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Guias e Dicas
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Aprendendo, Notas de estudo de Eletrônica

REVISTA N.30

Tipologia: Notas de estudo

2016

Compartilhado em 22/05/2016

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eletronica-universalpp-2 🇧🇷

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Protetor p/ Lâmpa: da Incandescente Assustadinho Buzina Musical Detetorde Massa E Plástica em Veículos «sSuper-Fonte Regu- lada Kaprom EDITORA ianm als Mm ua GE GO RA EMARK ELETRÔNICA Diretores Carlos W. Malagoli Jairo P. Marques Wilson Malagoli É Diretor Técnico Bêda Marques Colaboradores José A. Sousa (Desenho Técnico) João Pacheco (quadrinhos) Publicidade KAPRON PROPAGANDA LTDA. (011) 2232-2037 Composição Kaprom Fotolitos da Capa DELIN Tel.35.7515 Fotolitos do Miolo FOTOTRAÇO LTDA. Impressão Editora Parma Ltda. ão Nacional cy Exclusividade] FERNANDO CHINAGLIA DISTR. Rua Teodoro da Silva, 907 - R. de Janeiro (021) 268-9112 APRENDENDO E PRATICANDO ELETRÔNICA (Kaprom Editora, Distr. e Propagan- da Ltda - Emark Eletrônica Comer- cial Lida.) - Redação, Administração e Publicidade: Rua General Osório, 157 CEP 01213 — São Paulo — SP. Fone: (011)223-2037 ÃO LEITOR O convívio mensal com toda a “turma! é algo tão agradável que, além de profissio- nalmente estimulante, toma-se também emocionalmente “recompensador”... Qualquer Leitor/Hobbysta, “calouro” ou “veterano” na imensa legião de “apeantes”, pode notar, sem grande esforço, que a Equipe que faz APE trabalha com prazer, OU seja: gosta do que faz! Aqui não somos apenas trabalhadores “batalhando o leite das crianças”... Somos - principaimente - um “bando” de reais aficcionados pela Eletrônica Prática, um grupo que, literalmente, se diverte em criar e pesquisar, sempre no intuito de atender às solicitações dos Leitares e/ou de apresentar novidades, novas aplicações para "velhas idéias”, ou no- vas idéias sobre “velhos problemas”... Por tais razões (como temos dito e re-dito...) Vocês constituem parte mais do que importante no andamento de APE! Uma simples sugestão, aparentemente “bobinha”, nu- ma carta de Leitor, pode (e isso ocorre com grande frequência...) transformar-se num incrl- vel projeto, completo, desenvolvido e “mastigado” pela Equipe de Produção, até tomar-se compatível com os requisitos básicos de tudo que aqui se publica (facilidade na montagem e na obtenção das peças, simplicidade nos eventuais ajustes e reais possibilidades de aplicação prática imediata...) Agora, portanto, chegou a hora de “premiar” essa incrível criatividade da qual in- distintamente todas os Leitores/Hobbystas são dotados, e também de “recompensar” esse enorme espírito participativo que envolve à “tuma” e que tanto prazer nos dá, de assim poder trabalhar! Bolamos a promoção "DESAFIO À CRIATIVIDADE” como uma "boa des- culpa” para oferecer, aos mais inventivos da “turma”, presentes, na forma de KITS (da sé- rle Exclusiva APE/EMARK/Prof. BÉDA MARQUES...), como “'brindes/incentivo” (não é “Concurso”, nem “Sorteio"...). As regras para participação estão claramente definidas na matéria especial (“DE- SAFIO À CRIATIVIDADE"). Temos a mais absoluta certeza de que - mais Uma vez - a Promoção configurará enome sucesso! “Mandem bala”, que estamos super-ansiosos pa- ra presentear Vocês (e para mostrar, ao resto da “tua”, os projetos escolhidos. .)! Além do gostoso “DESAFIO À CRIATIVIDADE”, no presente númera de APE temos (pra variar”...) aquele tradicional "monte" de projetos de uso prático, atendendo desde os brincalhões até os profissionais, passando por Estudantes, Técnicos, Instaladores e Enge- nheiros! Os Leitores/Hobbystas sabem que integram uma espécie de “exército sem pos- tos” ou seja: aqui não tem soldado e general, essas coisas... Todo mundo manda e “des- manda" na medida que sua inteligência, criatividade e persistência lhes outorgam tais di- reitos, não importando se o dito participante tem um Diploma do MIT ou um Certificado de Curso por Correspondência dos mais humildes e básicos (o CONHECIMENTO tem a me- dida do seu valor dada pelo uso e não pela “acumulação”...). QEDITOR REVISTA Nº 30 NESTE NÚMERO: 8 - BUZINA MUSICAL 14 - PROTETOR P/LÂMPADA INCANDESCENTE 20 - ESPECIAL - DESAFIO À CRIATIVIDADE 24 - ASSUSTADINHO 38 - DETETOR DE MASSA PLÁSTICA EM VEÍCULOS 47 - SUPER-FONTE REGULADA É vedada a reprodução total ou parcial de textos, artes ou fotos que compo- nham a presente Edição, sem a autorização expressa dos Editores. Os Projetos Eletrônicos aqui descritos destinam-se unicamente a aplicações como hobby ou utilização pessoal, sendo proibida a sua comercialização ou industriali- zação sém a autorização expressa dos autores ou detentores de eventuais direitos e patentes. A Revista não se responsabiliza pelo mau funcionamento ou não funcionamento das montagens aqui descritas, não se obrigando a nenhum tipo de assistência técnica aos leitores Instruções Gerais para as Montagens As pequenas regras e Instruções aqui descritas destinam-se aos principiantes ou hobbystas ainda sem muita prática e constituem um verdadeiro MINI-MANUAL DE MONTAGENS, valendo para a realização de todo e qualquer projeto de Eletrônica (sejam os publ ados em A.P.E., sejam os mostrados em livros ou outras publicações...) Sempre que ocorrerem dúvidas, durante a montagem de qualquer projeto, recomenda-se ao Leitor. consultar as presentes Instruções, cujo caráter Geral e Permanente faz com que estejam SEMPRE presentes aqui, nas primeiras páginas de todo exemplar de APE. OS COMPONENTES & Em todos os circuitos, dos mais simples aos mais complexos, existem, basica- mente, dois tipos de peças: as POLARI- ZADAS e as NÃO POLARIZADAS. Os componentes NÃO POLARIZADOS são, na sua grande maioria, RESISTORES c CAPACÍTORES comuns, Podem ser liga- dos “daqui prá lá ou de lá prá cá”, sem problemas. Ô único requisito é reconhe- cerse previamente o valor (£ outros parâmetros) do componente, para ligá-lo no lugar certo do circuito, O “TABE- LAO" AP. dá todas as “dicas” para a leitura dos valores c códigos dos RESIS- TORES, CAPACITORES POLIESTER, CAPACITORES DISCO CERÂMICOS, etc. Sempre que surgirem dúvidas óu “esquecimentos”, as Instruções do “TABELÃO” devem ser consultadas. 