Pré-visualização parcial do texto
Baixe Aprendendo e outras Notas de estudo em PDF para Eletrônica, somente na Docsity!
APRENDENDO 7 & PRATICANDO slstoônica 2 PARA HOBBYSTAS o PROF. BEDA | MARQUES SUPLEMENTO | SETA SEQUENCIA ELEVADA erveicues (PAS. 04) URV IA * ALARME E PY FUSÍVEIS T E (PAG. 10) (PhG.16) ABC DO MEM SEGURANÇA (DITGA - (PAG. 20) RANSIISSOR Es mr RE RIIANENTER ESPECIALMENTE L - SOBRE: (PAG.50) E» EM (66) Kaprom EDITORA Diretores Carlos W. Malagoli Jairo P. Marques Wilson Malagoli Diretor Técnico Bêda Marques Colaboradores Norberto Plácido da Silva João Pacheco (Quadrinhos) Editoração Eletrônica Lúcia Helena Corrêa Pedrozo Publicidade KAPROM PROPAGANDA LTDA. Telefone: (011) 222.4466 TAX: 1011) 223-2037 Fotolitos de capa DELIN (011) 35-7515 Fotas de capa TICNITOTO 10111 220-8584 Impressão LDITORA PARMA LTDA Distribuição Nacional c/Exclusividade INAP APRENDENDO E PRATICANDO ELETRÔNICA (Kaprom Editora, Distr.Propag.t tda. - Emark Eletrônica Comercial Ltda) - Redação, Adeninistração e Publicidade: Rua General Osório, 157 - CEL 01213-001 - São Paulo - SP TELEFONE: (011) 222-4466 FAX: (011) 223-2037 ÍNDICE E mini Tabelão APE a Seta sequencial elevada para veícuios Alatme profissional para fusíveis é disjuntores EDITORIAL ai s férias de inverno estão aí, v grande parte de nossos Leitores, que estudam cm cursos regulares, terá mais tempo para dedicar ao seu Hobby. ao aprendizado prático da Eletrônica (e agora, também ao aprofundamento no uso do seu microcomputador...)! Para não “passar batido”, APE vem com uma cargade informações realmente “brava” (cada vez mais o Leitor tem “mais Revista” dentro de APE...), incluindo uma série de montagens, ao mesmo tempo simples c efetivas (como sempre, todas bascadas apenas em componentes comuns, de baixo custo « fácil aquisição...) úteis em suas várias áreas de aplicação... Tudo explicadinho, trazendo ao alcance mesmo do mais “verde” dos iniciantes, as realizações dos projetos, como é norma em ÁPE.. O Suplemento ABC DA ELETRÔNICA (Cembutido” em APE desde o numero 56...) traz. a importante seguência das “Aulas” sobre os Integrados Digitais, apresentando conceitos fundamentais que - se bem assimilados - per- mitirão ao Leitor" Aluno”, em breve futuro, até criar seus próprios projetinhos na árca... Na Seção ABC DO PC (INFORM ÁTICA PRÁTICA), desta feita puramente técnica (ainda que - como sempre - escrita em termos de fácil entendimento mesmo ao principiante. um aprofundamento ne estudo prático dos chamados “arquivos de configuração”. centrado agora no AUTOEXEC BAT. com o que o Leitor vaí, pouco a pouco, aprendendo à configurar seu micro sem à ajuda de “iécnicos” (que, salvo raras exceções. “cobram muito € fazem pouco”, como todos sabemos...)! Entim: uma “renca” de tecnologia aplicada. traduzida na lingua- gem que Vocês entendem, cofatizando cada vez mais à Lilosofia prestadora de serviços que APE adota, visando sempre à integração Revista/Leitor o Leitor” Tecnologia, de forma suave, “sem dor”, porém segura c completa em suas hases...! Como natural “crescimento” do conteúdo de A PE, e também das suas Sub-Scções e Suplementos, o Leitor, depois de regalar-se com as ólimas matérias contidas no prescote exemplar, pode esperar, com jusúlicada ansiedade, o próximo número, ainda mais “recheado” , especialmente dedicado a um período em que a maioria dos jovens tem mais tempo para dedicar aos seus interesses diretos! O EDITOR Chave de:ignição. secreta por toquê. Cotréio Técnico Multi segurança ática: ABC do PG (8 Parte) Transmissão: permanente EM. x So ABC da Eletrônica. Si É » Aula 24 - Teoria e Os circuitos Integrados: ABC da Eletrônica Jo E SRA - Aula 24 Prática: : so o O tic-tac perpétuo ns a “TABELÃO APE: / RemgroREs s PouEsTER capeToRES esco — tr ALeMmiso ss je Toe aLaanisMo seed, il E E munTIPuICADOR >| 77 MarieucaDor Site =rocerância A ro erância Ê r VALOR EM OMS j TENSÃO vaLor em raxas PICOFARADS % N — VALOR Ev ricocanaos o | e l Exempros je CODIGO ! tt reze = neme Cor taixas J2faixa 42faixa CODIGO - Ticaze — TIC 236 1ezr ro ED TOLERÂNCIA E preto 9 - -— [cor taxas Safaixo ddfaixa 5otaixa TA marrom 1 100 1% vermelho + 2 100 2% | q - 0% — [artérias ACIMA DE 10pF laranja 3 x 1000 ax K 10 R amarelo 4 x 10000 4% mareom * - — verde 5 x 100000 - vermelho 2 x 100 — 2504 |B = 0,100F F= 1% M=20% e7r Seul S x100000 2 |hmmia 3 x 1000 - o. . . o ta ? e z amaro à x 10000 a00y |U = 0250 G- 2% P = +100%— 0x cinza B - — verde 5 x 100000 - — D=0,500F H= 3% S =+50%- 20% EXEMPLOS branco 2 - = Jau 5 x10oMo — GM lE-ie s- 5% 2=-+8%-2%) Jets-Ticne ouro - x01 5% |úgea 7 - - . prata - x001 10% [cinza a - - - [ororo k= 10% tsem cor) - 20% |braneo q - 10% - DIOS EXEMPLOS exesros x EXEMPLOS EXEMPLOS EL qumra MARROM | AMARELO | VERMELHO E netas MARROM | VERMELHO MARROM PRETO VIOLETA VERMELHO k al insode PRETO | VERMELHO PRETO LARANJA | VERMELHO | AMARELO 472K 42 KpF (8n ) 10% th aoos MARROM | LARANJA VERDE BRANCO PRETO BRANCO 223M 22K0F (22nF) 20% ins00 ouro PRATA MARROM | VERMELHO | AZUL AMARELO | jo14 100pF 5% tu a00r 1008 2Ka 1m2 1OKpF (10nF1| 4K7pF t4n7) |220KpF (220nF)] 103M 10KpE (100) 20% 5% 10% 1x 10% 20% 10% LEor 250 y 830 v “00 v TRANSISTORES EIPOLARES e Oráça k sémiE — old VA Be SÉRIE a n ar [sÉmE «Th CP “e Exempros nem er exeupLo Exeustos e asa une m nen me ms e desse trem memo me | HER ur acre j noir Ea ! Bcsas Boss 80135 BDISO Ta Tipaz TRANSISTORES FETICANALI) e GET aja Des ss EAPACITORES ELETROLÍTICOS — + IF “A AXIAL - RADIAL cincuiras INTEGRADOE 1a 2 g7es MEBLDAS 1, 2 BISMIIRNOS | MRI BIZNO o n) tam por usarão uMsaghs - umas Lu324-LMs80-4068-74820 | aotr-aças- an6o - | usas Lu391s-roárooo ciopo ZENER Foro-rRansistoR MIC ELETRETO Piuvas rRINER : c =-m | + a +cpe p= O > ms E muro E T E] a cerduco prástico jess vreseser o Si ão e E: VISTOS Pra CIMA — EXEMPLOS RAR RCAÃo! DâcâCACaca aca acs E 7 558- per- z40 s001-s0r- 4013-4093 VISTOS POR CIMA- EXEMPLOS 12 garanto RR Era Os Pr z 258 y á o. segs ce pe ap nana ds aonde SETA SEQUENCIAL ELEVADA (P/VEÍCULOS) COMPLEMENTANDO UM PROJETO JÁ PUBLICADO EM NÚMERO ANTE- RIOR DE APE, O BRAKE LIGHT SUPER-MÁQUINA, TRAZEMOS AGORA (BASEADO NA ESTRUTURA