar e acondicionar o Circui to como um módulo totalmente independen- te. Nesse caso, sugerimos algo como o mos- trado na figura, como um container padroni- zado abrigando a placa, transformador, ete., contendo, no seu painel principal, uma “ja- nela” de dimensões suficientes para a fácil visualização dos três dígitos do dizplay (uma “máscara” de acrílico vermelho, transparen- te, facilitará a visualização, é dará um “ar” mais profissional ao arranjo...), Não esquecer que o cabinho paralelo que conduz ao sensor, pode ter qualquer comprimento que se mos- tre necessário para a aplicação... Nos nossos testes, uma distância de 10 metros nessa ca- bagem não inseriu interferências considerá- veis, nem instabilidades notáveis na indi- cação numérica... Nada impede que o Leitor tente (se isso for necessário...) maiores distâncias, inclusive com a utilização “pre- ventiva”” de cabo blindado, estéreo, com os dois “'vivos”” usados para as conexões ativas do sensor, e a “malha” de “terra” devida- mente acoplada 20 “zero central” da atimen- tação aplit do circuito (correspondente, ele- te, 20 pino 21 do 7107, ou ao termi- nai io do 7805...) Em qualquer caso, con- tudo, unicamente dependendo de uma cuida- dosa ibração, 2 precisão, confiabilidade e estabilidade do circuito, serão fatores nítidos de boas e sólidas aplicações...! CAMPAINHA LUMINOSA P/ TELEFONE UMA SINETA.. LUMINOSA, E A SUA UTILIDADE! O sinal convencional de aviso de um telefone, na forma daquela conhecidfa- sima “sineta” (modernamente um som digital, “ondulante”, ao qual também já estamos mais do que acostumados...) é - certamente - adequado para nítida per- cepção por parte dos usuários e circuns- tantes, desde que o(s) ambiente(s) apre- sente(m) um nível médio de ruídos rela- tivamente baixo, dentro da “normalida- de"... Entretanto, existem ambientes (principalmente profissionais...) onde o nível de ruído excede, de muito, a média mencionada, tanto que - por razões até legais de cumprimento a posturas traba- lhistas de salubridade - os que nele tra- balham devem usar tampões de ouvido apropriados, essas coisas... Tipicamente tal situação se encontra em grandes ofi- cinas mecânicas, ferramentarias, indús- trias metalórgicas pesadas e outras... Em tais lugares, um telefone “tocando” e uma formiga andando causam a mes- ma “impressão sonora”, ou seja: ne- nbome! Certamente que a maioria dos telefo- nes instalados junto a tais lugares, «i- tuam-se nos escritórios ou em “nichos” administrativos ou de chefia, nos quais algumas vedações ao ruído normalmente existem... Entretanto, não é incomum que também nos salões de alto ruído existam terminais telefônicos (até por uma questão de atendimento emergen- cial.) Além disso, a pessoa que nor- malmente fica no “nicho” razoavelmen- te protegido do barulho, às vezes tem que sair dali - por vários motivos - e di- rigir-se ao salão de produção, oficina, etc, submetendo-se ao mesmo forte ruído ambiental já mencionado., Se o telefone “chamar", em tais momentos ou em fais circunstâncias, simplesmente é impossível notar...! . Uma lâmpada vermelha, forte, estra- tegicamente posicionada, acendendo em “simultaneidade” com a campainha normal do telefone, constitui - nesses casos - um eficiente aviso “visual”, uma autêntica “sineta luminosa”, esta sim, capaz de ser percebida com toda clareza, independente da “zoeira” reinante no local..! O “n6” da questão, contudo, é como ligar uma lâmpada forte, comum, nor- malmente alimentada pela C.A. local, à linha telefônica, sem “bagunça” parã- metros elétricos da dita linha, sem cau- sar danos de nenhum tipo ao próprio aparelho, e - principalmente - sem in- fringir regulamentos rigorosos das Cias. Telefônicas (que, com todas as razões, exigom absoluto isolamento entre as re- des de C.A, e suas linhas de transmissão telefônicas, relativamente “delicadas” quanto a “picos” de Tensão, Corrente ou dissipação incompatíveis com seu funcionamento...) Pois