Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Aprendendo, Notas de estudo de Eletrônica

REVISTA N.32

Tipologia: Notas de estudo

2016

Compartilhado em 22/05/2016

eletronica-universalpp-2
eletronica-universalpp-2 🇧🇷

4.1

(10)

53 documentos

1 / 42

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d
pf1e
pf1f
pf20
pf21
pf22
pf23
pf24
pf25
pf26
pf27
pf28
pf29
pf2a

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Aprendendo e outras Notas de estudo em PDF para Eletrônica, somente na Docsity!

no-220, Jo Ea E É tleoos 356] : E To ij a RELE CIGARRA Va 9vec DE CA. ORIGINAL ig F e CAIXINHA DE 7 MÚSICAS E CAMPAINHA RESIDENCIAL C/ 7 MELODIAS ST NI mes . aNatae — 57 o Fa CE “ a Navas CSS “IP a= PS e EE ; Ou Kaprom EDITORA E amm als Ee ua ds Er EMARK ELETRÔNICA Diretores Carlos W. Malagoli Jairo P. Marques Wilson Malagoli Bêda Marques Colaboradores José A. Sousa (Desenho Técnico) João Pacheco (quadrinhos) * Publicidade KAPRON PROPAGANDA LTDA. (011) 223-2037 Composição Fotolitos da Capa DELIN Tel. 35.7515 Fotolitos do Miolo FOTOTRAÇO LTDA, Impressão Editora Parma Ltda. Distribuição Naclonal c; Exclusividade) FERNANDO CHINAGLIA DISTR. Rua Teodoro da Silva, 907 - R. de Janeiro (021) 2689-9112 APRENDENDO E PRATICANDO ELETRÔNICA (Kaprom Editora, Distr. e Propagan- da Ltda - Emark Eletrônica Comer- cial Ltda.) - Redação, Administração e Publicidade: Rua General. Osório, 157 CEP 01213 — São Paulo — SP. Nesse novo jo que APE assumiu (desde o número anterior), o Lei- tor/Hobbysta encontra MAIS informações; a nível de idéias apresentadas a cada exemplar! Como .a esmagadora maioria dos Hobbystas já domina as técnicas de elaboração e con- fecção de Ciruitos Impressos específicos, aquela antiga “facilidade” dos lay ouis pré-de- senhados, para tados os projetos aqui publicados, foi restringida, numa traca pura e sim- ples de espaço, que permitiu a inserção de muito mais projetos por Edição! De qualquer maneira, A.P.E. continua sendo uma: Revista que tem seus “olhos” permanentemente voltados para o Hobbysta, incluindo os iniciantes, e assim, a cada exemplar, pelo menos uma das montagens será sempre descrita no sistema "COMPLETI- NHA", ou Seja: incluindo lay outs, “chapeados” e outras "mastigações" destinadas a tacili- . tar a vida de quem ainda está começando... Para o presente ano estamos programando ainda outras modificações positivas no esquema editorial de A.P.E., eventualmente com anexação de Seções específicas e alta- mente dirigidas, que - temos certeza - agradarão a todos os Leitores/Hobbystas! A tese é simples (e incontestável...): embora uma publicação nitidamente para “começantes”, A.P.E., para não se defasar no tempo com relação à natural evolução do seu Universo Lei- tor, tem que acompanhar 0 crescimento do status técnico/prático de cada um de Vocês! No momento (já “acompanhada”, há mais de um ano, pela “irmã” mais nova, Revista ABC DA ELETRÔNICA...), A.P.E. deve traçar para sí - e para os'Leitares - “caminhos” mais es- pecfficos e condizentes º Entretanto, estejam tranquilos todos os “recém-chegados”: NÃO esqueceremos, jamais, as intenções e diretrizes básicas que motivaram o próprio nascimento da publi- cação (“parece que foi ontem”, mas já fazem praticamente 3 anos...!), traduzidas no per- manente deseja de atender aos interesses de todos os segmentos (iniciantes, hobbystas “puros”, técnicos, estudantes, professores, engenheiro. etc.) E tem mais uma coisa... Conforme já mencionamos no EDITORIAL de A.P.E. nº 32, “isso aqui” NÃO É a “zorra” que estamos acostumados a ver nesse belo e infeliz Pais! A.P.E., Pelas suas próprias essências, e pela linha de pensamento de todos que aqui tra- balham, É UMA PUBLICAÇÃO, UMA MANIFESTAÇÃO CULTURAL E PRÁTICA, NÍTIDA- MENTE DEMOCRÁTICA! Assim, toda e qualquer madificação editorial ou alteração de “fumo”, mesmo quando postulada pelos criadores e editores, TEM que ser avalizada por VOCÊS, Leitores/Hobbystas! Através das cartas e manifestações (são centenas, todo mês...) estamos sempre parametrando nosso caminho, e não teremos inibições em “dar um passo atrás" e, eventualmente, retomar a “velha estrada”; SE ESTE FOR O DESEJO DA MAIORIA DE VOCÊS! “Curtam”, portanto, esse “novo estilo” de A.P.E, e, aprovando-o ou não , manites- tem sua avaliação, mandando suas Cartas, detalhando suas razões, é apresentando suas sugestões, propostas e idéias... É DISSO que fazemas a Revista... OEDITOR e ERES NRAS SE R a E qansato REVISTA Nº33 NESTE NÚMERO: 9- CAIXINHA DE 7 MÚSICAS E 30 - SUPER-SIMULADOR DE PRE- CAMPAINHA RESIDENCIAL C/ SENÇA 7 MELODIAS 39 - SOSSEGADOR DE “CAMPAI- 16 - “EMOTÍMETRO” NHEIRO” 22 - RELÉ DE ESTADO SÓLIDO 47 - MONITOR DIGITAL DE 23 - MORDOMO ELETRÔNICO TENSÃO 26 - MÓDULO BATE-VOLTA 50 - À INCRÍVEL CABEÇA ROBÔ Fone: (011)223-2037 É vedada a reprodução total ou parcial de textos, artes ou fotos que compo- nham a presente Edição, sem a autorização expressa dos Editores. Os Projetos Eletrônicos aqui descritos destinam-se unicamente a aplicações como hobby ou utilização pessoal, sendo proibida a sua comercialização ou industriali- zação sem a autorização expressa dos autores ou detentores de eventuais direitos e patentes. A Revista não se responsabiliza pelo mau funcionamento ou não funcionamento das montagens aqui descritas, não se obrigando a nenhum tipo de assistência técnica aos leitores. Instruções Gerais para as Montagens Às pequenas regras e Instruções aqui descritas destinam-se aos principiantes ou hobbystas ainda sem muita prática e constituem -«um verdadeiro MIN-MANUAL DE. MONTAGENS, valendo para a realização de todo e qualquer projeto de Eletrônica (sejam os publicados em AP.E., sejam os mostrados em livros ou outras publicações. . Sempre que ocorrerem dúvidas, durante a: montagem de qualquer projeto, recomenda-se ao Leitor consultar as presentes Instruções, cujo caráter Geral e Permanente faz com que estejam SEMPRE presentes aqui, nas primeiras páginas de todo exemplar de APE, OS COMPONENTES & Em todos os circuitos, dos mais simples aos mais complexos, existem, basica mente, dois tipos de peças: as POLARI- ZADAS e as NÃO POLARIZADAS. Os componentes NÃO POLARIZADOS são, na sua grande maioria, RESISTORES e CAPACITORES comuns. Podem ser liga dos “daqui prá lá ou de lá prá cá”, sem problemas. O único requisito é reconhe- cerse previamente o valor (c outros parâmetros) do- componente, para ligá-lo no lugar certo do circuito. O “TABE- LAO" A.PE. dá todas as “dicas” para a leitura dos valores e códigos dos RESIS- TORES. CAPACITORES POLIÉSTER, CAPACITORES DISCO CERÂMICOS, etc. Sempre que surgirem dúvidas ou “esquecimentos”, as Instruções do “TABELÃO” devem ser consultadas. 