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Trogue-o por um componente seguramente bom e com baixa fuga, que o assunto se resolverá...Outras dicas pa- ra melhorar o desempenho da PISE: ex- perimente aumentar 0 valor do capacitor original de 33n e, eventualmente, colo- car em paraleto com esse capacitor, um resistor de valor relativamente elevado (IM, por exemplo). Com isso, a ênfase no decaimento do som (que na verdade, só ocorre quando se libera o gatilho, como Você percebeu...) ficará maior e, ao mesmo tempo, serão prevenidos os efeitos negativos da fuga do transístor, evitando aquele “tóc..16c” que pode ocorrer mesmo com o “gatilho” não acionado... “Montei a TRI-SEQUENCIAL DE POTÊNCIA, ECONÓMICA (APE 9) que funcionou “beleza” (adquiri o KIT conforme o Anúncio que sai na APE...). Só em umu coisa: ao verificar se os TRIACS estavam esquentando, coloquei o dedo nos dissipadores e tomei um “baita tranco” (a minha montagem está Juncionando em 220V)... Será que não tem alguma falha de isolamento na mon- tagem...? Quanto ao funcionamento, “fado em cima”! Coloquei o circuito na decoração de fim de ano na vitrine da loja da minha mãe, com 30 lâmpadas, e — Para os bebês desse fim de século (es- tamos às portas do 21º século...), nada como um CHOCALHO ELETRÔ- NICO, que, funcionando a partir da mesma ação que comanda um choca- lho tradicional (basta balançar o negó- cio...), gera um som completamente diferente, modulado em “degraus” é com pequena temporização.... - O circuito é muito simples, com dois transístores comuns (admitem diversas equivalências), três capacitores, quatro resistores, uma cápsula piezo é um in- terruptor de balanço (igual a esses que se usam nos alarmes para veículos). O conjunto pode ser alimentado (sob baixíssimo consumo) por pilhas ou ba- teria (6 a 9 volts) e não fica difícil en- capsular tudo num pequeno tubo de plástico que permita fácil manuscio pelo bebé. -O CIRCUITIM do CHOCALHO ELETRÔNICO não requer chave in- terruptora para alimentação, pois se o interruptor de balanço estiver corre- tamente ajustado, com a “coisa” em Tepquso, o circuito estará automatica- mente desligado. a coisa ficou muito bacana...” — Sérgio Ricardo D' Ambrosio - Porto Alegre - R$ Oh! Serjão...! Se Você tivesse lido com atenção o penúltimo parágrafo do texto da pág. 20 de APE 9, não teria tomado o «— Não há nenhum defeito de isolamento na sua montagem, nem na elaboração do projeto da TSEPE (e po- de ficar trangiilo que os TRIACs não vão aquecer além do que podem supor- tar, se o circuito estiver corretamente montado...) O que ocorre é que em qualquer momento, apenas um dos três TRIACs estará energizado (com seu terminal 2 ao potencial da rede), ficando os outros 2 com a-lapela metálica ao po- tencial de “terra”... Ao colocar a mão, certamente Você tocou em mais de um dissipador ao mesmo tempo e isso equi- vale, eletricamente, a tocar os dois “po- los” da tomada C.A. local! É por isso que o texto descritivo da montagem re- comendava, com tanta ênfase, que os DISSIPDORES NÃO PODEM SE TOCAR UNS COM OS OUTROS e que, SOB NENHUMA HIPÓTESE, DEVERIAM SER TOCADOS COM OS DEDOS, estando o circuito ligado à tomada! Lembre-se, Sérgio, que tudo o que aparece nos textos e ilustrações dos projetos DEVE ser observado € levado em consideração, pois sempre TEM im- portância! CIRÇUITINM CHOCALHO ELETRÔNICO CUITI x parimantar — O interruptor de balanço também po- derá ser do tipo “feito em casa”, ou até substituído por um interruptor de mercúrio. Em qualquer caso, o impor- tante é proteger bem o circuito, com calços de espuma de nylon, evitando que possa sofrer danos ou perdas de contato elétrico (já que os bebês são naturalmente “violentos” e adoram AO AMPLIF. atirar longe os objetos que têm nas mãos). — O importante é que as crianças gos- tarão muito do novo som (no lugar do velho “chique-chique” dos chocalhos “pré-históricos”...), com o qual já irão se familiarizando com as manifes- tações “cibernéticas” desde a mais tenra infância... e-sr NT BALANÇO pcs48 Los 1 montAGEM 66 Modulo Amplificador Localizado Para Sonorização Ambiente (10W) “AMPLIFICADOR ESCRAVO” ESPECIALMENTE DESENVOL- VIDO PARA INSTALAÇÕES DE SONORIZAÇÃO AMBIENTE DE NÍVEL PROFISSIONAL! PERMITE A INSTALAÇÃO DE ATÉ 100 PONTOS INDEPENDENTES DE SONORIZAÇÃO, EXCITADOS POR UM PEQUENO RECEIVER (OU ATÉ POR UM SIMPLES “RÁDIO GRAVADOR” COM SAÍDA DE 5 WATTS). IDEAL PARA HOTÉIS, MOTÉIS, GRUPAMENTO DE “CHALÉS”, GRANDES INSTALAÇÕES COMERCIAIS, ETC, BAIXO CUSTO, ALTA FI- DELIDADE, EXCELENTE DESEMPENHO E CONFIABILIDADE! INSTALAÇÃO MUITO. FÁCIL O MÓDULO QE O PROFISSIO- O método mais moderno, mais efi- ciente, de melhores resultados quanto à fidelidade e - na maioria das vezes - também de menor custo geral é o que utiliza, como master, um aplificador modesto em termos de potência (um pe- queno receiver acoplado a um tape deck de baixo custo, ou até mesmo um rádio-gravador portátil ou sem-portá- til) e amplificadores “escravos” nos pontos de sonorização. Com isso, elimi- nam-se todos os problemas inerentes ao sistema ortodoxo: NAL DE SONORIZAÇÃO ESTAVA ESPERANDO! —O custo geral de distribuição cai No método tradicional de sonorizar muitos pontos de uma determinada ins- talação (exemplo típico: os diversos quartos e apartamentos de um hotel...) usa-se um sistema de amplificação rela- tivamente “bravo”, distribuindo-se pe- quenas caixas acústicas (uma em cada ponto ou local de sonorização), através de cabagem que já leva o sinal devida- mente amplificado. O controle indivi- dual