bem... O circuitinho do CALUF (Não tem nadinha a ver com o “cara” ef, “babando” de vontade de ser Presidente do República... Trata-se apenas da abre- viação “livre” dos termos que formam o nome CAMPAINHA LUMINOSA P/TELEFONE...), apesar da sua extre- ma simplicidade, grande facilidade de pela rede C.A,, acendendo em simultaneidade neta” do telefone (daf 9 nome meio ito”, mas perfeitamente justificável, de “Campainha Luminosa” Observem gue a relativa brevidade dos “toques” (e, consequentemente, dos acendimentos da lâmpada...) permite que - sem nenhum pro- blema de dissipação ou sobrecarga - cargas de até 100W em 110Y, ou até 200W em 220V, sejam confortavelmente acionadas pelo TRIAC, sem o auxílio de radiadores de calor, essas coisas... Entretanto, quem quiser (ou precisar...) acionar a lâmpada (ou conjunto de lâmpadas, obviamente “*paralejadas” entre sl...) de até 400W em 1 LOV, ou até 800W em 220Y, poderá fazê-lo “sem sustos”, a paritr da mera anexação de dissipador de calor (nem precisa ser muito grande...) à lapela metálica do TRIAC.. Quanto ao LDR, nos testes de Laboratório, diversos modelos, códigos € ta- manhos funcionaram perfeitamente no cir- cuito... Entretanto, se for notada falta de sen- sibilidade no conjunto “opto-isolador”, isso poderá ser - certamente - corrigido pela sim- ples alteração experimental do valor do resis- tor anexo (em série...) ao dito cujo. Na faixa gue vai de 10K até 100K, valores diversos podem ser experimentados, até obter-se a de- sejada sensibilidade, Em casos extremos, também o valor original do capacitor poderá (ou deverá...) ser experimentalmente alterado (dentro da gama que vai de 47n até 220n. na busca de um equilfbrio adequado no div sor de Tensão, e que proporcione a requerida sensibilidade ao conjunto... - FIG, 2 - LAY OUT DO CIRCUITO IM- PRESSO ESPECÍFICO - Apesar da presen- ga do “acoplador ático” sobre a própria pla ca, “improvisado” a partir do LED e do LIS, e até da sua eventual blindagem opaca, à pequena quantidade de componentes é aa arranjo geral super-simples do circuito, a placa específica de Circuito Impresso resul- tou pequena e de confecção bastante fácil... A figura mostra o padrão cobreado (tem pre- to, já que 24 áreas livres de cobre são mostra- das em branco...) em tamanho natural (escala 1:1), tornando elementar a “carbonagem” direta sobre um fenolite virgem nas di- mensões indicadas na LISTA DE PEÇAS, Embora 6 padrão seja descomplicado, coma partes do circuito operarão sob níveis de Tensão, Corrente e Potência nada desprezf- veis (o setor de C.A., centrado no TRIÃC...) € sempre bom teimar certos cuidados nas v rificações finais, já que qualquer “curtozi nho” pode “levantar fumaça?” sob tais co) dições... De quaiquer modo, mesmo um ini- ciante sem muita prática (desde que se dispo- nha à fazer as “coisas” com capricho e atenção, conferindo cada passo...) conseguirá elaborar a plaquinha, sem grandes proble- masa. Quem for muito “pagão”, deve col- sultar previamente as INSTRUÇÕES GE- RAIS PARA AS MONTAGENS, Já no co- meo da Revista, onde são transmitidos da. dos e informações da mais alta importância para o sucesso desta e de toda e qualquer ou- tra montagem em Circuito Impresso.. fim: enquanto a plaquinha real não “ate direitinho com o modelo diagramado na fi- gura, “nem pensar” em ir enfiando e soldan- do 06 componentes, senão... = FIG. 3 - CHAPEADO DA MONTAGEM - & lado dos componentes (face não cobrea- da.) mostra todas as peças posicionadas, identificadas pelos seus códigos, valores e outros dados '“visuai portantes... Obser- var, principalmente, 08 seguintes ponios: MONTAGEM 294 - CAMPAINHA LUMINOSA P/TELEFONE Si-TRIAC tipo TIC2I6D ou equivalente - *i- DIAC tipo D-32 ou equivalen- te *1-LDR comum, pequeno (diâme- tro máximo em torno de 1,0 cm) 9 1-LED vermelho, redondo, de bom rendimento luminoso € 1 - Diodo 1N4004 ou equivalente e1- Resistor 2K2x 1/4W 9 1- Resistor 33K x 1/4W ou 1/2W (para