8Os principais componentes dos circuitos são, na maioria das vezes. POLARIZA- DOS, ou seja. seus terminais, pinos ou “pemas” têm posição certa e única para serem ligados ao circuito! Entre tais componentes, destacam-se os DIODOS, LEDs, SCRs, TRIACs, TRANSISTORES (bipolares, fets, unijunções, etc.), CAPA- CITORES ELETRÓLITICOS, CIRCUI- TOS INTEGRADOS, etc. E muito im- portante que, antes de sc iniciar qualquer montagem, O leitor identifique correta mente os “nomes” e posições relativas dos terminais desses componentes, já que qualquer inversão na hora das soldagens ocasionará o não funcionamento do cir- cuito, além de eventuais danos 20 pró prio componente erroneamente figado. O “TABELÃO” mostra à grande maioria dos componentes normaimepie utiliza dos nas montagens de A em suas aparências, pinagens c símbolos. Quan- do, em algum circuito publicado, surgir um ou mais componentes cujo “visual” não esteja relacionado no “TABELÃO”, as necessárias informações serão forne- cidas junto ao texto descritivo da respeo- tiva montagem, através de ilustrações claras e objetivas. LIGANDO E SOLDANDO O Praticamente todas as montagens aqui publicadas são implementadas no sistema de CIRCUITO IMPRESSO, assim as instruções a seguir referem-se 205 cuida dos básicos necessários à essa técnica de montagem. Q caráter geral das recomen- dações, contudo, faz com que clas tam- bém sejam válidas para eventuais outras técnicas de montagem (em ponte, em barra, etc). € Deve scr sempre utilizado ferro de soldar leve, de ponta fina, e de baixa “watta- gem” (máximo 30 watts). A solda tam- bém deve ser fina, de boa qualidade e de baixo ponto de fusão (tipo 60/40 ou 63/37). Antes de iniciar a soldagem, a ponta do ferro deve ser limpa, remo- vendo-se qualquer oxidação ou sujeira ali acumuladas. Depois de limipa e aque- cida, a ponta do ferro deve ser levemente cstanhada (espalhando-se um pouco de solga sobre elá), o que facilitará o con- tato térmico com os terminais. O As superfícies cobreadas das placas de Circuito Impresso: devem ser rigorosa mente limpas (com lixa fina ou palha de aço). antes das soldagens. O cobre deve ficar brilhante, sem qualquer resí- duo de oxidações, sujeiras, gorduras, etc. (que podem obstar as boas solda- gens). Notar que depois de limpas as ilhas e pistas cobreadas não devem mais ser tocadas com os dedos, pois as gor duras e ácidos contidos na transpiração humana tmesmo que as mãos pareçam limpas e secas...) atacam. 0 cobre com grande rapidez, prejudicando as boas soldagens. Os terminais de componentes também devem estar bem limpos (se pre- ciso, raspe-os com uma lâmina ou esti- lete, até que o metal fique limpo e bri- lhante) para que a solda “pegue” bem... € Verificar sempre se não existem defeitos no padrão cobreado da placa. Constatada alguma irregularidade, cla deve ser sana- da antes de se colocar os componentes na placa: Pequenas falhas no cobre podem ser facilmente recompostas com uma gotinha de solda cuidadosamente aplicada, Já eventuais “curtos” entre ilhas ou pistas, podem ser removidos ras- pando-se o defeito com uma ferramenta de ponta afiada. Coloque todos os compónentes na placa orientandose sempre pelo “chapcado” mostrado junto às instruções de cada montagem. Atenção aos componentes POLARIZADOS e às suas posições rela tivas (INTEGRADOS, TRANSISTORES, DIODOS, CAPACITORES ELETROLI- TICOS, LEDs, SCRs, TRIACSs, etc.) O Atenção também aos valores das demais peças (NÃO POLARIZADAS). Qualquer dúvida, consulte os desenhos da respeo- tivã montagem, e/ou o “TABELÃO”. € Durante” as soldagens, evite-sobreaque- cer os componentes (que podem danifi- carse pelo calor excessivo desenvolvido numa soldagem muito demorada). Se uma soldagem “não dá certo” nos pri- meiros 5 segundos, retire O ferro, espere a ligação csfriar e tente novamente, com calma e atenção. O Evite excesso (que pode gerar corrimicn- tos e. “curtos”) de solda ou falta (que pode- ocasionar má conexão) desta. Um bom ponto de solda deve ficar liso e bri lhante do terminar. Se a solda, após esfriar, mostrafse rugosa c fosca, isso indica uma conexão mal feita (tanto elé- trica quanto mecanicamente). € Apenas corte ós excessos dos terminais ou pontas de fios (pelo lado cobrcado) após rigorosa conferência quanto aos valores, posições, polaridades, ete., de todas as peças, componentes, ligações periféricas (aquelas externas à placa), ete. É muito difícil reaproveitar ou cor rigir a posição de um componente cujos terminais já tenham sido cortados. € ATENÇÃO “às instruções de calibração, ajuste é utilização dos projetos. Evite a utilização de peças com valores ou carao- terísticas diferentes daquelas indicadas na LISTA DE PEÇAS: Leia sempre TODO o artigo antes de montar ou úti- lizar o circuito. Experimentações apenas devem ser tentadas por aqueles que já têm um razoável conhecimento ou prá- tica e sempre guiadas pelo bom senso. Eventualmente, nos próprios textos des- critivos existem sugestões. para experi mentações. Procure seguir tais sugestões se quiser tentar alguma modificação... O ATENÇÃO às isolações, principalmente nos circuitos ou dispositivos que traba- lhem sob tensões ejou correntes eleva das. Quando a utilização exigir conexão direta à rede de C.A, domiciliar (110 ou 220 volts) DESLIGUE a chave geral da instalação local antes de promover essa conexão. Nos dispositivos alimen- tados com pilhas ou baterias, se Forem deixados fora de operação por longos períodos, convém retirar as pilhas ou baterias, evitando danos por “Vvazamen- to” das pastas químicas (fortemente corrosivas) contidas no interior dessas fontes de energia). "TABELÃO APE: 4 dá E ESISTORES cameirores pouestEq camermRes msco . ” ne ALGARISMO s " - E] . 24 ALoANISMO 2º NESTA O 2ratonm its 1cefgg Ter ataanismo A ne E i Í Ê E] So SSESS — mulriPLICADOR ES eo urinar ER : . a TOLERÂNCIA é RSS TOLERÂNCIA Ê = faixas VALOR EM OMHS N TENSÃO ator EM - uus rama PIGOFARADS y+h vaLoR Eu PicocaRaDS j exeuros ie" CODIGO Ir A nesse cas cor faixas G2faixo Aftaixa CÓDIGO Tisaes . rio 286 Veza TS, TOLERÂNCIA E preto º - - — cor faxes Jotaixa 4afaixa 5ataixa marrom 1 x100 1% > vemelho + 2 x 100 2% - ATÉ 10pF ACIMA DE 10pF o o vara 3 xiooo ap [rio O - 20% é EA R amarelo 4 x10000 ap [mam 1 xo — - f verde 5 x100000 — |rermeiho 2 x100 — 250 À5 -o10pF F= 1% M=20% aff azul 6 100000 — lana 3 x 1000 — - : = de= - No ; o = Lomado 4 x10000 — av [ST O2PE G= 2% P=+00%- 0% cinza 8 - -— [sede 5 xi00000 — - |D-050F H= 3% s=+ 50% - 20% ExEMPLOS tranco 9 - - [om 6 1000 — GV Dc -tme J=5% 2=-+8%-20%) Joje-tione ouro - x01 5% |viceta 7 - - - - : prata - x001 10% [cinza 8 - - - |o-»F k= 10% sem cor) - - 20% |hranco q - 10% - anos EXEMPLOS, ExEMPLOS EXEMPLOS t EXEMPLOS EXEMPLOS K MARROM | AMARELO | VERMELHO E ENA MARRDM | VERMELHO MARROM PRETO VIOLETA | VERMELHO A tra PRETO | VERMELHO | PRETO | LARANJA | VERMELHO | aManELO | 472K | 47KpE lin) 10% A maoor MARROM | LARANJA VERDE BRANCO | PRETO BRANCO | 223M 22KpF (22nF) 20% inaode ouro PRATA MARROM | VERMELHO | AZUL AMARELO | 101) 1000F sa yN acer 1002 a2x8 1M2 10KpF (10nF)) 4K7pF (407) | 220kpF (220nF)] 109 M 1OKpF H0nF) 20% Í sz 10% 1% 10% 20% 10% [res 250V 630 v 400 v . TRANSISTORES GIPOLARES e e Der K a nen E re VA Série E é e . - E En Fénio é a so A A :: Ed Sid EXEMPLOS nea PNP EXEMPLO ExeupLos ExtueLos n eu sm Em | A mu om | ES q Boss ses Rs me Be [HM Bê TRAWSÍSIORES rrTCANALNI A uerjos dos GsD CAPACITORES ELETROLÍTICOS - + —- E 2, POTENCIOMETRO D 2 . t Ex 3 axiaL RADIAL circuitos INTEGRADOS a É PUSH— uy TON 1 IVA nzes “BELNDSs : BSU4BEND? | BEERUBRNIO o a FRIM- PDT 123. 