de cada ponto de sonorização é então feito, normalmente, por “pesa- dos” potenciômetros de fio (baixa re- sistência e alta “wattagem”). Esse sistema, embora de aplicação relativamente fácil, ao contrário do que se possa pensar, não é o mais barato, e muito menos o de melhtr desempenho, devido a uma série de problemas prati- camente inevitáveis: — Quando é grande a quatidade de pontos a serem sonorizados, a potência (e, diretamente propor- cional, o custo...) do amplificador master deverá ser considerável, não podendo, na prática, ser usado um “receiverzinho” qualquer, -—O sistema de controle individual dos pontos, a partir de potenciôme- tros de fio (peça volumosa e... ca- Ta...) costuma apresentar defeitos drasticamente, pela possibilidade de uso de equipamento de baixa potência, Conforme já foi dito, até um rádio portátil (uns 5 watts má- ximos, na potência sonora final) de boa qualidade, poderá funcionar como master. — Cada ponto de sonorização “exer- ce” a sua própria amplificação e seu controle é feito por potenciô- metro convencional (pista de car- bono), muito mais leve e durável do que os reostatos de fio. A im- pedância de entrada de cada módu- lo é alta, assim não “rouba” potên- cia do sistema, nem “derruba” a impedância da linha. Podem ser instalados, a partir de um único master, muito mais pontos de so- norização, sem problemas! — Não são usados transformadores de linha ou “casadores” de impedân- cia, trazendo como resultado mais fidelidade, menor nível de dis- torção e praticamente nenhuma perda de sinal. — Como a distribuição do sinal pode ser feita sob baixos níveis de potência, a própria cabagem é mui- to mais modesta, reduzindo o custo geral da instalação. com fregiência (a simples ruptura do fio resistivo no interior do po- tenciômetro é o problema mais co- mum...). Além disso, tais potencô- metros, devido à sua baixa re- sistência intrínseca, “roubam” potência e “derrubam” drastica- mente a impedância geral do siste- ma (principalmente quando são muitos os pontos de sonorização). — Para compensar os problemas de impedância, costuma-se usar, tanto na saída do aplificador master, quanto nos pontos de sonorização, transformadores de linha (fazem com que a cabagem de distribuição, em si, trabalhe sob impedância mais elevada, apenas “abaixada” nos ex- tremos, para utilização pelos con- juntos falante/potenciômetro). Tais transformadores não são baratos, não são fáceis de encontrar no va- Tejo e, inevitavelmente, acrescen- tam perdas no sinal, certo grau de distorção e redução na banda pas- sante de fregiiências de áudio. — Pela circunstância de levar o sinal já amplificado em potência, a caba- gem deve ser relativamente “pesa- da”, com o consequente aumento no custo da distribuição. MONTAGEM 66 - MÓDULO AMPLIFICADOR LOCALIZADO PARA SONORIZAÇÃO AMBIENTE (10W) mente. Se o sinal de linha for de potência e tensão muito baixas, convém baixar também, o valor desse resistor (até o limite de 1K). Por outro lado, um sinal de linha mais “bravo” (principalmente em tensão) recomendará o aumento do valor de tal resistor (até o limite de 10k). No mádulo amplificador, a rede de realimentação formada pelos resis- tores de 1K/100R e capacitor -de 4704 determinam o ganho do sis- tema (igual a 100, mais do que su- ficiente para a aplicação). O poten- ciômetro (através do eletrolítico de 10u) entrega o sinal, já “dosado” pelo usuário, ao Integrado. A saída (recolhida no pino 4 do 2002) é en- tregue ao alto-falante via capacitor de 1000u, desacoplada pelo capaci- tor de 220n que evita instabilidades no funcionamento. A fonte é con- vencional, “abaixada” pelo trans- formador, retificada pelos diodos 1N4004, filtrada pelo eletrolítico de 2200u e desacoplada para ruídos da rede C.A. pelos capacitores de 10n (400Y) e 220n (entre o pino 5 do 2002 e a linha da “terra”). Um transformador de força para 1 ampére será suficiente. Quanto à tensão no secundário desse trans- formador, é opcional, entre 6 e 12 volts (conforme indica o “esque- ma”), levando-se em conta que a potência final a ser esperada do MALOSA depende da tensão de alimentação do módulo. Assim, sob 6 volts a potência média estará en- tre 3 e 5W, enquanto que, sob 12 volts podemos contar com 7 a IO watts (essa potência também de- pende da impedância do alto-falan- te utilizado, já que o 2002 admite impedâncias desde 2 ohms...). Qualquer que seja a opção, contu- do, uma potência (para a aplicação específica, de sonorização localiza- da) entre 3 e 10 watts será mais do que suficiente. OS COMPONENTES Nenhum dos itens da LISTA DE PEÇAS pode ser classificado como “fi- gurinha difícil” (e isso é Lei, aqui em APE...), devendo o Leitor encontrar tu- do com facilidade. Entretanto, como o profissional de instalações é inevitavel- mente muito ocupado, não podendo perder muito tempo em detalhes cons- frucionais, sempre podem recorrer ao prático sistema de KITs completos, ofe- recido por um dos Patrocinadores de APE. Nossos projetos, contudo, são sempre desenvolvidos e leiautados de 9 MÍNIMO 4º 100K-LOB. ICH. TR [A up : ama e 5 CASO BLINDADO 2 P MALOSA volt-iz ESTEREO LADO DOSCONPOMENTES er é ko E k or S caBo auinpaDo MoNo Fig. 4 modo a não “amarrar” o Leitor à aqui- sição “obrigatória” de KITs... De ma- neira aberta e honesta, mostramos todos os dados e condições para que qualquer um construa integralmente qualquer das montagens aqui descritas, sem vínculos ou “obrigações”... Os “veteranos” não precisam desses conselhos (um dia, quando ainda eram “pagãos”, precisaram...) mas