rede de 110V, unicamen- te) * 1 - Resistor 68K x 1/4W ou 1/2W (para rede de 220V, unicamen- te.) e1-Capacitor (poliéster) 100n x 250V (p/rede de 110V) ou x 400V (pfrede de 220V) e1-Piaca de Circuito Impresso, com lay out específico para a montagem (4,0 x 2,7 cm.) e - Fioe solda para as ligações *1-Caixa, pequena, para abrigar a montagem. [o] modelo “CPO11”, da “Patola” (9,0 x 5,5 x 3,0 cm, “dá certinho” * - Material para vedação ótica do par LED/LDR, Um tubinho ou caixinha de material opaco, se- pá (ver figuras, mais adian- Se a caixa principal que abriga o circuito for de material opaco, e por nenhum furo nela feito possa a luz penetrar, nem haverá necessidade de blinda- gens óticas especiais no conjun- to LED/LDR... e1-Par de conetores (pode ser do tipo “Sindal”...) para os termi- nais de ligação à linha telefôni- ca... *1- Tomada (opcional) comum, de encaixe, para CA, para a Saf- da de Potência (à lâmpada e à CA.) da CALUF... Qual- quer outro sistema de conexão pode ser usado, desde que dife- rente dos bornes ou terminais utilizados para ligação à linha telefônica, de modo a prevenir enganos ou trocas “fatais” aos componentes (e até à própria linha telefônica...) e 1- Lâmpada (com respectivo so- quete), de “wattagem” dentro dos limites indicados (podem ser várias lâmpadas, em parale- lo, “somando” no máximo as Potências indicadas como má- ximas...) e para Tensão com- patível com a da rede local (110 ou 220V) e -Cabo paralelo comum, em qualquer comprimento que se mostre necessário para a insta- lação “remota” da(s) lâmpa- daís). CALUF Fig.2 - Posição do diodo 1N4004, com sua extremi dade marcada (pela faixa ou anel em cor “di- ferente"...) “apontando” para a localização do resistor de 2K 2... - Identificação dos terminais (“AP e “K*) do LED, em função dos seus pontos de ligação à pláci.a, - Inserção dos terminais do TRIAC, de mado que à lapela metálica deste fique voltada para a posição ocupada pelo resistor “Rx”... - alando em “Rx”, lembrar (ver “esquema” é LISTA DE PEÇ que seu valor é de- pendente da Tensão da rede C.A. local - 33K para 10V ou 68K para 220V .. Os demais componentes não têm polaridade ou condições “especiais” de posicionamen- to Observar, porém, que tanto o LED quanto 9 LDR devem assumir posições es- pecíficas sobre a placa, com seus terminais dobrados em XP, de modo que a “cabeça” “Iominosa do primeiro, e a face foto-sensfvel do segundo, fiquem rigorosamente “cara-a- cara”, juntinhas (detalhes na próxima figu Fase). No mais É só efetuar a “tradicional” (e obrigatória...) conferência ao final, verifi- cando cada posição, código, valor, polarida- de, etc,, e também analisando a qualidade dos pontos de solda pela outra face da placa... Só depois de cumpridos tais “rituaia” (e não ten- do sido encontrado nenhum problema, ou - se encoútrado - corri; que as “obras” das “pernas” e terminais podem ser cortados, pela face cobreada do Impreaso... - REG. 4 - DETALHES DA BLINDAGEM ÓTICA PARA O LED E LDR... - Primei- MONTAGEM 294 - CAMPAINHA LUMINOSA P/TELEFONE Fig.4 Ts (281 Wxidemb TERMINAIS BEM ] ” COBRINDO O DISTINTOS, PARA | CONJUNTO QUE NÃO OCORRAM “INVERSÕES canina “eATOLA Moo. cRom (99: 5*40emj Fig. Fig.5 APARELHO 100W LAMP.(200W) 1 — | es 1Sy (2204 Comp UNHA TELEF 5 É] Soy —————— CABO PARALELO, QUALQUER COMPRIMENTO ramente a figura enfatiza o posicionamento relativo dos J.ED e IDR, com suas superfl- cies “ativas” faceando uma a outra, bem “encostadinhas” (de modo que a luz emitida pelo LED possa atingir totalmente, e “em cheio”, as pistas foto-resistivas do LDR, Para tanto, conforme já foí dito, basta dobr: os terminais dos dois componentes (após à soldagem básica à placa...) e ângulo reto, cal culando à operação de modo que o conjunto resulte exatamente na posição final mostrada na figura... Isso feita (e se à placa não for, na acomodação final, instalada numa caixinha opaca à luminosidade ambiente...), uma cai- xinha de vedação ótica (obviamente