6 Os principais componentes dos circuitos são, na maioria das vezes, POLARIZA- DOS, ou seja. seus terminais, pinos ou “pemas” têm posição certa e única para serem ligados ao circuito! Entre tais componentes, destacam-se os DIODOS, LEDs, SCRs, TRIACs, TRANSISTORES (bipolar, fets, unijunções, erc.), CAPA- CITOR] LETRÓLITICOS, CIRCUI- TOS INTE KADOS. etc. É muito im- portante que, antes de se iniciar qualquer montagem, o leitor identifique correta- mente os “nomes” e posições relativas dos terminais desses componentes, já que qualquer inversão na hora das soldagens ocasionará o não funcionamento do cir- cuito, além de eventuais danos ao pró- prio componente erroneamente ligado. O “TABELÃO” mostra a grande maioria dos componentes normalmente utiliza dos nas montagens de AP.E., em suas aparências, pinagens e símbolos. Quan- do, em algum circuito publicado, surgir um ou mais componentes cujo “Visual” não esteja rejacionado no “TABELÃO”, as necessárias informações serão forne- cidas junto ao texto descritivo da respec- tiva montagem, através de ilustrações claras e objetivas. LIGANDO E SOLDANDO € Praticamente todas as montagens aqui publicadas são implementadas no sistema de CIRCUITO IMPRESSO, assim as instruções à seguir referem-se aos cuida- dos básicos necessários à essa técnica de montagem. O caráter geral das recomen- dações, contudo, faz com que elas tam- bém sejam válidas para eventuais outras técnicas de montagem (em ponte, em barra, ete.). & Deve ser sempre utilizado ferro de soldar leve, de ponta fina, e de baixa “warta- gem” (máximo 30 watts). A solda tam- bém deve ser fina, de boa qualidade e de baixo ponto de fu (úpo 60/40 ou 63/37). Antes de iniciar a soldagem, a ponta do ferro deve ser limpa, remo- vendo-se qualquer oxidação ou sujeira ali acumuladas. Depois de limpa c aque- cida, a ponta do ferro deve ser levemente estanhada (espalhando-se um pouco de solda sobre ela), o que facilitará o con- tato térmico-com os terminais. s superfícies cobreadas das placas de rcuito Impresso devem ser rigorosa mente limpas (com lixa fina ou palha de aço) antes das soldagens. O cobre deve ficar brilhante, sem qualquer resí- duo de oxidações, sujeiras, gorduras, ete. (que podem obstar as boas solda- gens). Notar que depois de limpas as ilhas e pistas cobreadas não devem mais ser tocadas com os dedos, pois as gor duras e ácidos contidos na transpiração humana (mesmo que as mãos pareçam limpas e secas...) atacam o cobre com grande rapidez, prejudicando as boas soldagens. Os terminais de componentes também devem estar bem limpos (se pre- ciso, raspe-os com uma lâmina ou esti- letc, até que o metal fique limpo e bri- lhante) para que a solda “pegue” bem... O Verificar sempre se não existem defeitos no padrão cobreado da placa. Constatada alguma irregularidade, ela deve ser sana- da antes de se colocar os componentes na placa. Pequenas falhas no cobre podem ser facilmente recompostas com uma gotinha de solda cuidadosamente Já eventuais “curtos” entre ilhas ou pistas, podem ser removidos ras- pando-se o defeito com uma ferramenta de ponta afiada. & Coloque todos os componentes na placa orientando-so sempre pelo “chapeado” mostrado junto às instruções de cada montagem. Atenção aos componentes POLARIZADOS e às suas posições rela- tivas (INTEGRADOS, TRANSISTORES, DIODOS, CAPACITORES ELETROLI- TICOS, LEDs, SCRs, TRIACs, etc.) € Atenção também aos valores das demais peças (NÃO POLARIZADAS). Qualquer dúvida, consulte os desenhos da respec- tiva montagem, c/ou o “TABELÃO”. e Durante as soldagens, evite sobreaque- cer os componentes (que podem danifr carse pelo calor excessivo desenvolvido numa soldagem muito demorada). Se uma soldagem “não dá certo” nos pri- meitos 5 segundos, retire o ferro, espere a ligação esfriar e tente novamente, com calma e atenção. O Evite excesso (que pode gerar corrimen- tos e “curtos”) de solda ou falta (que pode ocasionar imá conexão) desta. Um om ponto de solda deve ficar liso e bri- lhante ao terminar. Se a solda, após esfriar, mostrar-se rugosa c fosca, isso indica uma conexão mal feita (tanto elé- trica quanto mecanicamente). OB Apenas corte os excessos dos terminais ou pontas de fios (pelo lado cobreado) após rigorosa conferência quanto aos valores, posições, polaridades, etc, de peças, componentes, ligações (aquelas externas à placa), etc. É muito difícil reaproveitar ou cor- rigir a posição de um componente cujos terminais já tenham sido cortado: & ATENÇÃO às instruções de calibração, ajuste é utilização dos projetos. Evite a utilização de peças com valores ou carac- terísticas diferentes daquelas indicadas na LISTA DE PEÇAS. Leia sempre TODO o artigo antes de montar ou uti- lizar o circuito. Experimentações apen: devem ser tentadas por aqueles que têm um razoável conhecimento ou p: tica e sempre guiadas pelo bom senso. Eventualmente, nos próprios textos des critivos existem sugestões para experi- mentações. Procure seguix tais sugestões se quiser tentar alguma modificação... GATENÇÃO às isolações, principalmente nos circuitos ou dispositivos que traba- lhem sob tensões e/ou correntes eleva das. Quando a utilização exigir conexão direta à rede de C.A. domiciliar (110 ou 220 volts) DESLIGUE a chave geral da instalação local antes de promover essa conexão. Nos dispositivos alimen- tados com pilhas ou baterias, se forem deixados fora de operação por longos períodos, convém retirar as pilhas ou baterias, evitando danos por “Vazamen- to” das pastas químicas (fortemente corrosivas) contidas no interior dessas fontes de energia). "TABELÃO ARE: 4 ” sesisrongs caseciromes pouesTER cammerrones mico a 1 atcanismo Ea pç 2» QESITEA O peaieanismo ê ! sá eps T 2r ALGARISMO E e BR 3245 ESPE muumirucaooR qe [ERES] To mseritLicaDR ázis E =ToceRâNcia “A Ut-rovenância Ê o TT O rensão ss ini ficiç] PICOFARADS 9 r vacoR eu Ficoransos NY 7 ExeupLos 13622 CODIGO mic zos — TIo21s cor faixas 39 faixa 43 faixa CODIGO TICR26 — TIG 236 Pav TOLERÂNCIA E preto o = vigas COR faixas 32faixa 42faixa Sã faixa TO marrom 1 *10 1% vermelho - 2 x100 2% PEA É a a PF ACIMA DE 10pF taranja 3 AR PAR [A Sd Ta amarelo, 4 x10000 4% | marom Gira é E verde 5 x 100000 - vermelho 2 x 100 ” 250V |B =010pF F= 1% M=20% Es 5 x 4000000 > [larmia 3 x 1000 — - E io = Ê = P = +100% — violeta ? e — Jimacio 4 x 10000 — rriiivh| pasetucas. 