aos nova- tos lembramos que a maior atenção deve ser dispensada à correta identificação da pinagem dos componentes polarizados (Integrado, diodos e capacitores ele- trolíticos). De qualquer maneira, o “chapeado" das montagens de APE é sempre tão claro, que a possibilidade de um erro de inserção fica por conta de muita desatenção por parte do monta- dor... Eventualmente, uma consulta ra- pidinha ao TABELÃO ajudará a elimi- nar dúvidas... A MONTAGEM Como a idéia é manter a montagem tão compacta quanto possível (esse é um dos “segredos” das aplicações profissio- nais), a fig. 2 (lay out da face cobreada do Circuito Impresso) mostra que mes- Á LISTA DE PEÇAS *1 Circuito Integrado LM2002 (CA 2002, TDAZ02, uPC2002, LM383, etc.) e 2- Diodos 1N4004 ou equivalentes e 1 Resistor IOR x 1/4 watt *2-Resistores 1K x 1/4 watt (VER TEXTO) Resistor 4K7 x 1/4 watt (VER TEXTO) * 1 Potenciômetro (jog.) 100K com chave * 1 — Capacitor (poliéster) 10n x 400V (importante a tensão) * 2 Capacitores (poliéster) 220n 1 — Capacitor (eletrolítico) 10u x 16V * 1 Capacitor (eletrolítico) 47%0u x 16Y e 1 - Capacitor (eletrolítico) 1000u x 16V e *1-Capacitor (eletrolítico) 2200u x 25V e 1 -Transformador de força com primário para 0-110-220V e se- cundário para 12-0-12V x IA (VER TEXTO, quanto à tensão do secundário) * 1 — Placa de Circuito Impresso especi- fica para a montagem (6,9 x 4,3 em) 1-“Rabicho” (cabo de força com “plugue” CA) * 1— “Jaque” tamanho J2 (para entrada de sinal) * — Cabo blindado mono (15 cm.) * — Cabo blindado estéreo (15 cm,) * —Fice solda para as ligações OPCIONAIS/DIVERSOS * 1-“Knob” para potenciômetro * 1 - Alto-falante, boa qualidade, im- pedância entre 4 e 8 ohms, mínimo 10W e 4 polegadas, Também po- dem ser usados conjuntos coaxiais ou triaxiais dentro das mesmas ca- racterísticas, com excelentes re- sultados e1-Caixa para o conjunto (deverá abrigar tanto o alto-falante, quan- to o circuito do MALOSA, trans- formador, etc.).Em certos tipos de instalação ambiental “embutida”, a caixa poderá, obviamente, ser dis- pensada, Á 1 "AGEM 66 - MÓDULO AMPLIFICADOR LOCALIZADO PARA SONORIZAÇÃO AMBIENTE (10W) mo um circuito profissional pode ficar Pequeno, sem grandes complicações... Recomendamos (mesmo aos “inven- tores de plantão”) que a placa seja re- produzida rigorosamente, já que 0 ar- ranjo proposto permite uma montagem simples e direta, mantendo inclusive a fiação externa numa configuração bas- tante lógica e descomplicada, O trans- formador é montado fora da placa (co- mo será visto numa figura mais adian- te...) por razões práticas, já que o con- junto deverá ser instalado numa caixa acústica de dimensões não muito avan- tajadas (se o transformador estivesse na placa, as dimensões desta seriam, inevi- tavelmente, maiores). A montagem propriamente está na fig. 3, com a placa vista pelo lado não cobreado, todas as peças já colocadas, Como sempre, convém observar o posi- cionamento dos componentes polariza- dos (Integrado, diodos e capacitores ele- trolíticos). Ao novato lembramos que o Integrado (2002) apresenta as “pernas” em disposição que simplesmente não permitirá a sua inserção à placa de ma- reira errônea. De qualquer maneira, a lapelã metálica co componente deve fi- car junto à borda da placa, Soldados os componentes à placa, à montagem deve prosseguir com a h- gação dos periféricos, cujo diagrama está na fig. 4. Notar que na figura a pla- ca continua (como na fig. 3) vista pelo lado não cobreado. ATENÇÃO às li- gações do transformador e às conexões dos fios dos dois cabos blindados (ao potenciômetro e ao “jaque” de entrada), identificando bem, em cada caso, a po- sição dos condutores “vivos” e da “ma- lha”, Observar também a “passagem” de um dos cabos da CA pela chave in- corporáda ao potenciômetro (este visto por trás, na figura), de modo que o “li- ga-desliga” do circuito possa ser prati- camente exercido no próprio “knob” do controle de volume. CA. Peçm CA. ca. AMBIENTE AMBIENTE 2 3 p n SAÍDA DE 4) 4 FTE.SA Es ta SMASTER- l DENT. [Pmenr. abala 4 ç DECK RECEIVER OU RADIO - GRAVADOR (DESDE 2W) Fig. 6 ATÉ I00 MÓDULOS... “U2ÍNA TRASEIRA F/ENTRADA DA LINHA CAIXA COMERCIAL G/FALANTE teomom | Fig. Os profissionais já estão “carecas” de saber disso, mas os que estão agora começando devem lembrar que uma boa conferência final é muito importante na prevenção dos problemas de monta- gem... Assim, antes de colocar o MA- LOSA para funcionar na sua instalação definitiva, é bom verificar tudo atenta- mente: posições dos componentes pola- rizados, valores dos demais componen- tes, qualidade dos pontos de solda, etc. (conforme está nos “testamentos” ins- eritos nas INSTRUÇÕES GERAIS PARA AS MONTAGENS, lá, junto ao TABELÃO...). SUGESTÕES DE CAIXA INSTALAÇÕES Muitas são as possibilidades para “encaixamento” do MALOSA, tanto usando containers especialmente dese- nhados e construídos, quanto aprovei- tando caixas industrializadas, existentes no varejo a preços razoáveis. Existe ain- da a possibilidade prática de não se usar caixas, em instalações planejadas nas quais os módulos poderão facilmente ser embutidos em paredes, decorações, ar- mações de camas '(sistema muito usado nos motéis), etc. Como sugestão básica, a fig. 5 mos- tra como pode ficar um ponto do MA- LOSA, num arranjo “clássico” e sim- ples: a partir de uma caixa comercial que Já-contenha o alto-falante, basta instalar o circuito no interior da dita cuja, colo- car 0 “jaque” de entrada do sinal de li- nha na traseira, fazendo o mesmo com o “rabicho” de