SUPER-SIMPLES DE UM PROJETO MOS- TRADO NA APE ANTERIOR...) À SETA SEQUENCIAL ELEVADA P/ vEícuLOS (SESEQ), QUE ACRESCENTA IMPORTANTE ITEM DE SEGU- RANÇA AOS CARROS, NA FORMA DE UM INDICADOR DINÂMICO PARA AS SETAS LUMINOSAS “AVISADORAS” DE QUE O MOTORISTA PRE- TENDE VIRAR PARA CÁ OU PARA LÁ...! O PROJETO FOI “BOLADO” E LEIAUTADODE MODO A FACILITAR AO MÁXIMO NÃO SÓ A MONTAGEM COMO TAMBÉM A INSTALAÇÃO, E ATÉ A SUA PRÓPRIA “ACO- MODAÇÃO” FÍSICA JUNTO À PARTE INTERNA DO VIDRO TRASEIRO DO CARRO, EM VÁRIAS OPÇÕES PRÁTICAS, ELEGANTES E EFETIVAS...! TRATA-SE DE UMEVIDENTE MÓDULO DUPLO, OU SEJA: QUE DEVE SER MONTADO EM DUPLICATA, PERFAZENDO AS FUNÇÕES INDICADORAS DAS SETAS DIRECIONAIS DIREITA E ESQUERDA... A PARTE PURA- MENTE “ELÉTRICA” DA INSTALAÇÃO DO SESEQ TAMBÉM FOI, DEN- TRO DO POSSÍVEL, “UNIVERSALIZADA”, DE MODO QUE O DISPOSITI- VOPOSSASER CONVENIENTEMENTE APROVEITADO NOS MAIS DIVER- SOS VEÍCULOS, NACIONAIS OU IMPORTADOS, CLIJOS ORIGINAIS SIS- TEMAS DE ACIONAMENTO OU COMANDO DAS “SETAS DE DIREÇÃO” OBEDEÇAM A VÁRIAS CONFIGURAÇÕES CIRCUITAIS... O CUSTO Fl- NAL, DA PARTE ELETRÔNICA DA MONTAGEM, É BAIXO (CONSIDERADA SUA VALIDADE, E COMPARADO COM DISPOSITIVOS COMERCIAIS, DO GÊNERO...) E DIVERSAS POSSIBILIDADES DE ACABAMENTO PODEM SERADOTADASPELO LEITOR/HOBBYSTA, A PARTIRDAS SUGESTÕES BÁSICAS APRESENTADAS NA PRESENTE DESCRIÇÃO... OS "AVISOS*LUMINOSOS ESSENCIAIS (E OBRIGATÓRIOS...) NOS VEÍCULOS Pelas Leis e Regulamentos que regem o assunto, os vcículos de trânsito urbano, ou para utilização em estradas, sejam carros, caminhões ou coisa que o valha, devem possuir algumas sinaliza- ções luminosas obrigatórias, entre elas as luzes trasciras “avisadoras” da frena- gem, as lantemas normais, e as luzes (também chamadas de “setas”...) que indicam aos outros motoristas na via, a intenção de virar à direita ou à esquer- da ou de “mudar de pista” (também à direita ou à esquerda...). É certo que os equipamentos com os quais os veículos saem de fábrica, são teoricamente sufi- cientes (além de - obviamente - obede- cerem às disposições regulamentares...) para tais funções... Porém, moderna- mente, com o trânsito cada vez ma “louco” e desordenado, e com a cre: cente quantidade de veículos nas vias públicas (ruas ou estradas...), uma série de implementos passou a vantajosa- mente - acrescentada às sinalizações regulamentares, no sentido de melhorar as condições de segurança (sem infrin- gir os regulamentos vigentes...) Aqui mesmo em APE, o Lei- tor/Hobbysta já viu o projeto (que até hojc faz grande sucesso, comprovado pelas solicitações de KITSs junto à Con- cessionária exclusiva...) do BRAKE LIGHT SUPER-MAQUINA, um vali- oso complemento à luz de freio original, a ser colocado intemamente junto ao vidro traseiro do carro, e que mostra (ao ser acionado o pedal de frenagem...) um conjunto dinâmico de luzes vermelhas sequenciais convergentes, “reforçando” claramente o aviso costumeiro, além de ser posicionado numa “altura” que ofe- rece visualização muito mais efetiva do que as luzes de freio “tradicionais” Opresente projeto complemen- taareferida montagem, na forma de um par de displays bascados em LEDs, com a clara iconografia de “setas”, que (a partir do acionamento da “alavanca” do “pisca de direção”, junto ao volante...) se movimentam, sequencialmente, in- dicando sem a menor sombra de dúvida a “intenção” de modificação do trajeto porparte do motorista, ao condutor do(s) veículo(s) que vem atrás...! A instalação recomendada é também feita junto ao vidro traseiro do veículo, com o par de módulos do SE- SEQ colocado em posições claramente MONTAGEM 314 - SETA SEQUENCIAL ELEVADA (P/ VEÍCULOS) o A | Fig.2 “e” co 5 ad feno, DDD se» | OD EO O Dm o | o Pmeisse E o Fig.3 setas, conforme veremos mais adiante...) uma vez que eventuais “exci s tais módulos podem, tranquilamente, sertolerados pelo circuito e pelas peças... Nem é preciso reafirmar que a alimen- tação geral fica nos 12 VCC convencio- nais, encontrados no sistema elétrico de veículos, apenas que com o chaveamen- to introduzido no percurso, conforme veremos... A parte puramente visual do display tem, nesse tipo de montagem, muita importância, independentemente da disposição cletrônica do conjunto... Tais detalhes serão visto mais à frente, no devido momento... - FIG. 2 - LAY OUT DO CIRCUITO IMPRESSO ESPECÍFICO - Como o próprio display do SESEQ Toi leiautado sobre a placa de Circuito Impresso que acondiciona os demais componentes, esta resultou numa forma retangular alongada, pelosmolivos estéticos e práti- cos que se verificarão a seguir... De qualquer modo, o conjunto de ilhas e pistas (marcados em negro, na figura, que está cm escala 1:1 - tamanho natu- ral...) não é complicado, podendo ser facilmente copiado pelo Lcitor/Hobbys- taerealizado por quaisquer dos conven- cionais métodos de traçagem... Enfati- zamos a necessidade de se respeitar ri- gorosamente tamanhos, posições e ar- A € 1 - Circuito Integrado CMOS 4017B e 1- LED “pisca”, tipo MCLSISIP 6 1- Diodo cener para 12V x 1W €20-LEDs vermelhos, redondos, 5 mm, de alto rendimento luminoso €1- Resistor 33R x 1/4W e 1- Resistor S10R x V4W 0 4- Resistores 47K x 1/4W e] - Resistor 100K x 1/4W e 1- Capacitor (eletrolítico) 220u x 16V € 1 - Placa de Circuito Impresso, específica para a montagem (12,8 x 4,2 em.) & 6 - Metros de caho paralelo polarizado, vermelho/preto, para as conexões de acionamento de alimentação do SESEQ (ver diagramas mais adiante...) e -Fioe solda para as ligações 574707777 ZU RP PERA e! Caixa em plástico ou metal, de preferência com acabamento preto fosco, com dimensões “J- mínimas de 13,5x4,5x3,0cm, e na qual possa ser aberta uma “janela” retangular é frontal medindo cerca de 7,5x3,5cm “Máscara” de acrílico Lrans- parente vermelho, para filtra gem c cobertura da “janela” citada no item anterior, com medidas aproximadas de 8,0 x 4, cm Parafusos, porcas, braçadei- ra: etc.. para fixa não só na instalação interna do circuito na sua caixa, como também na acomoda- ção final do SESEQ nocarro.. - NOTA IMPORTANTE - Sc alguém ainda não “perce- beu”, numa instalação auto- motivanormal, parasua função explícita de seta