Com base no texto de Japiassu, A Psicologia dos Psicólogos, texto completar do capítulo 1 do livro Psicologias: uma introdução ao estudo da psicologia, de Bock, Furtado e Teixeira, podemos analisar que “[...] somos obrigados a renunciar à pretensão de determinar para as múltiplas investigações psicológicas um objeto (um campo de fatos) unitário e coerente. Consequentemente, e por sólidas razões, não somente históricas, mas doutrinárias, torna-se impossível à Psicologia assegurar-se uma unidade metodológica. [...]. Perguntamos: Como entender essa citação? Explique por que isso acontece? Qual a relação que tem com a subjetividade humana?
Que relação a história vai ter com a ciência na tarefa de legitimação da ordem nascente do mundo burguês?
Como podemos explicar o fato do pensamento positivista ter se tornado hegemônico no século XIX, como método e como doutrina na historiografia?
Comente as implicações sociais, político-ideológicas da história construída como uma ciência pura a partir das leis da natureza, concebida como um mecanismo, um organismo funcional.
Explique a posição de Comte e Kant sobre o conhecimento e de que forma reforçam o ideário liberal.