alimentação. Numa das la- terais pode ficar o potenciômeiro (que incorpora a função “liga-desliga”). A instalação de um sistema de sono- rização ambiente baseado nos MALO- SAs é muito simples, já que a mão de obra da coisa se restringe à distribuição da cabagem entre a posição ocupada pe- lo master e os diversos pontos de sono- rização (ver fig. 6). É necessário que ca- da módulo esteja localizado próximo a uma tomada de C.A., para que não fique complicado puxar a alimentação. Devido ao alto ganho individual de cada MALOSA, perdas por resistivida- de na cabagem não serão importantes, assim nada impede que a instalação seja feita com fio relativamente fino (o que em grandes distribuições representará uma sensível redução nos custos). Uma boa solução é usar fio duplo trançado (tipo “telefônico”) que não é caro, e apresenta baixa capacitância distribuída. Fios paralelos grossos devem ser evita- dos, pois sua capacitância intrínseca é relativamente grande, “absorvendo” parte do espectro agudo dos sinais, quando em extensões muito longas... Entretanto, a resposta plana e ampla do MALOSA normalmente permitirá uma boa “recuperação” da gama ou equali- zação normal do sinal. Além disso, se constatada perda de agudos em insta- lações muito amplas, basta “reforçar” essa faixa tonal através dos controles do próprio master, com o que eventuais perdas também serão facilmente com- pensadas. Normalmente, o volume ajustado no master pode ficar em níveis relativa- mente baixos e assim, conforme já foi dito, até um modesto rádio-gravador (desde uns 2 watts de saída) poderá ser usado como central geradora de sinal para o sistema. Muitos desses pequenos rádio-gravadores apresentam ainda uma entrada para microfone externo, com o que o sistema também poderá ser usado, na prática, para avisos ou comunicados. Enfim, sob todos os aspectos, o MALOSA permite instalações realmen- te profissionais, simples de realizar, de custo compatível e desempenho ótimo. Lucro certo para o instalador & satis- fação para o usuário! - MONTAGEM 67 - MICRO-AMPLIFICADOR ESPIÃO A ação do potenciômetro é, contudo, bastante ampla, permitindo reduzir bas- tante o ganho - se assim for desejado - no caso do ambiente controlado ser, na- turalmente, muito ruidoso (o que difi- cultaria a audição e a inteligibilidade dos sons captados). og 18 LISTA DE PEÇAS Circuito Integrado tipo 1458 (CA1458, MC 1458, LM358, etc.) e 1 —Transistor BC548 ou equivalente e 1 — Resistor 47R x 1/4 watt * 1 Resistor 1K x 1/4 watt e 2- Resistores 4K7 x 1/4 watt 1 — Resistor 6K8 x 1/4 watt * 1 Resistor 10K x 1/4 watt e 3-- Resistores 100K x 1/4 watt 1 Resistor 1M x 1/4 watt * 1 — Potenciômetro (ogarítimico) 470K 8 1 - Capacitor (disco cerâmico ou pla- te) 220p * 2 — Capacitores (poliéster) 100n 91 —-Capacitor (eletrolítico) 2u2 x 16V (ou tensão maior) * 1 — Capacitor (eletrolítico) 4u7 x 16V (ou tensão maior) 9 1- Capacitor (eletrolítico) 47u x 16V 91 —-Capacitor (eletrolítico) 100u x 16V 91 — Cápsula de microfone de eletreto (2 terminais) e 1 Interruptor simples (chave H-H mini) “Jaque? (saída para o fone) tama- nho 32 “Clip” para bateria de 9 volts, ou suporte para 4 ou 6 pilhas peque- nas * 1 — Placa de Circuito Impresso especí- fica para à montagem (5,3 x 4,1 cm) * —Cabo blindado mono (para a co- nexão do microfone) * —Fioesolda para as ligações OPCIONAIS/DIVERSOS * 1-“Knob” para o potenciômetro 81 -Caixa para abrigar o circuito. De- pendendo da aplicação e do tipo de alimentação usado, poderá ser usado um container “Patola” mod. PB201 (8,5 x 7,0 x 40 em) ou mod. PB112 (12,3 x 8,5 x 5,2 em.) s1-Fone de ouvido, tipo walkman, magnético, com impedância entre 4e 32 ohms * — Materiais para eventual confecção do “concentrador sonoro” ou “lente acústica” (detalhes nas figs. 5e 6, mais adiante), como corneta exponencial, refletor parabólico, canudinhos de refresco (para res- sonância), etc, * Materiais acessórios para acaba- mento externo, dependendo da utilização (manoplas, suportes, co- la, etc.) “1 (GANHO) Fig. 1 Fig. 2 Fig.3 OS COMPONENTES Certamente o único componente que o hobbiysta novato ainda não terá visto em circuitos mostrados na APE, será o Integrado 1458. Trata-se, contudo, de um componente bastante comum, po- dendo ser adquirido sob várias codifi- cações (ver LISTA DE PEÇAS) sem problemas. O transístor também admite várias equivalências. Quanto ao micro- fone de eletreto, embora teoricamente uma cápsula de 3 terminais também pos- sa ser usada no circuito, isso requereria certas modificações no lay out da mon- tagem mostrado nas figuras... Portanto, não se recomenda tal adaptação, a me- nos que o Leitor já se enquadre na cate- goria de hobbysta avançado, que saiba “andar por suas próprias pernas” em adaptações do gênero... Todas as demais peças são extrema- mente comuns, encontráveis em qual- quer varejistas de Eletrônica (quem en- contrar dificuldades intransponíveis na aquisição, tem à disposição o prático sis- tema de KITs completos pelo Correio, promovido por um dos Patrocinadores de APE...). Os cuidados são os de sempre: idén- tíficar previamente os terminais dos componentes polarizados (Integrado, transístor, microfone de eletreto e capa-. citores eletrolíticos), com o eventual auxílio do TABELÃO APE. O TA- BELÃO também deverá ser usado pelos Leitores ainda “verdes”, na própria lei- tura dos códigos de valores de resisto-- res, capacitores, etc. A MONTAGEM Tdentificados e “lidos” todos os componentes, podemos passar à monta- gem, iniciando pela confecção (ou “re- conhecimento”, no caso da aquisição em KIT) da placa específica de Circuito Impresso, cujo lay out, em tamanho na- tural, é visto na fig. 2. A placa não é complexa, e quem possuir o material ne- cessário (fenolite “virgem”, decalques ou tinta ácido-resistente, percloreto de ferro, furadeira “mini-dril” ou perfu- 14 MONTAGEM 67 - MICRO-AMPLIFICADOR ESPIÃO (eras, MIG.: CABO BLINDADO + MONO fo — A MAME Y Y LADO DOS VERMELHO. JAQUE P/ FONE ELETRETO PILHAS/BAT. 6-9y + DE TWEETER OU CORNETA EXPONENCIAL e ata TUBO PLÁSTICO será O uic f VIRADO P/DENTRO) AQ CIRCUITO. REFLETOR PARABÓLICO DE AQUECEDOR DE AMBIENTE laBem a MIC. + att ou TumO um TRASEIRA oca CANUDINHOS P/ REFRESCO TAMANHOS VARIADOS ENTRE 5 e I0cm Fig rador manual, etc) e já tiver o mínimo de prática, não encontrará nenhuma di- ficuldade na confecção da placa... A fig. 3 mostra o “chapeado” da montagem, com os componentes devi- damente posicionados sobre o lado não cobreado do Impresso, Atenção, nova- tos: posição do Integrado (referenciada pela marquinha numa das extremidades), posição do transístor (referenciada pelo lado chato), polaridade dos capacitores eletrolíticos e valores das demais peças em função dos seus locais de inserção, são os pontos fundamentais da presente montagem... As “sobras” de terminais apenas devem ser cortadas (pelo lado cobreado), após tudo ter sido conferido com cuidado... Aos que ainda não domi- nam as técnicas de montagem com ra- zoável prática, recomendamos uma lei- tura atenta às INSTRUÇÕES GERAIS PARA AS MONTAGENS (encarte permanente de Ape, sempre lá, junto ao TABH.ÃO..). A fig. 4 mostra as conexões externas à placa (referenciar a codificação das ilhas periféricas com a mostrada na fig. 3, sempre que surgirem dúvidas..). Os pontos que merecem mais atenção: li- gação do microfone através do cabo blindado (posição do vivo “V” e terra “T”..), polaridade da alimentação e co- nexões ao potenciômetro... De toda a cabagem mostrada na fig. 4, as ligações do potenciômetro são as únicas que obrigatoriamente devem ser feitas com fios curtos, sem “sobras”... O restante da fiação (mesmo a cabagem blindada ao microfone) pode ter o comprimento que a instalação “pedir”, obviamente que sem “excessos” desnecessários... UTILIZAÇÃO: "TRUQUES” Al AiSncos Na sua aplicação mais elementar, basta posicionar o microfone de eletreto (dotado de um cabo blindado- no com- primento conveniente) no local que se deseja “xeretar”, Acopla-se um head- phone tipo walkman ao “jaque” res- pectivo, regula-se o ganho (através do potenciômetro) até um ponto auditiva- mente “confortável” e pronto! O opera- dor poderá estar em outro comparti- mento, secretamente ouvindo tudo o que se conversa (mesmo em sussurros!) no ambiente “espionado”. Conforme já foi dito, para facilitar a instalação, nesse tipo de utilização, pode ser usado um cabo blindado relativa- mente longo, na conexão do microfo- ne... Deve ser usado, então, um cabo fi- no, porém de muito boa qualidade, e o comprimento restrito ao necessário (e- vitando-se sobras ou muitas “voltas” inúteis no cabo...) Esse tipo de instalação permite uma variante: coloca-se, no local a ser espio- nado, o próprio circuito do MAME, com pilhas, microfone e tudo o mais (continua fácil de esconder, devido às reduzidas dimensões do conjunto), “pu- xando-se” uma extensão para O fone, através de quantos metros sejam ne- cessários de cabinho paralelo nº 22 ou 24, o que também permitirá a audição remota, sem muitos problemas. O MAME, contudo, permite interes- santes adaptações para audição remota “sem fio”, no sistema de “telescópio acústico” (que perdoem os puristas da física e da semântica...). Para tanto, bas- ta acoplar sistemas de concentração, ressonância ou direcionamento do som recebido pelo microfone, conforme su- gerem as idéias mostradas na fig. 5. Vamos analisá-las: — 5-A — Com o eletreto adaptado a uma. cometa exponencial, do tipo utilizada normalmente nos twe- eters ou projetores de sons, po- demos concentrar o som rece- bido e também aumentar a dire- tividade do sistema, permitindo aumentar bem a distância de captação dos sons. Quanto maior for 0 conjunto exponen- cial acoplado ao microfone, melhor o desempenho do con- junto. -5-B-O eletreto também pode ser instalado no ponto focal de um receptor parabólico, do tipo normalmente usado em aquece - dores domésticos de ambiente. Esse sistema permite também grande concentração do som, num efeito que podemos cha- mar de “lente acústica”, além de uma diretividade ainda me- lhor do que a proporcionada pelo sistema exponencial mos- trado em 5-A. O importante MONTAGEM 68 Grilo Eletrônico Automático RR e cri UM “INSETO RoBÓ” QUE IMITA DIREITINHO O SEU.“EQUI- VALENTE BIOLÓGICO"! ENQUANTO O AMBIENTE ESTIVER ILUMINADO, ELE FICA QUIETINHO... QUANDO ESCURECE, COMEÇA O “CRI..CRI..” COM TIMBRE, FREQUÊNCIA E IN- TERVALOS MUITO SEMELHANTES AOS DE UM GRILO “DE VERDADE"! UM BRINQUEDO AVANÇADO E INTERESSANTE, QUE VAI FASCINAR A TODOS! Pouco a pouco o “zoológico eletrôni- co” de APE vai ganhando novos e inte- ressantes personagens... Já tivemos, em APE nº 2 a CAMPAINHA RESI- DENCIAL “PASSARINHO”, em APE nº 5 o PIRILAMPO PERPÉTUO e, em APE nº. 11 o PASSARINHO AU- TOMÁTICO... Agora chegou a vez do GRILO ELETRÔNICO AUTOMÁ- TICO (vamos apelidar o bichinho de GRELA, que é um nome mais simpáti- CO...) um circuito pequeno. fácil de montar, usando reduzido número de componentes (principalmente se consi- derarmos a relativa complexidade das funções realizadas pelo circuito), que não necessita de