7234667 o e É 3 VISTOS POR cima — EXEMPLOS ERRA GAcACACRCa-ACA-AE DES a 555- T41- 3140 AG01-40n-4013-4093 VISTOS POR GIMA- EXEMPLOS vAANEO LMSBONS = LM366 LuszarLuso -s0694m220 | 4013-4048-4060- | cmssia-1m ss15-Foarodo - DIODO ZENER FoTo-TRANSÍsTOR MIG.ELETRETO PILHAS N 1 TRIMER e -m , A A TR ns A K Exempo st ' . 7 1 | 7 . + — mr E 7 Y e ceníúico prástico e CORREIO TÉCNICO nAdRa Fig. 4 mente... Desse dado poderíamos depre- ender melhor o eventual problema exis- tente na sua montagem... FEERESEES “Gostaria de parabenizar o pessoal que Em A Revista está, realmente, Quero apresentar um pro- bleminha que tive numa montagem: rea- lizei o CONTROLE REMOTO SÔNICO: (CRES - APE nº 3) que funcionou com o respectivo transmissor (T-CRES), porém apresenta também sensibilidade a outros sons externos (que não os emitidos pelo! T-CRES...). Como poderia ser solucio- nado esse problema...” - Alex L, Stein- greber - Francia - SP. PE] . Embora “sintonizado”, o CRES real- mente, pela própria simplicidade do cir- cuito, apresentê sim alguma sensibilida- de à sons outros, que não o sinal emitido pelo respectivo Transmissor... A solução: mais elementar parte de duas providên-, cias: (1) Reduzir a sensibilidade geral do R-CRES, via trim-pot de 100K, e (2) sintonizar com absoluta precisão e “pa- ciência”, o T-CRES, via trim-pot de 10K. Com tais adequações, o alcançe geral será menor, porém a seletividade será maior, contribuindo para que o ar- ranjo “ignore” outros sons (salvo os de intensidade muito forte...). Outra saída é procurar trabalhar numa faixa dê fre- quências na qual sons “costumeiros”, do dia-a-dia já não estejam tão “presen- tes”, Por exemplo: mudando o capacitor original do T-CRES, de 22n para 6n8 e , reduzindo também os dois capacitores de 100n'do R-CRES, para 27n, será possível sintonizar o conjunto para um trabalho em torno de 15 KHz, uma faixa bem mais “isenta” de interferências so- noras “costumeiras”... De qualquer ma- neirá, como o circuito (para ficar bem simples e barato...) não usa sistemas so- ifisticados de codificação e decodificação de sinal, nem filtros seletivos altamente elaborados, mesmo com tais modifi- 'cações, sons muito fortes e próximos poderão ainda gerar alguma interferên- cia... Esse é - literalmente - o preço que se paga pela “descomplicação” do pro- Jeto, Alex! Um funcionamento bem mais “rigoroso” e preciso apenas poderá ser obtido (são vários “cruzeiros a mais”, infelizmente.) com o circuito do CONTROLE REMOTO ULTRA -SO- NICO “LIGA - DESLIGA”, com trans- dutores específicos, cujo projeto e ins- truções foram mostrados em APE nº 26... EIIEISÊSIEAIRIES “Achei o maior barato (pra variar.) a idéia básica do ASSUSTADINHO (APE. nº 30), Aliás, Vocês de APE são “espe- cialistas” em extrair, de circuitos e ar- ranjos às vezes convencionais e simples, “compórtamentos” finais fantásticos, comprovando - na prática - o que sem- pre dizem e repetem: em Eletrônica, o maix importante é a CRIATIVIDADE. Não só concordo, como “assino em bai x0" us Obtive com certa: facilidade todas as peças do circuito, e realizei (também sem problemas...) à plaquinha especifi- cai Só “esbarre” num ponto: não con- segui achar, por aqui, o famigerado so- lenóide GMB-12V.. Tentei usar um so- lenóide industrial, bem maior e mais pe- sado do que o indicado. Até que à “coi- sa” funcionou, porém acredito que o componente está “puxando” uma “bar- baridade” de Corrente, já que o TIP31, mesmo em funcionamentos curtíssimos, está “fervendo” «. Além disso, só conse- gui fazêr o ASSUSTADINHO “assustar” com uma fonte de alimentação de 12V x ZA... Será que Vocês não poderiam me dar alguma “lu?” para que eu possa concluir a minha montagem “nos con- formes” (como Vocês dizem em APE ?” - Wagner Pelegrini - Porto Alegre S. Primeiro agradecemos pelo “reconheci- mento”. da nossa CRIATIVIDADE, Wagner... Realmente, se existe algo do que nos orgulhamos, sem pejo é --mais CORREIO TÉCNICO do que o puro conhecimento “técnico” - a INTUIÇÃO e o “senso de bom apro- veitamento” (outros CRIATIVIDADE...) que nos embala, e que traça todas as características de APE, mais do que aprovadas pelo imen- so Universo/Leitor/Hobbysta! Quanto ao “galho” no solenóide do ASSUS- TADINHO, Você já diagnosticou com precisão o problema: o componente que utilizou, sendo uma peça industrial, do- tada de grande poder “mecânico”, natu- ralmente demanda uma Corrente muito mais “brava” do que o “GMB-12V”, o que diretamente “força” o TIP31, além de exigir fonte compatível (pesada...). Permanêcendo. esse “improviso”, Wag- ner, tente “puxar” para baixo a Corren- te no TIP31, reduzindo o valor do capa- citor eletrolítico original, de lu para: 470n (no caso, pode até ser usado um capacitor de poliéster). Experimente também colocar, em série com a bobina do seu solenóide, um resistor de alguns ohms (entre 1 e 10R - o maior valor que ainda permitir uma firme atuação do so- lenóide...) e aumentar o valor do ele- trolítico' original de 1000u e 2.200u, in- tercalando, na entrada positiva da ali- mentação, um diodo 1N4004 (direta- mente polarizado, é claro). Nesse caso, mesmo com o solenóide “trambolho” que Você obteve, parece-nos que uma fonte para 500mA, ou no máximo IA, deverá “dar conta”, e com algum “re- fresco” para o TIP31... Tem ainda outra safda, mais “artesanal”, que é Você construir o seu próprio solenóide! Com 'os dados da fig. B não deve ser difícil a empreitada: comece com um tubinho rí- gido de plástico, diâmetro interno de 5 mm e comprimento total de aproxima- damente 3 cm. Cole, numa extremidade, uma “rodela” de papelão ou plástico (cerca de 2em. de diâmetro), inteiriça, e, na outra ponta do tubinho, uma rodela idêntica, porém dotada de um furo cen- tral (5 mm de diâmetro, para “bater” com o diâmetro interno do próprio tubi- nho...). Enrole, então de 600 a 1000 es- piras de fio: de cobre esmaltado, nº 28 “nomes” para. ou 30 ou 32, procurando “encher” bem o “carretel”, distribuindo as espiras proporcionalmente ao longo do tu- bo/núcleo. Terminada à bobina, fixe o conjunto com cola (para que o fio não se solte...), deixando alguns centímetros do fio em cada extrernidade do enrolamen- to. Obtenha um parafuso de ferro (não pode ser de aço, latão, alumínio, etc.) com diâmetro de 3 ou 4mm e compri- mento de 2:a 2,5 cm., e também uma pequena mola, bem flexível, com diâme- tro de 3 ou 4 mm e comprimento em tomo de 2 cm. Monte mecanicamente o conjunto conforme mostra a figura (o parafuso deverá ficar “meio entrado” no tubo”, amparado apenas pela mola, a qual será retida em posição pela redela. inteiriça, numa das extremidades do car- retel...). Pronto! Aí está o seu solenóide, que poderá ser usado sem problemas com o circuito original do ASSUSTA- DINHO (os detalhes de implementaçao mecânica - na prática - serão os mesmos descritos na matéria original, contida em APE nº 30, e respectivas figuras...). E e Te E Re “Um colega montou o DETETOR DE MASSA PLÁSTICA EM VEÍCULOS (DEMP - APE.nº 30) e eu, que não ti- nha” “acreditado” muito no projeto, quando o vi na Revista, fui “obrigado a acreditar”! Como é que pode, um cir- cuitinho que é uma “cagadinha de mos- ca”, daqueles, funcionar..!? Eu já tenho, em meu “estoque” e “sucata”, pratica- mente todas as peças, mas pretendo (se possível...) fazer algumas modificações, no sentido de miniaturizar ao máximo o