sequencial, serão necessários DOIS con- juntos completos do SESEQ... Dessa forma, tudo o que foi relacionado na LISTA DE PE- ÇAS e anexos, deve - cer- tamente - ser considerado EM DOBRO, na prática... MONTAGEM 314 - SETA SEQUENCIAL ELEVADA (P/ VEÍCULOS) 7 À ALIMENTAÇÃO (12 VCC) VIA SISTEMA DE CONTROLE (CHAVE, RELÉS,ETC)DO ACIONAMENTO DAS SETAS (VER FIG. 8) > VERMELHO PRETO - + o (9) SESEQ LaDo DOS COMPONENTES o o seiemão — Fig.4 ranjo geraldo padrão cobreado, para que o resultado seja esteticamente perfeito (ctambém para evitar problemas na área eletro-eletrônica da montagem ...). Ter- minada a confecção da placa, esta deve scr conferida cuidadosamente em sua fáce cobreada, com o diagrama... Even- luais erros, falhas, “curtos” ou imper- feições, podem (c devem...) ser corri- gidos nesse estágio da realização... O Lcitor/Hobbysta, principalmente se for um recém-chegado ao “clube”, deve consultar é seguir as INSTRUÇÕES GERAIS PARA AS MONTAGENS (que estão sempre numa das primeiras páginas da Revista...) para um perfeito aproveitamento da técnica de monta- gem em Circuito Impresso... - FIG. 3 - “CHAPEADO” DA MON- TAGEM - O lado não cobreado da placa, mostra a colocação e completa identificação de cada um dos compo- nentes do circuito... Quem optar pela aquisição do conjunto na forma de KIT, já receberá suas placas demarcadas em silk-screen exatamentenos “conformes” da figura 3, o que muito facilita à etapa de inserção/soldagem das peças... En- tretanto, mesmo quem resolver “tocar o barco” por conta própria, realizando tudo por suas próprias mãos, não encontrará grandes dificuldades em interpretar e corretamente posicionar os componen- tes de acordo com o diagrama... Os pontos mais importantes situam-se no posicionamento dos componentes po- larizados, quais sejam: o Integrado, com suaexwemidade marcada voltada para o zener de 12V, os quatro transistores BC548, todos com seus lados “chatos” voltados para cima (na posição em que aplaca éobservada, na figura... ),ozener » com sua extremidade de catodo (mar- cada com um anel ou faixa...) “apontan- do” para o LED “pisca” MCLSISIP, este (o LED “pisca”...) com seu terminal de catodo (indicado pelo chaniro late- ral...) voltado para a borda próxima da placa, o capacitor cletrolítico com a sua polaridade de terminais respeitada, c os 20 LEDs do display , todos, com seus lados chanfrados de catodo voltados para haixo, na posição mostrada... Além disso, é importante não esquecer dos dois jumpers (simples pedaços de fio interligando ilhas/furos específicos...) codificados como J1 e J2. Atenção tam- bém aos valores dos resistores comuns, em função dos locais que ocupam na placa... E importante, para a estética final do conjunto, que os 20 LEDs do display tenham suas “cabeças” posicio- nadas em nível relativamente alto (em comparação com os demais componen- tes...) na placa, alinhando-se também rigorosamente todas as ditas “cabeças” de modo que fiquem na mesma altura... Todos os demais componentes devem ficar bem rentes à placa, inclusive o LED “pisca(MCLS5151P) que não faz parte do display , já que exerce, no circuito, função puramente de geração de clock... Todos os valores, códigos, posições, polaridades, ctc., devem ser, ao final, conferidos cuidadosamente, para só então serem “amputadas” (com alicate de corte, pelo lado cobreado da placa...) as “sobras” das pernas e termi- nais (obviamente depois das soldagens, e também de uma rigorosa verificação quanto à própria qualidade de todos dos pontos de solda...) -FIG.4-CONEXÔESEXTERNAS À PLACA - São apenas duas as ligações externas à placa, correspondentes à en- trada da alimentação CC (12V), pola- rizadas (sempre com a codificação de fio vermelho para o positivo e fio preto para o negativo...). Os pontos “+ e “-” da placa recebem tais conexões que, nas suas outras extremidades, terão ligações condicionadas ao sistema real de co- mando das setas de direção originais, conforme veremos mais adiante... - FIG.5 - CAIXA E ACABAMENTO EXTERNO... - Na sua configuração básica (o “modelito”, certamente, accita muitas variações, a critério do gosto estético c da criatividade de cada um...), o circuito do SESEQ pode ser acondi- cionado num container retangular, com as dimensões mínimas relacionadas na figura, c contendo uma “janela” (dimen- sões básicas também indicadas no dia- grama...) para visualização do display de 20 LEDs, recoberta por um filtro de acrílico transparente vermelho (para melhoria do desempenho ótico do siste- ma...). Ainda por razões estéticas e de favorecimento da própria visualização, convém que o acabamento externo da caixa seja em preto fosco... A fiação de alimentação e controle, poderá sobres- sair de uma das laterais do container ou ainda do fundo deste... Dependendo tam- bém da instalação final do par de módu- los (nunca esquecer que são necessários dois conjuntos completos do SESEQ...), serão ainda necessários alguns imple- mentos de fixação, como braçadeiras, suportes em “L”, parafusos, etc. Outra possibilidade prática para a fixação dos módulos do SESEQ consiste na utiliza- MONTAGEM 314 - SETA SEQUENCIAL ELEVADA (P/ VEÍCULOS) SINALIZAÇÃO GRIGINAL q SETAS SETAS E [) Fig? Fig.8 mediário das ditas lâmpadas. bastará Ji- gar os fios vermelhos dos duis SESEQs respectivamente aos ais de saída esquerdo e direito da dita chave/con- trole, conetando ainda os fios pretos dos SESEQs à “massa”, “terra” ou chassis metálico do carro, conforme indica o diagrama... Noesquema, as iinhas trace- jadas correspondem às conexões já exis- tentes, as linhas sólidas à fiaçã acrescentada. e os pontos marcados “F” indicam as poucas conexões a fazer... - FIG. 8 - OUTRA POSSIBILIDADE DE INSTALAÇÃO ELÉTRICA... - Já se o terminal ativo da chave/controle original das setas de direção úver uma conexão normal à “Terra” (negativo), então os fios pretos dos duis SESEQs devem, respectivamente, ser ligados aos terminais de saída esquerdo e direito da tal chave, sendo que os fios vermelhos deverão ser ligados a qualguer ponto onde existam os 12Y positivos do cir- cuito elétrico do carro... Novamente, não imporia o sistema usado para O acionamento intermitente