nenhum tipo de ajuste. Embora, numa análise rígida, O GRELA não passe de um brinquedo, in- corpora diversas tecnologias que 0 equi- param aos mais avançados gadgets do gênero (vejam por aí as “Estrelinhas Mágicas”, “Pintinhos Piu-Piu” e outras coisinhas, cada vez mais interessantes € avançadas, que o mercado oferece...). Imita, com incrível perfeição, não só o som emitido por um grilo “real” (in- cluindo as pequenas pausas e os interva- Jos mais longos, normalmente realizados pelo grilo, no seu cantar...) como também o “comportamento” do dito bi- chinho, já que durante o dia fica quieti- nho no seu canto, manifestando-se ape- nas à noite, quando o ambiente escurece! A intensidade do “canto” é moderada (também bastante próxima da emissão sonora de um grilo verdadeiro...) permi- tindo - entre outras brincadeiras - uma interessante aplicação (que pode ser classificada no gênero das atividades “pentelhas”...): secretamente, o GRELA pode ser “plantado” no quarto de um amigo (“mui amigo”...), durante o dia, podendo ser facilmente escondido em qualquer canto, devido ao seu pequeno tamanho, sobre um móvel, atrás de um vaso ou de uma cadeira, por exemplo... À noite o GRELA começará a “grilar” automaticamente, deixando o amigo doidinho (não é fácil achar o GRELA, justamente devido ao seu som intermi- tente, com largos intervalos automáticos entre os “cri...cri...”)! Outras aplicações envolvem a tran- quilização de crianças pequenas, que às vezes se recusam a ficar sozinhas no quarto escurecido, à noite... Pode-se contar-Jhes uma história sobre um “gri- linho mágico” que “está lá no quarto” e que lhes fará companhia durante a noite, “conversando” com elas e outras fanta- sias que as crianças adoram, é que são: tão importantes para o universo emo- cional e psicológico das crianças... Enfim, sob todos os aspectos (inclu- sive o de custo, que é bastante modera- do...) uma montagem que vale a pena ser, realizada, pelo seu ineditismo e pela demonstração “viva” que faz das incrí- veis possibilidades da moderna tecnolo- gia eletrônica! CARACTERÍSTICAS — Circuito gerador de sons comple- xos, imitando o cantar de um grilo (timbre básico agudo, modulado em baixa fequência, intervalado, e do- tado de pausas longas automáticas). — Acionamento foto-controlado via LDR, que apenas autoriza à ge- ração do som quando o ambiente estiver obscurecido. Sob luminosi- dade ambiente normal (durante o dia, ou mesmo à noite, com as luzes acesas-, o GRELA permanece “mudo”, — Transdução sonora - por cápsula plezo, em intensidade moderada. — Alimentação - 9 volts €C.C., sob consumo médio de pouco mais de 1 mA (permitindo assim a energi- zação mesmo por bateria “quadra- dinha” de 9 volts, ainda que em utilizações prolongadas.) — Duração dos cantos e pausas - Ao ser acionado (pelo escurecimento do local), o GRELA canta durante cerca de 10 segundos, dá uma pau- sa de aproximadamente 25 segun- dos, torna a cantar por 10 segun dos, e assim por diante... — Montagem - Simples, baseada num único Integrado, e que não requer nenhum tipo de ajuste. O CIRCUITO Embora baseado num único e versátil Integrado da família digital C.MOS (4093), o circuito envolve certa comple- xidade, apenas a nível de função, já que nada menos que quatro osciladores são implementados (um a partir de cada ga- te do 4093), estando tais osciladores acoplados em “cadeia” de modulação, de modo que cada um deles é controlado pela fregiiência do oscilador “anterior”. O gate da direita (pinos 1-2-3) oscila na frequência elevada de áudio, fundamen- tal do canto do grilo, determinada pelo resitor de 33K e capacitor de 10n. Uma rede de autorização “óptica”, formada pelo LDR e resistor de 22K apenas permite que esse ASTÁVEL entre em ação se houver baixa luminosidade so- bre o foto-sensor. O segundo gate (contando da direita) oscila em frequência de alguns Hertz, MONTAGEM 68 - GRILO ELETRÔNICO AUTOMÁTICO Fig. 1 modulando o oscilador fundamental (a- través do diodo isolador 1N4148), de modo a gerar a “ondulação” do “criúii”. O resistor de 47K e o capacitor de lu determinam a frequência desse ASTÁ- VEL modulador. Seguindo a observação do esquema (fig. 2) em direção à esquerda, o terceiro gate, com o auxílio do resistor de 470K e capacitor de 2u2, determina, numa frequência próxima de 1Hz, o intervalo entre os “cris” (criii...crii. ) A isolação entre esse ASTÁVEL e o ou- tro, por ek controlado, também é feita por diodo... Finalmente, na extrema esquerda da fileira de ASTÁVEIS, o último gate do 4093 oscila em fregiência muito baixa, (fração de Hertz), tendo o seu ciclo ati- vo diferenciado por um par de diodos (e resistores de IM e 330K), de modo que, com o auxílio do capacitor de 47u, o GRELA emita O seu “crii...crii...” por cerca de 10 segundos, fique mudo nos 25 segundos seguintes, volte a cantar por 10 segundos, pare por outros 25 se- gundos, e assim por diante, num desem- penho bastante realista! A transdução sonora final é feita pela cápsula de cris- tal, acoplada diretamente à saída do os- cilador fundamental. A alimentação, sob baixa corrente média (graças às elevadas impedâncias intrínsecas aos Integrados C.MOS) provém de uma bateriazinha de 9 volts, capaz de acionar o GRELA ininterruptamente por dezenas de ho- Tas... OS COMPONENTES Todas as peças do GRELA são de fácil aquisição, O LDR pode ser de qualquer tipo ou modelo, porém, para perfeita miniaturização do conjunto, re- comendamos o uso de um componente com o menor tamaho possível. Pelos mesmos motivos, convém que a cápsula piezo (microfone de cristal ou sinaliza- dor) também seja do tipo pequeno, em- bora esse não seja um requisito sine qua non... . Como sempre, a única recomedação é quanto à correta identificação do ter- minais dos componentes polarizados (Integrado, diodos e capacitores ele- trolíticos), que poderá ser feita com o auxílio do TABELÃO APE, e também seguindo-se com atenção às próprias ilustrações que acompanham a presente matéria... Para os novatos, até a leitura dos valores dos resistores, poderá ser feita a partir das informações contidas no TABELÃO, A MONTAGEM Na fig. 2 temos o primeiro passo pa- ra a montagem, que é o lay-qut, em ta- manho natural, do Circuito Impresso específico para o projeto. Todo o cuida- do deve ser tomado na confecção da placa, para que não ocorram “curtos” ou falhas nas pistas e ilhas (mesmo quem optar pela aquisição do GRELA na” forma de KIT completo, deve observar com atenção a plaginha, na busca de eventuais defeitos, que devem ser comi- gidos antes de qualquer soldagem...). Uma boa leitura nas INSTRUÇÕES GERAIS PARA AS MONTAGENS Qunto ao TABELÃO, lá no início da Revista...) é uma “boa”, principalmente dá NS LISTA DE PEÇAS 9 | Circuito 4093B S1-LDR (Resistor Dependente da Luz) de qualquer tipo *5-— Diodos IN4148 ou equivalen- tes 61 — Resistor 22K x 1/4 watt 9 1 —Resistor 33Kx 1/4 watt 91 -Resistor 47K x 1/4 watt 9 1 - Resistor 330K x 1/4 watt 9 1— Resistor 470K x 1/4 wait 9 1 -Resistor IM x 1/4 watt 81 -Capacitor (poliéster) 10n 91 -Capacitor (eletrolítico) lu x 16V 9 1 —-Capacitor (eletrolítico) 2u2 x 16V 81 —-Capacitor (eletrolítico) 47u x 16v Integrado C.MOS 91 —Capacitor (eletrolítico)100u x 16Y S 1 Cápsula piezo (microfone de cristal) 81 —Placa de Circuito Impresso es- pecífica para a montagem (4,6 x4,6cm) 91 Interruptor H-H mini) e 1 “Clip” para bateria de 9 volts e —Fioe solda para as ligações simples (chave OPCIONAIS/DIVERSOS e —Caixa - O projeto do GRELA é do tipo “em aberto”, poden- do o circuito, dependendo da instalação ou utilização pre- tendida, ser encapsulada em diversos tipos ou tamanhos de containers. Em muitos casos sequer será necessária uma caixa, assim deixamos esse item por conta de cada monta- do ) AP 1á GRELA co oo p Lp + Fig.2 Micro Portatil mporizador FINALMENTE UM TEMPORIZADOR DIGITAL PRECISO E CON- FIÁVEL “DE BOLSO”, COM MIL E UMA APLICAÇÕES! TEMPO CONTINUAMENTE AJUSTÁVEL DESDE POUCO MAIS DE 1 MINUTO, ATÉ MAIS DE 2 HORAS (FAIXA DE TEMPORIZAÇÃO FACILMENTE MODIFICÁVEL..), POR SISTEMA SEMI-FIXO (TRIM POT) OU “A LA CARTE” (COM POTENCIÔMETRO)! PO- DE SER USADO DESDE O CONTROLE PESSOAL DO TEMPO DE ESTACIONAMENTO DE VEÍCULOS EM “ZONAS URBANAS PERMITIDAS”, ATÉ COMO VALIOSO “AUXÍLIO CULINÁRIO”, DEMARCANDO COM PRECISÃO O TEMPO DE PREPARO DOS ALIMENTOS! SIMPLES, PEQUENO, BAIXO CUSTO, MONTA- QUE MONTAR! Quando, em APE nº 6, mostramos o projeto do SUPER-TIMER RE- GULÁVEL (que, tecnicamente falando, pode ser considerado o “pai” da presen- te montagem...) mal supunhamos quan- tas aplicações práticas os Leitores e Hobbystas “descolaram” para o referido projeto! Com incríveis (e inteligentes...) adaptações e modificações, tivemos notícias, por cartas é comunicados pes- soais, da utilização do STR (entre ou- tras...) na temporização automática de brinquedos de parques de diversões, em maquinários industriais, em equipamen- tos para cabeleireiros, em letreiros lumi- nosos de propaganda, em fornos elétri- cos domésticos e profissionais, etc, e... ete.. O sucesso prático daquela montagem foi realmente incrível, principalmente devido à sua enorme versatilidade, entre outras qualidades que recomendavam O projeto... Apenas num único requisito o STR não podia (por razões óbvias, dada a sua alimentação direta da rede C.A.) ser considerado “campeão”: na porta- bilidade... Pois bem, atendendo a todos os que escreveram pedindo um equiva- lente portátil do STR, aqui está o proje- to do MICRO-TEMPORIZADOR PORTÁTIL (MITEPO), com a mesma confiabilidade e precisão, porém passí- vel de ser construído e encapsulado num pele no...) e a sua utilização é absolutamente simplificada: ajusta-se o tempo, liga-se O dispositivo e pronto! Decorrida a tem- porização (em ampla gama de ajustes) um “bip” eletrônico nitidamente audível dispara, mantendo esse aviso sonoro até que o MITEPO seja desligado! Embora (pela sua portabilidade) o dispositivo não possa, diretamente, acionar ou desa- cionar cargas elétricas, o seu funciona- mento, como um relógio de bolso, preci- so, tem aplicações quase que “infinitas”, monitorando, por exemplo, tempo de Jogos ou partidas esportivas diversas, controlando delicadas operações em ja- boratório químicos ou fotográficos, marcando O tempo em que determinado alimento deve ser cozido ou assado, avi- sando ao usuário que o período de esta- cionamento do seu carro, na “zona ur- bana permitida”, está para se esgotar, etc, Novamente, a “jmaginação criadora” do hobbysta tem, no MITEPO, um vas- to campo para se manifestar... Temos certeza de que os Leitores encontrarão um “quaquilhão” de aplicações práticas, todas muito úteis e válidas, para o MI- TEPO, baseados nas excelentes carac- terístiças, a seguir descritas... CARACTERÍSTICAS — Temporizador eletrônico ajustável (de 1 minuto e meio a 2 horas e 15 minu- tos, com os componentes originalmen- te indicados) — Apenas dois comandos: um para o ajuste do tempô desejado, e outro pa- ra, a mesmo tempo, ligar O dispositivo e iniciar a temporização. — Indicação do final da temporização: por alarme sonoro (“bip” emitido por cápsula