DEMP.. Já que do transformador não se pode fugir (penso..), seria possível alimentar ó circuito com 9V, de modo a usar uma bateriazinha (menor do que as 4 pilhas no suporte)? E daria para substituir q alto-falante por uma cápsula de cristal (piezo), que eu já possuo (e que também é menor do que um alto-fa- lante mini)? Se forem possíveis tais modificações, por favor, me mostrem E COLAR 3 =5) — RODELA SEMFURO A PARAFUSO DE FERRO Bámmagem —TUBINHO LÁSTICO Sem x 3,00m ———800 à 1900 Furo ESPIRAS, qu Fio Ne 25-30-32 (OLA BEM | &/ gammazem FLEXÍVEL “como” e “onde”... Se não tiver jeito, montarei conforme está na Revista, pois já vi funcionar, e gostei mulio” - Ronaido C. Freire - Recife - PE Pra: Você ver, Ronnie, que aquilo que sempre dizemos (“simples é melhor”) não é balela...! Arranjos extremamente “enxugados” costumam - em aplicações não sofisticadas - dar excelentes resul- tados práticos! O DEMP é um exemplo “vivo”... Pode. montar, tranquilo, que vai funcionar direitinho (Você já viu a montagem do seu âmigo, não é...?). Agora, quanto às- modificações que Você pretende, experimente as su- gestões relacionadas na fig. C (compare com o “esquema” original, fig. 1 - pág. 38 - APE nº 30). Pode, sim, mudar a alimentação para 9V, sem problemas em usar a pequena bateria, já que o consu- mo médio de Corrente é baixo, em qual- quer caso... Conforme mostra o asteris- co dentro de um pequeno círculo, altere o valor do resistor original de 100K pa- ta 150K (apenas para prevenir “sobre- polarização” no transístor..). Se: isso gerar um “abaixamento” muito sensível na frequência do sinal audível emitido, “compense” a constânte de tempo, minuindo o valor original do capacitor (470n) para 390n... Para substituir o al- to-falante, a primeira providência será oferecer ao circuito uma “carga falsa” equivalente, o que pode ser feito pela inserção de um resistor de 12R (asteris- co dentro de um quadradinho) simples- mente “no lugar” do tal alto-falante... A ligação de uma cápsula transdutora pie- zo (cristal) poderá ser, então, tentada em dois lugares: ou entre os pontos A-A tver ligação em linhas tracejadas, na fi- gura) ou entre os pontos B-B (também diagramado na figura, em linhas traceja- das...). Adote a solução que melhor re- sultados “auditivos” der... Eventual- mente, dependendo -da impedância real da cápsula de cristal utilizada, talvez o melhor desempenho .seja obtido colo- cando-se em série com o tal transdutor um capacitor (poliéster) de 10 a 100n (experimente, e fixe-se no valor que «melhor resultado der...). [ER [| pe sp “Sou Leitor de APE há muito tempo e já montei vários dos projetos considerados “grandes” (RELÓGIO DIGITAL IN- TEGRADO, WATTÍMETRO PROFIS- SIONAL, CONTROLE DE VOLUME DIGITAL, etc)... Faço minhas próprias plaças, porém surge o problema da cor- rosão (mesmo guardando em lugar fres- co e seco...) que ataca o cobre, oxida as pistas, etc. Sei que há um “Laboratório” de Circuito Impresso, comercial, que oferece. um verniz protetor, mas para ie montAGEM 174 CAIXINHA DE 7 MÚSICAS E CAMPAINHA RESIDENCIAL C/ 7 MELODIAS CÁPUSLA PIEZO Fig. 1 “EM CIMA” DE UM NOVO E FANTÁSTICO INTEGRADO, FINALMENTE DISPONÍVEL EM ALGUNS VAREJISTAS, A.P.E. TRAZ, NA PRESENTE COMPLETINHA, NADA MENOS QUE DUAS INCRIVELMENTE FÁCEIS MONTAGENS “MUSICAIS”, CAPAZES DE AGRADAR AOS HOBBYS- TAS EM LARGA FAIXA DE INTERESSES E APLICAÇÕES! Na "COMPLETINHA”, as montagens são descritas com detalhes... completos, incluindo a “leizutagem” do Circuito Impresso específico, “chapeados”, diagramas de instalação e utilização, etc., beneficiando assim ao Leitor iniciante, mas podendo - obviamente - ser amplamente “aproveitadas” também pelos eventuais “veteranos”... - A “CAIXINHA DE 7 MÚSI- CAS” - Pela“'resposta'? que já ti- vemos com relação às anteriores montagens “musicais” mostradas em A.P.E., obtivemos a confir- mação de uma antiga certeza: tra- ta-se de um dos gêneros de proje- tos máis apreciados pela Turma! Atualmente já existem no varejo nacional, diversos códigos de In- tegrados “musicais” (entre eles o KS5313, com montagens já deta- lhadas, anteriormente, aqui mes- mo em A,PE. ...), que simplifi- cam enormemente os projetos, uma vez que já contém as melo- dias programadas e memorizadas, digitalmente, bastando uma quan- tidade mínima de componentes externos para “extrair” a música! Até o momento, contudo, a maio- ria dos Integrados “musicais” disponíveis continha apenas uma (no máximo duas...) melodia pro- gramada, o que terminava por res- tringir um pouco as amplitudes de utilização... Embora alguns fabri- cantes (caso da “Samsung”, com o KS5313...) colocassem numa mesma “linguagem” de Integra- dos, diversos “sub-códigos” (- dentificados através de uma letra em sufixo ao código básico...), cada um deles correspondente a uma, diferente melodia, se - por acaso - o Hobbysta quisesse am- pliar o “repertório” da sua mon- tagem musical, teria que inevita- velmente adquirir vários Integra- dos (cada um com um' “códi- go/música” diferente...) e, even- tualmente, dotar seu projeto de um soquete que lhe permitisse a substituição mais ou menos “con- fortável” do tal componente, pos- sibilitando assim a troca da músi- ca... Felizmente para todos nós (projetistas e hobbystas) “pintou” no mercado uma nova série de In- - tegrados, agora contendo nada menos que 7 melodias muito agradáveis, programadas num único chip! Tal série corresponde ao código (“Samsung”) KS5381, embutindo a seguinte “discoteca” (pela ordem de inserção na memó- ria interna do Integrado): 1 - Home, Sweet Home 2- Oh! Susanna 3 - Whispering Hope 4 - Dreaming of Home and Mother 5 - Oh! My Darling Clementine 6 - Beautiful Dreamer 7 - Red River Valley No módulo básico (CAIXINHA DE 7 MÚSICAS) temos, então, a partir do dito Integrado, mais três ou quatro componentes, a estrutu- ra circuital completa de uma ver- dadeira caixinha de música, to- talmente eletrônica e que permite (sob a modesta alimentação de apenas 3V - baixíssimo consu- mo...) dos modos operacionais: (1) A cada toque num push-but- E) 10 MONTAGEM 174 - CAIXINHA DE 7 MÚSICAS E CAMPAINHA RESIDENCIAL C/ 7 MELODIAS ton, uma das melodias programa- das é automaticamente executada, inteirinha (pela ordem de memó- ria), sendo, portanto, necessários 7 toques para que todo o “re- pertório” se manifeste, e (2) Exe- cução sequencial e ininterrupta das 7 músicas (sempre pela ordem de memória), enquanto a alimen- tação estiver ligada, de modo que terminada a 7º melodia, o sistema automaticamente recomeça, pela execução da 12, e assim por dian- te! A transdução eletro-acústica é feita (sempre com as intenções voltadas para máxima miniaturi- zação...) por uma cápsula piezo, O que contribui para o reduzido consumo de energia do módulo, e a intensidade da manifestação so- nora é compatível com a obtida em caixinhas de música “ar queológicas” (aquelas de “dar corda”. e que já existiam quando Mozart era um menino,..). A mon- tagem pode ficar tão pequena a ponto de permitir seu “embuti- mento” em brinquedos, bolos de aniversário, enfeites diversos ou outras possibilidades “ultra-mi- niaturizadas” (é possível alimen- tar o circuitinho até com duas ““pi- lhas botão”, conforme vere- mos...). As 