cas originais lâmpadas de seta... Também no diagra- ma, as línhas tracejadas indicam conexões já existentes, linhas sólidas mostram a fiação a ser acrescentada, e pontos marcados com “F”* mostram as ligações a serem feitas... Tudo instalado € ligado, con- torme diagramas anteriores, é só expe- rimentar o sistema, acionando a alavan- caíchave de controle das setas, para a esquerda e para a direita , é observar o funcionamento dos módulos do SESEQ (que se dá simultaneamente, mas não obrigatoriamente em sincronia dinâmi- ca, com as luzes de seta originais...). No módulo momentaneamente acionado, os quatro ícones em forma de “V” deitado, se deslocarão luminosamente dc forma seguêncial, sempre “de dentro para fora” (numa indicação super-consistente e clara da “intenção” do motorista quanto ao seu trajeto ou eventual conversão...) a um rítmo de aproximadamente 3 Hz (bem “dentro”, portanto, do regime de intermitência exigido pelos regulamen- tos ...). Oticamente falando, o cfeito dos - displays é bastante nítido, canbora a luminosidade individual dos LEDs en- volvidos não seja, certamente, tãointen- sa quanto a das lâmpadas originais de aviso do veículo... O cfcito dinâmico sequencial é altamentc “chamativo” da atenção de quem vem atrás, reforçando muito (como, aliás, éa própria razão de ser do SESEQ ...) 0 aspecto segurança/ advertência, além de acrescentar muita elegância c modemidade ao veículo...! A excelente visualização dos módulos do SESEQ eos seus parâmetros de alimentação em convencionais 12 VCC, sob regime de Corrente sur- preendentemente baixo, indica ainda uma outra utilização prática (fora do universo dos vcículos...), como sinali- zador de emergência para indicação de SAÍDAS cm casas de diversões, tea- tros, cinemas, salões de baile, restauran - tes, etc, Os modemos códigos de segu- rança para grandes ambientes de uso público rezam que saídas de emergên- cia, portas para “escape” em caso de incêndio, ctc., sejam nitida c conveni- entemente sinalizadas por indicadores luminosos, alimentados por sistemas alternativos (haterias) automáticos, acio- nados simultaneamente com eventuais sistemas de alarme, essas coisas... Nada mais prático e “justinho”, também para tais funções, do que os módulos SESEQ, que podem perfeita- mente “puxar” sua alimentação justa- mente das linhas emergenciais de 12 VCC, sempre operacionais nesses mo- mentos...! Z ara E dia o (MONTAGEM) ALARME PROFISSIONAL P/FUSÍVEIS E DISJUNTORES SISTEMA SIMPLES E CONFIÁVEL, DE CUSTO REDUZIDO, MANUTENÇÃO “ZERO” E INSTALAÇÃO FACÍLIMA, ESPECIFICAMENTE DIRIGIDO AO ELETRICISTA, ENGENHEIRO QU INSTALADOR PROFISSIONAL! FORMADO POR DOIS MÓDULOS, SENDO UM O DE AVISO SONORO, E O OUTRO (ESTE DE USO MÚLTIPLO, DEPENDENDO DA QUANTIDADE DE FUSÍVEIS OU DISJUNTORES A SEREM MONITORADOS...) DE SENSOREAMENTO DAS CONDIÇÕES DOS FUSÍVEIS OU DISJUNTORES... CODIFICANDO, E O DE AVISO SONORO COMO “B”, NUMA INSTALAÇÃO COMPLETA, TEREMOS VÁRIOS MÓDULOS “A” INTERCALADOS ENTRE OS FUSÍVEIS OU DISJUNTORES E UM ÚNICO MÓDULO “B”, TUDO CONFIGURADO EM PLAQUINHAS DE CIRCUITO IMPRESSO PEQUENAS E SIMPLES, DE FÁCIL REALIZAÇÃO, INSTALAÇÃO E INTERCONEXÃO... ENQUANTO TODOS OS FUSÍVEIS/DISJUNTORES ESTIVEREM ÍNTEGROS, NENHUM TIPO DE ALARME SE MANIFESTA... CONTUDO, ASSIM QUE UM DOS RUPTORES AUTOMÁTICOS “ABRIR”, IMEDIATA E AUTOMATICAMENTE UM SINAL SONORO NÍTIDO, INTERMITENTE (“BIP...BIP...BIP...”) SE MANIFESTARÁ, INDICANDO COM CLAREZA O FATO, FACILITANDO E AGILIZANDO A MANUTENÇÃO OU TROCA DO DISPOSITIVO, AUMENTANDO OS ÍNDICES DE SEGURANÇA EM GRANDE NUMERO DE ATIVIDADES INDUSTRIAIS (EMBORA NADA IMPEÇA QUE O APFD SEJA TAMBÉM USADO EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS COMERCIAIS OU MESMO RESIDENCIAIS, COM ÓBVIAS VANTAGENS...)! ENFIM: UMA CONSISTENTE MELHORIA E SOFISTICAÇÃO PARA OS “QUADROS DE FORÇA” CONVENCIONAIS, E UMEFETIVOITEM PROFISSIONAL, VÁLIDO, ÚTIL SOB OS MAIS DIVERSOS ASPECTOS... RECOMENDAMOS AO LEITOR PROFISSIONAL QUE LEIA COM ATENÇÃO A PRESENTE MATÉRIA, ESTUDE COM LUCIDEZ AS POTENCIALIDADES DO PROJETO, E... DECIDA SE VALE OU NÃO A PENA A SUA APLICAÇÃO (NÓS DIZEMOS, ENFATICAMENTE, QUE S/M...). PARA FINS PRÁTICOS, OS MÓDULOS DE SENSOREAMENTO COMO “A” A MONITORAÇÃO DE "QUADROS DE FORÇA"INDUSTRIAIS, COMERCIAIS OU RESIDENCIAIS... Os quadros de entrada c distri- buição de força, que trazem a energia da rede C.A, local para uso, separando os ramais, defendendo os percursos através de fusíveis ou disjuntores, adequando as fiações e comandos, constituem impor- tante item da instalação eléuica, seja em fábricas,ofícinas, imóveis de uso comer- cialouprolissional, e até nas residências como osabem os profissionais do ramo... Sob uso normal, a principal “ocorrência” a scr monitorada (£, even- tualmente, corrigida...) em tais quadros é, justamente, a “queima” de um fusível ou a abertura automática de um disjun- tor, sempre indicativos de uma sobre- carga(que podeounão ser momentânea, e que - em qualquer caso - deve ser verificada em seus aspectos técnicos, por razões de segurança...) Ocorre, porém, que em muitos dos estabcleci- mentos profissionais, fábricas, etc., vári- os dos dispositivos e maquinários elétri- cos são de funcionamento bastante au- tomatizado, prescíndindo do acompa- nhamento estreito por pessoas... Obvia- mente que, estando um funcionário jun- to a uma máquina qualquer, se esta repentinamente parar, uma das primeiras providências será a verificação do res- pectivo fusível/disjuntor no quadro de força ou distribuição respectivo... En- tretanto, máquinas que funcionam pra- ticamente “sozinhas” podem não chamar aatenção imediatamente para tais ocor- rências... Nessc caso (cada vez mais comum, atualmente...) um sistema de aviso automático, dotado de alarme so- noro, torna-se extremamente útil e práti- co, inclusive servindo como excelente reforço às normas e procedimentos nor- mais de segurança no local... São muitas as possibilidades de se desenvolver circuitos ou dispositivos cletro-cicwônicos capazes de monitorar c emitir os referidos avisos de fusível “queimado” ou disjuntor “aberto”... Entretanto, soluções realmente baratas, 12 MONTAGEM 315 - ALARME PROFISSIONAL P/ FUSÍVEIS E DISJUNTORES gurado no ASTÁVEL formado pelos gates delimitados pelos pinos 1-2 e 3-4 do 4069, modula, cruamente (no estilo “tudo ou nada”...) o timbre original- mente produzido pelo ASTÁVEL prin- cipal, com a interveniência do diodo IN4148, e sob um ritmo determinado pelo resistor de IM e capacitor de 100n... O resultado, desde que os pontos “E+” c“E-”recebamos 12 VCC enviados por qualquer módulo do tipo “A”, é um nítido “BIP...BIP...BIP..." impossível de ser “ignorado”, mesmo cm ambientes normalmente submetidos a níveis de ruído não muito baixos (como é como ocorrer em instalações industriais...) Um ponto importante a ser con- siderado: o capacitor de lu5 x 630V, marcado com um asterisco no diagrama daFIG. 