piezo). — Excelente precisão e repetibilidade (um período previamente ajustado se repetirá sempre com grande precisão e variação insignificante). — Alimentação: bateria “quadradinha” de 9 volts, sob consumo irrisório (250uA durante a “contagem” do tempo e imA durante o disparo do alarme sonoro). - Simples e fácil possibilidade de alte- ração ou ampliação dos limites origi- nais de temporização (sem perda da precisão) O CIRCUITO O circuito do MITEPO guarda ex- trema simplicidade, graças ao uso de versáteis Integrados da família digital cio os o Leitor assíduo reconhecerá o do SUPER-TIMER RE- cur É VEL, de APE nº 6, quase sem alterações...). O 4060 faz quase “tudo”, já que contém 14 contadores (divisores por 2) encadeiados, proporcionando temporizações muito longas a partir de uma fregiuência de clock relativamente alta. Para melhor aproveitarmos essa ca- racterística, utilizamos justamente a saí- da (pino 3) do último desses 14 conta- dores... Além disso o 4060 contém um Y 26 MONTAGEM 69 - MICRO-TEMPORIZADOR PORTÁTIL CÁPSULA PIEZO india) | Fig.1 conjunto de gates “sobrantes” que per- mite a elaboração do próprio ASTÁ- VEL responsável pela geração da fregiiência de clock, com o auxílio de dois resistores e um capacitor externo (componentes agregados sos pinos 9-10-11 do Integrado). Prosseguindo na análise do “esque- ma” (fig. 1) temos, em apoio ao 4060, um Integrado 4011, do qual dois gates (delimitados pelos pinos 11-12-13 e 8-9-10) trabalham em ASTÁVEL, os- cilando em fregiiência de áudio “gati- Ihado” pela saída de temporização (pino 3) do 4060. A saída desse oscilador é aplicada à uma cápsula piezo (na função de mini-alto-falante), em “contra-fase”, devido à inscrição de um gate (pinos 4-5-6) de modo a promover um sinal de áudio nítido e de bom volume (conside- rando O consumo de corrente extrema- mente baixo do conjunto). Um quarto e último gate do 4011 pinos 1-2-3), trabalhando como simples inversor, mais um diodo comum, permi- tem que o sínal de “fim da tempori- zação” (pino 3 do 4060 ficando “alto”) seja utilizado para, automaticamente, inibir o oscilador de clock (interno ao 4060), com o que todo o sistema “con- gela” no instante do disparo do alarme sonoro, Ao pino 12 (reset ou “zeramento” de todos os contadores) do 4060, uma sim- ples rede de RC (In mais IM) promove a “limpeza” da temporização, sempre que a chave de alimentação é ligada... Assim, tal chave funciona também co- mo comando de “início” para a tempori- zação ajustada no potenciômetro, sim- plificando os comandos do MITEPO. Especificamente quanto ao ajuste da temporização (conforme veremos mais adiante), este poderá ser promovido tan- to por potenciômetro, conforme o “es- quema” (sistema mais confortável para utilização do MITEPO em aplicações que exijam constantes variações na tem- porização desejada), como por trim Pot, em ajustes semi-fixos (aplicações onde uma única temporização deva ser usada, muitas vezes...) Graças ao consumo inerentemente baixo da família digital C.MOS, uma bateriazinha de 9 volts poderá energizar o MITEPO por cerca de 1 ano, sem re- posição, mesmo sob utilização relativa- mente intensa. O reduzido número de componentes permite, enfim, uma montagem extre- mamente compacta, garantindo a porta- bilidade do dispositivo (com algum “ca- pricho” no encapsulamento, o MITEPO fica “de bolso”, mesmo!). OS COMPONENTES Nada difícil nos componentes do MITEPO (como sempre ocorre, aliás, nas montagens de APE...), podendo to- das as peças serem adquiridas facilmente nos varejos de Eletrônica das cidades principais, e mesmo - atualmente - em muitas cidades relativamente afastadas das Capitais, porém possuidoras de um L] LISTA DE PEÇAS e1-Circuito Integrado CMOS 460 e 1 Circuito Integrado CMOS 4011B * 1 Diodo 1N4148 ou equivalente e 1 —Resistor 10K x 1/4 watt “1 -Resistor 47K x 1/4 watt e 1-Resistor IM x 1/4 watt * 1 — Resistor 2M2 x 1/4 watt * 1 - Potenciômetro IM - linear (x) VER TEXTO € 1 — Capacitor (poliéster) In 9 1 —Capacitor (poliéster) 47n e1-—Capacitor (poliéster) 470n x 250V (no caso, a tensão apenas está indicada para referenciar o tamanho da peça) (+) e 1-Cápsula piezo mini (microfone de cristal sinalizador “fecha- do”) e 1—Plaça de Circuito Impresso es- pecífica para a montagem (5,3 x3,5cm.) ei Chave interruptora €H-H mini) “Clip” para bateria de 9 volts e —Fioe solda para as ligações OPCIONAIS/DIVERSOS simples * 1 -“Knob” para o potenciômetro (+) VER TEXTO “1 —Caixa para abrigar o circuito. Forma e dimensões dependerão muito do tipo de aplicação ou utilização pretendida, ficando esse item por conta da decisão do montador. L L!| comércio desenvolvido, no ramo... En- tretanto, quem morar nos “grotões” desse imenso Brasil, ainda poderá recor- rer aós práticos sistemas de vendas de componentes pelo Correio, ofertados por diversos Anunciantes de APE. Além disso, existe o sistema (exclusivo de APE) de KITs completos, também pelo Correio, que garante o recebimento de todas as peças, rigorosamente de acordo com LISTA da presente montagem (menos os itens relacionados em OP- CIONAIS/DIVERSOS) incluindo a placa de Circuito impresso, pronta, fu- rada e com o “chapeado” demarcado em silk-screen. Os componentes polarizados (Inte- grados e diodo) merecem uma atenção extra, pois seus terminais devem ser identificados antes de se iniciar a mon- tagem, já que tais peças não podem ser ligadas ao circuito em posição diversa da indicada, Quem ainda “não confiar mui- 10 no próprio taco” tem o TABELÃO APE (nas primeiras páginas da Revista,