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O método mais simples de se corrigir a deficiência é modificar o valor do próprio trim-pot, de modo a literalmente “estreitar” ou “alargar” a gama do ajuste (ver fig. A). Experimente, então, valores entre 100K a IM (o original é de 220K...) até en- contrar aquele que mais “confortável” ajuste lhe proporcione. Condições muito radicais de “defasamento” podem exi- gir, na sua correção, a modificação do valor do próprio capacitor original (33n), porém, a princípio, o simples re- dimensionamento do trim-pot deverá colocar “as coisas” nos eixos. Retribui- mos o abraço e agradecemos pelas ma- nifestações favoráveis ao nosso traba- Tho... Estamos agui para isso, “Doc”! “APE está (como se isso fosse posst- vel...) cada vez melhor, porém estou sen- tindo falta dos “velhos” CIRCUITINS E DADINHOS.. Também gostaria de ver uma participação direta, mais ativa, dos Leitores'Hobbystas, na Revista. Sei que nós participamos, realmente, já que a maioria dos Projetos publicados “nas- cem” de sugestões e pedidos enviados pelos Leitores, porém fico no aguardo de uma (já “sugerida” ou insinuada pelos Produtores de APE...) Seção dos Leito- res, unicamente destinada às colabo- rações e idéias desenvolvidas pelos Hobbystas... Peço que interpretem mi- nhas propostas com uma crítica constru- tiva, já que APE, do “Jeitinho” que está, já “dá de dez" em qualquer outra publi- cação nacional do gênero.” - Osmar M, Militello - Cascavel - PR Sempre interpretamos qualquer crítica como construtiva, Osmar, mesmo quan- do o “porta-voz” vem com um macha- dinho nas mãos e um punhal entre os dentes... Quanto aos CIRCUITINS e DADINHOS, esteja certo de que não >22222222>2>>2225>2>>2>2>2> ESQUEMAS AVULSOS - MANUAIS DE SERVIÇO - ESQUEMÁRIOS (para SOM, KITS PARA MONTAGEM (p/Hobistas, CONSERTOS 22222 (Multímetros, ESQUEMATECA Rua Aurora nº 174/178 - Sta Ifigênia - CEP 01209 - São Paulo - SP - Fones 222-6748 e 223-1732 foram “suprimidos” do organograma de APE! Conforme já explicado, tratam-se de Seções tipo “entra quando dá” ou se- ja: € necessário um “buraco” no espaço gráfico da Revista, para que tais blocos sejam inseridos, caso contrário a manu- tenção das Seções viria em detrimento do espaço normalmente destinados às Seções permanentes (obviamente as de- dicadas aos Projetos e Montagens..). É tudo, portanto, uma questão única de prioridade... Você (e todos os demais Leitores/Hobbystas...) deve ter notado que APE cresceu substancialmente nes- ses dois anos e meio de publicação: a quantidade de páginas ampliou-se, porém esse espaço “conquistado” foi imediatamente preenchido por mais Projetos e um automático “avanço” na “própria complexidade relativa das Mon- tagens (temos que crescer junto com Vocês, nunca esquecendo os iniciantes, mas atendendo progressivamente os que vão se tornando “cobras”..). Assim, frequentemente, “não há onde enfiar” um DADINHO ou um CIRCUITIM e a tão sonhada Seção dos Leitores tem, também, que aguardar o seu convenien- te “buraco”... Temos certeza que Você (e toda a “turma”...) entende o nosso es- forço e empenho! A gora quanto a “par- ticipação ativa” e direta, no presente exemplar temos um excelente “gancho”: o DESAFIO À CRIATIVIDADE! Você, é a “tropa” toda, estão automati- camente “convocados” à participação... “Bem “na mosca” o ESPECIAL VI DEOMAKER (APE 26)! Lido com vídeo já faz algum tempo e acompanho (além de APE..) algumas das publicações na- cionais (já que as “de fora” são muito caras.) dedicadas ao assunto... Porém em nenhuma delas havia encontrado, até agora, um artigo realmente prático como o do MIX-AV... Montei o projeto, através de um KIT adquirido diretamente na Concessionária EMARK (a princípio achei o preço um tanto “bravo”, mas depois constatei que um dispositivo equi- valente, encontrado pronto em Lojas es- pecializadas, estava custando 3 vêzes mais...!) e fiquei muito satisfeito com o resultado! Estou usando o dispositivo na minha pequena produtora de vídeo (fil- mo comercialmente casamentos, festas e . Além do projeto do MIX-AV, o ESPECIAL VIDEOMAKER trouxe uma série de explicações clartssimas so- bre conexões e interligações dos diver- sos módulos usados numa produção de vídeo (novamente - na minha opinião - mais completos do que os mostrados em chamadas “publicações de Vídeo” ...) que muito me ajudaram (e acredito, também a vários videomakers inician- “Embalado” pelo sucesso nesse primeiro empreendimento na área, vou “choramingar” um pedido: assim como fizeram quanto ao Áudio, publiquem o projeto de um Misturador de Vídeo que permita casar duas imagens (dois sinais de Vídeo), de modo que, na edição final, a gente possa “desvanecer” uma das imagens, enquanto a outra vai, lenta- mente, “entrando”... Mixers desse tipo só existem importados, tão caros que eu teria que vender a minha pequena pro- fioox parte isoxuo À agoxiato! video im ] 5a vino | Rc 7 our smgo 2 pars aa Esta papa TELEVISÃO, VÍDEOCASSETE, Microfones, FERRAMENTAS PARA VÍDEOCASSETE (Mesa para ajuste de postes, Saca cilindros) CÂMERA, Estudantes e Técnicos) Galvanômetros) AURORA cor) Aceceee ECCCCCCCCCCCACACACALCACACACACCC EE ES ES ES E | TR O dutora de vídeo para poder comprar o tai equipamento...! Sei que o projeto não deve ser muito simples, mas acredito que Vocês, gênios em tudo o que diz respeito à Eletrônica, “acharão” uma manei- ra! - Emesto Roris Marques - São Paulo - SP Sabíamos que os “videomaníacos” iriam gostar do MIX-AV, Emesto! Aqui na própria Equipe de Produção de APE, todos gostam de “brincar” com-vídeo e todos tem o seu MIX-AY, utilizando-o frequentemente nas suas edições ama- doras... Não seja tão severo a respeito das (boas, na nossa opinião..) publi- cações nacionais dedicadas a Vídeo, já que todas elas são - por enquanto - mais dirigidas ao usuário de equipamento doméstico, amador, e não especifica- mente ao profissional (e muito menos ao técnico...) de produções... Com a natural evolução do mercado, 0 incremento na fabricação nacional de VCRs, câmeras complementos, o caminho natural levará tais Revistas (assim o presumimos...) à entrar, paulatinamente, também nas áreas do hard ware correspondente... Achamos que é só uma questão de tem- po. Quanto ao mixer de Vídeo, confor- me Você mesmo disse, Ernesto, não se trata de projeto simples. muito pelo con- trário! Ao contrário dos sinais normais de Áudio, que nada mais são do que ní- veis elétricos variáveis em tensão, pro- porcionais às frequências e intensidades do Som, os sinais de Vídeo. além de se manifestarem em frequências bem mais altas (e numa faixa bem mais “larga” de freguência...) são, na verdade, “compos- tos”, contendo uma modulação de “lu- minância” (responsável pelo “claro/es- curo" da imagem, que determinaria a sua visualização nítida em branco e pre- to...) e uma de “crominância”, res- ponsável pelos sinais proporcionais indi- cadores