7 melodias são agradáveis e fáceis de assimilar, pertencentes ao cancioneiro popu- lar norte-americano, porém co- nhecidas em todo o mundo! En- fim, por todos os motivos e razões, uma montagem “imperdi- vel?...! - FIG. 1 - O CIRCUITO - Tudo, mas tudo mesmo, da parte ativa do circuito, encontra-se “dentro” do Integrado K$5381, numa ver- dadeira obra prima da engenharia industrial que, atualmente, conse- gue enfiar uma manada de elefan- tes num... galinheiro! O KS5381 é apresentado em pinagem DIL (16 “pernas”) convencional, sen- do muitas as suas possibilidades de acesso e controle, a maioria das quais, entretanto, não vem ao caso para a montagem da “COM” (CAIXINHA DE 7 MÚSICAS), Aos pinos 9-10-11 devem ser acoplados, simplesmente, um re- sistor de 270K (valor recomenda- do pelo fabricante) e um capacitor de 47p (idem), de modo a com- por, juntamente com os blocos ló- gicos existentes nas “entranhas” do componente, um clock (oscila- dor) que controla não só o rítmo das músicas como também a sua afinação (nos Integrados do gêne- ro, mais antigos, eram necessários dois controles externos para tais funções, agora simplificadas...). Através do pino de controle (7), tanto pela sua “momentânea”, quanto pela sua “permanente po- sitivação”, podemos disparar a execução das melodias programa- das... O Integrado mostra, em seu pino 12, uma saída de elevada impedância, compatível com a li- gação direta de um transdutor piezo (cápsula de cristal) para a manifestação sonora final... Fora isso, restam apenas as conexões de alimentação (pinos 8-13 ao po- sitivo, e pino 15 ao negativo). Sendo essa a estrutura circuital mais simples proposta pelo. pró- prio fabricante do Integrado, não há “o que tirar, nem por”! Não são recomendadas experimen-. tações quanto ao valor dos dois únicos componentes passivos ex- ternos (tais “brincadeiras” torna- riam “malucos” o rítmo e a afi- nação das melodias,..). A alimen- tação, em 3 volts CC, é drenada pelos valores incrivelmente bai- xos de apenas 100 picoampéres, em stand by e cerca de 30 mi- croampéres em funcionamento! Esses valores, são tão baixos quanto a própria “descarga” natu- ral das pilhas ou pequenas bate- rias, “na prateleira” da loja, com o que pode-se esperar uma enor- me durabilidade dessas fontes de energia! Para finalizar as expli- cações sobre O CIRCUITO, a di- posição de controle mostrada cor- responde ao modo de funciona- mento “UM TOQUE - UMA MÚSICA COMPLETA”, ou seja: a cada (ainda que breve...) pressão sobre o pusk-button aco- plado ao pino 7, o circuito execu- ta uma das músicas, inteira, pa- rando ao final da melodia e aguardando outro toque, para então tocar a música seguinte (sempre inteira) e assim por dian- te... Mais à frente mostraremos a facílima modificação circuital que permite “desencadear” o circuito, fazendo-o executar ininterrupta- mente todas as músicas da se- quência (seguindo-se à sétima, a primeira...). - FIG. 2 - LAY OUT DO CIR- CUITO IMPRESSO - Conforme já foi dito, menor impossível! A plaquinha, vista na figura em es- cala 1:1 (tamanho natural) foi condensada ao máximo, respei- “ tando as habilidades e possibili- dades do Hobbysta médio... Quem quiser, contudo, algo real- mente “liliputiano”, poderá re- projetar o lay out, eventualmente numa plaquinha dupla face, com o que as dimensões gerais poderão cair a cerca da metade das mos- tradas na figura! Essa possibilida- de, contudo, fica por conta dos “relojoeiros” de plantão... Reco- mendamos (a novatos e veteranos) os eternos cuidados e atenções LISTA DE PEÇAS e 1 - Circuito Integrado KS5381 (“Samsung”) - Sem equivalentes “1 - Resistor 270K x 1/4W 1 -Capacitor (plate ou disco) 4p * 1 - Cápsula piezo (pode ser do tipo “aberto”, fechado ou “moeda”, servindo até pe- quenos microfones de cris- tal) * 1 - Push-button (interruptor de pressão), tipo Normalmente Aberto * 1 - Suporte para. 2 pilhas pe- quenas (ver TEXTO sobre a possibilidade de alimen- tação com pilhinhas “botão”) e 1 - Placa de Circuito Impresso específica para a montagem (3,1x2,5cm) * -Fioe solda para as ligações OPCIONAIS/DIVERSOS * 1- Interruptor simples (chave H-H mini) para a segunda opção de modo (funciona- mento ininterrupto e se- quencial). 12 MONTAGEM 174 - CAIXINHA DE 7 MÚSICAS E CAMPAINHA RESIDENCIAL C/ 7 MELODIAS 2 PILHAS mo E criatividade de cada um (não é difícil, contudo...) Outro ponto de “miniaturização” que pode ser implementado, é quanto ao trans- dutor piezo... Embora original- mente recomendemos um do tipo grande, fehado (até um microfone de cristal serve...), quem puder obter um transdutor ultra-fino, ti- po “moeda” (ver figura) ganhará ainda mais em termos de redução final de tamanho na montagem! Levando a “coisa” aos extremos de miniaturização, o Lei- tor/Hobbysta habilidoso e imagi- noso poderá até implementar ar- ranjos como livros que tocam mú- siça ao serem abertos, paliteiros que tocam música ao serem levan- tados da mesa, cigarreiras que “cantam” ao serem abertas, etc, É só colocar a imaginação para fun- cionar que os resultados, podemos garantir, serão sempre fantásticos, agradáveis e modernos... - A “CAMPAINHA RESIDEN- CIAL €/ 7 MELODIAS” - Em uma (das diversas possíveis...) adaptação simples e prática do múdulo básico, já descrito na TRANSDUTOR PIEZO TIPO “MOEDA” Fig. 6 montagem anterior (CAIXINHA DE 7 MÚSICAS), o Lei- tor/Hobbysta pode, ainda com grande facilidade e baixo -Custo relativo, construir uma campainha residencial musical com uma im- portante vantagem ou “melhoria” com relação a modelos e projetos já conhecidos: não “repete” sem- pre a mesma música, já que pos- sui um “repertório” de 7 melo- dias, automaticamente mudadas a cada toque feito no “botão”, lá na entrada da casa, por eventuais vi- sitantes! Ou seja: aquela monoto- nia de “sempre a mesma música” é completamente eliminada... Com 7 músicas diferentes (cada uma sendo executada inteira, a ca- da vez que alguém “toca a cam- painha”...) a “coisa” fica bem mais agradável e “arejada”, não dando chance à monotonia de se implantar... Se levarmos ainda em “conta que muito raramente uma casa receberá sete visitantes num mesmo dia (com a provável única exceção de “casas de tolerância”, que seguramente recebem muito mais do que sete visitantes por dia...), praticamente nunca, num período de 24 horas, ocorrerá a repretição de alguma das melodias já eventualmente executadas no dia! Mantendo o estilo que o Lei- tor/Hobbysta já se acostumou a ver nas páginas de A.PE., a CAMPAINHA RESIDENCIAL C4 7 MELODIAS (CROM) é de fácil montagem é de instalação muito simples... É alimentada di- retamente pela C.A. local (110 ou 220V), consome “quase nada” de energia, “em espera”, e muito pouco em funcionamento... A so- noridade, graças a um pequeno amplificador incorporado, é mais do que suficiente para perfeita audição em qualquer ponto de uma tesidência de tamanho médio (e submetida a um nível médio de Tuído considerado normal...), não tão forte que possa irritar a ouvi- dos mais sensíveis, nem tão fraca que possa passar desapercebida! Uma montagem para realizar, ins- talar e “esquecer” (no bom senti- do...). Vizinhos, parentes e ami- gos “implorarão” ao distinto Lei- tor/Hobbysta que monte uma CROM também para eles, oportu- nidade em que Você, que não é bobo nem nada, aproveitará para, “modestamente”, faturar uns tro- cados, que a “coisa anda pretís- sima”... -“FIG. 7. - O CIRCUITO - Em essência, o núcleo do circuito é a mesma estrutura usada a CAIXINHA DE 7 MÚSICAS (montagem básica da nte COMPLETINHA DUPLA...). Os mesmos: resistor e capacitor aos pinos 9-10-11, determinando rít- esoR BOI3S INgo0t e Bc548 to 6 a e—s AN bw R Bion SgoR D o 7 ] 2 é x + e20R IN4148 220u 6 16v INa0o!