1, teveseus parâmetros determi- nados para funcionamento sob rede de 220V, Tensão bastante comum nas linhas industriais dc energia... Nada impede, contudo, que os conjuntos do APFD sejam adaptados facilmente para outras Tensões de rede, desde que (e apenas essa modificação será necessária...) O referido capacitor tenha seu valor alte- rado por um fator inversamente pro- porcional... Explicando: se a Tensão da rede for de 110V (metade dos 220V nominais...), o capacitor deverá ter O dobro do valor (3u3 é um parâmetro comercial suficientemente próximo...) Jásc aenergia vier sob 440V (dobro dos 220V nominais...), então o dito capaci- tor deverá ter metade do valor original (680n ou 820n, já que os parâmetros não são muito rígidos...). Já quanto à Tensão de trabalho do capacitor, deverá ser, por razões de segurança, de pelo menos o dobro da Tensão nominal da rede lo- al... Isso quer dizer que, em rede de nov, uma “voltagem” de trabalho de 250 0u 400V é recomendada; sob 220V, deve ser usado um capacitor para 400 ou 630V: em linha de 440V, a Tensão de trabalho deveráscr de 1 KV, c assim por diante... Além dessa única modificação, nada mais precisará ser alterado, em nenhum dos dois módulos básicos cn- volvidos... - FIG.3- LAY OUT DO CIRCUITO IMPRESSO - MODULO “A” - Uma pequena tira dc fenolite é suficiente para aelaboração do Impresso específico para os módulos A... A figura mosua o RES APFD O) à! Fig.3 | Ss-» es+ Fig.5 ja so SE Fig.4 Fig.6 arranjo de ilhas c pistas, muito simples, em tamanho natural, podendo - portanto - ser diretamente “carbonado” sobre a face cobreada de um fenolite virgem nas convenientes dimensões, seguindo-se a confecção pelas técnicas tradicionais. Embora simplíssimo, o módulo, em seu funcionamento norma, estará conetado a Tensões elevadas de rede, devendo assim os cuidados quanto à isolação serem redobrados... Verificarmuitobem adisposição das pistas e ilhas, ao final da confecção, climinando cuidadosamente eventuais pequenos “curtos”, falhas ou lapsos. Não esquecer que deverão scr confeccionadas tantas placas do modelo A quantos sejam os ruptores (fusíveis/ disjuntores) a serem monitorados... - FIG. 4- L4Y OUT DO CIRCUITO IMPRESSO - MÓDULO “B”. Tam- bém símples e pequeno, o Impresso es- pecífico parao módulo B tem seu padrão de ilhas e pístas cobreadas visto em escala 1:1 na figura (pode ser copiado diretamente, portanto...). Convém ela- borar a traçagem com decalques apro- priados, uma vez que aquelas ilhazinhas, pequenas e muito próximas umas das outras, destinadas às “perninhas” do Tn- tegrado, são passíveis de erros ou imper- feições numa traçagem puramente “ma- nual”... Embora o módulo opere sob níveis de Tensão e Corrente absoluta- mente seguros, e sob Potência irrisória, ainda assim a confecção, ao scu final, merece a mesma cuidadosa conferência dedicada ao módulo A... Notar que ape- nasummódulo B precisará ser realizado para cada conjunto/sistema do APFD... - FIG. 5 - “CHAPEADO” DA MON- TAGEM-MODULO “A”. A placado módulo A, vista agora pela sua face não cobreada, traz claramente as informações des componentes estilizados, com seus códigos, valores, polaridades, ctc., de modo muito fácil de seguir... Lembrar quetodosos diodos (inclusiveo zener...) são polarizados, c que assim a orien- tação de suas extremidades de catodo, marcadas pelas faixas ou anéis, deveser rigorosamente respeitada... Atenção também à polaridade dos terminais do MONTAGEM 315 - ALARME PROFISSIONAL P/ FUSÍVEIS E DISJUNTORES 13 MÓDULO “A” e 1- Diodo zener 12V x 1W e 4 - Diodos 1N4007 ou equiva- lentes e 1 - Diodo IN400! ou equivalente e 1- Resistor 150R x 1/4W e1- Resistor IM x 1/4W e 1- Capacitor (eletrolítico) 220u x 16V e 1 - Placa de Circuito Impresso com /ay out específico para a montagem (6,8 x 2,0 cm.) e - Fioe solda para as ligações MÓDULO “B” 6 1- Circuito Integrado C.MOS 40698 e 1- Diodo 1N4148 ou equivalente 01- Resistor 82K x 1/4W e1- Resistor IM x 1/4W e 1- Capacitor (poliéster) 10n e 1 - Capacitor (poliéster) 100n e 1 - Cápsula piczo (transdutor de “cristal”) de qualquer tipo (as cápsulas tipo “fechadas” dão um me- lhor rendimento sonoro, sendo recomendadas...) e 1 - Placa de Circuito Impres- so, com lay out específico para a montagem (3,6x28em) Fio c solda para as ligações Gi ms Cabagem fina, isolada, para interligação dos módu- los, é ligação destes aos fusíveis/disjuntores a sc- rem monitorados e - Parafusos, porcas, etc., para fixações e - implementos isolantes para as fixações (arruclas de nylon ou fibra, bases plásti- cas ou cerâmicas, etc.) e - Eventuais caixinhas plásti- cas, protetoras € acondici- onadoras dos módulos (a necessidade desses ítens dependerá muito do tipo de instalação pretendida...) pusÍvem DISJUNTOR (eo capacitor eletrolítico... Finalmente: cuídado para não inverter posições rela- tivas dos diodos 1N4001, zener e 1N4007, bem como dos dois únicos resistores... Observar ainda a codifi- cação adotada para as 4 ilhas periféricas, destinadas às conexões externas à placa, a screm detalhadas em figura mais adi- ante... Conferir tudo muito bem, ao fi- nal, aproveitando para verificar se não aconteceram “corrimentos” de solda, na face cobreada (ainda mais “perigosos” num módulo, como este, que cpcrará sob Tensão elevada de rede...). só então cortando as sobras dos terminais... Mais uma coisa: após a cfelivação das conexões extemas , convém proteger? isolar a face