das cores (Vermelho-Verde- Azul), além de (e aí reside o “nó” da questão...) importantes informações de SINCRONISMO, na forma de pulsos que determinam o início e o fim de cada frame (são dezenas, a cada segundo...) ou “cena” minância e crominância! Se esse (impor- tante) SINCRONISMO não “bater”, em nenhuma circunstância será possível o perfeito “casamento” de dois sinais oriundos de diferentes fontes de Vídeo. Nesse caso, em vez do esperado fade ouiffade in (“desvanecimento/surgi- mento”) teremos, na tela, um verdadeiro “embaralhado” de imagens distorcidas, pulsos de cor e de intensidade comple- tamente “malucos”, que não guardarão nenhuma relação “visual” com as ima- gens que pretendíamos mixar. Assim (ver fig. B) um mixador de Vídeo exige complexa circuitagem digital, num bloco ESpItIaIpse-IP-sp=E formada pelos sinais de lu- | tecnicamente denominado Genlock, ca- paz de “extrair” os sinais de sincronis- mo das diversas fontes e conveniente- mente “casá-los” (como que “atrasan- do” o que “chega primeiro”, e fazendo com que ele se manifeste, na Saída, con- juntamente com o da “outra” fonte, em perfeito - com o perdão da redundância - SINCRONISMO...) Outra solução circuital usada e a de gerar um conjunto de pulsos de sincronismo totalmente in- dependente, “amarrando” os sinais das fontes de Vídeo a esse SINCRONIS- MO gerado no bloco... Qualquer que seja o caminho escolhido, são necessá- rios circuitos muito específicos, razoa- velmente complexos, de ajuste e “com- portamento” muito rigorosos e - infe- lizmente - que utilizam Integrados que não estão “rolando” por aí, nas Lojas. Assim, por enquanto, uma montagem do gênero “escapa” aos postulados de APE... Entretanto, já que “entramos na área”, mais cedo ou mais tarde “chuta- remos a gol” (assim que componentes e tecnologias inerentes tornem-se dis- poníveis e acessíveis...) O Vídeo, em todas as suas possibilidades, do lazk mais avançada das aplicações profissio- nais, é seguramente uma das “pontas” da Eletrônica, hoje é no Futuro... APE “chegará junto”, no devido tempo, po- dem crer. CONSE) RTA, CONSERTA JR TEL. TELEFONIA R. Vitória, 192 - 2? and. cj. 22 Fone (011) 221-4519 ESEIESPIEI ppp Ps dy ZA 7 ACERTE aa Be ESCREVA PARA À APRENDER ELETRÔNICA SNAS HORAS VAGAS E CANSOU DE PROCURAR, É SIMPLESMENTE A MELHOR ESCOLA DE ENSINO À DISTÂNCIA DO PAÍS EIS OS CURSOS : ELETRÔNICA INDUSTRIAL ELETRÔNICA DIGITAL E RES =2 E RE TV EM PRETO E BRANCO í MiICROPROCESSADORES E bs Cava Postal 11816 - CEPOSOO Fone 261 2305 MINICOMPUTADORES WI Ágil e us TVACORES | PROJETO DE RATOS ELETRÔNICOS PRÁTICAS DIGITAIS Poa N ARGOS IPDTEL ug R. Clemente Alvares, 247 SãoPauio SP Ex Nofoele des o ee MRE en Endereço. o... Cidade Curso - Saída: para transdutor eletro- magnético comum (especial para uso automotivo e/ou “extemno”), tipo “projetor de som”, com im- pedância entre 2 e 8 ohms (menor impedância = maior potência e vice-versa...) NOTA: o rendi- mento puramente acústico, final, dependerá muito da real qualidade e adequação desse transdutor! - Melodia: já programada, em ROM, no Integrado específico. Dependendo da “letra” final do código do componente (sufixo), uma diferente música estará nele memorizada, porém sempre temas agradáveis (clássicos ou popula- res) £ facilmente “reconhecíveis””. - Execução da música: integral e contínua, ou seja: uma vez ener- gizada, a BUZMU executará toda a melodia, ao fim do que ficará uma brevíssima interrupção, re- começando a música, e assim in- definidamente (enquanto persistir a alimentação ou situação de “li- gado” no interruptor de controle, seja este um pusb-button, seja um tipo “comum” - liga/fica liga- do...). coose OCIRCUITO O circuito da BUZMU tem seu diagrama esquemático na fig. 1... Graças ao uso apenas de Inte- grados específicos (cada um na sua função) mais um único transístor de “casamento”, o arranjo tomou-se extremamente simples e direto, co- locando a montagem no alcance MONTAGEM 164 - BUZINA MUSICAL mesmo dos Hobbystas sem muita prática (desde que se disponham a seguir com bastante atenção, às Instruções e Ilustrações aqui mos- tradas...). O primeiro bloco do circuito é centrado no próprio Integrado “musical” 5313, que não necessita mais do que a correta alimentação, além de dois resistores e um capa- citor (1M5, 100K e 4u7...) para a determinação do rítmo e timbre da melodia nele “gravada” (os valores estão dentro das faixas recomenda- das pelo fabricante do componente, e não há muito o que “decidir” ou “inventar” a respeito. O 5313 necessita de alimentação em baixa tensão (entre 1 e 3V) que obtemos, no circuito, de maneira muito sim- ples e eficaz: usando uma “pilha” de dois diodos comuns, 1N4148, diretamente polarizados, valemo- nos da inerente “queda de tensão” desses componentes para obter um referencial de 1,2 a 1,4V (rigoro- samente dentro, portanto, das ne- cessidades do Integrado...). Esta tensão é estabilizada e “filtrada” pelo capacitor desacoplador de 10u, sendo que os diodos têm, co- mo proteção (quanto à corrente ex- cessiva, uma vez que encontram-se diretamente polarizados...) um sim- ples resistor de 1K (entre os 12V nominais de alimentação geral, e o bloco centrado no 5313...). Uma vez corretamente ati- mentado o Integrado, no seu pino 7 manifesta-se já a “melodia”, na forma de um sinal de áudio bastan- te “limpo”, bem definido, porém de baixo nível (nem poderia ser de outra' forma, dada a alimentação e a potência restritas do 5313...) Para adequar o sinal às necessidades, sensibilidades e impedâncias dos demais blocos, um único transístor (BC548) € intercalado, como dri- vez, tendo seu circuito de coletor já alimentado pelos i2V nominais, e “carregado” pelo resistor de 1KS, através do qual (no próprio coletor do dito transístor...) recolhemos o sinal já devidamente “conforma- do”. O último bloco do circuito também não poderia ser mais sim- ples: dois Integrados específicos para amplificação de áudio em potência (desenhados industrial- mente para uso em aplicações au- tomotivas...), tipo 2002 (são vários os fabricantes, cada um deles apondo diferentes códigos alfabéti- cos em prefixo, mas mantendo a “parte numérica” em “2002"...), são organizados em “ponte”, cada um deles amplificando uma fase do sinal, de modo a promover uma grande extensão na variação de tensão nas suas saídas (pinos 4), com o que-a potência final pode ser facilmente “multiplicada” (em re- lação à apresentada por apenas um 2002, 'em amplificação simples...). O conjunto de resistores/capacito- res