| | 250mA 4% o? e e t+ q | a oo < 10 al Bcssa ev E E N E » ca m 16v + + 22004 270K TE = To Ele IO fevz Je 16u 0,5w 13 MONTAGEM 174 - CAIXINHA DE 7 MÚSICAS E CAMPAINHA RESIDENCIAL C/ 7 MELODIAS mo e afinação das músicas e o comando através do mesmo con- trole (pino 7). Algumas “diferen- cinhas”: como o controle, agora, deverá ser efetuado a várias deze- nas de metros de distância do cir- cuito, para prevenir interferências ou funcionamento “disparado” por transientes, uma simples rede de desacoplamento e filtragem, formada pelo resistor de 1K (à li- nha de “terra””) e um capacitor de 100n (entre o pino de controle e a linha do positivo da alimentação) foi anexado ao pino .7, do qual “puxamos” (o outro “polo” é, simplesmente, o positivo da ali- mentação...) o cabo que vai até o “botão” da campainha, lá na en- trada da casa... Quanto à alimen- tação do bloco digital, uma vez que o amplificador de potência (falaremos sobre ele, a seguir...) usa 6 volts, com fonte incorpora- da, simplesmente efetuamos uma “derrubada” para aproximada- mente 2V, usando trés diodos comuns (1N4148) em série, dire- tamente polarizados, protegidos quanto à Corrente por um resistor de 680R, e desacoplados/filtrados por um eletrolítico de 100u. Essa Tensão CC é, então, utilizada pa- ra energizar o K$5381, via pinos 8-13 e 15, conforme estrutura já mostrada na montagem anterior! Quanto ao amplificador, notem que diferentemente da estrutura usada na COM, o sinal é recolhi- do agora no pino 14 (não mais no 12...) que mostra um sinal de baixa impedância, apropriado pa- ra acoplamento direto a um circui- to transistorizado simples... Os três transístores (um BC558 e dois BC548) formam um amplifi- cador elementar, com Saída com- plementar. Os diodos e resistores formam uma rede de polarização e realimentação adequada aos parâmetros desejados de funcio- namento, enquanto que o capaci- tor de 10u realiza o interface de Entrada, e o de 220u o de Saída, com acoplamento direto ao alto- falante... Para uma boa e fiel so- noridade, recomenda-se que o tal alto-falante tenha um diâmetro de pelo menos 4” (10 cm), im- pedância de 8 ohms (para vma Potência nominal de 1W). Como os dois módulos (parte digital e parte amplificadora) do circuito são relativamente sensíveis, op- tamos por incorporar uma peque- na fonte regulada e estabilizada, cujo elemento de potência é um transístor BD135, controlado pelo diodo zener de 6V2, com estabili- zação e polarização determinadas pelo capacitor de 10u e resistor de 820R. A parte elementar da fonte é composta do par de diodos 1N4001 mais o capacitor eletrolt- tico de filtragem, em alto valor (22000), além de indefectível transformador de força (primário para as Tênsões normais de rede - 110/220V, e secundário para 60-6V x 250mA). Notem que, apesar de 250mA ser um dos. me- nores parâmetros de Corrente en- contrados nos transformadores de força comerciais, ainda é um lími- te super-dimensionado para as exíguas exigências de energia por parte do circuito. (praticamente “nada” em stand by, e algumas dezenas de mA em atuação sono- ra...) - FIG. 8 - LAY OUT DO CIR- CUITO IMPRESSO - Embora na- turalmente mais denso do que o lay out da montagem anterior, o desenho de pistas e ilhas da placa específica ainda não chega a ser de complexidade excessiva... A figura mostra o padrão em tama- nho natural, o que facilita a cópia direta, por carbono. Os tradicio- nais (e ultra-recomendados...) cuidados devem ser aplicados à confecção da placa, já que da per- feição desse substrato depende muito O funcionamento (ou não...) do circuito como um todo... Aquela “velha” conferência, ao final, para ver se não há falhas, curtos, lapsos ou “trincas” nas áreas cobreadas, é - “para variar” LISTA DE PEÇAS e 1 - Circuito Integrado KS5381 (“Samsung”) - Sem equi- valentes e1-Transístor BD135 ou equi- valente e 1-Transístor BC558 ou equi- valente *2-Transístores ' BC548 ou equivalentes e1-Diodo zener para 6V2 x 0,5W (a “wattagem”” pode ser maior, não a “volta- gem”...) *2 - Diodos 1N4001 ou equiva- lentes *5 - Diodos 1N4148 ou equiva- lentes * 2 - Resistores 680R x 1/4W e 1 - Resistor 820R x 1/4W “1 -Resistor 1K x 1/4W e 1 - Resistor 100K x 1/4W - Resistor 270K x 1/4W e 1-Capacitor (plate ou disco) 47p e 1 - Capacitor (poliéster) 100n e2 -Capacitores (eletrolíticos) 10ux 16V e 1 - Capacitor (eletrolítico) 100u x 16V e1-Capacitor (eletrolítico) 220u x 16V €1-Capacitor (eletrolítico) 2200u x 16V 1 -Transformador de força c/primário para 0-110-220V e secundário para 6-0-6V x 250 mA “1 -Altofalante (4º-10cm.), 8 ohms, 1W e 1-“Rabicho” completo 91 -Par de conetores parafusá- veis, tipo “Sindal” * 1 - Placa de Circuito Impresso específica para a montagem (14x48em.) * -Fioe solda para as ligações OPCIONAIS/DIVERSOS e1-Caixa para abrigar a mon- tagem. Qualquer container padronizado ou “improvi- sado”, com medidas míni- mas de 15 x 12 x 5 cm., de plástico, metal ou madeira, e -Cabo paralelo fino, no ne- cessário comprimento para interligar a CROM com o “botão” da campainha (lá na frente da casa). MONTAGEM 174 - CAIXINHA DE 7 MÚSICAS E CAMPAINHA RESIDENCIAL =... CABO PARALELO FINO (MÁX.25m) A “BOTÃO” DA CAMPAINHA UNA ENTRADA DA CASA) TOMADA PRÓXIMA U1O-220 vCA) Fig.12 gosto do “freguês”...) de acaba- pelo “conduíte” originalmente mento externo da CROM, a su- gestão mostrada na figura nos pa- rece a mais elementar, prática e elegante (quanto menos “Trescu- ras”, melhor...) Devido ao provável sistema de fixação e ins- talação da caixa, convém que tan- to o “rabicho” quanto o par de conetores “Sindal” não fiquem nos fundos do container, mas sim em suas laterais menores (ou nas | - NOTA: Tanto na disposição * “UM maiores, dependendo de se esco- TOQUE - UMA MÚSICA” da lher uma fixação “vertical” ou COM” (CAIXINHA DE 7 MÚ- “horizontal” da caixa...). Um ób- SICAS), quanto na “CROM” vio conjunto de furinhos ou fres- (CAMPAINHA RESIDENCIAL tas deve ser providenciado na par- Cf! 7 MELODIAS) se, durante a te frontal, em diâmetro geral e po- execução de qualquer das muúsi- sição compatíveis tom o alto-fa- cas, novo comando for efetuado lante, “lá dentro”, de modo a fa- (premindo-se o push-bution...), cilitar a emissão sonora da imediatamente a melodia executa- CROM... da será interrompida e a música seguinte da memória do Integrado começará a ser executada, indo até o final (se novo comando não for feito). usado para a função, vai até o “botão” da campainha, na entrada da casa. O comprimento máximo de tal cabo, para um funciona- mento seguro, a prova de inter- ferências, situa-se em torno de 25 metros (parâmetro testado em nosso Laboratório...). - FIG. 12 - A INSTALAÇÃO - Simplíssimas as providências de