opa- ca...), com medidas aproximadas de 2,5 x 1,0 x 1,0 em, deve ser usada para “encapsular” 0 par de componentes, garantindo plena escu- ridão “lá dentro”, quando o LED não estiver aceso, A dita caixinhafblindagem pode até ser feita de papelão grosso e escuro, colan- do-se o arranjo sobre à placa (e sobre O LEDYLDR...) de modo a garantir a “coisa”. Nada diftcil ou exigindo “grandes habitida- des". - FIG. 5 - CONEXÕES EXTERNAS À PLACA (INSTALAÇÃO BÁSICA...) - AO mesmo tempo, no diagrama, temos à “expli- cação visual” das conexões externas à placa (esta ainda vista pela face não cobreada...) e - por serem muito diretas e simples - também as próprias ligações de instalação final da CALUF... Os pontos “T=1" serão ligados (eventualmente com a “intermediação” de um par de terminais tipo “Sindal”,..) à linha telefônica, eletricamente em “paralelo” com o próprio aparelho (telefone). Já os pontos “5.8” representam os acessos de Potência da CALUF é devem ser ligados à lampada (ou lâmpadas...) e à C.A,, exatamente conforme indica o diagrama (também nesse caso, even- tualmente um par de terminais, ou mesmo uma tomada, pedem ser utilizados para faci- Jitar as conexões...) Notem que a distância entre os terminais “S-S*” da placa, e a Jâm- padafligação à CLA, pode - na prática - assu- mir qualquer comprimento que se mostre ne- cessário... 10, 20, 30 metros ou mais, não serão problenta, bastando “puxar” um cabo isolado paralelo comum até onde se queira colocar a lâmpada e até onde seja possível buscar à necessária energia C.A. Conforme já foi dito, mesmo várias lâmpadas pode, si- multancamente, ser acionadas pela CALUE, desde que a “soma das suas wattagens"” não ultrapasse os limites já indicados (e que po- dem ser ampliados, também conforme já ex- plicado, pela simples instalação de dissipador de calor no TRIAC,.). Em qualquer caso, contudo, as Jêmpadas devem ser instaladas conforme mostram os diagramas das figuras 1e'5, porém “paralelando-se” entre sf as di- tas cujas... Pela “impacto visual” e pela po- der que tem tal cor de “chamar a atenção”, recomenda-se a utilização de lâmpada(s) vermelha(s), mas obviamente que não é “proibido” usar lâmpadas de outra cor, à critério do gosto, das necessidades e das con- veniências locais. Tem um pequeno detalhe prático quanto à instalação, no que diz respeito às ligações à li- nha telefônica, que devem obedecer à polari- dade de modo que, em “repouso”, o LED do nosso ““acoplador ótico" não acenda... Como só existem, obviamente, duas possibilidades de combinações para tais ligações, se numa de- terminada configuração o conjunto não fun- cionar, basta inverter as conexões à linha, para que tudo se corrija, automaticamente... Para se fazer um teste rápido e seguro, convém - per exemplo - pedir à um amigo que faça uma ligação telefônica para o local da ins- talação, de modo & confirmar o funcionamento do conjunto... Não esquecer, ainda, que de- pendendo de parâmetros muito radicalmente “extremos'! no LDR utilizado, pode ser ne- cessária a mudança experimental de alguns va- lores de componentes, na busca de adequação da sensibilidade, conforme já explicado... - FIG. 6 - SUGESTÃO PARA A CAIXA DA CALUF - Dependendo da instalação final, talvez nem seja necessária uma caixinha es. pecífica para o circuito, porém se o Lei- tor/Hobbysta pretender um acabamento “e- legante” e conveniente para o circuito, a su- gestão mostrada na figura nos parece à mais adequada, constituindo um pequeno módulo de aparência profissional... Nessa configu- ração “estética” a CALUF pode até ser “produzida” para revenda e ifistalação para terceiros, Observem, porém, as eventuais implicações legais: tal atividade apenas é “lj- berada”” para os que adquirem diretamente o eventual KIT de montagem, ofertado pela Conessionária Exclusiva... Não é permitida, sem a específica anuência dos Detentores dos Direitos, a industrialização e comerciálização “livre” do circuito...!