acoplado aos terminais de en- trada inversora e não inversora (pi- no 1 e 2) dos Integrados amplifica- dores, determina não só um perfeito “casamento” e distribuição do sinal a ser amplificado, como também o próprio ganho geral do bloco, Observem que - tratando-se de método de amplificação em I2y 3A(MIN.) o z q < + 10455 2-8a t6v TP 50w- (MIN.) INgI48 10 LISTA DE PEÇAS “ponte”, o transdutor final (alto-fa- lante próprio, ou “projetor de som”...) não pode ter um dos seus “polos” referenciado à linha de “terra” (negativo da alimentação), como seria convencional num bloco “simples” de amplificação! É for- goso que o alto-falante receba seus sinais através de dois condutorés independentes, cada um deles liga- de à saída de um dos dois Integra- dos da “ponte”, A alimentação geral (12 VCC sob picos absolutos de 3,5A) é di- retamente “puxada” do sistema elé- trico do veículo, com a simples e única intercalação do interruptor de controle (tipo push-button N.A. no caso de utilização como “buzina” do tipo “liga-desliga”, para utili- zação como “sinal de chamada””...). Dois capacitores (um eletrolítico de 220u e um poliéster de 100n) desa- coplam e contribuem para “filtrar” essa alimentação, evitando inte- rações com a normal “poluição” elétrica presente no sistema elétrico de carros, caminhões, etc. OS COMPONENTES Desde logo vamos avisando: o “nó” da questão é o Integrado específico KS5313, sem o qual na- da feito... Trata-se de um compo- nente de fabricação “Samsung” que, de uns tempos para agora, têm surgido com certa frequência no nosso mercado varejista, De qual. quer maneira, a Seção EMARK- EXCLUSIVO, pelo seu próprio “espírito” (o Leitor/Hobbysta assí- duo já sabe as “regras”,..) tem a informal garantia da Concessioná- ria citada (EMARK) de que o com- ponente encontra-se disponível, enquanto durarem seus estoques, porém exclusivamente como parte integrante dos KITs (conjuntos completos de componentes para as montagens, conforme Anúncios que o Leitor/Hobbysta encontra em ou- tra parté da presente APE...). As- sim, quem pretender levar a ““coi- sa” por conta própria, terá que an- tes - por segurança - fazer uma pesquisa nos seus fomecedores e varejistas, quanto à disponibilidade desse componente. NÃO COME- CEM a adquirir as demais peças MONTAGEM 164 - BUZINA MUSICAL 91 - Circuito Integrado (especí- fico, sem equivalências) KS$5313 (qualquer letra em sufixo). 82 - Circuitos Integrados TDA2002 ou equivalentes (LM2002, uPC2002, LM383, etc.) e 1 - Transístor BC548 ou equi- valente 9 2- Diodos 1N4148 ou equiva- lentes e 2- Resistores 470R x 1/4W 91 - Resistor IK x 1/4W 91 - Resistor 1K5 x 1/4W e 1 - Resistor 100K x 1/4W e 1 - Resistor IM5 x 1/4W e 1 - Capacitor (poliéster) 10n e 1 - Capacitor (poliéster) 100n e 1 - Capacitor (eletrolítico) 2u2 x 16V (ou tensão maior) 81 - Capacitor (eletrolítico) 4u7 x 16V (ou tensão maior) e2-Capacitores (eletrolíticos) 10u x 16V e 1 - Capacitor (eletrolítico) 22u x 16V É e1-Capacitor (eletrolítico) 220u x 25V * 1 - Placa de Circuito Impresso específica para a montagem (8,3 x 4,0 cm.) 9 1 - Dissipador (alumínio) com área de 100 cm?, para os Integrados e - Fio solda para as ligações OPCIONAIS/DIVERSOS e 1 - Transdutor eletromagnético específico para uso auto- motivo efou “externo” (“projetor de som). Tra- ta-se de um alto-falante do- tado de difusor exponencial (popularmente chamado de, “corneta”), com impedân- cia de 2, 4 ou 8 ohms (me- nor impedância, maior potência final na BUZ- MU...) para uma potência de 50W (mínima). e 1 - Interruptor para controle da alimentação/funcionamen- to. Se a utilização preten- dida for mesmo “buzina”, deve ser um push-button N.A. No caso da utilização como sinal de “chamada” ou publicidade volante, o interruptor pode ser comum (alavanca, bolota, etc.), ti- po “liga-desliga”.,. e 1 - Caixa (VER TEXTO) sem antes obter a certezade que o KS5313 pode ser conseguido... Conforme já foi dito, o fabri- cante programa diferentes melodias nesses Integrados, indicando-as através de uma única letra aplicada em sufixo (“depois”) do código básico. Assim, apenas o título de referência (será muito difícil o Lei- tor/Hobbysta encontrar exatamente a melodia que quiser...), af vai uma pequena Lista (não forma a totali- dade das opções): código melodia KS5313N Minueto de Bach K$5313P Valsa do Cuco KS5313R Oh! Susanna KS53130 Lar Doce Lar KS53138 Big Ben KS5313T For Elise As demais peças “não têm segredo”... Mesmo os Integrados de potência podem ser obtidos fa- cilmente, originários de diversos fabricantes e procedências (o prefi- xo do código básico “2002” póde variar, mas isso não tem impotâr- cia), inclusive sob o código dife- rente de LM383, tratando-se todos de. equivalentes diretos. Transístor e diodos também admitem várias equivalências sem problemas... O único (e “etemo”...) cui- dado do Leitor/Hobbysta, deverá dirigir-se para correta identificação dos terminais dos componentes po- larizados (Integrados, Transístor, Diodos e Capacitores Eletrolíticos), eventualmente consultando o TA- BELÃO permanente de APE, na busca do necessário auxílio... No mais, as ilustrações da presente matéria complementam muito bem as informações visuais necessárias e basta um pouco de atenção para não “dançar”... 12 MONTAGEM 164 - BUZINA MUSICAL DISSIPADOR ACOPLADO AOS "2002" (VER TAMBÉM FIG. |) a: CHASSIS DO Fo Ear VEÍCULO BUSMU =“ LADO DOS ey COMPONENTES JALMIN) a Te pads, lim | ” TRANSDUTOR P/50w cn des ceras 2-4-8A OPCIONAL Fig. 5 adro E Si E vessimooa er | Ate SOBRE A PLACA AM issipador EM, acúimo Pl r (.40000S COMPONENTESI Fig. 6 Quanto ao dissipador, desde que apresentando uma área de ra- diação equivalente à solicitada na LISTA DE PEÇAS, sua forma não tem importância... Quem quiser - inclusive - compactar bem a “coi- sa”, poderá usar o artifício mostra- do na fig. 6 (ao invés do dissipador comercial, com aletas, exemplifica- do na fig. 5...), onde uma simples chapa de alumínio não muito fino (4 a 2 mm de espessura é uma boa...), medindo cerca de 8x 4x 3 em. poderá ser dobrada em “L”, fixada aos integrados e acomodada de modo a “cobrir” a placa (agora sem tocar em nenhum dos compo- nentes, e muito menos nas àreas cobreadas da placa, para prevenir “curtôs”...). Com isso o conjunto formará um “sanduíche” compacto, ocupando muito pouco espaço onde for deoidida sua instalação. Deixamos propositalmente pa- ra O fim a questão “caixa”, justa- mente porque o container, suas di- mensões e forma, dependerão muito do arranjo