instalação... Normalmente a caixa da CROM ficará numa parede (fi-. xada com braçadeiras, ou gancho," ou “ele”) da cozinha ou área de serviços da casa... É importante que haja perto uma tomada co- mum de C.A., à qual será acopla- - do o plugãe existente no “rabi- cho” da montagem (por razões óbvias de estética, esse “rabicho” deve ter apenas o comprimento suficiente, de modo a não ficar aquele “baita” fio, pendurado, feio e indutor de acidentes...). Do VE par de conetores “Sindal” sai o cabo paralelo fino que, passando 15 FORMAÇAO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL CURSOS POR CORRESPONDENCIA: e RÁDIO e TV PRETO E BRANCO e TVACORES e TÉCNICAS DE ELE- TRÔNICA DIGITAL e ELETRÔNICA INDUSTRIAL é TÉCNICO EM MANU- TENÇÃO DE ELETRODOMÉSTICOS OFERECEMOS A NOSSOS ALUNOS: 1).A segurança, a experiência e a idonei- dade de uma escola que em 30 anos iá formou milhares de técnicos nos mais diversos campos da Eletrônica; 2) Orientação técnica, ensino objetivo, cursos rápidos e acessiveis; 3) Certificado de conclusão que, por ser expedido pelo Curso Aladim, e não só motivo de orgulho para você, como também a maior prova de seu esforço, de seu merecimento e de suá capaci- dade, 4 Estágio gratuito em nossa escola nos cursos de Rádio, TV pb e TVC, feito em fins de semana (sábados ou do- mingos). Não é obrigatório mas é ga- rantido ao aluno em qualquer tempo. MANTEMOS CURSOS POR FREQUÊNCIA TELE Cr a SEU FAVOR ; e, Seja qual for a sua idade, seja qual for o seu nível cultural, o Curso Aladim fará de Você um técnico! Remota este cupom para: CURSO ALADIM R. Florêncio de Abreu, 145 - CEPO1929 - S.Paulo-SP, solicitando informações sobre o(s) curso(s) abaixo indicado(s): [3 Régio fITVa cores DO etexrênica industria! E TV preto e branco LI Técnicas de Eletrônica Divita L Técnico am Manutenção de Eletrodamásticos APE33 ESQUEMA 12 12 e “EMOTÍMETRO” A f voz 9 9 & q w fa) 2 E Ea x EE aa o EU = E (s) om a kk $ x a = ê o o nã ck É Gm GE c&” 6 LEDs IDENTICOS Fig.l UM “MEDIDOR DE ESTADO EMOCIONAL" (TAMBÉM PODERIA SER CHAMADO DE “EMOCIONÔMETRO”..) QUE, EMBORA DE MANEIRA UM TANTO. EMPÍRICA, FUNCIONA BASEADO EM DADOS CIENTÍFI- COS COMPROVADOS! FARÁ SEGURO SUCESSO EM FESTAS E REUNIÕES DA TURMA, DANDO MARGEM A GOSTOSÍSSIMAS BRIN- CADEIRAS, PRINCIPALMENTE SE FOREM ENVOLVIDOS CASAIS DE NAMORADOS, NOIVOS, CÔNJUGES (PUTZ!) OU MESMO OUTROS TIPOS DE CASAIS, “NÃO REGULARES", PORÉM MODERNAMENTE “ACEITOS”... UM DISPLAY A LEDS, EM BARGRAPH, INDICA IMEDIA- TAMENTE O “QUANTO” ESTÁ “EMOCIONADO” O “PACIENTE”, BASTANDO PARA ISSO APLICAR DOIS DEDOS SOBRE CONTATOS METÁLICOS SENSÍVEIS...! OcIRCUITO Sérios e consistentes estudos neuro-fisiológicos (ou que nome lá tenha essa multi-disciplina que trata da inter-relação entre o corpo e a mente...) comprovaram que toda e qualquer (mesmo “leve”...) modifi- cação no estado emocional de uma pessoa resulta em imedikitas alte- Tações metabólicas, manifestando- se na forma de oscilações da pressão sanguínea, rítmo dos bati- mentos cardíacos, alterações na temperatura do corpo, modificações na intensidade da transpiração, etc. Todos esses fenômenos comprova- dos, pela sua própria bio-química, determinam também inevitáveis modificações (ainda que peque- nas...) na Resistência elétrica dos tecidos e líquidos que formam o corpo... Assim, monitorando, com aparelhos sensíveis, a tal Resistên- cia (que pode, perfeitamente, ser avaliada a partir do valor ôhmico momentaneamente existente entre dois pontos distintos da pele do “freguês”...) podemos, ainda que um tanto empiricamente, a níveis puramente comparativos (e não. precisamente quantitativos...), lite- ralmente medir a intensidade da(s) emoção(oes) que domina o infeliz (ou feliz, nunca se sabe). O circuito do EMOTÍMETRO (esquema na fig. 1) mostra a análi- se comparativa/quantitativa da Resistência ôhmica da pele do “pa- ciente” através de um simples dis- play em barra de LEDs (bargraph), com seis pontos de acendimento, cuja progressão indicará, com ra- zoável sensibilidade o “estado emocional” da “cobaia”... Nor- malmente, circuitos desse tipo ba- porém, duas “coisas”: o resistor seiam-se em “pilhas” de compara- dores, estruturados com Amplifica- dores Operacionais cujas entradas monitoram a Tensão ou Resistência presente na Entrada, em função de um “totem” de resistores de re- ferência, que determinam os “de- graus” da escala de medição... Na nossa implementação cir- cuital, com intenções claras de economizar ao máximo no custo fi- nal, optamos por elaborar a “pilha” de comparadores não com Amp.Ops., mas a partir de um úni- co e simples Integrado Digital C.MOS, contendo 6 gates simples inversores! Conforme já sabem os. Leitores/Hobbystas “'contumazes”, os blocos digitáis da família C.MOS podem “reconhecer”, em suas. entradas, apenas dois níveis bem definidos de Tensão (digital- mente correspondentes a “alto” e “baixo” ou “1” e “0”, essas coi- sas...), com uma “janela” ou inter- valo situado próximo a. cerca da metade da Tensão de alimentação do bloco (normalmente dentro dos límites que vão de 3 a 18V, mas ti- picamente entre 5 e 15V...). Assim, supondo que (como ocorre no EMOTÍMETRO...) um bloco está alimentado por 9V, qualquer Tensão sensivelmente abaixo de 4,5V será reconhecida como “bai- xa” e qualquer “voltagem” nitida- mente acima de 4,5V será “vista” como um estado “alto”... No arranjo circuital do EMOTÍMETRO, uma “pilha” de resistores estabelece diversos níveis de Tensão em seus “nós”, senso- reados por cada uma das Entradas dos seis gates. Os resistores da “pi- lha” são todos de 220K, estabele-, cendo “degraus” equânimes (“E- quânime” é muito, hein “'meu”!? Nem juiz do Supremo está mais usando esse termo..,), Observem, “lá de cima” não é um componente de valor fixo, mas sim um poten- ciômetro (3M3) e o “lá de baixo”, 18 ESQUEMA 12 - “EMOTIMETRO” com parafusos de cabeça grande (ferro ou latão, para facilitar a co- nexão. elétrica, já que alumínio ou aço podem dificultar ligações pu- Tamente soldadas...). se... . CAIXA, AJUSTE E USO... O circuito em sí poderá ser finalizado numa montagem bem pequena; embora exiga um substra- to de Circuito Impresso... O único Integrado permite que a montagem seja elaborada até sobre a plaqui- nha padronizada, já pronta, dessas que admitem a inserção de um In- tegrado de até 16 pinos, baratíssi- Com um pouco de capricho, o lay out final poderá ser arranjado conforme a sugestão mostrada na fig. 2, com a barra de LEDs niti- damente estruturada, tendo ao lado o potenciômetro de ajuste, e a cha- ve geral. Logo abaixo podem si- tuar-se os contatos metálicos de to- que, espaçados de modo que uma pessoa confortavelmente possa “depositar” sobre eles os dedos in- dicador e médio de uma das mãos... Quanto ao ajuste e utilização, são temas interligados, e depen- derão muito do tipo de “interpre- tação” que se deseja dar... Vamos às possibilidades mais elementares: -A pessoa (“paciente”) coloca os dedos sobre os contatos, e o ope- rador ajusta o potenciômetro de modo a obter o exato “limiar” do acendimento de todos os LEDs... Daí por diante, qualquer pequeno “sobressalto” que a pessoa sofrer, emocionalmente, causará o pro- gressivo “apagamento”;:de mais e mais