cobreada da placa com um banho de spray plastificante. ou mesmo uma camada de esmalte, silicone ou epoxy - FIG. 6 - “CHAPEADO” DA MON- TAGEM - MÓDULO “B”. Também vista pela sua face não cobrcada, a pla: quinha do módulo Bmostra a colocação plenamente identificada de todas as suas peças (menos o transdutor piezo. que fica fora da placa...). Tanto q Integrado quamo o diodo são polarizados, tendo posição única c certa para inserção? soldagem... Atenção, portanto, ao posi- cionamento da extremidade marcada do 4069 e à orientação da extremidade de catodo (marcada) do IN4 148... Quanto aos resistores c capacitores (não polari- zados, no caso..;), cuidado para não trocar as suas p: S E esquecer do único jumper, cod como J, é que não passa de um mero pedacinho de fio isolado, interligando asilhas/furos específicas... Conferir tudo cuidadosamente ao final (incluíndo a qualidade dos pontos de solda...Jc então “amputar” as sobras das “pernas” dos omponentes... Observar, ainda, a codi- ficação atribuída às ilhas livres, cxis- tentes junto às bordas da placa, € que se destinam às ligações externas, detalha- das maís adiante... - FIG.7- INSTALAÇÃO BÁSICA, E INTERLIGAÇÃO DOS MODULOS “AV E “B”.. - O diagrama mostra as concxões externas, ligações entre pla- cas, acoplamento Arcde (junto ao fusível/ disjuntor monitorado), bem como as ligações do sransdutor (cápsula) piezo responsável pela emissão do sinal sono- ro do alarme... Notar que os pontos A € D do módulo “A” | vão, respectiva- mente, aos terminais do fusível/disjun- tor, “antes” e “depois” deste (conside- rado o sentido da energia C.A., da rede para a aplicação...). Os pontos “S+” e *“8-" do módulo “A” são ligados, res- peeivamente aos pontos “E+” c “E” do módulo “B”... Finalmente, os pontos “X-Xº do módulo “B” vão aos termi- nais da cápsula pivzo sinalizadora... É bom notar que o sistema de sensoreamento do APFD “não se im- porta” com o método de aplicação da energia da rede à carga, se monofásico, trifásico, etc. Basta que (obviamente) existam fusíveis/disjuntores para que os módulos sensores possam ser acopla- dos, sempre “nos conformes” do diagra- ma mostrado na FIG. 7... 16 PARTALTEX MiRcRavee SMA SEIA CHAVE DE IGNIÇÃO SECRETA (POR TOQUE) AO MESMO TEMPO UM APERFEIÇOAMENTO E UMA SIMPLIFICAÇÃO A UM DOS PROJETOS DE MAIOR SUCESSO, RECENTEMENTE PUBLICADO (O AROSC, EM APE 53...), PROVANDO MAIS UMA VEZ QUE A EQUIPE DE CRIAÇÃO DE APE NUNCA PARA DE EXERCER OS “AXIOMAS” QUE REGEM O NOSSO TRABALHO: OBTER SEMPRE, MAIS, A PARTIR DE MENOS, OU SEJA, BARATERAR, SIMPLIFICAR, DIMINUIR TAMANHO E QUANTIDADE DE COMPONENTES, SEM PERDA DAS DESEJADAS FUNÇÕES DOS PROJETOS E CIRCUITOS...! PARA QUEM NÃO VIU (OU NÃO SE LEMBRA...) O AROSC, A IDÉIA É ACRESCENTAR UM COMANDO “SECRETO” ANEXADO À CHAVE DE IGNIÇÃO CONVENCIONAL DO VEÍCULO (OS ELETRICISTAS DE AUTO COSTUMAM CHAMAR DE “CHAVE GERAL” OU “CHAVE SÉRIE” ...), COM CUJO ACIONAMENTO GARANTE- SE (A UM CUSTO MUITO BAIXO...) EXCELENTE PROTEÇÃO CONTRA O FURTO DO VEÍCULO, A PARTIR DE UMA INSTALAÇÃO EXTREMAMENTE SIMPLES... O ACIONAMENTO “SECRETO”, NO CASO DO PRESENTE PROJETO, É FEITO ATRAVÉS DE UM PAR DE MINÚSCULOS CONTATOS DE TOQUE (BASTA POR UM DEDO “EM CIMA”...) DE FACÍLIMO “ESCONDIMENTO” EM QUALQUER PONTO DE CONHECIMENTO APENAS DO PROPRIETÁRIO/MOTORISTA... USANDO COMPONENTES COMUNS, DE FÁCIL AQUISIÇÃO, BAIXO PREÇO, E EM PEQUENA QUANTIDADE (CONSEGUIMOS REDUZIR O NÚMERO DE PEÇAS DO AROSC ORIGINAL PARA MENOS DA METADE...1),A CHIST (CHAVE DE IGNIÇÃO SECRETA - POR TOQUE) DEVE SER ACIONADA OU DURANTE O GIRO DA CHAVE DE IGNIÇÃO CONVENCIONAL, OU LOGO EM SEGUIDA AO PRIMEIRO "MEIO GIRO" DA DITA CUJA (PONTO EM QUE O SISTEMA ELÉTRICO É LIGADO, MAS AINDA NÃO SE ACIONOU A PARTIDA E IGNIÇÃO PROPRIAMENTE....)... SE ISSO NÃO FOR FEITO, A CHAVE DE IGNIÇÃO CONVENCIONAL SIMPLESMENTE NÃO OPERA...! PROTEÇÕES ELETRÔNICAS CONTRA ROUBO DE VEÍCULOS, DAS MAIS SOFISTICADAS ÀS MAIS SIMPLES... O tema é (como diriam alguns “jornalistas” modemos...) palpitante, está na “crista da onda”... Defender a propriedade através dos mais variados artifícios eletrônicos tornou-se quase que uma necessidade, nesses Tempos onde praticamente metade da Humanidade tenta, de uma maneira ou outra, roubar à outra metade... Sempre supondo que Você, caro Leitor/Hobbysta, encontra- se dentro da “mctade certa”, ou seja: aquela que só sifu, na tentativa de de- fender-se contra a “gatunagem” da “ou- tra metade” , APE tem mostrádo uma enorme série de projetos dc alarmes, dispositivos de proteção ou segurança, seja para a casa, seja para O carro ou outros bens... Agora trazemos mais um re- presentante dessa categoria de monta- gens, especificamente destinado à pro- teção contra o roubo de veículos... Con- forme já foi dito várias vezes, sãomuitos os graus de sofisticação (e, com isso, também de complexidade e custo...) nos dispositivos do gênero... Entretanto, nesse ramo (como cm todos os outros da tecnologia aplicada...) nem sempre o mais complexo é o melhor... Na ver- dade, considerando-se aspectos como custo, operacionalidade, praticidade no uso, confiabilidade, baixas necessidades dc manutenção, segurança, ctc., quase sempre o mais simples é o melhor! Essa, Vocês sabem, é a própria filosofia de APE, já que aqui somos radicalmente contra aquela história de “complicar desnecessariamente só para mostrar serviço ou conhecimento”, ou aquela mania de “podendo complicar, pra quê simplificar...” Assim, a partir das “reações” positivas da turma com relação a um projeto publicado em APE nr. 53 (AROSC), nosso Laboratório resolveu re-interpretar aquela idéia, “enxugan- do-a” ainda mais, em termos de custo, quantidade de componentes (inclusive reduzindo a “nada” a dificuldade na aquisição de peças, já que agora são todas super-comuns...). Surgiu então a CHIST (CHAVE DE IGNIÇÃO SE- CRETA - POR TOQUE), num circuito que é uma verdadeira “obra-prima” da sintetização: um transistor, um relê (co- mum), dois ou três componentes “man- jados” e... pronto! A instalação (como também é norma em APE...) tomou-se também ainda mais elementar e direta e MONTAGEM 316 - CHAVE DE IGNIÇÃO SECRETA (POR TOQUE) 1 DACHAVE stroz DA > teNIÇÃO 1n4004 ES > À BOBINA OU POSITVODA IeNicão ELETRÔNICA 1144001 e (O ' MASSA, Fig amontagem, em sí, é incapaz de “assus- tar” mesmo o mais “verde” dos princi- piantes! Resumindo: a CHIST consti- tui um módulo de chaveamento “secre- to” disposto eletricamente em série com achave de ignição convencional, esem cujo acionamento a dita chave conven- cional simplesmente não pode atuar... Já a habilitação da CHIST se dá apenas pelo momentâneo toque de um dedo sobre um minúsculo par de contatos metálicos, que podem (devem...) ser “escondidos” em qualquer cantinho, obviamente de conhecimento apenas do dono ou motorista do carro (sob o banco, sob o paíncl, em algum lugar- zinho intemo da porta, enfim: “mil” lugares possíveis...) Para que a chave convencio- nal funcione, é preciso que, ao ser dado o seu giro completo, o dedo do opera- dor esteja sobre os contatos de toque secretos... Ou, num a segunda possibi- lidade de acionamento, deve-se dar o primeiro “meio giro” na chave de ig- nição convencional (ligando o sistema elétrico, mas não acionando ainda a partida e a ignição, propriamente...), após o que deve-se promover o breve toque de dedo sobre os contatos secre- tos, para só então “completar” o giro da chave de ignição, efetivando a partida! Em qualquer dos casos, fica óbvia que o desconhecimento da loca- lização dos contatos secretos tona pra- ticamente impossível ligar o veículo... Emesmo (numa remotíssimahipótese...) que o larápio “descubra” os contatos secretos, dificilmente saberá dessas “mumunhas” (pressão sobre os conta- tos simultânea ao giro completo da chave, ou “entre” os dois “meio giros” da dita cuja! A segurança, portanto, ofere- cida pela CHIST, é muito boa, superior mesmo à obtida com sistemas muito mais sofisticados, caros e de diffcil instalação...! Vale a pena montarc insta- lar (e até tentar a realização de vários dispositivos, para revenda e instalação em veículos de terceiros, obtendo com isso um considerávele nada desprezível lucro...) - FIG.1- DIAGRAMA ESQUEMÁTI- CO DO CIRCUITO - Todo o “truque” se resume na inserção, após a chave convencional de ignição (no percurso da alimentação positiva de 12 VCC ao sistema dc partidac ignição, não impor- tando sc esta é do tipo “normal” ou eletrônico...) de um par de contatos NA (Normalmente Aberto) de um relê co- mum (capaz de mancjar confortavel- menteccrca de 104, Corrente suficiente para a finalidade...) Dessa forma, ape- nas quando já foi efetuado o primeiro “meio giro” da chave de ignição (li- gação do sistema elétrico geral do car- ro...), otal contato Normalmente Aberto poderá ser “fechado”, a partir do toque dc um dedo sobre os pontos metálicos “C-C”,. Nesse momento, a pequena Corrente que transita pela Resistência da pele do opcrador, e também através do resistor de 47X, toma-se suficiente parapolarizar o poderoso (em termos de ganho...) transistor Darlington BC517, levando-o à saturação, com o que sua Corrente de coletor poderá cnergizar a bobina do referido relê (o “velho” diodo em “anti-paralclo” com a dita bobina, protege o transístor contra “chutes” de Tensão ocorridos nos momentos de cha- veamento...). Uma vez fechados os con- tatos NA, o setor de partida e ignição do carro toma-se operacional, enquanto que o segundo diodo (1N4001) se encarrega de manter o BC517 polarizado (via re- sistorde 47K), assegurando a permanên- cia da energia, até que a chave conven- cional de ignição seja desligada, retor- nando todo o sistema ao ponto “zero”! LITEC- Livraria Editora Tecnica -Ltda. NÃO ESQUEÇA, VISITE-NOS * TEMOS COMPLETO ESTOQUE DE Lt- VROS NAS ÁREAS DE: MANUAIS DE CIRCUITOS INTEGRADOS, ELETRICI- DADE, ELETRÔNICA E INFORMÁTICA. * TEMOS A DISPOSIÇÃO MAIS DE 4,000 TÍTULOS, S TEMOS VARIADO ESTOQUE DE RE- VISTAS AMERICANAS DE INFÓRMATI- CA, “PROCURAMOS TER SEMPRE AS UL- TIMAS NOVIDADES QUE SAÍRAM NO EXTERIOR, * ENVIAMOS REMESSA PARA TODO O BRASIL ATRAVÉS DO SEDEX A CO- BRAR OU REEMBOLSO VARIG, S ACEITAMOS CARTÕES DE CRÉDITO: DINERS, CREDKCARL, VISA E AMERI- CANEXPRESS, SOLICITE CATÁLOGO Rua dos Timbiras, 257 CEP 01208-010 São Paulo -sP Fone: (011) 222-0477 - Fax: (011) 220-2058 LCV INSTRUMENTOS ED ca abas O. Ê DE CINESCÓPIOS / Í PAC4o “ea smp f US$ 250,00 Permita verificar a omesao do cada canhão da rinestópio em prova 6 tem fivê-do, possui galvanômetto com pre- cisão do 1% e mede MAT atá 30 kV ANALISADOR DE VIDEOCASSETE/TV AVC-64 US$ 570,00 Possui seto instumontos em um: hequencímetro até 100 MHz, gerador da barras. saída de FI 45.75 MHz. Conversarde daacassote, testo de cabeça de vídeo. | tasiruador do sam, remoto. (011) 223-6707 (011) 222-0237 MONTAGEM 316 - CHAVE DE IGNIÇÃO SECRETA (POR TOQUE) LIGAÇÃO ORIGINAL INTERROMPIDA AO VERMINAL POSITIVO DA BOBINA, : QUAD *+ DO. SISTEMA ELETRÔNICO DE JGNICÃO I 8 CHIST CONTATOS SEGRETOS tADODOS ç COMPONENTES T c I + chassis MASSA - NEG;) DOIS PARAFUSOS FENOLTE IMPORTANTE: do OS DOIS CONTATOS 4 METÁLICOS DEVEM REAS, ESTAR 1 PLÁSTICO COBREADAS DA ALA BIEADOS “MASSA! (NEGATIVO)... 1,00 E 1,50 cn. Fig.5 co...), este medindo não mais do que 1 à 2 em. de lado, e de modo que as “ca- beças” dos parafusinhos mantenham entre sí uma distância de no máximo 0,5 em. (na verdade, quanto mais perto uma da outra, melhor...). O cabinho paralelo isolado deve, então, ser ligado às pontas dos parafusos, isolando-se bem o con- junto (nada deve tocar outras partes metálicas do veículo, para cvitar o risco de uma conexão indevida à “terra”...) e instalando-sc onde for desejado (sob o banco, sob o painel, em baixo do apoio de braço na parte interna da porta, etc.). A segunda opção, um pouco maissofisti- cada, envolve a criação de um pequeno círculo ou quadrado de fenolite (o mes- monormalmente usado na confecção de Circuitos Impressos...) contendo em sua face frontal duas “meias luas” co- breadas, scparadas por uma estreita fresta isolante, de modo que, aplicando-se um dedo sobre o conjunto, forçosamente seja gerado um percurso resistivo entre as ditas áreas cobrcadas, suficiente para o acionamento da CHIST... Dois furi- nhos nas áreas cobreadas servirão como passagem dos condutores, a serem sol- dados, ficando os fios do cabinho