mecânico de dissipação escolhido e utilizado pelo monta- dor... São várias as caixas, inclusi- ve padronizadas, à disposição do Leitor nos varejistas especializa- dos, e que poderão perfeitamente abrigar “profissionalmente” a mon- tagem da BUZMU... Recomenda- mos que o container seja metálico, bem resistente, e que inclua facili- dades de fixação (via grampos, la- pelas ou braçadeiras...). Lembra- mos ainda que, no caso .de caixa metálica, nada impede (muito pelo contrário), que seu próprio “corpo” faça parte da área de dissipação de calor necessária aos Integrados de potência, sem que qualquer cuidado excepcional de isolação se tome necessário (ATENÇÃO: isso “'só vale” para circuitos com o 2002 cuja face metalizada corresponde, eletricamente, à própria conexão do negativo da sua alimentação. A instalação e utilização fi- nais já terão ficado mais do que óbvias, Fixa-se a caixa com o cir- cuito onde for conveniente, pren- de-se o projetor de som de modo que sua “corneta” aponte para a frente (escondido dentro da lataria, no caso de “buzina”, ou aplicado sobre o teto do veículo, no caso de uso como “chamada publicitá- ria”...) e instala-se o push-button ou interruptor no painel do veículo, em ponto confortável ou aciona- mento pelo motorista... Então, é só “apertar o botão”... Em qualquer caso a me- lodia sempre “começará do início”, prolongando-se enquanto o inter- ruptor estiver “fechado”... Se este assim permanecer, após a execução de toda a música, esta se repetirá automaticamente (com uma peque- na pausa, apenas manifestada para “separar” os compassos musi- cais...). Um “toque” final: conforme foi mencionado diversas vezes, quanto menor for a impedância do transdutor, maior será a potência final... Assim, nos limites de 2 ohms podemos esperar os “picos” de 50W... Já sob impedâncias de 4 ou 8 ohms, a potência final será proporcionalmente menor (mais ainda assim suficientemente ““bra- va” para os fins 2 que se destina a montagem...). Obscivem que no uso como “'sinal de chamada publi- citária”, nada impede que dois transdutores de 4 olnns cada, em paralelo (resultando uns impedân- cia final de 2 ohms) seja utilizados, cada um com seu projetut t“corne- ta”) voltado para uma direção, de modo a “espalhar” ao máximo a melodia (é isso que Se quer, no ca- so, não...?). MONTAGEM 165 Protetor | p Lâmpada Incandescente INDUSTRIAIS, ETC. O PROTETOR P/LÂMPADA INCANDESCENTE (PROTE- LAMP, para simplificar...) é o tipo do projeto meio “difícil de acredi- tar”, a princípio, simplesmente porque seu funcionamento e função situam-se “ao contrário”... Expli- cando: a prova de que o PROTE- LAMP é efetivo consubstancia-se quando... NADA ACONTECE! A sua presença, junto à instalação de uma (ou mais, dentro dos seus limi- tes de potência...) lâmpada incan- descente comum (de filamento), evita ou retarda enormemente a “queima” da dita lâmpada! Assim, supondo que uma determinada lâm- pada tenha uma “vida útil” estatis- ticamente levantada e prevista para 1000 horas, com o PROTELAMP sua durabilidade média poderá che- gar a 4000 ou mesmo a 5000 horas, seguramente! É certo que para aplicações mais “modestas”, o PROTELAMP pode demorar muito a tornar-se economicamente válido... Se o caro Leitor/Hobbysta instalá-lo na pro- teção de um mero abajur dotado de, MINI-CIRCUITO SIMPLES E EFETIVO, VERDADEIRO PROTETOR “AN- TI-QUEIMA” PARA LÂMPADAS INCANDESCENTES COMUNS (DE FILAMENTO) COM POTÊNCIAS DE ATÉ 500W (EM 110V) OU ATÉ 1.000W (EM 220V). PROPORCIONA ENORME “SOBRE-VIDA” ÀS LÂMPADAS (QUE DURARÃO, NO MÍNIMO, QUATRO A CINCO VEZES MAIS...), ALÉM DE REPRESENTAR IMPORTANTE FATOR DE SEGU- RANÇA PARA LOCAIS ONDE UMA EVENTUAL “QUEIMA” DE LÂM- PADA POSSA CAUSAR CONSIDERÁVEL DANO OU PREJUÍZO! BAI- XO CUSTO (“PAGA-SE” A SÍ PRÓPRIO EM POUQUÍSSIMO TEMPO...), MONTAGEM FACÍLIMA E INSTALAÇÃO SUPER-SIMPLES (TEM SÓ DOIS TERMINAIS E BASTA INSERÍ-LO EM SÉRIE COM O INTERRUP- TOR NORMAL DA LÂMPADA A SER PROTEGIDA... PROJETO SU- PER-VÁLIDO PARA INSTALADORES, ELETRICISTAS COMERCIAIS E uma lâmpada de 25W (que apenas é ligada e desligada uma vez a cada 24 horas...), é provável que somen- te após alguns anos o dispositivo venha a provar sua eficácia e justi- ficar o seu valor. Já, entretanto, na proteção de uma ou mais lâmpadas, totalizando centenas de watts, ins- taladas num almoxarifado ou depó- sito industrial (normalmente ligadas e desligadas muitas vezes a cada expediente diário...), em pouguís- simo tempo o PROTELAMP estará “pago” só com a economia gerada pelo enorme espaçamento entre as trocas de lâmpadas queimadas (além de que, lâmpadas de alta potência são desproporcionalmente mais caras do que as lâmpadinhas de “botar junto a imagem de Santo Antônio”, o) circuito é fundamentalmen- te simples, usando com inteligência e praticidade as especiais carac- terísticas de componentes eletrôni- cos de fácil aquisição e de custo não muito “bravo”. A montagem é também muito simples, e a insta- lação, nem se fala... O PROTE- LAMP é pequeno o suficiente para ser normalmente “embutido” nas instalações elétricas já existentes, além de não exigir alterações nas ditas instalações (basta anexá-lo, em série, com o interruptor que normalmente controlava a(s) lâm- pada(s) que se pretenda prote- ger...). O nível de potência: da(s) lâmpada(s) situa-se em parâmetros muito bons, podendo chegar até a 500W em 110V ou até 1000W em 220V (o PROTELAMP, em sí, é basicamente “bi-tensão”, ou seja: pode trabalhar, sem nenhuma modi- ficação ou chaveamento, indiferen- temente em redes C.A. de 110 ou 220V, com a única substituição de alguns resistores comuns, conforme veremos...). Eletricistas e instaladores po- fissionais “verão”, imediatamente, “um monte” de oportunidades apli- cativas válidas para o dispositivo. Desde já, contudo, podemos adian- tar algumas utilizações muito atraentes, em termos puramente “e- econômicos”: as lâmpadas especiais de filamento (tipo flood) usadas na iluminação de estúdios fotográficos ou para filmagens de vídeo, são ca- ras e têm uma “vida útil” ineren- temente curta... Com o PROTE- LAMP, sua durabilidade será lar- gamente “encompridada”, gerando substancial e imediata economia! Desde que “cabendo” nos limites e parâmetros do PROTELAMP, qualquer lâmpada de filamento (mesmo halógenas ou de quartzo) poderá confortavelmente “usu- fruir”” da longevidade proporciona- da pelo dispositivo! Também em 16 “ligada”, a tensão momentânea na rede for de até 40V em 110 ou até 80V em 220, a dita lâmpada será imediatamente energizada... Situação diferente ocorre quando, no momento de “ligação” da lâmpada, o momentâneo nível de tensão na senóide for maior do que 40V em 110 ou 80V em 220... Nesse caso, o divisor de tensão responsável pela polarização de ba- se do transístor fornecerá nível su- ficiente para “ligar” o dito cujo, com o que o gate do respectivo SCR permanecerá praticamente a um nível de tensão equivalente ao do catodo desse componente (SCR desligado, portanto). Assim, se a tensão momentânea na rede estiver em ponto igual ou superior a menos da metade do valor de pico, a lâm- pada simplesmente não é disparada (tendo que “aguardar” o recomeço do ciclo, quando então as con- dições de polarização permitirão o “disparo” do SCR...)