LEDs na “fila”... - Um ajuste menos sensível, mas ainda válido, pode ser feito “ao contrário”: a “cobaia” põe os de- dos lá e o potenciômetro é então ajustado para o exato “limiar do apagamento” de todos os LEDs... Nesse pré-ajuste, os “'sobressal- tos” ou alterações emocionais ge- rarão o progressivo acendimento e um ou mais LEDs no bargraph... - Existe uma terceira possibilidade, que permitirá um pré-ajuste tipo “definitivo”... O próprio monta- dor/operador, usando a sí mesmo como “*gabarito”, coloca os dedos nos sensores e - obrigatoriamente num instante de calma e relaxa- mento (não vale fazer isso no momento em que Você recebe o salário e examina o hollerit com aquele “monte” de descontos, so- brando uma “mixaria”...) - cali- bra o potenciômetro. para que fi- quem 3 LEDs acesos e 3 apaga- dos... Esse ponto médio facilitará bastante a “interpretação” empf- rica do real estado emocional das “cobaias” ou “pacientes”, à me- dida que mais ou menos do que os 3 LEDs/base se manifestarem acesos. Pode, assím, ser “dosada” ou parametrada a momentânea “emoção” que a pessoa está sen- tindo...! Brincamos, lá no começo, so- bre aquela história de namorados e coisa... Entretanto, essa situação emocional básica e primordial é sempre suficientemente intensa (ou “não intensa”, dependendo do grau de “mentira” que existe no suposto relacionamento...) para gerar indi- cações inegáveis no EMO TRO, traduzindo a interpretação em gostosíssimas brincadeiras de salão para festas, reuniões, etc. Só para dar uma “dica”: submete-se individualmente, um casal de na- morados (ou coisa que o valha...) ao EMOTÍMETRO, e anota-se as medições obtidas. Em seguida, os namorados devem beijar-se, ao seu gosto (desde aqueles beijinhos de “roçar o bigode”, até aqueles de “desentupir pia”, que quase pro- movem uma extração de amigda- la...). Imediatamente após o “ato” (no bom sentido...), os dois devem novamente submeter-se ao EMOTÍMETRO, anotando-se no- vamente as medições obtidas! A di- ferença nas indicações (imediata- mente antes e imediatamente após o “roça lngua”...) dará insofismá- veis provas da intensidade da emoção que envolveu cada um... E dé nada adiantará fingir, já que raríssimas pessoas detém o sufi- ciente controle emocional para con- trolar suas próprias reações fisioló- gicas a ponto de sobrepassar a sen- sibilidade do circuito... PACOTE ECONÔMICO PACOTE Nº 1 RESISTORES 240 PÇS (10 DE CADA) 10R 2208 2k2 100K 1M 22R 470 4K7 220K 2m a3R 680R 10K 330K am” 47R 1% 22 470K 10M 100R 1KZ 4IK 680K PREÇO... co... Cr$ 6.900,08 PACOTE Nº 2 CAPACITOR CERÂMICO DISCO (10 PEÇAS DE CADA) 10PF 82PF aT0PF 22k 22PF 100PF 1 4K apr 220PF 10K 100k PREÇO .cccccsc rs 11.700,00 PACOTE Nº3 CAPÁCITORES ELETROLÍTICOS (5 PEÇAS DE CADA) 1UFx 50 10x 16 100x 16 2,2x50 22x16 220x 16 47x40 47716 470x16 1000 x 16 PREÇO Loo eo 24.760,00 PACOTE Nº4 DIODOS E LEDS 10-1N4148' 7 10 - LEDS VERMELHO SMM 5 - 1N4004 5 - LEDS AMARELO 5MM 5 - 144007 5 -LEDS VERDE MM PREÇO lol... 6.900,00 PACOTE Nº 5 LEDS O - LEDS VERMELHO IMM 5 - LEDS VERDE 3MM 5 - LEDS AMARELO IMM 5 - RETANGULAR VERMELHO 5 - RETANGULAR VERDE 5 - RETANGULAR AMARELO PREÇO e... 10.960,00 PACOTE Nº 6 TRANSÍSTORES 10 - BC 548 5-TP31 T2-NP41 10-66 558 5-TIp32 L2-tPaz PREÇO ............. 19.360,00 PACOTE Nº7 CIRCUITO INTEGRADO 2-Cr555 1-CD4049 2-Cira 1- CDADS6 2-CD4001 1-CD4093 2-cos1 1-CD4511 PREÇO. 13.500,00 4º Preço Total. É só com pagamento antecipado com cheque nominas ou vale postal para a Agência Central em favor de Emark Eletrônica Comercial ttda, Rua General Osório, 185 - CEP 01213 - São Paulo - SP ESQUEMA 13 e RELÉ DE ESTADO SÓLIDO 13 B+(O "BOBINA" POLARIZADA -I2v — 350R —35mA 2 I00R Iric 2260 I90n 400v O (DNA Os “CHAVE NA! APENAS P/ GA. ATE 800wLIIOv- BA) -ATÉ [600wi220v-8A] Fig.l, UM VERDADEIRO “RELÉ ELETRÔNICO”, CAPAZ DE ELEVADA POTÊNCIA DE COMUTAÇÃO (ATÉ 800W EM 110 VCA OU ATÉ 1.600W EM 220 VCA), DOTADO DE UMA “BOBINA” POLARIZADA, ENER- GIZÁVEL A PARTIR DE UMA TENSÃO CC DE 12V, SOB BAIXA COR- RENTE (35 mA), PERFEITA ISOLAÇÃO ENTRE EXCITAÇÃO E CARGA E (O QUE É FUNDAMENTAL...) NENHUMA PARTE MÓVEL PARA DA- NIFICAR-SE COM O USO! PODE, COM DIVERSAS VANTAGENS, SUBSTITUIR DIRETAMENTE RELÊS CONVENCIONAIS (ELETRO- MAGNÉTICOS) EM MUITAS APLICAÇÕES PRÁTICAS QUE DEMAN- DEM O CONTROLE DE CARGAS EM CA... O CIRCUITO Respondendo “curto e gros- * à pergunta “O QUE É UM RELÉ! ?, podemos dizer: € um in- terruptor “de potência, eletricamente acionado, de modo que podemos obter duas importantes característi- cas: (1) A partir de uma pequenina Potência de excitação ou comando, controlamos uma grande Potência de aplicação e (2) Contamos com grande isolação elétrica entre o se- tor de excitação ou comando e o setor da carga de potência... Todos os Leitores/Hobbystas já estão ““ca- recas” de conhecer um relê con- vencional, baseado nos efeitos magnéticos da Corrente, no qual aplicamos a pequena excitação através da bobina (geralmente sob baixa Tensão e baixa Corrente, contínua...) e obtemos o chavea- mento de contatos “poderosos”, capazes de manejar dezenas de Ampéres e/ou milhares de Watts! Tudo, “muito ótimo”, mas tem também - dois “negócios” contra: relês são componentes (inexplica- velmente) caros e - como apresen- tam inevitáveis partes móveis, estão sujeitos a também inevitável des- gaste com o tempo e com o uso... O presente ESQUEMA traz uma alternativa totalmente eletrôni- ca (ou, como se convencionoú chamar, “de ESTADO SÓLI- DO”...) para um relê convencional, com o único requisito de que a car- ga controlada possa trabalhar sob CA (por exemplo, os 110 ou 220V da rede domiciliar...). No mais, a outra diferença (totalmente ““de- simportante”...) é que a excitação da “bobina” deve ser polarizada (num relê convencional tanto faz se o “positivo entra por aqui ou por alí... As características PRINCI- PAIS e inerentes a qualquer bom relé, estão lá: (1) Pequénina Potên- cia controlando uma grande Potên- cia, e (2) Excelente isolamento elé- trico entre módulo de excitação e módulo de chaveamento de Potência! Nosso relê eletrônico é estru- turado (ver fig. 1) em torno de dois componentes (que juntos custam menos do que um relé ““normal”...): um TRIAC TIC226D e um TU] 2N2646, mais umas poucas peças, incluindo um “mini-transformador”” de isolação, que o Hobbysta não terá dificuldades em fazer em ca- sa... Se montado com essas in- tenções, o RES ficará do mesmo tamanho de um relê comum, e se o lay out for direcionado nesse senti- do, até a própria “pinagem” final poderá “bater” com a de um relê convencional, permitindo a pura e simples substituição de um pelo ou- tro, mesmo em circuitos/aplicações já implementados! No módulo de excitação te- mos o Transístor Unijunção 2N2646 circuitado em oscilador, trabalhando sob frequência relati- vamente alta (determinada pelo re- sistor de 2K e capacitor de 10n) quando energizado por 12 VCC. Um resistor de 100R “carrega” a base 2 do TUJ, enquanto que, à ba- se 1, acopla-se o primário de um pequeno transformador de isolação (detalhes na próxima figura...). Es- se módulo de excitação, com pará- metros muito semelhantes aos de um relê “normal”, além de operar sob 12 VCC, “puxa” uma Corrente baixa, em torno de apenas 35 mA e