parale- lo por trás do dispositivo. Tudo muio bem isolado (com exceção das áreas cobreadas expostas, para o toque...), O. conjunto pode então ser “escondido” onde se queira (as mesmas sugestões já dadas para o outro “modelo” de conta- tos...) UTILIZANDO A CHIST... Tudo já deve ter ficado muito claro, mas aí vão algumas explicações “mastigadas” quanto ao correto uso da CHIST... Primeiramente lembramos o “resetamento” automático do sistema, gerado pelo simples desligamento (e retirada...) da chave de ignição. Dessa forma, 0 usuário não tem que se preocu- par cm “ligar ou desligar” alguma coisa ao sair do veículo... Já para ligar o carro, entra em ação trabalho de segurançada CHIST... Se a chave de ignição for simplesmente enfiada e girada, como se faz normal- mente, o carro não liga! Um dos dois procedimentos seguintes terá que ser adotado, para o veículo ligar: - Mantendo um dedo sobre os contatos secretos de toque, gira-se a chave de ignição totalmente, com o que a partida pode ser dada, sem problemas. Imedia- tamente após, o dedo pode ser retirado dos contatos, que tudo prosseguirá nor- malmente... - Dá-se o primeiro “meio giro” na chave de ignição, ligando o sistema elétrico, mas sem acionar efetivamente a partida/ ignição... Deixa-se a chave de ignição nessa posição e então, aplicando um dedo sobre os contatos de toque secre- tos, “completa-se” o giro da chave, com o que a partida se dará, normalmente. O dedo pode, então, ser retirado dos conta- tos, que tudo prosscguiránormalmente... Quem preferir usar uma micro- switch tipo push-button NA, no lugar dos contatos de toque, poderá fazê-lo sem grandes problemas, apenas reco- mendando-se a substituição do resistor original de 47K por um de 150K até 220K (valor não crítico, dentro dessa faixa). O procedimento para “liberação” da ignição é o mesmo já descrito, ape- nas substituindo-se a colocação do dedo sobre os contatos de toque, pela pressão sobre o citado push-button NA... E LCV INSTRUMENTOS O MENOR PREÇO « indicador Laio MALTÍETRO DIGITAL «Visor Oo: 2 172 dg, FREQUÊNCIMETRO DIGITAL FD31P - 550 MHz US$ 400,00 nsirumento de medição com excs- lenta estabilidade e precisão nas faixas de (Hza 550 MHz (canal A) e 80 MHz à 550 MHz (canal B) (011) 223-6707 (011) 222-0237 2 ARETALTEX Iene azuce AMD BRASIEIRA MULTI-SEGURANÇA ÓTICA MAIS UM FANTÁSTICO REPRESENTANTE DOS CIRCUITOS “ULTRA- SIMPLES" E “SUPER-ÚTEIS"...! NUM ARRANJO BASEADO EM APENAS DOIS TRANSÍSTORES E UM RELÊ (MAIS TRÊS OU QUATRO COMPONENTINHOS PASSIVOS...) A MUSO PERMITE UM SENSOREAMENTO ÓTICO SIMULTÂNEO DE VÁRIOS AMBIENTES, OU A SEGURANÇA DE DIVERSOS OBJETOS E LOCAIS, DE MODO QUE, AO MENOR AUMENTO DA LUMINOSIDADE SOBRE FOTO-TRANSÍSTORES ESTRATEGICAMENTE DISPOSTOS, ACIONA, ATRAVÉS DO SEU RELÉ, CARGAS EXTERNAS DE ALTA POTÊNCIA, MESMO ALIMENTADAS PELA CA, LOCAL (LÂMPADAS DE AVISO, CIGARRAS, SIRENES, ETC.), OU ENTRADAS N.A./N.F. DE CENTRAIS DE ALARME, ESSAS COISAS... UM ÚNICOE FÁCIL AJUSTE (POR TRIM-POT...)É NECESSÁRIO AO CIRCUITO, PARA PERFEITA ADEQUAÇÃO DA SUA SENSIBILIDADE EM FUNÇÃO DO TIPO DE INSTALAÇÃO REALIZADA... A ALIMENTAÇÃO, EM CONVENCIONAIS 12 VCC, SOB CORRENTE SUPER-MODERADA, É COMPATÍVEL COM AS LINHAS DE ENERGIZAÇÃO DE EVENTUAIS OUTROS SISTEMAS DE SEGURANÇA AOS QUAIS VÁ SER ACOPLADO... UMA IDÉIA QUE DEVE SER BEM APROVEITADA PELOS LEITORES/HOBBYSTAS, SEJAM PRINCIPIANTES, SEJAM VETERANOS... Os DISPOSITIVOS OPTO-ELETRÔNICOS DE SEGURANÇA... Os modernos componentes da família opto-eletrônica, ou seja, aqueles que podem “traduzir” manifestações, estados, níveis ou variações luminosas, na forma de sinais puramente elétricos, evice-versa, graças às suas grandes sen- sibilidades e excelentes características, permitem a realização de circuitos que - embora muito simples - podem exercer importantes funções de segurança ou monitoração ambiental, fiscalização de passagens, proteção de objetos, bens e locais, acionamento preventivo de avi- sos, alarmes, etc. Os projetistas de APE têm, ao longo desses quase 5 anos, aproveitado muito bem tais possibilidades, numa série de montagens publicadas que agra- daram muito à grande maioria dos Lei- tores... Embora os mais variados graus de sofisticação possam ser implementa- dos aos projetos do gênero, que inclui as barreiras óticas dos mais diversos tipos, sensoreamento de intrusão por infra- vermelho, emuitas outras possibilidades, o direcionamento dado ao presente pro- jeto ainda não tinha sido abordado em montagens anteriores: a MULTI-SEGU- RANÇA ÓTICA “aceita” de 1 até 6 pontos de sensoreamento, na forma de meros foto-transístores localizados em condições estratégicas, Os quais, em es- tado “normal” devem estar submetidos a luminosidade baixa ou nula... Assim, entretanto, que for detetado (em qualquer dos sensores acoplados...) um incre- mento na luminosidade local (pelo acendimento de uma lâmpada no cômo- do, pela abertura de uma porta ou janela, pela remoção de um objeto anterior- mente “cobrindo” o sensor, etc.), um relê com contatos de alta capacidade de Corrente, à saída do circuito, é aciona- do, podendo comandar cargas real- mente “pesadas”, através de terminais Normalmente Abertos ou Normalmente Fechados (o que dá grande flexibilidade aplicativa...). Os sensores (foto-transís- tores...) podem estar localizados em pontos relativamente distantes, ligados aocircuito principal via cabinhos parale- los finos no necessário comprimento... O ajuste de sensibilidade é único, ou seja: depois de dispostos todos os pontos de sensoreamento, um trim-pot da MUSA deve ser ajustado até obter-se a desenergização do relê intemo, em con- dição de “limiar”, ou seja: de máxima sensibilidade... Nada mais precisará ser feito, salvo aplicar-se à saída do disposi- tivo, a carga que se deseja controlar via contatos do relê... (além, é claro, de manter o conjunto alimentado por 12 VCC, sob Corrente de - no máximo - 150mA..). As possibilidades aplicativas são realmente muitas,emborao disposi- tivo funcione “ao contrário” da maioria dos outros circuitos opto-eletrônicos de proteção, ou seja,: acionado pelo mo- mentâneo aumento da luminosidade sobreos sensores, e não pela diminuição