! Lembrando agora que o SCR é um interruptor controlado. com “memória”, ou seja: depois de “disparado”, apenas pode ser cor- tado “zerando-se” a tensão entre anodo e catodo, e também não es- quecendo que o circuito do PRO- TELAMP só “concorda” em “li- gar” inicialmente a lâmpada, jus- tamente próximo do “'zero” da C.A,, temos um conjunto de con- dições absolutamente perfeito: uma vez “ligada”, a lâmpada assim fi- cará, indefinidamente, enquanto houver energia C.A. no sistema, porém ela só “liga” num instante em que o momentâneo nível de tensão na senóide está ainda pró- ximo ao “zero” (caso contrário o circuito “espera” uma fração -sem- pre menos de 1/120- de segundo, até autorizar a corrente a atingir o filamento da dita lâmpada...). Os blocos opostos, em “espe- lho” (quanto à momentânea polari- dade da C.A.), permitem controlar identicamente cada “lado” da C.A., estando permanentemente “de plantão” no aguardo que o in- terruptor seja ligado para exercer o seu importante trabalho! Os limites de potência estão dimensionados pelas próprias ca- racterísticas dos SCRs (que são unidades TICIO6D, para 400V x 5A). Como na verdade cada um dos Retificadores Controlados apenas atua em metade do tempo corres- pondente a um ciclo completo da C.A., temos ainda uma boa margem de potência média, mesmo colo- cando os SCRs próximos dos seus limites... O único requisito é apli- car-se (nesses casos “extremos” de potência...) dissipadores termica- mente acoplados aos SCRs, de mo- do a dissipar o (moderado) calor neles gerado... Observem finalmente que a adeguação do circuito ao funcio- namento em redes de 110 ou 220V dependerá, unicamente, dos valores de alguns poucos resistores, que dimensionam os divisores de tensão responsáveis pelas polarizações de base dos transístores, e também as “cargas” de coletor... Em todos os casos, os valores ENTRE PARÉN- TESES referem-se à quantificação para rede de 110V, enquanto que os valores normalmente inscritos, destinam-se ao dimensionamento para redes de 220V, Devido ao arranjo rigorosa- mente simétrico e complementar do circuito, os terminais de aplicação. (S-S”) não são, obviamente, pola- rizados, não sendo necessária ne- nhuma preocupação no momento da sua ligação (basta “enfileirar” o PROTELAMP no “caminho” lâm- pada/interruptor/C.A. (na verdade, em qualquer ponto desse cami- nho...). sseco OS COMPONENTES São poucos (e comuns...) os componentes do PROTELAMP. Um ponto que merece especial atenção é o que se refere à dissi- pação de alguns dos resistores (que devem ser para 2W, considerando o funcionamento super-prolongado inerente às lâmpadas controla- das...). Conforme temos advertido em várias oportunidades, quando uma LISTA DE PEÇAS indica, pa- ra resistores, uma dissipação “X”, podem ser usadas peças (respeitado o valor ôhmico) para uma dissi- pação “maior do que X” (nunca “menor”...). Assim, na impossibi- lidade de encontrar resistores para 2W, unidades para 5W também po- derão ser utilizadas (haverá algum MONTAGEM 165 - PROTETOR P/LÂMPADA INCANDESCENTE LISTA DE PEÇAS 8 2- SCRs TICI06D ou equiva- lentes (400V x 5A) e2-Transístores BC546 - ou equivalentes (tensão cole- tor/emissor máxima de 60V ou mais...) e 2- Resistores 1K x 1/4W e 2 - Resistores 100K x 2W (A- TENÇÃO à “wattagem”) e 4 - Resistores 220K x 2W (A- TENÇÃO à “wattagem””) 02 - Resistores 470K x 2W (A- TENÇÃO à '“wattagem””) - NOTA: a presente LISTA in- clui todos os resistores even- tualmente necessários, seja a montagem do PROTELAMP destinada a funcionar em rede de 110V, seja em rede de 220V. A correta utilização dos componentes/valores deve ser feita de acordo com as indi- cações do esquema/chapea- do/instruções - VER TEXTO. $1-Placa de Circuito Impresso específica para a montagem (5,3 x 4,0 em.) 92 - Dissipadores (pequenos e planos), área mínima de 15 cm? cada, de alumínio, pa- ra os SCRs * -Cerca de 20 ou 30 cm. de cabo grosso (nº 14 ou 12) para as conexões de Saída do PROTELAMP. OPCIONAIS/DIVERSOS e2 -Conjuntos de | parafu- sos/porcas/buchas isolado- ras para fixação dos dissi- padores aos SCRs. e Parafusos, porcas e afasta- dores isolados, para fi- xação da própria placa do circuito, no local de insta- lação. probleminha de “aperto” na placa, mais ainda assim “caberão”...). Outro ponto importante a respeito dos RESISTORES: - Tanto no “esquema” (fig. 1) quanto no “chapeado” (fig. 3), os valores estão originalmente di- mensionados para rede de 220V. Se o PROTELAMP destinar-se ao A MONTAGEM 165 - PROTETOR P/LÂMPADA INCANDESCENTE trabalho em rede de H0V, de ve ser dos os componentes com valores demarcados entre parênteses. Isso é importante não só para o funcionamento do cir- cuito, como também para a pró- pria “integridade” dos componen- tes, notadamente os transístores. Falando nos transistores, em- bora sejam componentes de linha “comum”, da onipresente série “BC”, é bom notar que seus pará- metros Voceo (máxima tensão entre coletor/emissor) não podem ser muito baixos (no caso de se esco- ther um equivalente...), devendo si- tuar-se em 60V ou mais, para ga- rantir o “tranco” de tensão que os componentes normalmente terão que “aguentar”, em funcionamen- to. Quanto à potência, tratam-se de transístores de “baixa”, fisicamente pequenos, e sem problemas de dis- sipação (com os valores dos demais componentes dimensionados de acordo...) Os Retificadores Controlados de Silício (SCRs) originalmente in- dicados apresentam limites de 490Y x SA, mais do que suficientes para a aplicação. Quem quiser ten- tar o uso de equivalentes, poderá fazê-lo, dentro de tais limites... Não se recomenda o uso de SCR mais “bravos”, pois estes poderão necessitar de correntes de gate dez vezes maior (caso dos SCRs da li- nha “116” ou “126" com o que os valores resistivos calculados para o circuito se mostrarão muito altos para permitir as necessárias polari- zações. Como esses valores também não podem ser “baixados” sem com isso “estourar” os limites de dissipação dos transístores, o jeito € simplesmente conformar-se com os (mais do que suficientes...) parâmetros finais do PROTE- LAMP, como ele está. De resto, é lembrar que transístores e SCRs são componen- tes polarizados. Têm posição única e certa para serem ligados ao cir- cuito (inseridos na placa). Embora o chapeado (como sempre ocorre em APE...) seja suficientemente claro para evitar confusões, se per- sistirem dúvidas, o TABELÃO APE está lá, no lugar de sempre, para “limpar a área”... Fig. Z Es == t f E iq 4 ER | RE DRE E & | am É 54 | | a EO - s || | sas E f ' o | aa 1060 USE E nK | ae | = Sae: Fig. 3 A MONTAGEM o lado não cobreado da placa visto A placa específica de Circuito Impresso para o PROTELAMP tem o seu lay out, em tamanho natural, na fig. 2. Como o padrão é simples, pequeno e pouco “denso”, mesmo quem não tem lá “essas práticas”, conseguirá realizar o Impresso sem grandes problemas: é copiar, traçar, corroer, furar e limpar. Como prati- camente todos os setores do circui- to trabalham sob tensões altas, e alguns também sob corrente consi- deráveis, é bom que redobrem os cuidados na verificação final, certi- ficando-se que não há “curtos” ou falhas (e, eventualmente, corrigin- do tais deficiências antes do uso fi- nal da placa...). As trilhas mais lar- gas destinam-se justamente ao trân- sito de correntes mais “bravas” e assim devem ser mantidas, no mí- nimo, nas dimensões indicadas (quem quiser pode ainda “alargar” um pouco as ditas cujas...). Notem que as dimensões do lay out foram mantidas dentro de limites que permitirão a sua insta- lação até dentro de uma caixa pa- dronizada para instalações elétricas (4 x 2º ou 10 x 5 em, desde que obedecidos certos cuidados óbvios de isolação, a respeito dos quais fa- laremos mais adiante... A montagem propriamente tem seu “chapeado” na fig. 3, com já com os componentes devidamen- te posicionados. Observar (e isso é muito importante...) que os lados “chatos” dos dois transístores, bem como as: faces metalizadas de am- bos os SCRs, estão todos voltados para o centro da placa. ATENÇÃO ao posicionamento dos resistores, quanto aos seus valores, e princi- palmente quanto às necessárias adequações relativas à tensão da rede (valores entre parênteses para redes de 110V). Os pontos “S-S” referem-se às duas únicas conexões externas (não polarizadas) do PROTELAMP. Finalizando as soldagens, tu- do deve ser muito bem conferido (valores, posições, estados dos pontos de solda, ausência de “cur- tos” ou falhas...) e só então podem ser cortados os excessos de termi- nais, pelo lado cobreado. CONEXÕES EXTERNAS E INSTALAÇÃO Na fig. 4 temos as indicações complementares para as ligações de fios aos pontos “S-S”, destinados às conexões externas do PROTE- LAMP. Também na fig. 4 são mos- tradas as disposições básicas para os dissipadores dos SCRs. É MUL- TO IMPORTANTE que os dois MONTAGEM 165 - PROTETOR A lâmpada foi industrialmente proje- tada! Embora “tudo isso” ocorra numa fração centesimal de segun- do, a ação de “pára-choque” do PROTELAMP é segura e efetiva! É óbvio que o dispositivo não pode conceder “vida etema”” à lâmpada (dádiva que só podé ser obtida pela adoção de rígidos princípios reli- giosos, pra quem acredita...), mas que “estica” muito a vida útil da lâmpada, isso é inegável (compro- vado em longos e severos testes dé Laboratório...). (279) ) APRENDENDO PRATICANDO ELETRÔNICA REVISTA ABC DA ELETRÔNICA APE A SUA REVISTA NAS BANCAS COMPONENTES ELETRÔNICOS VENDEMOS E ENVIAMOS PARA TODO BRASIL VIA SEDEX PEÇA CATÁLOGO GRÁTIS ESCREVA PARA: CAIXA POSTAL Nº 194-CEP 15.370 LINHA COMPLETA DE COMPONENTES 19 Rego) Got” ÁLADIM FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL. 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NADA MENOS DO QUE 4 KITS EXCLUSIVOS DO CONSÓRCIO “APRENDENDO E PRATICANDO ELETRÔNICA/EMARK ELETRÔNICA COMERCIAL LTDA”, DISTRIBUÍDOS AOS TRÊS “PRI- MEIROS COLOCADOS" (DE ACORDO COM OS CRITÉRIOS DESCRI- TOS A SEGUIR..)! UMA OPORTUNIDADE “IMPERDÍVEL” DE MOS- TRAR O SEU TALENTO E “FATURAR” KITS VALIOSOS E COMPLE- TOS! A- CONDIÇÕES PARA PARTICIPAÇÃO 1-0 “DESAFIO À CRIATIVI- DADE” está aberto, indistinta- mente, a todos os 'Leito- resiHobbystas de APE! Nin- guém “paga taxas” ou tem que cumprir condições prévias de “inscrição” (salvo as descritas nos presentes Regulamentos...). 2-Não há limites para a partici- pação individual ou em grupos. Assim, o Leitor/Hobbysta “su- per-criativo” poderá, sem pro- blemas, enviar quantos projetos queira, seja numa só corres- pondência, seja em remessas destacadas... Também nada im- pede que grupos de Leito- res/Hobbystas se organizem em “cooperativa” ou em “consór- cio”, na tentativa de vencer o “DESAFIO”! Por exemplo: três Leitores amigos podem juntar- se, “queimar os neurônios” em conjunto, criar um projeto que preencha as condições do “DE- SAFIO”, em enviar a sua pari- ticipação e nome de todos do grupo (obviamente que - no ca- so do projeto ser selecionado - o “BRINDE INCENTIVO” res- pectivo deverá ser “dividido” entre os participantes do grupo, LE 5- a critério deles próprios...). O “DESAFIO” Observem a figura, onde se nota um bloco “caixa preta”, que deve ser alimentado por 12 VCC e cuja Saída possa ser acoplada à C.A. domiciliar (110 ou 220V, indiferentemente), de modo a controlar a energização de uma (ou mais...) lâmpada in- candescente comum (obviamen- te compatível com a C.A.). Na Entrada do sistema, deverá exis- tir um SENSOR acionável pelo TOQUE DE UM DEDO. O funcionamento do conjunto deverá ser assim: uma vez devi- damente alimentado pelos 12 VCC e interligado à CA. e à lâmpada, conforme o diagrama, UM TOQUE do dedo LIGA a lâmpada controlada, OUTRO TOQUE DESLIGA a dita lâm- pada, e assim por diante, conti- gurando um nítido funciona- mento BIESTÁVEL, enquanto persistir a alimentação e a inter- ligação à lâmpada/C.A. con- forme descrito. O “TEMPO DE TOQUE” é LIVRE, ou seja: será conside- rado como válido o acionamen- to tanto com um brevíssimo toque do dedo, quanto um toque mais “demorado”. O acionamento, OBRIGATO- RIAMENTE, deverá poder ser feito com o dedo NÚ! NÃO VALE quaiguer tipo de “tra- que” quanto a isso (revestir o dedo com pó de plutônio, com tinta refletora de LASER e ou- tras “falcatruas” tecnológi- cas...) IMPORTANTE: a totalidade do